Indicação de ‘Democracia em vertigem’ ao Oscar polariza redes sociais: ‘ficção e fantasia’, publicou PSDB

Foto: Divulgação

A indicação do filme “Democracia em vertigem” da diretora Petra Costa ao Oscar de melhor documentário, nesta segunda-feira, polarizou as redes sociais. Perfis de direita ironizaram a nomeação do longa que traça um panorama das condições políticas que levaram ao impeachment de Dilma Rousseff a partir do olhar pessoal de Petra. Já perfis mais alinhados ao campo da esquerda comemoram a indicação.

O perfil oficial do PSDB no Twitter ironizou a conquista da cineasta brasileira: “Parabéns à diretora Petra Costa pela indicação de melhor ficção e fantasia por Democracia em Vertigem”.

Já a conta do ex-presidente Lula comemorou a presença de “Democracia em vertigem” na premiação mais importante da indústria cinematográfica do mundo: “Viva o cinema nacional! A verdade vencerá”, postou.

Parabéns, @petracostal, pela seriedade com que narrou esse importante período de nossa história. Viva o cinema nacional! A verdade vencerá.

Diretor de cinema e apoiador do presidente Jair Bolsonaro, Josias Teófilo enxergou a escolha como uma mensagem política: “‘Democracia em Vertigem’ vai ganhar o Oscar de documentário. Essa será a mensagem da Academia para Bolsonaro, assim como foi o prêmio de Cannes para Bacurau”.

Anota aí: Democracia em Vertigem vai ganhar o Oscar de documentário. Essa será a mensagem da academia para Bolsonaro, assim como foi o prêmio de Cannes para Bacurau.

Por outro lado, o diretor Kleber Mendonça Filho celebrou a projeção que o longa ganhará com a nomeação, e defendeu o ponto de vista apresentado pela diretora na produção. “A História cínica do Brasil recente para o mundo inteiro ver, em detalhes”, escreveu.

A História cínica do Brasil recente para o mundo inteiro ver, em detalhes. Dilma e Lula no Dolby Theater com Petra? Democracia em Vertigem é uma lapada de verdade no Golpe. Parabéns Petra e equipe!

A página oficial do Movimento Brasil Livre (MBL), postou uma mensagem dizendo que o filme é “uma farsa gigantesca que ignora milhões de brasileiros que foram às ruas contra o maior escândalo de corrupção da história”.

Democracia em Vertigem, uma farsa gigantesca que ignora milhões de brasileiros que foram às ruas contra o maior escândalo de corrupção da história, acaba de ser indicado ao Oscar.

Já o perfil do PT defendeu que o longa mostra os “bastidores do golpe contra a presidenta” Dilma Rousseff assim como “a prisão arbitrária” de Lula.

Filme de Petra Costa mostra os bastidores do golpe contra a presidenta @dilmabr, assim como a prisão arbitrária de @LulaOficial e a ascensão de Jair Bolsonaro.

Ao GLOBO, o secretário especial de Cultura, Roberto Alvim, afirmou que “se fosse na categoria FICÇÃO, estaria correta a indicação”. Segundo Alvim, a nomeação “só mostra como a guerra cultural está sendo travada não só aqui, mas em âmbito internacional”.

O filme de Petra Costa concorre com “Indústria americana” (EUA), que é produzido pelo casal Obama, “For sama” (Reino Unido e Síria), “Honeyland” (Macedônia do Norte) e “The cave” (Tailândia e Irlanda). Todas as indicações da categoria são definidas pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood — diferentemente de Melhor Filme Internacional, por exemplo, que têm obras sugeridas pelos países (o Brasil havia indicado “A vida invisível”, que ficou fora da pré-lista).

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Leonardo disse:

    Eu tenho vergonha dessa farsa ser indicada! Isso demonstra uma bancada totalmente esquerdista! Como podem terem alegria quando a maior rede de corrupção já vista no País é ignorada! Ridículo! Patético esse documentário! Como existem pessoas com deficiência de caráter no Brasil e no Mundo! É lamentável!

  2. Luiz Moreira disse:

    Impeachment foi pouco para quem tanto mal fez ao Brasil, destruindo a economia. Prisão seria bem mais justo.

  3. Ujuara disse:

    Interessante: Não lembro de ter lido algo sobre indicação a algum prêmio do documentário 1964 – "O Brasil entre armas e livro". Será que o conteúdo não é compatível…

  4. Nono Correia disse:

    PSDB saiu do sarcófago para criticar o documentário, mas infelizmente (para eles), não podem, a exemplo do que fizeram no Brasil, impor à imprensa dos EUA uma narrativa fantasiosa para justificar um golpe. Acharam que iam ferir de morte a democracia e a história não iria se impor, como sempre acontece. Canalhas vão ficar nus perante o mundo.

  5. Capitão decapita disse:

    LULA SEMPRE MELHOR PRESIDENTE DO BRASIL….CHORA BOLSOTRALHAS….MARGINAIS E MILICIANOS

  6. Zuca disse:

    Luladrão e Dilma deixaram muitos com vertigem.

  7. Zanoni disse:

    Luladrão em vertigem.

  8. Minion alienado disse:

    Minions queriam que o documentário sobre o Astrólogo de Carvalho fosse relevante 😂 A narrativa que vocês querem construir é totalmente falsa.

  9. Greg disse:

    – Alô Galvão!
    – Fala Tino!
    – Sentiu!

  10. Everton disse:

    O brasileiro deveria estar é comemorando a indicação… obra nacional!

    • Bento disse:

      Comemorar uma mentira, tá de brincadeira.
      Essa história jamais seria um documentário, totalmente desvirtuada, se fosse real sobre o que aconteceu o gênero correto seria policial.
      Policia e bandidos com Sérgio Moro como protagonista. O enrredo correto seria sobre um partido que se apoderou do Brasil e implantou corrupção generalizada.
      Uma vergonha essa película bancada por alguém ligada a Andrade Gutierrez.
      Isso sim é a maior prova de feike News.

  11. Ricardo Fraches disse:

    Pode chamar de ficção, de comédia, do que quiserem. A verdade é que Democracia em Vertigem concorre ao Oscar na categoria DOCUMENTÁRIO. E não importa o resultado. É a PRIMEIRA vez que o país é indicado na categoria com um documentário totalmente brasileiro. Engulam nossa alegria.

    • Leonardo disse:

      Nossa alegria?? eu tenho vergonha dessa farsa ser indicada! Isso demonstra uma bancada totalmente esquerdista! Como podem terem alegria quando a maior rede de corrupção já vista no País é ignorada! Ridículo! Patético esse documentário!

  12. Ricardo Carvalho disse:

    Petrolão em vertigem! kkkkkkkkkk

Senado aprova por 68 votos a 10 a indicação de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República

Foto: Pedro França/Agência Senado

Em votação secreta, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (25), por 68 votos a 10, a indicação de Augusto Aras para chefiar a Procuradoria-Geral da República. Para ser aprovado, um indicado à PGR precisa de pelo menos 41 votos. Dos 81 senadores, dois faltaram e um se absteve.

Aras foi escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para ser o sucessor de Raquel Dodge à frente do Ministério Público Federal. Com a aprovação do Senado, Aras ficará no cargo pelos próximos dois anos.

Antes da votação no plenário principal do Senado, Aras passou por uma sabatina de mais de cinco horas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. No colegiado, recebeu 23 votos favoráveis e somente 3 contrários.

Com a aprovação no Senado, será marcada uma data para a posse de Aras como chefe do MPF.

Logo após a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), assinou mensagem que, segundo o senador, será “imediatamente” encaminhada ao Palácio do Planalto, para comunicar ao presidente a aprovação do indicado.

Ao lado de Aras, Alcolumbre cumprimentou o subprocurador e desejou “êxito” ao aprovado. “Muita sorte na condução da PGR, para que possamos juntos pacificar o Brasil”, disse o presidente da Casa.

Aras deixou o Senado sem falar com a imprensa.

Sabatina

Na sabatina, Aras ressaltou que terá uma atuação independente no comando da PGR e que a operação Lava Jato é um “modelo de excelência” e um “marco” na história do país, mas deverá passar por “correções”.

“A Lava Jato é um marco, traz boas referências. Mas é preciso que nós percebamos que toda experiência nova traz dificuldades. Sempre apontei os excessos, mas sempre defendi a Lava Jato. A Lava Jato é resultado de experiências anteriores. Esse conjunto de experiências gerou um novo modelo, passível de correções”, afirmou Aras.

Ele foi questionado por senadores sobre o fato de seu nome não constar na lista tríplice elaborada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) com sugestões para o cargo de procurador-geral. Desde 2003, o presidente da República escolheu um procurador dentro da lista, o que não ocorreu desta vez. Apesar de outros presidentes terem respeitado a lista tríplice, essa não é uma exigência legal.

“Não há alinhamento no sentido de submissão a nenhum dos Poderes, mas há evidentemente o respeito que deve reger as relações entre os Poderes e suas instituições. […] Eu asseguro a Vossas Excelências que não faltará independência a esse modesto indicado”, disse Aras.

Vazamentos

Aras defendeu ainda, durante a sabatina, a “unidade institucional” do Ministério Público e condenou o vazamento de informações sobre investigações conduzidas pela instituição. De acordo com ele, os vazamentos, que atingiram diversos políticos nos últimos anos, “violam a privacidade e a dignidade da pessoa humana”.

O novo procurador-geral disse ainda que o MP não deve “condenar por condenar” nem “perseguir” na sua atuação.

Aras afirmou ainda ser favorável à prisão após condenação em segunda instância porque, segundo ele, “o nosso processo civilizatório exige.” Entretanto, defendeu o direito dos condenados a recursos e a habeas corpus.

O procurador-geral afirmou ainda que o MPF “tem o dever de zelar pelas minorias”, mas também pelas “maiorias que são tratadas como minorias porque são sub-representadas, como mulheres e afrodescendentes.”

Ele também defendeu o direito de índios explorarem terras demarcadas através de agricultura e mineração.

Perfil

Augusto Aras é subprocurador-geral da República, especializado nas áreas de direito público e direito econômico. Tem 60 anos. Nasceu em Salvador (BA), em 4 de dezembro de 1958.

Como entrou na carreira do Ministério Público Federal (MPF) em 1987, antes da promulgação da Constituição Federal, Aras pôde optar por atuar no Ministério Público e manter suas atividades como advogado.

Integrantes do órgão que ingressaram na carreira após a Constituição não possuem esse direito. Se for aprovado pelo Senado, deverá devolver à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a carteira de advogado.

Aras é doutor em direito constitucional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2005); mestre em Direito Econômico pela Universidade Federal da Bahia (2000); graduado bacharel em Direito pela Universidade Católica do Salvador (1981). Atualmente é professor da Universidade de Brasília (unB)

Ingressou no MPF em 1987, como procurador da República e atualmente é subprocurador-geral da República. Como subprocurador, atuou nas câmaras das áreas constitucional, penal, crimes econômicos e consumidor. É o atual coordenador da 3ª Câmara da PGR, que cuida de temas econômicos.

Função

Cabe ao procurador-geral da República chefiar o Ministério Público da União por dois anos. O MPU abrange os ministérios públicos Federal, do Trabalho, Militar, do Distrito Federal e Territórios.

O procurador-geral tem a função de representar o Ministério Público no Supremo Tribunal Federal (STF) e, às vezes, no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Também desempenha a função de procurador-geral eleitoral.

No STF, o procurador-geral tem, entre outras prerrogativas, a função de propor ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) e ações penais públicas.

Cabe ao procurador-geral, também, pedir abertura de inquéritos para investigar presidente da República, ministros, deputados e senadores. Ele também tem a prerrogativa de apresentar denúncias nesses casos.

O PGR pode ainda criar forças-tarefa para investigações especiais, como é o caso do grupo que atua na Operação Lava Jato. Também pode encerrá-las ou ampliá-las.

O PGR, contudo, não é o chefe no sentido clássico. Existe a independência funcional dos membros, não sendo possível fazer um controle hierárquico no âmbito do Ministério Público.

G1

 

CCJ do Senado aprova indicação de Augusto Aras para comandar a Procuradoria-Geral da República

O subprocurador Augusto Aras na chegada à CCJ do Senado para sabatina na manhã desta quarta-feira (25) — Foto: Pedro França/Agência Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (25), por 23 votos a 3, a indicação de Augusto Aras para o cargo de procurador-geral da República. O nome dele foi encaminhado ao Senado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Para ser efetivado, o nome da Aras precisa ainda passar pelo plenário do Senado, em votação que deve ocorrer ainda nesta quarta. Ele necessita, no mínimo, do voto favorável de 41 dos 81 senadores.

Na CCJ, Aras, que atualmente é subprocurador da República, passou por uma sabatina de mais de 5 horas.

Ele ressaltou que terá uma atuação independente no comando da PGR e que a operação Lava Jato é um “modelo de excelência” e um “marco” na história do país, mas deverá passar por “correções”.

“A Lava Jato é um marco, traz boas referências. Mas é preciso que nós percebamos que toda experiência nova traz dificuldades. Sempre apontei os excessos, mas sempre defendi a Lava Jato. A Lava Jato é resultado de experiências anteriores. Esse conjunto de experiências gerou um novo modelo, passível de correções”, afirmou Aras.

Ele foi questionado por senadores sobre o fato de seu nome não constar na lista tríplice elaborada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) com sugestões para o cargo de procurador-geral. Desde 2003, o presidente da República escolheu um procurador dentro da lista, o que não ocorreu desta vez. Apesar de outros presidentes terem respeitado a lista tríplice, essa não é uma exigência legal.[

“Não há alinhamento no sentido de submissão a nenhum dos Poderes, mas há evidentemente o respeito que deve reger as relações entre os Poderes e suas instituições. […] Eu asseguro a Vossas Excelências que não faltará independência a esse modesto indicado, disse Aras.

Críticas à antecessora

Na comissão, Aras também criticou a sua antecessora, Raquel Dodge, cujo mandato à frente da PGR terminou no último dia 17.

Ele disse que Dodge assinou uma série de portarias ao deixar o cargo que impedem o futuro procurador-geral de gerir o órgão.

De acordo com Aras, as portarias assinadas por Dodge “exoneraram a elite da PGR”, mas também serviram para manter nos cargos “pessoas que eram da confiança” dela.

“Distribuíram as pessoas mais amigas da PGR por órgãos que mantivessem o poder da PGR bem definido. Outras portarias limitaram o poder do futuro PGR. Outras portarias administrativas proveram cargos para serem ocupados na gestão do futuro PGR, ou seja, inovou-se de tal forma que a ex-PGR queria simplesmente que o futuro PGR não gerisse nada, simplesmente ele recebesse um título, e a gestão se fizesse nos termos da vontade da sua excelência, que é uma pessoa a quem eu tenho respeito”, afirmou Aras.

O indicado para a PGR disse ainda que vai revisar as portarias e revogar aquelas que atrapalharem, na visão dele, a gestão do órgão.

G1

 

VÍDEO: “Acho que dei sorte, acho que escolhi o melhor”; o “desabafo” de Bolsonaro sobre a indicação do novo PGR

Logo após a repercussão da indicação de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República, nessa quinta-feira(06), o presidente Jair Bolsonaro dirigiu-se até a famosa grade e falou com seus apoiadores.

Bolsonaro pediu voto de confiança e disse saber o que está fazendo. O presidente pediu para dar um tempo para o novo PGR, e comparou nova parceria com casamento. Confira abaixo o “desabafo”.

Bolsonaro admite rever indicação de Eduardo para embaixada em Washington

Foto: AMANDA PEROBELLI / REUTERS/12-8-2019

O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta terça-feira o parecer da Consultoria do Senado que considerou nepotismo a indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho, para a Embaixada do Brasil em Washington. Segundo Bolsonaro, os pareceres da Casa tem “viés político” e são elaborados “de acordo com o interesse do parlamentar”. O presidente admitiu, contudo, que pode recuar da indicação se perceber que não há votos suficientes.

— As consultorias, elas agem de acordo com o interesse do parlamentar. É igual na redação, que vocês aprenderam. “Faça uma matéria sobre Jesus Cristo”. Você pergunta: “Contra ou a favor?”. Assim que vocês aprenderam na universidade. Aqui é a mesma coisa. Então, tem um viés político nessa questão. O que vale para mim é uma súmula do Supremo dizendo que nesse caso não é nepotismo — disse Bolsonaro, ao sair do Palácio da Alvorada.

Questionado sobra a possibilidade de desistir da indicação, em caso da possibilidade de derrota, o presidente afirmou que “tudo é possível” na política e que não quer submeter seu filho a um “fracasso”.

— Você, por exemplo, está noivo. A noiva é virgem. Vai que você descobre que ela está grávida. Você desiste do casamento? Na política, tudo é possível. Eu não quero submeter o meu filho a um fracasso. Acho que ele tem competência.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucas disse:

    Nenhum bolsonarista para aplaudir??? Nossa, já vivemos tempos melhores aqui no blog…

Bolsonaro diz que indicação do Brasil como aliado dos EUA extra-Otan é “muito bem-vinda”

O presidente Jair Bolsonaro encontrou-se em março deste ano com o presidente Donald J. Trump, dos Estados Unidos da América. – Alan Santos / PR

Jair Bolsonaro comemorou hoje a indicação do Brasil como aliado preferencial dos Estados Unidos extra-Otan, oficializada ontem por Donald Trump.

“Nós tratamos isso na última viagem que eu fiz aos EUA, conversei com o Trump sobre a nossa intenção. A ideia dele era até nos colocar, mas teria que mexer no estatuto, dentro da Otan. Já se cogita entre os integrantes essas mudanças no estatuto, mas por enquanto é muito bem-vinda a nossa participação como grande aliado extra-Otan. Facilita em algumas coisas, o mais importante é a questão de defesa”, disse Bolsonaro.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Araújo disse:

    Bem melhor de que com Cuba e Venezuela.

Trump elogia indicação de Eduardo Bolsonaro para embaixada

Foto: Reprodução/Eduardo Bolsonaro/Instagram

A repórter Raquel Krähenbühl, da GloboNews, perguntou a Donald Trump o que ele achava de Jair Bolsonaro ter indicado o filho Eduardo para ser embaixador do Brasil em Washington.

O presidente dos EUA deu a entender que não sabia da indicação, mas a elogiou: “grande escolha”. Afirmou que conhecia Eduardo e que, provavelmente, havia sido por isso que Bolsonaro o indicou.

Questionado sobre nepotismo, Trump disse achar que não era o caso e acrescentou que o deputado federal ajudara muito seu pai na campanha.

O Antagonista e Globo News

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Julia disse:

    Claro o cara sabe fritar hambúrguer afinal.

Bolsonaro anuncia a indicação de Tarcísio Gomes de Freitas para o Ministério da Infraestrutura

Jair Bolsonaro acaba de anunciar a indicação de Tarcísio Gomes de Freitas para o Ministério da Infraestrutura.

Atualmente, ele ocupa o cargo de secretário de Coordenação de Projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do governo Michel Temer – na cota do general Sergio Etchegoyen.

Consultor legislativo da Câmara, Freitas é formado pelo Instituto Militar de Engenharia e foi diretor-geral do DNIT.

Atuou também como engenheiro do Exército, foi chefe da seção técnica da Companhia de Engenharia do Brasil na missão da ONU no Haiti e coordenador-geral de auditoria da área de transportes da CGU.

O Antagonista

Toffoli pede ao comandante do Exército indicação de novo assessor para o STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministro Dias Toffoli — Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, pediu ao comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, a indicação de um novo assessor para o STF.

O atual assessor especial de Toffoli, general Fernando Azevedo e Silva, assumirá o Ministério da Defesa no governo de Jair Bolsonaro.

Toffoli quer que o novo indicado o auxilie, no STF e no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em análises e políticas voltadas para a área de segurança.

Diálogo com as Forças Armadas

Conforme o blog antecipou em setembro, Toffoli fez o gesto de convidar um militar para assessorá-lo no STF para manter aberto o diálogo com as Forças Armadas.

Antes mesmo de assumir o comando do STF, procurou Eduardo Villas Boas para pedir a indicação de um nome para a assessoria pessoal.

O general atendeu ao pedido e apontou um nome de confiança dele para trabalhar ao lado do novo presidente da Corte, o de Azevedo e Silva, que havia entrado recentemente para a reserva compulsória.

Andréia Sadi – G1

Bolsonaro pede às Forças Armadas indicação para Ministério da Defesa

Foto: ABr

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), contornou uma situação que poderia lhe render a primeira crise no Governo, a partir de janeiro, e no setor que mais admira: as Forças Armadas. Querido por muitos na Marinha, Aeronáutica e, em especial, no Exército (de onde é egresso), o general Augusto Heleno não é, no entanto, uma unanimidade no Estado Maior como indicado para ministro da Defesa.

Em agenda de emergência, oficialmente mostrando prestígio com as Forças, mas nos bastidores apagando incêndio, Bolsonaro visitou os três comandantes e solicitou que indicassem, então, um nome de consenso para o Ministério da Defesa. Apesar de uma pasta civil, o cargo é controlado pela turma do quepe.

Para driblar a situação delicada, coube ao General Heleno se antecipar e soltar à mídia que prefere ser nomeado para o comando do Gabinete de Segurança Institucional.

Coluna Esplanada

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Doidinho do pão

  2. João Augusto Oliveira disse:

    Nunca vi General se curvar à Capitão. Nem aqui, nem alhures…

    • Paulo disse:

      Ele é o Presidente! Todos lhe devem respeito pela posição que conquistou! Não é um Capitão agora é um Presidente!

  3. realmadriddepiumgenerico disse:

    A casa da mãe Joana. O bolsodoido é um joguete. Faz barulho mas não manda nada e não é respeitado. Triste do poder que não pode.

    • Barcelona disse:

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Quer que faça lista dos ministro do PT FICHA SUJA?
      Sabe qual era o critério do seu PT para nomear ao cargo de ministro? Ser corrupto e apoiar a corrupção. Se isso serve para você, chegou a hora de ir morar em Cuba. A partir de agora lugar de corrupto é na cadeia e seus apoiadores trabalhando, vai ter que produzir.
      Segue o choro…

    • Chico disse:

      Só porque vai abrir a caixa preta do BNDES? Agora entra no bolo até a criadagem de luladrão. Kkkkkkk

    • Bolinha disse:

      Aí fica difícil, se trabalha em parceria na base do diálogo é doido e não manda nada, se faz sozinho é prepotente, intolerante e ditador, de modo que é bom Jair se acostumando que o Brasil tem jeito e tem tudo pra ser uma grande nação. PT nunca mais. Tchau corruptos.

    • Patricia disse:

      O amigo Barcelona ta enganado…lugar de corrupto agora é na vaga de ministro do Mito dele.

Novo ministro do STF vem do STJ

Dilma Rousseff convidou nesta segunda (10), o ministro Teori Zavascki, do STJ, para ocupar a vaga aberta no STF com a aposentadoria de Cezar Peluso. O convite foi aceito e a novidade foi informada ao presidente do Supremo, ministro Carlos Ayres Britto.

Nascido na cidade de Faxinal dos Guedes, em Santa Catarina, Zavascki tem 64 anos. Chegou ao STJ em 2003. Antes, fora desembargador do TRF da 4a Região, sediado em Porto Alegre.

A posse no STF está condicionada à aprovação do Senado, que não costuma contrariar a vontade do Planalto. Após sabatina do indicado na Comissão de Justiça, o nome sera submetido a votação no plenário.

Zavascki é o 3 ministro do STF indicado por Dilma, Luis Fux e Rosa Weber foram os outros 2, Fux também veio do STJ e o Weber do TST.

Investigação contra Desembargadores no TRE envolve o Deputado Henrique Alves

Reportagem de Paulo Nascimento no Diário de Natal de hoje destaca que o Deputado Henrique Alves também está sendo investigado por irregularidades em nomeações no TRE. Segue:

Além da apuração de infração disciplinar que corre no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desde o fim de abril, os desembargadores Expedito Ferreira de Souza (vice-presidente do Tribunal de Justiça), João Rebouças e Francisco Saraiva Sobrinho, (presidente do Tribunal Regional Eleitoral do RN), têm seus trabalhos dentro da Justiça Eleitoral investigados pela Procuradoria Geral da República (PGR). Também está incluído nas investigações de supostas irregularidades no TRE o deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB). O processo está sob análise do procurador-geral da República Roberto Gurgel desde quando foi encaminhado à Brasília pela Superintendência da Polícia Federal no RN, em novembro do ano passado. A PGR apura a responsabilidade dos três desembargadores e do deputado federal em “supostas irregularidades verificadas em nomeações para cargos no TRE-RN”, segundo afirmou a assessoria de comunicação da PGR.

Segundo uma fonte que tem acesso ao processo, o deputado Henrique Alves seria acusado de nomear indicados para gabinetes no TRE, e desfrutar de uma relação estreita com o desembargador João Rebouças, que incluiria trocas de favores. A fonte afirma que o processo se refere, ainda, a possíveis indicações ao cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), da parte do parlamentar. No entanto, o teor do processo está sob segredo de Justiça, e não pode ser disponibilizado para a imprensa. Informada a respeito, a assessoria da PGR disse que não poderia se pronunciar acerca de detalhes do processo.

Com a confirmação de que mais três desembargadores estão sob investigação, chega a cinco a quantidade de magistrados que tem indícios de irregularidades apurados em seus trabalhos, totalizando um terço da Corte do Tribunal de Justiça do RN (TJ-RN). Além de Expedito Ferreira, Saraiva Sobrinho e João Rebouças, são investigados pelo CNJ os desembargadores Rafael Godeiro e Osvaldo Cruz. Ambos também têm inquérito em desfavor aberto no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em virtude da suposta participação de nos desvios de recursos orquestrados por Carla Ubarana na Divisão de Precatórios do TJ-RN enquanto foram presidentes do TJ.

O desembargador Saraiva Sobrinho preside o TRE-RN desde o dia 2 de setembro do ano passado, quando assumiu a vaga deixada pelo desembargador Vivaldo Pinheiro, atual vice-presidente da Corte. Entre 2008 e 2010 o tribunal eleitoral esteve sob o comando de Expedito Ferreira. O terceiro desembargador suspeito de irregularidades, João Rebouças, apesar de nunca ter presidido o TRE é bastante cotado nos bastidores da justiça potiguar para assumir o posto hoje ocupado por Saraiva Sobrinho. Rebouças também já chegou a ocupar interinamente funções no tribunal, como quando substituiu o então corregedor regional eleitoral, desembargador Cláudio Santos, na sessão extraordinária de 10 de agosto de 2008.

A reportagem procurou os desembargadores para que comentassem sobre a representação que encontra-se na PGR. O presidente do TRE, Saraiva Sobrinho, encontrava-seem Brasília para tratar de assuntos relacionados ao processo eleitoral, enquanto que João Rebouças e Expedito Ferreira não foram localizados. O deputado Henrique Alves também foi procurado, mas não atendeu as ligações da reportagem.

Fonte: Diário de Natal

Do Blog: Esse Blogueiro teve conhecimento do e-mail que denunciou a PF esse possível tráfego de influência dento do TRE, vamos aguardar o final da investigação.  Se for comprovado o envolvimento dos citados podemos afirmar sem dúvidas que o Deputado Henrique Alves é um homem de muitas influências dentro do judiciário Potiguar.

A sangria dentro do mundo do mundo jurídico do RN está longe de acabar, podem anotar.

Indicados de Walter Alves voam no Governo

Na política todos sabem que quem apoia um determinado político em uma campanha vencedora para o Poder Executivo tem como “brinde” uma participação no primeiro escalão. Isso vale pra Prefeitura, Governo e Presidência. Em todo canto funciona assim.

Pois bem, nas eleições 2010, o PMDB praticamente todo apoiou a reeleição do então governador Iberê Ferreira de Souza. Praticamente, porque o deputado estadual Walter Alves, também conhecido como Waltinho, optou por seguir o PMDB do pai Garibaldi Alves e apoiar a então senadora Rosalba Ciarlini. Como consequência à campanha vitoriosa, o político conseguiu emplacar nomes para a Secretaria de Estado de Turismo (Sectur) e na Companhia Potiguar de Gás (Potigas).

Mas nesses 15 meses da Rosa a frente do Governo do Estado, nenhuma das indicações conseguiu, de fato, fincar os pés no cargo. Ramzi Elali e Saulo Carvalho deixaram seus cargos respectivamente na Sectur e Potigas e pelo visto não foi por incompetência ou por problemas com a governadora, e sim com o próprio indicador Walter Alves.

Fontes ligadas aos indicados e ao PMDB revelaram que, fora a falta de prestígio, problemas também com o deputado estadual, motivaram suas respectivas saídas. Que tanto Saulo, quanto Ramzi, não conseguiram atender aos anseios do parlamentar. Resumindo? Os dois terminam não durando muito nos cargos.

O blog sabe que Ramzi Elali já estava insatisfeito com a geladeira que vinha tomando do governo, sendo excluído em vários pontos, mas no caso de Saulo Carvalho, que vinha fazendo um grande trabalho? Porque será que ele saiu? Inclusive, temos informações que de grandes amigos, Waltinho e Saulo ultimamente nem se falam mais.

Fato: todo mundo que o peemedebista indica, simplesmente, está voando. Porque será?

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sauloalves disse:

    E NA FUNDAC ? SÃO TRES PRESIDENTES EM UM ano?

  2. Ricardo disse:

    Caos em Emaús, BR-101 desde as 14h o semaforo encontra-se desligado, causando um grande transtorno e congestionamento, mesmo a Policia Rodoviaria tendo sido contactada, até o momento continua transtorno.