Saúde

RN é o primeiro estado brasileiro totalmente integrado ao Vacinômetro do Governo Federal

O RN Mais Vacina está totalmente integrado às plataformas do DATASUS e do Ministério da Saúde, deixando o Rio Grande do Norte como o primeiro estado brasileiro totalmente integrado ao sistema do Governo Federal. Essa interligação garante o repasse, automático, das informações de todo o processo de vacinação que está em andamento no Rio Grande do Norte para o governo federal, de forma ágil e transparente. Esse processo teve início desde a construção da plataforma potiguar, com reuniões e repasse de informações entre a equipe do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde – LAIS/UFRN – Secretaria de Saúde Público do Estado – SESAP – e do próprio DATASUS e agora resulta na interligação dos dados.

Com a conclusão de compartilhamento de dados com o DATASUS e o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), as informações sobre imunização em todo o território potiguar passam a integrar a à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) – plataforma nacional de interoperabilidade de dados em saúde.

“O sistema potiguar está todo interligado às plataformas do Governo Federal, garantindo uma interface importante. De acordo com o coordenador do LAIS, Ricardo Valentim, o RN Mais Vacina vem se consolidando, com seu nível complexidade e é resultado de uma parceria entre o LAIS/UFRN, IFRN, a SESAP, o MPRN, as prefeituras municipais, mas também, com a participação fundamental da sociedade e da imprensa. “Em todos os municípios do RN temos cidadãos cadastrados, isso mostra a participação popular neste processo de vacinação, algo muito singular do nosso estado”, explicou Valentim.

Todos os 167 municípios do Rio Grande do Norte já estão integrados ao sistema no módulo gestor, o que possibilita que cada uma das gestões municipais faça o controle de todo o processo de imunização da população local.

Para a coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Proteção à Saúde Pública – Caop Saúde – a promotora Kalina Filgueira, o RN Mais Vacina é uma importante ferramenta para o controle e monitoramento de todo o processo de vacinação no Estado do RN, contribuindo com o trabalho desenvolvido pelo Ministério Público, como órgão de fiscalização e controle de políticas públicas de saúde. “O sistema foi um incremento para a transparência e controle de todo o processo de vacinação, desde a distribuição das doses até a sua aplicação, contando com 100% de adesão dos municípios do Estado, e se mostra como uma iniciativa e instrumento importante não só para transparência e controle, mas também para a garantia da equidade, no sentido de que a ordem de vacinação dos grupos prioritários seja respeitada.”

Opinião dos leitores

  1. Responsabilidade é isto! Não joga pelo partidarismo seboso usando o nome da doença. Parabéns governadora, pela brilhante gestão, enquanto vemos aí brigas pelas "cloroquinas e ivermectivas" da vida…

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Diversos

Brasileiro vai comandar companhia americana de tecnologia que vale R$ 900 bilhões

O brasileiro Cristiano Amon será o novo CEO da Qualcomm Qualcomm/Divulgação

Um brasileiro, formado em engenharia elétrica pela Unicamp, a universidade pública da cidade de Campinas, foi nomeado nesta terça-feira, 5, o CEO de uma das empresas mais tecnológicas do mundo: a Qualcomm, líder em produtos de tecnologia móvel que você não pode nem conhecer e nem ver, mas que está em todos os smartphones — sejam 3G, 4G ou 5G. Cristiano Amon vai assumir o cargo em junho deste ano, substituindo o atual CEO, Steve Mollenkopf, que está se aposentando.

Amon terá pela frente os desafios de fechar negócios na esteira da implantação do 5G pelo mundo afora, uma nova geração de tecnologia para telefonia móvel dominada pela Qualcomm, que faz processadores para os aparelhos utilizados por pessoas em todo o mundo. Hoje, a gigante tecnológica vale 171 bilhões de dólares na Nasdaq, algo em torno de 900 bilhões de reais. Para se ter uma ideia do tamanho da companhia, ela tem quase o dobro do valor da maior empresa no Brasil na bolsa que é hoje a Vale.

Amon também enfrentará alguns outros desafios como o de preparar a empresa para o fim de um acordo com a Apple, que só acontece daqui a cinco anos, mas que poderá levar a essa outra gigante tecnológica a se tornar uma concorrente do seu negócio. Aliás, muito mais gigante. A Apple vale 2,2 trilhões de dólares no mercado acionário, ou 11,5 trilhões de reais, e estima-se que sozinha represente cerca de 11% da receita total da Qualcomm. Em dezembro, a Bloomberg noticiou que a Apple estaria desenvolvendo um modem próprio para substituir os da Qualcomm, o que fez com que suas ações caíssem mais de 6% em um único dia. Em 2019, as duas gigantes chegaram a um acordo em um processo judicial por violação de patentes que levou justamente ao contrato de fornecimento de modem que deve terminar em 2025.

A escolha de Amon, que está desde 1995 na empresa, foi feita por unanimidade pelo conselho de administração da empresa e reflete justamente o momento de implementação do 5G. “Com nosso modelo de negócios claramente validado e nossa liderança em 5G, este é o momento certo para Cristiano assumir a liderança da Empresa e presidir o que vejo como a maior oportunidade única da história da empresa. Cristiano liderou o desenvolvimento de nossa estratégia 5G, incluindo sua aceleração, roteiro de tecnologia líder do setor e implementação global. Ele também foi um arquiteto importante e impulsionador da estratégia da Qualcomm de expandir e diversificar nossos negócios além dos dispositivos móveis e em novos segmentos da indústria”, diz o comunicado do Conselho.

No Brasil, a notícia que marcou a Qualcomm no ano passado foi a desistência de um projeto para construir uma fábrica na cidade de Jaguariúna, no interior de São Paulo. A planta produziria chipsets para celulares 4G. A desistência do projeto, segundo a própria empresa, foi por conta do avanço da tecnologia 5G, mas também devido a questões tributárias e à própria Covid.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Com certeza é um judeu. Enquanto isso os potiguares ficam conversando merda nos Parrachos de Pirangi e adjacências. Todos coçando o saco, tomando cana e esperando Fátima pagar os atrasados e o governo federal pagar o FPM. Povo preguiçoso é esse do RN.

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Diversos

Jogador brasileiro não sobrevive à parada cardiorrespiratória e morre em Portugal; mundo do futebol presta homenagens

Foto: Getty Images

O jogador Alex Apolinário, do Alverca, que havia sofrido uma parada cardiorrespiratória no último domingo, morreu nesta quinta-feira. O clube português divulgou um comunicado sobre o falecimento do brasileiro, por morte cerebral.

– Com profundo pesar comunicamos, de acordo com as informações prestadas pelo corpo médico do Hospital de Vila Franca de Xira, o falecimento por morte cerebral do nosso atleta Alex Sandro dos Santos Apolinário, esta manhã. O FC Alverca Futebol SAD prestará todo o apoio necessário a seus familiares – declarou o Alverca.

Alex Apolinário sofreu a parada cardiorrespiratória durante o jogo do Alverca contra o Almeirim, válido pela terceira divisão do Campeonato Português. Ele caiu desacordado no gramado por volta dos 27 minutos do primeiro tempo, perto do círculo central.

Os jogadores alertaram o árbitro, que decidiu não retomar a partida por causa do episódio. O brasileiro precisou ser atendido com o uso de desfibrilador e, depois de ter a situação estabilizada, foi encaminhado ao Hospital de Vila Franca de Xira para continuar com a recuperação.

A mãe do jogador, Vânia Apolinário, havia recebido a notícia na terça-feira de que os médicos do Hospital de Vila Franca de Xira estavam otimistas com os exames realizados com Alex, para avaliar as funções de órgãos vitais. Mas infelizmente ele não sobreviveu.

Alex Apolinário tinha 24 anos e jogava no Alverca desde o início de 2019, quando saiu do Cruzeiro. Ele ganhou notoriedade em Portugal ao marcar um dos gols da vitória por 2 a 0 sobre o Sporting de Lisboa, na temporada passada, que eliminou o clube de maior expressão da Taça de Portugal. Ele teve passagens pelas categorias de base e do Botafogo-SP, Cruzeiro e Athletico-PR.

Mundo do futebol presta homenagens

Nas redes sociais, vários jogadores, clubes e pessoas ligadas ao futebol prestaram homenagem a Alex(VEJA AQUI em texto na íntegra).

Globo Esporte

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Saúde

FOTOS: Brasileiro que já teve Covid é vacinado contra a doença nos EUA

Douglas Felizardo já teve a Covid-19 e foi vacinado contra a doença nos EUA — Foto: Douglas Felizardo/Arquivo pessoal

O ano de 2021 começou com sinais de esperança ao brasileiro Douglas Axel Felizardo. Natural de Sertãozinho (SP), ele mora há quatro anos na cidade de Brandywine, no estado de Maryland, nos Estados Unidos. Após contrair a Covid-19 em março do ano passado, teve a oportunidade de receber a primeira dose da vacina contra a doença na sexta-feira (1º), por trabalhar na área de saúde.

O técnico oftálmico de 27 anos disse ao G1 que, por conta da infecção, perdeu paladar e olfato por duas semanas, além de ter tido febre alta e falta de ar. Não precisou ser internado e se recuperou em casa. “Foi um pesadelo. Fiquei com medo de morrer”, contou.

Agora, após a primeira dose da vacina, está mais aliviado e aguarda com ansiedade a aplicação da segunda etapa do imunizante, marcada para 19 de janeiro. No entanto, gostaria que a sensação se estendesse aos familiares, que estão no Brasil.

“Quando soube que seria vacinado, eu fiquei muito feliz. Foi uma sensação de luz no fim do túnel. Sensação de alívio, mas ao mesmo tempo tristeza, porque queria que meus familiares tivessem a mesma oportunidade que eu tive”, afirmou.

Felizardo tomou a vacina da Pfizer, que foi aprovada no dia 13 de dezembro nos EUA e começou a ser aplicada no dia 14. O país também conta com o imunizante da Moderna no combate ao novo coronavírus. A aplicação começou no dia 20.

Convocação e agendamento

O brasileiro chegou aos EUA após ter se casado com um norte-americano. Depois de aprimorar o inglês, teve interesse pela área de saúde e fez um curso avançado de técnico de enfermagem. Ao pegar a certificação, conseguiu emprego em um hospital, onde atuou por dois anos.

Agora, como técnico oftálmico, trabalha com cirurgiões especializados em olhos e, desde o anúncio do início da vacinação contra a Covid-19, soube que estava na lista dos prioritários.

“Já estávamos cientes que agentes de saúde, não importando a posição, seriam os primeiros a tomar a vacina. Com isso na quinta-feira (31), recebemos um e-mail dos nossos supervisores dizendo que havia chegado a nossa vez”, explicou.

Felizardo foi vacinado no salão de um hospital na cidade onde mora e disse que o processo foi simples e organizado, apesar da grande fila registrada no primeiro dia de 2021. Ele não teve reações adversas ao imunizante.

“O processo de agendamento foi super simples. O que eu fiz foi clicar no link que me mandaram, agendar, e ir ao local programado para receber a vacina. Não demorei muito. O que tive que fazer foi esperar na fila, assinar alguns documentos e aguardar minha vez. No final, esperei por 15 minutos em uma sala para ver se tinha alguma reação”, contou.

Norte-americanos formam fila para vacinação contra a Covid-19 no estado de Maryland — Foto: Douglas Felizardo/Arquivo Pessoal

Vacina da Pfizer

Na análise do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, a vacina desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech apresentou alta eficácia em todas as faixas de idade, sexo, raça e etnia.

O imunizante precisa ser armazenado a uma temperatura de -70ºC, motivo apontado como um problema por especialistas, e é pioneiro no uso da tecnologia mRNA, método que usa parte do material genético do vírus para estimular o corpo a produzir defesa contra o Sars-Cov-2, causador do novo coronavírus.

A meta das autoridades de saúde norte-americanas era vacinar 20 milhões de pessoas contra a Covid-19 até o dia 31 de dezembro, o que não aconteceu.

No último dia de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) concedeu aprovação emergencial para o imunizante da Pfizer-BioNTech com o objetivo de facilitar a aprovação interna em países que ainda não o aprovaram.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a farmacêutica ainda discutem ações para pedidos de registro dos usos emergencial e definitivo da vacina.

G1

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Saúde

Brasileiro relata situação em Wuhan, na China, primeiro epicentro da pandemia de covid-19: ‘Praticamente normal’

‘Usamos máscara quando entramos em locais fechados, como bares, restaurantes ou shopping centers. Mas tudo já voltou a funcionar como antes’, diz Foto: Arquivo pessoal

“Aqui está tudo praticamente normal”, diz o paulistano Kenyiti Shindo, de 27 anos, à BBC News Brasil por telefone da cidade chinesa de Wuhan, onde vive.

“Usamos máscara quando entramos em locais fechados, como bares, restaurantes ou shopping centers. Claro que existe uma preocupação de que o vírus volte, mas tudo já funciona como antes”, acrescenta ele.

Um ano após o novo coronavírus ter sido descoberto, a situação no local onde ocorreu o primeiro surto de covid-19 é bastante diferente da do restante do mundo ocidental.

Segundo a Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, não há registros de novos casos e de novas mortes do vírus na província de Hubei, da qual Wuhan é a capital.

Desde o início da pandemia, foram 68 mil casos e 4,5 mil mortes na região.

Já na Europa, vários países decidiram confinar novamente suas populações devido ao aumento significativo no número de casos, frustrando os planos de Natal de milhões de pessoas e cancelando as festividades de Ano Novo.

A descoberta de uma mutação do vírus no Reino Unido, anunciada no último sábado (19/12) pelo primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, reforçou ainda mais esse temor entre as autoridades.

Essa nova variante é mais contagiosa e está “fora de controle”, segundo o secretário de Saúde do país, Matt Hancock.

Como resultado, vários países suspenderam voos de e para o Reino Unido.

No Brasil, a pandemia também não dá sinais de arrefecimento — são quase 200 mil mortos desde o primeiro caso, em 26 de fevereiro. O número de óbitos é superior a 500 por dia.

‘PREOCUPAÇÃO’

Shindo já vive na China há sete anos e chegou ao país por meio de uma bolsa que conseguiu ao estudar no Instituto Confúcio, da Unesp (Universidade Estadual Paulista). Ele acaba de terminar o bacharelado em Relações Internacionais e se prepara para se candidatar ao mestrado.

O brasileiro estava de férias na Malásia com a namorada em janeiro quando os dois foram pegos de surpresa com o lockdown em Wuhan.

Naquela época, imagens da cidade, com suas ruas totalmente desertas e isolada do restante da China, correram o mundo.

Até então, não havia sinais de que o vírus se alastraria, muito menos de que se tornaria uma pandemia.

Sem poder voltar para casa, o casal passou dois meses fora de Wuhan até sua reabertura, em março.

Ainda assim, Shindo foi um dos que pressionou o governo de Jair Bolsonaro a retirar os cidadãos brasileiros de Wuhan, em fevereiro.

Kenyiti ao lado da namorada, que é de Wuhan: casal passou pela Malásia e Tailândia enquanto esperava reabertura das cidades na China Foto: Arquivo pessoal

A China adotou uma estratégia de combate ao vírus que se provou bem-sucedida — o país não só confinou sua população, mas adotou um sistema de identificação e rastreamento de infectados que facilitou o controle do espalhamento da doença.

Como resultado, as atividades em Wuhan começaram a ser retomadas progressivamente a partir de março. Com a melhora do quadro, em outubro, a província de Hubei chegou a atrair mais de 52 milhões de turistas apenas entre os dias 1 a 7, durante a Semana Dourada, período festivo do gigante asiático.

Wuhan recebeu quase 19 milhões de visitantes, segundo dados do Departamento de Cultura e Turismo da Província.

O país também foi criticado, entretanto, por ter escondido informações sobre o avanço da covid-19 e acumulado erros de gestão, segundo documentos confidenciais do Centro Provincial de Controle e Prevenção de Doenças de Hubei obtidos pela rede americana CNN.

Shindo se diz preocupado com a situação da família que vive no Brasil.

“Meu pai é do grupo de risco e depende do SUS. Uma das minhas irmãs é professora e não pode trabalhar de casa. Fico preocupado”.

Ele conta que deve passar o Natal com um grupo de brasileiros, apesar de a festa não ser celebrada na China.

“Vamos nos reunir em casa e fazer uma ceia”, diz.

Uma realidade muito diferente da do restante do mundo.

ORIGEM AINDA INCERTA

Apesar de uma relutância inicial do governo chinês, em janeiro uma equipe de dez cientistas de várias partes do mundo viajará a Wuhan para investigar as origens da covid-19, segundo informou a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O biólogo alemão Fabian Leendertz, do Instituto Robert Koch, que fará parte do grupo, afirmou na última semana que a intenção não é buscar culpados, mas prevenir futuros surtos.

A missão, que durará entre quatro e cinco semanas, tentará responder, por exemplo, quando o vírus começou a circular e se ele passou a infectar de fato humanos inicialmente em Wuhan.

Um mercado de alimentos na cidade foi apontado desde o início como a possível origem da covid-19, onde o coronavírus teria migrado de animais e começado a contaminar humanos.

Mas há alguns pesquisadores que, hoje, acreditam que o patógeno possa apenas ter se multiplicado ali, mas que o “salto” entre as espécies não necessariamente pode ter ocorrido no local.

Época, via BBC

Opinião dos leitores

  1. Sabe-se lá quantos anos eles tiveram para pesquisar e imunizar sua população… agora é só esterilizar os brasileiros e aos poucos ir tomando conta do espaço e da produção de alimentos.

  2. Na opinião deste cidadão a cura da contaminação está no isolamento mais severo.
    Se todas as nações fizessem isso não precisaria de nenhum medicamento, hoje estaríamos todos sem máscara e tranquilos andando nas ruas.
    Para dar um depoimento sem noção deste era melhor nem falar nada.
    No mundo todo continua a contaminação só na china que parou, graças ao lockdown, tá de sacanagem!!!!!!

  3. Chineses usam a coronavac desde julho. Afirmam que não para não quebrar acordos com a OMS, tipo dá vacina não certificada ao seu próprio povo. A vacina funciona.

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Finanças

Brasileiro guardará 13º salário e está otimista com as finanças em 2021, diz pesquisa

Dinheiro: mesmo com a pandemia o envidividamento não aumentou entre os consumidores (DircinhaSW/Getty Images)

Os consumidores brasileiros chegam ao final do ano de 2020 mais conscientes em relação ao seu dinheiro. Uma pesquisa realizada pela Boa Vista apontou que o endividamento do brasileiro não aumentou este ano, na comparação com o ano passado, e a maioria (75%) pretende poupar uma parcela do 13º salário.

Pelos dados do levantamento, entre os que pretendem poupar o 13º salário, 38% disseram que pretendem guardar de 51% a 100% do valor. No mesmo período do ano passado, este percentual era de 31%. Já 19% dos entrevistados disseram que vão guardar de 30% a 50% e 18% até 30%. No mesmo período de 2019, o percentual era de 17% e 21%, respectivamente. Apenas 25% disseram que não irão poupar nada.

O comportamento do brasileiro pode ser explicado pela situação econômica este ano. Para 77%, a situação piorou em 2020, uma alta considerável, já que no ano passado eram 42% os que tinham essa percepção. Somente para 7%, a situação permaneceu igual, enquanto só 6% veem uma melhora em relação ao último ano. Outros 10% não deram opinião.

Para Dirceu Gardel, presidente da Boa Vista, a situação econômica do país devido à pandemia de coronavírus forçou o brasileiro a ser mais cauteloso com o dinheiro. “Houve uma apreensão sobre quando a crise iria acabar. Percebemos uma maturidade maior ao lidar com o dinheiro e um cuidado ao olhar para o futuro.”

Ele destaca ainda que o endividamento estável do brasileiro, em 66%, apenas 0,9 ponto percentual acima do registrado em fevereiro (antes da pandemia), pode ser explicado por alguns motivos.

O primeiro foram as medidas anunciadas pelo governo que afetaram diretamente o consumidor, como o pagamento do auxílio emergencial e do BEM (Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda). Além disso, os bancos e muitos varejistas anunciaram a prorrogação de parcelas para dar um alívio financeiro ao consumidor.

Outro fator que pode ter ajudado na retenção do endividamento do brasileiro é que o consumo ainda não voltou ao patamar pré-covid, com o comércio ainda funcionando em horário reduzido. “O consumo ainda está menor e o acesso ao crédito também. O excesso de crédito no mercado é o que afeta a inadimplência. Com a pandemia, os bancos ficaram mais rigorosos com a oferta e acabou restringindo mais.”

Se o consumo está represado, ele acredita que a inadimplência também está. Segundo o presidente da Boa Vista, o cenário real será conhecido apenas no primeiro trimestre de 2021, quando já estiverem encerrados os benefícios e facilidades anunciadas ao consumidor. “Haverá uma nova onda de inadimplência. Não sabemos ao certo um tsunami ou uma marolinha.”

Se depender do brasileiro, 2021 será muito melhor do que 2020. Quando se trata da vida financeira, 87% afirmam que haverá uma melhora da situação. Enquanto, 7% disseram que as finanças permanecerão iguais e 4% esperam uma piora. Outros 2% não têm opinião formada. “O brasileiro é naturalmente otimista. Ficamos surpresos com os resultados, o que mostra uma maturidade do consumidor”, finaliza Gardel.

Exame

Opinião dos leitores

  1. Com Bolsonaro o povo ficou otimista.
    Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro.
    O homem é bom, o homem é espetacular
    Mito 2023

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Saúde

Governo vai exigir exame negativo de Covid-19 para brasileiro ou estrangeiro entrar no país

Foto: Reprodução/TV Globo

Uma portaria publicada pelo governo federal na noite de quinta-feira (17) exige que brasileiros ou estrangeiros que quiserem entrar no país de avião apresentem um teste PCR com resultado negativo para Covid-19 ao embarcar. A medida começa a valer no dia 30 de dezembro.

O teste, a ser apresentado à companhia aérea, deverá ter sido feito até 72 h antes.

A portaria também determina que o viajante assine uma declaração de saúde para concordar com as medidas de prevenção da Covid-19 que deverá seguir enquanto estiver no país. O texto não especifica quais são as medidas.

O viajante que não cumprir as exigências da portaria estará sujeito a deportação, multas e inabilitação de eventual pedido de refúgio.

A portaria mantém regras que vêm sendo editadas desde o início da pandemia para restringir a entrada de estrangeiros por terra, água e ar. O ingresso é permitido em alguns casos específicos, como o de estrangeiros que tenham residência fixa no Brasil, tenham cônjuge brasileiro, viajem ao país para missão de organismo internacional e outros.

Na segunda-feira (15), o blog do Camarotti informou que o governo do presidente Jair Bolsonaro havia ignorado determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de adotar medidas de controle para quem chega ao país via aeroportos.

Uma nota técnica da agência já recomendava a apresentação de um teste negativo para Covid-19 antes da entrada no Brasil. Mas, até então, o governo vinha ignorando a orientação da Anvisa. Uma portaria publicada no dia 11, com regra para entrada de estrangeiros, não determinava a obrigatoriedade do exame.

G1

Opinião dos leitores

  1. Calígula ( Cacá para os íntimos ) , vai ter muito trabalho quando for para Disney , apertar a venta do pateta com sua ninhada de sobrinhos musculosos . É muita gente ! Aí papai !

  2. Está aberta a temporada de falsos exames, como todo brasileiro já faz com atestados médicos. … Medida certa na teoria, na prática inócua

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Economia

Após recessão, PIB brasileiro avança 7,7% no terceiro trimestre

Foto: Cris Faga/Estadão Conteúdo (24.set.2020)

A economia brasileira avançou 7,7% no terceiro trimestre de 2020 em relação ao trimestre anterior. O número foi divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o país sai da recessão técnica após dois recuos nos trimestres anteriores.

Na comparação com o mesmo período de 2019, porém, há queda de 3,9%. Em números brutos, o PIB somou R$ 1,891 entre julho e setembro. No segundo trimestre, o Produto Interno Bruto foi de R$ 1,653 trilhão

O resultado vem muito abaixo da expectativa de analistas ouvidos pelo CNN Brasil Business, que projetavam crescimento de 9%.

Com o resultado, a economia do país se encontra no mesmo patamar de 2017, com uma perda acumulada de 5% de janeiro a setembro, em relação ao mesmo período de 2019.

A flexibilização das medidas de isolamento social para conter o avanço da Covid-19 impulsionou a atividade econômica entre julho e setembro. Além disso, a alta expressiva pode ser explicada pela base de comparação fraca, afinal, a economia brasileira encolheu 9,7% no segundo trimestre.

Entre os setores, o melhor desempenho foi da Indútria, que avançou 14,8%, enquanto os Serviços tiveram variação positiva de 6,3% e o Agronegócio recuou 0,5%.

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias, que representa 65% do PIB, teve avanço de 7,6%. No segundo trimestre, o indicador havia caído 11,3%.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Queda de 4% em relação ao ano passado e resultado inferior ao esperado tanto pelo governo, quanto pelo mercado

  2. Resultado abaixo do esperado pelo mercado.
    Voltamos ao nível de 2017.
    Incompetência é a marca desse governo.

    1. Manoel, fique em casa, a economia a gente vê depois, pandeminion!

    2. Governos não fazem milagres,. Pegue o ranking dw crescimento dos demais paises

    3. Incompetente, é? Fala merda omi… um governo que fez tudo por todos e por todos os setores… poderia ter sido um desastre, caso o país fosse governo por incompetentes como a esquerda, ou João doria, ou um Ciro Gomes da vida.

  3. Presidente Bolsonaro e o Ministro Paulo Guedes são competentes e honestos.
    PT RN onde foi parar os 5milhões dos respiradores?

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Saúde

VÍDEO: Brasileiro no Reino Unido pode ser um dos primeiros a receber vacina contra a covid

Foto: CNN Brasil

O brasileiro Ricardo Petraco é cardiologista e vive no Reino Unido. Ele pode ser um dos primeiros a receber a vacina Pfizer/BioNTech contra a Covid-19. Nesta quarta-feira (2), o Reino Unido se tornou o primeiro país do mundo a aprovar o uso do imunizante, que deve começar a ser aplicado na população a partir da próxima semana. (ASSISTA AQUI entrevista).

Em entrevista à CNN, Petraco contou que foi informado pelo hospital em que trabalha sobre a possibilidade de tomar a vacina por ser profissional da saúde, parte do grupo prioritário para receber o imunizante.

“Recebemos um comunicado interno para nos prepararmos [para receber a vacina] nos próximos dias. Não existe nenhum detalhe ainda de quando e como será, mas sabemos que a população vulnerável e os profissionais de saúde terão prioridade. Agora esperamos mais detalhes para saber como vai acontecer”, disse.

O médico ainda disse que, de forma geral, os britânicos sentem-se seguros em relação ao imunizante por confiarem no sistema de saúde do Reino Unido. “A Anvisa daqui é uma entidade independente do governo, altamente respeitada e com profissionais sérios. Acho que é muito improvável alguém se negar a receber a vacina sabendo que foi aprovada pela NHS (Serviço Nacional de Saúde).”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. No Reino Unido a vacina vai ser obrigatória?
    No Reino Unido quem tomar a vacina vai continuar andando de máscara e mantendo o distanciamento social como querem no Brasil?
    Como falam alguns políticos no Brasil e determina o governador de SP, mesmo tomando a vacina a pessoa vai continuar transmitindo o vírus, então, o isolamento social vai continuar e até existirá novo lockdown? Então para que serve a vacina?
    Mas parece que já existe a justificativa pronta, como antecipam os profetas do caos, o vírus vai passar por mutação e se transformará, voltando a infectar todos e a vacina, depois de paga e tomada, não terá efeito. Será a terceira onda.
    E assim o povo vai sendo isolado, domesticado, preso e as ondas de infecção vão se suceder indefinidamente… Quer dizer até que todos os países tenham líderes no poder alinhados a nova ordem mundial, ordem que faz tudo pelo bem do povo e a manutenção da democracia, desde que seus aliados estejam no domínio e o povo fazendo apenas e unicamente o que eles mandam e permitem.
    Será assim ou isso tudo não passa de devaneio visto no dia a dia mundo afora?

    1. No reino unido o pessoal é obrigado a pagar pela tv aberta estatal. Vai portar uma faca lá, para ver o sacode. Tu acha q lá é um paraíso de liberdades…

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Diversos

IBGE: esperança de vida do brasileiro aumentou 31,1 anos desde 1940

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A expectativa de vida dos homens passou de 72,8 anos em 2018 para 73,1 anos em 2019 e a das mulheres foi de 79,9 anos para 80,1 anos. Desde 1940, a esperança de vida do brasileiro aumentou em 31,1 anos. Uma pessoa nascida no Brasil em 2019 tinha expectativa de viver, em média, até os 76,6 anos.

Essas são algumas informações das Tábuas Completas de Mortalidade para o Brasil, referentes a 2019, divulgadas hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expectativa de vida fornecida pelo estudo é um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.

Segundo o IBGE, em 1940, uma pessoa ao completar 50 anos, por exemplo, tinha uma expectativa de viver mais 19,1 anos. Já em 2019, a esperança de vida para uma pessoa nessa faixa etária seria de 30,8 anos. Atualmente vive-se, em média, quase 12 anos mais.

No entanto, a expectativa de vida muda conforme a idade da pessoa e o sexo, sendo que a taxa de mortalidade dos homens é sempre superior à das mulheres. Aos 20 anos, a chamada sobremortalidade masculina atinge seu pico. Em 2019, um homem de 20 anos tinha 4,6 vezes mais chance de não completar os 25 anos do que uma mulher do mesmo grupo de idade.

De acordo com o demógrafo do IBGE, Fernando Albuquerque, na faixa entre 15 e 34 anos, existe maior disparidade entre a taxa de mortalidade da população masculina em relação à feminina. “Isso ocorre devido à maior incidência de óbitos por causas externas ou não naturais, como homicídios e acidentes, que atingem com maior intensidade a população masculina jovem. A expectativa de vida masculina no país poderia ser superior à que se estima atualmente, se não fosse o efeito das mortes prematuras de jovens por causas não naturais”.

Entretanto, de forma geral, em todas as faixas houve declínio da mortalidade ao longo do tempo. Para o IBGE, o fato de que, em 1940, a população de 65 anos ou mais representava 2,4% do total e, em 2019, o percentual passou para 9,5% é um indicativo de que os brasileiros estão vivendo por mais tempo.

Segundo o instituto, um modo de se perceber esse movimento de maior longevidade é observar a probabilidade de uma pessoa que atingiu os 60 anos chegar aos 80 no país. “A diminuição da mortalidade nas idades mais avançadas fez com que as probabilidades de sobrevivência entre 60 e os 80 anos de idade tivessem aumentos consideráveis entre 1980 e 2019 em todas as unidades da federação, chegando a alguns casos a mais que dobrarem as chances de sobrevivência entre estas duas idades”, disse Albuquerque.

Em 1980, de cada mil pessoas que chegavam aos 60 anos, 344 atingiam os 80 anos de idade. Em 2019, esse número passou para 604 indivíduos na média do Brasil.

Mortalidade infantil

A mortalidade infantil caiu de 12,4 por mil em 2018 para 11,9 por mil em 2019. De 1940 a 2019, a mortalidade infantil caiu 91,9%, sendo que a taxa de mortalidade entre 1 a 4 anos de idade diminuiu 97,3%.

Em 1940, a taxa de mortalidade infantil era de cerca de 146,6 óbitos para cada mil nascidos vivos; já em 2019, a taxa foi de 11,9 por mil. A taxa de mortalidade para crianças de até 5 anos caiu de 212,1 por mil para 14 por mil nesse mesmo período, sendo que cerca de 85,6% das crianças que não chegam aos 5 anos morreram no primeiro ano de vida e 14,4% entre 1 e 4 anos de idade.

A meta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) para o Brasil é de, até 2030, reduzir a mortalidade neonatal para, no máximo, cinco por mil e a mortalidade de crianças menores de 5 anos para, no máximo, oito por mil.

Agência Brasil

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Saúde

Médico brasileiro de 28 anos voluntário para vacina de Oxford morre; laboratório não informa se ele recebeu imunizante


Profissional de saúde na Unifesp acompanha estudo da vacina da Universidade de Oxford Foto: Amanda Perobelli / REUTERS

Um voluntário brasileiro que participava dos testes clínicos da vacina desenvolvida pela Universidade Oxford e pelo laboratório AstraZeneca morreu devido a complicações de Covid-19, na última quinta-feira. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi formalmente informada do fato nesta segunda-feira.

De acordo com a Anvisa, os desenvolvedores da vacina já compartilharam com a agência os dados da investigação realizada pelo Comitê Internacional de Avaliação de Segurança sobre o caso. A Anvisa informou ao GLOBO que o caso está sob avaliação.

Segundo a Anvisa, o comitê sugeriu o prosseguimento dos estudos com a vacina. Não foi informado nem pelo laboratório nem pela Anvisa se o voluntário recebeu um placebo ou uma dose do imunizante.

Em nota, a Anvisa disse que “com base nos compromissos de confidencialidade ética previstos no protocolo, as agências reguladoras envolvidas recebem dados parciais referentes à investigação realizada por esse comitê, que sugeriu pelo prosseguimento do estudo. Assim, o processo permanece em avaliação”.

A Anvisa afirmou, ainda, que os dados de voluntários são mantidos em sigilo devido aos princípios de confidencialidade do estudo, destacando que “a Agência cumpriu, cumpre e cumprirá a sua missão institucional de proteger a saúde da população brasileira”.

Em nota, o responsável pelos testes no Rio de Janeiro, o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) informa que “seguindo normas internacionais de pesquisa clínica e respeitando os critérios de confidencialidade dos dados médicos, não podemos confirmar publicamente a participação de nenhum voluntário no estudo clínico com a vacina de Oxford” .

O instituto ressalta, ainda, que “após a inclusão de mais de 20 mil participantes nos testes ao redor do mundo, todas as condições médicas registradas foram cuidadosamente avaliadas pelo comitê independente de segurança, pelas equipes de investigadores e autoridades regulatórias locais e internacionais. A análise rigorosa dos dados colhidos até o momento não trouxe qualquer dúvida com relação à segurança do estudo, recomenda-se sua continuidade. Vale lembrar que se trata de um estudo randomizado e cego, no qual 50% dos voluntários recebem o imunizante produzido por Oxford. No Brasil, até o presente momento, já foram vacinados aproximadamente 8.000 voluntários.”

Sue Ann Costa Clemens, chefe do Instituto de Saúde Global da Universidade de Siena (Itália) e pesquisadora do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, explica que pesquisas só devem ser interrompidas se houver alguma ocorrência inesperada, caso do voluntário britânico com suspeita de esclerose transversa. Na ocasião, o estudo foi mundialmente interrompido. E retomado, quando se constatou que não teve a ver com a vacina.

Segundo ela, contrair Covid-19 durante testes de uma vacina justamente contra a Covid-19 num momento de pandemia não é um evento inesperado e sim um fator de avaliação. O paciente pode não ter tomado a vacina e, sim, o placebo.

Médico estava na linha de frente do combate à pandemia

O voluntário que morreu era um médico, de 28 anos, que desde março estava na linha de frente do atendimento a doentes de Covid-19, em UTIs e emergências. Ele trabalhava num hospital privado e em outro da rede municipal, ambos na Zona Norte do Rio.

Ex-aluno de medicina e muito querido na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde se formou em 2019, ele era conhecido pela dedicação e o trabalho incansável. Nesta semana, a instituição postou em suas redes sociais uma homenagem em sua memória. Embora na linha de frente, amigos contam que estava sempre disposto a ajudar os outros e não perdia o bom humor. Era incansável.

Sua morte surpreendeu e chocou os mais próximos pois o médico, segundo eles, tinha boa saúde e não sofria de qualquer comorbidade. Ele teria recebido uma dose da vacina da AstraZeneca/Oxford no fim de julho. Adoeceu em setembro e seu quadro se agravou até vir a falecer.

Chamada AZD1222, a vacina da AstraZeneca/Universidade de Oxford é feita com um adenovírus símio, geneticamente modificado. Este funciona como “transporte” para uma proteína do Sars-Cov-2, a chamada proteína espícula, ou S, que o coronavírus usa para invadir as células humanas.

Esse tipo de plataforma, considerado inovador e promissor, nunca foi usado antes em vacinas no mercado. Estudos com a mesma estratégia — e vírus diferentes — fracassaram contra o HIV.

A estratégia agora é usar o adenovírus, que também foi alterado para não se replicar, para “apresentar” o coronavírus ao sistema de defesa humano que, então, produziria anticorpos para atacar a proteína S. Porém, como não tem o coronavírus inteiro, a vacina não é capaz de causar a Covid-19, o que aumentaria a segurança.

Especialistas dizem que existem, em tese, três possibilidades para explicar a morte do rapaz. A primeira é que ele pertencia ao grupo placebo, aquele que recebeu uma vacina de meningite e não o imunizante contra a Covid-19. Todos os voluntários sabem que estão sujeitos a isso. Ou seja, não foi em momento algum protegido e tinha conhecimento prévio dessa possibilidade.

Como os estudos são conduzidos no formato “duplo cego”, para garantir a idoneidade dos dados, nem pacientes nem cientistas sabem quem tomou o quê. Essas informações são mantidas em um sistema fechado. Só dessa forma é possível saber se, de fato, a vacina protegeu alguém.

Uma segunda possibilidade é que ele tenha tomado uma dose, mas esta não tenha sido suficiente para protegê-lo do desenvolvimento da Covid-19. Uma segunda dose estava sendo administrada nos voluntários justamente porque estudos mostraram que duas aplicações proporcionavam uma resposta mais robusta do sistema de defesa. Não está claro se o voluntário morto tomou uma segunda dose.

Uma terceira possibilidade é que ele não foi protegido e a Covid-19 tenha sido agravada por um fenômeno conhecido como amplificação dependente de anticorpos (ADE). Esse é um fenômeno que pode ocorrer em algumas infecções virais. Nele, anticorpos podem intensificar os efeitos da doença, ao invés de reduzí-los.

O caso mais conhecido de ADE ocorre com a dengue. A dengue hemorrágica, a forma grave e por vezes letal, acomete quem já teve dengue antes. É por isso que a vacina da dengue é recomendada apenas a quem já teve alguma vez a doença, que pode ser causada por quatro subtipos do vírus.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Lembrem -se que ele não tomou nenhuma vacina, tomou placebo. Então não podemos condenar a vacina de Oxford.

  2. Esse vírus tem baixíssima letalidade e, após alcançada a chamada "imunidade de rebanho", qualquer vacina será desnecessária. Por outra, essa pressa em conseguir uma vacina torna qualquer uma delas pouco confiável. Claro que uma de origem chinesa será ainda mais perigosa, por motivos óbvios. Afinal, esse vírus surgiu por lá em condições muito suspeitas e a China está se beneficiando economicamente dos efeitos dessa errônea política de enfrentamento adotada por alguns governantes. Além disso, os produtos chineses, em geral, são conhecidos por sua má qualidade e aquele país NUNCA demonstrou preocupação com a saúde de ninguêm. Não vejo motivo para crer em suas boas intenções.

    1. A foxconn chinesa basicamente é a produtora de chips de todos os eletrônicos de alto nível. O cara não sabe o be-a-bá e vem repetir asneiras da década de 90.

  3. Se tiver que escolher qual vacina tomar, com toda certeza, optarei pela vacina de Oxford.
    Quanto a vacina Chinesa eu não confio, portanto, não tomarei.

  4. Rapaz ñ sei nem se foi efeito colateral da vacina, mas se esta vacina fosse a chinesa, já teríamos no mínimo uns 100 comentário afirmando com total convicção que a causa da morte teria sido a vacina chinesa.

    1. Ele pode ter caído no braço do placebo, ou seja, tomou "água". E isso faz parte de estudos fase III.

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Diversos

Nasce um novo brasileiro: pesquisa mostra como a pandemia mudou consumo no país

Foto: Hermes de Paula / Agência O Globo

No mundo pré-pandêmico, o professor universitário Roberto Francisco de Abreu, de 56 anos, não economizava. Todos os dias havia um motivo para encontrar amigos e não necessariamente se preocupar com a conta no final da noite. A rotina se mantinha ainda que, ao fim de cada mês, algumas contas ficassem no vermelho. Em março, tudo mudou. As aulas minguaram, o salário caiu e a pandemia tirou a leveza despreocupada de seus dias. “Fiquei assustado, e ainda estou, porque não tinha uma reserva. É uma cultura do brasileiro acreditar que o amanhã vai ser melhor. E, quando fomos impactados por uma coisa dessas, percebemos que o amanhã é incerto”, contou.

O comportamento mais parcimonioso com os gastos, com foco em economizar, ganhou força entre os brasileiros durante a pandemia. Uma pesquisa conduzida pela agência de publicidade DPZ&T com 2 mil pessoas, em três etapas, entre os meses de junho e setembro, mostra o início de uma transformação. Segundo os dados, obtidos com exclusividade por ÉPOCA, o comportamento despreocupado deu lugar à cautela e à intenção de planejar o futuro. Apenas um de cada cinco entrevistados acreditam que a economia e o emprego se recuperaria. Os que concordavam que “estamos saindo dessa” são só três em cada dez. “As pessoas estão mais ligadas no final da pandemia, mas o futuro é uma incógnita”, afirmou Fernando Diniz, sócio da DPZ&T.

O consumo nos últimos meses foi sustentado por um balão de oxigênio. Como medida para mitigar os efeitos da crise, 67 milhões de pessoas receberam um auxílio emergencial do governo, que custou aos cofres públicos R$ 174 bilhões, o que representa cinco vezes o gasto anual do Bolsa Família em apenas cinco meses. Não fosse essa medida, projeta-se que o sentimento de descrença em relação à economia impactaria mais os indicadores. O economista Eduardo Giannetti explicou que muitos daqueles que hoje ainda recebem o auxílio deixaram de engordar as fileiras do desemprego durante o recebimento do benefício — mas agora deverão voltar a ela. “É muito provável, e já está começando a acontecer, que o desemprego dê um salto nos próximos meses. Aí, sim, virá a onda forte e brava do impacto socioeconômico da pandemia”, previu.

Reportagem completa, exclusiva para assinantes AQUI.

Época

Opinião dos leitores

  1. Muitos dizem que vão mudar, que vão ser diferentes, nós vivemos um momento de pandemia e não de milagres.

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Diversos

Caso Robson: Bolsonaro diz que vai ajudar brasileiro preso na Rússia; motorista foi pego com um remédio aceito no Brasil

Foto: Reprodução/Twitter

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (6) que o governo brasileiro vai tentar trazer o motorista brasileiro preso na Rússia por transportar um remédio aceito no Brasil. Robson Oliveira pode pegar até 20 anos de cadeia.

De acordo com um post de Bolsonaro no Twitter ele vai se aconselhar com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para saber o que pode ser feito neste caso.

Bolsonaro cogita entrar em contato com o presidente da Rússia, Vladmir Putin, para resolver o caso.

O presidente brasileiro conheceu o caso por meio do jogador do Palmeiras, Felipe Melo. “A justiça russa é bastante rígida e independente, mas um perdão do governo local será buscado por nós.”

Robson foi preso em 2019 depois que autoridades do país encontraram com ele um remédio permitido no Brasil que estava levando para o sogro do jogador de futebol Fernando, na época no Spartak Moscou (hoje ele joga na China).

Robson trabalhava para Fernando. O medicamento seria o Mytedom 10mg, ou cloridrato de metadona, utilizado para aliviar dores crônicas.

R7

Opinião dos leitores

  1. Questinamentos:
    Por que o Cloridrato de metadona é proibido na Russia ? Se a um genérico desse "medicamento japonês" produzido sob licença, por que foi contrabandeado ? Preço na Rússia é exorbitante ?

  2. O sujeito alcunhar uma pessoa de Zé Droguinha, sem ter um mimimo de conhecimento sobre o ocorrido, fato corriqueiro nos dias de hoje, mostra o quanto a internet está dando voz e, ao mesmo tempo, mostrando o quanto é grande o numero de canalhas exitem em terras brasileiras. Cafajeste, gostaria de ver a sua reação, se o motorista Robson, homem trabalhador, pai de familia e totalmente inocente nessa acusação, fosse parente seu.

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Televisão

Morre de câncer aos 26 anos ex-ator pornô brasileiro Theo Barone

Theo Barone (Foto: Reprodução/Instagram)

Morreu nesse domingo (27) o ex-ator pornô brasileiro Theo Barone aos 26 anos, após lutar contra um câncer no estômago. De acordo com publicações de familiares e amigos, ele estava internado desde o dia 22, por complicações da doença.

Um post feito na página de Theo informava que o ex-ator estava na UTI, em coma induzido, e respirando com a ajuda de aparelhos. Uma campanha de oração pela recuperação dele chegou a ser feita nas redes sociais.

A mãe de Theo compartilhou em seu Facebook diversas mensagens de apoio e lamentou a morte do filho. “Que dor, meu Deus”, declarou ela.

Em entrevista para o site Dentro do Meio em fevereiro, Theo havia dito que queria expandir a carreira em filme pornôs, iniciada há cerca de dois anos na produtora HotBoys. Ele começou a atuar no cinema adulto por causa de problemas financeiros e para ajudar a operação de um sobrinho. “Eu estou pensando em várias coisas boas e carreira internacional com certeza é uma delas”, declarou ele.

Porém, em maio, questionado por um seguidor no Twitter, Theo revelou que tinha abandonado a profissão. “Acabou o nome artístico. Agora é vida real”, contou ele, que na verdade chamava Maicon Lima, sem dar grandes explicações.

Globo, via Quem

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Saúde

Brasileiro de 34 anos dorme 4h por noite e lidera pesquisa de vacina em Oxford, no Reino Unido

(Foto: Arquivo pessoal, via BBC News Brasil)

Mestre em saúde pública, o médico infectologista Pedro Folegatti já trabalhou pesquisando doenças tropicais, infecciosas e parasitárias no Brasil, na Tanzânia, em Uganda e no Reino Unido, antes de se tornar um dos cientistas do instituto que leva o nome do inventor da vacinação, Edward Jenner, na Universidade de Oxford.

O ponto alto da carreira, no entanto, começou em fevereiro deste ano, quando Folegatti se tornou um dos responsáveis pelos milhares de testes que vem sendo realizados no desenvolvimento de uma das vacinas mais promissoras contra o novo coronavírus.

“Temos trabalhado dia e noite, fim de semana, feriado, desde o final de fevereiro, para fazer esses ensaios clínicos acontecerem”, conta o médico de 34 anos, que tem dormido em média 4 horas por noite, em entrevista por telefone à BBC News Brasil.

O empreendimento foi notícia no mundo inteiro na segunda-feira (20), quando um artigo co-assinado pelo brasileiro sobre testes com 1.077 voluntários nas fases 1 e 2 da vacina apontou que ela é segura e tem capacidade de gerar uma resposta positiva no sistema imunológico.

A próxima etapa envolve voluntários no mundo inteiro — incluindo 5 mil brasileiros. Mas a missão ainda está começando.

“O que os resultados preliminares mostram é que, sim, a vacina é segura ao não induzir efeitos colaterais graves em nenhum dos 1077 participantes que foram recrutados (…). E sabemos que, sim, existem diversos anticorpos sendo induzidos por uma ou duas doses da vacina. A qualidade desses anticorpos é boa, no sentido de que ele não só existe em quantidade suficiente, mas também é capaz de neutralizar o vírus. E induz também outro pedaço da resposta imune, que chamamos de imunidade celular por linfócito T”, diz.

“Agora, o passo que precisa ser dado é saber se essa resposta imune que é induzida pela vacina é suficiente para garantir proteção contra o coronavírus.”

À reportagem, o único brasileiro na linha de frente da produção da vacina no Reino Unido detalhou a velocidade inédita das pesquisas — “O processo costuma acontecer em torno de muitos e muitos e muitos meses. A gente conseguir recrutar 1077 voluntários em um período de um mês é sem dúvida uma coisa sem precedentes” — e faz alertas sobre a responsabilidade compartilhada por meio de um “pacto social” em meio à pandemia.

“O fato de uma pessoa escolher não se vacinar ou não usar uma máscara não é uma escolha individual e repercute de forma bastante significativa na sociedade como um todo. Essas coisas se traduzem em aumento de custos no sistema de saúde e fundamentalmente em milhares de vidas perdidas”, diz.

“É importante que as pessoas tenham ciência de que não é só uma gripezinha, não é só um resfriado, existem milhares de vidas perdidas por conta dessa doença e as pessoas precisam fazer o papel delas: ficar em casa, usar máscara em ambientes públicos, lembrar de lavar as mãos várias vezes ao dia. Essas medidas são bastante importantes como estratégia de contenção do vírus na ausência de um tratamento ou vacina eficaz”, diz.

Leia os principais trechos da entrevista AQUI via Época/BBC

Opinião dos leitores

  1. A esquerda cara-de-pau.
    Os esquerdistas querem se passar pela própria ciência. Eles acham que a esquerda é a ciência.
    Um pessoal que defende o comunismo, uma ideologia retrógrada, ultrapassada, quer pousar de sabichão.
    O fato é que, no momento, a ciência não tem nenhum tratamento comprovado. Quando HOUVER COMPROVAÇÃO de que a vacina funciona, todo mundo vai tomar.
    O que não faz sentido é estar doente e ficar em casa tomando banha da cobra jararaca.
    A Cúpula da esquerda incita o ódio na militância.
    Zumbis do treinador dia e noite acabam agindo igual cães espumando de ódio.
    Lula já comemorou a chegada do vírus.
    São abutres. Quanto mais morte e desemprego melhor para eles.
    Pois foram derrotados em 2018, serão derrotados em 2020 e tragédias são a tábua de salvação política para eles.

  2. E ainda existem débeis mentais com espirito medievo que não valorizam, e até desdenham, da ciência e dos cientistas…… Ainda bem que "os cães ladram enquanto a caravana passa".

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Saúde

Paciente está há 17 meses sem vírus HIV após tratamento brasileiro inédito

Foto: Flickr/NIH Image Gallery/Creative Commons

Um estudo brasileiro da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), coordenado pelo infectologista Ricardo Sobhie Diaz, conseguiu eliminar o vírus HIV de um paciente que vivia com o vírus há sete anos.

O estudo foi feito unicamente com pessoas que estavam com o vírus indetectável — ou seja pessoas que têm a carga viral baixa e não transmitem a doença, por mais que vivam com o vírus. O intuito era “acelerar” o que o tratamento já estaria fazendo por estas pessoas (diminuir a quantidade de células infectadas). Foram recrutadas pessoas que iniciaram o tratamento com infecção pelo HIV relativamente recente e pacientes em tratamento com carga viral indetectável há mais de 2 anos. O estudo iniciou-se em 2013.

O paciente com o vírus eliminado, que preferiu não se identificar, conversou com exclusividade com a CNN e mostrou o teste para diagnóstico do HIV realizado este ano, onde constava que o paciente tinha amostra não reagente para HIV. “Eu me sinto livre”, diz.

Até hoje, dois casos de cura da Aids foram reconhecidos pela comunidade científica: Timothy Ray Brown, conhecido como “paciente de Berlim”, e Adam Castillejo, conhecido como o “paciente de Londres”. Em ambos, eles foram submetidos a um transplante de medula óssea. Por uma mutação rara, eles ficaram livres do vírus HIV.

Como funcionou o estudo

Para diminuir a replicação do HIV, o estudo selecionou pessoas que viviam com o vírus indetectável e que estavam tomando os coquetéis. “A gente intensificou o tratamento. Usamos três substâncias no estudo, além de criar uma vacina”, conta Diaz. Foram usadas combinações variadas de remédios, além de uma vacina produzida com o DNA do paciente.

Segundo o infectologista, a próxima fase do estudo deve contar com 60 pessoas e vai incluir mulheres como voluntárias — a primeira fase contou apenas com homens. A pesquisa está paralisada por causa da pandemia do novo coronavírus no país.

A doença no mundo

Segundo a Unaids, programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, até dezembro de 2018, havia cerca de 37,9 milhões de pessoas em todo o mundo vivendo com HIV. Destas, cerca de 79% conheciam seu estado sorológico positivo para HIV, ou seja, já tinha sido diagnosticadas. Isso significa que cerca de 8,1 milhões de pessoas ainda não tinham conhecimento de que estavam vivendo com HIV (não haviam feito o teste para o diagnóstico).

Ainda segundo a Unaids, 32 milhões de pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS. Desde 2010, a mortalidade relacionada à Aids caiu 33% — em grande parte graças à evolução do tratamento antirretroviral e ao maior acesso destas pessoas ao tratamento.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

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