Nacional

Bebê morre eletrocutado ao morder fio de carregador de celular

Um bebê de 8 meses não resistiu a um choque elétrico que recebeu ao morder o fio do carregador de celular. O acidente aconteceu na cidade de Araçoiaba, Grande Recife. A Polícia Civil abriu investigação para apurar as circunstâncias da morte e as responsabilidades.

Segundo a família, Talisson Fidélis estava com a avó quando foi eletrocutado. Ela não percebeu que o menino teve acesso ao equipamento plugado na tomada.

“Ela está dopada. Ficou em choque. Está se culpando pelo que aconteceu”, disse Emerson Fernando, pai de garoto, ao UOL.

Ele contou que estava com a esposa em uma consulta quando soube do choque. “Minha mulher está grávida de três meses. Fui com ela ao pré-natal, por isso ele ficou com a avó. Não sei nem o que dizer, meu Deus. Meu filho virou anjinho”, desabafou.

Fonte: Uol

GRANDE PONTO

Opinião dos leitores

  1. Voltagem é 5v Amperagem é baixa, mas deve ter ocorrido curto circuito! Tragédia!! Tb tenho uma netinha de 8 meses😭😭😭

  2. Inépta? Inépto foi o governo federal fazer oq ue fez! Se não fosse a pressão dos governadores frente a pandemia, como estaríamos? Hoje, poderíamos está bem melhor, se não fosse a negativa extrema do governo federal, fazendo propaganda contra a OMS e sugerindo remádios não eficazes. Vá enganar outro besta!

    1. Sai daí doida! Tú é parente da Anta? O assunto aqui é outro!

  3. Meus sentimentos à família!
    Muito estranho pois a tensão é considerada pela NR-10 como extra-baixa tensão, não causando riscos ao ser humano.
    Em condições normais isso não deveria ter acontecido.

    1. Coloque na boca e vc irá sentir um choque não, bebê, corpo pequeno, coração em desenvolvimento, mais batidas por minutos, entrada e saída rápida da descarga elétrica, existem enumeros fatores, que o Senhor Deus o tenha e conforte a família

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Cidades

FOTOS: Hospital de Campanha recebe apoio do SAMU após pane elétrica

Após fortes chuvas ocorridas na madrugada do dia 18 de Abril, uma pane elétrica atingiu parte da zona leste da capital potiguar, incluindo a região de Areia Preta, onde se encontra o Hospital de Campanha do município. Imediatamente o SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado para dar suporte à instituição e um outro grupo gerador chegou para dar suporte à rede hospitalar.

Confira fotos de Pedro Vitorino:

Foto: Pedro Vitorino

Foto: Pedro Vitorino

Foto: Pedro Vitorino

Foto: Pedro Vitorino

 

Opinião dos leitores

  1. Sim Calígula, está em estado gravíssimo. Na UTI, intubado; dialitico; com diabetes descompensada; em uso de noradrenalina. Ou seja, não sai!

  2. E o governo de Fátima do PT continua NÃO fazendo o que já deveria ter sido feito. Teve muito tempo e dinheiro, que recebeu do governo Bolsonaro. Mas, só quer saber de politicagem. E agora, com a provável candidatura do bandido de 9 dedos, a coisa tende a piorar. Deixe de politicagem e TRABALHE, governadora. Comece a governar!

    1. Kkkkk ok essa tua recomendação deveria ser direcionada ao bozo…kkkk

    1. Tem sim. O governo abriu setecentas vagas. Correspondendo a 7 hospitais de campanha aberto por Alvirus Dias.

    2. Alguém tem notícias dos hospitais de campanha do MITO O MESSIAS?

      Que eu lembro já ia em mais de 200.

      Alguém sabe ser já aumentou o NÚMERO?

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Política

Pazuello deve ganhar comando da Secretaria Especial de Modernização do Estado, no Planalto

O ex-ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, deve ganhar nos próximos dias o comando da Secretaria Especial de Modernização do Estado (Seme). Neste sábado, Bolsonaro, em uma demonstração de confiança no militar que deve ser um dos principais alvos da CPI da Pandemia, levou o ex-ministro para uma viagem ao interior de Goiás, onde, sem máscara, causou aglomeração, apesar de o país registrar diariamente mais de 3 mil mortes por dia.

A secretaria de Modernização é subordinada à Secretaria-Geral da Presidência, chefiada pelo ministro Onyx Lorenzoni, e atualmente tem à frente o procurador da Fazenda Nacional, Sérgio Augusto de Queiroz. Se confirmado no cargo, Pazuello passará a despachar do Palácio do Planalto. A expectativa é que a nomeação seja publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União.

Segundo fontes de governo, a Seme foi a solução encontrada para abrigar Pazuello, que deixou o Ministério da Saúde no dia 23 de março, data da publicação no Diário Oficial. Sem encontrar um cargo para o ex-ministro imediatamente, o general acabou retornado às suas funções no Exército, mas com a promessa do presidente de que voltaria ao governo.

Inicialmente, chegou a ser cogitado entregar um ministério para que Pazuello mantivesse o foro privilegiado, o que gerou disputa no governo. Outros cargos também foram considerados para dar uma “saída honrosa” para o ex-ministro, o que não ocorreu também devido à resistência interna.

A secretaria especial não tem direito a foro privilegiado. O ex-ministro responde a um inquérito que apura a responsabilidade na crise na saúde pública de Manaus, que registrou falta de oxigênio medicinal em hospitais em janeiro.

O inquérito corria inicialmente no Supremo Tribunal Federal (STF), mas no dia 24 de março o ministro Ricardo Lewandowski determinou o envio do processo para a primeira instância após Pazuello ter sido demitido por Jair Bolsonaro e, portanto, perder o foro privilegiado. A defesa do ex-ministro, no entanto, segue sendo feita pela Advocacia-Geral da União.

O anúncio da demissão de Pazuello foi feito por Bolsonaro no dia 15 de março em meio à escalada de mortes pela covid-19. O atual ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga, chegou ao governo com o discurso pró-ciência e pedindo que a população use máscara e mantenha o distanciamento social.

A recomendação foi contrariada pelo presidente neste sábado ao visitar a cidade de Goianópolis, a 160 quilômetros de Brasília, ao lado de Pazuello e do ministro da Defesa, Walter Braga Netto. No local, Bolsonaro cumprimentou apoiadores, alguns deles também sem máscara, incluindo idosos e crianças.

A saída do presidente ocorre em um momento em que o país tem superado, diariamente, mais de 3 mil mortes por Covid-19.

Nesta sexta-feira, em edição extra do Diário Oficial, a Presidência autorizou a abertura de crédito extraordinário de R$ 2,6 bilhões para o Ministério da Saúde, focado no custeio de leitos UTI e aquisição de medicamentos.

Na última semana, governadores e prefeitos cobraram do governo federal a entrega de remédios do chamado “kit intubação”, utilizado em pacientes que precisam de respiradores mecânicos.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. É a meritocracia da extra-direita:premiar fracassados. Ou será da fôro privilegiado a investigados?

    1. Recebeu o país com 15 mil mortos e entregou 300 mil. Competentíssimo nos padrões genocidas.

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Saúde

Tecnologia brasileira reduz em 80% a necessidade de ‘pulmão artificial’, diz Fapesp

Um tomógrafo por impedância elétrica desenvolvido pela empresa paulista Timpel ajudou médicos do Massachusetts General Hospital, em Boston, nos Estados Unidos, a reduzir em 80% a necessidade de pacientes com insuficiência respiratória aguda e indicação de terapia de oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO) serem submetidos ao tratamento. A terapia é popularmente conhecida como “pulmão artificial” e adotada em casos muito graves de covid.

No Brasil, o caso mais conhecido é o do ator Paulo Gustavo, que está internado com a doença e passa pelo tratamento com ECMO.

Os resultados do estudo foram descritos em artigo publicado na revista Respiratory Care. “A equipe de resgate pulmonar desse hospital tem utilizado o equipamento que desenvolvemos desde 2016 e vem obtendo resultados espetaculares”, disse Rafael Holzhacker, em palestra apresentada durante o webinar “Empreendedorismo científico e inovação em resposta à covid-19”, realizado pela FAPESP com apoio do Global Research Council em 7.abr.2021.

O tomógrafo desenvolvido pela empresa teve apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE). Faz a avaliação da resistência à passagem de uma corrente elétrica (a impedância), que varia substancialmente à medida que o paciente inspira e expira. Ao atravessar o tórax e encontrar diferentes resistências no percurso, a corrente elétrica indica a região dos pulmões por onde o ar está circulando, fornecendo uma informação vital ao médico, em tempo real, à beira do leito.

Isso permite que equipes médicas monitorem ininterruptamente e de forma não invasiva a condição do pulmão de pacientes com insuficiência respiratória. Desse modo, é possível otimizar a ventilação mecânica com o objetivo de reduzir complicações e lesões pulmonares e evitar o prolongamento desnecessário do procedimento.

“A ventilação mecânica é complexa, não intuitiva e apresenta vários perigos que não são visíveis à beira do leito. Além disso, as respostas dos pacientes são muito heterogêneas”, apontou Holzhacker.

A evolução dos pacientes durante a intubação é lenta e a estratégia de ventilação mecânica adotada em um caso pode não funcionar em outro.

“Por isso, é muito importante a equipe médica ter indicadores individualizados para visualizar a condição do pulmão de um paciente para realizar a ventilação mecânica adequadamente, com a finalidade de diminuir o tempo de dependência e, consequentemente, os efeitos colaterais da intubação”, afirmou Holzhacker.

UTILIZAÇÃO NOS EUA

Com o auxílio do equipamento, a equipe médica do Massachusetts General Hospital desenvolveu estratégias de ventilação mecânica individualizada para 15 pacientes com insuficiência respiratória aguda internados na instituição e com indicação de ECMO.

Por meio de manobras de ventilação mecânica visualizadas por meio do tomógrafo, eles conseguiram que apenas dois dos 15 pacientes com indicação de ECMO fossem submetidos ao procedimento, em que o sangue do paciente circula fora do corpo, por meio de cânulas, passa pela bomba e membrana de um equipamento que funciona como um pulmão artificial e retorna oxigenado para o corpo.

“O ECMO é um dos últimos recursos utilizados em uma UTI por ser caro e muito complexo, mas com a pandemia de covid-19 a necessidade dessa terapia foi multiplicada”, disse Holzhacker.

A mesma equipe médica do hospital americano relatou em outro estudo, publicado no início de 2020 na revista Critical Care, ter conseguido também com base na ventilação mecânica individualizada visualizada através do tomógrafo desenvolvido pela Timpel reduzir pela metade o risco de morte de pacientes obesos e com insuficiência respiratória aguda que necessitaram ser intubados.

*Elton Alisson | Agência Fapesp

PODER360

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Educação

Estudantes poderão se candidatar a bolsas remanescentes do Prouni no início de maio

 

Nos dias 3 e 4 de maio, o Ministério da Educação abrirá as inscrições para a ocupação de bolsas remanescentes do processo seletivo do primeiro semestre de 2021 do Programa Universidade para Todos (Prouni). A inscrição será realizada exclusivamente pela internet, no site oficial do Prouni.

As bolsas remanescentes ofertadas são aquelas não preenchidas no processo seletivo regular para o primeiro semestre de 2021. Os estudantes que fizeram qualquer uma das edições do Enem nos últimos 10 anos, poderão se inscrever para disputar uma das bolsas ofertadas. Entre os critérios exigidos, estão o bom desempenho no Enem, com a pontuação mínima obtida de 450 pontos, e a condição socioeconômica do estudante.

O resultado está previsto para ser divulgado no dia 7 de maio e o prazo para que os aprovados entreguem a documentação necessária, é de 10 a 13 de maio. (Brasil 61)

DIÁRIO DO PODER

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Meio Ambiente

Cinco anos depois, pesquisadores encontram metais tóxicos em peixes do Rio Doce

Estudos desenvolvidos pela Rede Solos Bentos Rio Doce constataram que os rejeitos despejados pela Samarco aumentaram significativamente a presença de metais e metalóides nas águas, no solo e também nos peixes, que servem de alimento para boa parte das pessoas que vivem nas regiões próximas às margens do Rio Doce.

Joint-venture da Vale e da BHP Billiton, a Samarco é a empresa responsável pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG), ocorrido em novembro de 2015. A barragem integrava o Complexo Minerário de Germano. Na tragédia, cerca de 40 milhões de metros cúbicos de rejeito escoaram ao longo do Rio Doce, causando impactos socioambientais em dezenas de municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo.

As análises feitas pelos pesquisadores tiveram início antes mesmo de os rejeitos, ricos em ferro, alcançarem o estuário do Rio Doce. “Assim que soubemos do rompimento da barragem iniciamos a coleta de amostras, de forma a termos material para complementar posteriormente o estudo”, disse o coordenador da Rede SoBen Rio Doce e professor do Departamento de Oceanografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Ângelo Bernardino.

A chegada dos rejeitos no estuário do rio durou entre 12 e 15 dias. Novos estudos, para acompanhar os primeiros efeitos desse lançamento de rejeitos no ecossistema, começaram a ser feitos pelo projeto, financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes). “Comprovamos então o impacto desses rejeitos nos ecossistemas lacustres e na bacia do rio, assim como no estuário. Acredita-se que houve impacto sensível também na região marinha próxima”, disse o coordenador dos estudos.

“Ainda em novembro de 2015, dias após a chegada dos rejeitos, vimos perda de biodiversidade. Cerca de 30% dos organismos que ali estavam, não estavam mais. Registramos um aumento muito rápido na concentração de metais e metalóides que não estavam lá, e vimos mudanças no ecossistema e no habitat do fundo do Rio Doce. Os estudos dos impactos iniciais foram publicados em 2017. Desde então, continuamos acompanhando o que acontece por ali”, acrescenta o professor

Risco ecológico

Os estudos mostraram que o acúmulo e a presença em grandes concentrações de metais colocavam o estuário sob grande risco ecológico. Esse risco decorre não apenas da concentração individual de metais, mas de suas combinações toxicológicas com outros materiais, uma vez que os rejeitos não ficam inertes após serem depositados no fundo dos estuários.

Processos bioquímicos são naturalmente alterados no fundo do estuário em função de presença ou ausência de oxigênio. Essas oscilações, no entanto, acabam sendo alteradas com a chegada dos rejeitos e com as reações causadas pelo ferro vindo da barragem com outros materiais encontrados ao longo do rio. “Esses elementos deixam então o fundo do rio e os solos para serem liberados na coluna d’água, de forma a contaminar também a fauna”, detalha Bernardino.

“Vimos então a hipótese sendo verificada: ao se tornar biodisponível, parte desses elementos se acumularam na fauna, em especial nos peixes que são consumidos pelas populações locais”, completou.

Segundo o pesquisador, foi constatada a presença de manganês, metal que, ingerido de forma mais constante, pode resultar em efeitos adversos à saúde humana, causando distúrbios neurodegenerativos, como Alzheimer e Mal de Parkinson, além de toxicidades cardiovasculares e danos ao fígado. “Verificamos também o incremento de vários outros metais [além do manganês] em tecidos de peixes do Rio Doce, como o Bagre, muito consumidos apesar de a pesca estar restrita na região”, disse.

“A situação é complicada porque muitas pessoas que vivem ali não têm a menor condição de consumir outra proteína, que não a dos peixes”, completa. (ABr)

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. O povo pagando o preço da privatização, mas, provavelmente o minério ficou mais barato, e os funcionários com salários mais baixos, do geito que os empresários desejam e parte do povo brasileiro acredita que deve ser.

    1. Foi o teu ladrao vagabundo Lula que privatizou , deixa de escrever MERDA, governos tem que cuidar da saúde etc …que bosta o governo tem que ser empresário , só se for para roubar como os PTralhas fizeram com a PETROBRAS

    2. Tomara que privatize tudo! Se A vale ainda fosse estatal jamais teria o destaque internacional que tem hoje na produção de minérios! Qual serviço público das estatais alguém aí está satisfeito? Correios? Petrobras? EBC ? Banco do Brasil? Kkk

    3. Analfabeto, quem privatizou a Vale foi o FHC, e não o Lula. Esquece o Lula e volta para o esgoto junto com teu bozo.

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Saúde

Vacinados contra a covid-19 no Brasil chegam a 26 milhões, 12,29% da população

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou neste sábado, 17, a 26.024.553, o equivalente a 12,29% da população total. Nas últimas 24 horas, 246.610 pessoas receberam a vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 21 Estados e Distrito Federal.

Do total de vacinados, 9.479.785 receberam a segunda dose, o que representa 4,48% da população com a vacinação completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 344.826 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, o Brasil aplicou 591.436 imunizantes neste sábado.

Em termos proporcionais, o Rio Grande do Sul é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 16,89% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada no Mato Grosso, onde 8,60% receberam a vacina. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (6 milhões), seguido por Minas Gerais (2,59 milhões) e Bahia (2 milhões).

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Com a união dos nossos representantes políticos em defesa da vida, é possível que no mês de Agosto/2021 o Brasil estará na marca dos 180 milhões imunizados. Está lançado o desafio.

  2. Tá muito lenta essa aplicação de vacinas, 500 mil por dia. Nesse ritmo vai levar dois anos para vacinar toda a população. tinha que ser pelo menos dois milhões, incompetência total dos nossos gestores.

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Economia

Renda da classe média no Brasil cai de 20% a 50% na pandemia

A empresária Lilian Varella, 60, se emociona ao ver o Drosophyla Bar, em São Paulo, vazio. Após oferecer, sem sucesso, um serviço de delivery, e reabrir por um curto período até janeiro, ela fechou as portas novamente. Sem clientes, viu o dinheiro que guardou nos últimos anos praticamente ir embora. “O setor está acabado. O governo disse que em janeiro iria oferecer ajuda, mas estamos à deriva”, conta.

Para ajudar nas despesas, ela renegociou na Justiça o valor do aluguel e colocou à venda parte da mobília do bar, instalado em um casarão antigo —um sofá de seis lugares custa R$ 440; uma cadeira, R$ 350.

O aperto nas contas que Lilian teve de fazer não é um caso isolado. Ainda que os mais pobres formem a fatia mais vulnerável aos efeitos da Covid-19, com forte retração nos ganhos especialmente entre os que dependem do trabalho informal, a pandemia também impõe perdas para as camadas médias.

Oito em cada dez famílias em que o rendimento mensal com o trabalho fica acima de cinco salários mínimos perderam renda no quarto trimestre de 2020 ante igual período do ano anterior, e em termos reais, já considerada a inflação.

A maior parte desses domicílios de maior renda perdeu entre 20% e 50% do que costumava ganhar por mês, sendo que 7% dessas famílias perderam tudo o que habitualmente recebiam –ou seja, quem trabalhava naquela família ficou sem trabalho.

Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, compilados pela consultoria IDados. Domicílios com rendimento mensal acima de cinco salários (ou a partir de R$ 5.225, pelo valor do ano passado) são considerados das classes média, média-alta e alta.

A pesquisa, feita desde 2012 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), permite acompanhar um domicílio por até cinco trimestres. Com a pandemia, parte dessa amostragem foi prejudicada, pois os levantamentos deixaram de ser feitos presencialmente. A perda de amostra, porém, não afetou a análise do rendimento, explica a pesquisadora da IDados Mariana Leite.

Observando os dados, Mariana avalia que é difícil prever quando esses brasileiros que perderam renda, mesmo os da classe média e média-alta, vão conseguir repor parte das perdas que tiveram nos últimos meses. “O que parece claro é que a recuperação da economia vai continuar devagar.”

Os dados mais recentes da Pnad Contínua apontam que o desemprego no país era de 14,2% no trimestre que vai de novembro até janeiro, o equivalente a 14,3 milhões de pessoas na fila por um trabalho.

Outro levantamento, feito também a partir da Pnad Contínua, mas pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), mostra que os domicílios mais ricos sofreram a maior redução proporcional na renda vinda do trabalho. Entre a classe média e a classe alta, as perdas reais foram de 1,55% a 7,44% do rendimento no quarto trimestre, respectivamente. “As famílias enfrentam uma queda de qualidade de vida e de consumo, também pelo aumento da inflação”, diz Sandro Sacchet de Carvalho, do Ipea.

Nos últimos meses, a classe média teve de trocar os filhos de escola e rever despesas com produtos mais caros, reorganizar o seu orçamento, ele lembra. E um dos grupos mais afetados foi o dos empregadores, donos de pequenos negócios, por exemplo.

“Virei, praticamente, uma morta-viva”, conta a empresária Tita Dias, 64, sócia do restaurante paulistano Canto Madalena. Depois de fazer um empréstimo, ela recorreu às economias para que o estabelecimento não fechasse de vez. “Foi como jogar dinheiro pela janela.” Com o agravamento da crise sanitária, ela optou por não oferecer o serviço de delivery, para não colocar os funcionários em risco.

“A sorte é que também sou aposentada e não dependia do restaurante para me sustentar, mas o impacto foi grande. A família teve de negociar o preço do plano de saúde e evitamos um aumento no aluguel”, diz Tita. Agora, com a fase de transição no Plano SP, iniciada neste domingo (18), ela pretende reabrir aos finais de semana, a partir de sábado (24).

O Ipea também apontou que as famílias mais afetadas pela inflação em março foram as de classe média e de média-alta. A variação de preços para esses grupos passou de 0,98% e 0,97% em fevereiro, respectivamente, para 1,09% e 1,08%, sobretudo devido ao aumento dos combustíveis.

Parte das perdas de recursos que vêm do trabalho se deu também por reflexo dos programas de redução de jornada e suspensão de contrato, que, se por um lado serviram para preservar empregos, por outro afetaram o bolso dos trabalhadores.

Para possibilitar a jornada reduzida –com consequente redução no pagamento– foi criado o BEm (Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda), que repunha parte do corte salarial. Por pressão dos empresários, que tiveram de reduzir ou suspender atividades por causa do recrudescimento da pandemia, os acordos de suspensão de contratos e redução de jornadas devem ser retomados este ano.

A pandemia mudou a vida de Patrícia Polonca, 45. Antes da quarentena, a ex-promotora organizava eventos corporativos de grande porte ao lado do marido, Gustavo, 47. Com as medidas de isolamento impostas para ajudar a conter o vírus, o mercado de eventos minguou e a família precisou se ajustar.

“A gente estava há 20 anos no mercado, mas a demanda desapareceu. Os eventos virtuais existem, mas não são a mesma coisa”, afirma.

Com a nova realidade, eles trocaram os filhos Pedro, 11, e Luca, 9, de uma escola tradicional na Vila Mariana, em São Paulo, pela Luminova, na Barra Funda, pagando menos da metade na mensalidade. “Eles se adaptaram rápido às aulas online”, conta.

Patrícia também aproveitou para retornar à antiga profissão, de designer de interiores. Hoje, dá consultoria pela internet para quem faz home office e precisa adequar a casa às novas necessidades da família. O marido transformou as consultas online como terapeuta holístico, que antes ajudavam a complementar a renda, em atividade principal.

“Todo esse cenário é preocupante para a classe média, mas também é importante lembrar que o número de pessoas que ganham até um salário mínimo estão em uma situação mais frágil no mercado de trabalho”, destaca Mariana, da IDados.

As famílias mais pobres sentem perda de renda quase que de imediato, e entre as famílias que ganham até um salário mínimo e perderam renda, quase 60% perderam tudo o que ganhavam no fim de 2020, ainda segundo a IDados.

A impossibilidade de trabalhar como informal durante a pandemia, por exemplo, poderia levar facilmente uma família com menos recursos ao desamparo, sem medidas de auxílio para compensar o baque causado pela pandemia.

O pagamento do auxílio emergencial (que já foi de R$ 600 em abril passado e deixou de ser pago em dezembro, quando a parcela já era de R$ 300) ajudou a amortecer a queda na renda dos mais pobres. Para este ano, apesar do agravamento da pandemia, o benefício aos mais desamparados voltou com quatro parcelas mensais de R$ 150 a R$ 375, conforme a situação da família.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Quer dizer sr. Gustavo, que o Covid19 e culpa do Bolsonaro? “Se” oriente e não escreva besteira.

  2. E ainda tem uns que “uns” que fizeram consignado no benefício dos pais, avós, para comprar armas…
    Quem pensou numa boiada que apertou 17 em 2018, acertou.

    1. Por trás de um Esquerdista preguiçoso, tem um pai e mãe que trabalham.

  3. Obrigado, Bolsonaro, por nos entregar um país ainda pior do que aquele que você recebeu. Mais desemprego, maior inflação, mais violento e ainda mais polarizado.

    1. pt e stf tiveram participação prepoderante nesse resultado, e o Lockdown foi o mecanismo eficiente pra sucesso desse resultado negativo ao povo brasileiro. O governo federal tentou evitar, em vão, pois o stf delegou aos governo estaduais e municipais a tarefa de parar o setor produtivo, impedindo os planos do governo federal de manter a cadeia produtiva funcionando. Depois da triunfante vitória da corrupção, o PT também pode comemorar esse objetivo alcançado, destroçar a economia dos brasileiros. Repugnante

    2. Fernando, tomou aftosa? Com lockdown vai morrendo quase 400 mil. Como seria sem lockdown, conforme queria o asno superior? Tivesse o asno superior, no início da pandemia, não aderido ao negacionismo (quando tínhamos 130 mortos, Bolsonaro disse que não morreriam nem 800), não teria assustado os Estados e o STF.

    3. LEVA A MAU NÃO AMIGO, TU JÁ LEIO ALGUMA COISA SOBRE ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO BRASILEIRA, SUDOESTE E O NORTE. VEJA QUE BENFEITORIA ACONTECE E DE GRANDE VALORES PARA ECONOMIA NACIONAL,.

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Mundo

Brasileiros são alvo de discriminação na Europa devido a variante do vírus

O descontrole da pandemia no Brasil e a preocupação com as variantes identificadas no país já fazem com que brasileiros residentes na Europa sejam alvo de discriminação e comentários ofensivos. Eles são acusados de disseminar a Covid-19 no continente.

Na França, que na última terça-feira (13) determinou a suspensão temporária dos voos com o Brasil devido à situação sanitária, as redes sociais estão repletas de publicações, vídeos e memes ofensivos aos brasileiros, muitos reunidos sob a hashtag #VariantBresilien (variante brasileira).

As postagens são particularmente dirigidas às brasileiras, com associações a prostituição, promiscuidade e calcinhas fio dental. Também há piadas com o sotaque e com a aparência das mulheres.

Com o país em lockdown, as agressões são sobretudo online, mas não se restringem ao universo virtual.

Em um vídeo publicado no Twitter, um homem vai até uma conhecida área de prostituição de transexuais em Paris, o Bois de Boulogne, e começa a perguntar se as profissionais do sexo são brasileiras. “Variante brasileira? Você acaba de chegar à França?”, pergunta ele.

As menções ao Bois de Boulogne e à prostituição de brasileiras no parque são recorrentes.

Em uma publicação popular na rede, um comediante pergunta: “Voos entre França e Brasil suspensos… E quanto ao Bois de Boulogne, o que acontece?”.

Muitos que acompanham as publicações têm demonstrado perplexidade com os comentários. Ao ler as postagens com a hashtag #VariantBresilien, um brasileiro que não quis se identificar relata a existência de mensagens razoáveis de preocupação com a variante brasileira e, por outro lado, o que chamou de “show de horrores de xenofobia”.

Para ele, os brasileiros, além de serem mal vistos no geral, agora são tratados como ameaças internacionais.

Alguns que tentaram rebater os ataques queixam-se de perseguição nas redes sociais.

Uma pesquisadora brasileira que vive em Paris e tem publicado as ofensas nas redes sociais, por exemplo, pede para não ter o nome divulgado na reportagem por temer ainda mais retaliações.

Da Irlanda, onde vivem oficialmente cerca de 50 mil brasileiros, também chegam relatos de discriminação com menções diretas à pandemia no Brasil.

Uma parte significativa de motoboys e entregadores de aplicativos de refeições do país é formada por brasileiros. Nos fóruns especializados, eles relatam desde comentários ofensivos até pedidos cancelados. “Um cliente me disse, na minha cara, que brasileiros estão aqui espalhando doenças, que trouxeram a Covid-19. Ele gritou e me perguntou por que eu não voltava para a minha terra”, diz Anderson Santos, em uma das publicações.

Nos últimos meses, entregadores de um modo geral têm sido alvo de violência e xenofobia. Gangues têm organizado emboscadas, aproveitando para agredir e roubar encomendas, bicicletas e motos.

A discussão sobre os países sujeitos à quarentena obrigatória também levou a uma onda de comentários ofensivos, mirando sobretudo brasileiros e sul-africanos. “Para mim, algumas partes desse debate [sobre quarentena] tiveram um cheiro de xenofobia”, chegou a afirmar o ministro da Saúde, Stephen Donnelly. “Eu ouvi pessoas dizerem que devemos proteger nosso povo de estrangeiros, não é disso que se trata”, completou.

A associação das variantes do vírus ao local em que são inicialmente identificadas é criticada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que vê risco precisamente no aumento do estigma em relação aos locais associados às cepas do Sars-CoV-2. “Não deve haver estigma associado à detecção desses vírus, mas infelizmente ainda vemos isso acontecendo”, afirmou Maria Van Kerkhove, epidemiologista da OMS.

PORTUGAL

Brasileiros em Portugal, onde os voos diretos com o Brasil estiveram suspensos entre 29 de janeiro até a última sexta-feira (16), também relatam episódios de discriminação.

Nas redes sociais e em reportagens sobre a situação da pandemia no Brasil, há muitas acusações de que os brasileiros levariam a Covid-19 para o país.

Uma brasileira de Minas Gerais, em Portugal há dois anos, conta, em um grupo de apoio, ter sido ofendida na fila do supermercado, após um outro cliente identificar seu sotaque. Segundo ela, o homem disse que brasileiros só estão no país para espalhar o coronavírus e tomar emprego dos portugueses.

Abalada, ela diz que a situação irregular em Portugal faz com que ela não tenha coragem de expor o caso ou tentar denunciar as ofensas.

As responsáveis pelo projeto Brasileiras Não se Calam, que reúne relatos de discriminação no exterior, dizem ter notado que, em muitos casos em Portugal, a pandemia é usada como justificativa para a xenofobia.

São afirmações como “a pandemia só chegou a Portugal por causa dos brasileiros” ou “não vou usar máscara porque é uma [funcionária] brasileira que está pedindo”.

Além dos brasileiros, a comunidade chinesa também relata aumentos nos casos de discriminação e agressões.

Em uma extensa reportagem no semanário Expresso, chineses de diferentes faixas etárias e classes sociais relatam episódios em que também foram acusados de disseminar o coronavírus no país. “Desde que começou a pandemia comecei a sentir mais violência no discurso tanto no espaço público como nas redes sociais”, afirmou a luso-chinesa Michelle Chan, membro da ONG SOS Racismo, em entrevista ao jornal.

A última avaliação epidemiológica do país, divulgada em uma reunião no Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde), afirma que a presença das variantes é residual em Portugal.

Até agora, há 29 casos confirmados da variante P.1 no país, o equivalente a uma prevalência de 0,4%. Também bastante disseminada no Brasil, a P.2 teve prevalência de 0,1%.

Em março, a variante britânica representou 83% dos casos no país.

Apontado inicialmente como bom exemplo de combate a pandemia, Portugal viu o cenário mudar completamente no começo de 2021. O país optou por relaxar as medidas restritivas no período do Natal, o que acabou contribuindo para uma grande alta no número de casos e mortes.

Sob pressão, o SNS (SUS de Portugal) esteve perto do colapso, e o país acabou pedindo ajuda internacional para outros países da UE.

Em 15 de janeiro, o país entrou em lockdown. Agora, com os números sob controle, está em curso o desconfinamento. A reabertura começou em 5 de abril e acontecerá, por etapas, até 3 de maio.

As viagens diretas com o Brasil também foram retomadas. Após 77 dias de suspensão, na última sexta-feira o governo decidiu autorizar voos comerciais entre Portugal e Brasil. Os embarques permitidos ainda são bastante limitados.

Devido à pandemia, a entrada de turistas brasileiros está proibida na União Europeia desde março de 2020. As viagens só são autorizadas para pessoas com dupla cidadania ou residência legal em algum Estado-membro, além de algumas exceções para deslocamentos classificados como essenciais.

São consideradas viagens deste tipo aquelas para permitir o trânsito ou a entrada de cidadãos por motivos profissionais, de estudo, de reunião familiar, por razões de saúde ou humanitárias.

Para entrarem em Portugal, além de cumprirem esses requisitos, os brasileiros precisam apresentar um teste PCR negativo, feito 72 horas antes do embarque e, desde o mês passado, estão sujeitos a uma quarentena obrigatória de 14 dias após a chegada.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

    1. Ciro, o gado não tem hábito de ler. Sabe apenas replicar, mugir, espernear e colocar a culpa nos outros.
      Quando a pandemia estiver controlada, o brasileiro vai ficar muito tempo ainda mal visto na comunidade internacional.
      Agora, se falar que isso será culpa dos negacionistas, eles se revoltam igual a estouro de boiada.

    1. Também, mas não só. É uma culpa repartida entre autoridades negacionistas, autoridades corruptas, autoridades incompetentes e povo que não toma os cuidados sanitários básicos. Mas principalmente por xenofobia, que é muito comum na Zooropa e usaram a pandemia como desculpa.

  1. Fiquei sabendo de um brasileiro que foi chicoteado nos EUA 🇺🇸.
    Estava sem máscara e vestindo uma camisa que estava escrito: “bolsotramp”.

  2. Tirando a questão da xenofobia, terrível, vamos aos fatos: certamente há uma verdade no comportamento da mulher brasileira que alimenta estereótipos e preconceitos. A mulher brasileira é considerada oferecida e fácil. O homens é as mulheres brasileiras são vulgares, mal educados, sem cultura. Ninguém quer esses animais selvagens por perto.
    Agora com a proliferação de variantes em nosso país, seremos vistos, ainda, como vetores de contaminação.
    Nesse aspecto, cabe a responsabilização do Presidente Bolsonaro.

    1. Dobre a língua antes de falar dos seus compatriotas e deixe o complexo de vira-lata em casa.Sua família incluindo você , seus amigos são vulgares,mal educados e incultos ?CLARO QUE NÃO! veja a história das colonizações europeias e observe se tem semelhança com seus comentários ofensivos sobre seus compatriotas? trouxeram doenças infecto contagiosas e contaminaram criminosamente,estupraram,escravizaram,mutilaram , dizimaram e massacraram nações indígenas inteiras,pilharam nossas flora e fauna aqui e em alhures,sem falar nas famosas máfias italianas na história mais recentes !A maldade é humana ,não da etnia !

    2. Também, mas não só. É uma culpa repartida entre autoridades negacionistas, autoridades corruptas, autoridades incompetentes e povo que não toma os cuidados sanitários básicos. Mas principalmente por xenofobia, que é muito comum na Zooropa e usaram a pandemia como desculpa. Lembre que para os racistas e xenófobos você e sua família são tão selvagens quanto os brasileirinhos que VOCÊ discrimina aqui, seu fdp. Você é o típico produto da “elite” natalense, que humilha frentista, destrata garçom e explora empregada doméstica. Só que para os gringos você é tão lixo quanto o resto dos brazucas, vira-latinha.

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Educação

Relatório do LAIS recomenda retorno no ensino público no RN

A retomada das atividades escolares da rede pública de ensino, em todo o estado, de forma híbrida. Essa é uma das sete recomendações constantes no mais recente relatório elaborado pelos pesquisadores do Laboratório de Inovação Tecnológica e Saúde (LAIS/UFRN).

O documento, elaborado pelos pesquisadores Carlos Alberto P. de Oliveira, Fernando Lucas de Oliveira Farias, Juciano Lacerda, Higor Morais, Ion de Andrade, Leonardo J. Galvão de Lima, Nícolas Veras, Ricardo Valentim, Ricardo Arrais e Rodrigo Silva, faz uma análise do cenário pandêmico no RN, após o feriado da Semana Santa.

O relatório recomenda também que as escolas devem estar estruturadas segundo protocolos estabelecidos pelas
autoridades sanitárias estaduais e locais, iniciativa a ser adotada tanto para a rede pública quanto a rede privada.

 

Clique AQUI e acesse o documento na íntegra.

Opinião dos leitores

  1. Esse LAIS está de brincadeira, na semana santa recomendava o estado do RN,a manter de forma integral todo mundo em casa,desde da sexta feita ate a segunda feira…bando de vagabundos…se não tem vacina pra todo mundo, então para de fazer e falar besteira…

  2. Esse LAIS é mais um troço para retirar dinheiro do cidadão. Defender a vacinação dos professores, esses cargos comissionados não fazem.

  3. Não precisar ser “doutor para saber disso. Até um jumento sabe que as aulas eram para ter voltado. Esse povo ganha dinheiro só para falar asneiras, é isso?

  4. Pronto o LAIS agora é de Direita kkk kkk.
    É só cortar 50% do salário dos Professores que não voltarem.

  5. Engraçado, um monte de professor da UFRN com cargos comissionados no LAIS e que NÃO DÃO AULA querendo dar pitaco na vida dos outros professores do estado e município mandando eles trabalhar, é hipocrisia ou não é?

    1. Bom dia este órgão tão seguros de suas opiniões poderiam me falar onde se eles já foram nas escolas pra saber o estado das mesma relacionado a segurança, ora vão procurar ninho de avião quem sabe encontram o que fazer.

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Acidente

Senador Flávio Bolsonaro sofre acidente de quadriciclo no Ceará

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) sofreu um acidente de quadriciclo na Praia da Taíba, neste sábado (17). A Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante confirmou o atendimento do filho do presidente Jair Bolsonaro na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Pecém, unidade de saúde pública plantonista da região.

Flávio Bolsonaro sofreu luxação na clavícula e foi liberado com imobilização. O senador passava o fim de semana em um hotel lna região acompanhado da sua esposa.

DIARIO DO NORDESTE

Opinião dos leitores

  1. O Bizonho vai criar um factoide….pra confirmar que o senador ia passando tranquilo, e o governador, de esquerda, derrubou o senador com uma tijolada. Pra tirar o governador da corrida presidencial.

  2. Deixa o senador descansar , tava numa pousadinha
    diaria de R$7.000,00, kkk, senador e grande empresário do ramo de chocolatekkkk e o gado só no capim um bando de babaca.

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Saúde

Governo Federal passa marca de 50 milhões de vacinas anticovid distribuídas aos Estados

Foto: Força Aérea Brasileira

O governo federal passou a marca de 50 milhões de vacinas distribuídas aos Estados e ao Distrito Federal, de acordo com os dados do LocalizaSUS deste sábado (17.abr.2021). Até o fechamento da reportagem, o registro mostrava 53.493.436 de doses enviadas.

Dessa quantidade, 40,7 milhões são doses da CoronaVac, produzida pelo Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac; 11,6 milhões do imunizante da AstraZeneca, produzido no Brasil pela Fiocruz; e outro 1 milhão também da AstraZeneca, enviadas pela aliança global Covax Facility em março. A campanha de imunização nacional começou em 18 de janeiro.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou a marca em suas redes sociais, afirmando que 28,4 milhões de doses foram aplicadas.

Estados e Municípios

Do total de doses recebidas, os Estados repassaram 93,7% aos municípios (50 milhões). São Paulo é a cidade que mais recebeu: 3,3 milhões. Em 2º lugar está o Rio de Janeiro, com 2,3 milhões. As outras localidades registram menos de 1 milhão.

O Poder360 mostrou em 16 de abril que os municípios brasileiros levam, em média, 17,8 dias para aplicar vacinas contra a covid-19 já entregues aos Estados pelo governo federal. O levantamento considerou o tempo que passa do momento que as doses são entregues à capital do Estado até a aplicação.

Poder 360

 

Opinião dos leitores

  1. 50 Milhões distribuídas e 26 milhões aplicadas. Porque a diferença? Como conhecemos os Políticos brasileiros ISSO Dá Margem para várias interpretações. Se existe vacinas estocadas porque não aplicar na população? Qual o interesse em NÃO vacinar a população? MUITO Estranho.🤔🤔🤔

  2. Esse governo é top, depois de dizer que n comprava vacina da China está entregando a vacina que Dória, contra a vontade do Bozo, está produzindo. 80% das vacinas que estão aplicando vem de SP/China.

  3. 50 milhões de doses, é suficiente para vacinar apenas 12% da população. Precisamos de mais de 420. Milhões de doses para imunizar à população. Com a manutenção do ritimo atual, só vamos conseguir a imunidade total no fim do ano de 2022. Nesse clima de horror, a eleição de Bolsonaro vai seguir exemplo da de Trump

  4. Agradeçamos ao Doria! Se dependessemos do maluco que ocupa a presidência, estaríamos ainda chupando o dedo, pois ele não queria comprar vacinas. Graças a Deus 2022 tá bem aí, e esse sujeito vai ser varrido do mapa.

  5. Precisa morrer quase 60 mil pessoas pra que a porra de uma vacina seja aplicada nesse país

    Imagina a farra que está acontecendo em boa parte dos municípios brasileiros com essa vacina, não duvido que esteja sendo vendida a peso de ouro

  6. O sus Bg..por essa merda de governo..eu tava fudiiido..vc tava fudidooo…viva o Butantan…!!viva a ciência!!

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Saúde

Jovem dá à luz gêmeas, contrai covid-19 e morre sem conhecer as filhas

Foto: G1 Santos

Após dar à luz prematuramente duas meninas gêmeas, uma jovem de 27 anos morreu nesta sexta-feira (16), no HGA (Hospital Guilherme Álvaro), em Santos. Ela passou um mês internada por conta da gravidez, de alto risco. Nathanny Ribeiro da Silva era hipertensa, tinha problemas sérios no coração e na tireoide e, pouco antes da cesariana de emergência, contraiu covid-19.

A enfermeira Ana Paula Maria Ramos é gerente da Usafa (Unidade de Saúde da Família) do bairro Sítio Conceiçãozinha, no Guarujá, onde a mãe morava.

A profissional de saúde acompanhou de perto a evolução da gravidez de Nathanny Ribeiro da Silva desde as primeiras semanas. Ela declarou a jovem, que deixou outros dois filhos pequenos, já havia sido aconselhada pelos profissionais da unidade a não engravidar novamente.

“A primeira gestação dela já foi muito difícil. Ela foi orientada a utilizar métodos contraceptivos, mas ela era muito teimosa”, conta, lembrando que no bairro, uma pequena comunidade carente na cidade do Guarujá, todos se conhecem. “Ela vinha muito à unidade. Mas não seguiu as recomendações e acabou engravidando do segundo filho”.

Quando Nathanny ficou grávida das gêmeas, Ana Paula sabia que o risco seria dobrado. E garante que, tanto ela quanto a equipe da unidade de saúde, fizeram de tudo para garantir que a jovem fosse assistida de perto.

“Ela parecia não entender a gravidade da situação, estava sempre muito alegre e sorridente. E às vezes não aparecia nas consultas do pré-natal. Eu ou alguém da equipe íamos até a casa dela para saber se estava tudo bem”.

O último atendimento que a enfermeira prestou a Nathanny foi no dia 05 de março. A pressão estava normal e a saúde da jovem parecia estável. “Depois desse dia, ela sumiu. Soube que havia procurado o HGA, que é especializado em gravidez de risco. Ela queria muito ter as bebês”.

Fuga do hospital

A Secretaria de Saúde do Estado informou que Nathanny deu entrada no dia 15 de março no Hospital Guilherme Álvaro já com quadro grave, com gestação de risco e histórico de comorbidades. Devido à gravidade clínica, foi internada na UTI e estava assistida por equipe multidisciplinar, retornando à enfermaria no dia 19.

No dia 21 de março, a jovem fugiu do hospital, onde estava internada antes mesmo antes mesmo da conclusão dos cuidados necessários e da alta médica. Um boletim de ocorrência (513981/2021) ao qual o UOL teve acesso foi registrado pela Polícia Civil no dia 22 de março, às 11h17.

Na madrugada do dia 23, a jovem começou a passar mal em casa. Com falta de ar, foi levada de volta ao HGA que, segundo a Secretaria de Saúde do Estado, já havia contatado a família, solicitando o seu retorno.

Ao realizarem uma tomografia, os médicos descobriram uma mancha nos pulmões e ela foi mantida no isolamento da maternidade, com suspeita de covid-19. Os exames deram positivo. No dia 25, a equipe realizou uma cesária de emergência e ela deu à luz as gêmeas, que nasceram prematuras, com sete meses.

Nathanny sequer pôde segurar as crianças. Logo após o parto teve que ser sedada, intubada e assim permaneceu, numa UTI específica para casos da doença, até a última quinta-feira (15), quando – já não respondendo mais aos tratamentos – acabou falecendo, às 12h46.

O corpo da jovem foi sepultado nesta sexta-feira (16), no Cemitério Jardim da Paz, em Guarujá.

Thaís Ribeiro, 21 é irmã de Nathanny. Ela informou ao UOL que, quando ela procurou o HGA, já não se sentia bem. Ela sentia uma pressão no peito e na barriga e já não conseguia respirar normalmente. “Quando minha mãe foi ao HGA receber a notícia do falecimento dela, disseram que a causa da morte tinha sido um problema no coração, não a covid-19. Mas quando ela voltou, após ter fugido, colocaram ela numa sala com um paciente que já estava intubado por conta da doença. E ela começou a ficar com muito medo de ter a covid. Acreditamos que ela acabou pegando lá”.

“Foram seguidos todos os protocolos, tanto para a gestação de alto risco quanto para casos de coronavírus, sendo incorreto afirmar que ela teria se infectado na unidade, uma vez que deixou o serviço contra indicação médica. Durante a internação, o hospital prestou atendimento dentro dos protocolos, forneceu informações aos familiares e segue à disposição dos mesmos”, afirmou a Secretaria de Saúde, na nota.

Avó precisa de ajuda

Nathanny morava com o namorado e não trabalhava. Agora os quatro filhos da jovem estão sob os cuidados da avó materna, que não quis dar entrevistas por conta do luto. A família, de origem muito humilde, precisa de doações para as gêmeas, Lívia e Lavínia, que nasceram saudáveis, livres da covid-19 e já estão sob o atendimento direto da enfermeira Ana Paula.

Fraldas, produtos de higiene, leite em pó podem ser encaminhados à Usafa do Sítio Conceiçãozinha, que fica na R. Nova Esperança, 11, em Vicente de Carvalho.

“Queremos ajudar, conhecemos a família e tínhamos um carinho grande pela Nathanny. Além de ser gerente da Usafa, estou sempre tentando fazer mais, por ser uma comunidade muito carente. Quem puder ajudar, é só me procurar lá na Usafa”, concluiu Ana Paula.

UOL

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Acidente

Morrem pai e filho atingidos por explosão no bairro das Rocas; Eles estavam internados desde a semana passada

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

Um homem de 53 anos morreu poucas horas após o filho e se tornou a segunda vítima fatal da explosão que deixou seis pessoas feridas e destruiu quatro imóveis no dia 9 de abril no bairro das Rocas, na Zona Leste de Natal. Dos seis feridos, cinco são da mesma família.

O óbito aconteceu nesta sexta-feira (16), porém, só foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde a pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), que recolheu o corpo neste sábado (17).

VEJA MAIS: Explosão atinge imóveis e deixa pessoas feridas no bairro das Rocas, em Natal

Antônio José da Silva, de 53 anos, estava internado no Hospital Walfredo Gurgel em estado grave havia uma semana, desde que aconteceu o acidente. Poucas horas antes da sua morte, Adriano Souza da Silva, o filho dele, de 28 anos, também havia falecido. Veja a matéria completa no G1-RN.

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Saúde

Genes humanos que lutam contra o Sars-CoV-2 são identificados em estudo

Foto: National Institute of Allergy and Infectious Diseases, NIH

Um grupo de genes humanos que combatem a infecção por Sars-CoV-2, o vírus causador da Covid-19, foi identificado em um novo estudo do Instituto Sanford Burnham Prebys, dos Estados Unidos. A descoberta foi publicada na revista científica Molecular Cell.

De acordo com Sumit K. Chanda, diretor e professor do Programa de Imunidade e Patogênese do Sanford Burnham Prebys, o objetivo da pesquisa era compreender como as células humanas reagem ao novo coronavírus e quais fatores determinam a força de uma resposta à infecção. “Tivemos novos insights sobre como o vírus explora as células humanas que invade, mas ainda estamos procurando seu ‘calcanhar de Aquiles’ para que possamos desenvolver antivirais adequados”, ele explicou em um comunicado.

Chanda e sua equipe iniciaram sua pesquisa após perceberem que alguns dos casos mais graves da Covid-19 estavam relacionados a uma atuação fraca dos interferons, glicoproteínas que agem na defesa do nosso organismo. Assim, com base no que a ciência já havia descoberto sobre o Sars-CoV-1, que teve um surto entre 2002 e 2004 e é semelhante ao Sars-CoV-2, os pesquisadores conduziram experimentos para identificar genes ativados por esses proteínas (ISGs, na sigla em inglês), que combatem a infecção do coronavírus controlando a replicação dele.

Os cientistas acabaram encontrando 65 ISGs que controlaram a infecção por Sars-CoV-2 – alguns desses genes, inclusive, impediram o vírus de entrar nas células e evitaram a fabricação de RNA, que seria essencial para o patógeno. “O que também foi muito interessante foi o fato de que alguns dos ISGs exibiram controle sobre vírus sem relação [com a Covid-19], como o da gripe sazonal, o da febre do Nilo Ocidental e o HIV, que leva à Aids”, adicionou Chanda.

Laura Martin-Sancho, pesquisadora associada no laboratório de Chanda e autora principal da pesquisa, tambem explicou que foram identificados oito ISGs que inibem a replicação do Sars-CoV-1 e do Sars-CoV-2 no compartimento subcelular que é responsável pelo empacotamento de proteínas. Isso indica que essa área pode ser explorada para limpar a infecção viral. “Essa é uma informação importante, mas ainda precisamos aprender mais sobre a biologia do vírus e investigar se a variabilidade genética dentro desses ISGs se relaciona com a gravidade da Covid-19”, apontou a cientista.

Com isso, os pesquisadores já começaram a coletar variantes do Sars-CoV-2 para levarem sua pesquisa adiante. “É de vital importância não interromper os esforços de estudo agora que as vacinas estão ajudando a controlar a pandemia”, observou Chanda. “Chegamos muito longe rapidamente por causa do investimento em pesquisa fundamental que foi feito no Sanford Burnham Prebys e em outros lugares, e nossos esforços contínuos serão especialmente importantes quando – e não se – outro surto viral ocorrer.”

Galileu

Opinião dos leitores

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Economia

Depois de 14 anos, Brasil deve ter contas externas no azul com boom de commodities

Foto: Ivan Bueno/APPA

Com um novo boom das commodities (produtos básicos, como petróleo, grãos e minério) no mercado internacional, o Brasil deve voltar a fechar em 2021 as contas externas no azul após 14 anos. De acordo com o Banco Central, depois de um rombo de US$ 12,5 bilhões no ano passado – já considerado baixo para os padrões brasileiros – a estimativa é de saldo positivo de US$ 2 bilhões em 2021, o primeiro superávit desde 2007.

A conta de transações correntes no balanço de pagamentos engloba todos os negócios do Brasil com o exterior, incluindo o saldo comercial de mercadorias e serviços, as remessas de lucros e dividendos e os juros pagos pelas empresas, além das transferências pessoais.

A última vez em que o resultado ficou no azul ocorreu no boom global das commodities do começo deste século, quando o Brasil registrou superávits por cinco anos consecutivos a partir de 2003. Até o fim do ano passado, o BC previa um novo déficit de US$ 19 bilhões nas contas externas para 2021. Mas, com o aumento nos preços das commodities que o Brasil produz, o BC elevou a projeção de resultado em US$ 21 bilhões, para saldo positivo de US$ 2 bilhões.

Com as estimativas para as contas de serviços e de renda primária praticamente estáveis, a grande diferença veio na projeção para a balança comercial em 2021, que passou de superávit de US$ 53 bilhões para US$ 70 bilhões. Se o valor se confirmar, será o maior da história para o saldo comercial medido pelo BC. Pelas contas da instituição, somente as exportações devem alcançar US$ 256 bilhões este ano, superando o recorde de US$ 253,185 bilhões de 2011.

“Apesar de terem começado o ano em nível deprimido, espera-se que as exportações aumentem a partir de março, impulsionadas pelo escoamento da boa safra de soja, pelo patamar elevado para preços de commodities e pela recuperação da demanda internacional”, destacou o BC no último Relatório Trimestral de Inflação (RTI).

O Ministério da Economia também espera um superávit comercial recorde em 2021, de US$ 89,4 bilhões, crescimento de 75% ante o saldo de US$ 50,9 bilhões no ano passado. Enquanto a pasta considera os valores de todos os contratos de exportações e importações, a métrica do BC inclui apenas os recursos que efetivamente saíram e entraram no País.

No mercado internacional, os preços das commodities subiram 50% no último ano, conforme o BC. No mercado brasileiro, em reais, os preços das commodities tiveram alta de 66% no mesmo período. O impacto das commodities nas contas externas é cada vez maior porque o peso dos produtos básicos nas exportações brasileiras é crescente, passando de 53% do total embarcado em 2019 para 57% no ano passado.

O presidente da Associação do Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, destaca que o crescimento nas vendas desses produtos ocorre muito mais pelo preço do que pela quantidade produzida. “Há um aumento generalizado nos preços de todos esses produtos que o Brasil já produz em grande volume, como soja, milho, minério e petróleo. Além do aumento na demanda por países que já começaram a sair da crise, há um gargalo de falta de navios e contêineres que ajuda a pressionar os custos”, diz.

Para Castro, diferentemente do que ocorreu na primeira década deste século, a alta nos preços das commodities não deve continuar por muitos anos: “Ainda estamos no meio da pandemia, e não consigo imaginar esse movimento como uma coisa duradoura. Pode até haver alguma expansão na produção de alimentos para atender a uma demanda conjuntural decorrente de auxílios de renda, mas na metalurgia não vejo investimentos para a ampliação da capacidade que não terá demanda no futuro. ”

Já o economista chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez, projeta um ciclo mais extenso de valorização das commodities, pelo menos enquanto durarem os grandes pacotes fiscais lançados pelas principais economias avançadas. “No meu cenário, o boom das commodities é algo que veio de maneira mais duradoura, porque o ambiente é de liquidez (quantidade grande de recursos) e com uma perspectiva longa no tempo. A União Europeia, por exemplo, já anunciou que vai manter seu pacote até 2026”, conclui o economista.

O economista Bruno Lavieri, da 4E Consultoria, possui uma visão mais crítica sobre o superávit em conta corrente projetado para 2021. Segundo ele, apesar do desempenho das commodities, o resultado esperado faz parte de um diagnóstico ruim da economia brasileira. “É sinal de um quadro doméstico deteriorado, com câmbio fora do lugar e dificuldades para a população, o que reduz as importações”, afirma.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. A informação não é sobre a balança comercial,
    que vem sendo superavitária há muito tempo. As contas externas incluem o fluxo de capitais com o mercado externo. O saldo atual não deve ser interpretado isoladamente, pois sofre influência da redução de investimentos, da diminuição dos lucros (e das remessas de lucros para a matriz) das multinacionais estrangeiras instaladas no Brasil, dentre outras causas.

  2. Só se ve a prosperidade e a riqueza económica e social do centro oeste e agora migrando-se esse desenvolvimiento para o norte do Brasil e o meio norte:piaui e Maranhão,e a economia do Río Grande do Norte praticamente estagnada nas suas actividades económicas que sáo mantidas diretamente e indiretamente pelo setor publico e na agricultura algumas propriedades produtoras de frutas e na pesca o camarão em cativerio e de peixes,e a pouca criação de gado e no setor secundario se destacam a industria de energía eólica e a do petróleo e gás que está secando essas fontes,a industria textil da familia Rocha,e entre outras industrias pouco relevantes,já a industria solar pelo qual foi criada uma grande expectativa e perspectiva na gestión do senhor Robinson Faria está se transformando em mais uma decepção,citando outros exemplos de projetos que criaräo grandes expectativas e tornaram-se grandes decepciones:a tal industria de barrilha de Macau em que um ex senador e governador do RN só falava na mesma,aquellas ZPES:zona de procesamiento de exportaciones de Macaiba e Assu em que os políticos do RN sempre faziam a comparação entre essas duas ZPas para serem instaladas no estado do RN,com a zona Franca de Manaus,más,infelizmente jamais se concretizou,a industria do biodisel extraido da mamona e do girassol também nao logrou éxito,Lembrei me do projeto para a construção de uma grande refinaria de petróleo e gás em Guamaré que está sendo construida no estado de Pernambuco,esses säo os grandes projetos de desenvolvimiento economico e social que me recordo que jamais se concretizarão no estado do RN.

  3. Que bom !!! Notícia excelente, para um momento que precisamos de coisas boas. Quando se faz o dever de casa é elogiável, mas quando não, quando está errado, não tapo o sol com a peneira. A mão que bate em Chico, é a mesma que bate em Francisco. Então….

  4. Parabéns Senhor Francisco, devemos corrigir os erros e punir os responsaveis venham de onde vier, torcer contra o Brasil dar certo jamais. O resultado dessa luta pelo poder, só nos leva mais para o buraco.

  5. Que ótima notícias em meio a uma situação difícil que passamos com essa doença. Se fosse ao contrário tinha vários aqui ofendendo o governo federal, mas sou brasileiro e torço por um país melhor.

    1. Verdade vamos agradecer a China que fez o preço dos commodities subirem as maiores preços da história

    2. Estamos comprando arroz , carne, óleo, gasolina , ovo em dólar. Está otimo

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