Polícia vai investigar acidente que levou o jornalista Oswaldo Eustáquio para o hospital

FOTO: HUGO BARRETO/METRÓPOLES

Preso preventivamente na Papuda, em Brasília, desde a última sexta-feira (18/12), o jornalista Oswaldo Eustáquio sofreu um acidente em sua cela na tarde dessa segunda (21) e precisou ser levado ao Hospital de Base do Distrito Federal. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape/DF), o estado de saúde do preso é “estável, sem risco de morte”.

Ele estaria sozinho na cela no momento do acidente, segundo a entidade, porque “por motivos de segurança e preservação da integridade física não divide a cela com outros internos”.

De acordo com a Seape, por volta de 14h desta segunda, Eustáquio “sofreu uma queda na cela e bateu com a coluna”.

Uma ocorrência policial foi aberta na 30 ª Delegacia de Polícia, em São Sebastião, para que o caso seja investigado. Foi solicitada pelas autoridades penitenciárias a realização de perícia no local do acidente.

Na ocorrência, consta que Oswaldo Eustáquio foi encontrado inconsciente com o rosto na água por um agente que foi checar o vazamento que vinha da cela onde ele cumpre prisão preventiva. O preso teria dito ao agentes, após recobrar a consciência, que escorregou ao subir no vaso sanitário para tentar fazer o chuveiro esquentar.

Além da ocorrência policial, foi aberta uma ocorrência administrativa para apurar todas as circunstâncias do ocorrido.

Esposa na porta do hospital

Oswaldo Eustáquio foi levado por policiais penais do DF ao Hospital de Base, no centro da capital, na noite dessa segunda-feira (21/12). Segundo sua esposa, Sandra Terena, os agentes lhe disseram informalmente que Eustáquio teria se machucado em uma queda no vaso sanitário.

“Eu não fui avisada oficialmente, vim pra cá por causa de um boato e confirmei que ele está aqui, mas eu não tive acesso a ele. Estou na recepção central e o vi de longe no centro de traumas, vi por uma fresta”, contou ela ao Metrópoles no início da noite.

“Não consegui confirmar com ele o que aconteceu”, lamentou ela, que diz que o marido vinha sofrendo ameaças, inclusive de morte, mas que teve ajuda negada pelo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, onde a própria Sandra Terena foi secretária de Igualdade Racial até setembro deste ano. Ela foi demitida pela ministra Damares Alves quando seu marido entrou na mira do Supremo Tribunal Federal.

Eustáquio, segundo Sandra Terena, está em uma cadeira de rodas e parecia consciente, mas a distância impediu que ela visse mais.

O histórico

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na sexta-feira (18/12) a prisão preventiva de Oswaldo Eustáquio. A medida foi tomada porque ele, que é investigado no inquérito dos atos antidemocráticos, não estaria cumprindo restrições impostas pelo magistrado.

Oswaldo Eustáquio já cumpria prisão domiciliar, mas deixou sua casa e se deslocou até a Pasta comandada pela ministra Damares Alves. Ele era monitorado pela tornozeleira eletrônica, que apontou o deslocamento.

Ele é investigado desde junho no inquérito que apura o financiamento e a organização de atos antidemocráticos. Durante os atos, manifestantes foram às ruas com pautas inconstitucionais, como o fechamento do Congresso e do Supremo.

Metrópoles

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antônio Glauber disse:

    Justiça injusta, como pode condenados em segunda instância estarem soltos e acusados sem julgamento estarem presos. Será a justiça seletiva? Será que temos justiça ideológica?

  2. Será disse:

    Parece que a ditadura voltou.

  3. Calígula disse:

    Pois é Celso Daniel PT, só ameaçou denunciar as falcatruas e veja o que aconteceu com ele.
    Esse deu sorte de estar vivo.

  4. Flávio A disse:

    Denunciar nesse país os poderosos que vivem na ostentação com dinheiro de origem nada republicana é muito perigoso,pode terminar em morte

    • Aluísio Valença disse:

      Mi mi mi!
      Não prendam meus amiguinhos.
      Vocês são patéticos.
      Kkkkkkkkk

  5. Luiz disse:

    Pessoas indo pra cadeia por crime de opinião (sem condenação nem em primeiro grau e em inquérito ilegal). Traficantes, homicidas, ladrões condenados em duas ou mais instâncias sendo soltos. Tem que ache graça.

    • Queiroz disse:

      Chora mais!

    • Chicó disse:

      É verdade, Luiz !!! É uma inversão total de valores.

    • Hilda Prazeres disse:

      Curioso que a opinião dele que é considerada crime é a mesma de grande parte do gado de seguidores do presidente, os bois mais selvagens que compõem o curral denominado "os 300 de Brasília", que além de espalhar fake news a rodo, ameaçaram o STF e ocuparam a praça dos três poderes com armas, fogos, e outros brinquedinhos. Esse coitado não é assim tão inocente como o gado está mugindo por aí. Não era nem pra ter esse destaque todo sua ida ao hospital. O apoio de políticos bolsonaristas mostra quem ele realmente é. Vai acabar alegando que foi atacado na prisão.

    • Pedro Paulo disse:

      Esta criatura abjeta é um criminoso cheio de artimanhas, fingido. Inventou essa queda como subterfúgio, pra sair da cadeia, que é o lugar perfeito, apropriado pra essa raça fazedora de fake news e da prática de crimes contra a Nação.
      Estirpe de cidadãos que vivem da prática de delitos da pior espécie.
      Podem ver que não tem nada.
      Chora, gado!

Operação do MPRN investiga esquema de fraudes na Prefeitura de Jardim de Piranhas; secretário de Saúde e vereador são presos

Foto: Divulgação/MPRN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta quinta-feira (10) a operação Ordenha, que tem por objetivo apurar um esquema de fraudes na Prefeitura de Jardim de Piranhas. A suspeita é que cerca de R$ 3 milhões tenham sido desviados dos cofres públicos entre os anos de 2017 e 2019. O atual secretário municipal de Saúde, um vereador e uma assistente social contratada pela Prefeitura foram presos preventivamente.

A operação Ordenha, deflagrada com o apoio da Polícia Militar, cumpriu três mandados de prisão e outros 17, de busca e apreensão, nas cidades de Jardim de Piranhas, Natal e Caicó. A investigação apura os crimes de peculato, corrupção passiva e associação criminosa, além do delito de falsidade ideológica.

A ação é resultado de um ano e 7 meses de investigações feitas pela Promotoria de Justiça de Jardim de Piranhas com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRN. Revelou-se, no curso das investigações, a existência de um sistema de pagamento de propina e de desvio de recursos públicos na Prefeitura integrado por servidores públicos comissionados e empresários fornecedores do Município.

As investigações foram iniciadas em 28 de março de 2019, com a instauração de um Procedimento Investigatório Criminal na Promotoria de Justiça de Jardim de Piranhas com o objetivo de apurar possível atividade de lavagem de dinheiro em operações realizadas por uma queijeira pertencente ao atual secretário de Saúde do município.

Essa investigação foi iniciada com o encaminhamento de um Relatório de Inteligência Financeira elaborado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontou uma movimentação atípica no valor total de R$ 2.286.457,00, entre créditos e débitos, no curto período de tempo abrangido pelos meses de setembro de 2018 a janeiro de 2019 na queijeira.

Além disso, o secretário de Saúde realizou vultosos saques em espécie no período investigado, bem como se recusou a informar o faturamento dele à instituição financeira com a qual mantém relacionamento, chamando a atenção dos órgãos do Sistema de Prevenção à Lavagem de Dinheiro. Há fortes indícios de que a queijeira, que funciona de fato, seja utilizada em operações de lavagem de dinheiro.

O MPRN também já apurou a ocorrência de desvio de recursos públicos na execução do contrato administrativo firmado entre a Prefeitura de Jardim de Piranhas e um posto de combustíveis pertencente a um vereador local. Essa fraude se consuma a partir emissão de “notas fiscais frias” e conta com a ação decisiva do secretário municipal de Saúde, a quem seria destinado parte dos recursos públicos desviados do município.

O secretário de saúde e o vereador foram presos. Além deles, também foi presa preventivamente uma assistente social contratada pela Prefeitura de Jardim de Piranhas. O MPRN reuniu fortes indícios de que ela auxiliou o secretário de Saúde na execução dos crimes investigados, repartindo com ele o recebimento de vantagem indevida paga por uma empresa fornecedora do município.

Além dos mandados de prisão e de busca e apreensão, o MPRN obteve o sequestro de saldo e a indisponibilidade de valores no total de R$ 240 mil, a ser efetivada pelas instituições financeiras nas quais o secretário de Saúde e o vereador presos possuem relacionamento para fins de ressarcimento ao erário.

Polícia investiga assassinato no interior do RN de adolescente asfixiado com braçadeiras e saco plástico

Um adolescente de 16 anos foi assassinado por asfixia e teve o corpo encontrado com braçadeiras em volta do pescoço e um saco plástico sobre a cabeça no município de Marcelino Vieira, no Oeste potiguar. As mãos da vítima também estavam amarradas com braçadeiras de plástico conhecidas como enfoca-gato. A Polícia Civil acredita que o crime tenha sido premeditado.

O caso aconteceu na segunda-feira (30) e chocou moradores da cidade. Nicolas da Silva Ribeiro havia saído de casa no início da tarde e foi encontrado morto pouco depois no campo de futebol localizado na área do beira-rio, no setor urbano do município. A família do jovem afirma que ele não era envolvido em qualquer tipo de crime e não sabe o motivo do assassinato. Mais detalhes AQUI em reportagem do G1-RN.

Operação da PF que investiga desvio de dinheiro para perfuração de poços cumpre mandados no RN

Em João Pessoa, um dos mandados de busca e apreensão é cumprido em um condomínio de luxo — Foto: Antônio Vieira/TV Cabo Branco

Pelo menos 15 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em uma operação da Polícia Federal realizada na manhã desta quarta-feira (25) em João Pessoa e Araruna, na Paraíba, e em Parnamirim, no Rio Grande do Norte. De acordo com a PF, a Operação “Poço Sem Fundo”, investiga desvio de dinheiro destinado à perfuração de poços e instalação de sistemas simplificados de abastecimento de água na Paraíba.

Em João Pessoa, policiais federais e auditores da Controladoria-Geral da União cumpriram um dos mandados de busca e apreensão em um condomínio de luxo no bairro do Altiplano. Também estão sendo cumpridos mandados no prédio do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) na capital. Pelo menos 70 policiais e sete auditores participam da ação.

Segundo as investigações da Polícia Federal, o direcionamento de contratos firmados entre as empresas investigadas, o DNOCS, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Prefeitura de Araruna, por meio de procedimentos de licitação, envolviam o montante de cerca de R$ 54 milhões.

As irregularidades investigadas apontam para desvio de recursos destinados à implantação de sistemas de abastecimento d’água para a população carente do interior paraibano, castigada sobremaneira pelos longos períodos de estiagem.

O órgão explica que apura também a prática de superfaturamento dos contratos, atos de corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro por meio do uso de contas bancárias de empresas interpostas para dissimulação de movimentações financeiras. Quatro servidores públicos federais foram afastados das funções e tiveram os bens bloqueados, segundo a PF.

G1-PB

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dr. Del Gado disse:

    Não é possível. No governo do Banana Pai, do Centrão não existe corrupção. O gado abestalhado vai dizer que isso é merreca. O partido que o Bozó se associar se acabará logo em seguida, assim como está se diluindo seu governo. Bem fez o seu guru Orvalho de Cavalo, que pediu sua renúncia. Enquanto isso Bananinha quer declarar guerra à China.

  2. Jose de Arimatea Lopes Fernandesdes disse:

    Já começa a estourar escândalos e corrupção em órgãos sobre o comando do Centrão (DNOCS e INSTITUTO DE COLONIZAÇÃO E REFORMA Agrária). Vamos aguardar a reação de Bolsonaro, se ele vai dá a prometida VOADORA no gógó do Centrão, ou vai simplesmete demitir funcionários do baixo escalão dessas Instituiçõ[email protected]@

  3. Observador do RN disse:

    É a indústria da seca que sempre alimentou cofres de corruptos, adeptos da ostentação com dinheiro desviado, tudo isso em detrimento do sofrido homem sertanejo, triste realidade.

  4. Calígula disse:

    Após a saída do Ex-Ministro Sérgio Moro, a PF tá botando pra torar encima dos corruptos.
    Hô Véio Bom da gota serena é o Presidente Bolsonaro.

    • Manoel disse:

      Todos os órgãos comandados pelo centrão, aquele q dá sustentação política a teu bandido favorito.
      Talkei?

  5. Francisco j B. disse:

    Quem são os 04 funcionário afastado?

Com buscas também em Mossoró, PF encontra dinheiro vivo em caixas durante operação que investiga lavagem de dinheiro e fraudes no Ceará

Uma grande quantidade de dinheiro que estava escondida em uma caixa na sede de uma empresa de Fortaleza foi apreendida pela Polícia Federal durante o cumprimento de um dos mandados. — Foto: Polícia Federal/ Divulgação

A Polícia Federal encontrou grande quantia de dinheiro vivo em uma caixa dentro de uma empresa alvo de uma operação que investiga suspeita de desvio de recursos públicos, fraudes em licitações, lavagem de dinheiro, entre outros crimes no Ceará. São cumpridos, na manhã desta quinta-feira (19), 27 mandados em Fortaleza e em cidades de mais dois estados – Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro.

A PF diz que um dos alvos é um ex-deputado federal e estadual do Ceará, mas não informou a identidade dele. A polícia vai dar detalhes dos alvos desta quinta em uma entrevista coletiva às 10h30.

A investigação identificou que uma organização, que existe há cerca de 20 anos, atua na criação de empresas com a participação de “laranjas” (pessoas atuando em nome de terceiros investigados); fraudes em licitações; fraudes na contratação de serviços de locação de veículos e motocicletas; desvios de recursos públicos; e lavagem de dinheiro com aquisição de imóveis, empresas e transações no mercado financeiro.

A lavagem de dinheiro seria realizada por meio da aquisição clandestina de corretoras valores e de sociedades em conta de participação do ramo de energia eólica, com a ajuda de operadores do mercado financeiro.

Primeira fase

A primeira fase da Operação Km Livre foi deflagrada no ano de 2016 e realizada em parceria com a Controladoria Geral da União. Na ocasião, foram apreendidos mais de R$ 5,9 milhões em dinheiro na sede de uma das empresas investigadas, localizada no Bairro de Fátima, em Fortaleza.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. FAL$OS ME$$IAS disse:

    Essa turma de Mossoró vai começar a cair. CONHECEREMOS A VERDADE E A VERDADE NOS LIBERTARÁ DOS FALSOS MESSIAS. Tem gago que vai ficar mais gago ainda e pular o assunto.

  2. José Macedo disse:

    Falta agora informar, quais os cargos e quem são os servidores.

PF investiga grupo criminoso e combate contrabando de cigarros no RN; vereador no interior entre detidos

Fotos: Divulgação/PF

A Polícia Federal, com apoio da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI), deflagrou na manhã desta quarta-feira, 18/11, em Mossoró/RN, a segunda fase de Operação Smoke Route, denominada Entreposto, que investiga as atividades de organização criminosa voltada à prática de contrabando de cigarros.

Cerca de 25 policiais federais cumpriram 4 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de prisão preventiva nas cidades de Mossoró e Serrinha dos Pintos/RN, além de ter sido determinado o sequestro judicial de valores depositados em contas bancárias dos investigados. Dentre os detidos, há um vereador que já havia sido preso em maio de 2020 pelo mesmo tipo de crime e foi reeleito no pleito eleitoral do último domingo.

A investigação teve início em julho de 2020, a partir da prisão em flagrante de um cidadão paulista de 33 anos, que foi encontrado em um depósito da Orcrim na posse de uma carga avaliada em R$ 2,2 milhões de reais.

As diversas diligências realizadas no curso da investigação permitiram identificar a existência de uma organização criminosa bem estruturada, que agia no transporte naval de cigarros com origem no Suriname (marcas da China, Indonésia e Paraguai), os quais são internalizados de forma clandestina em pontos da costa potiguar e que tem na cidade de Mossoró/RN um importante entreposto para o posterior transporte a diversos estados.

Os crimes imputados são os de contrabando qualificado (art. 334-A, §1º, IV CP) e organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013), cujas penas, somadas, podem ultrapassar a 13 (treze) anos de prisão.

VÍDEO: Polícia Federal investiga suposto atentado ao Ministério da Justiça

Foto: Reprodução/Record TV

A Polícia Federal está investigando um suposto atentado ao Ministério da Justiça, em Brasília, após um carro invadir o espelho d’água do local na noite desse domingo (15).

O veículo estava sem motorista e os policiais encontraram um pedaço de madeira preso ao acelerador. O carro foi retirado no local na manhã desta segunda-feira (16) com o auxílio de um guincho.

O responsável por levar o veículo ao local ainda não foi identificado.

O esquadrão antibombas também atendeu à ocorrência e isolou o local imediatamente até a remoção do veículo. O espelho d’água fica na esplanada dos Ministérios, próximo ao congresso nacional, ao Palácio do Planalto e também à sede do STF (Supremo Tribunal Federal).


R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cris disse:

    O insucesso do PT foi estrondoso.
    Considerando que são mais de 5 mil prefeitos no Brasil.

  2. Moises disse:

    Interessante isso.
    Atentado só contra o executivo, chamados de intolerantes e radicais, de acordo com a narrativa da esquerda. Eles acusam a direita de tudo que eles praticam e a mídia corre atrás da narrativa para desfigurar os fatos e tornar as versões em algo que aconteceu, sem ter existido.
    A narrativa da mídia é que Bolsonaro, que não participou das campanhas, foi o "derrotado" nessa eleição.
    Escondem que o PT encolheu ainda mais, saindo de 257 para 124 prefeitos, sem nenhuma prefeito de capital e em 04 estados não tem 01 prefeito do PT.

Operação do MP Eleitoral investiga esquema de compra de votos em Santana do Matos

O Ministério Público Eleitoral deflagrou nesta sexta-feira (13) a operação Voucher, que investiga um esquema de compra de votos na cidade de Santana do Matos. Ao todo, seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos na ação, que contou com o apoio da Polícia Militar.

Segundo o que já foi apurado pelo MP Eleitoral, há fortes indícios da prática de compra de votos, o que configura crime eleitoral. Imagens feitas no dia 8 passado mostram que inúmeros automóveis procuraram um posto de combustíveis horas antes de uma carreata realizada pela coligação Experiência e Juventude, por uma Santana Melhor. Nessas imagens, é possível ver os condutores aparentemente portando ordens de autorização para abastecer veículos, com combustível possivelmente custeado pela coligação.

Após os abastecimentos dos veículos no posto, os condutores entregavam um papel aos frentistas e tinham seus veículos liberados, sem efetuar qualquer pagamento.

Todos os seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos na cidade de Santana do Matos, inclusive na sede da coligação investigada e na casa do candidato a prefeito dela.

MPRN

OPERAÇÃO FALSOS HERÓIS: PF investiga grupo criminoso e combate contrabando de cigarros e produtos falsificados no RN; dentre investigados empresários, policiais civis, além de um secretário municipal

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal, com apoio da Receita Federal do Brasil e da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI), deflagrou na manhã desta terça-feira, 27/10, em Mossoró/RN, a Operação Falsos Heróis, que investiga as atividades de organização criminosa voltada à prática de contrabando de cigarros e produtos falsificados.

Cerca de 165 policiais federais estão cumprindo 26 mandados de busca e apreensão e 8 mandados de prisão preventiva nos estados do Rio Grande do Norte (Areia Branca, Tibau e Mossoró), Pará (Belém e Ananindeua) e São Paulo (capital), além de ter sido determinado o cumprimento de medidas cautelares diversas da prisão com relação a outros nove investigados, bem como o sequestro judicial de 22 contas bancárias.

As diversas diligências realizadas no curso da investigação permitiram identificar a existência de uma organização criminosa bem estruturada, cujo modus operandi consiste no transporte naval de produtos contrabandeados (cigarros, vestuário e equipamentos eletrônicos falsificados) com origem no Suriname, os quais são internalizados de forma clandestina em pontos da costa dos municípios potiguares de Areia Branca, Porto do Mangue e Macau, sendo posteriormente transportados para diversos estados, principalmente São Paulo, onde são comercializados em locais notadamente conhecidos por esta prática.

Somente entre os anos de 2018 e 2019, a Orcrim movimentou cerca de 185 milhões de reais, revelando a alta lucratividade da empreitada criminosa. Dentre os investigados, constam empresários, policiais civis do Rio Grande do Norte, além de um secretário municipal da cidade de Areia Branca/RN.

Os crimes imputados são os de contrabando qualificado (art. 334-A, §3º, CP) e organização criminosa armada (art. 2º, § 2º, e § 4º, incisos II e V, da Lei 12.850/2013), cujas penas, somadas, podem ultrapassar a 23 (vinte e três) anos de prisão.

PF

PF investiga “indícios” de financiamento do governo a sites “antidemocráticos”

Foto: Sergio Lima / AFP

A Polícia Federal investiga indícios de que o governo do presidente Jair Bolsonaro financiou pessoas e páginas na internet dedicadas à propagação de atos antidemocráticos, que fizeram ataques ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Um relatório parcial da PF, produzido no inquérito que tramita no STF sobre a realização de atos antidemocráticos, aponta pela primeira vez a relação desses atos com o Palácio do Planalto e apura se a publicidade oficial foi utilizada para direcionamento de recursos públicos.

Os indícios chegaram à PF por meio da CPMI das Fake News do Congresso Nacional, que enviou à investigação informações de que a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) veiculou publicidade em sites que propagam ações antidemocráticas. A delegada Denisse Dias Ribeiro afirma no relatório que o objetivo da investigação é saber se integrantes do governo federal agiram por ação deliberada ou por omissão no financiamento dessas páginas.

“A investigação tem o objetivo de checar se essa ocorrência se deu por culpa ou por ação ou omissão deliberada de permitir a adesão da publicidade do governo federal, e a consequente monetização, ao conteúdo propagado”, escreveu a delegada, que prossegue em seu despacho: “Outro ponto a ser elucidado (e que complementarão a análise do material já em curso) é se essa conduta ocorreu por vínculos pessoais/ideológicos entre agentes públicos e os produtores de conteúdo ou mesmo por articulação entre ambos”.

Além da presença de propaganda do governo, a PF apura se os gestores públicos usaram mecanismos disponíveis em ferramentas de publicidade, como o Google Ads, para evitar que as mensagens do governo chegassem a sites que disseminam ataques às instituições.

“Não há informações que indiquem se os agentes públicos responsáveis, dolosa ou culposamente, criaram critérios objetivos (palavras-chave, filtros ou bloqueios) que evitassem que a propaganda do governo federal fosse veiculada e monetizasse canais que difundem ideias contrarias às professadas pelo Estado democrático de Direito, permitindo (i.e., não impedindo), com tal prática, que ocorresse o repasse de recursos públicos com a intermediação de ferramentas tecnológicas a tais canais das redes sociais”, diz o relatório.

No sistema de publicação de propaganda na internet conhecido como mídia programática, o cliente contrata uma plataforma que distribui automaticamente anúncios com base no cruzamento entre o público-alvo e critérios como a audiência dos sites e dos canais acessados pelos internautas que são o foco do cliente. Isso faz com que, se não houver nenhum bloqueio, anúncios possam ser veiculados em sites e canais que divulgam conteúdo como discurso de ódio e ataques a autoridades, por exemplo.

O Google informa que os anunciantes que utilizam as plataformas da empresa têm acesso a controles para impedir a veiculação de anúncios em sites e canais específicos ou por categoria.

Vínculo com ministério

O relatório policial também afirma que há “vínculos, ainda não totalmente esclarecidos”, do grupo investigado por propagandear e promover os atos antidemocráticos com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, comandado por Damares Alves. O documento aponta que a ativista de extrema direita e uma das coordenadoras do movimento “300 do Brasil”, Sara Giromini, ocupou um cargo na pasta, “sendo exonerada apenas em 15 de outubro de 2019”.

Os investigadores também apontam que Sandra Mara Volf Pedro Eustáquio, mulher do blogueiro Oswaldo Eustáquio, hoje tem cargo na Secretaria Nacional de Políticas de Promoção de Igualdade Racial na mesma pasta. Além delas, Renan Sena, que é investigado por envolvimentos nos atos antidemocraticos, foi terceirizado de uma empresa prestadora de serviços para o mesmo ministério.

A delegada destaca que “a natureza e a origem desses vínculos” entre essas pessoas e os agentes públicos que atuam no ministério “merece aprofundamento”. A PF busca esclarecer se essas contratações também podem ser uma forma de distribuir recursos públicos para propagadores e operadores dos atos antidemocráticos.

O inquérito sobre atos antidemocráticos foi solicitado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no fim de maio e tramita sob relatoria do ministro do STF Alexandre de Moraes. Em 16 de junho, a PF cumpriu 28 mandados de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento na organização desses atos. Também foi quebrado o sigilo bancário de 11 parlamentares investigados no caso. Os crimes sob investigação estão previstos na Lei de Segurança Nacional.

Em maio, O GLOBO mostrou que canais no YouTube que atacavam o STF e defendiam a intervenção militar receberam recursos de mídia programática de empresas estatais. Depois, a mesma prática foi identificada em anúncios da Secom. Em agosto, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que a secretaria parasse de veicular anúncios em sites estranhos ao público-alvo das peças publicitárias.

Celso de Mello, em junho: ‘É inconcebível que sobreviva no Estado brasileiro o resíduo de forte autoritarismo’

O GLOBO procurou a Secom e o ministério dos Direitos Humanos. A Secom disse que não iria comentar. Em outras ocasiões, a secretaria afirmou não escolher os sites onde os anúncios de mídia programática são veiculados e que não fará “censura”. Já o ministério afirmou que Sara Giromini e Renan Sena, quando indiciados, “já não pertenciam ao quadro funcional do MMFDH” e que todos os membros da pasta estão à disposição para esclarecimentos necessários.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Trago Verdades disse:

    Antidemocrático é o STF não deixar o presidente governar, o resto é narrativa e choro da esquerdalha. Esse mesmo STF ficou bem caladinho enquanto o PT saqueava o país, até mesmo soltou o lula que é o maior ladrao que esse país já teve.

  2. Romero Cezar da Câmara disse:

    Nãoooooooooooooooo! A PF está chegando a essa suspeita? Fantásticooooooooooooo,

  3. Manoel disse:

    Globolixo no desespero, perdeu a F1, a libertadores, prestes a perder a copa, foi só Bolsonaro cortar a mamata.

  4. Minion alienado disse:

    Intervenção na PF já, salvem o Messias! Bando de comunistas 😂

  5. SUPER SÉRGIO MORO 2022 disse:

    Só digo uma coisa: MORO 2022. Moro é duro….o home de duro…..pense num home duro. É bom ir se acostumando com Moro eleito presidente do Brasil em 2022.

    • Luciano disse:

      Moro, o juiz tucano? O vazados de whats app? Esse num ganha nem pra vereador depois do fiasco como ministro.

    • Acorda Brasil disse:

      Amigo, todos acreditamos em Moro, pelo menos os brasileiros de bem, mas ficou nítido que ele era parte de um plano simples que servia ao mecanismo: Colocar Alckmin e o PSDB de volta no poder. Bolsonaro foi o tiro que saiu pela culatra.

    • M.D.R. disse:

      Moro, em 2022.

  6. Antenado disse:

    Eventuais indícios….kkkkkk

  7. Cidadão Indignado disse:

    Doentes metais e desequilibrados!

  8. Pixuleco disse:

    Só digo uma coisa, Mito 2022 kkkkk

  9. Netto disse:

    Vão requentar essa acusação furada de novo?? Falta de boleto.

PGR apura movimentação de funcionários em gabinete antigo de Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) determinou a abertura de uma apuração preliminar sobre a movimentação de funcionários do gabinete do então deputado Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados.

A Procuradoria vai avaliar se há elementos que indiquem alguma irregularidade nas movimentações salariais, entre os anos de 1991 e 2018, por parte de assessores que trabalharam no escritório do então deputado Jair Bolsonaro.

Bolsonaro não é investigado formalmente. A PGR não tem prazo para concluir a análise do caso.

A decisão do procurador-geral da República, Augusto Aras, foi comunicada ao Supremo Tribunal Federal (STF) após o Ministério Público Federal ter sido provocado a se manifestar a respeito de um pedido de investigação feito por um advogado.

Reportagem do jornal “Folha de São Paulo” publicada em julho deste ano mostrou que funcionários eram exonerados e recontratados no mesmo dia e tinham salários aumentados, o que não impedia que pouco tempo depois tivessem as remunerações reduzidas a menos de metade.

“Ao tomar conhecimento dos fatos descritos na presente petição, foi instaurada notícia de fato [apuração preliminar] no âmbito desta Procuradoria-Geral da República, voltada para a sua averiguação preliminar”, disse o procurador-geral.

Segundo Aras, “na eventualidade de surgirem indícios suficientes de uma possível prática ilícita pelo representado serão adotadas as medidas cabíveis junto a essa Corte suprema”.

Imunidade

Aras avaliou ainda que os fatos não têm relação com o mandato de Bolsonaro, portanto, ele estaria encoberto pela chamada imunidade presidencial temporária, que está prevista na Constituição.

Essa regra estabelece que o presidente da República não pode ser responsabilizado por fatos ocorridos antes de ele assumir a chefia do Executivo – ou seja, que não estejam relacionados ao exercício de suas funções.

“Todavia, observa-se de antemão que a narrativa desenvolvida pelo noticiante abrange fatos, supostamente criminosos, ocorridos entre os anos de 1991 e 2018 que não guardam relação com o exercício do mandato presidencial, iniciado em 1º de janeiro de 2019. Por essa razão, no presente momento está proibida a instauração de processo-crime em face do Presidente da República, haja vista a prerrogativa a que se refere o art. 86, § 4º, da Constituição Federal, que estabelece imunidade temporária à persecução penal”.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Entregador De Pizza disse:

    Esse tipo de notícia só é novidade para a essa boiada imunda.
    Não cansam de passar vergonha. Essa raça só pode ter sido criada em laboratório.

  2. Erasmo disse:

    MITO 2022.

  3. George disse:

    Ouvi falar também que Bolsonaro deu uma cantada em uma mulher em 1998, facista/sexista/misógeno!

  4. Carlos Brasileiro disse:

    Já disse e vou repetir:
    Bolsonaro matou uma lagartixa com estilingue quando tinha 9 anos.
    Acho bom a esquerda investigar se quiser achar algo errado.

  5. Edison Cunha disse:

    Faz-me rir!!!

    O mecanismo não se cansa de passar vergonha

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    #EuVotoBolsonaroPresidente2022

  6. Henrique disse:

    Vão encontrar nada não.

    O mito é a $egunda alma mais hone$ta da nação. $ó perde pra primeira, Lula.

    Amém?$?

Fundador da Qualicorp é preso em operação da PF que investiga suposto caixa 2 de Serra na campanha de 2014

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (21) uma operação que investiga suposto caixa 2 na campanha de José Serra (PSDB) ao Senado em 2014. O empresário José Serpieri Júnior, sócio e fundador da Qualicorp, foi preso após as investigações apontarem que ele fez doações não contabilizadas de R$ 5 milhões ao tucano.

Em nota, o senador José Serra disse que lamenta a espetacularização da investigação e que desconhece as acusações. Ele disse que “foi surpreendido esta manhã com nova e abusiva operação de busca e apreensão em seus endereços, dois dos quais já haviam sido vasculhados há menos de 20 dias pela Polícia Federal. A decisão da Justiça Eleitoral é baseada em fatos antigos e em investigação até então desconhecida do senador e de sua defesa”. (Leia a íntegra abaixo). O G1 aguarda um posicionamento da Qualicorp.

A operação, que foi denominada Paralelo 23, é uma nova fase da Lava Jato que apura crimes eleitorais e é feita em conjunto com o Ministério Público Eleitoral (MPE). As apurações se restringem a fatos de 2014, quando Serra ainda não tinha o mandato de senador. Por volta das 8h50, três dos quatro mandados de busca e apreensão já tinham sido cumpridos.

Resumo:

Serra, que havia sido denunciado por lavagem de dinheiro no início do mês (leia mais abaixo), é um dos alvos de mandados de busca e apreensão.

Foram expedidos mandados para serem cumpridos no gabinete de Serra no Senado, no apartamento funcional dele em Brasília e em dois imóveis do senador em São Paulo.

Investigações apontam doações por meio de operações financeiras e societárias simuladas, que ocultavam a origem ilícita dos R$ 5 milhões recebidos.

Segundo investigações, o empresário José Seripieri Júnior, fundador e acionista da Qualicorp, grupo que comercializa e administra planos de saúde coletivos, determinou doações não contabilizadas a Serra em duas parcelas no valor de R$ 1 milhão e uma de R$ 3 milhões.

Ao todo, são cumpridos quatro mandados de prisão temporária e 15 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Brasília, Itatiba e Itu.

O empresário José Serpieri Júnior, sócio e fundador da Qualicorp, foi preso.

Até por volta de 8h45, três pessoas haviam sido presas; entre elas Artur Azevedo. Ele teria pedido a prisão domiciliar por motivos de saúde, segundo o MP.

Também foi determinado pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral o bloqueio judicial de contas bancárias dos investigados.

Os outros alvos de mandados de prisão são:

Arthur Azevedo Filho
Mino Mattos Mazzamati
Rosa Maria Garcia

Segundo a operação, os investigados responderão por pelos crimes descritos abaixo, com penas de 3 a 10 anos de prisão:

associação criminosa (artigo 288 do Código Penal)
falsidade ideológica eleitoral (artigo 350 do Código Eleitoral)
lavagem de dinheiro (artigo 1º da Lei nº 9.613/1998)

Serra denunciado por lavagem de dinheiro

O senador José Serra já tinha sido alvo de outra operação no início deste mês, quando foi denunciado pela força-tarefa da Lava Jato em São Paulo por lavagem de dinheiro. Na ocasião, a filha dele, Verônica Allende Serra, também foi denunciada pelo mesmo crime.

Segundo o Ministério Público Federal, a Odebrecht pagou a Serra cerca de R$ 4,5 milhões entre 2006 e 2007, supostamente para usar na sua campanha ao governo do estado de São Paulo. Outros cerca de R$ 23 milhões foram pagos entre 2009 e 2010, para a liberação de créditos com a Dersa, estatal paulista extinta no ano passado, ainda segundo a denúncia.

Os procuradores concluíram que houve lavagem de dinheiro usando a técnica “follow the money” (“siga o dinheiro”, em tradução livre). A denúncia diz que Serra e Verônica praticaram lavagem de dinheiro de obras do Rodoanel Sul no exterior de 2006 a 2014.

Operações ocultavam origem ilícita de dinheiro

Em relação à operação desta terça-feira, o caso de suposto caixa 2 foi remetido para a primeira instância da Justiça Eleitoral de São Paulo após a colaboração espontânea de pessoas que teriam sido contratadas em 2014 para estruturar e operacionalizar os pagamentos de doações eleitorais não contabilizadas.

Por meio da quebra do sigilo bancário e da troca de informações com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), foram identificados indícios do recebimento das doações eleitorais não contabilizadas a Serra.

As investigações apontam que as doações foram repassadas por meio de operações financeiras e societárias simuladas, de modo que ocultavam a origem ilícita dos R$ 5 milhões recebidos.

As investigações também identificaram outros pagamentos de valores elevados feitos por grandes empresas, sendo uma do setor de nutrição e outra da construção civil, perto das eleições de 2014. Essas doações, segundo foi investigado, eram feitas a uma das empresas supostamente utilizadas pelo então candidato para a ocultação do recebimento das doações. Esses fatos ainda serão objeto de mais apurações.

Nota Serra

“O senador José Serra foi surpreendido esta manhã com nova e abusiva operação de busca e apreensão em seus endereços, dois dos quais já haviam sido vasculhados há menos de 20 dias pela Polícia Federal. A decisão da Justiça Eleitoral é baseada em fatos antigos e em investigação até então desconhecida do senador e de sua defesa, na qual, ressalte-se, José Serra jamais foi ouvido.

José Serra lamenta a espetacularização que tem permeado ações deste tipo no país, reforça que jamais recebeu vantagens indevidas ao longo dos seus 40 anos de vida pública e sempre pautou sua carreira política na lisura e austeridade em relação aos gastos públicos. Importante reforçar que todas as contas de sua campanha, sempre a cargo do partido, foram aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Serra mantém sua confiança no Poder Judiciário e espera que esse caso seja esclarecido da melhor forma possível, para evitar que prosperem acusações falsas que atinjam sua honra.”

G1

Polícia Federal deflagra Operação Para Bellum e investiga compra de respiradores no Pará

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (10) a operação Para Bellum com o objetivo de apurar a existência de fraude na compra de respiradores pulmonares pelo Governo do Pará, mediante contrato com dispensa de licitação, justificada pelo período de calamidade pública em virtude da pandemia. Os policiais federais estão na casa do governador Helder Barbalho.

A compra custou R$ 50,4 milhões, sendo metade do pagamento feito de forma antecipada à empresa fornecedora.

Os respiradores acabaram devolvidos pois, além de sofrerem grande atraso na entrega, eram de modelo diferente ao contratado e inservíveis para o tratamento da Covid-19. A operação conta com a participação de aproximadamente 130 Policiais Federais.

Estão sendo cumpridos 23 mandados de busca e apreensão nos Estados do PA, RJ, MG, SP, SC, ES e DF; em cumprimento a ordens emanadas pelo STJ.

Os alvos são os suspeitos de terem participação nas fraudes, entre servidores públicos estaduais e sócios da empresa investigada. As buscas foram realizadas nas residências dos investigados, em empresas, na sede do Governo do Pará, e nas Secretarias da Saúde, Fazenda e Casa Civil.

A gestão do governador Hélder Barbalho é a segunda a passar por uma operação da Polícia Federal durante a pandemia. A primeira foi a gestão fluminense do governador Wilson Witzel.

Bahia Notícias

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. MORO 2022 disse:

    Não sei é impressão, mas aí no meio desses estados não tem nenhum governado pelo PT ou pela esquerda.

  2. Junin disse:

    Viva! Oba! Já está chegando no RN!

Crea-RN investiga acidente que provocou a queda de uma caixa d’água em Assú

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (Crea-RN) realizou uma inspeção a fim de apurar as causas do acidente que resultaram na queda do reservatório d’água na Comunidade Banguê, na Zona Rural do município de Assú, no último sábado (09/05). De acordo com o fiscal Paulo César, que esteve no local, logo após o acidente, foi constatado que a base do reservatório, com capacidade para 20 mil litros, continha destroços de concreto, bem como estava com as ferragens expostas.

O conselho identificou os responsáveis pela obra contratada pela Prefeitura Municipal de Assú que compreende 23 reservatórios em 16 comunidades. Na oportunidade, foi elaborado relatório circunstanciado para a Câmara Especializada de Engenharia Civil, que analisará os elementos e informações constantes naquele instrumento.

O conselho encaminhará ofício à Prefeitura Municipal de Assu, com orientação para que sejam realizados laudos técnicos nas demais caixas d’água,, antes de sua entrega definitiva para as outras comunidades.

O CREA/RN mantém-se firme no cumprimento do seu papel junto à sociedade.

PGR vai investigar motivos para troca no comando da PF do Rio

Foto: Antonio Augusto / Secom / PGR

A Procuradoria-Geral da República (PGR) vai investigar se há motivos indevidos para a troca no comando da Superintendência da Polícia Federal do Rio, uma das primeiras decisões do novo diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Alexandre de Souza. O caso será analisado no inquérito já aberto pelo ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que apura as acusações do ex-ministro Sergio Moro de que o presidente Jair Bolsonarotentou realizar interferências indevidas na PF.

Bolsonaro deu posse ao novo diretor-geral da PF nesta segunda-feira, em uma rápida cerimônia, depois que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, barrou a nomeação de Alexandre Ramagem para comandar a PF, devido à sua proximidade com a família do presidente e sob as suspeitas de que haveria desvio de finalidade nessa nomeação. Ainda durante a segunda-feira, Rolando convidou o superintendente da PF do Rio, Carlos Henrique Oliveira, para assumir o cargo de diretor-executivo, o número dois da corporação em Brasília, abrindo espaço para nomear outra pessoa para comandar a PF fluminense.

A rápida troca na PF do Rio chamou atenção dos investigadores, porque o ex-ministro Sergio Moro reforçou diversas vezes em seu depoimento que o principal interesse de Bolsonaro era mudar o comando da PF do Rio e indicar uma pessoa de sua confiança. Ainda não foi divulgado o novo nome escolhido.

Diligências à vista

A avaliação na PGR é que a tentativa de troca na Superintendência da PF no Rio já é objeto do atual inquérito em andamento e, por isso, a atual troca também deve ser esclarecida. Em seu depoimento, Moro não soube explicar as razões pelas quais Bolsonaro gostaria de indicar um nome de sua confiança para a PF do Rio e disse que esta pergunta deveria ser direcionada ao presidente.

Nesta segunda-feira, o procurador-geral Augusto Aras enviou ao ministro Celso de Mello uma lista de diligências a serem realizadas no próximo dia para o esclarecimento dos fatos. Dentre elas, está prevista a tomada de depoimentos de delegados da PF que acompanharam o imbróglio no Rio, como o ex-diretor-geral Maurício Valeixo e os dois últimos superintendentes do Rio, Ricardo Saadi e Carlos Henrique Oliveira, além do delegado Alexandre Saraiva, que havia sido o nome escolhido anteriormente por Bolsonaro para comandar a PF do Rio. Essas diligências também buscarão esclarecer os motivos da realização desta troca neste momento.

As diligências serão realizadas por procuradores da PGR e por investigadores do Serviço de Inquéritos Especiais (Sinq) da PF, responsável pelos casos envolvendo políticos com foro privilegiado.

A mudança também provocou mal-estar dentro da PF. Como mostrou a colunista Bela Megale, a Associação Nacional de Delegados da Polícia Federal (ADPF) recuou da intenção de divulgar uma nota de apoio a Rolando depois de saber da imediata troca na PF do Rio. Apesar de significar uma promoção para Carlos Henrique, que terá um cargo com mais poder dentro da estrutura da PF, a promoção foi vista como uma tentativa de apaziguar os ânimos internos para permitir a nomeação de um nome de interesse do presidente no Rio.

Nesta terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro deu declarações públicas na saída do Palácio da Alvorada, sua residência oficial, confirmando a troca na PF do Rio, apesar de ela não ter sido oficializada ainda, mas negou que fosse uma interferência sua.

– Não tem nenhum parente meu investigado pela Polícia federal (no Rio), nem eu nem meus filhos, zero. É uma mentira que a imprensa replica o tempo todo, dizendo que meus filhos querem trocar o superintendente (do Rio). Para onde está indo o superintendente do Rio? Para ser o diretor-executivo da PF. Eu estou trocando ele? Estou tendo influência sobre a Polícia Federal? Isso é uma patifaria. Cala a boca, não perguntei nada (quando repórteres perguntaram se ele havia pedido a troca) – disse o presidente, em tom irritado, e acrescentou:

– (O delegado Carlos Oliveira) vai ser diretor-executivo a convite do atual diretor-geral. Não interferi em nada. Se ele for desafeto meu e se eu tivesse ingerência na PF, não iria para lá. Não tenho nada contra o superintendente do Rio de Janeiro e não interfiro na Polícia Federal — afirmou Bolsonaro.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Ainda têm duvida?

  2. Flauberto Wagner disse:

    Será se o presidente tenha necessidade de troca o jardineiro do Planalto, terá que pedir licença a PGR ou STF?
    Não tenho procuração do presidente e muito menos quero para lhe defender, mas com a devida data vênia, acho que não precisamos de presidente, e sim de uma junta governativa judiciária, haja vista que os seus atos não seriam censurados e nem contestados, assim, como são o da maior autoridade constitucional do pais.
    Vivemos em um tempo, fora do tempo aonde minoria é maioria.

Planalto investiga secretamente assessores de Mandetta e prepara dossiê, especula revista

Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e o Ministro da Casa Civil, Braga Netto: bruxaria no governo. Foto: Adriano Machado/Reuters

No Comitê de Crise criado no Palácio do Planalto para traçar estratégias de ação contra a pandemia do coronavírus, um grupo de servidores cumpre há dias uma missão classificada como sigilosa: revirar dezenas de contratos assinados recentemente pelo Ministério da Saúde com empresas prestadoras de serviço. Oficialmente, o objetivo é simplesmente verificar se os contratos estão em sintonia com as diretrizes e estratégias de combate à doença. A intenção real, porém, é outra. O grupo é integrado por espiões da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e militares do Exército e busca provas de irregularidades no Ministério da Saúde. Os alvos da investigação, em princípio, são dois ex-deputados do DEM, que centralizariam informalmente todas as grandes compras da Pasta. Não por coincidência, ambos, além de correligionários, também são amigos do ministro Luiz Henrique Mandetta.

O baiano José Carlos Aleluia atualmente ocupa o cargo de assessor especial do ministro. O goiano Abelardo Lupion foi nomeado em março para a diretoria de Gestão, responsável por conduzir as tratativas da pasta com estados e municípios. Acusados na delação da Odebrecht de terem recebido caixa dois, ambos disputaram as últimas eleições legislativas e não conseguiram renovar seus mandatos. Com a escolha de Mandetta para o cargo de ministro, em janeiro do ano passado, os ex-deputados foram nomeados para ocupar os postos no ministério. Os agentes apuram informações sobre pagamentos suspeitos, contratos que foram firmados com empresas que não existem ou só existem no papel, liberação de recursos para prefeituras e cobrança de comissões. Algumas dessas investigações já estavam em andamento desde o ano passado, mas receberam uma atenção especial a partir do momento em que Mandetta entrou em choque com o presidente Bolsonaro. O Planalto pretende usar esses casos para constranger o ministro e forçá-lo a pedir demissão.

A ação para desconstruir a imagem de Mandetta é mais ampla. Além de suspeitas de irregularidades no ministério, o governo pretende apresentar o ministro como um gestor incompetente. Para isso, o grupo de inteligência do Planalto está reavaliando tudo o que o ministério tem feito até agora para combater a pandemia. Um servidor que teve acesso ao trabalho contou a VEJA que no dossiê que está sendo montado sobre o ministro há uma lista de erros administrativos e estratégicos. Um dos últimos casos citados envolve a compra de respiradores para atender aos hospitais de Manaus, que estão próximos do colapso. De acordo com esse servidor, os equipamentos chegaram à cidade, mas não puderam ser utilizados porque faltavam peças que não foram adquiridas.

A pandemia alçou Mandetta ao posto de ministro mais popular do governo. Bolsonaro não quer arcar com o desgaste político de ter de demiti-lo – mas quer que ele peça demissão. Mandetta, por sua vez, já disse que não sai voluntariamente. O ápice da crise entre os dois ocorreu na semana passada. Bolsonaro anunciou publicamente sua insatisfação com o ministro. Logo depois, em uma reunião, o presidente foi cobrado pelo próprio Mandetta: “Por que o senhor não me demite? Pode me trocar”, disse ele, segundo o relato de um dos participantes do encontro. Silêncio absoluto. Bolsonaro não respondeu e nem esboçou qualquer reação naquele momento. Advertido dos danos que a decisão poderia causar, o presidente decidiu esperar. Na terça-feira passada, Mandetta foi novamente convidado a participar da reunião de ministros. Ficou o tempo inteiro cabisbaixo. Ele e o presidente nem se olharam. O governo acredita que a bruxaria do dossiê será o ponto final dessa queda de braço.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rejanne disse:

    Nojo dessa política suja… Tudo farinha do mesmo saco. O povo ainda perde tempo bringando por esses canalhas sem escrúpulos… Só estão preocupados com seus próprios interesses, VIDAS em jogo, mas pouco importa, o que interessa e se politicamente vou sair bem na fita, para um bando de iludidos ideológicos ficarem batendo palmas e me endeusando! Nojo!

  2. Anti-Político de Estimação disse:

    Enquanto Mandetta servia aos propósitos do Planalto era o Ministro mais honesto e competente do mundo. Mas bastou divergir do Presidente e a força do poder central vai se voltar toda contra ele.
    Era bom que essa busca por honestidade e malfeitos englobasse a TODOS, inclusive aos filhos do próprio Presidente, que sabidamente tem ligações obscuras e mal-explicadas com milícias e desvios de verbas parlamentares, só para citar dois exemplos.

    • Cidadão pagador de impostos disse:

      Disse tudo! Fiscalização só p inimigos. P os amigos é corrupção no meio da canela mesmo!

  3. Juninho Bertoldo disse:

    será que alguém pode pedir para esse pessoal da Abin e do Exército Investigar o Flávio Bolsonaro e o Queiroz? Será que podem detalhar a rachadinha, o laranjal e as negociações com a milícia do RJ?

  4. Fátima disse:

    Mania de perseguição tem esse governo , parece que vive na macumba

  5. Milton disse:

    Esse sujeito é mais sujo que pau de galinheiro.
    Não sei nem porque ainda não foi mandado pra RUA!!!!!

  6. Augusto disse:

    Presidente fraco. Não é lider mesmo. Votei para não deixar o PT e sua trupe chegar ao poder, mas não voto mais.

  7. Rei disse:

    Agora vamos conhecer o honesto e competente ministro Enroleta. Se não deve, não teme.

  8. Antonio Turci disse:

    Duas observações: 1) Petista apoiar "pefelista" do hoje DEM, do ex-senador José Agripino, odiado por Luiz da Silva, vulgo Lula; 2) O Dr. Mandetta com Lupion e Aleluia não está bem acompanhando. Pode vir lama por aí.

  9. WellingtonB disse:

    Essa é a conduta típica de Bolsola e seu gabinete do ódio. Denegrir os desafetos, assim como fizeram com Tantos outros. Enquanto isso o Queiroz continua em quarentena. E a perícia nas armas do miliciano Adriano, fica pronta nesse governo ou não?

  10. tonhão disse:

    Bolsonaristas desesperados com a popularidade do Mandetta tentam achar algo que manche sua reputação. Caso não encontrem, provavelmente usarão a especialidade da casa : criação de fake news.

  11. Rocha disse:

    Canalhice do presidente bipolar que temos. A voto perdido o que dei a este senhor. Agora fazer o quê? Aguentar e cheirar a merda que fiz.

    • George disse:

      Fique com a sua consciência tranquila, Rocha. Se fosse o Haddad presidente, o poço seria muito mais fundo, não tenha dúvida! Imagine aí uma continuação da administração de Dilma!
      Abraços

  12. Ojuara disse:

    A investigação é tão sigilosa, que todo mundo tá sabendo. Kkkkkk

  13. Sebastião disse:

    Que é isso ômi? Será se é por essa conduta dele, que a petralhada, em peso, estava apoiando mandeta. Kkkkkkk. Só podia, vai ser o luladrão 2