A Casa do Bem do amigo Flavinho Rezende atende hoje cerca de 2.800 pessoas direta e indiretamente. Diretamente são aqueles atendimentos constantes, tipo a Escolinha de Surf, de Balé, de Futebol, a capoeira, o hip hop, os cursos de inglês, francês, informáticas, artesanato etc. Indiretamente são as pessoas que participam dos passeios culturais, das palestras e dos eventos esporádicos.
O trabalho social da Casa do Bem atinge a cultura, o social, o esporte e a educação, vem sendo feito desde que Flávio passou a morar em Mãe Luiza e, por conta própria, passou a ajudar as pessoas, sem nunca desejar ser vereador ou falar de suas crenças religiosas para ninguém por lá. Nós, seus amigos, sabemos que ele gosta das coisas da Índia, como Sai Baba, Krishna, Rama mas, o povo não sabe nem o que é isso e, Flavinho foi seguindo, indo, até pensar em construir um espaço para receber mais pessoas que pensassem como ele.
Dai veio a idéia de fundar a Casa do Bem. A luta foi grande e ele conseguiu construir o prédio, grande, com primeiro andar e várias salas, com sala de informática, balé, biblioteca, sala para aulas, cozinha, espaço para crianças e, morou lá até casar e ir se juntar a esposa em Ponta Negra, pois, segundo ele, se a mulher fosse para lá, com tanta gente pedindo coisas toda hora, o casamento não ia dar certo.
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