Empresa lança no Brasil site para mulheres que querem trair seus parceiros

Foto: iStock

Entra em operação hoje no Brasil um site voltado para mulheres casadas em busca de casos extraconjugais. O diferencial do Eveeda em relação a outras plataformas de traição já existentes, tais como o Ashley Madison, é a proporção igualitária entre homens e mulheres usuários. Segundo informações divulgadas pela marca, o algoritmo do site garante que, para cada mulher cadastrada, um novo homem pode entrar.

Além disso, para elas o serviço é gratuito. Já os homens, para participarem, devem adquirir um pacote de associação completo para enviar mensagens. O valor mínimo é de R$ 150 ao mês.

Penélope Nova é embaixadora do serviço. “Adoro novidades e o que me chamou a atenção foi o fato de este ser um serviço voltado para mulheres. A traição sempre existiu, inclusive a feminina. No entanto, os homens tinham mais permissão para admitir, ainda que indiretamente, que viviam relacionamentos extraconjugais. Já as mulheres são mais julgadas”, opina.

“Quando uma mulher quer trair, ela tem menos opções do que o homem: precisa recorrer a um colega de trabalho, um ex-namorado, alguém da academia. Isso a deixa vulnerável, porque são pessoas conhecidas e que podem colocar a estrutura de vida dela a perder, caso sejam descobertas. Com a tecnologia, fica mais fácil manter seus dados em sigilo, o que aumenta a sensação de proteção”, diz Penélope.

Segundo pesquisa feita pela marca com 700 pessoas, a principal motivação daqueles que buscam o serviço é a insatisfação sexual. A maioria diz que ama o cônjuge, mas que suas necessidades sexuais são incompatíveis. Muitos também garantem que desejam manter a família unida para agradar os filhos e apreciam a estabilidade financeira oferecida pelo casamento.

Outro destaque da plataforma, segundo a empresa, é que, ao deletar o perfil do site, todas as “pistas” deixadas pela usuária são deletadas, inclusive as mensagens trocadas com o eventual parceiro.

UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LEANDRO disse:

    Rapariga é rapariga…….não precisa de sites especiais…….

  2. Suely disse:

    É o fim… Um instrumento que poderia ser usado para outras conquistas, essa tal internet, vai destruir o mundo!

  3. Ceará-Mundão disse:

    Sobre os comentários qua sugerem uma "associação" entre "chifres" e certa ideologia política, cabe destacar que a coisa tem certa lógica. Que ideologia defende abertamente a descriminalização das drogas, a liberação do aborto, a pedofilia, as performances" públicas de cunho sexual (apelidadas de manifestações artísticas e culturais), as passeatas gays e tudo o que se faz publicamente por lá (alguém por aqui já procurou ver um pouco?), o enfraquecimento da família tradicional (inclui-se aqui o pátrio poder) e tudo o que se relaciona com perversão sexual, degradação moral e por aí vai? Claro que, onde há seres humanos, haverá desvios e más condutas. Mas, dá prá entender de que lado a "putaria" (perdoem o termo chulo) é muito mais frequente e bem-vinda. Kkkkkkkkkk

  4. Fagner disse:

    A coisa tá tão pirada no Brasil que agora a galera politizar até chifre…. Kkkkkkkk

  5. Sérgio disse:

    Quer dizer que mulheres fascistas ou de direita não colocam chifres? Faz-me rir…

    • Bento disse:

      Por favor vem com respeito exclua o fascista.
      Tem culpa nois se você é de esquerda.

  6. Sanderson BBB. disse:

    Nos dias de hoje, nem precisa de site.
    É ao vivo mesmo.
    Cara, a cara.

  7. Bento disse:

    Mais um lançamento de quem tem mãe na zona.
    Muita coincidência na chegada por aqui da mãe dos esquerdopatas.

  8. Ujuara disse:

    Ultimamente está aparecendo de tudo para destruir as famílias. Não me admira que esse site tenha sido desenvolvido pelos esquerdopatadas integrantes do Fórum de São Paulo. Só essa galera tem esse interesse de revirar o mundo de ponta cabeça.

  9. Antonio Turci disse:

    Putaria deveria ter limites. Mas, como exigir decência do putismo? Difícil. O Apocalipse está cada vez mais perto……

  10. Gustavo disse:

    Mundo desmantelado.

Crise de ciúmes entre parceiros acaba com morte de professor em São Gonçalo

Diário de Natal

Um professor identificado como Francisco das Chagas Silva, 39 anos, foi assassinado com um golpe de foice no pescoço por volta das 18h dessa quinta-feira (10), no sítio Campina, no município de São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal.  De acordo com a polícia, o acusado pelo crime foi identificado como João Maria da Silva, 45 anos, parceiro da vítima, que alega ter cometido o crime como legitima defesa.

Segundo a polícia, o acusado disse que estava sentado na calçada de sua residência, quando uma mulher passou em frente e o paquerou. Após o flerte, o professor ficou revoltado com a situação e partiu para cima de João Maria com uma foice. Na ocasião, ele disse que conseguiu tomar a arma do parceiro e desferiu um golpe que atingiu o pescoço de Francisco das Chagas.

A polícia disse que o golpe foi tão violento que por pouco a vítima não foi decapitada. Apesar de ter cometido o homicídio, João Maria ainda ligou para a emergência pedindo resgate de seu companheiro, que morreu de forma instantânea.

Após o crime, populares revoltados amarraram João Maria em um poste e começaram a espancá-lo. A polícia chegou ao local por volta das 19h e conseguiu evitar mais um homicídio.

O acusado foi encaminhado para a delegacia de plantão Zona Norte, onde confessou que havia toma uma lata de cana com seu companheiro antes do crime. João Maria ainda disse que o professor sofria de surtos de depressão.

As redes sociais feitas para trair chegam ao Brasil e já fazem sucesso

Veja

Nos últimos três meses, aportaram no Brasil três redes sociais com uma proposta inusitada: facilitar a traição conjugal. Juntas, a canadense Ashley Madison, a americana Ohhtel e a holandesa Second Love contam com cerca de 12 milhões de usuários ao redor do mundo. No Brasil, já reuniram mais de 500.000 pessoas – 70% são homens –, interessadas em aventuras facilitadas pelos mecanismos próprios desses sites. Por exemplo: os serviços garantem que os movimentos de seus usuários jamais deixam rastros. “A internet potencializa fantasias de relações fugazes. A esse ambiente, esses novos serviços adicionam uma blindagem, que esconde interessados e os encoraja a buscar aventuras”, afirma a psicóloga Margareth Volpi, fundadora do instituto Volpi & Pasini, explicando a rápida disseminação dos serviços no país.

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