FOTOS: Confira o eclipse solar total na América do Sul

Foto 1: Natacha Pisarenko/AP; Foto 2: Ronaldo Schemidt/AFP; Foto 3: Natacha Pisarenko/AP; Foto 4: Reprodução/Reuters; Foto 5: Ronaldo Schemidt/AFP; Foto 6: AFP/Ronaldo Schemidt.

Um eclipse foi visto em vários países da América do Sul nesta segunda-feira (14). Esse tipo de eclipse acontece quando o Sol, a Terra e a Lua se alinham de uma forma que acaba impedindo que a luz solar chegue ao nosso planeta.

Veja mais fotos em post completo do G1 AQUI.

Ministério da Defesa afirma que a América do Sul não é mais considerada uma “área livre” de conflitos

O Ministério da Defesa, em sua nova Política Nacional de Defesa (PND), afirma que a América do Sul não é mais considerada uma “área livre” de conflitos, informa o Estadão.

O documento, que será encaminhado ao Congresso na próxima semana, destaca a possibilidade de “tensões e crises” no continente.

O trecho sobre política externa do documento avalia “possíveis desdobramentos” de crises no regime de Nicolás Maduro em países vizinhos. Por isso, a Defesa afirma que é papel do Brasil “aprofundar laços” no continente.

“Não se pode desconsiderar tensões e crises no entorno estratégico, com possíveis desdobramentos para o Brasil, de modo que poderá ver-se motivado a contribuir para a solução de eventuais controvérsias ou mesmo para defender seus interesses.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos disse:

    Tenhamos a consciência que Forças Armadas forte, País forte. Deve-se investir nelas. Têm de estar preparadas. Guerra ninguém quer, mas as tensões mundiais se acirram todos os dias. O Brasil deve, finalmente, ocupar um lugar de destaque.

  2. Joca disse:

    Criar dificuldade para vender facilidade. Estratégia manjada. As duas únicas áreas de conflitos Geopolíticos importantes na América do Sul está na Bolívia e no Chile. Na América do Sul nunca haverá guerra entre países. Os militares querem justificativa para aumentar o gasto/PIB. A última guerra local que o Brasil participou foi a Guerra do Paraguai, isso há mais de 160 anos. De lá pra cá o Brasil gastou trilhões p sustentar uma força armada que não conhece guerra. O cidadão entra para as forças armadas no Brasil sabendo que a chance de participar de guerra real e de 0,00000000001%. É quase um emprego comum.

  3. Beto Araújo disse:

    A ordem do dia! Kkkkkkkkkkkkk, calma, Tribunal Internacional de Haia demora um pouco prá investigar.

  4. Jailson disse:

    E as forças armadas só ganhando dinheiro sem fazer nada

    • Anderson disse:

      Faz um concurso pra ver o que é "não fazer nada" no meio da floresta amazônica, Leão de Whatsapp!

Brasil fecha fronteiras terrestres para entrada de estrangeiros vindos de países vizinhos da América do Sul

O governo federal publicou uma portaria nesta quinta-feira (19) na qual determina o fechamento de fronteiras do Brasil com países vizinhos da América do Sul, em decorrência da pandemia de coronavírus. O fechamento se aplica a rodovias e outros meios terrestres, mas não a aeroportos.

A medida vale para estrangeiros que estejam nesses países e queiram entrar no Brasil. Cidadãos brasileiros que estiverem nesses locais podem entrar no Brasil.

O fechamento vai valer inicialmente por 15 dias, a partir desta quinta.

De acordo com o governo, a restrição está sendo imposta por “recomendação técnica e fundamentada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). E que se justifica por “motivos sanitários relacionados aos riscos de contaminação e disseminação” do coronavírus.

Cargas poderão continuar entrando no país, assim como agentes de ações humanitárias.

De acordo com a portaria, o estrangeiro que descumprir a restrição de entrada no país será deportado imediatamente e não poderá fazer pedido de refúgio.

A medida vale para a entrada de estrangeiros provenientes dos seguintes países vizinhos:

Argentina
Bolívia
Colômbia
Guiana
Guiana Francesa
Paraguai
Peru

O Brasil não faz fronteira com Chile e Equador, por isso esses países não estão na lista. No caso da Venezuela, o Brasil já tinha determinado o fechamento da fronteira.

A portaria estabelece que vai ser editada uma medida específica para determinar regras sobre as fronteiras terrestres do Brasil com o Uruguai. O Ministério da Justiça informou que o fechamento da fronteira com Uruguai está sendo negociado pelos governos dos dois países.

Exceções

Além de brasileiros natos ou naturalizados, também estão liberados para entrar no Brasil:

imigrantes com autorização prévia de residência definitiva;

profissionais estrangeiros em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado;

funcionário estrangeiro acreditado junto ao governo brasileiro;

O tráfego de residentes nas chamadas cidades gêmeas, “com linha de fronteira exclusivamente terrestre”, também não sofrerá restrições.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    Na realidade atitude para fechar fronteiras agora no Brasil é hipocrisia porque na realidade são as próprias empresas aéreas já cancelando.No momento de fechar eles não fecharam

  2. Zanoni disse:

    Mais de duas mil pessoas entraram pelo aeroporto de Natal esses dias, sem qualquer triagem.

    • Rômulo© disse:

      Reclama com o Bozo, que acha que ter mais servidores públicos na ANVISA é dispensável!

Conmebol vai propor a Flamengo e River que final da Libertadores seja no dia 23, fora de Santiago e dentro da América do Sul

Rodolfo D’Onofrio, presidente do River Plate, entra em carro a caminho da reunião na Conmebol sobre a final da Copa Libertadores — Foto: Raphael Sibilla/Globo

Representantes de Flamengo, River Plate, CBF e AFA vão se reunir na tarde desta terça-feira na sede da Conmebol, no Paraguai, com o objetivo de definir onde e quando será disputada a final da Copa Libertadores. Inicialmente prevista para o dia 23 de novembro para Santiago, a partida provavelmente vai mudar de lugar por causa dos protestos no Chile, que já paralisaram o campeonato nacional e cancelaram eventos internacionais e até um amistoso da seleção chilena, que enfrentaria a Bolívia no dia 15 de novembro.

A Conmebol avalia que é quase impossível manter a final da Libertadores em Santiago. Se o Chile não consegue organizar um amistoso de sua própria seleção, então não tem condições de abrigar uma partida internacional que envolve gigantes como Flamengo e River Plate.

Além de propor a retirada da final de Santiago, a Conmebol vai insistir em manter o jogo no dia 23 de novembro. O entendimento é que mudar a data causaria mais danos aos campeonatos nacionais de Brasil e Argentina, além de atrapalhar o planejamento dos clubes.

Onde jogar? Assunção é um plano B óbvio, pela proximidade com Brasil e Argentina, pela “experiência” de ter organizado a final da Copa Sul-Americana, no sábado que vem, e por ter um estádio em condições de abrigar a final da Libertadores, no caso, La Nueva Olla, do Cerro Porteño.

Mas a Conmebol não quer excluir qualquer outra opção, desde que seja dentro da América do Sul. A confederação recebeu ofertas de outros continentes, mas não cogita aceitá-las. Não está e nunca esteve na mesa a possibilidade de fazer a final da Libertadores em jogos de ida e volta.

De qualquer maneira, todas essas decisões serão tomadas pelos clubes. Os presidentes de Flamengo e River – respectivamente Rodolfo Landim e Rodolfo D’Onofrio – estarão na reunião, assim como os chefes da CBF, Rogério Caboclo, e da AFA, Claudio Tapia.

A Conmebol também vai deixar claro que pretende cumprir com o que foi acordado com os clubes no que se diz respeito a ingressos e acomodação. Ou seja: os 12.500 ingressos que cada clube vendeu para seus torcedores estariam garantidos, seja onde for a decisão.

Globo Esporte

 

Movimentação policial nas ruas Natal faz parte de escolta de fórum de chefes de Estado-Maior de Defesa da América do Sul e o comandante do Comando Sul dos EUA

Foto: Ilustrativa

Virou bate-papo nas redes sociais da capital potiguar, e ainda entre motoristas de pedestres, sobre a intensa movimentação policial nas ruas da cidade, com viaturas da Polícia Rodoviária Federal(PRF), Polícia Militar e Forças Armadas durante o dia. Em determinados momentos, vias estão sendo bloqueados momentaneamente para passagem de veículos sob escolta. Fique tranquilo(a).

Natal sedia entre esta terça-feira(20) e quinta-feira(22), no Hotel Serhs, na Via Costeira, a Conferência Sul-Americana de Defesa (SOUTHDEC 2019). Trata-se de um fórum entre os chefes de Estado-Maior de Defesa da América do Sul e o comandante do Comando Sul dos Estados Unidos. O objetivo do encontro é discutir temas de segurança e defesa da região.

Com o tema “A Cooperação de Defesa Regional em Resposta aos Desafios Hemisférios”, estão previstas atividades como mesas-redondas e reuniões bilaterais.

Esta é a 6ª edição do evento e a primeira vez a ser sediada no Brasil. As anteriores ocorreram no Chile (2014), Paraguai (2015), Uruguai (2016), Peru (2017) e Argentina (2018).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alexandre Silva des souza disse:

    Qual o problema em relatar na nota que A GUARDA MUNICIPAL participou também? Que perseguição à Guarda Municipal é essa???

Os 10 clubes que mais vendem camisas na América do Sul

O site 90 min destaca pesquisa realizada em vendas no varejo visto de Janeiro de 2016 e 15 de julho de 2016, de clubes de futebol na América do Sul. Entre os 10 clubes, apenas 3 marcas que se destacam, Adidas (4), Nike (4) e Under Armour (2). Além de suas nacionalidades são cinco brasileiros, dois argentinos, dois chilenos e um colombiano. Confira abaixo:

5793bf28eda133dc900000011º – Flamengo

O Flamengo, é o líder em de venda no continente, com um total de 443.000 . Adidas sorri feliz ser o patrocinador do clube considera o mais popular brasileiro.

5793bf0b63ac4affd30000012º – Corinthians

O segundo clube mais popular do Brasil, luta palmo a palmo no fãs em vendas de camisas com o Flamengo. Corinthians tem uma venda de 421.000. No Brasil e América do Sul, o segundo na lista com Nike como um patrocinador.

5793bee64c8d7803060000013º – River Plate

Um dos dois clubes mais populares da Argentina está localizado dentro do pódio. River Plate com a Adidas como patrocinador e inclui um total de 390.000 camisas vendidas em todo o país, e é também o mais vendido na Argentina.

Confira os sete outros clubes clicando AQUI

 

No mundo virtual vamos muito bem, mas no real o Brasil foi o País que menos cresceu na América do Sul em 2011

As taxas de expansão da economia brasileira perdem para as de outras nações emergentes, como China e Índia, de forma recorrente. Mas, desde 2006, o desempenho do país não ficava aquém do resultado de todos os vizinhos sul-americanos, segundo estimativas recentes.

O fraco desempenho do Brasil, que cresceu apenas 2,7% no ano passado, deve fazer ainda com que o país fique abaixo da média de expansão da América Latina como um todo (próxima a 4%). Isso também não ocorria há cinco anos.

“Estimamos que, de todos os países latino-americanos, só Guatemala e El Salvador cresceram menos que o Brasil”, diz Richard Hamilton, da consultoria Business Monitor International (BMI).

A desaceleração brasileira em 2011 é, em parte, explicada pela forte expansão de 7,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2010, que levou à alta da inflação. Isso forçou o governo a tomar medidas para esfriar a economia.

Mas outros países da região (como Peru e Uruguai) também passaram pelo mesmo processo e registraram desacelerações menos acentuadas no ano passado.

Isso leva alguns analistas a acreditarem que o governo brasileiro exagerou na dose:

“O que derrubou o Brasil em 2011 é que exageraram nas medidas tomadas para conter a inflação”, diz o economista André Biancarelli, professor da Unicamp.

O tombo sofrido pela indústria brasileira também ajuda a explicar o mau desempenho do país, segundo economistas.

Fonte: Congresso em Foco

Maconha ainda é principal droga usada na América do Sul

Por interino

Relatório divulgado nesta terça-feira, 28, pela Junta Internacional de Fiscalização a Entorpecentes (Jife), órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), mostra que a maconha continua sendo a principal droga usada na América do Sul. A prevalência anual de abuso de maconha atingiu 3% da população da região entre 15 e 64 anos, ou seja, cerca de 7,6 milhões de pessoas, em 2009.

De acordo com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), cerca de 20% da maconha usada no Brasil têm origem doméstica e 80% entram no país pelo Paraguai. Em 2010, as autoridades brasileiras destruíram 2,8 milhões de plantas de cannabis, incluindo mudas, e apreenderam mais de 155 toneladas da erva.

A cocaína é a principal droga usada por pessoas que se submetem a tratamento por problemas com substâncias químicas na América do Sul. Segundo o relatório da Jife, em 2010, as apreensões de cocaína, tanto na forma de base quanto na de sal, diminuíram em vários países da região, incluindo a Argentina, Colômbia, o Equador, Uruguai e a Venezuela, se comparadas ao ano anterior.

A quantidade total de cocaína apreendida diminuiu de 253 para 211 toneladas na Colômbia, e de 65,1 para 15,5 toneladas no Equador. De 2009 a 2010, a quantidade total de cocaína apreendida  no Peru aumentou em quase 50%, indo de 20,7 para 30,8 toneladas. Em 2010, um aumento da quantidade de cocaína apreendida também foi relatado pela Bolívia (29,1 toneladas), pelo Brasil (27,1 toneladas), Chile (9,9 toneladas) e Paraguai (1,4 toneladas).

Em 2010, a área total de cultivo ilícito de arbusto de coca na América do Sul era 154,2 mil hectares,
6% menos do que em 2009. A área sob cultivo ilícito diminuiu significativamente na Colômbia e teve ligeiro aumento no Peru. No entanto, não houve mudança considerável no cultivo de coca na Bolívia.

De acordo com o relatório, a Interpol (organização internacional que ajuda na cooperação de polícias de vários países) e o Unodc estimam que o mercado ilícito global de cocaína valha mais de US$ 80 bilhões. Desde 1998, o mercado ilícito de cocaína na América do Norte, que corresponde a 40% do mercado, tem diminuído, enquanto a demanda por cocaína na Europa, responsável por 30% do mercado, tem aumentado.

Fonte: Estadão

Contrução de Submarinos vai reforçar o movimento de liderança do Brasil na América do Sul

BBC Brasil

A construção de quatro submarinos nucleares no Brasil, iniciada nesta semana, coloca o país na antesala do seleto grupo das cinco nações detentoras de uma das mais avançadas tecnologias militares do mundo. O avanço, no entanto, deve aprofundar diferenças com os vizinhos sul-americanos e eventualmente fomentar o discurso antibrasileiro por parte de setores populistas da região, segundo especialistas.

Na solenidade que deu início à operação no último sábado em Itaguaí, no Rio de Janeiro, a presidente Dilma Rousseff ressaltou que o Brasil é um país de “paz e diálogo”, mas defendeu o projeto, fruto de um acordo de transferência de tecnologia com a França, como uma “garantia de soberania” para as reservas de petróleo do pré-sal. Dilma lembrou, ainda, que “a principal via de circulação de nosso comércio exterior é o mar”.

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