Site de relacionamentos extraconjugais faz propaganda usando o Cristo

Estadão – O outdoor de um site de relacionamentos, especializado em relações extraconjugais, está provocando polêmica na cidade. A propaganda tem a imagem do Cristo Redentor ao lado dos dizeres: “Tenha um caso agora! Arrependa-se depois”. A Arquidiocese encaminhou o assunto para o departamento jurídico e estuda as medidas que tomará.

Arquidiocese encaminhou o assunto para o departamento jurídico e estuda as medidas que tomará

“A Arquidiocese repudia com veemência essa propaganda com uso do Cristo, cujo direito de imagem pertence à Cúria. Ainda mais num anúncio que prega o adultério”, afirmou o porta-voz da Arquidiocese, Adionel Carlos da Cunha.

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As redes sociais feitas para trair chegam ao Brasil e já fazem sucesso

Veja

Nos últimos três meses, aportaram no Brasil três redes sociais com uma proposta inusitada: facilitar a traição conjugal. Juntas, a canadense Ashley Madison, a americana Ohhtel e a holandesa Second Love contam com cerca de 12 milhões de usuários ao redor do mundo. No Brasil, já reuniram mais de 500.000 pessoas – 70% são homens –, interessadas em aventuras facilitadas pelos mecanismos próprios desses sites. Por exemplo: os serviços garantem que os movimentos de seus usuários jamais deixam rastros. “A internet potencializa fantasias de relações fugazes. A esse ambiente, esses novos serviços adicionam uma blindagem, que esconde interessados e os encoraja a buscar aventuras”, afirma a psicóloga Margareth Volpi, fundadora do instituto Volpi & Pasini, explicando a rápida disseminação dos serviços no país.

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Rede Social para facilitar o Chifre chega ao Brasil

Tem rede social para tudo hoje, né? Pois uma nova acaba de desembarcar no Brasil. Após trabalhar num site para mulheres encontrarem homens ricos, a brasileira Laís Ranna, que mora nos EUA, veio ao País para lançar um serviço para encontrar amantes.

A rede social Ohhtel, já presente nos EUA, é um local para encontrar alguém para colocar um “chifre” em namorado, namorada, marido, esposa… Laís defende a prática, dizendo que salva relacionamentos:

“É uma opção ao divórcio. Se a pessoa está em um casamento de longo prazo e o parceiro perdeu o interesse sexual, ela tem três escolhas: continuar casada numa vida de castidade; um divórcio, dividindo filhos, bens etc. ou procurar sexo em outro lugar. É aí que a gente entra, oferecendo uma maneira mais discreta e segura”, disse à Folha.

Segundo estudo feito pelo site antes de abrir a versão brasileira, nada menos do que 15 milhões de brasileiros estão num casamento sem sexo.

A executiva diz que há segurança no serviço. Dados pessoais e fotos só são visualizadas por usuários que tiverem autorização. E o pagamento – homens têm de desenbolsar R$ 60 – não é discriminado na fatura do cartão de crédito. Mas cuidado, nem Laís garante 100%:  “Quando se trata de internet as garantias são sempre muito vagas.”

Informações do Link Estadão: