O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) criticou as últimas administrações pela situação de abandono das feiras livres de Natal. O parlamentar ainda lembrou o caso do Mercado das Rocas, que está paralisado para reforma desde 2008, ainda durante a gestão do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT).
“O Mercado das Rocas é mais um exemplo de obra inacabada e irresponsabilidade administrativa da gestão anterior e de incapacidade gerencial da atual administração [da prefeita Micarla de Sousa (PV)]”, disse Rogério Marinho durante o programa “Pensar Natal” exibido nesta quarta-feira (26) na 96 FM.
O tucano destacou a importância cultural das 22 feiras livres da cidade e lamentou o descaso da Prefeitura.
“As feiras reúnem a nossa tradição cultural e gastronômica. Infelizmente as últimas administrações têm sido absolutamente omissas e isso tem se refletido na degradação que as feiras livres estão submetidas na cidade”, concluiu Rogério.
O chamado “Gastômetro de Lula”, ferramenta criada pelo jornal O Estado de S. Paulo para contabilizar medidas de impacto fiscal anunciadas pelo governo federal em ano eleitoral, alcançou R$ 354 bilhões. O novo levantamento inclui o perdão de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs), anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A medida pode provocar impacto de até R$ 12 bilhões nas contas públicas. O levantamento reúne iniciativas como linhas de crédito, subsídios, benefícios sociais e renúncias fiscais anunciadas ou ampliadas pelo governo.
Os R$ 354 bilhões não representam apenas despesas já realizadas. O cálculo também considera financiamentos, receitas tributárias que deixarão de ser arrecadadas e medidas ainda não implementadas.
Especialistas alertam que a ampliação dos benefícios pode pressionar as contas públicas e elevar o endividamento após as eleições.
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) confirmou, nesta quarta-feira (14), sua participação no debate promovido pelo Grupo Bandeirantes, marcado para domingo (18), às 20h. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, também confirmou presença.
O encontro será o primeiro confronto direto entre os dois candidatos na disputa presidencial de 2026, após a definição do 2º turno das eleições.
O debate terá transmissão ao vivo pela Band TV, BandNews TV, rádios BandNews FM e Bandeirantes, além do YouTube do Band Jornalismo, site da emissora e plataforma Bandplay.
A transmissão também contará com a participação de um grupo de veículos parceiros, formado pelas TVs Gazeta, Cultura, Jovem Pan e pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo a Band, a definição da data ocorreu após reuniões da direção de jornalismo com representantes das campanhas. A emissora ainda mantém contato com as equipes dos candidatos para estabelecer as regras e o formato do confronto.
Uma van identificada com a marca do Ministério da Educação (MEC) foi flagrada buscando estudantes no comitê de campanha do presidente Lula (PT), em Brasília, na tarde desta terça-feira (13). Os jovens haviam participado da gravação de um vídeo eleitoral divulgado nas redes sociais do petista. O caso foi registrado pela Folha de S.Paulo.
Segundo a reportagem, os estudantes deixaram o comitê por volta das 17h e aguardaram na calçada até a chegada do veículo. A equipe da Folha filmou o embarque. Uma das participantes afirmou que o grupo era formado por estudantes de escolas e universidades.
Na gravação com Lula, os jovens aparecem ao lado do presidente durante o anúncio do Pé-de-Meia Universitário, proposta de campanha que prevê pagamentos mensais de R$ 700 e depósitos anuais de R$ 2.500 para estudantes do ensino superior.
Questionada sobre a presença de um veículo com identificação do governo federal em uma atividade eleitoral, a campanha de Lula afirmou que a van foi contratada por um particular junto à empresa BS Transportes e Serviços e não estava a serviço do MEC naquele horário.
A assessoria do Ministério da Educação também declarou que o episódio não tem relação com a pasta. Não há, até o momento, comprovação de que recursos públicos tenham sido utilizados no transporte dos estudantes.
O episódio ocorreu a 12 dias do 2º turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro.
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avisaram a interlocutores do governo Lula e do PT que não apoiariam um pedido de suspeição contra o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, em processos envolvendo o partido. Diante da resistência, a proposta perdeu força entre dirigentes petistas. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, publicada nesta quarta-feira (14).
Integrantes da campanha de Lula discutiam a possibilidade de pedir o afastamento de Kassio dos julgamentos relacionados à propaganda eleitoral. Na avaliação de lideranças do PT, decisões do ministro estariam favorecendo Flávio Bolsonaro (PL), adversário do presidente no 2º turno.
Um dos principais motivos da insatisfação foi a decisão que determinou a suspensão por 48 horas do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones. A medida provocou reação entre integrantes da campanha petista.
Segundo a coluna, a maioria dos dirigentes e advogados envolvidos nas discussões passou a considerar o pedido de suspeição um desgaste político desnecessário. Além da resistência dos ministros, pesou a avaliação de que a iniciativa poderia recolocar o Judiciário no centro da disputa eleitoral.
A mudança recente na composição do TSE também influenciou o recuo. O ministro Antônio Carlos Ferreira, que costumava se alinhar a Kassio, deixou a Corte e foi substituído por Sebastião Reis, alterando o equilíbrio interno do tribunal.
Apesar disso, a possibilidade de apresentar o pedido não foi completamente descartada. Alguns integrantes da campanha ainda defendem a medida como forma de demonstrar insatisfação com as decisões do presidente do TSE.
Kassio Nunes Marques nega favorecer qualquer candidatura. Segundo o ministro, suas decisões seguem os entendimentos da Justiça Eleitoral, e as críticas à sua atuação representam tentativas de intimidação.
CANALHAS não querem sair do poder de jeito nenhum. Do jeito que esta indo só uma intervenção de Paises democraticos e independentes contra essa “democracia” de mentiras.
A Estátua da Liberdade da loja Havan, em Natal, foi alvo de pichação na madrugada desta terça-feira (13), por volta das 3h20. O empresário Luciano Hang divulgou um vídeo nas redes sociais denunciando o episódio e anunciou uma recompensa de R$ 10 mil por informações que ajudem a identificar o responsável.
Segundo Hang, a estátua foi pichada com frases ideológicas. O empresário atribuiu o ato a um militante de esquerda e criticou o vandalismo. “Não podemos deixar que atos como esses fiquem impunes”, afirmou.
Informações que possam ajudar na identificação do autor podem ser repassadas pelo telefone 0800 517 0051.
A comediante Carol Delgado desembarca em Natal no próximo dia 18 de outubro (domingo), às 19h, com o espetáculo de stand-up comedy “Energia Feminina”, no Auditório Praiamar Arena. Conhecida pelo humor ácido e pelas observações afiadas sobre o cotidiano, a artista apresenta um show que mistura comédia, improviso e participação do público. Os ingressos já estão à venda pelo site Ingresso Digital.
Com uma abordagem irreverente, “Energia Feminina” propõe desconstruir os clichês e as expectativas sociais sobre o comportamento feminino. No palco, Carol Delgado transforma situações comuns em histórias divertidas, questionando, com ironia e autenticidade, as regras invisíveis que tentam definir o que é ser mulher.
O espetáculo combina o formato tradicional do stand-up com uma novidade: o quadro “SUPER FLOP”, inspirado nos programas de auditório que marcaram a televisão brasileira nas décadas de 1990 e 2000. A proposta é transformar a apresentação em uma experiência interativa, na qual a plateia deixa de ser apenas espectadora e passa a fazer parte das situações apresentadas.
Durante o quadro, o público poderá participar de jogos, dinâmicas e situações inusitadas, que vão desde cobranças de pensão atrasada e dúvidas amorosas até conselhos para casais e apresentações de talentos improváveis. Tudo acontece ao vivo, com espaço para improvisações, surpresas e convidados especiais, tornando cada sessão uma experiência diferente.
Entre reflexões sobre relacionamentos, padrões de comportamento e as contradições da vida moderna, Carol Delgado aposta na identificação com o público para provocar gargalhadas. Com uma linguagem direta e sem receio de abordar temas considerados delicados, a comediante transforma experiências e frustrações do cotidiano em entretenimento.
Mais do que um espetáculo de humor, “Energia Feminina” é apresentado como um convite para rir das cobranças sociais, das expectativas alheias e das situações que fazem parte da vida real. A apresentação em Natal promete reunir humor, música, espontaneidade e muita interação com a plateia.
A realização é da Non Stop e Viva Entretenimento.
Serviço
Espetáculo: Carol Delgado em “Energia Feminina”
Data: 18 de outubro de 2026 (domingo)
Horário: 19h
Local: Auditório Praiamar Arena – Natal/RN
Ingressos: À venda pelo site Ingresso Digital
Realização: Non Stop e Viva Entretenimento
Manifestantes chicotearam um boneco com o rosto da deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) durante um ato de apoio ao presidente Lula (PT), realizado no domingo (11), em Goiânia (GO). A representação da parlamentar foi pendurada em um mastro, acompanhada de uma placa com a frase “Sinhá Zanatta no tronco”.
A manifestação ocorreu uma semana após a deputada comemorar sua reeleição, no dia 4 de outubro, segurando um chicote durante uma caminhada com apoiadores em Santa Catarina. Na ocasião, Zanatta afirmou que o objeto fazia referência à expressão regional “foi de relho”, utilizada para representar uma vitória expressiva.
Após a repercussão das imagens do protesto de domingo, a parlamentar criticou a encenação e afirmou ser vítima de intolerância política. “Imaginem se fosse uma parlamentar de esquerda sendo representada dessa forma”, declarou.
O canal de WhatsApp “Exército do Lula”, coordenado pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG), foi retirado do ar na noite desta terça-feira (13), após determinação do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. A ferramenta reúne mais de 4 milhões de inscritos e é utilizada para divulgar conteúdos de apoio à candidatura do presidente Lula (PT).
A suspensão ocorreu após uma ação apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que questionou a regularidade do canal. Inicialmente, Nunes Marques determinou a interrupção integral das atividades até que a ferramenta fosse formalmente registrada na Justiça Eleitoral.
A campanha de Lula realizou o registro nesta terça-feira, e o ministro reconheceu o cumprimento da exigência. No entanto, estabeleceu que o canal só poderá retomar suas atividades após o prazo de 48 horas previsto em resolução do TSE, desde que sejam observadas as regras de identificação do responsável pela propaganda eleitoral.
A defesa de Lula informou que o registro foi realizado apenas para cumprir a determinação judicial e não representa o reconhecimento de que o canal seja administrado pela campanha. Segundo os advogados, a ferramenta foi criada e é gerenciada por Janones, sem supervisão direta da candidatura.
A controvérsia também provocou divergências no TSE. O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, defendeu que a discussão sobre o funcionamento do canal seja submetida ao plenário da Corte, diante da proximidade do 2º turno das eleições.
Nas redes sociais, Janones criticou a suspensão e afirmou que o canal nunca divulgou notícias falsas. O deputado também questionou o momento em que a ferramenta foi retirada do ar, durante a votação sobre o fim da escala 6×1.
O Rio Grande do Norte está entre os cinco estados que foram alvo, nesta quarta-feira (14), da Operação Bifronte, deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG). A ação investiga uma organização criminosa suspeita de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, com bloqueio patrimonial determinado de até R$ 187 milhões.
Ao todo, foram cumpridos 46 mandados judiciais em Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Goiás, Santa Catarina e São Paulo. São 23 mandados de prisão, 20 de busca e apreensão e três de recolhimento domiciliar com monitoramento eletrônico.
A Justiça também determinou duas difusões vermelhas pela Interpol e a transferência de dois investigados para o sistema penitenciário federal.
As medidas patrimoniais atingem 69 pessoas físicas e jurídicas e incluem o sequestro imediato de 11 imóveis localizados em Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Bahia, além de uma aeronave.
Segundo as investigações, a organização criminosa atuava na aquisição de drogas provenientes da Bolívia e do Peru, responsáveis pelo abastecimento de uma rede de transporte e distribuição em território brasileiro. O grupo também é investigado por movimentação de recursos financeiros e ocultação de patrimônio.
Os investigados poderão responder, conforme suas participações, pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal não detalhou quantos mandados foram cumpridos especificamente no Rio Grande do Norte nem informou a identidade dos investigados no estado.
A FICCO/MG reúne a Polícia Federal, a Polícia Civil, a Polícia Militar e a Polícia Penal de Minas Gerais.
Ministro André Mendonça determinou a remoção imediata das postagens feitas pelo presidente Lula.
Foto: Carlos Moura/SCO/STF
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta terça-feira (13) a remoção imediata de postagens feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pela coligação Brasil Pronto Pra Mais nas redes sociais X e Instagram. As publicações tratavam da proposta de corte de gastos do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), apelidada pelo senador de “tesouraço”.
Pela decisão, as plataformas têm o prazo de três horas para efetivar a retirada dos conteúdos. Em caso de descumprimento ou de novas postagens com a mesma temática, foi fixada uma multa diária de R$ 10 mil ou por nova publicação.
A medida jurídica foi tomada após Flávio Bolsonaro acionar o TSE contestando um vídeo de cerca de 55 segundos veiculado em 6 de outubro nos perfis oficiais do presidente. Por outro lado, o ministro Mendonça optou, por ora, por rejeitar o pedido para estender a ordem de forma automática a conteúdos semelhantes ou proibir preventivamente novas postagens com teor análogo.
Distorção e falta de suporte factual
O material de campanha contestado relacionava o termo “tesouraço” ao risco iminente de cortes em áreas vitais e programas sociais, como o Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, Mais Médicos, além de iniciativas de combate ao câncer, distribuição de cisternas, merenda escolar e prevenção de desastres naturais.
Em sua análise, o magistrado pontuou que, embora a liberdade de expressão resguarde o debate político, a propaganda eleitoral em questão imputou a Flávio a intenção de extinguir ou enxugar políticas públicas sem apresentar um “suporte factual mínimo”, distorcendo o plano de governo registrado na Corte.
“Ocorre que a propaganda apresenta como consequência certa uma ameaça generalizada à continuidade de políticas sociais, sem apontar fundamento fático mínimo que autorize semelhante conclusão e em aparente contradição com compromissos expressos no plano de governo registrado nesta Corte”, destacou Mendonça em seu despacho.
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