Pela 1ª vez na Black Friday, brasileiro deve comprar mais na web do que em lojas físicas

Foto: Celso Tavares/G1

A Black Friday, mais conhecida no Brasil pelas promoções na internet, passou a ganhar nos últimos anos uma maior adesão do comércio de rua e shoppings e, em 2019, pela primeira vez, o número de compradores nas lojas físicas deverá se igualar ao do comércio eletrônico. É o que aponta uma pesquisa feita pelo Google em parceria com a consultoria Provokers.

De acordo com o levantamento, a intenção de compra somente na internet durante a Black Friday caiu de 52% em 2018 para 38% em 2019, enquanto que a parcela de compradores que pretende comprar apenas em lojas físicas passou de 41% para 37%.

Segundo a pesquisa, essa tendência será impulsionada sobretudo pelo consumidor multicanal. O número de entrevistados que disseram que planejam comprar em ambos os canais saltou para 25%, contra 7% no ano passado.

Em 2019, a Black Friday acontecerá no dia 29 de novembro.

A data de descontos foi criada nos Estados Unidos e “importada” por diversos países pelo mundo. A Black Friday acontece sempre na última sexta-feira de novembro, um dia após o feriado de Ação de Graças.

No Brasil, o evento existe desde 2010 e nasceu com foco na internet. A temporada da Black Friday é tratada pelo varejo como o principal evento do ano no e-commerce e tem impulsionado as vendas do comércio em geral nos meses de novembro.

A pesquisa do Google mostra também que 76% dos consumidores entendem que o período de promoções não dura só entre a noite de quinta-feira e a sexta-feira da última semana de novembro.

“A grande maioria dos consumidores entende que, no Brasil, a Black Friday é a semana, de segunda a segunda”, afirma Diego Venturelli, gerente de insights para o Varejo do Google Brasil.

Avanço da opção de retirar na loja

De acordo com a pesquisa, além da maior adesão das lojas físicas ao evento, outro fator que explica o empate da intenção de compra em ambos os canais é o aumento do interesse pela opção “comprar na internet e retirar na loja”.

Segundo o Google, 39% dos brasileiros consideram que a opção “retira na loja” como muito importante na hora de decidir a loja na Black Friday e 24% esperam usar essa forma de entrega para as compras feitas pela internet.

A principal vantagem desta opção é a economia obtida ao não ter que pagar pelo frete. “Tem também a questão do imediatismo. O consumidor prefere ir à loja para ter a garantia e a velocidade de ter o produto. Os varejistas sabem disso e estão acelerando muito o processo de expansão dessa opção para todas as lojas”, afirma Gustavo Pacheco, head de novos negócios para o Varejo do Google Brasil.

A pesquisa mostra também que dois em cada três brasileiros afirmam fazer uma busca online antes de comprar na loja física. Só 27% dos compradores decidiram onde comprar na hora, enquanto 74% tinham ideia ou certeza de qual loja comprar antes.

A pesquisa foi feita a partir de entrevistas com 1.500 pessoas de todo o Brasil entre os dias 25 e 29 de julho, além de pesquisa online por meio da ferramenta Google Survey com 1.000 pessoas de todo o Brasil entre os dias 15 e 20 de agosto.

Categorias em alta

Segundo o Google, a intenção de compra aumentou para todos as categorias neste ano, incluindo produtos com menor penetração no comércio eletrônico como alimentos e bebidas, móveis, veículos e cursos.

“Categorias como alimentos e bebidas ainda têm mais vazão no meio físico. Mas estamos observando uma aumento da expansão também em categorias não tradicionais. A Black Friday agora tem consulta médica, esfiha, gasolina, passagens, imóveis. Todo tipo de categoria de consumo está entrando”, afirma Pacheco.

Entre os produtos com maior intenção de compra entre os que pretendem participar da Black Friday, destaque para celulares (48%), computadores (38%), eletrodomésticos (36%), roupas (34%), calçados esportivos (32%) e perfumes (33%).

Apesar do crescimento das vendas da Black Friday no Brasil, as queixas dos consumidores continuam. Entre os problemas recorrentes está a maquiagem de preços, que levou o evento a ganhar o apelido nada elogioso de “Black Fraude”.

No ano passado, o site Reclame Aqui recebeu 5,6 mil reclamações ao longo do período de ofertas. Propaganda enganosa e maquiagem de preço permaneceram lideraram entre os principais motivos de queixas (14,2%). Na sequência, ficaram empatadas divergência de valores e problemas na finalização da compra, com 7,6%, seguidas pelo atraso na entrega aparece com 3,9% das queixas.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junin disse:

    SE O BOM É CAMINHAR, PASSEAR, O EMPURRA, EMPURRAS DAS LOJAS…PELA INTERNET DEMORA A CHEGAR E AS VEZES VEM ERRADO… E O QUE O COLEGA FALOU É VERDADE O COMERCIO VAI AUMENTAR UM POUCO ANTES PRA NESSE DIA BLACK DIZER QUE ESTÁ EM PROMOÇAO…….O BRASILEIRO É MAIS QUE SAFADO NESSE QUESITO!!!.

  2. Vergonha disse:

    Atenção povo: Fiquem ligados nos preços dos produtos hoje, agora, já, pois logo, logo vão aumentar os preços e na tal black friday voltam ao preço normal para dar a impressão que o preço baixou. Isso é Brasil que perdeu o rumo e vive de corrupção!

Brasileiro já gasta 9% do orçamento com app de transporte e 7% em delivery de comida; levantamento também alerta despesas com streaming de música e filmes

Foto: Getty Images

Há dez anos era impensável pedir um carro pelo celular para ir de casa ao trabalho, ou às 2h da manhã receber um pote de sorvete artesanal em casa. Também era preciso baixar músicas no computador para depois passar para o tocador de MP3. Para ver filmes em casa, as opções eram a grade fechada dos canais por assinatura ou ir a uma locadora.

As facilidades que os aplicativos de transporte como Uber, 99 e Cabify, de delivery de refeições, como Ifood e Uber Eats e os streaming de filmes (Netflix e Globo Play) e música (Spotify e Deezer) trouxeram vieram para facilitar a vida das pessoas.

O problema é que, da mesma forma que é fácil pedir, também é fácil pagar – inclusive, você nem precisa colocar a senha. Com isso, os gastos com esses novos serviços digitais já representam uma boa parcela do orçamento.

Segundo levantamento do aplicativo de gestão pessoal e serviços financeiros Guiabolso, quem contrata os quatro serviços pode estar gastando, em média, 22% do orçamento só com isso.

Categorias

Os aplicativos de transporte representaram, em julho, 9,3% dos gastos totais dos 215.667 usuários analisados. Em média, foram gastos com isso R$ 156,34 no mês. Aplicativos avaliados: Uber, Cabify, 99 Taxi.

Já quem gosta de pedir comida por aplicativos de delivery despende, em média, R$ 126,31 com isso, o que significa 7,2% do orçamento.

Os stremings são gastos menores, mas recorrentes. Além disso, o valor médio tem aumentando, o que mostra que ou as pessoas estão contratando planos mais caros (como o familiar) ou as empresas estão reajustando os valores.

Em março deste ano, o Netflix, por exemplo, aumentou o preço do seu serviço no Brasil. O plano básico, que custava R$ 19,90 passou a custar R$ 21,90. O premium, que dá direito a quatro telas simultâneas e ultra HD, saltou de R$ 37,90 para R$ 45,90.


“É preciso ficar atento aos pequenos gastos porque quando agrupados eles podem pesar no orçamento. Um exemplo é o caso de apps de transporte e de comida. Mesmo o transporte tendo um valor médio por transação menor (R$ 14,92) do que a alimentação (R$ 37,30), o gasto total na primeira categoria acaba sendo maior”, diz Júlio Duram, diretor de produto e tecnologia do Guiabolso.

“Para não se perder na conta, é interessante estabelecer um limite todos os meses de quanto pode gastar com cada serviço”, aconselha Duram.

Para a pesquisa foram analisadas as contas de 215.667 usuários do serviço de gestão financeira automática do Guiabolso. Nem todos possuem todos ou algum dos serviços.

Globo, via Valor Investe

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arnaldo Franco disse:

    O que é que você quer? Está disposto a pagar o preço por isso? Comodidade tem seu preço.

Atleta parnamirinense conquista medalha em Brasileiro de Fisiculturismo

FOTO: ASCOM

O atleta parnamirinense, John Kennedy Leão, contou com o apoio da Prefeitura de Parnamirim e ficou no Top 4, do 48º Campeonato Brasileiro de Fisiculturismo e Fitness. O quarto lugar rendeu a Kennedy uma medalha no torneio, que foi disputado no início de agosto na cidade de Limeira/SP e teve a participação de competidores de todo o país.

Após conquistar o Campeonato Estadual e conseguir a vaga para o Brasileiro, o atleta falou que se reuniu com o prefeito Rosano Taveira, no mês de julho. Na ocasião, John Kennedy mostrou o desejo em representar o Estado, e consequentemente a cidade, na competição nacional.

“Fui muito bem recebido pelo prefeito e sua equipe. Fizemos uma reunião sobre minha viagem para a disputa do Campeonato Brasileiro, na cidade de Limeira/SP. Eu queria muito ir”, comentou o atleta, que trabalha também como vigilante, mas estava com dificuldades para bancar a viagem.

Jonh Kennedy tem seis títulos estaduais, um bicampeonato brasileiro e também foi campeão regional. De acordo com o atleta, o apoio da prefeitura foi fundamental para a conquista da medalha no 48º Campeonato Brasileiro de Fisiculturismo e Fitness.

“Agradeço ao apoio da prefeitura, que me ajudou com a compra das passagens e despesas referentes a hospedagem, inscrição e alimentação. Fiquei no Top 4 da competição e os seis primeiros ganharam medalhas. É um campeonato com atletas de todo o país. A ajuda da prefeitura foi muito importante”, disse o atleta.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Interessante demais, em que pese o atleta, nada é relevante nesse tipo de notícia.

VÍDEO – (JOGOS PAN-AMERICANOS): Brasileiro que caiu do cavalo de forma impressionante está bem e deve ter alta nesta terça-feira

Foto: Guadalupe Pardo/Reuters

O cavaleiro brasileiro Ruy Leme da Fonseca, que sofreu uma queda assustadora durante a prova de cross-country nos Jogos Pan-Americanos, deve deixar o hospital nesta terça-feira (6).

“Ele está superbem. É muito provável que tenha alta amanhã e retorne para o Brasil já na quarta-feira”, afirmou a chefe da equipe do CCE (Concurso Completo de Equitação) na Lima 2019, Julie Louisa Purgly.

Ontem (4), Fonseca classificou como “um grande azar” o acidente ocasionado por um tropeço do cavalo Ballypatrick SRS em um dos obstáculos da pista. Ele e o cavalo passam bem.

“Foi uma queda muito forte, que até o momento ainda não consegui decifrar vendo os vídeos”, avaliou o cavaleiro, que fraturou três costelas e o úmero proximal do braço esquerdo.

Devido ao ocorrido, Fonseca deverá passar por uma cirurgia no ombro. Como o procedimento não é considerado de emergência, ele deve ser realizado no Brasil.

Mesmo com a ausência do cavaleiro, a equipe brasileira de CCE levou a medalha de prata na competição, superada apenas pelos Estados Unidos. “Eu me sinto um privilegiado de estar no meu quarto Pan-Americano e ganhar minha quinta medalha, graças aos meus companheiros de equipe, que fizeram um trabalho sensacional”, comemorou do hospital.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bosco disse:

    Oxente! Notícias do pobre do animal?

STJD NA ÁREA: CBF retira os três pontos da vitória do Palmeiras sobre o Botafogo da tabela do Brasileiro

Foto: Reprodução

A CBF retirou na tarde desta quarta-feira os três pontos da vitória do Palmeiras sobre o Botafogo – por 1 a 0 – da tabela oficial do Campeonato Brasileiro. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ordenou que a entidade não homologasse o resultado em função de recurso do Botafogo contestando uma possível infração ao protocolo do árbitro de vídeo, o VAR. Dessa forma, o Palmeiras, ainda líder com 13 pontos, fica por ora somente um à frente do Atlético-MG, que tem 12.

A ordem para suspensão do resultado da sexta rodada partiu em liminar do Presidente do STJD, Paulo César Salomão Filho. O Botafogo pede a impugnação do resultado e a CBF só poderá homologar a partida após o julgamento do caso pelo Pleno do tribunal.

A queixa alvinegra se baseia no protocolo do VAR. O Botafogo não contesta o pênalti marcado com auxílio da tecnologia. A alegação é de que, no momento em que houve a paralisação para a análise do lance, a partida já havia sido reiniciada.

Globo Esporte

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jose Justino disse:

    Alguma alteração na classificação ?

  2. Geraldo Eduardo da Silva disse:

    Gostaria de receber diariamente no meu celular o informativo do BG para receber para os meus contatos. O quê devo fazer?

FOTO E VÍDEO: Bombeiro brasileiro que ajudou em resgate de ciclone nadou em rio em Moçambique com crocodilos

Bombeiro trabalhou em Moçambique, na África. Foto: Reprodução / Record TV Minas

Bombeiros que trabalharam nos resgates em Brumadinho, na Grande BH, ficaram mais de um mês em Moçambique, quando o país africano foi devastado por dois ciclones. Estes heróis mineiros ajudaram a população e trouxeram histórias de muito trabalho, mas principalmente da emoção de ajudar um povo, que não tem o básico para sobreviver.

O Sargento Lázaro Rodrigues conta que, em Moçambique, se dispôs a nadar em um rio cheio de crocodilos para salvar a vida de dois homens.

— Eles já estavam a 12 horas na água fria, a casa deles estava debaixo de água. Alguns colegas ficaram preocupados e perguntaram se tinham crocodilos no rio e o pessoal de lá confirmou que tinha.

Quarenta bombeiros foram para Moçambique no dia 29 de março, para ajudar vítimas do ciclone Idai, que deixou mil mortos. Primeiro eles foram para a cidade de Beira onde ajudaram a população a voltar a ter uma vida normal, conforme conta o capitão Kleber Castro.

— Levamos água, comida, montagem de tendas e barracas nos locais isolados.

O grupo ficaria 20 dias no país, mas a Onu (Organização das Nações Unidas) reconheceu o valor do trabalho prestado e solicitou que os militares ficassem mais tempo.

Enquanto isso, um segundo ciclone ainda mais violento, categoria 4, de 250 km/h era esperado na cidade de Pemba. Eles deslocaram para lá e fizeram trabalho de salvamento.

Na volta ao Brasil, os militares foram recebidos no aeroporto como verdadeiros heróis. Para o capitão Castro, o reconhecimento foi maravilhoso.

— Chegar e ver a família, ter a recepção do nosso comandante e do governador, de toda a comunidade. Para nós foi uma honra muito grande.

O sargento Leonardo Costa foi aguardado pela esposa com quem é casado há dois anos. Assim como para os outros bombeiros, para ele foi um alento. O sargento recorda da realidade triste das pessoas daquele país pobre.

— A gente vê pessoas morrendo por coisas básicas, coisa que aqui a gente joga fora, como comida e água. É algo que dói muito porque a nossa realidade aqui é de uma riqueza que não dá pra mensurar.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Barbosa Santos disse:

    Pelo rarefeito grau de inteligência, eu não divulgaria isso para ninguém que nadei num rio com crocodilos.

CADASTRO E ACÚMULO DE PONTOS: Governo oficializa parceria com clubes para divulgação da Nota Potiguar nos jogos das Séries C e D do Brasileiro

FOTO: ASSECOM/RN

O Governo do RN oficializou a parceria com os clubes potiguares para a divulgação da Nota Potiguar nos jogos das Séries C e D do Campeonato Brasileiro. A governadora Fátima Bezerra assinou o termo de compromisso com os dirigentes de ABC, América, Globo e Santa Cruz de Natal na manhã desta sexta-feira (5).

A parceria entre o Governo e os quatro clubes é parte do trabalho inicial de propagação da Nota Potiguar, que será lançada oficialmente no início de junho. Nesta etapa atual serão disponibilizadas cargas de ingresso para os jogos do Campeonato Brasileiro em maio. Para ter acesso, o torcedor precisa baixar o aplicativo disponível nas lojas virtuais, fazer o cadastro e procurar os pontos de troca para ganhar o ingresso da partida do seu clube de coração. A primeira ação de divulgação da Nota, realizada no 2º jogo da final do Campeonato Potiguar entre ABC e América, já representou um incremento de 100% dos downloads do aplicativo.

Após o lançamento do programa de educação fiscal, os torcedores terão que acumular pontos com o cadastro de notas fiscais para poder trocar por ingressos nos jogos de ABC, América, Globo e Santa Cruz neste ano – além da participação nos sorteios de prêmios -, representando uma importante medida de educação fiscal e reforço na arrecadação do Estado.

Para a governadora Fátima Bezerra, a assinatura da parceria entre Governo e clubes é parte de um dia histórico para o esporte do estado. “Essa é uma parceria em prol da cidadania e um ato de justiça com o futebol potiguar. E não há despesa nenhuma para o Governo, mas sim um investimento dentro das medidas para corrigir o desequilíbrio fiscal”, completou a governadora.

A estimativa da Secretaria de Estado da Tributação (SET), que é responsável pela gestão do programa, é de que a Nota Potiguar represente um incremento de R$ 84,9 milhões na arrecadação anual do Governo. “Nada melhor que o futebol para engajar a população nessa nossa campanha de educação fiscal. No próximo ano pretendemos expandir a ação para os demais clubes do Campeonato Potiguar”, explicou o titular da SET, Carlos Eduardo Xavier.

O fechamento da parceria foi muito bem recebido pelos dirigentes esportivos. O presidente da Federação Norte-Rio-Grandense de Futebol (FNF), José Vanildo, qualificou a ação como um fato histórico para o esporte potiguar. “Esse é o ponto final nas ações momentâneas, uma luta dos clubes há 10 anos. Agora o futebol está dentro de uma ação de governo, dentro de um modelo que comprovadamente funciona. Esperamos continuar o trabalho para atingir o esporte em todos os níveis, desde a base, até o amador, o futebol feminino”, pontuou Vanildo. Ex-dirigente de futebol e hoje ocupando a vice-presidência da FNF, o presidente da Câmara de Natal “Quem dirige um clube de futebol sabe da dificuldade, de todos os obstáculos e uma parceria como essa entre clubes e o Governo é uma ajuda muito grande para o nosso futebol”, comentou o vereador Paulinho Freire.

Para o presidente do América, Eduardo Rocha, para além do benefício ao esporte a Nota Potiguar representa um benefício direto para o cidadão potiguar. “Os clubes serão parceiros atuantes neste programa de educação fiscal, que vai ajudar o Estado a arrecadar mais e assim beneficiar o cidadão com mais infraestrutura, saúde e educação”, disse o dirigente. O presidente de honra do Santa Cruz, Lupércio Segundo, saudou a decisão do Governo. “Essa é uma via de mão dupla, que beneficia os clubes e muito mais ainda o contribuinte. É uma excelente iniciativa, um primeiro passo para o fortalecimento do esporte no RN”, concluiu.

O incremento de torcedores nos estádios com a distribuição dos ingressos foi elogiada pelo presidente do ABC. “Temos que agradecer ao Governo por essa iniciativa, que possibilita o retorno de muitos torcedores que hoje não tem condições de ir ao estádio. Assim também aumenta a arrecadação dos clubes”, afirmou Fernando Suassuna. Na mesma linha, o presidente do Globo e prefeito de Ceará-Mirim, Marconi Barretto, pontuou a força de divulgação do futebol. “Com o aumento do público a partir dessa medida nós abrimos as portas para grandes negócios no futuro”, completou Marconi.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. […] CADASTRO E ACÚMULO DE PONTOS: Governo oficializa parceria com clubes para divulgação da Nota Poti… […]

FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. sergio disse:

    Cadê a louvação à micro-empresa, à iniciativa privada?

  2. Sandro Freire disse:

    Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

  3. Bolsonaro Junior disse:

    Esse lixo de matéria não deveria ser redigida.

    Esse blog ta perdendo minha audiencia

    • Júnior disse:

      Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  4. Yuri disse:

    Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

Brasileiro vive quase tanto quanto alemão e se aposenta 10 anos antes

Homens e mulheres brasileiros que chegam aos 60 anos têm uma expectativa de vida quase tão grande quanto a dos alemães e maior do que a dos poloneses, mas se aposentam cerca de uma década mais cedo.

Embora o Brasil acompanhe o resto do mundo na tendência de aumento contínuo da longevidade, ainda permite aposentadorias sem idade mínima, enquanto muitas nações ricas e emergentes têm elevado a exigência de idade para se aposentar.

Isso explica porque a realidade brasileira é uma clara exceção quando os dados de sobrevida e idade média de aposentadoria do país são comparados aos dos membros da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), como mostram os gráficos abaixo.

A comparação leva em conta, no caso brasileiro, a idade média das aposentadorias por tempo de contribuição, consideradas como uma das principais causas de desequilíbrio das contas da Previdência (os dados são de 2017, os mais recentes disponíveis).

A expectativa média de vida da população a partir dos 60 anos é o indicador mais adequado para avaliar a sustentabilidade de regimes previdenciários pois seu cálculo não é distorcido pela idade daqueles que morrem precocemente.

Para ilustrar a importância de ajustar as regras de aposentadoria à luz do avanço da sobrevida, a pesquisadora Ana Amélia Camarano lembra que as mulheres brasileiras que se aposentaram em 2014 —em média com 52,7 anos e após contribuir por 30 anos— ainda tinham pela frente outros 31,7 anos de vida.

“Elas passaram mais tempo aposentadas do que contribuindo para a Previdência”, diz a coordenadora de estudos e pesquisas de igualdade de gênero, raça e gerações do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

A pesquisadora observa que, no caso dos homens, entre 1982 e 2014, a expectativa de vida aumentou três anos e meio, mas o tempo que eles passavam trabalhando caiu um ano e meio.

Com o aumento da longevidade, a tendência é que as aposentadorias dos brasileiros durem cada vez mais, caso as regras para o início do benefício não mudem.

A fatia da vida na qual o brasileiro passa aposentado aumentou cerca de 30% em 15 anos.

Em 2002, homens e mulheres que se aposentaram por tempo de contribuição (sem idade mínima) viviam um quinto da vida na aposentadoria (21% e 22%, respectivamente).

Em 2017, a proporção já era de quase 28% para homens e 28,5% para mulheres, segundo trabalho do economista Rogério Nagamine Costanzi, atual subsecretário do Regime Geral de Previdência Social.

O estudo, do qual também participaram os especialistas do Ministério da Economia Alexandre Fernandes, Carolina Fernandes dos Santos e Otavio Sidone, mostra que a aposentadoria ficou ainda mais precoce nesse período: a idade caiu cerca de seis meses para homens e mulheres.

Segundo a maioria dos economistas, a falta de adequação ao maior tempo de sobrevida torna o sistema brasileiro insustentável.

“Não faz sentido a população ficar pagando para uma pessoa ficar 30 anos aposentada”, diz Marcello Estevão, diretor global de macroeconomia do Banco Mundial.

O economista ressalta que, nos casos de algumas categorias de servidores públicos, o benefício equivale a 100% do salário no fim da carreira.

“Além da pressão sobre as contas públicas, isso é uma injustiça, que agrava a desigualdade social”.

Embora uma mudança nas regras das aposentadorias seja considerada urgente, o impacto das rápidas mudanças demográficas vai além da questão previdenciária.

Após décadas de expansão, a parcela da população em idade ativa no país já começa a diminuir. A manutenção dos idosos no mercado de trabalho por mais tempo ajudaria a amenizar o efeito negativo dessa transformação para a produtividade da economia.

“Pesquisas recentes têm mostrado que, ao contrário do que muitos imaginam, não existe uma relação entre idade e produtividade”, diz Estevão.

Além de importante para a saúde do regime previdenciário e para o crescimento da economia, a continuação do trabalho na maturidade ajuda os idosos a se sustentarem em um momento da vida em que gastos com saúde disparam.

O cirurgião cardiologista Sérgio Almeida de Oliveira, 82, por exemplo, diz que sua atividade laboral é fundamental para a manutenção de seu padrão de vida e sua saúde física e mental.

Cirurgião cardiologista Sérgio Almeida de Oliveira, 82, diz que trabalhar mantém seu padrão de vida – Karime Xavier/Folhapress

“A vida é uma luta contínua. Se ficamos em casa, a mente regride”, diz ele, que não tem planos para parar de trabalhar.

Para continuar ativo, Oliveira diz estudar, frequentar congressos e manter uma rotina de exercícios físicos, incluindo a prática de golfe.

Corroborando o diagnóstico de pesquisadores, o cirurgião percebe que o contato com sua equipe representa uma troca mutuamente vantajosa. Os mais jovens ganham com sua experiência, e ele se beneficia da maior proximidade deles com novas tecnologias.

Mas, segundo a consultora Denise Mazzaferro, casos de profissionais maduros bem resolvidos como o de Oliveira são exceção. A falta de preparação dos brasileiros para continuar no mercado de trabalho além dos 60 pode se tornar um problema grave, diz.

“Claro que precisamos nos preocupar com a reforma da Previdência, mas ninguém está pensando em como os mais velhos continuarão trabalhando”, diz ela, que é sócia da Angatu IDH, consultoria especializada em programas pós-carreira.

Denise conta que as empresas que a contratam para orientar profissionais próximos da aposentadoria costumam querer focar planejamento financeiro e qualidade de vida. “Quando conversamos com esses profissionais, notamos que eles querem continuar trabalhando, mas não sabem como.”

Para a especialista, são necessários programas de requalificação profissional específicos para trabalhadores maduros e adaptações do mercado de trabalho, como jornadas de trabalho mais flexíveis.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brasileira indignada disse:

    IDH igualzinho!!! kkkkkkkk

  2. Tell Figueiredo disse:

    Chega a ser patética, a comparação dos alemães com os Brasileiros em relação a quase todas as esferas, inclusive os salários, O salário mínimo alemão passa de 1.498 euros para os 1.557 euros em 2019. Quem faz esse tipo de comparação deveria se envergonhar!

  3. João da Silva disse:

    Que matéria mais descabida. Como se a Alemanha e o Brasil tivessem o mesmo nível socioeconômico. Má intenção define.

  4. Carlos Henrique Chal disse:

    São uma comparações sem nexos. Na verdade, parece que se pudessem, proporiam nesta reforma, a diminuição vida longevidade ou o limite de anos de vida dos brasileiros.
    Comparar a qualidade vdd vida de um país de primeiro mundo com o nosso, beira o ridículo.
    Lá paga-se os impostos e se tem o retorno em serviços públicos em favor do povo, aqui pagamos e nada funciona a contento.
    Realmente são estas comparações, que não deveriam ser divulgadas, que nós causa mais revoltas.

  5. Fagner disse:

    Q conversa fiada é essa. Conta outra.

  6. Ceará-Mundão disse:

    Não cabe à Previdência combater desigualdades sociais ou qualquer tipo de distorção no mercado de trabalho do país. Mas as pessoas não conseguem entender isso, como podemos comprovar pelos comentários postados por aqui. A coisa é bem mais simples. Haverá dinheiro para pagar os benefícios? O RN sabidamente possui um déficit previdenciário MENSAL superior a 100 milhões, bancado pelo Tesouro do estado. Por isso tem dificuldades para pagar seus servidores. E a expectativa de vida continua crescendo (ainda bem) enquanto a população envelhece e a quantidade de servidores na ativa diminui em relação aos inativos. Como resolver essas questões. Algo precisa ser feito. E rápido.

  7. Carlos disse:

    Que comparação sem pé e cabeça!!! Quer comparar o padrão de um cidadão alemão comum, com a situação padrão de um brasileiro comum?? Acesso a saúde, educação, segurança, tecnologia, meio de transporte. Tudo nos dois países são idênticos…. O cidadão que escreve uma "reportagem" dessas ou estar com má intenção ou é muito mal informado.

  8. Yago disse:

    É a mesma coisa de comparar Pelé com Macunaíma, sem condições de parâmetro kkkk

  9. Teste disse:

    Nossa o Brasil é igual a Alemanha. Mesma qualidade de vida

  10. HUMILHAÇÃO disse:

    OS SALÁRIOS ATRASADOS DO GOVERNO DO ESTADO SÃO HUMILHAÇÃO, É MUITA HUMILHAÇÃO PROS SERVIDORES DO ESTADO. OS SERVIDORES DO ESTADO NUNCA FORAM TÃO HUMILHADOS POR UM GOVERNO DO ESTADO PELO PT.

    • Rey disse:

      Cara, desmonte o palanque. Sou servidor do Estado tbm e estou sofrendo com isso. Porém culpar o governo atual é sacanagem né?! Já pegou com os 2 meses atrasados. Tá correndo atrás pra tentar resolver. Em 3 meses de governo já tem algumas soluções engatilhada. Não seja injusto.

  11. Greg disse:

    Quer dizer que vc aposenta no outro dia morre assim é bom para o governo .outra coisa vai ver a vida do alemão os seu direitos.

  12. Potiguar disse:

    Nos mesmos padrões de vida e de trabalho? Comparação esdrúxula, tendo em vista que nossos trabalhadores são braçais na maioria, muito diferente do médico da matéria.

  13. Greg disse:

    Vamos comparar agora a qualidade de vida do alemão x brasileiro?

GUERRA GLOBO X CONCORRENTE, E O TORCEDOR PREJUDICADO: Turner tem uma partida por rodada no Brasileiro; veja que jogo cada TV pode exibir, com direito a confrontos “sem transmissão”

Cinegrafista ajusta câmera antes de partida no Morumbi – Eduardo Knapp – 27.nov.2010/Folhapress

Com acordo com 7 dos 20 clubes da Série A do Brasileiro para exibição de jogos em TV fechada, a Turner (dona dos canais Esporte Interativo, TNT e Space, entre outros) poderá exibir ao menos um jogo por rodada no Campeonato Brasileiro de 2019. A tabela do torneio foi divulgada na semana passada pela CBF.

Além dos canais da Turner, o SporTV, do Grupo Globo, também exibirá jogos ao vivo na TV por assinatura. O canal, que já transmitia as partidas do torneio, terá direito a exibir uma média quatro jogos por rodada.

Isso acontece porque, para exibir uma partida, as emissoras precisam da anuência dos dois clubes que estão no confronto. Por isso, jogos que envolvem times com contratos com emissoras diferentes não podem ser exibidos.

Isso faz também com que em média um jogo por rodada não possa ser exibido por nenhuma emissora, seja de TV aberta ou fechada. Isso acontece em algumas das partidas que envolvem Athletico-PR e Palmeiras, únicos clubes que não chegaram a acordo para transmissão em TV aberta e pay-per-view com o Grupo Globo e que fecharam com a Turner na TV paga. Os jogos desses times com agremiações com contrato com o SporTV são vítimas do “apagão”.

A Globo negocia os contratos para transmissão em TV aberta e pay-per-view juntos. Por isso, os jogos com exibição nas duas plataformas são os mesmos.

No total, 52 dos 380 jogos do torneio (13,7%) não poderão ser exibidos por ninguém. O Grupo Globo detém o direito de exibição de 306 jogos na TV aberta (80,5%), enquanto seu canal na TV paga pode transmitir 156 partidas (41%). Já a Turner tem direito a 42 confrontos (11%) ao longo do campeonato.

​Confira os jogos que cada emissora tem direito de transmitir no Brasileiro:

Veja demais rodadas aqui, no fim do texto na íntegra

Folha de São Paulo

 

Brasileiro não consegue pagar gastos de início do ano com o que ganha

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Apenas 9% dos brasileiros dizem que têm condições de pagar as despesas sazonais do início do ano com o próprio rendimento, mostra levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O levantamento considera despesas como o pagamento dos impostos Predial e Territorial Urbano (IPTU) e sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e do material escolar.

De acordo com a pesquisa, 11% dos entrevistados não fizeram planejamento financeiro para pagar tais compromissos neste início de ano. Foram entrevistadas 804 pessoas de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais, em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.

Cresceu, por outro lado, o percentual de consumidores (21%, em 2017, para 31% em 2018) que juntaram dinheiro ao longo do ano passado para arcar com essas despesas típicas deste período. Um terço dos entrevistados disse ter guardado ao menos uma parte do 13º salário para cobrir esses gastos, enquanto 24% abriram mão das compras de natal para economizar.

O levantamento aponta ainda que 19% fizeram algum bico ou trabalho extra para aumentar a renda e honrar esses compromissos.

Simulação

Para saber a melhor forma de pagar os impostos do início do ano, à vista com desconto ou parcelado, a CNDL e o SPC fizeram uma simulação. As entidades destacam que, para saber o que é mais vantajoso, é preciso avaliar se o desconto oferecido é maior do que o valor que esse dinheiro renderia caso estivesse em alguma aplicação financeira de fácil resgate. Cada estado e município têm regras próprias.

A simulação mostra que, no caso do IPVA, em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, onde o imposto pode ser dividido em até três pagamentos, a quitação à vista tende a ser mais vantajosa. O desconto oferecido é de 3%.

Considerando um valor hipotético de R$ 1.200, o desconto resultaria em um abatimento de R$ 36 se fosse pago de uma única vez. Se a escolha fosse investir o valor do IPVA e sacar as parcelas a cada vencimento, o rendimento final seria de R$ 6, considerando uma aplicação com juros de 0,5% ao mês, equivalente a investimentos de renda fixa.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rosa disse:

    Só a governadora, e pagando adiantado. Essa é a petralha. Todos cara de pau. Kkkkkkk

Brasileiro quer juntar dinheiro para pagar dívidas, diz pesquisa

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (2) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que as principais metas financeiras do brasileiro para 2019 são juntar dinheiro para pagar dívidas.
Segundo a pesquisa, 51% do total dos entrevistados pretende juntar dinheiro em 2019 e 37% e “sair do vermelho”. Sete em cada dez entrevistados (72%) dizem estar otimistas com a economia neste ano e que a vida financeira será melhor, enquanto 8% do total revela pessimismo, dizendo que a economia vai piorar.

“À medida em que o novo governo anuncia seus projetos para o país, aumenta o clima de otimismo com a retomada da economia, que deve começar a ser percebido a partir do segundo semestre”, disse José César da Costa, presidente da CNDL.

Entre os otimistas, as perspectivas para este ano são manter os pagamentos das contas em dia (69%), fazer reserva financeira (59%) e realizar algum sonho de consumo (57%).

Foram entrevistadas 702 pessoas, entre os dias 27 de novembro e 10 de dezembro de 2018, de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais, em todas as regiões brasileiras.

Crise

Seis em cada dez entrevistados (58%) acreditam que os efeitos da crise terão impacto ainda neste ano. Para evitar o impacto dela no cotidiano, os entrevistados dizem que pretendem organizar ou controlar mais as contas da casa (51%), pesquisar mais os preços (50%), aumentar a renda com trabalho extra e bicos (44%) e evitar o uso do cartão de crédito (44%).

Temores

Entre os principais temores para este novo ano foram citados: não conseguir pagar as contas (61%), não guardar dinheiro (45%), abrir mão de determinados confortos no dia a dia (34%), não obter um emprego (28%) e perder o emprego (20%).

“Apesar de os brasileiros continuarem sentindo os efeitos da crise, a possibilidade de crescimento da economia impõe novos desafios para o sucesso de projetos pessoais, que passará pela capacidade do consumidor de controlar o orçamento, planejar e poupar”, disse Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC Brasil.

Agência Brasil

 

Fim do Esporte Interativo faz clubes ameaçarem rescindir contratos para o Brasileiro; Space e TNT rejeitados

Reprodução/Esporte Interativo

“A Turner, agora uma afiliada AT&T, anunciou hoje que migrará a sua principal programação de futebol para as marcas TNT e Space, criando os primeiros superstations para o Brasil.

“A Turner transmitirá a Série A do Campeonato Brasileiro, a partir de 2019 e pelos próximos seis anos; e continuará comprometida com a Liga dos Campeões da UEFA por mais três temporadas, a partir de agosto de 2018.

“Os canais Esporte Interativo, bem como suas atividades de produção, serão desativados nos próximos 40 dias. A Turner se concentrará em reforçar ainda mais as marcas já estabelecidas TNT e Space. O superstation é um modelo de sucesso nos Estados Unidos e a Turner está confiante de que o mesmo acontecerá no Brasil.

“Ao integrar o melhor do Esporte Interativo com a TNT e o Space teremos os primeiros superstations para o público brasileiro, com o melhor de todos os gêneros, atendendo aos desejos dos nossos fãs, incluindo futebol ao vivo, séries originais, programas de variedades, blockbusters de Hollywood e eventos exclusivos ao vivo”, diz Antonio Barreto, gerente geral da Turner Brasil.

“O foco nas plataformas digitais e o engajamento nas redes sociais do Esporte Interativo permanecem inalterados.

“Pessoalmente, e em especial para os nossos fãs de esportes, é difícil ver o fim dos canais Esporte Interativo. Mas a decisão vai fortalecer nossas marcas e possibilitar uma melhor oferta de esportes em plataformas digitais e nossa relação direta com o consumidor de internet, impulsionado pelo engajamento do Esporte Interativo nesses meios.

“As audiências de esportes estão claramente migrando para essas plataformas e a Turner está comprometida em liderar esta transformação no nosso mercado, o mais importante para a empresa depois dos Estados Unidos”, reforça Barreto.

Esse foi o comunicado oficial da assessoria de imprensa da Turner.

Os canais a cabo do EE deixarão de existir em 40 dias. Aliás, a partir de hoje, já estão transmitindo a mesma programação, gravada. Centenas de profissionais já foram avisados de suas demissões.

A Champions League, adquirida pelos canais, há quatro anos, teve seu contrato renovado até 2021.

A situação é ainda mais complicada para Santos, Palmeiras, Internacional, Paraná Clube, Atlético PR, Bahia e Ceará, todos na elite do Campeonato Brasileiro deste ano. O grupo ainda tem vínculo com o Coritiba, Criciúma, Figueirense, Fortaleza, Paysandu e Ponte Preta.

Os clubes venderam o direito de transmissão do Brasileiro de 2019 até 2024. Tinham a certeza de que seus jogos seriam mostrados e teriam espaço especial na programação dos canais Esporte Interativo. Viraram as costas ao Sportv e à Globo. Os dirigentes comemoraram a independência e agora há grande chance de tentarem anular o contrato que assinaram.

“Vamos ver legalmente o que faremos. Nosso compromisso era com com dois canais esportivos. Não nossos jogos ficarem na programação de entretenimento, filmes. Vamos rever essa situação. E não estamos sozinhos”, antecipa ao blog um dirigente esportivo de um clube paulista, que pede sigilo, para não entrar em atrito público com a cúpula do Esporte Interativo.

Foi um golpe pesadíssimo.

Vale relembrar o que foi escrito nesse blog, no dia 9 de janeiro de 2016.

“A Turner teve imensa dificuldade para entrar nas maiores operadoras do país. Torcedores perderam as primeiras rodadas da Champions. Fox Sports, ESPN e Sportv chegaram a sonhar em fim de contrato do Esporte Interativo com a UEFA. E o principal torneio de clubes europeus passar a ser dividido entre os concorrentes. Só que a Turner usou de sua truculência, do seu poder. E, já que a Net e a Sky, não ofereciam espaço para o EI, a saída foi mostrar as partidas nos canais Space e TNT. Cumpriu assim, à força, o compromisso com a UEFA de comprar e mostrar os jogos, com exclusividade para o Brasil, na tevê fechada.

A força da Turner estava exposta. O Esporte Interativo ficou com a Champions por US$ 130 milhões, R$ 523 milhões. Por três anos, só ela mostrará o melhor campeonato do mundo.”

Depois gastou R$ 600 milhões para ter o direito dos jogos de clubes tradicionais, com milhões de torcedores. Palmeiras, Internacional, Bahia, Fortaleza, Atlético Paranaense.

Há duas versões para o caos ter dominado o Esporte Interativo.

A primeira é a compra por parte da AT&T da Time Warner, dona da Turner. E a AT&T decidiu não seguir mais com os canais esportivos no Brasil.

A segunda está amarrada na primeira.

Seriam os péssimos resultados financeiros do Esporte Interativo.

A programação, mesmo com a Champions League, e a promessa de ter os Brasileiros de 2019 a 2024 não conseguiu arrebatar patrocinadores importantes. Perdeu para a recessão, a crise.

A situação segue ainda muito confusa.

Só há a certeza que vários clubes importantes podem recuar. E querer anular seus contratos com a Turner para os próximos cinco Brasileiros.

Na derrocada do Esporte Interativo, vitória da Globo…

Cosme Rímoli

 

Brasileiro está entre os mais ‘preguiçosos’ do mundo entre os povos, no quesito atividade física

Os dados coletados são anônimos, mas fornecem informações de idade, sexo, peso e altura dos usuários

Um estudo inédito realizado por pesquisadores da Universidade Stanford revelou que o brasileiro está entre os povos com menos atividade física do mundo. Analisando dados capturados por um aplicativo de smartphone que conta o número de passos dados, o estudo, publicado esta semana na revista “Nature”, mostra que o país ocupa a 40ª posição no ranking, de um total de 46 países avaliados.

Foram avaliados dados anônimos de 717.527 usuários do aplicativo Argus, que usaram o contador de passos por pelo menos dez dias. As informações se referiam a 111 países, mas foram considerados apenas os 46 com mais de mil usuários. Na média, os usuários dão 4.961 passos por dia, distribuídos ao longo de 14 horas. Os resultados mostram que o povo mais ativo é o de Hong Kong, com média de 6.880 passos diários, seguidos por China, com 6.189, e Ucrânia, com 6.107.

Na outra ponta estão os indonésios, com média de 3.513 passos diários, os sauditas, com 3.807, e os malaios, com 3.963. Os brasileiros ficam pouco acima, com média de 4.289 passos diários. Além da curiosidade, esses dados fornecem informação valiosa para políticas de saúde pública.

— O big data não é apenas sobre números, mas também sobre padrões que podem explicar tendências de saúde — disse Grace Peng, diretora do Instituto Nacional de Imagem Biomédica e Bioengenharia dos EUA, ligado aos Institutos Nacionais de Saúde. — A ciência de dados e modelagem podem ser ferramentas imensamente poderosas. Elas pode ajudar no aproveitamento e análise de dados personalizados que coletamos de telefones e dispositivos vestíveis.

Os dados coletados são anônimos, mas fornecem informações de idade, sexo, peso e altura dos usuários. Com as informações, os pesquisadores aplicaram o Índice de Gini, usado por economistas para medir a concentração de renda, e calcularam a desigualdade de atividade física da população de cada país.

— Esses resultados revelam quanto de uma população é rica em atividade, e quanto da população é pobre em atividade — explicou Scott Delp, pesquisador de Stanford e coautor do estudo. — Em regiões com alta desigualdade de atividade existem muitas pessoas que são pobres em atividade, tornando o índice um forte preditor de problemas de saúde.

ÍNDICE DE DESIGUALDADE NA ATIVIDADE FÍSICA

Como exemplo, o pesquisador cita que a média de passos diários de mexicanos e americanos, que é equivalente. Mas a desigualdade de atividade nos EUA, ou seja, a diferença entre os que andam mais e os que andam menos, é maior que no México, o que corresponder a uma maior prevalência da obesidade entre os americanos.

Os pesquisadores também notaram que quanto maior a desigualdade de atividade, maior a proporção de mulheres pouco ativas. Em países onde a atividade é mais uniforme entre a população, como o Japão, homens e mulheres têm atividade física equivalente, mas em países onde a disparidade é maior, como EUA e Arábia Saudita, existe uma redução desproporcional na atividade das mulheres.

— Quando a desigualdade de atividade é grande, a atividade das mulheres é reduzida muito mais drasticamente que a dos homens, e isso tem conexões negativas em como a obesidade pode afetar as mulheres — pontuou o cientista de dados Jure Leskovec, de Stanford, que também participou do estudo.

URBANISMO COMO POLÍTICA DE SAÚDE PÚBLICA

Essas informações podem servir de base para políticas públicas de saúde, já que o sedentarismo está diretamente relacionado com diversas doenças. A estimativa é que 5,8 milhões de pessoas morram anualmente devido à falta de atividade física. O estudo aponta que uma das soluções para incentivar a atividade física da população, e reduzir problemas de saúde relacionados, está no urbanismo.

Estudos anteriores haviam avaliado a infraestrutura para pedestres em 69 cidades americanas, considerando fatores como facilidade de ir andando a lojas, restaurantes, parques e outros destinos. Essas informações foram correlacionadas com os dados de número de passos. Segundo Jennifer Hicks, diretora do Mobilize Center em Stanford e coautora da pesquisa, os resultados deixam claro que o design das cidades tem impacto na saúde.

— Olhando três cidades da Califórnia com proximidade geográfica — São Francisco, São José e Fremont — nós determinamos que São Francisco tinha tanto a melhor pontuação de facilidade para pedestres e os menores níveis de desigualdade de atividade — disse a pesquisadora. — Em cidades que facilitam as caminhadas todos tendem a dar mais passos diários, sejam homens ou mulheres, idosos ou jovens, magros ou obesos.

A forma como os pesquisadores lidaram com os dados coletados por dispositivos móveis abre nova fronteira científica. Segundo Leskovec, a metodologia é tão nova que revisores chegaram a duvidar dos resultados, mas métodos computacionais rigorosos e dados robustos deram validade à pesquisa.

— Esse estudo é mil vezes maior que qualquer outro já realizado sobre o movimento humano — destacou Delp, — Estudos maravilhosos foram feitos, mas o nosso fornece dados de mais países, de muito mais indivíduos e rastreia a atividade das pessoas continuamente em ambientes livres. Isso abre portas para novas formas de fazer ciência numa escala muito maior do que éramos capazes de fazer antes.

Extra – O Globo

 

Veja quanto dinheiro a Globo ganha com o Brasileiro

corinthians2A disputa entre a Globo e o Esporte Interativo pelos direitos do Brasileiro-2019 gerou uma questão: qual o valor de mercado da competição? Para responder essa pergunta, é necessário entender quanto de dinheiro o campeonato gera para a emissora. Por isso, o blog fez uma apuração e levantamento de como a Globo ganha com o Nacional.

Primeiro, não é possível chegar a um número absoluto de faturamento com futebol. A Globo se recusa a abrir dados de seus negócios, procedimento padrão em outros emissoras. Mas é viável determinar a ordem de grandeza dos ganhos globais com dados revelados a clubes ou ao mercado.

O modelo de negócios de futebol da Globo implica em um pacote entre 95 e 100 datas de futebol em TV Aberta por ano – são 280 jogos transmitidos para diferentes praças. Outros 76 jogos do Nacional passam no Sportv, dois por rodada. E todas as 380 partidas da competição são incluídas no pay-per-view.

Para isso, em 2015, a Globo investiu um total de R$ 1,3 bilhão em direitos de transmissão do futebol consideradas todas as competições e para todas as mídias. Houve reajuste considerável para 2016 e esse deve ser o valor total aproximado pago apenas pelo Brasileiro. Com exceção do Paulista, com valor acima de R$ 70 milhões, nenhuma outra competição gera custa alto para a emissora, mesmo Libertadores e Copa do Brasil.

Há ainda custos de operação: uma transmissão de jogos custa um máximo de R$ 50 mil com a contratação de uma produtora, a Casablanca atende a maioria das emissoras. A emissora informou ter transmitido 1.700 jogos ao vivo em todo o grupo, sendo que boa parte deles é de campeonatos do exterior. Mesmo incluída a produção para todos, o custo máximo seria de R$ 85 milhões para todas as transmissões. Há ainda gastos menores para comercializar o pay-per-view.

Somado tudo, o custo da emissora com direitos do futebol, mais a operação, não chegará nem perto de R$ 2 bilhões neste ano. E os ganhos são muito maiores como se vê a seguir:

(mais…)

Brasileiro fica mais tempo na internet do que vendo TV, diz pesquisa

O brasileiro passa mais tempo navegando na internet do que assistindo à televisão ou ouvindo o rádio, conforme constatou pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), divulgada nesta sexta-feira, 7.

Segundo o levantamento realizado pelo Ibope, a média de uso de internet de segunda a sexta-feira é de três horas e trinta e nove minutos, mais que o tempo dedicado à televisão (três horas e vinte nove minutos), ao rádio (três horas e sete minutos) e aos jornais impressos (uma hora e cinco minutos).

O Ibope ouviu 18.312 pessoas em 848 municípios entre os dias 12 de outubro e 6 de novembro de 2013, para coletar os dados que compõem a “Pesquisa brasileira de mídia 2014 – Hábitos de consumo de mídia pela população brasileira”. De acordo com o governo, o objetivo é subsidiar a elaboração da política de comunicação do Executivo federal.

A média de uso de internet sobe para três horas e quarenta e três minutos nos finais de semana, mais que o tempo dedicado à televisão (três horas e trinta e dois minutos) e ao rádio (três horas). A pesquisa não informa o tempo dedicado à leitura de jornais impressos nos finais de semana.

Segundo a sondagem, apesar dos usuários de internet passarem mais tempo na web do que os usuários de televisão passam assistindo a programas na telinha, a capilaridade da TV é muito maior que a da internet nos lares brasileiros: apenas 3% dos entrevistados afirmaram não assistir nunca televisão. No caso da internet, 53% dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de acessar a rede mundial de computadores.

Estadão