Política

Bolsonaro tem ‘apreço’ pelas Forças Armadas e é ‘correspondido’, diz Ministério da Defesa

Antonio Cruz/Agência Brasil

O Ministério da Defesa afirmou, em nota divulgada neste sábado, que o presidente Jair Bolsonaro tem demonstrado “apreço pelas Forças Armadas” e que esse sentimento “tem sido correspondido”. A nota é assinada pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e pelos comandantes das três Forças: general Edson Pujol (Exército), almirante de esquadra Ilques Barbosa Junior (Marinha) e tenente-brigadeiro do ar Antonio Carlos Bermudez (Aeronáutica).

“O Presidente da República, como Comandante Supremo, tem demonstrado, por meio de decisões, declarações e presença junto às tropas, apreço pelas Forças Armadas, ao que tem sido correspondido”, diz o texto.

Na quinta-feira, Pujol afirmou que os militares não querem “fazer parte” da política nem querem que a política “entre” nos quartéis. Na sexta-feira, Bolsonaro disse concordar com a manifestação. O presidente lembrou que Pujol foi escolhido por ele para o cargo e disse que as Forças Armadas devem se manter apartidárias e, como determina a Constituição, “sob a autoridade suprema do Presidente da República”.

O Ministério da Defesa diz, no início da nota, que o texto trata de “recentes publicações e especulações envolvendo o governo e as Forças Armadas”. Em seguida, a pasta afirma que a posição expressa por Pujol “em nada destoa do entendimento do Governo e do presidente da República”.

A nota também diz que “o único representante político das Forças Armadas” é o ministro da Defesa e que os comandantes das Forças só se manifestam para tratar de “termos institucionais”.

O texto encerra dizendo que “um país forte requer instituições sólidas e transparentes” e que “tratar com franqueza os assuntos da Defesa, além de proporcionar o fortalecimento das instituições, contribui para o propósito de alçarmos o Brasil a níveis adequados de desenvolvimento e segurança.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Ele poderia arrumar as malas ? e ir morar com Trump, trabalhar como vira-latas na casa do galegao

    1. Será que não é a turma do Lula ladrão, que não aceitou a derrota nas urnas, onde vc se incluí.
      Chora que o choro é livre.

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Segurança

Ministério da Defesa afirma que a América do Sul não é mais considerada uma “área livre” de conflitos

O Ministério da Defesa, em sua nova Política Nacional de Defesa (PND), afirma que a América do Sul não é mais considerada uma “área livre” de conflitos, informa o Estadão.

O documento, que será encaminhado ao Congresso na próxima semana, destaca a possibilidade de “tensões e crises” no continente.

O trecho sobre política externa do documento avalia “possíveis desdobramentos” de crises no regime de Nicolás Maduro em países vizinhos. Por isso, a Defesa afirma que é papel do Brasil “aprofundar laços” no continente.

“Não se pode desconsiderar tensões e crises no entorno estratégico, com possíveis desdobramentos para o Brasil, de modo que poderá ver-se motivado a contribuir para a solução de eventuais controvérsias ou mesmo para defender seus interesses.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Tenhamos a consciência que Forças Armadas forte, País forte. Deve-se investir nelas. Têm de estar preparadas. Guerra ninguém quer, mas as tensões mundiais se acirram todos os dias. O Brasil deve, finalmente, ocupar um lugar de destaque.

  2. Criar dificuldade para vender facilidade. Estratégia manjada. As duas únicas áreas de conflitos Geopolíticos importantes na América do Sul está na Bolívia e no Chile. Na América do Sul nunca haverá guerra entre países. Os militares querem justificativa para aumentar o gasto/PIB. A última guerra local que o Brasil participou foi a Guerra do Paraguai, isso há mais de 160 anos. De lá pra cá o Brasil gastou trilhões p sustentar uma força armada que não conhece guerra. O cidadão entra para as forças armadas no Brasil sabendo que a chance de participar de guerra real e de 0,00000000001%. É quase um emprego comum.

  3. A ordem do dia! Kkkkkkkkkkkkk, calma, Tribunal Internacional de Haia demora um pouco prá investigar.

    1. Faz um concurso pra ver o que é "não fazer nada" no meio da floresta amazônica, Leão de Whatsapp!

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Política

Ministério da Defesa diz que independência e harmonia entre poderes são imprescindíveis

Fernando Azevedo: “Qualquer agressão a profissionais de imprensa é inaceitável”. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil – 01.04.2020

O Ministério da Defesa divulgou uma nota oficial, nesta segunda-feira (4), em que reforça que “independência e a harmonia entre os Poderes” são “imprescindíveis para a governabilidade do País”. O texto é assinado pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva.

O comunicado é uma tentativa de conciliação entre o Executivo, Legislativo e o Judiciário brasileiros. Na semana passada, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, barrou a nomeação de Alexandre Ramagem para assumir a direção-geral da PF. A medida desagradou ao presidente Jair Bolsonaro.

Ao mesmo tempo, os presidentes da Câmara e do Senado e alguns membros do governo federal, como o ministro Paulo Guedes, tiveram longas discussões a respeito do volume de recursos destinado aos Estados e municípios em decorrência da pandemia do coronavírus. O valor final ficou em R$ 120 bilhões para o Executivo.

O comunicado enfatizou ainda que a liberdade de expressão é “fundamental” numa país democrático. Em seguida, emendou que “qualquer agressão a profissionais de imprensa é inaceitável”.

Esse trecho do comunicado tem como endereço os manifestantes que, ontem, agrediram um fotógrafo do jornal O Estado de S.Paulo e o motorista da empresa durante um ato em frente ao Palácio do Planalto. O protesto tinha como alvos o STF e o presidente da Câmara principalmente. Também pediam intervenção militar.

A nota oficial do Ministério da Defesa ainda destacou que o Brasil enfrenta uma pandemia “de consequências sanitárias e sociais ainda imprevisíveis”. Por isso, segundo o ministro, é necessário “esforço e entendimento” de todos os governantes para encará-la e vencê-la.

Segundo Azevedo, as “Forças Armadas estarão sempre ao lado da lei, da ordem, da democracia e da liberdade”.

Leia a nota na íntegra:

“NOTA OFICIAL

As Forças Armadas cumprem a sua missão Constitucional.

Marinha, Exército e Força Aérea são organismos de Estado, que consideram a independência e a harmonia entre os Poderes imprescindíveis para a governabilidade do País.

A liberdade de expressão é requisito fundamental de um País democrático. No entanto, qualquer agressão a profissionais de imprensa é inaceitável.

O Brasil precisa avançar. Enfrentamos uma Pandemia de consequências sanitárias e sociais ainda imprevisíveis, que requer esforço e entendimento de todos.

As Forças Armadas estarão sempre ao lado da lei, da ordem, da democracia e da liberdade. Este é o nosso compromisso.

Fernando Azevedo e Silva
Ministro de Estado da Defesa”

R7

Opinião dos leitores

  1. O engraçado é que irão identificar e prender rapido os agressores, mas no caso da facada em Bolsonaro foi lobo solitário, não tinha mais ninguém com ele.
    Vimos em vários vídeos pessoas agindo com ele, mas civil e PF não viram nada.

  2. BG , meus comentários estão cada dia sendo mais filtrados . Estarei eu sendo muito ácido nas minhas palavras ou a peneira está mais fina ? . Posso mandar receita de bolo ou horóscopos do dia , não por isso deixarei de ser fã e leitor do blog . Do jeito que a coisa está caminhando esse pode ser o nosso caminho ., que teremos que nos acostumar .

  3. Democracia exige aceitar limitação de poder!
    Sem isso, temos uma Ditadura, que tanto se critica ao mesmo tempo que se pede.

  4. O executivo tem a obrigação de identificar e punir quem efetuou agressoes contra qualquer pessoa, de um jornalista, profissional saúde a qualquer outra pessoa. Nao podem os viver sob o medo da esquerda ou da direita. Isto é inconcebível, ficar só no plano das conjecturas é um risco desnecessário.

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Segurança

Ministério da Defesa anuncia acordo para evitar confrontos na fronteira com a Venezuela

O Ministério da Defesa brasileiro anunciou neste domingo (24) ter chegado a um acordo para evitar novos confrontos na fronteira com a Venezuela, após negociação entre militares dos dois países.

Em nota, o ministério afirmou ter intercedido “para que novos incidentes, na linha de fronteira, envolvendo venezuelanos e a Guarda Nacional Bolivariana, não voltem a se repetir”.

Manifestantes e militares venezuelanos se enfrentaram nos últimos dois dias na fronteira. No sábado, venezuelanos que estavam no Brasil atacaram uma base do exército na Venezuela, após duas caminhonetes com comida não conseguirem entrar no país.

No domingo, manifestantes jogaram pedras contra a Guarda Nacional Bolivariana, que respondeu com bombas de gás lacrimogêneo. Pouco depois, a Força Nacional brasileira fez uma barreira de contenção para impedir o avanço dos manifestantes e interromper o confronto.

O Ministério da Defesa afirmou que, como parte do acordo, “os veículos antidistúrbios, que estavam na barreira montada no país vizinho, recuaram imediatamente”. “Foi entendida a inconveniência da presença desse tipo de aparato militar”, segundo a nota.

No lado brasileiro, o ministério diz que “controle dos acolhidos foi reforçado para evitar novos confrontos” e destacou que “reitera a confiança numa solução urgente para a situação na Venezuela”. “A fronteira do Brasil continua aberta para acolher os refugiados”, conclui.

Resumo dos confrontos no fim de semana
Sábado (23)

As fronteiras da Venezuela com o Brasil e a Colômbia ficaram fechadas durante todo o fim de semana e frustraram as tentativas de entrega de ajuda humanitária

Venezuelanos protestaram e atacaram uma base do exército venezuelano na fronteira com o Brasil após 2 caminhonetes com comida não conseguirem entrar no país

3 pessoas morreram em protestos em Santa Elena, cidade venezuelana a 15 km da fronteira com o Brasil

Na fronteira com a Colômbia, 2 caminhões com ajuda humanitária foram incendiados, segundo o governo colombiano

Maduro afirmou em discurso que não era mendigo, rompeu relações diplomáticas com Colômbia e disse que estava disposto a comprar toda comida que o Brasil quiser vender

Guaidó voltou a apelar a militares para que eles retirem o apoio ao presidente da Venezuela: “Vocês não devem lealdade a quem queima comida”

Domingo (24)

O Brasil condenou os confrontos na fronteira da Venezuela e o “caráter criminoso do regime Maduro”

A Colômbia fechou por 2 dias parte da sua fronteira com a Venezuela, onde ocorreram os confrontos de sábado, para “avaliar danos”

Manifestantes voltaram a entrar em confronto com militares venezuelanos na fronteira do Brasil com a Venezuela

3 militares venezuelanos desertaram pela fronteira em Pacaraima

Um prefeito venezuelano fugiu pela mata, disse ser perseguido pelo governo Maduro e denunciou 25 mortes em áreas da Venezuela perto do Brasil

A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos condenou a violência nas fronteiras da Venezuela e pediu que o regime Maduro repudie as ações

Veja a íntegra da nota do Ministério da Defesa:

Fronteira do Brasil continua aberta para acolher os refugiados

Brasília, 24/02/2019 – O Ministério da Defesa intercedeu para que novos incidentes, na linha de fronteira, envolvendo venezuelanos e a Guarda Nacional Bolivariana, não voltem a se repetir.

Os veículos antidistúrbios, que estavam na barreira montada no país vizinho, recuaram imediatamente. Militares brasileiros e venezuelanos negociaram, no local, e foi entendida a inconveniência da presença desse tipo de aparato militar. No lado brasileiro, o controle dos acolhidos foi reforçado para evitar novos confrontos.

Há um ano, o Brasil está engajado na Operação Acolhida – ação humanitária para atender aos irmãos venezuelanos que chegam no País. Por isso, o Ministério da Defesa reitera a confiança numa solução urgente para a situação na Venezuela.

A fronteira do Brasil continua aberta para acolher os refugiados.

G1

 

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Política

Bolsonaro pede às Forças Armadas indicação para Ministério da Defesa

Foto: ABr

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), contornou uma situação que poderia lhe render a primeira crise no Governo, a partir de janeiro, e no setor que mais admira: as Forças Armadas. Querido por muitos na Marinha, Aeronáutica e, em especial, no Exército (de onde é egresso), o general Augusto Heleno não é, no entanto, uma unanimidade no Estado Maior como indicado para ministro da Defesa.

Em agenda de emergência, oficialmente mostrando prestígio com as Forças, mas nos bastidores apagando incêndio, Bolsonaro visitou os três comandantes e solicitou que indicassem, então, um nome de consenso para o Ministério da Defesa. Apesar de uma pasta civil, o cargo é controlado pela turma do quepe.

Para driblar a situação delicada, coube ao General Heleno se antecipar e soltar à mídia que prefere ser nomeado para o comando do Gabinete de Segurança Institucional.

Coluna Esplanada

Opinião dos leitores

    1. Ele é o Presidente! Todos lhe devem respeito pela posição que conquistou! Não é um Capitão agora é um Presidente!

  1. A casa da mãe Joana. O bolsodoido é um joguete. Faz barulho mas não manda nada e não é respeitado. Triste do poder que não pode.

    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Quer que faça lista dos ministro do PT FICHA SUJA?
      Sabe qual era o critério do seu PT para nomear ao cargo de ministro? Ser corrupto e apoiar a corrupção. Se isso serve para você, chegou a hora de ir morar em Cuba. A partir de agora lugar de corrupto é na cadeia e seus apoiadores trabalhando, vai ter que produzir.
      Segue o choro…

    2. Só porque vai abrir a caixa preta do BNDES? Agora entra no bolo até a criadagem de luladrão. Kkkkkkk

    3. Aí fica difícil, se trabalha em parceria na base do diálogo é doido e não manda nada, se faz sozinho é prepotente, intolerante e ditador, de modo que é bom Jair se acostumando que o Brasil tem jeito e tem tudo pra ser uma grande nação. PT nunca mais. Tchau corruptos.

    4. O amigo Barcelona ta enganado…lugar de corrupto agora é na vaga de ministro do Mito dele.

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