Política

Maduro anuncia quarentena ‘radical e consciente’ de sete dias na Venezuela

Foto: Jhonn Zerpa/AFP

A Venezuela adotará uma quarentena “radical e consciente”, nas palavras do presidente Nicolás Maduro, por sete dias, de 17 a 23 de maio, para tentar conter o avanço da Covid-19. O anúncio foi feito por Maduro em uma rede social neste domingo (17).

“Esta semana, de segunda, 17 de maio, a domingo, 23 de maio, haverá 7 dias de quarentena radical e consciente. Contemos a segunda onda da pandemia, no entanto, temos um alto patamar de infecções e é importante continuarmos nos cuidando. Disciplina máxima!”, escreveu.

Maduro, entretanto, não detalhou o que será ou não permitido nesta quarentena.

Segundo levantamento feito pela Universidade Johns Hopkins, a Venezuela já registrou, até o momento, mais de 140 mil casos do novo coronavírus e mais de 1.300 mortes. Políticos da oposição e pessoas da área da saúde, entretanto, questionam essas estatísticas com o argumento de que o número real é provavelmente muito maior devido à falta de testes.

Em março deste ano, a Venezuela passou por um período de confinamento parecido, mas de 14 dias.

Vacinação no país

Maduro e sua esposa, Cilia Flores, receberam a primeira dose da vacina russa Sputnik V no começo de março. O presidente venezuelano disse que se sentiu “bem” após receber a injeção.

Neste sábado (15), a Venezuela autorizou o uso da Sputnik Light, versão em uma dose da Sputnik V (saiba mais sobre este imunizante aqui). O anúncio foi feito pelo Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF, na sigla em inglês), que é administrado pelo governo russo e financiou a criação do imunizante.

Pesquisadores afirmaram que a vacina light apresentou efetividade de mais de 79% na proteção contra a doença nos testes clínicos. O anúncio da nova versão do imunizante foi feito pela Rússia no dia 06 de maio.

Vendido a um custo inferior a U$10 a dose, o imunizante tem como foco os países que possuem taxas altas de infecção. De acordo com a Rússia, a versão light é uma forma de fazer a vacina render mais.

G1

Opinião dos leitores

  1. Ditador maluco. Claro que nenhum desses dados são reais, país em colapso total. Mas o Lula já foi lá p buscar parceira para sua campanha do ano que vem, afinal de contas para o PT a Venezuela é um exemplo de democracia.

  2. Esse aí é hors concours em ignorância de conhecimentos e pós-doutorado em covardia… Quem gosta, aproveita os preços baixos de passagens e vai de vez pra Venezuela…

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Economia

DITADURA CHAVISTA: Venezuela aumenta salário mínimo; valor é insuficiente para comprar 1kg de carne

Foto: Yuri CORTEZ/AFP

A ditadura chavista anunciou nesse sábado (1º) o aumento do salário mínimo na Venezuela. O salário base de 1,8 milhão de bolívares (US$ 0,63) passou a ser de 7 milhões (US$ 2,50). Com o benefício alimentação de 3 milhões de bolívares, o salário mínimo integral na Venezuela passou a ser de 10 milhões, o equivalente a US$ 3,50.

Com este valor não é possível comprar um quilo de carne, uma caixa de 30 ovos ou um quilo de queijo. Devido à ampla desvalorização da moeda local, a economia da Venezuela é informalmente dolarizada.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Isso é feiki nius!!! A Venezuela do companheiro Maduro, é o maior país democrático da América Latina, tem o maior e melhor salário mínimos de todos, na casa dos milhões. Qdo. Lula voltar à presidência nós também teremos um salário mínimo de milhares de reais.

  2. Aqui no Brasil tá quase assim como a Venezuela, o quilo de um absurdo e salário mínimo uma merreca

  3. Só analista de política internacional altamente gabaritados por aqui. Se ser Venezuela é o que passamos na época do governo Lula, então venezuelemo-nos!!!! Hoje em dia está uma merda!!!

  4. Tá vendo? E os partidos vermelhos queriam trazem esse socialismo pra cá… E tu ainda vota neles??? Abre o olho… Tb estamos sabendo que a atual presidência sem partido não está fazendo e falando coisas boas… Abre o olho… Vamos votar em quem realmente pode conduzir este Brasil…

    1. Fácil resolver, tirem as sansões comerciais.
      Qlqr país seja ql for tiver essas sansões comerciais quebra

    2. Só não é Bolsonaro amigo, Bolsonaro é o pior presidente do Brasil de todos os tempos

    3. Quem? , Luciano Huck, Danilo Gentili… Junte todos os outros candidatos, juntos e não dará meio.

  5. Modelo de PTRALHA, eles amanhã Venezuela, mas na primeira oportunidade viajam para ORLANDO,ratos vermes PTralhas

    1. Lembrando que a Venezuela chegou a isso após um golpe militar de Hugo Chávez, sendo o governo dele elogiado pelo MINTO… Se o PT ganhar a próxima eleição, estaremos mais próximos de uma Argentina, que está com a população cada dia mais miserável…

    2. Esse mané e um mané mesmo, quem danado disse a esse rapaz que ele regula bem? Vai conversar besteira assim na China, um desocupado metido a Dr. Kkkkkkkk, cursou a Universidade do além.

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Diversos

Salário a menos de um dólar, infrações aos direitos humanos e perseguição: ONU atualiza situação da Venezuela

Foto: ERNESTO BENAVIDES / AFP

Michelle Bachelet, Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, discursou na última quinta-feira (11) sobre a situação social venezuelana, sublinhando que infrações aos direitos humanos continuam a ocorrer no país e que a situação econômica do país deteriorou ainda mais.

O pronunciamento foi feito durante a 46.ª sessão do Conselho de Direitos Humanos e começou destacando que ainda há denúncias sobre execuções extrajudiciais durante operações das forças de segurança.

“No começo de janeiro, pelo menos 14 pessoas morreram durante uma operação no bairro de La Vega, Caracas. Recordando os anúncios de reformas policiais, peço que se realizem investigações rápidas e independentes para garantir a prestação de contas, prevenir acontecimentos similares e pôr fim a esta prática”, disse a Comissária.

Bachelet recordou da situação econômica do país, bastante agravada com a pandemia, “desde setembro, o acesso a serviços básicos, como a assistência médica, a água, o gás, os alimentos e a gasolina, ficou ainda mais limitado pelo efeito da pandemia”. E também sublinhou que “segundo algumas organizações, o salário médio mensal estaria abaixo de 1 dólar, enquanto estima-se que a cesta básica subiu 1.800%”.

Essa situação dramática teria contribuído para, segundo ela, “gerar protestos sociais e agravar a situação humanitária”, além de colocar “um terço dos venezuelanos em situação de insegurança humanitária”.

“Nesse contexto, a assistência humanitária é ainda mais essencial. Preocupam-me as recentes iniciativas para impôr restrições indevidas à capacidade de atuações das ONG”, afirmou. A Comissária também apontou que documentou ao menos 15 casos de intimidação e assédio de jornalistas, além “declarações que condicionavam o voto ao acesso a programas sociais”.

Bachelet também afirma que “a nomeação do próximo Conselho Eleitoral Nacional é um teste para a credibilidade das próximas eleições” de governadores que estão previstas para este ano.

As preocupações com as futuras eleições são legítimas dado que, no final do ano passado, a eleição para o Legislativo nacional foi considerada fraudulentas para muitos países, inclusive o Brasil.

Reação do regime chavista

O chanceler do mandatário Nicolás Maduro, Jorge Arreaza, emitiu um comunicado afirmando que as declarações de Michelle Bachelet foram “desequilibradas” e repletas de “afirmações tendenciosas” e que vai “revisar a relação com o escritório da Alta Comissária na próxima renovação de compromissos”.

Para o representante da ditadura chavista “é muito preocupante que a alta comissária ceda à pressão de atores antivenezuelanos e faça declarações tendenciosas que estão longe da verdade, ecoando campanhas na mídia e apresentando especulações ideológicas como fatos”.

Entretanto, o constante cerceamento da imprensa pelo regime depõe contra a credibilidade da versão de Maduro, como Bachelet bem lembrou em sua pequena intervenção, “isso não contribui para apaziguar as tensões, muito pelo contrário”.

A presidente da Missão Internacional Independente das Nações Unidas para a Pesquisa de Fatos sobre Venezuela também apresentou perante o Conselho de Direitos Humanos uma atualização sobre seu trabalho no país e afirmou que sua equipe “continua a apurar os fatos e as circunstâncias dos supostos abusos e violações dos direitos humanos” na Venezuela e espera apresentar “conclusões sólidas” em setembro deste ano.

A missão, que foi constituída em 2019, disse em setembro do ano passado que o regime de Maduro incorreu desde 2014 em graves violações de direitos humanos e até mesmo crimes de lesa humanidade.

Gazeta do Povo

 

Opinião dos leitores

  1. Homem vá vender a tua fazenda, viver de terra é complicado, vc ZeGado, como o nome sugere e as mensagens confirmam, está passando fome é enlouquecendo, se conforme que até no mínimo dezembro de 2022 vcs vão comer muita poeira, lambuzar muito no leite condensado e para arrematar, vão ver o cachaceiro voltar à cadeia, tudo questão de tempo.

  2. Lula governou o país por 8 anos, deixou o país ocupando a 6ª economia no mundo, mas a boiada acha que a esquerda quer transformar o Brasil numa Venezuela..
    Estamos bem parecidos com a Venezuela, mas pelas mãos do governo atual.

    1. Comunismo é assim.
      No começo, com Hugo Chávez, e muito dinheiro sobrando, dsvs geladeira e tvs para os pobres e assim comprar votos…
      Atualmente nem comida tem ..
      Lula deixou o pais na maior recessão da história e 50 milhões de pessoas na miséria (2015). Sim, Lula é Dilma, Dilma é Lula.
      Em 2009, o PIB caiu.
      Em 2010, enganaram a população com alta de 7%.
      Já em 2011, deoiis de soltar José Dirceu por decreto, veio o pibinho de Dilma.
      Dilma tentou de tudo.
      Baixou o IPI de automóveis e linha branca, reduziu tributos da folha de pagamento.
      Mas a bomba estourou em 2014…
      Torraram (e roubaram) muito dinheiro, a conta chegou.
      Lula é um dos maiores caras de pau da história do pais.
      Por falar nisso, quando Lula era presidente, o ministro da economia foi Palocci, que já entregou o chefão, Henrique Meirelles era presidente do Banco Central (foi ministro da economia de Temer), e Mantega, condenado na lavajato ou investigado…
      Mantega foi o ministro da economia de Dilma, que deixou o pais na maior crise econômica da história…
      Quem seria a equipe econômica de Lula?
      Mineiro?
      Ciro Gomes?
      José Dirceu?
      Lula não entende nada de economia…

  3. Esse é o retrato do Sistema Econômico que os Petralhas querem implantar no Brasil.Qto mais o Povo depende das migalhas do Estado,mais manipulados são,sendo um meio da Quadrilha se perpetuar no Poder.

  4. Boa opção de moradia para aqueles esquerdistas que não se sentem bem no ?? Brasil ?? Vão para a venezuela socialista bolivariana

    1. Não diga o que não sabe. O chavismo estatizou a indústria de base e serviços essenciais do país para entregar a partidários e afugentou o capital, inclusive humano, com os seus tabelamentos sobre contratos, preços e câmbio. Ao mesmo tempo em que vendeu pra China. É o socialismo produzindo os seus previsíveis efeitos.

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Diversos

Venezuela pede intervenção da ONU no Brasil para conter covid-19

FOTO: MARCOS CORRÊA/PR – 08.03.2021

A Venezuela pediu na quarta-feira (10) que a Organização das Nações Unidas (ONU) intervenha no Brasil para controlar a crise pela expansão dos casos de covid-19, que o governo de Nicolás Maduro classificou como uma “tragédia”.

“O Brasil registrou hoje um novo número recorde de mortes por dia pela covid-19. Há quatro dias ratificamos ao secretário-geral da ONU, António Guterres, o que alertamos há nove meses: a ONU deve intervir para que o governo brasileiro assuma e controle a tragédia, e assim proteja toda a América do Sul”, disse o ministro das Relações Exteriores venezuelano, Jorge Arreza, no Twitter.

Arreaza postou também uma carta datada de 6 de março e dirigida a Guterres na qual o governo de Maduro solicita “urgentes gestões e bons ofícios” junto às autoridades do Brasil, especialmente o presidente Jair Bolsonaro, para que reconheça a gravidade da pandemia e coordene com os países vizinhos ações contra a covid-19.

O governo venezuelano também disse na carta que a “alarmante dinâmica epidemiológica” no país vizinho é “uma consequência da reiterada negligência criminosa” de Bolsonaro, a quem acusou de ser o “principal obstáculo” para salvar vidas no “pior momento da pandemia”.

“O presidente Jair Bolsonaro e seu governo se tornaram o pior inimigo dos esforços nacionais, regionais e internacionais, incluindo aqueles em níveis bilateral e multilateral, para mitigar os efeitos devastadores da pandemia da covid-19 na região de América Latina e Caribe”, afirma o texto.

Devido a isso, “o Brasil está sendo levado a uma verdadeira catástrofe humanitária que põe em perigo (…) a estabilidade de nossa região”.

O Brasil vive seu pior momento da pandemia, com o sistema de saúde à beira do colapso, vacinação a conta-gotas devido à falta de doses e um novo registro diário de 2.286 mortes por covid.

R7, com EFE

Opinião dos leitores

  1. É tudo muito contraditório:
    No Amazonas o Povo não pode respirar !
    -Brasil compra oxigênio à Venezuela:
    -Na Venezuela o povo não tem o que comer!
    -Brasil vende papel higiênico a Venezuela.

    Nos esgotos da corrupção, o encontro de 2 nações apodrecidas!

  2. Vou perguntar aos Venezuelanos que estão em Natal, se eles preferem volta ao seu país ou continuar no Brasil. A ditadura de Maduro mata mais que o covid.

  3. Os números para serem reais teria de considerar as mortes apenas do dia e não a de mortes de dias anteriores inclusas , que é o que mídia não fala

  4. Esse ? das rachadinhas poderia cair fora e deixar Mourão tomar conta, ele com certeza não vai se opor de entregar a faixa a Lula no dia 01/01/2023.

  5. Cuma????
    Um fdp desses o povo comendo cachorro na Venezuela aí esse vagabundo quer vir da pitaco aqui.
    Vai procurar um jumento safado.

  6. Primeiro, a Venezuela poderia pedir a onu pra impedir a fuga em massa de seus cidadãos, devido a fome, miséria e ditaduras; depois eles teriam condições de enxergar a situação do Brasil.

  7. A vergonha que o Brasil está passando é MUNDIAL. Lembra a Venezuela que vc, Bolsominion, tanto condenava ? Pois bem, ela está pedindo uma INTERVENÇÃO no Brasil. Que coisa feia!

  8. Vergonha mundial, levando carão da Venezuela! Kkkkkkkkk
    Aaaaai papai

    22 vem ai, prepare a faixa

  9. Lulinha paz e amor x Bozo só emoção
    Estamos em mau lençóis.
    Moro tem que se candidatar,se não tem capacidade argumentar,sai como vice do Mandetta.

  10. Esse maduro comunista ditador tem que se preocupar com o pais dele que está com uma inflação de 60.000% e só vacinou 12 mil pessoas.

  11. Vergonha mundial são vcs comunistas de merdas. Vergonha mundial é Venezuela, Cuba, China, Argentina onde o povo come lixo, carne podre e bichos

  12. Ontem tivemos 2286 óbitos pela Covid, o maior até então. Apenas quatro estados (RS, PR, MG e SP) representam 52% do total. O restante(48%) é representado por vinte e dois estados mais o DF. O resto vc conclui.

    1. Pelo andar da carruagem, vai ser só você. Nem ele mesmo, vai votar nele.

  13. A que ponto chegamos. A Venezuela com medo de se tornar um Brasil.
    Parabéns Bolsonaro, vc conseguiu!

  14. O Brasil virou um vergonha mundial pois representa risco a todos os demais países. Enquanto a pandemia nos demais países já caiu , no Brasil so aumenta devido a um presidente inepto e negacionista de merda! Quantos mais vão precisar morrer por causa desse bosta que só fala asneira e não comprou vacinas tempestivamente?

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Política

Biden reconhecerá Guaidó como presidente da Venezuela e provoca ira de Felipe Neto: “EUA continua sendo EUA”

Foto: Montagem

O governo do novo presidente dos EUA, Joe Biden, continuará a reconhecer o líder da oposição venezuelana Juan Guaidó como o presidente do país sul-americano, de acordo com Anthony Blinken, nomeado secretário de Estado por Biden, na terça-feira, 19.

Blinken disse a membros do Senado dos Estados Unidos que Biden aplicará sanções “mais eficazes” ao país para destituir o presidente Nicolás Maduro – que mantém o controle do país. Blinken disse que o novo governo buscará mais assistência humanitária ao país.

Os Estados Unidos, junto com dezenas de outros países, reconheceram Guaidó, o líder da Assembleia Nacional da Venezuela, comandada pela oposição, como o presidente do país em janeiro de 2019, argumentando que a reeleição de Maduro em 2018 foi fraudada.

“Precisamos de uma política eficaz que possa restaurar a democracia na Venezuela, começando com eleições livres e justas”, disse Blinken. O esforço de Guaidó para derrubar Maduro – que comanda o país em colapso e é acusado de corrupção e violações dos direitos humanos – parou.

Maduro chama Guaidó de um “fantoche dos EUA” que tenta derrubá-lo em um golpe. Seus aliados expressaram o desejo de entrar em negociações com o governo Biden após anos de tensões e escaladas de sanções nos EUA.

Foto: Reprodução/Twitter

Com informações do Estadão

Opinião dos leitores

  1. Os Estados Unidos já desistiram desse plano. Ninguém leva a sério esse tal de Guaidó!

  2. Quem é esse sujeito? É algum chefe de estado? É algum bilionário empresário ? Faz negócios com EUA? É um Zé ninguém, vocês perdem muito tempo dando importância a quem não tem .

  3. Se é por falta de assunto chegou; Felipe Neto questiona o Presidente dos EUAA, sobre sua posição política em relação a Venezuela, provavelmente Joe Biden voltará atrás.

  4. Enquanto derem "espaço" para um imbecil como esse Felipe Neto, estaremos sujeitos a conviver com essas declarações imbecis.

    1. É aquele que fala assim:
      "Você não gosta de mim, mas sua filha gosta".
      Pergunte aos seus netos que eles te dirão.

    2. Lascou se.
      Não tenho filhas.
      Hehehehe.
      Só filhos e ta de olho na sua casa.
      Tem a mamãe tem a titia, tem a mana.
      Tome cuidado!!
      Só super dotados.
      Hehehehehe

  5. Nos EUA o Governo é superior ao Governante, o Estado é mais forte que o Gestor, por isto eles são uma potência e tem uma democracia forte, onde prevalecem os interesses da Nação. Lá político não faz o que quer, não pinta e borda, não é Deus.
    Sabe o que vai mudar com a troca de Trump por Biden, praticamente nada, só diminuirá a arrogância do galego topetudo. Lá prevalece e sempre prevalecerá os interesses americanos, eles fazem o que é melhor para os Estados Unidos, independente de quem ocupe a Casa Branca, e ponto final, o Mundo que se lixe.

  6. Biden é fascista, e está destruindo os EUA. Discurso da quadrilha petralha é o mesmo, sempre. São limitadíssimos cognitivamente para uma crítica justa e construtiva. Luciano Hulk, Amoedo ou qualquer um que nao pague o pedágio ideológico, caso ganhem em 2022 serão tb chamados de Fascista e Genocida.

  7. Depois dessa joe Biden quase não dormiu direito. Já percebeu que antes de qualquer decisão tem que consultar o pitaco de Felipe Neto.

    1. Quem é esse besta do Felipe Neto, o Brasileiro se preocupa muito com esses influenciadores conversadores de bostas

  8. A boiada é limitada mesmo.
    A Europa inteira não reconhece esse aventureiro como presidente, aí sai uma nota informando que o novo presidente dos EUA vai reconhecer, mas ninguém falou quais as condições…
    Não é atoa que esse povo (boiada) nao passa num concurso.

  9. Qual a motivação e importância em dar visibilidade ao que esse desmiolado fala?
    Esse rapaz não tem nada de construtivo a falar, suas opiniões são uma aberração de A a Z.
    É apenas mais um desvirtuado mental, que não se sabe a que preço, vem tendo espaço na mídia.
    Por favor BG, eleve o nível do seu blog, deixe de dar visibilidade a esse tipo de pessoa.
    Isso não é liberdade de expressão e sim apologia a falta de moral, falta de educação e falta de princípio familiar.

    1. Respondendo a Senhora Luciana,agora Joe Biden o novo presidente dos EUA passará a ser considerado o próprio satanás,um anti Cristo pelos filiados e adeptos do PT e dos outros partidos aliados da esquerda brasileira.

  10. Radicais da direita, do centro e da esquerda, todos alienados imbecis. Raça asquerosa.

  11. eu fico impressionado como dao ouvidos a certas pessoas quem diabo e felipe neto????
    como se apoia um genocida como maduro?
    a fraude nas eleicoes da venezuela foi clara inclusive com prisoes de dversarios politicos um pais enterrado no caos.
    e esse bloco a ainda sita o nome de felipe neto um ze ninguem sem cultura.
    lamentavel

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Saúde

Venezuela diz ter remédio que ‘inibe 100%’ a Covid-19 e busca certificação na OMS

Maduro fala durante evento no Palácio Miraflores
4/5/2020 Miraflores Palace/via REUTERS

Foto: Palácio de Miraflores/via Reuters

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou, nesta segunda-feira (27), o início dos procedimentos de certificação e registro na Organização Mundial da Saúde (OMS) de uma molécula que “inibe 100%” o novo coronavírus, que causa a Covid-19.

“Queremos informar que formalizamos esse estudo, esse achado, antes que a OMS inicie os procedimentos internacionais para certificação e registro desse achado tão importante e transcendental”, disse Rodríguez.

Um vídeo divulgado nesta segunda-feira pelo governo mostra Rodríguez e o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, se reunindo com o Dr. Pier Paolo Balladelli, representante da OMS na Venezuela.

“Tivemos a possibilidade e a oportunidade de compartilhar com Balladelli, demos a ele informações precisas sobre essa linha de pesquisa que está sendo desenvolvida pela comunidade científica venezuelana”, disse Rodríguez.

Já o presidente do país, Nicolás Maduro, explicou neste domingo que, em “estudos pré-clínicos”, um grupo de pesquisadores venezuelanos identificou e isolou “uma molécula pertencente a uma planta medicinal” que inibe 100% o novo coronavírus.

Segundo nota do Ministério do Poder Popular para a Ciência e Tecnologia, Maduro afirmou que se trata da molécula DR-10 e que é um componente antiviral altamente eficaz contra o novo coronavírus.

No momento, não há evidências científicas que sustentem as afirmações das autoridades venezuelanas.

Até esta terça-feira, segundo dados do governo de Maduro, a Venezuela registra 777 mortes relacionadas à Covid-19 e mais de 90 mil casos. Desses pacientes, as autoridades registram que 84.444 se recuperaram.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. A maior piada do ano. Um pais que o povo foge para outros países para sobreviver, os que ficam estão morrendo de fome como tem "remédio para debelar a Covis-19 chinesa"? Esse Maduro é um bandido adorado pelos vermelhos espalhados pelo mundo. Quem acreditar nessa mentira vá para lá tomar.

  2. Eu queria ouvir um eleitor do novo governo defender sem agredir o outro, falar das conquistas do novo governo e o que tem sido de bom até agora? Pq só tenho visto aumento de preços, pessoas passando fome, falta de emprego, aliando-se ao centrão que até onde sei disse que não faria isso nunca..

  3. A únicas palavras que a boiada sabe escrever: “Ptralhas, Cuba, Venezuela, Coreia (não falam se é a do Norte ou do Sul, Paraíso, Lula e Dilma.
    Eu estudei o ensino fundamental em escola pública, o médio também (IF), superior (UF), graças a Deus, aprendi a escrever bem mais que essas palavras.
    Outras fontes de informação, um livro, as vezes é bom também.

    1. Para quem estudou tanto escrever "A únicas,"
      Torna-se perceptível que ocorreu um erro neste processo.

    2. As únicas palavras que a boiada sabe escrever: “Ptralhas, Cuba, Venezuela, Coreia (não falam se é a do Norte ou do Sul, Paraíso, Lula e Dilma.
      Eu estudei o ensino fundamental em escola pública, o médio também (IF), superior (UF), graças a Deus, aprendi a escrever bem mais que essas palavras.
      Outras fontes de informação, um livro, as vezes é bom também.*
      Pronto Boneca, resolvido.

    3. Eu não devia, mas vou te ajudar…

      Único
      Adjetivo
      1. de que só existe um no seu gênero ou espécie; que não tem outro igual.
      "cada obra-prima é única."
      2. que é um só; desacompanhado de outro.
      "tenho um único carro".

      Portanto, uma coisa que é "única", jamais estará no plural. Do contrário, deixará de ser única. Você pode reescrever a frase, dizendo: "a boiada sabe escrever apenas…". Mas jamais exigiria tanto de alguém cujo único objetivo é criticar.

  4. Vindo de uma ditadura, imagino como estao testando o tal remedio…. La devem impor a vacinacao sem comprovacao.

  5. Eita!!!!
    Agora os emprenhados pelos ouvidos deixam o Brasil rumo a Venezuela.
    Peguem o beco, xôooo

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Diversos

“Brasil não é ameaça, é porto seguro para milhares de venezuelanos”, rebate Governo em nota sobre acusação de Maduro

Foto: Reprodução/Instagram

Em nota nesta quarta-feira(17), o Brasil rebateu o governo Maduro de ser “ameaça para a região” em razão dos casos de coronavírus, e destacou que já acolheu “milhares de irmãos fugidos do socialismo venezuelano”.

“Além de todos os cuidados imediatos, os esforços incluem ações de interiorização, com encaminhamento para emprego, residência e reencontro com parentes e amigos”, finalizou a nota via Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

Opinião dos leitores

  1. Brasil "porto seguro"?
    Perguntem ao Queiroz.
    Aqui não há segurança nem no escritório do advogado da familícia.

  2. Não sou favorável às ações realizadas pelo governo atual, todavia, esse governo da Venezuela é a maior desgraça das últimas décadas na América do Sul. Ditador da pior espécie esse Maduro. Tudo que o governo brasileiro puder fazer para tirar esse tirano do poder, deve ser feito!

    1. Você não entendeu! Ameaça ao cuminismo.
      Foi isso que quis falar.

    2. O meu medo é que caminhemos para uma ditadura também, só que à direita, aqui no nosso Brasil. Uma parcela de cidadãos (cada vez menor, ainda bem) parece até querer essa aberração, sem ter consciência do que isso pode significar.
      Liguem os pontos.

    3. Para evitar a ditadura do governo atual também temos que afastar a hipótese de retorno do PT. Muitos ainda votariam no presidente atual se vissem que ele evitaria o PT de volta.
      Temos que, urgentemente, viabilizar um outro nome de um outro candidato que impeça a permanência do atual e o retorno no anterior. Eis o desafio!

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Política

Venezuela acusa Brasil de ser ameaça para a região em carta à ONU

Foto: REUTERS/4-5-2020

O governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, informou nesta terça-feira que enviou uma comunicação ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, acusando o governo do presidente Jair Bolsonaro de ser “negligente” no combate à pandemia da Covid-19 e afirmando que esta atitude “atenta contra toda a América do Sul”. A decisão do Palácio de Miraflores foi divulgada pelo chanceler Jorge Arreaza, na rede social Twitter.

Na mesma carta, publicada pelo chanceler chavista, a Venezuela pede a intervenção das Nações Unidas para exigir que o governo Bolsonaro “atue com responsabilidade”. “Hoje podemos afirmar, sem medo de errar, que o presidente Jair Bolsonaro e seu governo se transformaram no pior inimigo dos esforços para sair vitoriosos da pandemia da Covid-19 na América Latina e o Caribe”, diz o texto enviado às Nações Unidas. O Palácio de Miraflores menciona a troca de ministros da Saúde e a intenção do Brasil de, seguindo os passos do governo americano de Donald Trump, abandonar a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“A catástrofe sofrida pelo Brasil como consequência da Covid-19 afetará, sem dúvida, a Republica Bolivariana da Venezuela e todos os países da região… até o dia 15 de junho, a Venezuela registra 3.062 casos de coronavírus confirmados. Somente nos estados de fronteira, do lado brasileiro, se contabilizam 62 mil casos confirmados”. Na visão do governo Maduro, o Brasil hoje “carece de uma política coerente para a contenção na pandemia”.

Números questionados

A carta enviada pelo chanceler Arreaza causou surpresa entre membros da oposição venezuelana liderada por Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional (AN) não reconhecida pelo Palácio de Miraflores e nomeado por ela “presidente encarregado” do país. Atualmente, vários diplomatas do governo chavistas que foram expulsos pelo governo brasileiro se recusam a retornar para a Venezuela amparados por uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que menciona os riscos que estariam correndo se, de fato, abandonassem o país.

A oposição venezuelana acusa o governo Maduro de manipular as estatísticas oficiais da pandemia e o chavismo, desde o início da autoproclamada revolução bolivariana, em 1999, e de ter destruído o sistema público de saúde. Guaidó lançou programas de ajuda aos médicos venezuelanos e defende a criação de um governo de emergência para enfrentar a crise sanitária. Seus aliados já selaram acordos, entre outros, com a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS). Em paralelo, a oposição venezuelana resiste à convocação de eleições legislativas no fim deste ano com as mesmas autoridades eleitorais de sempre, controladas pelo chavismo.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Esse criminoso e tirano Venezuelano Deveria matar a fome do seu povo ao invés de estar falando nerds sobre o Brasil. Já passou da hora dos EUA matar esse bandido Que se denomina presidente da Venezuela e colocar no poder o verdadeiro presidente João Guaidó.

  2. Tenho a ligeira impressão que a Venezuela esqueceu de informar que o responsável pela ação foi decidida pelo STF e definiu que os governadores e prefeitos é quem deveria fazer todas as ações contra e epidemia e que o nosso presidente estaria fora destas ações, e que eles estão cumprindo com muita "eficiência" é só o STF mandar fazer uma auditoria, o que fatalmente não será feito.

  3. Tenho a ligeira impressão que a Venezuela esqueceu de informar que o STF definiu que os governadores e prefeitos é quem deveria fazer todas as ações contra e epidemia e que o nosso presidente estaria fora das desta epidemia.

  4. Ah, mundo louco! Maduro com medo de perder o título de ditador da América do Sul para o Capetão…

  5. Era só o que faltava! Kkk
    Olha as autarquias que ameaçam Bolsonaro!
    Isso é referência pra nada?
    Quando uma autarquia dessa fala de Bolsonaro, a exemplo do Lula, boulos, frutinha, entre outros, aí que veremos que estamos do lado certo.

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Economia

Com Governo impopular, Maduro abraça capitalismo e emigração da Venezuela desacelera

Maduro: depois de conduzir a economia do país ao precipício, o presidente venezuelano adotou uma certa medida de estabilidade (Carlos Barria/Reuters)

Carlos Viloria retornou à Venezuela no mês passado.

O advogado de 35 anos ficou cansado de trabalhar 15 horas por dia e de aguentar chefes abusivos como funcionário de um restaurante na Argentina por um ano e meio. Viloria estava entre os mais de 5 milhões de venezuelanos que deixaram o país nos últimos cinco anos na esperança de escapar de uma das piores catástrofes humanitárias do mundo.

Seu retorno também é emblemático. “Vou encontrar um emprego que me pague em dólares”, disse.

Depois de conduzir a economia do país ao precipício, o presidente Nicolás Maduro adotou uma certa medida de estabilidade. Ao permitir que os dólares fluíssem livremente e que a iniciativa privada florescesse nos últimos meses, Maduro parece ter dado nova vida ao regime. O líder venezuelano continua sendo muito impopular, mas a emigração começa a desacelerar, venezuelanos estão voltando e o governo está promulgando leis para tributar transações em dólares e permitir que empresas emitam dívidas em moedas estrangeiras.

Todos são sinais de que, apesar de uma turnê mundial triunfante, incluindo uma reunião na Casa Branca com o presidente dos EUA, Donald Trump, o líder da oposição Juan Guaidó está mais longe de derrubar Maduro do que há um ano, quando anunciou o plano e ganhou amplo apoio internacional.

Ajuda de aliados

Na época, muitos acharam que Maduro já era carta fora do baralho. Afinal, havia assumido o controle de um dos países mais ricos da região para arruiná-lo em meio à corrupção e má administração. Então, há um ano, os EUA atacaram Maduro com sanções contra o petróleo. O país sofreu um grande golpe e muitos acreditavam que não poderia sobreviver. Mas os que duvidavam não sabiam quanta ajuda Maduro obteria dos principais aliados para evitar sanções ou como adotaria uma versão do capitalismo de estado no estilo chinês.

“As economias dos países que nos ajudaram são capitalistas – China, Turquia e Índia”, disse David Paravisini, deputado na Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela aliado a Maduro. “Receber essa ajuda exige condições de liberalismo econômico. Foi o que a China fez para levar o país adiante. É o que temos que fazer.”

A nova abordagem inclui conversas secretas que Maduro teve com detentores de cerca de US$ 60 bilhões em títulos, alguns deles norte-americanos, oferecendo-se para atrelá-los a uma petroleira estrangeira que receberia os direitos sobre os campos de petróleo como forma de recuperar a dívida. A Venezuela possui as maiores reservas de petróleo conhecidas do mundo e, se esse acordo se concretizar, muitos investidores poderão obter lucros enormes.

Várias pessoas que se encontraram com Maduro recentemente e falaram sob condição de anonimato dizem que ele está mais confiante.

Bolívar desvalorizado

Durante o ano passado, o dólar se tornou a moeda não oficial da Venezuela, aparecendo nos cardápios de cafeterias e vitrines de lojas populares nos arredores do palácio presidencial. Em toda a capital, lojas repletas de champanhe francês, salmão selado a vácuo e queijo italiano Grana Padano apareceram onde antes havia comércios falidos. O bolívar, a moeda oficial, tornou-se inútil depois de anos de hiperinflação.

“O que vimos não foi uma liberalização, mas uma permissividade e, em alguns casos, uma estrutura legal que existia, mas não havia sido aplicada”, disse Tamara Herrera, economista-chefe da consultoria Síntesis Financiera, com sede em Caracas. “A necessidade surgiu devido à intensificação progressiva das sanções americanas. Os novos decretos mostram a fome fiscal e a vocação punitiva do governo.”

Exame

Opinião dos leitores

  1. Quem vai investir num pais desse?
    Será com o dinheiro do povo, criando empresas que, em um breve futuro, possam ser desestatização?

    1. Se o PT voltar pra presidência certamente nosso dinheiro vai bancar o governo da Venezuela a juros camaradas… Foi assim antes ou esqueceram?

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Diversos

Venezuela perde direito a voto na ONU

A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou que a Venezuela e outros seis países perderam seu direito a voto em 2020 por causa de dívidas relativas a suas contribuições para a entidade.

A lista também inclui Gâmbia, Lesoto e República Centro-Africana, na África; Tonga, na Oceania; e Iêmen e Líbano, no Oriente Médio. O porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, disse que outros três países – Comoros, São Tomé e Príncipe e Somália, todos na África – também estão em atraso, mas manterão o direito a voto até setembro.

O ministro venezuelano das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, pediu para a ONU voltar atrás na decisão e disse que o atraso nas contribuições do país se deve às sanções impostas pelos Estados Unidos.

“O embargo financeiro dos EUA fechou os caminhos bancários à disposição do Estado venezuelano para honrar seus pagamentos, violando abertamente o direito internacional”, afirmou o chanceler no Twitter.

A ONU pode suspender o direito a voto de membros que deixem de pagar suas contribuições em pelo menos dois anos consecutivos, desde que a situação não dependa de causas de força maior reconhecidas pela própria entidade.

Época Negócios

Opinião dos leitores

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Diversos

Itamaraty nega envolvimento brasileiro em ataque a bases militares na Venezuela

Foto: BRUNO MANCINELLE / AFP

O Ministério das Relações Exteriores negou, nesta segunda-feira, qualquer envolvimento brasileiro nos ataques a bases militares venezuelanas ocorridos no domingo, que deixaram um militar morto e outro ferido. A resposta veio depois que o ministro da Comunicação venezuelano, Jorge Rodríguez, acusou o Brasil de dar apoio aos grupos responsáveis pelos ataques a unidades militares no sul do país.

No Twitter, Jorge Rodríguez disse que os responsáveis pelo ataque “treinaram em acampamentos paramilitares amplamente identificados na Colômbia e receberam a colaboração desonesta do governo de Jair Bolsonaro”.

Rodríguez revelou que seis pessoas foram detidas e que algumas armas foram recuperadas: 83 fuzis AK-103, 60 granadas, um lançador de foguetes, uma bazuca, uma metralhadora e seis caixas de munição. Há uma operação em andamento para tentar capturar os demais responsáveis e reaver o armamento. Ao todo foram levados 112 fuzis, 120 granadas, três lançadores de foguetes, três metralhadoras, dez bazucas e dez caixas de munição.

Os ataques ocorreram na madrugada de domingo, quando um grupo de cerca de 12 indígenas da etnia pemón, liderados por um oficial desertor das Forças Armadas, atacou uma base de infantaria na região de Gran Sabana, no estado de Bolívar, que faz fronteira com o Brasil. Além das armas eles levaram um caminhão e fizeram um refém. Depois atacaram dois postos policiais na região, onde roubaram mais armas antes de tentar atacar mais uma guarnição militar, desta vez sem sucesso.

Na cidade de Luepa houve confronto com civis e militares, resultando na morte do soldado. Há relatos de que pelo menos um sargento tenha sido levado como refém. Segundo o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, a ação foi realizada por “setores extremistas da oposição”.

Relação difícil

No dia 14 de dezembro, o governo de Nicolás Maduro acusou dois parlamentares da oposição, Yanet Merín e Fernando Orozco, de tentar um golpe contra o presidente, algo que teria ocorrido com o apoio do presidente autoproclamado Juan Guaidó. De acordo com a versão oficial, o plano incluía a tomada de dois quartéis no estado de Sucre, algo que seria o primeiro passo para ações semelhantes em unidades em Caracas e outras regiões.

Outrora aliados, as relações entre Brasil e Venezuela mudaram de cara depois do impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016, e a chegada de Michel Temer ao poder. Com a eleição de Jair Bolsonaro, o Brasil reconheceu Juan Guaidó como presidente venezuelano e agiu para efetivamente isolar Nicolás Maduro.

O primeiro contato direto entre os dois governos só aconteceu em novembro, em meio à invasão da embaixada do país em Brasília. Na ocasião, o encarregado de negócios Freddy Meregote se encontrou com Maurício Correia, coordenador-geral de Privilégios e Imunidades. Isso em meio a uma crise migratória na fronteira do estado de Roraima com a Venezuela, com milhares de pessoas fugindo da grave situação econômica e social enfrentada pelo país.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. IGUAL A HISTÓRIA DO ÓLEO DERRAMADO NO MAR, QUE disseram que tinha sido "a" e depois "b", E ATÉ HOJE, COM TODOS OS RECURSOS E TECNOLOGIA, NÃO SE SABE QUEM FOI E NEM DE ONDE VEIO. OU NÃO QUEREM DIVULGAR A VERDADE E ESTÃO DEIXANDO O TEMPO PASSAR PRA CAIR NO ESQUECIMENTO.
    SHELL

  2. Maduro está igual ao pateta e aos petistas, desacreditado, sem moral, dinheiro (isso nove dedos tem), e precisando de uma boa surra e correr igual ao outro amigo do peito "Evo Morales", enfim, a história reserva para vcs um fim trágico. O socialismo bacana de vcs, já desapareceu faz tempo e as derrotas recentes vão levar vcs mais ainda para o buraco.

  3. Se teve envolvimento brasileiro, aí eu digo Só Faltava essa para completar as loucuras desse governo de vcs. Mas se for verdade, tudo bem, a turma Bolsonaro tem armas e coragem, pois eles que devem ir na linha de frente do combate, os quatro patetas, de uma coisa tenho certeza eles têm habilidades com armas, cresceram e são íntimos de milicianos e por isso que devem ir na linha de frente nos próximos combates, que com certeza, os venezuelanos não deixar barato.

    1. Será que não seria mais racional, você dizer que quem está fazendo isso, embora eu não concorde, está tentando salvar a população desse governo ditador, miserável, apoiado por lulaladrão. ?

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Diversos

Na Venezuela, sistema educacional entra em falência e alunos desmaiam de fome nas escolas

Foto: ADRIANA LOUREIRO FERNANDEZ / NYT

Centenas de crianças lotaram o pátio de uma escola na Venezuela para rezar, junto com um bispo católico, por sua educação. Quinze minutos depois, quando o religioso terminou sua reza, cinco crianças haviam desmaiado. Duas delas precisaram ser removidas do local em ambulâncias.

Os desmaios na escola primária de Boca de Uchire se transformaram em algo regular, pois muitos alunos vão para as aulas sem ter tomado café da manhã ou jantado na noite anterior. Em outras escolas, os alunos procuram saber se haverá comida antes de decidir se comparecerão ou não às atividades do dia.

— Não é possível educar pessoas esqueléticas e famintas — disse Maira Marín, professora e líder sindical da cidade.

A devastadora crise econômica que toma conta da Venezuela há seis anos está afetando o sistema educacional do país. Outrora, a educação pública era a menina dos olhos dos venezuelanos e fazia com que o país tivesse uma das maiores mobilidades sociais da América Latina. Em um passado não tão longínquo, até mesmo crianças de áreas remotas tinham boas chances de ingressar nas melhores universidades do país.

A fome é apenas um dos vários problemas que as atrapalham neste momento. Milhões de venezuelanos abandonaram o país nos últimos anos, desfalcando o número de professores e estudantes. Muitos dos educadores que continuam na Venezuela se viram forçados a mudar de profissão, pois seus salários tornaram-se praticamente sem valor após anos de hiperinflação. Escolas que antes tinham milhares de alunos hoje têm menos de cem.

O colapso do sistema educacional do país não está apenas condenando uma geração inteira à pobreza, mas arrisca também fazer retroceder em décadas o desenvolvimento e reduzir severamente o potencial de crescimento, afirmam especialistas e professores.

— Uma geração inteira está ficando para trás — disse Luis Bravo, que pesquisa educação na Universidade Central da Venezuela, em Caracas. — O sistema educacional de hoje não permite que as crianças se tornem membros relevantes da sociedade.

O governo de Nicolás Maduro parou de divulgar suas estatísticas educacionais em 2014, mas visitas a mais de dez escolas em cinco estados, além de entrevistas com dezenas de pais e professores, indicam que o comparecimento à escola despencou neste ano. Muitos centros de ensino também estão fechando suas portas.

A situação é uma grande vergonha para o autoproclamado governo socialista, que há muitos anos prega a inclusão social. A situação contrasta com a de outros países nos quais dirigentes venezuelanos sempre disseram se inspirar — Cuba e Rússia. Tanto Moscou quanto Havana foram capazes de proteger seu ensino básico e os alunos durante os piores momentos das crises econômicas que enfrentaram nos anos 1990.

O comparecimento à escola começou a reduzir logo após Maduro chegar ao poder, em 2013. A queda no preço do principal produto de exportação da Venezuela, o petróleo, combinado aos fracassados esforços do governo para controlar o custo de vida fizeram com que a economia local ingressasse em uma recessão da qual ainda não conseguiu sair.

Algumas crianças venezuelanas estão ficando em casa porque muitas escolas pararam de fornecer refeições ou porque seus pais não podem mais arcar com os custos de uniformes, materiais escolares ou até mesmo com a passagem do ônibus. Outras se juntaram a seus pais em uma das maiores crises imigratórias recentes: segundo a ONU, cerca de quatro milhões de pessoas já abandonaram o país desde 2015.

De acordo com o sindicato nacional dos professores, milhares dos 550 mil educadores venezuelanos não compareceram às escolas em setembro, quando o ano letivo atual teve início. Eles abriram mão de seu salário mensal de US$ 8 (cerca de R$ 33,92) para tentar a sorte no exterior ou em minas ilegais de ouro , algo em ascensão no país.

No estado de Zulia, o mais populoso da Venezuela, cerca de 60% dos 65 mil professores abandonaram a profissão nos últimos anos, segundo estimativas do dirigente do sindicato local de professores, Alexander Castro:

— Eles nos dizem que preferem trabalhar pintando unhas por alguns dólares a trabalhar por um salário mínimo — disse Castro.

Para que as escolas continuem funcionando, os professores que permanecem geralmente ensinam todas as matérias ou juntam, em uma mesma sala, alunos de séries diferentes. Quase todas as 12 escolas visitadas reduziram suas jornadas de funcionamento. Algumas delas abrem apenas um ou dois dias na semana.

No vilarejo de Parmana, no centro do país, apenas quatro dos 150 alunos matriculados foram à escola em outubro. De idades variadas, os estudantes se sentavam na mesma sala sem eletricidade, praticando assuntos diversos desde o alfabeto até álgebra, ensinados por um único professor que buscava encorajá-los com um sorriso abatido.

O restante das crianças da região se juntou aos seus pais na agricultura e nos barcos de pesca para ajudar a alimentar suas famílias.

Recentemente, em Maracaibo, segunda maior cidade do país, um letreiro na fachada de uma escola sem eletricidade dizia: “Por favor, venham às aulas, mesmo sem uniformes”. Na entrada, as crianças perguntam aos professores se há comida antes de decidirem se irão ou não assistir às aulas.

Os banheiros da maior escola da cidade nem sequer funcionam mais. Projetada para atender a 3 mil alunos, hoje o centro de ensino tem apenas 100.

Em Santa Bárbara, subúrbio de Caracas, metade dos professores de uma escola não voltou às aulas em setembro. O diretor se viu forçado a convocar pais voluntários para que os alunos pudessem continuar a ter aulas. No outro lado da capital, em Rio Chico, metade das classes estão vazias por falta de estudantes e educadores. Quando os alunos chegam, perguntam primeiro sobre a merendeira, disseram os professores restantes.

As medidas populistas de Chávez, no entanto, focavam mais na quantidade de estudantes que na qualidade de sua educação. Conforme os cofres públicos se esvaziavam, seu programa educacional foi por água abaixo.

Mesmo frente à queda no comparecimento, Maduro continuou a afirma que seu governo estava focado nos gastos com a educação, apesar da “brutal guerra comercial” realizada por seus inimigos.

— Na Venezuela, nem sequer uma escola fechou ou irá fechar. Nenhuma sala de aula — disse o presidente, em um discurso televisionado em abril. — Nós nunca negaremos acesso à educação.

Para aumentar o número de professores, Maduro prometeu, em agosto, enviar milhares de integrantes do partido governista para as salas de aula. Especialistas em educação, no entanto, disseram que poucos desses militantes adicionarão algum valor pedagógico ou serão, de fato, enviados às escolas.

Ao mesmo tempo, o número de professores de verdade está diminuindo. A quantidade de graduados no principal centro de treinamento de professores do país, a Universidade Pedagógica Experimental Libertador, caiu 70% entre 2014 e 2018.

Ao, na prática, dolarizar a economia venezuelana, Maduro permitiu neste ano que muitos funcionários públicos conseguissem uma renda extra ao cobrar em dólares por seus serviços. Isso, no entanto, trouxe poucos benefícios para os professores da rede pública de ensino em lugares mais pobres, onde as famílias de alunos têm pouco acesso a moedas estrangeiras.

Em Boca de Uchire, a família Caruto parou de mandar suas crianças para a escola quando o refeitório não funciona.

— Eu não posso enviá-los para a escola com fome — disse José Luis Caruto, que está desempregado e é pai de duas crianças.

Sua irmã, Yuxi, de 17 anos, foi a última da família a parar de frequentar a escola, já que não conseguia arcar com os custos da passagem de ônibus. Ela tentou retomar seus estudos em um centro comunitário local, mas os professores pararam de aparecer na segunda semana de aula. Agora, ela passa os dias cuidando do filho de 1 ano.

— Eu quero aprender matemática, saber ler e escrever rapidamente. Eu tenho medo de não saber respoder quando o meu filho crescer e começar a fazer perguntas. Agora, no entanto, nós nem temos o que comer — disse Yuxi.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. É o começo de um Holocausto oficial autorizado por nossa Esquerda silenciosa. Ou seria um Holodomor bolivariano? Pobres crianças! Pobres pais que não têm de onde tirar alimento, roupas e remédios para os filhos. É uma tragédia humana. É muito triste.

  2. Acho que é essa o modelo de escola que Fátima quer trazer pra cá, já que refutou a instalação de qualquer escola militar no estado do RN.

  3. Onde estão os socialistas de araque, safados comunistas, petistas analfabetos e por aí vai? Sei que o cabeça (nove dedos) está na rua, com o tesão a mil, as contas nos paraísos fiscais repleta do que ele gosta (dinda) e tem um bando de bestas querendo defender o marginal.

  4. Essa é a realidade do socialismo, TODOS IGUAIS NA MAIS ABSOLUTA MISÉRIA!
    NUNCA foi diferente em lugar nenhum do mundo onde o socialismo virou forma de governo.
    Pobre povo venezuelano que se deixou ENCANTAR PELA MENTIRAS REPETIDAS de seu soberano e ditador que PROMETEU O CÉU e está entregando a MISÉRIA em todos os sentidos.

    1. Todos iguais, nada, meu fi. Sempe tem os "mais iguais que os outros". A alta nomenklatura e seus associados vivem como nababos. Lá são os boliburgueses e enchufados.

  5. Esse deve ser a copia do programa assistencialista fome zero petista implantado na Venezuela. Muitas cotas, bolsa ração, educacao de primeira segundo a propaganda. Afinal, povo zumbi e morto nao tem fome. Nao demoraria tanto para acontecer aqui no país, pra os nossos doutrinadores educadores entenderem o resultado da desgraca da propaganda que eles tanto pregam como sendo boa. Aqui no RN, estes mesmos doutrinadores pedagogos nao quebram mais a porta da governadoria, sinal que estao felizes e nao podem reclamar da qualidade da educacao do RN e dos salarios. Enquanto isso Paloci delata mais alguns petista…

  6. Era o exemplo que o FDP do ladrao condenado Lula Queria trazer para o nosso país , cadê que esses vermes PTralhas passeam ou querem turistar na VENEZUELA???

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Política

VÍDEO: Evo Morales se irrita e se enrola com questionamento de jornalista: “Por que não foi à Venezuela em vez de vir ao México?”

Evo Morales, que em 2006 foi eleito o primeiro presidente indígena da Bolívia, está em um quarto de um hotel na Cidade do México, com uma intensa agenda de entrevistas e chamadas telefônicas.

Comenta que manteve seu velho hábito de levantar-se de madrugada desde que chegou ao México como asilado político, depois de renunciar à Presidência da Bolívia e denunciar um golpe de Estado no país, na semana passada.

Em uma franca e por vezes acalorada entrevista com a BBC News Mundo, Morales afirma que “a OEA (Organização dos Estados Americanos) também é responsável pelo golpe de Estado” e que o governo que assumiu a Bolívia é uma ditadura que terá resistência de movimentos sociais e indígenas.

Entrevista na BBC no fim de semana vem repercutindo desde então.

Entrevista completa abaixo, com registro de desentendimento no fim:

Opinião dos leitores

  1. Isso é perguntado a todos os nossos políticos do PT que gosta muito de viajar, pq não a Venezuela???? Kkkkkk

  2. A pergunta que está sem resposta até hoje: "Qual a razão dos defensores da igualdade nunca vão passar férias em países socialistas ou comunistas?" .
    Todos sabem que não existe "dinheiro público" e sim DINHEIRO ARRECADADO DOS IMPOSTOS.
    Quando um socialista ou comunista tem que sair do poder, vão se distrair nos países capitalistas que eles discursam contra, gastando os recursos que guardou proveniente dos recursos públicos que agora são dele para viver desfrutando tudo de melhor do mundo capitalista.
    Alguma dúvida? Está aí o exemplo e a prova mais recente da história.

  3. É.. e porque não levou Fátima e os outro do PT para lá.. sei não… esta turma esquerdista adora a burguesia européia e norte americana com seus caviars, champanhes, queijos e vinhos, Sim… o México fica na America do Norte, muito longe de Deus e muito perto dos Estados Unidos… O interessante foi que passou despercebido que a soltura do condenado por corrupção em três instâncias e por nove juízes, recebeu o livramento arranjado pelo STF justamente na semana que se comemorava a derrubada do Muro de Berlim, prova cabal e irrefutável do fracasso das idéias totalitárias e comunistas da seita petista.

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Diversos

“Repudiamos a interferência de atores externos”, diz Bolsonaro, sobre atos na Embaixada da Venezuela no Brasil

Foto: Reprodução

Além da nota divulgada pelo GSI a respeito da confusão na embaixada da Venezuela em Brasília, o próprio Jair Bolsonaro acaba de se manifestar sobre o episódio em sua página no Facebook.

“Diante dos eventos ocorridos na embaixada da Venezuela, repudiamos a interferência de atores externos”, escreveu.

“Estamos tomando as medidas necessárias para resguardar a ordem pública e evitar atos de violência, em conformidade com a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

    1. Nao ha nada de doido na comunicacao. Porem vi muita loucura e sandice por parte de deputados do PT e pessoal da CUT interferir em algo que nao parece ser da competência deles. Vi apenas o fato desse pessoal de partido e sindicato apoiar a segunda maior ditadura da America do Sul com violencia.. isso sim é falta de decoro e preocupante.

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Política

“O Presidente da República jamais tomou conhecimento e, muito menos, incentivou a invasão da Embaixada da Venezuela”, informa gabinete

Foto: Reprodução

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República acaba de divulgar nota sobre a confusão na embaixada venezuelana em Brasília.

Eis a íntegra:

“Diante dos fatos desagradáveis que estão acontecendo na Embaixada da Venezuela, em Brasília, esclarecemos o seguinte:

– como sempre, há indivíduos inescrupulosos e levianos que querem tirar proveito dos acontecimentos para gerar desordem e instabilidade;

– o Presidente da República jamais tomou conhecimento e, muito menos, incentivou a invasão da Embaixada da Venezuela, por partidários do Sr. Juan Guaidó;

– as forças de segurança, da União e do Distrito Federal, estão tomando providências para que a situação se resolva pacificamente e retorne à normalidade.”

O Antagonista

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Diversos

PF aponta que navio grego acusado de vazamento saiu da Venezuela; embarcação ficou atracada no país vizinho por três dias

FOTO: CARLOS EZEQUIEL VANNONI/AGÊNCIA PIXEL PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O navio de bandeira grega suspeito de ser a origem do óleo que atingiu praias de todos os estados da região Nordeste saiu da Venezuela, onde ficou atracado por três dias, antes do vazamento ocorrer em alto mar. Nesta sexta-feira, a Polícia Federal deflagrou uma operação em endereços ligados à empresa grega para obtenção de dados sobre a embarcação e sua tripulação.

“A embarcação, de bandeira grega, atracou na Venezuela em 15 de julho, permaneceu por três dias, e seguiu rumo a Singapura, pelo oceano Atlântico, vindo a aportar apenas na África do Sul. O derramamento investigado teria ocorrido nesse deslocamento”, afirma a Polícia Federal.

A partir de imagens de satélite, as investigações identificaram uma mancha inicial de petróleo cru a aproximadamente 700 quilômetros da costa brasileira no dia 29 de julho, de extensão ainda não calculada. Isso permitiu identificar um único petroleiro que navegou pela área suspeita na data provável do vazamento.

A PF concluiu não haver indicação de outro navio “que poderia ter vazado ou despejado óleo, proveniente da Venezuela.” De acordo com a Marinha, a embarcação chegou a ficar detida nos EUA por quatro dias, devido a “incorreções de procedimentos operacionais no sistema de separação de água e óleo para descarga no mar”.

As investigações coincidem com levantamentos de especialistas da Petrobras e da Universidade Federal da Bahia, que, embora não imputem culpa ao país vizinho, concluíram que o óleo é proveniente de campos venezuelanos. A PF afirma que o navio grego está vinculado a uma companhia de mesma nacionalidade, que não teve o nome divulgado. As investigações seguem para identificar a propriedade do petróleo transportado pelo navio.

O blog Radar adiantou que a principal suspeita do vazamento já recaía sobre navios-tanque que trafegam em alto mar sem rastreamento. É cada vez mais recorrente a prática de se desligar os transmissores para que os navios não possam ser rastreados por satélite com o intuito de burlar as barreiras e tarifas. É o chamado off transponder, que configura uma verdadeira frota crescente de “petroleiros piratas”.

Nesta sexta-feira, são cumpridos dois mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, expedidos pela 14ª Vara Federal Criminal de Natal, em sedes de representantes e contatos da empresa grega no Brasil, que não teve o nome divulgado. Foram solicitadas diligências para a obtenção de dados adicionais sobre a embarcação e sua tripulação.

“Há fortes indícios de que a empresa, o comandante e tripulação do navio deixaram de comunicar às autoridades competentes acerca do vazamento/lançamento de petróleo cru no Oceano Atlântico”, afirmam os procuradores da República no RN Cibele Benevides e Victor Mariz. Por isso, pediram os mandados de busca e apreensão.

Segundo o MPF, os responsáveis pelo vazamento devem responder nas esferas cível (com o pagamento de multas e indenização por danos morais) e penal pelo crimes de poluição e por terem deixado de comunicar o incidente às autoridades.

Desastre ambiental

O derramamento de óleo que atingiu as praias de todos os nove estados nordeste é considerado o maior do gênero em extensão. Até 29 de outubro, foram registradas manchas em 94 municípios e 264 localidades. Foram encontrados 107 animais afetados pelo óleo, com 81 mortes. Cerca de 70% dos animais contabilizados eram tartarugas marinhas.

A reação demorada e confusa ao desastre ambiental faz o governo passar do papel de vítima à condição de vilão do problema. Foi apenas em 5 de outubro, ou mais de um mês depois do primeiro sinal de alerta, que o presidente Jair Bolsonaro acionou a Polícia Federal, a Marinha e os órgãos ambientais do governo para investigar as causas do vazamento e os responsáveis por ele.

Procuradores do Ministério Público Federal na região foram à Justiça acusar o governo foram à Justiça acusar o governo de omissão e pedir que ele fosse compelido a acionar o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo, uma espécie de protocolo que lista procedimentos a ser adotados em emergências. Para o MPF, a União foi omissa ao demorar a tomar medidas de proteção ao meio ambiente e não atuar de forma articulada na região.

A crise também ganhou contornos políticos. Enquanto as manchas de óleo se multiplicavam, a conhecida animosidade do Palácio do Planalto com os governadores do Nordeste — quase todos de esquerda — ganhou novo combustível com a cobrança por um apoio efetivo de Brasília. O ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) trocou farpas com o governador baiano Rui Costa (PT) e ouviu de Paulo Câmara (PSB-PE) que a reação federal era improvisada. O chefe da pasta também atacou o Greenpeace ao sugerir que a entidade não participa dos mutirões de limpeza e insinuou.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Agora é guerra! O governo prometeu boicotar a mitologia e o iogurte gregos. E, daqui a pouco, o presida vai postar um vídeo de beijo grego, mostrando a prática que será proibida em todo território nacional.

  2. Parabéns ao traficante de petróleo Nicolás Maduro que nos deu esse presente grego, conseguiu sujar os nossos mares com o petróleo Venezuelano, empurrando pra miséria ribeirinho, catador de caranguejo, pescador e garçom. E o irresponsável do Lula ainda teve coragem de pedir voto pra essa criatura.

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