Bolsonaro diz que agora filtra Carlos: “nenhum filho meu manda no governo”

Imagem: Reprodução/Facebook/Marito Abdo

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) lamentou o episódio do vazamento de áudios de suas conversas com o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno, demitido neste mês, e afirmou que seus filhos não mandam no governo. As declarações foram dadas hoje em café da manhã com um grupo de 13 jornalistas no Palácio do Planalto em que o UOL esteve presente.

“Nenhum filho meu manda no governo, não existe isso”, disse o presidente.

Bolsonaro afirmou que declarações públicas de seu filho Carlos Bolsonaro que possam ter relação com o governo agora passam por sua aprovação. “Tudo passou a ter um filtro da minha parte”, disse.

“Lamento o ocorrido, mas não poderia ter tomado outra decisão”, afirmou Bolsonaro ao ser questionado sobre como se sentia em relação a Bebianno. O presidente comparou o fim da relação com Bebianno ao fim de um casamento.

“”É quase um casamento que infelizmente prematuramente se desfez”(sobre a saída de Bebianno)

Carlos, que é vereador no Rio de Janeiro pelo PSL, divulgou em seu perfil no Twitter gravação de seu pai dizendo que não havia conversado com Bebianno. O episódio, que culminou na demissão de Bebianno, deflagrou uma crise no governo após revelação pelo jornal “Folha de S.Paulo” de supostas candidaturas laranjas do PSL. O ex-ministro, que nega irregularidades, era o responsável pela liberação de verbas de campanha do partido durante a campanha.

Bolsonaro também disse que não há mal-estar com a ala militar. Uma das possibilidades levantadas durante a crise era a de que os militares aliados de Bolsonaro teriam desaprovado a suposta influência de Carlos no governo. “Não há nenhum problema com os militares.”

UOL

 

“Carlos Eduardo foi incompetente e irresponsável ao construir Alcaçuz”, diz Rogério Marinho

Rogério Marinho

Foto: Divulgação

As palavras do prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) nesta quarta-feira (03), quando se pronunciou pela primeira vez sobre a onda de ataques criminosos na cidade após quase uma semana do início do problema, foram criticadas pelo deputado federal Rogério Marinho (PSDB). Para o tucano, “o prefeito faz o jogo do crime” ao acusar as polícias de “incompetência”.

“Soluções simples no curto prazo amenizam a crise. Para quem governa a cidade, é preciso mais humildade e espírito de colaboração, menos arrogância e prepotência. Precária e ineficiente, a construção da penitenciária de Alcaçuz em terreno de dunas foi um crime de incompetência e irresponsabilidade. Carlos Eduardo, hoje prefeito e na época secretário de Justiça, mostrou que não entendia de engenharia e segurança, hoje mostra que não entende de administração”, disse Rogério por meio de seu perfil pessoal no twitter (@rogeriosmarinho).

Em entrevista concedida à 96 FM, Carlos Eduardo disse que foi na sua gestão como secretário de Justiça e Cidadania do RN que Alcaçuz foi construída. O maior presídio do Estado hoje tem sido palco de seguidas fugas de presos devido ao terreno onde foi erguido, que facilita a construção de túneis. Sobre os ataques criminosos, o prefeito disse que as polícias foram “ineficientes” e “levaram totó” dos bandidos.

Ainda de acordo com o parlamentar, “o prefeito precisa administrar a cidade, deixar de lado sua candidatura ao Governo em 2018, estabelecer parcerias e ajudar a resolver o nosso problema atual”.

Rogério fez questão ainda de apresentar algumas sugestões que podem ser realizadas pelo prefeito com o objetivo de melhorar a segurança pública do Estado. “Iluminação pública inibe crime, câmeras de vigilância devem se integrar à aparato policial, ocupação de terrenos baldios com campos de futebol. É preciso levar as escolas municipais palestras contra drogas, integração Guarda Municipal com Polícias”.

No médio e longo prazo, Rogério acredita que é preciso investir em uma educação de qualidade e ter foco na retomada do crescimento econômico, além de reformar o sistema prisional mal reformulado. “Vou torcer que disputas políticas paroquiais não fiquem acima das responsabilidades de nossos gestores e que esta crise sirva para uma solução”, disse Rogério.

No último domingo (31), o deputado federal Rogério Marinho atendeu convite do governador Robinson Faria (PSD) e participou de uma reunião na Secretaria de Segurança, quando foram tratadas as ações do governo no setor. Na oportunidade, o parlamentar parabenizou os membros da Polícia Civil, Militar, do Corpo de Bombeiros e os agentes penitenciários, que têm se esforçado desde o início dos ataques para combater as facções criminosas, “colocando suas vidas em risco na defesa da sociedade”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. RMelo disse:

    Carlos Eduardo foi secretário de justiça quando na construção de Alcaçuz, no governo do seu primo Garibaldi, e hoje o RN colhe o fruto podre wm cima das dunas de Nizia Floresta, um queijo suíço amargo para sociedade do RN.

  2. juliano disse:

    Rogerio Marinho tem muita inveja de Carlos Eduardo.
    Carlos Eduardo ja foi prefeito de Natal varias vezes e lidera, com muita vantagem, as pesquisas sobre intenções de votos para as eleições de 2016.
    Já Rogerio Marinho, disputou a eleição em 2012 para prefeito e foi um desastre. E hoje, Rogerio Marinho lidera as pesquisas só que no quesito rejeição.

  3. Francináide disse:

    Os recursos destinados à construção de "Alcaçuz" foi de responsabilidade do governo do Estado, é verdade. Porém o Secretário de Justiça na época, o Sr. Carlos Eduardo portanto, tão responsável quanto o governo.
    Votei no prefeito atual mas hoje me sinto envergonhada pela declaração do mesmo. Sr PREFEITO a hora de UNIÃO, adição de forças e não de picuinhas.

  4. Juliano disse:

    E Carlos Eduardo já foi governador do estado?
    Eu não sabia.
    Pelo que conta oficialmente o presidio de Alcaçuz foi construído quando o governador era Garibaldi.
    Aconselho o deputado, que se diz da educação, a estudar um pouco da historia recente do Rio Grande do Norte.

  5. wellington disse:

    Que eu saiba a Alcaçuz esta localizada no Município de Nisia Floresta e não aqui em Natal. O que é competência do Estado. O que o prefeito atual tem haver com isso!

    • rapisa disse:

      Caro amigo, para vc q não sabe, o prefeito Carlos Eduardo, no Gov. de Garibaldi era o Secretário de Justiça e Cidadania

    • Gilberto disse:

      Amigo, na época da construção ele era secretario de justiça e cidadania!

  6. FRASQUEIRINO disse:

    Hotel Alcacuz vendido para a sociedade como de "Segurança Maxima". Uma das maiores mentiras da história do RN, e ainda por cima construido sobre dunas. Digo hotel pq é lá que a bandidagem passa as férias.

  7. luis disse:

    Incompetência na construção de alcaçuz, não sei não. Mas na construção do Mercado das Rocas, ele deu um show de incompetência , até agora agora o mercado está sem funcionar,

  8. Leonardo disse:

    Esse Rogério Marinho… vou te contar! É um aproveitador da desgraça em que vivemos. Por que não prepara um Projeto de Lei para punir com mais rigor não só os assaltantes de mão armada, mas tbm aqueles que assaltam o dinheiro público? Um maior rigor pra quem coloca parente nos cabides das Assembléias Legislativas? Não é interessante, né? Cara de pau!

  9. EDER disse:

    QUEM CONSTRUIU A PENITENCIÁRIA DE ALCAÇUS , NÃO FOI O PREFEITO. OBRAS DA COMPETÊNCIA DO ESTADO É O GOVERNADOR QUEM OPERA.

    • FRASQUEIRINO disse:

      Carlos Eduardo era o secretario de justiça e cidadania que tinha sob a sua responsabilidade a administração dos presidios.

  10. joacy disse:

    Ei, deputado federal é legislador, pode pleitear alterações nos códigos penal e processo penal, diga aí a ele. Ele não sabe disso não, foi eleito pra pensar, tão somente, em reeleição.

    • rafael disse:

      vc fala como se fosse muito simples: "ah, vamos criar uma lei e tudo será resolvido". Faltam-nos gestores e sobram-nos palpiteros sobre criação de leis ineficientes.

  11. mauricio disse:

    o nobre deputado ja apresentou alguma proposta para melhorar a segurança do RN? pelo menos carlos Eduardo teve a coragem de construir alcaçuz e ele Rogério, so ta pensando na furada em que colocou a deputada Marcia Maia

  12. Fora dilma disse:

    Sinceramente eu nao acredito que tenha algum policial civil ou militar que tenha coragem de dar um voto a carlos Eduardo Alves pra prefeito de natal depois que desmoralizou, humilhou, e enterrou os policiais na entrevista a diogenes dantas.

  13. Mathias disse:

    Arrogância, prepotência e enificiência faz parte de todos os gestores da gestão Carlos Eduardo. Disse tudo Rogério Marinho!

  14. Carlos Messias disse:

    Respeitando a posição do nobre Deputado em sua crítica ao prefeito, mas fica a pergunta:

    Aproveite a situação do RN nobre deputado e proponha no congresso uma ampla reforma do código penal, com leis mais fortes, com maior tempo de prisão nos crimes, menos recursos, só ter direito a redução da pena depois de cumprir 80% do tempo de condenação em regime fechado. Fim das audiências de custódia. Para aqueles são condenados mais de uma vez, perde o direito a redução da pena e qualquer outro benefício. Rever a forma como é dado o indulto de natal, dia dos pais, dia das mães. Tais medidas seriam um começo.
    Combata nobre deputado essa sensação de impunidade que a população tem hoje, reflexo de leis frágeis, brandas e um mundo de proteção que os criminosos tem direito.

  15. Curioso disse:

    A m… foi jogada no ventilador…
    E a população que sempre levou totó dos políticos é quem paga o pato…

No melhor estilo entra mudo e sai calado, Carlinhos Cachoeira sai vencedor na CPI

Como já era previsto, o contraventor Carlos Augusto Ramos, internacionalmente conhecido como “Carlinhos Cachoeira”, ficou calado durante todo o depoimento prestado na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI). O depoimento terminou agora há pouco sem nada, absolutamente nada de relevante a ser acrescido aos trabalhos da comissão.

Mas, o mais interessante mesmo foi o tom de deboche e cinismo que ele olhava para todos os parlamentares presentes ao responder que iria permanecer em calado. As respostas eram sempre as mesmas. “Eu me reservo ao direito constitucional de ficar calado”, “Ficarei calado”, “Invoco o direito de ficar calado” e suas variantes.

Impressionante foi a forma como o silêncio dele irritou os parlamentares presentes que variaram suas perguntas de rebuscadas a diretas, com apelo a defesa e sem apelo. As formas foram as mais variadas, mas apenas imperou todo o silêncio, que já havia sido prometido por ele mesmo até a audiência na Justiça.

Esse silêncio foi uma vitória do bicheiro, já que a defesa tentava remarcar seu depoimento na CPMI para após a instrução junto ao Judiciário, como os integrantes da Comissão aprovaram a vinda antes escutaram apenas as suas próprias perguntas.

O blog acompanhou todo o depoimento com o contraventor e pode somente se espantar com a forma com que ele respondia e a sua fisionomia. Cachoeira se encontra velho, com aspecto de cansado e abatido.

Perguntas a Cachoeira

Os parlamentares questionaram qual era a relação de Cachoeira com políticos de Goiás, do Distrito Federal e de outros Estados. Perguntaram sobre as relações do bicheiro com os governadores Marconi Perillo (PSDB) e Agnelo Queiroz (PT), especificamente.

Queriam saber também sobre as relações dele com a empresa Delta, sobre os imóveis e as principais personagens do grupo do contraventor.

Perguntaram se ele aceitaria uma delação premiada, sobre as empresas de fachada do grupo criminoso e de contas hospedadas no exterior. Os deputados e senadores buscavam apurar sobre os imóveis de posse do bicheiro fora do Brasil.

As relações com os políticos apontados nas operações Vegas e Monte Carlo da Polícia Federal, como o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), também integraram a lista de perguntas.

Alguns parlamentares questionaram ainda sobre o tratamento que o bicheiro está tendo na prisão e de onde ele tirou dinheiro para pagar o advogado, o ex-ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos, que receberá R$ 15 milhões para defender o bicheiro.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. […] No melhor estilo entra mudo e sai calado, Carlinhos Cachoeira sai vencedor na CPI […]

Rogério Marinho confirma retirada de cartaz, mas nega ter sido da CPI do Cachoeira

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que tem tudo para ser aberta nos próximos dias com o objetivo de investigar o envolvimento do bicheiro Carlos Cachoeira com políticos do Congresso Nacional já está dando o que falar nos corredores do legislativo federal, mais especificamente  no sétimo andar do Anexo 4 da Casa.

Informações que vieram dos corredores de Brasília até o BG deram conta o deputado federal Protógenes Queiroz teria ficado enfurecido com a retirada de um cartaz da porta do seu gabinete e dito que se tratava de um aviso da CPI do Cachoeira. Os deputados que fizeram a retirada do informe foram Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, e Rogério Marinho, presidente estadual da mesma legenda.

Rogério Marinho confirmou a retirada, porém negou a informação que se tratava de um aviso da CPI e sim de um cartaz sobre a Privataria Tucana, polêmico livro feito para atingir José Serra, enquanto candidato a presidente da República, escrito por Amaury Ribeiro Júnior, que integrava a equipe de campanha da então candidata Dilma Rousseff e que hoje responde a processo na justiça acusado de montar um dossiê.

“Ele está dando entender que foi arrancado um cartaz da CPI. O cartaz estava no corredor que tratava da Privataria. Isso que ele está querendo passar [de que se tratava de um cartaz da CPI] é mentira. Ele está desqualificando o meu partido. Fiz um ato político em defesa do meu partido. Não posso ter arrancado um cartaz de uma CPI que eu assinei. Uma coisa é colocar um aviso de uma CPI e outra é colocar um cartaz desqualificando um partido com um livro foi feito por uma pessoa que está sendo investigada e processada. Isso é uma cortina de fumaça para justificar o injustificável. Se ele está preocupado em constranger, que vá procurar a Corregedoria da Casa, uma Comissão de Ética. Protógenes gastaria melhor o tempo dele explicando porque ele, como deputado federal, continuou orientando o araponga Dadá [Idalberto Matias Araújo], que é o braço direito do Cachoeira”, disparou.

Rogério Marinho culpa Carlos Eduardo pela insegurança jurídica de Natal

O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) lamentou o ambiente de insegurança jurídica que afasta os investidores da capital potiguar. O parlamentar citou os casos da construção do Hotel da BRA na Via Costeira e a obra da Marina de Natal, dois exemplos deste problema que se arrastam desde a gestão do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT).

“Nós temos em nossa cidade um ambiente de insegurança jurídica que afasta empreendedores e faz com que Natal perca investimentos privados, que poderiam propiciar geração de emprego e renda para muitos natalenses”, disse Rogério durante o programa “Pensar Natal” desta sexta-feira (27) na 96 FM.

Sobre a Marina, o parlamentar lembrou que o projeto foi “anunciado pelo prefeito anterior como fato consumado, mas ele não levou em consideração a necessidade de fazer a regulamentação da área de proteção ambiental próxima ao Forte dos Reis Magos. Por não ter feito seu dever de casa, os investidores atraídos ainda em 2007, desistiram desse investimento”.

Com relação ao Hotel da BRA, na Via Costeira, Rogério lembrou que o empreendedor iniciou as obras após cumprir suas obrigações, como a retirada dos licenciamentos e do alvará de construção. “Foi fiscalizado pelo município e quase no final do projeto constataram que havia um andar a mais. Estamos há quatro anos aguardando o final dessa confusão. Por enquanto temos apenas um elefante branco abandonado bem perto do nosso principal cartão postal que é a praia de Ponta Negra”, disse.

Para o parlamentar, as administrações dos últimos 10 anos em Natal, pecaram pela falta de um “planejamento público”. “E quando o investidor sente que há insegurança jurídica no seu empreendimento, vai a procura de outra cidade”.

“A lei existe e tem que ser cumprida, seja para pobres ou ricos. Ela não pode ser objeto de conveniência pessoal ou poder midiático do governante de ocasião, que por uma circunstância política de momento, entende que é melhor passar por cima da legislação para ficar bem com a opinião pública. Governar não é fazer teatro, mas cumprir a lei e respeitar o que diz nossa Constituição”, finalizou Rogério.

Em tom de campanha, Rogério Marinho culpa Micarla e Carlos Eduardo por atraso no Mercado das Rocas

O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) criticou as últimas administrações pela situação de abandono das feiras livres de Natal. O parlamentar ainda lembrou o caso do Mercado das Rocas, que está paralisado para reforma desde 2008, ainda durante a gestão do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT).

“O Mercado das Rocas é mais um exemplo de obra inacabada e irresponsabilidade administrativa da gestão anterior e de incapacidade gerencial da atual administração [da prefeita Micarla de Sousa (PV)]”, disse Rogério Marinho durante o programa “Pensar Natal” exibido nesta quarta-feira (26) na 96 FM.

O tucano destacou a importância cultural das 22 feiras livres da cidade e lamentou o descaso da Prefeitura.

“As feiras reúnem a nossa tradição cultural e gastronômica. Infelizmente as últimas administrações têm sido absolutamente omissas e isso tem se refletido na degradação que as feiras livres estão submetidas na cidade”, concluiu Rogério.

Eleições 2012: Carlos Eduardo segue com a preferência da população para Prefeitura

O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves segue como nome mais forte para disputar o cargo máximo da Prefeitura do Natal nas eleições municipais de 2012.

Na pesquisa estimulada Sinduscon/Consult revelada na tarde desta segunda-feira (9), o líder do PDT está com 42,8% das intenções de voto. Mais que o dobro da segunda colocada, a ex-governadora Wilma de Faria (19,1%). Em terceiro lugar, entre os preteridos pela população ao cargo de chefe do Poder Executivo municipal está o deputado federal Rogério Marinho com 5,2% de preferência do eleitorado.

A pesquisa feita por amostragem segue com os deputados estaduais Hermano Morais (3,3%) e Fernando Mineiro (2,6%), ambos a frente do federal Felipe Maia (2,2%) e da prefeita Micarla de Sousa (2,1%). Em último, está o deputado federal Fábio Faria com 1,6% dos votos. Exatos 12% dos entrevistados disseram não votar em qualquer um deles e outros  9,1% não souberam opinar. A margem de erro da pesquisa é de 3% para mais ou para menos.

A encomenda da pesquisa divulgada hoje foi feita pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon). Nela, foram entrevistadas mil pessoas de 43 localidades de Natal. Essa é a primeira pesquisa eleitoral registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) este ano.

No dia 30 de dezembro, o blog já havia mostrado a preferência do eleitorado pelo ex-prefeito Carlos Eduardo Alves para assumir o cargo de chefe do Executivo nas eleições municipais de 2012. A pesquisa realizada pelo Item e contratada pelo PP apontou o líder do PDT com a preferência de 39,1% do eleitorado.

Carlos Eduardo segue como pré-candidato mais cotado: 39,1% da preferência

Entre os pré-candidatos à Prefeitura de Natal, o nome do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves segue em alta. Na última pesquisa do instituto Item Pesquisa Técnica encomendada pelo PP para avaliar uma provável candidatura de Albert Dickson, o nome de Carlos Eduardo foi novamente o mais escolhido entre os entrevistados. O ex-prefeito ficou com 39,1% dos eleitores na amostra.

A pesquisa utilizou o método de amostra com um público de 989 pessoas entre os dias 26 e 28 de dezembro de todas as partes da capital com 98% de confiabilidade e uma margem de erro de 2,5% para mais ou para menos.

Com menos da metade das intenções de voto e em segundo lugar aparece a professora Wilma de Faria, ex-prefeita e ex-governadora, com 17,9% da preferência do eleitorado. O deputado federal Rogério Marinho, que já se articula nos bastidores para conseguir viabilizar a campanha é o terceiro com 4,9% dos entrevistados.

Mesmo não estando entre os três mais preferidos, o blog acredita que a pesquisa tenha sido satisfatória, porque até hoje o nome de Dickson ainda não havia surgido entre os prováveis candidatos à Prefeitura. Na pesquisa, ele aparece colado com Micarla de Sousa (3,1%) e a frente de Fernando Mineiro (2,2%).

 

Resultado da pesquisa estimulada para Prefeitura:

Carlos Eduardo (PDT) – 39,1%

Wilma de Faria (PSB) – 17,9%

Rogério Marinho (PSDB) – 4,9%

Micarla de Sousa (PV) – 3,1%

Albert Dickson (PP) – 2,6%

Fernando Mineiro (PT) – 2,2%

Hermano Morais (PMDB) – 2%

Indecisos ou não quiseram opinar – 28,2%

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaozinho-batista disse:

    dr.carlos eduardo,sou eleitor de carteirinha,de sua administraçaõ,tenho um bar aqui nas quintas,aguardo sua presença,situado na rua marcos cavalcante,02,proximo ao mercado pulblico,gostaria de conhecer pessoalmente,aconpanho programa pela radio globo,abraços do grande eleitor dida.

Micarla e Carlos Eduardo não fazem acordo e briga continua

Não houve acordo.  Tampouco conciliação. A prefeita Micarla de Sousa (PV) e o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) estiveram frente a frente ontem na 7ª Vara Criminal do Fórum Miguel Seabra Fagundes, para uma audiência que deveria ser de conciliação, mas sequer ofereceram alguma proposta de acordo. Esta é apenas uma das quatro ações judiciais que a prefeita move contra o antecessor, depois de algumas entrevistas à imprensa local em que o ex a classii cou como “incompetente”, “irresponsável” e a acusou de estar fazendo uma administração “desastrosa” em Natal. Na ação que tramita na 7ª Vara Criminal, Micarla de Sousa acusa Carlos Eduardo de injúria e difamação. Como os dois não chegaram a um consenso, o ex-prefeito tem 10 dias para apresentar sua defesa.

Os advogados de Carlos Eduardo, Waldenir Xavier de Oliveira e Carlos Gilberto Warde, chegaram antes das 10h ao fórum. O ex-prefeito chegou por volta das 10h30. Ao NOVO JORNAL falou sobre as razões pelas quais acredita que a prefeita o tenha processado. “Eu tenho feito críticas à administração da prefeita desde o início, mas essas críticas aumentaram de tom porque a administração hoje não se caracteriza apenas pelo descaso, mas também pela incompetência e irresponsabilidade”, disparou. Alves não só admitiu o que já tinha falado sobre Micarla, como também reafirmou.

A prefeita, por sua vez, chegou ao fórum acompanhada do advogado Rubem Mariz e mais três assessoras. Os dois não se cumprimentaram e Micarla evitou ficar no mesmo ambiente que Carlos Eduardo. Em rápida conversa com o NOVO JORNAL, nos corredores do fórum, disse que aquela audiência tratava de um tema que precisava ser colocado à luz da verdade. “Foram várias injúrias, acusações e difamações contra minha pessoa e eu tenho todo direito de vir aqui na Justiça, que é o fórum indicado, e não i  car batendo boca pelos jornais nem pela imprensa. Vim até aqui buscar os meus direitos”, argumentou.

Antes de entrar na sala do juiz, a prefeita não acreditava que fosse chegar a um acordo com a outra parte. “É uma audiência de conciliação, mas não acredito nisso. Palavras ao vento não voltam mais. O que foi dito, foi dito, e as pessoas têm que se responsabilizar pelo que dizem”, afirmou. Questionada a respeito do posicionamento de Carlos Eduardo, de que teria criticado apenas sua administração e não sua pessoa, Micarla limitou-se a responder que “é isso que a Justiça vai ver”.

Carlos Eduardo não poupou a administradora de críticas mais uma vez. Na visão dele, Micarla de Sousa destruiu as finanças da prefeitura, atrasou os projetos sociais – entre eles o repasse de 25% da merenda escolar, que representa hoje um déficit de R$ 58 milhões – e atrasou o pagamento dos funcionários terceirizados.  “A cidade está suja, esburacada, não há um projeto novo sequer, nem os da Copa do Mundo. Todas as capitais que vão sediar a Copa estão recebendo as condições e os projetos, mas em Natal não se começou nada. Até agora alegaram problemas financeiros, mas essa história a gente já ouviu outras vezes”, emendou. O ex-prefeito disse que a intenção de Micarla de Sousa é silenciá-lo. “Ela também quer uma indenização de R$ 50 mil.

Não sei pra que ela quer tanto dinheiro se ela já tem tanto”, disse, se referindo à outra ação movida por Micarla contra ele, dessa vez por danos morais, depois de uma entrevista concedida por Alves à rádio 96FM em agosto passado em que fez duras críticas à atual gestão. A ação tramita na 1ª Vara Cível e já foi contestada pela defesa do político. Micarla resolveu entrar com a ação porque sentiu a honra ofendida com as declarações dadas por Carlos Eduardo.

Uma segunda ação judicial também pede indenização, só que no valor de R$ 25 mil, em razão da mesma entrevista concedida à rádio. O teor, porém, é diferente. Esta é uma ação de obrigação e tramita na 9ª Vara Cível. Assim como a de danos morais, esta também será contestada pelos advogados de Carlos Eduardo.

No âmbito da esfera penal, tramitam duas ações: a por injúria e difamação, que teve audiência de conciliação ontem, e uma por calúnia, que está em curso na 9ª Vara Criminal.  Em ambos os processos, Micarla de Sousa pede a condenação de Carlos Eduardo pelas acusações. Nesses casos, se for condenado, a pena de detenção é de três meses a um ano. A defesa do ex-prefeito também pretende contestar esta ação.

Fonte: Novo Jornal

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Kleber Mozart disse:

    Só no Brasil para o Cidadão ser processado por dizer a verdade… triste realidade!

  2. JOSÉ ANTÔNIO disse:

    E Carlos Eduardo mentiu?…se precisarem de testemunha, chamem os funcionários do município p serem testemunha, pois até hj, 02/12…18:25hs, não recebemos nossos salários…e aí isso é competência? CE tá mentindo?…Natal é q deveria processá-la por se encontrar nesse caos…

  3. Breno Cardoso disse:

    ô meu Deus, pobrezinha…..

  4. caio fábio disse:

    Coitadinha, é uma inocente, se sua tese for admitida vai ficar ainda mais rica, pois toda a população de Natal, excluindo seus asseclas, irá lhe pagar indenização.