Diversos

Prefeitura avalia risco de queda de árvores em Natal durante período chuvoso; saiba como comunicar dano ou ameaça

Foto: Roberto Galhardo/Semsur

Com a chegada do período das chuvas, aumenta a preocupação com a queda de árvores nos centros urbanos onde há grande afluência de pessoas e tráfego de veículos. A queda de uma árvore pode acarretar danos materiais e riscos à integridade física da população. Para prevenir esse problema, a Prefeitura do Natal, por meio do Departamento de Paisagismo da Secretaria de Serviços Urbanos (Semsur), está realizando em diversas áreas da cidade um trabalho de mitigação de riscos e análise da saúde dos vegetais.

Segundo a Diretora do Departamento de Paisagismo da Semsur, Renata Larissa, o objetivo é prevenir a queda ou recomendar a devida supressão (em casos de alto risco), orientar a população sobre como agir em dias de chuva e como proceder para comunicar o risco ou a queda de árvores.

Um dos principais pontos da mitigação de risco é examinar a saúde da árvore. Para isso, a Semsur realiza a ultrassonografia de árvores presentes em áreas vulneráveis na cidade e em avenidas com vegetais antigos e de grande porte.

O trabalho de campo realizado pela secretaria, segundo informa Renata, identificou em diversas ocasiões árvores com galhos apodrecidos e com fraturas. Mais recentemente, foram constatados vegetais com risco de acidentes na Rua Jundiaí, nas avenidas Prudente de Morais, Hermes da Fonseca, Salgado Filho, Florianópolis e Itapetinga. Em todos esses locais, o município adotou medidas de prevenção de quedas, bem como o tratamento fitossanitário.

Ela explica que as árvores absorvem as águas da chuva e, consequentemente, ficam com a copa mais pesada. Em determinadas espécies, dependendo da época do ano, a poda voltada para diminuição da copa é realizada já com o objetivo de evitar a sobrecarga no sistema radicular e consequentemente a queda do vegetal.

“Natal é uma cidade com árvores antigas e isso merece a atenção redobrada. Os galhos absorvem muita água e isso pode ocasionar o apodrecimento e a fratura dos vegetais. É um fenômeno decorrente da própria natureza. Para evitar que esses galhos se partam e caiam de forma que a população fique em risco, nós fazemos a poda para diminuição da copa, além de um acompanhamento contínuo das áreas com a maior presença de árvores. Recentemente precisamos realizar a erradicação de uma árvore na Rua Jundiaí, no Tirol. Ela apresentou uma fratura considerável e tinha o risco de cair”, esclareceu a diretora.

Ainda de acordo com Renata Larissa, algumas regiões com a presença de árvores frutíferas vêm sofrendo com a presença de pragas. A Semsur trabalha então para controlar essa vulnerabilidade. “Estamos fazendo um trabalho na zona Norte para controlar áreas vulneráveis. Uma de nossas prioridades é a Av. Itapetinga, onde as mangueiras foram atacadas por uma praga conhecida como “murcha da mangueira”. Essa é uma doença vegetal que vem atacando essa espécie em todo o país e é de difícil controle. O trabalho, neste caso, é de impedir o avanço da praga para outras regiões”, informou.

Queda

Segundo o apurado pelo Departamento de Paisagismo da Semsur, estima-se que existam em torno de 122 mil árvores. Não é incomum o registro de queda de vegetais. Nos registros da secretaria, dentro do número registrado de quedas de árvores, pelo menos 80% são de árvores exóticas como o algodoeiro e o nim indiano. A maior parte dos casos de queda é justificada pelo plantio realizado pela população em áreas inapropriadas e por se tratarem de espécies inadequadas para a arborização urbana.

Segundo Renata Larissa, toda árvore implantada em calçadas, precisa respeitar o mínimo de 1m² de área drenante para que o vegetal possa receber nutrientes, porém o que é encontrado na cidade são árvores com raízes comprometidas devido à pavimentação do entorno da área que foi plantada.

Para orientar a população sobre como realizar um plantio correto, a Prefeitura do Natal disponibiliza um Manual de Arborização desenvolvido pela Secretaria de Meio Ambiente. Nele é possível consultar todas as informações necessárias para a realização do plantio de árvores nativas, de modo que não danifique o imóvel ou a calçada. “A população precisa enxergar os benefícios que as árvores proporcionam e não vê-las como vilãs.” enfatizou Renata.

Prevenção

O cidadão pode contribuir na prevenção da queda de árvores públicas. Ao observar qualquer comportamento anormal de um vegetal, seja uma inclinação acentuada, grandes fendas ou fraturas, queda de galhos, presença de cupins, formigueiro ou qualquer outro tipo de comprometimento nas raízes, ele deve comunicar o fato à Semsur. A Secretaria irá realizar uma vistoria, identificar se existe risco de queda iminente e realizará a ação mais adequada para solucionar o problema.

Em caso de queda de árvores, o cidadão deve acionar o Corpo de Bombeiros, e se houver dano ou ameaça à rede elétrica, o fato precisa ser comunicado à Companhia de Serviços Elétricos do RN – COSERN. O atendimento do Departamento de Paisagismo da Semsur funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 14h, pelo telefone 3232-9845.

 

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

É bem mais fácil contrair Covid-19 pelo ar do que por superfícies, revela estudo

Foto: Reprodução/CNN Brasil

Um artigo publicado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos revela que a chance de contrair coronavírus por contato com superfícies é muito baixa, e a transmissão aérea segue como a principal forma de contaminação.

Segundo o texto, a chance de infecção por contato com superfícies é menor que 1 em 10 mil. Ainda de acordo com o artigo, quase todos os vírus morrem em no máximo três dias em superfícies como vidro, aço e plástico. Na edição desta terça-feira (20) do quadro Correspondente Médico, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes explicou por que mais importante do que limpar objetos é ventilar bem os ambientes.

“Isso não invalida a orientação clássica de não levar a mão à boca, nariz ou olhos porque isso facilitaria o processo de transmissão. Mas fazendo uma comparação a um pedestre, por exemplo, é muito mais fácil acontecer um acidente se ele estiver no meio da rua do que se estiver andando na calçada. No começo da pandemia, a gente não sabia [o prinicipal meio de transmissão da Covid-19], por isso que a orientação foi genérica”, explicou Gomes.

“Hoje em dia sabemos que é a transmissão através do contato com superfícies existe, porém em número infinitamente menor do que o contágio pelo ar. Assim como utilizar máscara, lavar as mãos, manter o ambiente arejado e evitar aglomerações têm eficácias comprovadas por dados objetivos.”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Bolsonarista espalha mais o vírus, pois não usa máscara. A argola de ferro que fica na venta, não deixa.

  2. A maioria dos bolsonaristas mesmo vendo mãe, pai e filhos morrendo dessa praga ainda não acreditam que ela existe pois é invenção dos comumistas.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

França anuncia suspensão de todos os voos com o Brasil devido ao nível de contágio da pandemia e circulação de variantes no país

Foto: Christopher Pike – 15.fev.2019/ Reuters

O primeiro-ministro francês, Jean Castex, anunciou nesta terça-feira (13) a suspensão de todos os voos entre a França e o Brasil. Ele destacou a situação da pandemia no Brasil como fator preponderante para a decisão.

A medida foi anunciada como forma de precaução, em razão da variante da Covid-19 detectada em solo brasileiro. “Decidimos suspender, até novo aviso, todos os voos entre os países”, disse o primeiro-ministro, no parlamento francês.

De acordo com a Reuters, médicos franceses renomados vêm pedindo ao governo há dias para que interrompa o tráfego aéreo com o Brasil.

Há um mês, o ministro da Saúde da França, Olivier Veran, disse que cerca de 6% dos casos de coronavírus no país eram de variantes mais contagiosas, encontradas pela primeira vez em solo brasileiro e na África do Sul.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Quer dizer babacas que a suspensão desses vôos também é do Bolsonaro??
    Kkkkkkkkkkkkkk
    Vão instalar uma CPI pra investigar o PR né mesmo?
    Muito bem, daqui a dois meses veremos o tiro no pé que deram.
    Kkkkkkkkkkkkk
    Esses caras ainda não caíram a ficha, o Bolsonaro não faz parte do grupo de ladrões que assaltou o país.
    E aqui quero dizer.
    Olhem, prestem atenção no que vou dizer agora aqui no melhor blog do RN, blog do BG.
    Aposto tudo que tenho como essa CPI vai PROMOVER ainda mais o PR Bolsonaro.
    Quem for vivo virá.
    Vai ser o primeiro turno, vcs vão vê.

  2. O brasileiro hoje é considerado o leproso do mundo.
    Viva ao negacionismo.
    Viva o mito.
    Vamos fazer arminhas que resolve.

  3. Esse isolamento do mundo, confirma os erros cometidos no enfrentamento da epidemia, o maior foi à negação a ciência. O desprezo dado a um programa robusta de vacinação, faz com que de cada 100 mortes por Covid no mundo , 27 são brasileiros.

  4. creio que se tiverem feito hospitais no lugar de E$tadio$ de futebol, que alias ja estavam prontos, derrubaram e fizeram de novo, a situação da saude seria diferente

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Estudo revela que vacina da gripe é associada a redução de 24% no risco de Covid-19, e ainda quem testou positivo teve menor probabilidade de hospitalização e de intubação

Foto: Mauro Pimentel/AFP

A vacina contra gripe não previne contra a Covid-19, apenas contra infecções respiratórias causadas pelo influenza, vírus causador da gripe. No entanto, um novo estudo, realizado por pesquisadores da Universidade do Michigan, nos Estados Unidos, sugere que o imunizante pode conferir algum nível de proteção contra o coronavírus também.

No estudo, publicado recentemente no periódico científico American Journal of Infection Control, pessoas que tomaram a vacina contra gripe apresentaram um risco 24% menor de serem infectadas pelo novo coronavírus. Para chegar a essa conclusão os pesquisadores analisaram registros médicos de mais de 27.000 pacientes no Michigan submetidos a testes para diagnóstico de Covid-19 em julho de 2020.

Os resultados mostraram que aqueles que receberam a vacina contra a gripe no ano anterior tinham uma probabilidade significativamente menor de testar positivo, em comparação com pessoas que não foram vacinadas. Além disso, mesmo quando infectadas, pessoas vacinadas contra a gripe tiveram menor probabilidade de hospitalização e de intubação.

Como esse foi apenas um estudo retrospectivo observacional, não é possível confirmar uma relação de causa e consequência entre a vacina da gripe e a redução do risco de Covid-19. De acordo com os pesquisadores, a associação identificada pode não estar associada diretamente ao imunizante. “É possível que os pacientes que recebem a vacina contra a gripe também estejam praticando mais distanciamento social e seguindo as diretrizes do CDC”, disse a cardiologista Marion Hofmann Bowman, da Universidade de Michigan, ao site especializado Science Alert.

Por outro lado, os cientistas não descartam a possibilidade de haver um efeito biológico direto da vacina contra a gripe no sistema imunológico, que também ajuda na prevenção de infecções causadas pelo SARS-CoV-2, nome oficial do novo coronavírus.

Estudos anteriores já associaram a vacina contra gripe a potencialização da imunidade contra o coronavírus e até mesmo à redução da mortalidade pela doença. Um mecanismo plausível para esse efeito benéfico cruzado estaria no processo chamado imunidade treinada, em que a exposição a um invasor também prepara o sistema imunológico para responder a outras ameaças.

“Enquanto o maior benefício para a saúde da vacina contra influenza vem da prevenção da influenza, o benefício potencial auxiliar da proteção contra Covid-19 pode fornecer ímpeto suficiente para pacientes hesitantes se vacinarem”, escrevem os autores.

Neste ano, a campanha de vacinação contra gripe está prevista para acontecer entre 12 de abril e 9 de julho. O Ministério da Saúde pretende vacinar pelo menos 90% do público-alvo, que totaliza mais de 79,7 milhões de pessoas, composto por idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas, povos indígenas, profissionais de saúde, professores, pessoas com deficiência, profissionais das forças de segurança e salvamento, forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

Em 2020, a ação atingiu 95,7% do grupo prioritário. No ano passado, o governo federal também incluiu adultos de 55 a 59 anos no público-alvo. Mas este ano, a faixa etária não foi contemplada.

Devido à falta de estudos sobre possíveis interações entre a vacina da gripe e a da Covid-19, o Ministério da Saúde recomenda os imunizantes não sejam aplicados simultaneamente. A orientação é que haja um intervalo mínimo de duas semanas entre as injeções. Se houver necessidade de priorizar, o governo recomenda tomar a vacina contra o novo coronavírus antes.

Veja

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

VÍDEO: Caio Coppolla rebate Folha de São Paulo e diz que está “sob risco iminente de censura, investigação e prisão” por Abaixo-Assinado pela Análise do Pedido de Impeachment contra Alexandre de Moraes”

O comentarista político da CNN, Caio Coppolla, alerta em suas redes socais que advogados e juristas militantes, publicados pela Folha de S. Paulo, atribuíram a ele crimes contra leia de segurança nacional, por ter organizado o “Abaixo-Assinado pela Análise do Pedido de Impeachment contra o Ministro Alexandre de Moraes” do STF, que já conta com 2.643.129 assinaturas.

“Estou sob risco iminente de CENSURA, INVESTIGAÇÃO e PRISÃO. Por favor, COMPARTILHE ESSE VÍDEO antes que o conteúdo fique indisponível!”, diz.

Opinião dos leitores

  1. Esse cara e inteligente .porém o que e 2 milhões e 600 mil pessoas para uma população de 220 milhões de pessoas e agora fica com medo de ser preso quem não deve não teme.

  2. Tentam desqualificar o Copolla, mas não os seus argumentos. Apoiadores da censura e de tiranias, além de bandidos corruptos.

  3. Acho que não é apenas por defender Bolsonaro! Na verdade, muitos têm inveja pela capacidade de inteligência dele!

  4. Vitimismo e Mimimi.
    Dê uma mamadeira daquela que o presidente enganou os desmiolados na campanha.

  5. Quantos assinaram?
    Se a moda pega,quantos irâo assinar o impeachment do predidente?
    1 milhão,10 milhoes,50 milhoes?
    Calma aí,tem que ser voto,no plenario.

    1. É mesmo? defende cuba, Venezuela, Bolívia, nicarágua, el salvador, e ditaduras africanas? Mas não empresta dinheiro pra os ditadores desses países? É um patife cafajeste!

    1. E por quererem comer.
      Todo ditador e apoiadores têm um 'discurso legitimador' para isso.
      -Negcionismo
      -Discurso de ódio
      Tem que seguir o que o Ministério da Verdade diz

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

“FRIO NA ESPINHA” – (VÍDEO): Mulher limpa janela em prédio de luxo em Natal e viraliza

De dar frio na espinha. Circula nos grupos de Whatsapp um flagrante no prédio Solar João e Marilda Ferreira de Souza, um dos mais luxuosos, no bairro de Petrópolis, na Zona Leste de Natal. No vídeo, a proprietária do imóvel impa uma janela de um andar de perder de vista. Embora não possa se visualizar, o apartamento possui tela de proteção. O flagra que viralizou é da manhã desta quarta-feira(24). Vídeo: Redes sociais.

Opinião dos leitores

  1. A pessoa que faz uma filmagem dessa deve ser muito ocupada né?! Jesus, quanta falta do que fazer, quanta necessidade de se intrometer na vida alheia.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Barbear ou não? Como as barbas podem afetar o risco de Covid-19

Foto: CNN

Deixar crescer a barba pode parecer tão inofensivo quanto usar pijama o dia todo, pelo menos no que diz respeito às tendências da pandemia. Mas, para alguns, a escolha de renunciar ao barbear pode atrapalhar na proteção de si próprio e dos outros contra o coronavírus.

Uma questão importante no uso de máscaras para reduzir o risco de contrair ou espalhar o coronavírus é o seu ajuste perfeito ao rosto. Para os especialistas, dependendo do comprimento e da espessura da barba, ela pode reduzir a eficácia da proteção, criando mais espaço entre o rosto e a máscara.

“Qualquer abertura aumenta a chance de que um vírus chegue aos orifícios, o que pode obviamente causar a doença”, diz Mona Gohara, professora clínica associada de dermatologia na Escola de Medicina de Yale.

Usar máscara não previne totalmente a infecção, mas pode ajudar a limitar a disseminação de gotículas respiratórias potencialmente carregadas de vírus. O uso de máscara pode reduzir o número de novas infecções por coronavírus em quase 50%, de acordo com um estudo de dezembro de 2020.

Então, será que agora é a hora de desistir da barba? A resposta não é simples. Fazer a barba pode ser um golpe para a sua expressão pessoal, autoestima, suas crenças religiosas ou culturais ou quaisquer problemas de pele que melhoram quando se tem pelos no rosto. A seguir, relatamos o que os barbudos devem saber e fazer durante a pandemia, incluindo algumas maneiras possíveis de suas barbas e máscaras coexistirem com segurança.

O que a ciência diz sobre barbas e Covid-19

Há um estudo pronto sobre se as barbas acumulam, abrigam ou eliminam mais ou menos bactérias do que os rostos barbeados. Mas essa pesquisa foi inconclusiva e se refere apenas a bactérias. Parece haver muito pouca, ou nenhuma, referência científica sobre o fato de as barbas guardarem ou liberarem mais ou menos vírus que a cara limpa.

No entanto, a evidência é clara quando diz que “não ser protegido adequadamente com máscaras e distanciamento social aumenta o risco de adquirir o coronavírus. Se sua máscara não estiver se ajustando corretamente, você está sob maior risco”, segundo Gohara.

Os profissionais de saúde costumam usar máscaras e já sabiam, muito antes da pandemia, que os pelos faciais são um impedimento para sua aplicação adequada. O que pode ser problemático é que os ajustes feitos pelos profissionais de saúde para máscaras PFF2 (ou N95 em inglês) não ficam perfeitos por causa dos pelos faciais.

Alguns estilos de barbas não são recomendados, porque provavelmente interferem na vedação do respirador (que pressiona o rosto) ou porque os pelos podem atrapalhar a válvula de expiração (que torna a respiração mais fácil), de acordo com um infográfico de 2017 divulgado Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

“Para que uma máscara tenha alguma chance de se encaixar corretamente, ela precisa ficar em contato direto com a pele, não nos pelos”, explicou a médica e professora.

“Se uma máscara pode cobrir completamente a barba, então não há problema. Se não cobre, é muito provável que a barba crie uma pequena lacuna entre a pele do rosto e a máscara, a menos que ela seja apertada com firmeza”, detalhou Qingyan Chen, professor de engenharia mecânica da Universidade Purdue em Indiana, por e-mail. “A pequena brecha cria um vazamento para que o ar entre no nariz ao inspirar e o vírus sair para o ambiente ao expirar”.

Por exemplo: uma lacuna “de apenas 0,2 milímetros de altura pode fazer com que 2% a 8% do ar inalado (contendo gotículas transportadoras de vírus) entrem na máscara sem filtro”, explicou Robinson Peric, um pesquisador de pós-doutorado da Universidade de Tecnologia de Hamburgo, na Alemanha. Segundo ele, quanto maior a brecha, maior a porcentagem de ar inalado que entra na máscara sem filtro.

De religião a problemas de pele

Algumas pessoas com barbas podem ter usado o mesmo estilo por anos, tratando os pelos faciais como uma parte importante da sua expressão ou imagem. Manter a barba, no entanto, nem sempre é uma questão de estilo ou preferência pessoal. Ela pode ser parte dos pilares de certas crenças religiosas, o que pode tornar a decisão de raspá-la ainda mais difícil.

Dois médicos canadenses de origem indiana, praticantes da religião sikh, por exemplo, causaram controvérsia ao fazer uma difícil ligação que permitiria a eles tratar os pacientes da Covid-19 com mais segurança. Eles afirmaram que era possível sacrificar a kesh – a prática sikh de permitir que o cabelo cresça para respeitar a criação de Deus – raspando suas barbas para cumprir a seva, que é o serviço à humanidade.

Alguns seguidores do islã e setores do judaísmo e do rastafarianismo também têm práticas religiosas ou crenças culturais que proíbem o corte de pelos ou cabelos.

Problemas de pele também podem ser um fator decisivo. Homens não brancos, principalmente os negros, são mais propensos a sofrer com inflamações na pele, cortes com aparelhos de barbear e pelos encravados após o barbear. Além disso, a fricção das máscaras contra a pele nua pode causar irritação, o que pode resultar em hiperpigmentação, acrescentou a doutora Gohara.

“Muitos especialistas em doenças infecciosas aconselham eliminar os pelos faciais, ou pelo menos apará-los para que caibam dentro dos limites da máscara”, completou. “É preciso haver soluções para as pessoas onde isso não seja uma opção. E isso é algo que, como provedores de serviços médicos, precisamos abordar”.

Como manter a barba e se proteger

Se raspar completamente a barba não é certo para você, existem alternativas que podem aumentar sua segurança. Aparar a barba ou usar um estilo diferente, como cavanhaque, é uma opção.

Se você é um profissional da área de saúde, pode solicitar uma máscara com filtro purificador de ar ou uma alimentada por purificador de ar, projetadas para acomodar pelos faciais enquanto protegem você e outras pessoas.

Por último, você pode se juntar à tendência de usar duas máscaras, começando por uma máscara PFF2/N95 ou máscaras amarradas atrás da cabeça “que criam um pouco mais de segurança e firmeza”, disse Gohara. Em seguida, coloque outra máscara sobre a barba, ajuste-a confortavelmente ao queixo ou pescoço e prenda as tiras atrás das orelhas ou amarre-as atrás da cabeça.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Rapaz.. relativo isso aí! Eu sempre usei barba, não tirei com a pendemia, oq me tornaria mais feio! Porém, tenho o cuidado de não tá passando a mão, lavo 2 vz por dia. E outra moro é ladrão!
    Bolsonaro genocida!

  2. Dizem que o chá do pêlo do macaco da Groelândia é o ótimo para a prevenção da Covido 19.Francamente é cada pesquisa besta.A da barba entao…..

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Aspirina pode reduzir risco de intubação e morte por Covid-19, diz estudo

Foto: Jeanette Martin/Getty Images

O uso de aspirina em pacientes hospitalizados com Covid-19 pode ajudar a reduzir o risco de intubação, internação em unidade de terapia intensiva (UTI) e morte. A conclusão é de um estudo publicado recentemente na revista científica Anesthesia & Analgesia.

No estudo, pesquisadores da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, analisaram registros de saúde de 412 pacientes internados em vários hospitais dos EUA entre março e julho de 2020. Cerca de 24% deles receberam aspirina em até 24 horas após a admissão hospitalar ou nos sete dias anteriores à admissão hospitalar. Por outro lado, a maioria, 76%, não recebeu o medicamento.

Os resultados mostraram que o uso da aspirina foi associado a uma redução de 44% no risco de ventilação mecânica, queda de 43% na probabilidade de admissão na UTI e diminuição de 47% no risco de morte. Os pesquisadores acreditam que o efeito benéfico do medicamento no tratamento está associado ao seu efeito anticoagulante.

Estudos anteriores chegaram a conclusões semelhantes. Uma pesquisa publicada na revista PLOS One analisou mais de 30.000 veteranos norte-americanos com Covid-19 e descobriu que aqueles que já tomavam aspirina tinham metade do risco de morrer do que aqueles que não usavam o medicamento. Outro estudo, feito pela Universidade Bar-Ilan, em Israel, concluiu que uma dose baixa diária de aspirina (75 mg) está associada à redução de até 29% no risco de contrair Covid-19.

Além de sua capacidade anticoagulante, a aspirina é um anti-inflamatório e estudos anteriores mostraram que pode ajudar o sistema imunológico a combater algumas infecções virais. “Em resumo, nossa análise sugere que o uso de aspirina pode ter efeitos benéficos em pacientes com Covid-19”, concluem os pesquisadores da Universidade George Washington.

No entanto, eles ressaltam que estes resultados precisam ser interpretados com cautela, já que trata-se apenas de um estudo observacional, retrospectivo. Para confirmar a eficácia da aspirina no tratamento da Covid-19 é necessária a realização de testes clínicos randomizados controlados duplo-cego, considerados o padrão-ouro na pesquisa clínica.

Felizmente, um estudo nestes moldes já está em andamento no Reino Unido. Se os resultados se comprovarem, será uma ótima notícia, já que a aspirina tem baixo custo em comparação com outros tratamentos contra a doença, como o remdesivir, e está amplamente disponível.

Prevenir a doença por meio da vacinação é, sem dúvida, o fator mais importante no combate à pandemia. Mas diante do aumento do número de infectados e mortos, é fundamental encontrar tratamentos eficazes. Melhor ainda se eles forem de baixo custo e estiverem disponíveis em grande escala.

Nos últimos dados disponibilizados, o Ministério da Saúde registrou 47.774 novos casos e 1.290 novas mortes neste domingo, 21. No total, são 11.998.233 casos e 294.042 óbitos confirmados em todo o território nacional.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Falou o papagaio. Esquece PT, alienado. O mundo não se resume a petralhas x Bozo. Vá estudar pra ver se deixa de ser jegue…

  2. O maior problema é a demanda. Se não houvesse tantos infectados, certamente não haveria tantas pessoas necessitando de atendimento médico e todas as suas consequências. Ora… estimular o cantágio em massa não é apenas uma simples irresponsabilidade, mas um crime.
    REMÉDIO É PRA QUEM JÁ ESTÁ DOENTE.
    VACINA, USAR MÁSCARAS, LAVAR AS MÃOS, USAR ÁLCOOL EM GEL, EVITAR O CONTATO FÍSICO E AGLOMERAÇÕES SÃO AS ÚNICA MEDIDAS, EGURAS PRA EVITAR O CONTÁGIO.
    E NEM VENHAM COM HISTÓRIA DE FECHAR, PQ SÓ SE FECHA POR CAUSA DO COMPORTAMENTO SUICIDA DE ALGUMAS PESSOAS QUE IGNORAM O VÍRUS.

  3. A petralhada tá há dois anos sem roubos a estatais…. tá minando o resta de merda que eles ainda tem na cachola….

    1. É através de pessoas bobinhas como o senhor que Bolsonaro e os filhos estão montando. O senhor já procurou saber pq o patrimônio da família Bolsonaro aumentou tanto nesse ano de crise e pandemia???? Bobalhão!

  4. Se fosse Bolsonaro recomendando, iam aparecer estudos dizendo que faz mal e não ajuda em nada.
    Essa guerra política ainda vai ser muito estudada no futuro.
    Mandar ficar em casa esperando a falta de ar é criminoso.
    Quantas vidas estão sendo perdidas pela disputa pelo poder?

    1. Bolsonaro não é médico, não tem propriedade pra recomendar tratamento.

    2. Ah Thalles, então tem que mandar demitir os pesquisadores e médicos dos ministérios da Saúde e C&T. Exercita o senso crítico, amigo, não engula todo vômito que vem da mídia sem o mínimo de critério. O PR defendeu o que defendeu por causa do relato de diplomatas sobre a realidade na África, de médicos da linha de frente e pesquisas trazidas ao seu conhecimento.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Bolsonaro critica restrições em SP e DF e fala em risco de invasões a supermercados e greves: “até quando nossa economia vai resistir?”

Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Um dia após adotar tom moderado ao falar da pandemia, usar máscara em público e defender a vacinação, o presidente Jair Bolsonaro criticou duramente as restrições impostas por governadores para tentar conter o avanço da covid-19 no País. Durante participação virtual em reunião no Senado, nesta quinta-feira, 11, Bolsonaro citou a possibilidade de invasões a supermercados e greves em função do lockdown.

O presidente da República participou do evento enquanto estava no Palácio do Planalto, ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes. Diferentemente de quarta-feira, 10, Bolsonaro não usava máscara, enquanto o auxiliar estava com o equipamento de proteção no rosto.

Bolsonaro criticou diretamente as medidas adotadas pelos governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Doria anunciou nesta quinta-feira, 11, novas restrições, inclusive toque de recolher no Estado, medida também aplicada no Distrito Federal. Bolsonaro comparou o isolamento a um “sapo fervido”, ou seja, depois de aumentada a temperatura, “não sai mais da panela”.

Medidas de isolamento social e restrição ao comércio, porém, têm sido recomendadas por especialistas para conter a transmissão do vírus. Assim como outras regiões do País, São Paulo e Distrito Federal têm visto pressão sobre seus sistemas de saúde e alta de internações pela covid-19.

“Até quando? Até quando nossa economia vai resistir? Se colapsar, vai ser uma desgraça. O que poderemos ter brevemente? Invasão a supermercado, fogo em ônibus, greves, piquetes, paralisações. Onde vamos chegar? Será tarde para o sapo sair da panela”, disse Bolsonaro. No discurso do presidente da República, enquanto o governo federal combate o desemprego, prefeitos e governadores estão “destruindo” a economia.

As críticas feitas pelo presidente a medidas de isolamento social não são novas. Nessa quarta, porém, horas após o ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva atacar a gestão da pandemia pelo governo federal, Bolsonaro mudou sua conduta em evento no Palácio do Planalto. Na ocasião, chegou a justificar as restrições de circulação como medida necessária para que houvesse tempo para hospitais se preparar para o aumento da demanda de pacientes.

Nas últimas duas semanas, o Brasil registrou aumento de 43% na média diária de óbitos. Em 25 de fevereiro, o número estava em 1.150. Agora está em 1.645 , o maior da pandemia. Na quarta-feira, 10, o Brasil registrou 2.349 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados do consórcio formado por veículos de imprensa.

“Lamento todas as mortes que ocorrem, todas as mortes. Lamento essa desgraça que se abateu sobre o mundo, mas nós temos que olhar para frente”, afirmou Bolsonaro. Em seguida, defendeu vacinar a população.

“Temos que buscar minimizar a dor dessas pessoas, buscar minimizá-la com vacina. Toma vacina. Abrimos para comprar praticamente de todos os laboratórios depois de aprovado pela anvisa.” O presidente afirmou que nunca negou a vacina.

Com Estadão

Opinião dos leitores

  1. O objetivo destes governadores, tendo como cabeça o calça cravada, é criar o caos no país.
    Por que fecharam hospitais de campanha e leitos nos hospitais?
    Por que não permitem o uso de medicamentos no início da contaminação?
    As baladas continuaram sem qualquer intervenção dos Estados, até o filho do calça cravada fez festinha com aglomeração sem uso de máscaras.
    Em breve veremos o resultado dessas medidas de lockdown nas cidades.
    Óbvio que tentarão culpar o Bolsonaro, mas o cara é foda e com sua excelente equipe vai saber dar a volta por cima.

  2. Olha aí…
    Que idéia excelente do presidente.
    Nada de Auxílio Emergencial, agora a vez é ivadir supermercado.
    Pra ele quanto pior melhor.

  3. Agora insufla invasões? Tá cada dia pior.
    O efeito Lula tá fazendo um bem danado ao país.

  4. Por que invasão de supermercados?
    Que terrorismo é este?
    Vá dando idéia seu aloprado.
    Tem wue conter a circulacao desta peste.Já era para todos ou pelo menos 30 % vacinados,mas devido a sua inercia tai o que você queria.
    15 dias de fechamento nao ira matar ninguem de fome.Enquanto isto libere o auxilo emergencial.
    GOVERNAR E PARA QUEM TEM COMPETENCIA.

  5. Até agora não se tem notícia de que nada disso tenha acontecido. Se milícias bolsonarianas levarem avante a "sugesta" do presidente, ele deve ser afastado imediatamente e responsabilizado criminalmente .

  6. É isso Bolsonaro, deixe a bomba estourar nos colos dos Governadores e fique assistindo de camarote.
    Confiamos no Senho e em 2022 vai ser no primeiro turno.
    MITO TEM RAZÃO.

    1. Se esse governo está um caos como vc mesmo está afirmando, como vc fala que vai votar nele? Tu gosta de comer merda é?

    2. Não fala nada que preste esse. Só besteira. Vá estudar, depois você volta aqui.

  7. Negacionista incentivando seus seguidores a invadirem supermercados e fazerem greve, espero que ainda não tenham comprado armas.

  8. O MINTOmaníaco eh o maior risco a nossa economia e democracia. Muito pior que a pandemia de covid!

    1. Zé Gado tira ele, quero voltar a roubar o Brasil por mais 30 anos e dar cartilha de sexo para as crianças de 5 anos

    2. Facínora é o cara que defende a liberdade? E do que se chama quem instaura "toque de recolher"? Democrata? Esse minino é um gênio.

    3. Cartilha de sexo pra crianças… você também acreditou na mamadeira de piroca?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Se não consolidar uma candidatura única, Centro será ‘esmagado’ entre Lula e Bolsonaro em 2022, dizem especialistas

Foto: Arquivo O Globo

Se não consolidar uma candidatura única, o centro político pode ficar esmagado entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro em 2022. Essa é a avaliação de cientistas políticos e analistas de instituto de pesquisa sobre o impacto de Lula no pleito do ano que vem, após a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulando as condenações do petista na Lava-Jato, o que o tornou elegível novamente.

A última pesquisa do Ipec mostra que 50% dos brasileiros dizem que votariam com certeza ou poderiam votar em Lula, e 44% não o escolheriam de jeito nenhum. Bolsonaro aparece 12 pontos atrás de Lula em potencial de votos (38%) e 12 pontos à frente em rejeição (56%). Sobraria pouco espaço, na avaliação de alguns analistas, para o centro concorrer com várias candidaturas, como aconteceu em 2018.

Reportagem na íntegra AQUI.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Não é possível, tamanha insanidade. Em um pais sério, esse cara era para apodrecer na cadeia. Saqueou o país e ainda se acha injustiçado. É achar que somos um energúmeno.

  2. 1) Moro passou pano para o STF em favor da prisão de qualquer cidadão que se manifeste contra o STF, se aliou ao Alexandre de Moraes, ficou calado agora na situação de Fachini e trabalha pra uma empresa condenada na Lava-jato. 2) Dória-PSDB é o calcinha apertada, rei da propaganda, seu Estado é o pior no enfrentamento da pandemia, é alinhado com Rodrigo Maia, Aécio Neves, Serra, Alckmin e Azeredo, todos investigados na Lava-jato. 3) Ciro é o Coroné do PDT, até políticos do seu partido voltou no Bolsonaro em 2018, já rodou em milhares de partidos, de esquerda à direita, a família Gomes foi delatado na Lava-jato, o Cid Gomes. 4) Hulk, o candidato da Globo, o império tá ruindo, uma alternativa é lançar o Hulk, ex aliado do PSDB e de Aécio Neves. Os últimos 3 são alinhados com a esquerda, o Moro é alinhado com a esquerda Kids do PSDB. Aí não tem jeito

    1. Qual segundo turno?
      Não tem.
      A grande maioria do povo não vota em ladrão.
      Não acredite nessas pesquisas.
      Lembre se que Bolsonaro não ganhava de ninguém.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

‘Com lockdown pessoas vão morrer de fome’, diz secretário de Saúde de SP

Foto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

O secretário da Saúde do estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse ser contra o lockdown no Brasil por considerar que a medida combinada com a falta do auxílio-emergencial vai levar parte da população “a morrer de fome”.

“Sou contra lockdown como é feito em outros países, enquanto nós não tivermos esse auxílio (emergencial) para as pessoas que dependem disso. Temos que fazer restrições mais robustas e enérgicas, mas o lockdown no nosso país, não temos condições de fazer. As pessoas vão morrer de fome. Vamos ter um problema civil”, disse Gorinchteyn em entrevista à rádio CBN.

O secretário justificou a opinião explicando que “o Brasil tem uma questão social e econômica muito peculiar. Fazer o lockdown significa colocar uma parcela vulnerável numa situação difícil sem o auxílio. Eu vejo que alguns estados chegaram numa situação limite”.

Ainda na entrevista, Gorinchteyn defende a suspensão das aulas presenciais no estado para diminuir a circulação de pessoas.

“Se nós estamos entendendo que as pessoas estão em risco circulando temos que avaliar as situações em que as pessoas estão expostas, então temos que avaliar as escolas. O problema não são as escolas, mas a circulação das pessoas em seus entornos. Professores, pais que levam os filhos, no transporte público. Nos próximos dias vale a observação disso”, afirmou.

Segundo o secretário, a proposta de suspender as aulas será debatida com o Centro de Contingência do Coronavírus de São Paulo.

Ontem, secretários estaduais de Saúde publicaram carta aberta ao governo federal pedindo pelo estreitamento das medidas de prevenção ao novo coronavírus e a volta do auxílio-emergencial. Gorinchteyn não assinou a carta.

Entre as medidas sugeridas, estão o toque de recolher noturno — das 20h às 6h — e aos finais de semana; “restrição em nível máximo” das atividades em regiões com ocupação de leitos acima de 85%; proibição de eventos presenciais como shows, atividades religiosas e esportivas; fechamento de bares de praias, além da suspensão de aulas presenciais e a adoção do trabalho remoto nas esferas públicas e privadas.

UOL

 

Opinião dos leitores

  1. O Presidente da República, desde o início da pandemia, apela em favor do " isolamento vertical". Seria este a melhor maneira de enfrentar o Covid19 sem colapsar a economia.

  2. Mande João calça colada da um prato de sopa que não morre.
    Kkkkkkkkkkkk
    Tão tudo doido.
    Ja não sabe mais o que dizer.
    Bolsonaro neles!!!
    Fui!!

  3. O Bozo diz isso desde o início da pandemia e é chamado de genocida, agora os esquerdalhas estão dizendo a mesma coisa e não são genocidas, quanta hipocrisia…

  4. Esses governadores junto aos prefeitos que são favoráveis ao lockdown, não estão nem aí se a população está com dificuldade em por comida em casa ou não, se irão pagar suas contas ou não.
    Os governantes nunca se preocuparam com o cidadão dependente de hospitais públicos, em todos os estados sempre houve superlotação,falta de médicos, falta de medicamentos, falta de leitos e nenhum deles nunca ficaram preocupados em resolver os problemas, agora todos estão preocupados do povo se contaminar porque não tem leitos, estão sim é querendo desestabilizar o país deixando as pessoas em casa sem ganhar o seu ganha pão para sobrevivência e causando um caos na cidade como até falta de alimentos como vem acontecendo em Araraquara sp .
    Esses são os políticos canalhas que colocam essa política rasteira e covarde, acabando com a vida e o bem estar de milhões de brasileiros.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Estudo sugere risco ao reduzir 10 dias de quarentena para infectados

FOTO: ALISSA ECKERT, MS; DAN HIGGINS, MAM/CDC/REUTERS

Resultados de uma pesquisa conduzida no Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) sugerem que pode ser arriscado reduzir de 14 para dez dias o tempo de quarentena indicado para casos leves e moderados de COVID-19, como recomendou em outubro o Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

No estudo, apoiado pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), os pesquisadores do IMT-USP trabalharam com 29 amostras de secreção nasofaríngea de pacientes com diagnóstico confirmado por teste de RT-PCR. O material foi coletado em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Araraquara no décimo dia após o início dos sintomas e, em laboratório, inoculado em culturas de células.

Em 25% dos casos, o vírus presente nas amostras se mostrou capaz de infectar as células e de se replicar in vitro. Em teoria, portanto, pessoas que tivessem contato com gotículas de saliva expelidas por 25% desses pacientes no período em que o material foi coletado ainda poderiam ser contaminadas. Os dados completos da pesquisa foram divulgados na plataforma medRxiv, em artigo ainda sem revisão por pares.

“Recomenda-se que os infectados com sintomas leves permaneçam totalmente isolados em casa, sem contato com ninguém, durante todo o período de quarentena. E há uma grande pressão para reduzir o tempo de isolamento – tanto por fatores econômicos como psicológicos. Mas, se o objetivo da quarentena é mitigar o risco de transmissão do vírus, 25% [de pacientes com vírus viável] é uma proporção muito alta”, avalia Camila Romano, coordenadora da investigação.

Como explica a pesquisadora, a quarentena de 14 dias foi estabelecida ainda no início da pandemia com base no tempo médio que leva, após o início dos sintomas, para o SARS-CoV-2 deixar de ser detectado no teste de RT-PCR. Em geral, esses primeiros estudos foram feitos com indivíduos com doença moderada ou grave, que precisaram ser hospitalizados.

“Partiu-se do princípio de que quando a carga viral é tão baixa a ponto de ser indetectável nesse tipo de exame – considerado padrão-ouro para o diagnóstico da COVID-19 – o risco de transmissão torna-se muito pequeno. Naquela época nem sequer havia testes suficientes para diagnosticar todos os casos suspeitos e menos ainda para liberar os pacientes com sintomas leves da quarentena. Então estabeleceu-se como padrão o período de 14 dias para infectados não hospitalizados”, explica Romano.

Estudos posteriores mostraram ser possível detectar o RNA viral nas vias respiratórias pelo teste de RT-PCR por um período até superior a 14 dias. Contudo, segundo esses mesmos trabalhos, após o oitavo ou nono dia de sintomas dificilmente se conseguia isolar em pacientes com quadros leves ou moderados o vírus ainda viável, ou seja, com a capacidade de se replicar em células.

Desse modo, em meados de 2020, o CDC passou a rever as recomendações referentes ao período de quarentena. Para pessoas expostas ao SARS-CoV-2 sem diagnóstico confirmado por teste molecular, estipulou-se que um isolamento de dez dias seria suficiente para reduzir o risco de transmissão para 1%. Para casos confirmados com sintomas leves ou moderados, o isolamento poderia ser interrompido dez dias após o início dos sintomas, considerando a resolução da febre por pelo menos 24 horas. Este período, entretanto, deveria ser estendido em caso de COVID-19 grave, em pacientes com algum tipo de comprometimento imunológico ou caso o infectado ainda estivesse manifestando sintomas.

“No Brasil, a regra ainda é a quarentena de 14 dias, embora alguns municípios estejam cogitando reduzir para dez dias. Em países como a Suíça, infectados com sintomas leves são liberados do isolamento após sete dias apenas”, conta Romano à Agência FAPESP. “À medida que mais estudos vêm sendo feitos em populações diferentes e com metodologias mais sensíveis, percebemos que ainda é muito cedo para ‘bater o martelo’ sobre o tempo ideal de quarentena. Estamos vendo países sendo atingidos por novas ondas da doença e cada vez menos o isolamento de 14 dias é seguido. É importante levar em conta os dados mais recentes ao repensar políticas de isolamento”, defende a pesquisadora.

Metodologia

O estudo descrito no artigo é parte de um projeto ainda em andamento, cujo objetivo é avaliar a transmissão domiciliar do SARS-CoV-2 na cidade de Araraquara. A cidade decretou lockdown no dia 15 de fevereiro, depois que foi detectada em pacientes locais a nova variante brasileira do vírus, conhecida como P1.

Graças a uma parceria com os gestores municipais, os pesquisadores do IMT-USP conseguiram contatar pacientes com sintomas leves que tiveram o diagnóstico de COVID-19 confirmado por RT-PCR em uma UBS local e não foram hospitalizados.

Foram convidadas para participar 53 pessoas com idades entre 17 e 60 anos que testaram positivo no décimo dia de sintomas. Somente 29 das 53 amostras coletadas continham material suficiente e bem conservado e puderam ser utilizadas nos experimentos.

Em um laboratório com nível 3 de biossegurança (NB3) sediado no IMT-USP, as amostras selecionadas foram incubadas com linhagens de células Vero – originárias de rim de macaco –, modelo mais usado em estudos sobre coronavírus.

“O experimento consiste em oferecer para o vírus um ambiente adequado para ele se replicar. Inoculamos a secreção nasofaríngea coletada dos pacientes nas culturas celulares e acompanhamos durante quatro ou cinco dias”, conta Romano.

Esse intervalo, segundo a pesquisadora, é suficiente para observar se o contato com o vírus provoca um efeito citopático, ou seja, se as células em cultura começam a morrer. A variação da carga viral nas linhagens foi quantificada pela mesma técnica de RT-PCR usada no diagnóstico.

Em 25% dos casos avaliados observou-se um efeito citopático significativo, acompanhado de aumento na carga viral.

“Claro que um experimento feito em laboratório não reproduz com perfeição o que ocorre na natureza. Mas nossos resultados são um indício de que pode haver partículas virais viáveis nas secreções de pacientes no décimo dia de sintomas”, afirma Romano.

Atualmente, o grupo realiza novos ensaios com o objetivo de descobrir como varia, em um mesmo paciente, a dinâmica do risco de transmissão. Amostras estão sendo coletadas diariamente, entre o nono e o 14o dia de sintomas. Esse material será inoculado em culturas celulares para ver em que medida a proporção de amostras com vírus viável diminui com o passar dos dias.

Segundo Romano, os resultados obtidos até agora reforçam a importância de manter a quarentena de 14 dias. “O isolamento, de modo geral, precisa ser intensificado neste momento. Caso contrário, o avanço lento da vacinação exercerá uma pressão seletiva sobre o vírus e favorecerá a emergência de variantes resistentes. Diminuir o isolamento neste momento é extremamente perigoso”, alerta.

O artigo Discontinuation of isolation for persons with COVID-19: Is 10 days really safe? pode ser lido em: www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.01.29.21250753v1.full.pdf.

R7, via Agência Fapesp

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Por falta de seringa, Japão pode desperdiçar milhões de doses de vacina da Pfizer

Foto: KAZUHIRO NOGI / AFP

Milhões de pessoas no Japão podem ficar sem vacina contra a Covid-19 porque o país comprou 144 milhões de doses da vacina Pfizer — o suficiente para 72 milhões de pessoas — mas não tem a sergina correta para a aplicação, segundo reportagem do Guardian.

As seringas padrão em uso no Japão não conseguem extrair a sexta dose de cada frasco fabricado pela farmacêutica norte-americana, segundo a ministra da Saúde, Norihisa Tamura.

Fatam seringas de baixo “espaço morto”, ou seja, que têm êmbolos estreitos capazes de puxar qualquer sobra de vacina, revela o jornal britânico. Sem elas, os vacinadores japoneses terão que usar seringas padrão que extraem apenas cinco doses por frasco. Dessa forma, além do despedício, haveria vacina suficiente para 60 milhões de pessoas. O Japão tem, aproximadamente, 127 milhões de habitantes.

“As seringas usadas no Japão podem tirar apenas cinco doses. Usaremos todas as seringas que temos que podem tirar seis doses, mas, é claro, não será suficiente à medida que mais injeções forem administradas”, disse Tamura, de acordo com a agência de notícias Kyod.

O governo japonês solicitou aos fabricantes de equipamentos médicos que aumentem a produção das seringas especializadas. Outros países que usam a vacina da Pfizer, como Estados Unidos e alguns da União Europeia, também relataram escassez desse tipo de material, o que significa que provavelmente haverá uma forte competição para garantir suprimentos adicionais rapidamente.

Segundo o Guardian, um funcionário do ministério da saúde japonês informou a uma agência de notícias local que: “quando o contrato foi feito, não tínhamos certeza de que um frasco poderia ser usado para seis doses. Não podemos negar que demoramos para confirmar isso”.

O Japão vai iniciar seu programa de vacinação contra a Covid-19 no dia 17 de fevereiro, alguns meses depois de várias nações desenvolvidas.

Os primeiros a serem vacinados serão entre 10 mil e 20 mil profissionais de saúde da linha de frente, seguidos por outros 3,7 milhões de trabalhadores de saúde a partir de meados de março. A imunização de 36 milhões de pessoas com 65 anos ou mais só deve começar no início de abril.

A Pfizer enviou, neste sábado, pedido de registro definitivo de sua vacina contra a Covid-19 no Brasil à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Caso a agência dê o aval à empresa, o imunizante, que a farmacêutica desenvolve com a alemã BioNTech, poderá ser distribuído amplamente e comercializado no país.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Meus amigos se o problema do governo do MINTOmaníaco inepto fosse faltar seringa… Se lá no Japão talvez faltem seringas aqui quase não tínhamos nem vacina!

    1. Kkkkkk. Virou partida de futebol? Cada qual escolhe seu político corrupto de estimação e torce até morrer ? Quando um time vence os outros tiram sarro? A que ponto o brasileiro chegou : ter político de estimação ! Logo no Brasil !

  2. No Japão, primeiro mundo, pode.
    Se fosse no Brasil o presidente estaria sendo esculhampado pela esquerda maldita.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

VÍDEO: Ivermectina reduz em 78% risco de morte por covid, destaca a Associação Médica do RN, ao apresentar resultados de diversos estudos

Em coletiva realiza nessa terça-feira(09), a Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN) voltou a defender o uso da Ivermectina no tratamento profilático e precoce contra a Covid-19. A entidade apresentou os resultados de diversos estudos que referendam a medida(Assista vídeo acima a partir de 14 minutos e 30 segundos de vídeo). De acordo com os números apresentados, 265 cientistas estão trabalhando em 37 ensaios clínicos utilizando o fármaco. Ao todo, 10.509 pacientes participaram desses cenários, que apontaram benefícios e comprovaram a eficiência da droga, reduzindo em 78% o risco de morte nos grupos que utilizaram o medicamento. Os trabalhos que são revisados, atualizados e divulgados diariamente, podem ser acompanhados pelo site: www.c19study.com.

 

Opinião dos leitores

  1. Infelizmente o loby das indústrias farmacêuticas é imenso e o dinheiro envolvido nas compras da vacina compra qualquer mídia ou "especialistas" para ocultar isso e, pior, difamar esses estudo. Com certeza não veremos essa apresentação em nenhuma grande mídia e ainda veremos matérias sobre estudos dizendo o contrário. O dinheiro vale mais do que a vida!

  2. O bom é que o Brasil é o único país do mundo a usar ivermectina e cloroquina, e tem o 2o maior numero de mortes do mundo. Imagine se não tivesse eficácia!

    Uma coisa que essa pandemia mostrou, que muito médico mesmo no Brasil é mais fraco que caldo de bila.

  3. Dr. Albert foi muito feliz em promover o tratamento precose inclusive incluindo Ivermectina, fomos beneficiados!
    Vi muita gente morrendo por não fazer o tratamento!

  4. Se o mundo descobre isso, tudo tá resolvido.
    Deve ser Suassuna, A. Dickson e Cia….Kkkk
    Tem o povo mandando sonda para Marte e não descobriram isso!?
    Pense num povo sério!!

  5. Albert Dickson tem mérito sim pq foi dos poucos parlamentares médicos que teve a coragem de defender o tratamento precoce publicamente, mas o mérito do tratamento e pioneirismo é do Professor Doutor pesquisador Fernando Suassuna !

  6. Deve ser por isso que nunca se vendeu tanta Ivermectina, e que coincidentemente, os números de covid nos últimos dias obtiveram patamares iguais do início da pandemia.
    A diferença é que nos primeiros meses de 2020 a ivermectina era usado apenas pra tratamento de piolho.

  7. Parabéns Dr. Albert que desde do início estudou e defendeu. Suas lives salvaram muitas vidas.

  8. Parabéns Dr Albert dikson e Dr Carla dikson,os grandes incentivadores para o uso da ivermectina e a associação médica do rn

  9. Apareçam os negacionista que são contra o tratamento precoce. Os fica em casa desapareceram. Bolsonaro tem razão.

  10. Parabéns aos Médicos que tem a sensatez, sensibilidade e conhecimento em prescrever e oportunizar aos seus pacientes um tratamento diante de uma situação emergencial, vcs fizeram e fazem a diferença entre tantos profissionais. Invés de choro e tristeza vcs nós deram esperança e alegrias. Olhem para seus jalecos e se orgulhem pela profissão que vcs abraçaram.
    Aos Médicos que apenas acreditam na ciência, e negaram aos seus pacientes a oportunidade de tratamento, resta a vcs o julguamento de suas consciências e as mortalhas dos mortos.

  11. Faz 5 meses que o Dr Albert Dickson abraçou essa causa e graças Deus os resultados estão em evidência

  12. Feliz em ver o comprometimento desses profissionais da saúde com a população. Parabéns Dr. Albert Dickson e Dra. Carla Dickson que há mais de 05 meses vêm defendendo o uso da ivermectina ( remédio eficaz e acessível), salvando muitas vidas durante essa pandemia. Vamos vencer com a força de Deus.

  13. Parabéns aos medicos que trazem dados refutando a merck e o capitalismo desenfreado dos que não pensam em salvar vidas. Parabéns ao Dr Albert Dickson e Dra Carla DIckson que há 5 meses já relatava e defendia o uso profilático e precoce da ivermectina. E continuam defendendo. Homens e mulheres profissionais assim em meio a uma guerra se destacam por defender convicções. Agora mais arraigadas pelo cunho clínico e científico. Parabéns a associação médica do RN.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Lava Jato vê risco de ‘anulações em cadeia’ com uso de mensagens roubadas

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Procuradores da Lava Jato enviaram ofícios hoje ao STJ, à PGR e ao CNMP alertando para o “risco real de anulações em cadeia” de condenações da operação, com o uso das mensagens roubadas da força-tarefa.

“A divulgação dirigida das supostas mensagens no presente contexto, ilícitas e sem integridade aferida, para produzir falsas acusações sem base na realidade, faz parte, nos parece, de um evidente plano de comunicação para influenciar o julgamento da alegada suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro e anular condenações bastante sólidas, já confirmadas inclusive pelo próprio Superior Tribunal de Justiça , gerando um risco real de anulações em cadeia que coloque por terra o relevante trabalho de todas as instâncias do Poder Judiciário na operação Lava Jato, que permitiu a responsabilização de centenas de criminosos e a recuperação de bilhões de reais”, diz o documento.

Os ofícios foram enviados na véspera do julgamento, na Segunda Turma do STF, da decisão de Ricardo Lewandowski que deu a Lula acesso a todo o material apreendido com hackers presos na Operação Spoofing, que desmantelou o esquema de invasão de celulares de autoridades.

Na semana passada, a defesa do ex-presidente começou a anexar no processo, que é público, partes dos diálogos. Um deles motivou o presidente do STJ, Humberto Martins, a pedir a Augusto Aras investigação sobre uma suposta tentativa dos procuradores de investigar informalmente ministros do tribunal.

Nos ofícios, os procuradores afirmam que é “absolutamente equivocada” a notícia sobre a investigação e que em todas as vezes em que foram encontrados indícios contra autoridades com foro, as autoridades competentes foram devidamente comunicadas.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Se o juiz fosse honesto, faria seu trabalho e condenaria com base nas provas, sem conluio. Mas preferiu os holofotes, a fama, o poder. Agora perdeu tudo, principalmente a credibilidade.

  2. O MECANISMO é muito forte, e os mega ladrões envolvidos nas investigações da Operação Lava Jato podem se livrar porque o Brasil é o país da impunidade. Esses canalhas, psicopatas ladrões de dinheiro público, são orientados pela fina flor do Garantismo Penal, defensores de bandidos do colarinho branco. Na Itália os corruptos mandaram matar dois juízes e oito policiais. Moro e Dallagnol que se cuidem.

  3. Inversão de valores. Os bandidos sendo "inocentados" e os cumpridores da lei transformados em bandidos. Só no Brasil mesmo.

  4. O mínimo que poderiam fazer, pedir desculpas a Lula.
    Mas o ❤️ do amigo e companheiro Lula não possui tamanho e o sobrenome dele é Perdão.
    A injustiça que fizeram com ele, com Dona Marisa, a morte do seu irmão, a morte do netinho Arthur e esse Homem suportou tudo isso, EU, não tenho dúvidas, Lula é INOCENTE!

    1. Zé gado, qual é o tamanho do teu chifre ? Não entendeu nada da reportagem, deve ser um esquerdopata alienado / cego.

    2. Está menor que a sua?! Você não consegue nem entrar em casa mais, a galhada não deixa. Engancha.

    1. Leia de novo a matéria.
      Tem um trecho aí que fala de recuperação de bilhões.
      *******Se devolveram é porque roubaram.********
      Não se engane, a quadrilha do Petista capitaneado por Lula, roubou e deixaram roubar
      Alguma dúvida?

    1. Você comedor de MERDA , acha que o ladrao do maior roubo da história da humanidade Lula, é inocente??? Todo o dinheiro devolvido e recuperado é tudo MENTIRA??? Você só deve comer MERDA

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Esquizofrenia é um dos principais fatores de risco para a Covid-19, diz estudo

Foto: Freepik/Reprodução

Pacientes que sofrem de esquizofrenia têm 2,7 vezes mais chances de morrer de Covid-19, segundo novo estudo publicado na revista JAMA Psychiatry. Com esses resultados, o diagnóstico do transtorno mental pode ser um dos agravantes mais relevantes para a progressão da infecção, atrás somente do fator idade.

Na pesquisa, cientistas analisaram dados de mais de 7.300 pacientes diagnosticados com Covid-19 e tratados em hospitais de Nova York, EUA. Os pacientes que não tinham nenhum diagnóstico de transtorno mental serviram de grupo de controle; já os restantes foram divididos em três grupos: aqueles com problemas no espectro da esquizofrenia, os com diagnóstico de algum transtorno de humor (como depressão ou transtorno bipolar) e, por fim, os pacientes com ansiedade.

Os dados dos voluntários foram ajustados de acordo com vários fatores conhecidos por influenciar na progressão de infecções por Covid-19: sexo, idade, raça e outras comorbidades (como diabetes, doenças cardíacas, câncer e doenças crônicas). Entre os pacientes com algum diagnóstico de transtorno mental, havia 75 pessoas com histórico de esquizofrenia, 564 tinham histórico de transtorno de humor, e 360 sofriam transtorno de ansiedade. Os grupos foram acompanhados por 45 dias.

Comparando os resultados clínicos dessas pessoas com os pacientes sem histórico de transtornos mentais, a equipe não encontrou diferença significativa causada pelos transtornos de humor ou de ansiedade. No entanto, eles verificaram que aqueles com esquizofrenia tinham cerca de 2,7 mais chances de morrer do que os pacientes do grupo controle.

É um número muito significativo – possivelmente o segundo fator mais impactante para a mortalidade da doença depois da idade, segundo os pesquisadores. Em termos de comparação, pacientes com idades entre 45 e 54 anos tinham 3,9 vezes mais chance de morrer de Covid-19 do que pacientes mais jovens, independente se tinham ou não transtornos mentais. A cada 10 anos de idade após os 54, esse risco dobrava. Já pacientes com problemas cardíacos ou diabetes tiveram um risco 1,65 e 1,28 vezes maior de morrer, respectivamente.

A esquizofrenia é um transtorno mental crônico que afeta cerca de 23 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde. Ela é caracterizada por distorções no pensamento, percepção, emoções, linguagem, comportamento e podem incluir alucinações e/ou delírios.

O diagnóstico de esquizofrenia e outros transtornos psiquiátricos já havia sido associado com uma maior chance de contrair Covid-19 em estudos anteriores, mas nenhum outro trabalho havia analisado o impacto desses transtorno na letalidade da doença.

Não se sabe exatamente o que causa esse maior risco de morte em pacientes com esquizofrenia. Sabe-se que pessoas diagnosticadas com o transtorno possuem uma expectativa de vida menor (entre 10 e 20 anos a menos do que pessoas sem a condição), em geral. Mas isso geralmente é associado com outros fatores que comumente acompanham a esquizofrenia, como obesidade, doenças cardíacas ou o hábito de fumar. O estudo, no entanto, descobriu que mesmo ajustando esses fatores entre os pacientes, a esquizofrenia continuou sendo um fator de risco por si só.

Uma hipótese é que existam diferenças genéticas entre os pacientes com esquizofrenia que alteram a resposta imunológica de seus corpos, aumentando o risco de inflamações severas no sistema respiratório; estudos anteriores já demonstraram que há diferenças entre o sistema imunológico de pessoas com esquizofrenia, embora não se compreenda totalmente o fenômeno. Outra hipótese é que as medicações utilizadas nos tratamentos mais comuns de esquizofrenia possam ter um papel no fenômeno. Sabe-se que efeitos colaterais desses fármacos podem incluir ganho de peso e maior risco de desenvolver diabetes, por exemplo.

Mas essa é apenas uma hipótese – e os autores do novo estudo admitem que não incluíram dados sobre medicações em seu estudo, então não dá para concluir nada. Pacientes com esquizofrenia não devem abandonar seus tratamentos com base nisso, alertam os cientistas, mas devem considerar seguir os protocolos de proteção e distanciamento social com mais seriedade.

O estigma e o preconceito que essas pessoas enfrentam também pode estar ligado a cuidados de saúde menos adequados e a negligência da sociedade, que influenciam tanto em uma menor expectativa de vida quanto no tratamento da Covid-19.

A equipe espera que outros estudos sejam feitos para confirmar os resultados e tentar entender melhor o fenômeno. A pesquisa atual tem limitações reconhecidas: incluiu uma população relativamente pequena de pessoas com esquizofrenia e foi feita entre março e maio de 2020, quando Nova York enfrentava sua pior fase na pandemia e o sistema de saúde da cidade estava a beira do colapso, o que pode ter impactado nos resultados finais. Até novas informações, a comunidade médica deve estar atenta para a população de pessoas com transtornos mentais, já que parecem ser especialmente vulneráveis à Covid-19.

Super Interessante

Opinião dos leitores

  1. Eu sou bem aposentado, trabalhei muito, por mérito da minha capacidade e esforço, sou de família Humilde, tenho todo o tempo e prazer do mundo de ler e comentar as baboseiras de vcs e suas em particular ?????????????

  2. Pior Zezinho do Gado é a incapacidade de vcs agirem como seres racionais ????????????????????? que Deus tenha piedade de vcs. Agora vc Desmaia e depois vai DeLira.

    1. Todos sabem que o gado tem chifre, usa argola, tem badalo no pescoço para ser vigiado e recebe o ferrão do dono. Coisa dos eleitores da esquerda, tanto que temos o ZéGado.
      Se essa matéria tem algum fundo de verdade, acho que os zumbis da esquerda poderiam pegar o covid, pois é melhor ficar com esquizofrenia que ser atestado como anencéfalo.

    2. Jumento faia em causa própria, o vagabundo chora até hoje a perda da BOQUINHA , chora pelo seu LADRAO DE ESTIMAÇÃO ,
      Estou adestrando jumentos, começo dando pão com mortadela e uma camisa vermelha , com dizeres de qualquer MERDA,

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *