Política

Governo Fátima “está fadado ao fracasso”, diz Carlos Eduardo

Em entrevista nesta segunda-feira (14) à 96 FM, o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, avaliou o Governo Fátima Bezerra (PT) como “fadado ao fracasso”. “Um governo que não tem dinheiro para resolver os problemas das pessoas, simplesmente esse é um governo que está fadado ao fracasso”, disse.

O ex-prefeito de Natal também disse que, caso estivesse no lugar da governadora, teria feito uma reforma administrativa, contratado uma consultoria, diminuído os cargos comissionados e pediria aos poderes que fizessem “o dever de casa”. “A governadora foi aos demais poderes, mas foi sem autoridade moral para exigir dos outros sacrifício, porque ela não fez o dever dela. Eu teria feito o dever e acho que a gente estaria em outra situação”.

Opinião dos leitores

  1. Este rapaz fez uma administração mediana,o que lhe substituiu fez mais.Os outros governadores deixaram o estado com rombos terríveis.Vai perder novamentw,again…

  2. Não votei e não votarei.
    Mas o RN precisava tirar a casta do poder, e a mulher humilhou os poderosos.

  3. Merece todo o nosso aplauso a manifestação do ex-prefeito Carlos Eduardo, pois é verdade. Eu só acrescentaria à sua fala, o seguinte: para o Estafo do RN sair desse buraco financeiro, começaria por vender os 100% dos seus ativos da Potigas, CAERN etc; privatizar ou fechar a UERN; privatizar a Rodoviária Estadual, Centro de Convenções, CEASA, terreno do Aero Clube; passar para a iniciativa privada a administração do Forte dos Reis Magos etc. Passar para a iniciativa privada a realização dos principais eventos, tais como Carnaval, Festas Junina, Festa de Natal/Ano Novo etc.

  4. Salvo engano, na prefeitura ele até contratou a tal consultoria, contudo jamais implementou qualquer mudança significativa.

  5. E um perseguidor do funcionário público. Quando ele cita a “necessidade de reformas” entenda-se como DEMISSAO. Está perdido, sem mandato, e apelando à um e a outro para aparecer na mídia. Talvez consiga se eleger como síndico do Porto Brasil.

  6. Precisamos de gente nova: Rosalba, Robinson, Agripino, Garibaldi (e/ou outros Alves), Geraldo Mello e congêneres…

  7. Simples … É só parar de falar besteira e realmente saí candidato contra Fátima … Tá querendo aparecer depois desse tempo todo escondido e tá tentando ver se cola pra alguma cadeira … Já levou uma surra de um milhão de voto aí quer o q agora ???

  8. Faltando pouco mais de um ano para novas eleições, o governo Fátima sequer começou.
    É fraco, inoperante, sem projetos, sem rumo.
    Governo medíocre, pífio.
    O RN está parado, zero de avanços, o governo não se destaca em absolutamente nada.
    Esse desgoverno perde feio em 2022.
    Não tem mais o que dá.

  9. Claro… Até pq quem faz alguma coisa sempre vai valer nada na boca de quem não presta.
    O governo do estado é tão ruim, mas tão ruim que o sr quer se candidatar a ele, né ?

  10. Ao fracasso esse Desgoverno está desde que assumiu. Vamos de Álvaro Dias, Capitão Styverson ou Tomba. Precisamos limpar o RN de Maias, Alves e Bezerra.

  11. Fracasso foi o governo desse senhor na PMN..deixou o salário dos servidores congelados em $ 725 reais..menor q o minimo nacional..nunca fez um plano de carreira..só porque é Lei de Micarla de souza..além de ter atrasado salário por 2 anos consecutivos..

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Saúde

Argentina: a quarentena mais longa do mundo e seus 1,1 milhão de infectados

A Argentina vive a quarentena ininterrupta mais longa do mundo. Mas as medidas de isolamento, anunciadas logo nos primeiros casos confirmados, não conseguiram conter uma curva crescente de contágios pelo novo coronavírus. Após sete meses de restrições, o país é atualmente o sexto com o maior número de infecções no mundo, quase 30 mil mortes e enfrenta, além da crise sanitária, uma profunda crise econômica.

Neste episódio do E Tem Mais, Monalisa Perrone conversa com o repórter Diego Rezende, de Buenos Aires, sobre o número crescente de casos e os efeitos daquela que já é chamada de “quareterna”. Em seguida, um papo com o sanitarista Enio José Garcia, chefe do grupo que assessora o Ministério da Saúde argentino.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. A taxa de morte por covid na Argentina é menor que a Brasileira. Isso é o que importa.
    O resto é choro da turma da cloriquina, remédio contra lombriga e ozônio no fiofó. Talkei?

  2. A cambada está negando a desgraça na Argentina, a Venezuela encontrou a cura do corona vírus, quem vai ser o primeiro da cambada.

  3. O Macri ja pegou a Argentina quebrada pelo Desgoverno socialista,agora está a caminho para se tornar a "Venezuela do Sul" !!!!

  4. No início da pandemia, para criticar o Presidente Bolsonaro, os ESQUERDOPATAS citavam a Argentina como exemplo no combate a COVID. Enalteciam a quarentena argentina como solução para a doença.
    HOJE, a Argentina é a prova de que o o Presidente Bolsonaro sempre esteve certo, e que a quarentena só serve para quebrar a economia e destruir os governos.
    Hoje a Argentina está entre os piores números de mortes diárias por milhão do mundo, comprovando a falácia que é o Fique em Casa como solução para a doença.

  5. Eu sabia que a Argentona iria se lascar após a última eleição presidencial, só não imaginava que ia ser tão rápido.
    O socialismo destrói qualquer País, e pelo visto, mais rápido do que a gente imagina

    1. A Argentina já estava quebrada pelo governo de direita de Macri.
      Pronto, associaram o vírus ao socialismo….kkk
      Enquanto isso na Gadolandia temos 155 mil morto e dolar à 6 reais
      O gado contínua no: e o PT?

    2. O tal do esquerdista é uma praga mesmo. Macri pegou o Estado inchado, as contas em frangalhos e o povo Argentino achou ruim as medidas de austeridade e ajuste de contas. Voltaram pra o socialismo. A culpa é de Macri? kkkkk Vai se tratar Manoel

    3. E o mané não se cansa, não para de defender os restos da esquerda e a quadrilha de LULADRAO. Eita jerico

    4. Que medida "de direita" foi implantada por Macri?

      Estatizações, desregulamentações, cortes de gastos?
      Vcs vivem de mentir.

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Política

Janaina Paschoal: “Olavo de Carvalho é o responsável pelo inegável fracasso do único governo de direita no Brasil”

Janaina Paschoal atribuiu o fracasso de Jair Bolsonaro a Olavo de Carvalho:

“Da mesma maneira que Lula foi o principal responsável pelo Governo Dilma e seu fracasso, Olavo de Carvalho é o grande responsável pelo inegável fracasso do único governo de direita no Brasil. Não adianta criar narrativas para dizer que avisou e tinha (como sempre tem) razão.

Qualquer pessoa observadora sabe dizer quem controla e quem é o fantoche. O demônio da Virgínia anda nervoso. Anda nervoso porque sabe que aqueles que hoje o aplaudem não têm competência para ler nem a primeira página dos seus livros. São leitores de manchetes e nem entendem.

Mas não é só. O demônio da Virgínia também está nervoso por saber que os poucos que leram e compreenderam seus livros logo perceberam ser ele uma fraude. Denunciou o totalitarismo dos petistas, mas não se intimidou ao tentar instituir o seu. Traidor da própria obra!

Ele já era um fracasso acadêmico e econômico, dependente da caridade dos que se iludiram com ele. Agora é também um fracasso político e quem o leu e conhece sabe. Estou sendo má? Talvez! Mas ele merece!”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. A onde está o fracasso??
    Tem alguém roubando os brasileiros??
    O fracasso de Lula é porque roubou e deixou roubar, só isso.
    Essa mulher é maluca??
    O que que ela vai dizer do diretor presidente da OMS agora???
    Kkkkkkkkkkkk
    Kkkkkkkkkkkk
    É uma doidinha.

  2. Do jeito que a coisa vai, Bolsinho não dura muito. Agora levou o filho vereador e gerente do gabinete do ódio pra despachar no palácio. Quanto mais perde a razão mais radicaliza. Não conta com apoio nem das forças armadas nem de grande parte dos antigos seguidores. Votei nele pra interromper o ciclo vicioso petista, mas não voto nunca mais. E os poucos idiotas que continuam ao seu lado, ja não têm argumentos para defendê-lo. Fora Bolsonaro! Assuma Mourão!

  3. Lula nao acredita na terra plana, não é contrário a vacinação e também não é chulo como Olavo. Além do mais, Dilma não era ligada a miliciano, nunca foi machista, misogina, imbecil, homofobica, corrupta e ditatora como o atual presidente. As vezes ela era prolixa nos pronunciamentos.

    1. O único pequeno defeito deles é ROUBAR mais do que os outros que eles criticavam. Bolsonaro é um demente mas isso não apaga os crimes do PT.

    2. realmente, eu acho que o Lula não era tudo isso , ele era apenas ladrão.

      corrigindo: "era" não, ele é Ladrão, apenas graças a Deus ele não está exercendo a função.

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Educação

Ministro culpa PT e mural do Paulo Freire por desempenho no Pisa 2018; Brasil está estagnado há uma década entre os piores níveis de aprendizado avaliados

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro da Educação , Abraham Weintraub , culpou a gestão do PT pelo desempenho brasileiro no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes ( Pisa ) 2018. O Brasil está estagnado há uma década entre os piores níveis de aprendizado avaliados.

— O símbolo máximo do fracasso da gestão do PT começou quando foi construída a lápide da educação. Ela está lá embaixo na entrada do MEC, que é esse mural do Paulo Freire. Representa esse fracasso total e absoluto — avaliou Weintraub.

Segundo ele, há países com gastos similares ao Brasil com desempenho melhores.

— Dinheiro só não resolve. É técnica, é ciência. (Esse resultado) é integralmente culpa do PT, integralmente culpa dessa doutrinação esquerdófila sem compromisso com o ensino. Quer discutir sexualidade e não quer ensinar a ler e escrever — disse.

A média brasileira ficou em 413 no quesito Leitura (57º do mundo), 384 em Matemática (70º) e 404 em Ciências (64º). As notas são levemente mais altas do que o último resultado, de 2015, mas insuficientes para serem consideradas um avanço, segundo o relatório da OCDE.

De acordo com o resultado do teste de 2018, divulgado nesta terça-feira, 43% dos participantes brasileiros não aprenderam o mínimo necessário nas três áreas do conhecimento testadas: Leitura, Matemática e Ciências.

Neste mesmo quesito, a média dos países que formam a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é de apenas 13%.

De acordo com o relatório da organização, o desempenho médio do Brasil “em Matemática melhorou no período 2003-2018, mas a maior parte dessa melhoria ocorreu até 2009. Depois, em Matemática, como em Leitura e em Ciência, o desempenho médio ficou estável”, diz o texto.

— Não dá para culpar o Temer. Esse exame foi feito no começo de 2018 e ele ficou pouco mais de um ano. Não dá para culpar o cara. Ele é culpado de ser vice da Dilma — afirmou.

Essa não é a primeira vez que Weintraub ataca o mural com uma imagem de Paulo Freire que fica na frente do MEC. Em agosto, ele afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan, que ‘não tem raiva dele’.

— Tem até um mural muito feito dele no MEC que está lá assustando a criançada que passa por lá. Isso que ele é mundialmente conhecido, veja, a aspirina foi feita pelos nazistas. Eu uso, porque? Funciona — afirmou o ministro.

No mesmo dia, ele ainda postou uma foto no Twitter do mural. “É ou não é feio de doer?”, escreveu o ministro.

Promessa

Weintraub garantiu que o Brasil vai aumentar o desempenho na próxima avaliação do Pisa, que será realizada em 2021.

— O próximo é responsabilidade minha e isso tem que inflexionar — afirmou.

Para isso, ele elencou uma série de programas que defende para pasta. Afirmou que debateu políticas de alfabetização, inclusive com Nuno Crato, ex-ministro da Educação de Portugal, e que as diretrizes serão passadas a estados e municípios pela internet.

— Vamos melhorar esse rendimento com livro didático, com técnicas diferentes que foram discutidas e começarão a ser implementados no Brasil inteiro.

Há duas semanas, o ministro da Educação, Abraham Weintraub , afirmou que o Brasil estaria “no último lugar da América do Sul” no Pisa. Segundo ele, a declaração se tratava de um “palpite”.

No entanto, a nota da Argentina em Matemática foi 379 enquanto a do Brasil foi de 384. Colômbia, Argentina e Peru tiveram desempenhos piores que os brasileiros em Leitura. Já em Ciências, Argentina e Peru ficaram empatadas com o Brasil com 404.

Ele, no entanto, defendeu na coletiva que não estava errado.

— O Brasil ficou em último lugar em Matemática, na América do Sul. A Argentina ficou empatada em último. Em Ciências também. Ou seja, dois de três quesitos — afirmou o ministro.

O Chile teve o melhor desempenho do continente em Leitura e Ciências. Já em Matemática, quem lidera é o Uruguai. Mesmo assim, estão abaixo da média da OCDE.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Cai por terra a última tese de que a esquerdalha priorizou a educação, era o previsto. O único êxito na administração petralha foi a corrupção, foi o governo mais corrupto da história mundial, o montante financeiro recuperado pelo Juiz Sérgio Moro é um recorde mundial, nenhum país do mundo conseguiu recuperar tanto dinheiro roubado como fez a força tarefa da lava jato, por sinal a roubalheira também é recorde mundial, nenhum ser humano desse planeta, conseguiu comandar o maior assalto aos cofres públicos de uma país como fez o luladrão, isso é fato, e está acompanhado de depoimentos e provas. Estarrecedor o que aconteceu com o Brasil.

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Diversos

O socialismo e a França – um desastre sob a tentativa de se sobrepor à realidade: fuga de capitais, PIB estagnou, dívidas, e muito mais

‘Em 1981, François Mitterrand assumiu a Presidência da França com um discurso de esquerda que incluía a estatização de empresas consideradas estratégicas, guerra aos ricos, aumento do bem-estar social, aliança com o Partido Comunista e reforma cultural. Foi um desastre. A fuga de capitais foi de tal ordem que, em meados de 1982, seu ministro da Fazenda, Giscard d’Estaing, comunicou ao presidente que a França tinha reservas para apenas mais alguns dias. Confrontado com a realidade, perdendo popularidade e apoio político, Mitterand deu uma guinada de 180 graus e nomeou um primeiro-ministro liberal. Quando Jacques Chirac assumiu o posto de primeiro-ministro, na primeira coabitação esquerda-direita, começou o processo de desestatização. Entre as empresas privatizadas desde então estão a petroleira Total, o Banco Paribas e a Renault. Era o fim do sonho socialista de Mitterrand.

Apesar disso, o socialismo continuou sua tentativa de se sobrepor à realidade. Conseguiu reduzir a jornada de trabalho para 35 horas semanais, reduziu a idade mínima para a aposentadoria, criou uma legislação trabalhista bizantina contida num tijolaço de 360 páginas. Mais uma vez, o resultado foi desastroso. Em 2012, a França era o segundo país que menos crescia na Europa nos últimos 25 anos (atrás apenas da Itália), há décadas nenhuma empresa abria seu capital, possuía o maior déficit em conta-corrente da zona do euro e a taxa de desemprego era de 11%, a maior em 15 anos.

Foi nesse clima que se elegeu o socialista François Hollande, com um discurso de guerra ao “mundo das finanças”, acusando os empresários de arrogantes, com a promessa de elevar alíquota do Imposto de Renda para até 75% e reduzir o desemprego aumentando os gastos do governo, num claro repúdio à política de austeridade preconizada pelo FMI. Não funcionou. Houve fuga de capitais, o PIB estagnou, o déficit aumentou, a dívida atingiu inacreditáveis 95% do PIB, a construção civil quase parou, e o desemprego subiu. Era “Cuba sem o sol”, diziam os políticos da oposição. Em consequência, sua popularidade desabou para 13%, a menor de um presidente, desde que De Gaulle fundou a Quinta República, em 1958, ao mesmo tempo em que a Frente Nacional, comandada pela ultraconservadora Marine Le Pen, crescia com um discurso xenófobo que previa a proibição à livre circulação de mercadorias e de pessoas, a saída da França da Comunidade Europeia, a volta do franco como moeda nacional, o combate à globalização com a criação de barreiras à importação, uma aproximação com a Rússia e a saída da França da Otan.

Sem ter como se sobrepor à realidade, a solução foi trocar o primeiro-ministro. Em março de 2014, assumiu o posto Manuel Valls, um francês nascido na Espanha e descendente de suíço-italianos. Valls chegou dizendo que “ama o mundo dos negócios”. Demitiu os ministros antimercado. Nomeou um ministro da Fazenda que foi executivo do Banco Rothschild. Quando questionado quanto à escolha, declarou: “E dai? O que conta é a competência, e não a ideologia”. Seu assessor econômico é um antigo economista do Bank of America. Arquivou o Imposto de Renda de 75% e cortou os encargos sociais para estimular o emprego. Agora, pretende reformar a legislação trabalhista, elevar a idade mínima para a aposentadoria e aumentar as horas de trabalho semanais. É claro que os sindicatos foram para as ruas protestar. Será que vai conseguir? Não sei. Afinal, quem não gosta de privilégios?

Carlos Alexandre Sá é professor da Fundação Getúlio Vargas

O Globo

Opinião dos leitores

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