Bruno Dauster não é mais secretário da Casa Civil do governador da Bahia, Rui Costa.
Ele deixou o governo nesta quinta-feira (4) alegando razões pessoais em carta encaminhada ao governador.
Dauster foi quem contatou a empresa Hempcare Pharma, a quem os governadores do Nordeste anteciparam R$ 48,7 milhões para compra de respiradores que nunca chegaram.
A empresa foi alvo de ação e seus sócios acusados de serem estelionatários.
Na ocasião, questionada sobre quem procurou a empresa para a compra dos respiradores, Cristiana Prestes afirmou que o contato foi feito através de Bruno Daustes.
Esse tem que ser preso e mandado para um presídio o mais rápido possível, pois está atolado até o pescoço nessa roubalheira do dinheiro público. Caboclo ligado ao PT, só podia dar nisso.
O número de brasileiros recuperados do coronavírus é de 259.963, conforme anunciado pelo Ministério da Saúde em boletim na noite desta quinta-feira (4), o que representa 41,5% dos infectados. Foram 21.346 novos registros de pacientes curados em relação ao número de ontem. Outros 325.957 casos estão em acompanhamento.
Segundo o Ministério da Saúde, integram o grupo de recuperados todos os diagnosticados que enfrentaram os 14 dias de quarentena preventiva e, também, aqueles que receberam alta dos leitos hospitalares.
O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (4) seu mais recente balanço com as atualizações de casos e mortes por complicações do coronavírus Sars-Cov-2 no Brasil.
34.021 mortes, eram 32.548 na quarta (3);
Foram 1.473 registros de morte incluídos em 24 horas;
614.941 casos confirmados, eram 584.016 na quarta;
Foram incluídos 30.925 casos em 24 horas;
325.957 pacientes estão em acompanhamento (53 %);
259.963 pacientes estão recuperados (41,5 %);
O número de mortes por Covid-19 no Brasil superou o da Itália nesta e o país agora ocupa a terceira posição entre os que mais tiveram mortos durante a pandemia. O Brasil está atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos.
O balanço da quinta-feira registrou também 366 mortes que aconteceram nos últimos 3 dias. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, há mais 4.159 suspeitas que estão sob investigação.
Além de o governo federal não ter qualquer autonomia sobre os seus habitantes com relação a isolamento social, tem os superfaturamentos de hospitais de campanha e de compras de materiais. Materias que não chegam e etc… se governos estaduais e municipais agissem com honestidade querendo o melhor para os contaminados agindo com fiscalização e honestidade para o bom funcionamento dos hospitais de campanhas e o abastecimento de insumos para o bom funcionamento não haveria esta enxurrada de mortos que vemos hoje.
Só no Rio dos 7 hospitais de campanha só temos um funcionando precariamente pelo governo do estado que já gastou mais de 800 milhões do governo federal.
E várias falcatruas espalhadas pelo Brasil que a PF está investigando
E a culpa é do Bolsonaro?
A relação mais estranha que existe, entre números de casos e de mortes, é a do RN.
Tá explícito a incompetência dos governantes do RN nesses números. Só fazer uma relação da quantidade de mortos pelo numero de casos.
Terrível os números, mais de 86% das mortes estão apenas em 8 estados governados pela oposição.
Parece que o problema não é o vírus, mas a falta de competência de alguns governadores frente a pandemia.
– esquentou algo no microondas por 1 minuto? terá 1 morto.
– Banho demorou 10 minutos? 10 mortos
– um episódio de serie curta no Netflix? 20 mortos
– Você prepara e come uma refeição em 1 hora? 60 mortos
O procurador-geral da República, Augusto Aras, informou nesta quinta-feira (4/6), em memorial enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que só 2% do inquérito das fake news é relacionado a investigados com foro privilegiado, como deputados federais e senadores. O PGR está pedindo que o inquérito seja desmembrado, separando as pessoas com e sem foro. O inquérito investiga ameaças, informações falsas e ofensas contra ministros da suprema corte.
Aras pontuou das cerca de 10 mil páginas, só 2% “consistem em elementos de prova com indícios de participação de pessoas com prerrogativa de foro”. De acordo com ele, 90% dos autos já foram repassados para a primeira instância, com a participação da PGR. Assim, ele solicita que os trechos envolvendo pessoas com foro “sejam autuados como processos independentes”. Das pessoas sem a prerrogativa, deve ser encaminhado ao juiz natural, para atuação do promotor natural, segundo o procurador.
No memorial, Augusto Aras ressaltou que não estava discutindo os crimes que contra os ministros que estão sendo apurados, mas sim a forma como o inquérito foi instaurado. Aras afirmou que as normas regimentais do STF gera dubiedade sobre a natureza do inquérito e ressaltou ainda que em inquérito policial a investigação deve ser conduzida pela polícia judiciário, com a participação do Ministério Público, e com a supervisão do Poder Judiciário.
O PGR disse entender ser legítima “a instauração de inquérito sob o ângulo de investigação administrativa preliminar”, mas disse que surgindo “elementos mínimos que apontem para a necessidade de abertura de inquérito propriamente dito”, é preciso incluir a supervisão da procuradoria.
Ele voltou a dizer que não mudou de opinião em relação ao inquérito, não tendo havido nenhuma incoerência de sua parte. No ano passado, Aras deu um parecer favorável ao inquérito, indo contra o parecer de sua antecessora, Raquel Dodge.
“Enquanto a Suprema Corte não estabelecer com clareza critérios e balizas para o inquérito (…) há um estado de insegurança jurídica que acaba por atingir a imagem e a credibilidade não só do Supremo Tribunal Federal, mas da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal”, afirmou.
Aras disse ainda que é preciso “franquear ao MPF a constante participação no procedimento investigativo”; dar acesso aos advogados dos elementos de provas já produzidos pela polícia; e que as medidas investigativas, como “quebra de sigilo, busca e apreensão, vedação de uso de redes sociais”, sejam requeridas ao MPF, ou que pelo menos passe pelo crivo do órgão. Ele apontou as medidas como necessárias para que o procedimento fique na conformidade da Constituição Federal e das leis vigentes.
Um juiz estabeleceu a fiança de US$ 1 milhão nesta quinta-feira (4) para três dos policiais de Minneapolis acusados de cumplicidade na morte de George Floyd, um homem negro cujo assassinato sob custódia da polícia levou a uma série de protestos generalizados pelos Estados Unidos.
A fiança para os três acusados, que fizeram sua primeira aparição no tribunal nesta quinta-feira, seria baixada para US$ 750 mil se eles concordassem com certas condições, inclusive abrir mão de quaisquer armas de fogo pessoais. O juiz Paul Scoggin estabeleceu que os homens devem aparecer no tribunal novamente em 29 de junho.
Thomas Lane, J. Alexander Kueng e Tou Thao foram acusados na quarta-feira de ajuda e cumplicidade em assassinato de segundo grau e de ajuda e cumplicidade em homicídio culposo. Eles poderão enfrentar até 40 anos de prisão se condenados.
Derek Chauvin, o policial que pressionou seu joelho sobre o pescoço de Floyd por quase nove minutos e está sendo acusado de assassinato em segundo grau deve aparecer diante da corte na próxima segunda-feira. Todos os policiais foram demitidos do departamento de polícia de Minneapolis.
Nenhum dos três homens falou diante do tribunal. Vestidos em macacões laranjas, eles apareceram separadamente em audiências consecutivas que duraram cinco minutos cada. No Estado de Minnesota, os acusados não apresentam suas alegações em audiências preliminares.
No assassinato ocorrido no dia 25 de maio, Lane e Kueng foram filmados ajudando a pressionar Floyd no chão. Thao guardou vigia entre pessoas que assistiam a cena e os policiais que seguravam Floyd no chão.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pediu a apoiadores para não irem a ato convocado por manifestantes pró-democracia no próximo domingo e, assim, evitar confronto, durante live transmitida na noite de hoje nas redes sociais. Na transmissão, Bolsonaro chama manifestantes e críticos ao seu governo de “terroristas”, “viciados”e “bando de marginais”.
“Então, está prevista uma manifestação com esses ‘marginais de preto’ neste domingo. Eu nunca convoquei atos, mas, agora, neste domingo, eu peço ao nosso pessoal, o pessoal de verde e amarelo e que tem Deus no coração, para não participar. Não compareçam a esse movimento. Fiquem em casa. Essas pessoas não têm nada a nos oferecer. Muitos são viciados. Eles querem confronto, querem fazer baderna, são bando de marginais”, disse Bolsonaro.
O presidente afirmou ainda que os manifestantes adotam táticas conhecidas como “black blocks” e são, na verdade, terroristas. “Não conseguimos tipificar como ‘terroristas’ porque —e isso veio da época do governo Dilma — colocaram uma vírgula dizendo ‘exceto grupos sociais’. Lamentamos”, prosseguiu. “Os caras dizem que estão ali defendendo a democracia, mas não estão defendendo a democracia, estão fazendo terrorismo”, completou. De acordo com o presidente, o movimento que se intitula como “antifascista” – ou na sigla “antifas” – adotou um nome fantasia para “black blocks”.
A que ponto chega a irá do ser humano por outro ao ponto de achar correto, depredar patrimônio, partir para o enfrentamento e queimar a bandeira do nosso país.
É lamentável.
Esses ESQUERDOPATAS são uma comédia. Reuniram torcidas organizadas de clubes de futebol sedentas por vandalismo, brigas e destruição e dizem que são movimentos pela democracia. Querem criar tumultos e violências simplesmente para desestabilizar o pais.
Falastrão compulsivo de merda. O Capetão não consegue passar um dia sem cutucar vespeiro, como se isso fosse papel de presidente. Enquanto isso a montanha de defuntos da pandemia não para de crescer.
Imbecil…SEMPRE PAUTANDO A CULPA NOS OUTROS..ESSE SANTO DO PAU OCO…PROMOVE A DESGRACA DEPOIS QUER DAR UMA DE BOM MOÇO…ASSASSINO…LEVIANO…VAGABUNDO OPORTUNISTA
Como sempre só a turminha dele, que pode ir as ruas fazer o que faz. Defender a ditadura, fechar o STF, incitar o ódio e tudo mais. Pró democracia é para combater esse desmandos loucos, desse presidente que está perdido! Sou brasileira e meu partido é o Brasil democrático, institucional e livre. Não essa farça orrenda que está no poder.
Os manifestantes que vc acena e defendem fechar o STF, o congresso e intervenção militar fazem terrorismo também então né? Ou são contra a democracia e a constituição somente?
Ah, coitado.
Democracia é respeitar a vontade do povo.
Bolsonaro, eleito com 57 milhões de votos.
Tentar derrubar o presidente é que é desrespeitar a democracia.
10 domingos de protestos pacíficos.
Já os comunistas chamaram torcidas organizadas para bater em cidadãos de bem.
Em Curitiba fizeram quebra quebra.
Comunismo é violência e autoritarismo.
O presidente Jair Bolsonaro editou nesta quinta-feira (4) a medida provisória (MP) que autoriza o repasse de R$ 60,18 bilhões para estados e municípios, como uma ajuda financeira para reduzir os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus.
O texto abre um crédito no Orçamento de 2020 para o repasse do valor, que deverá ser transferido aos governos locais em quatro parcelas.
Por ser uma medida provisória, o texto entra em vigor imediatamente e já permite que a operação de transferência seja efetuada pelo Ministério da Economia. Se não for aprovado pelo Congresso em 120 dias, a proposta perde validade.
O projeto de lei com as regras do auxílio financeiro foi aprovado pelo Congresso Nacional em 6 de maio, mas o presidente Jair Bolsonaro só publicou a sanção do texto no “Diário Oficial da União” em 28 de maio.
Além da medida provisória editada nesta quinta, o governo federal aponta como “gargalo” para a transferência dos recursos a retirada das ações judicias de prefeituras e governos estaduais contra a União, em temas ligados à Covid-19.
Segundo fontes do Tesouro Nacional, não é possível pagar fracionado, apenas a quem enviar a documentação. Todos precisarão enviar a declaração antes de a primeira parcela ser liberada. Além da baixa resposta das prefeituras, nenhum dos 27 governos estaduais e do Distrito Federal tinha comunicado a desistência das ações até esta terça.
O repasse direto, em quatro parcelas, será dividido da seguinte forma:
– R$ 50 bilhões em compensação pela queda de arrecadação (R$ 30 bilhões para estados e DF; R$ 20 bilhões para municípios);
– R$ 10 bilhões para ações de saúde e assistência social (R$ 7 bilhões para estados e DF; R$ 3 bilhões para municípios).
Alguém aí tem coragem de chamar algum ministro do STF de cabeça de ovo, ou falar tudo que vem na cabeça de algum ministro do STF, não, mas contra o JB pode chamar do que quiser.
E ainda dizem que é fascista e ditador.
Em declaração entregue à Polícia Federal nesta quinta-feira (4), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, manteve argumentos contra a China presentes em sua postagem no Twitter que deu origem à investigação. Ele usou falas de Donald Trump contra o país asiático para reforçar sua defesa de que as insinuações contra a China são válidas e afirmou que imputar um crime à publicação nas redes sociais fere a liberdade de expressão.
Weintraub optou por não responder às perguntas dos investigadores. Ele entregou somente um posicionamento por escrito, trazendo suas considerações sobre o caso.
No documento, ele sustenta que a participação do Partido Comunista da China na pandemia não é “mera ilação”. “Trata-se de tema discutido por diversos líderes mundiais (vide comentário do presidente Donald Trump)”, afirma no documento. Ele indicou um link para uma fala do presidente dos Estados Unidos de maio, na qual o líder americano disse que a China tentava “desesperadamente se desviar da dor e carnificina que se espalhou pelo mundo” com a pandemia.
Trump chegou a se referir ao novo coronavírus como “vírus chinês” e recebeu críticas nos Estados Unidos, inclusive, de o termo ser racista, o que ele refutou.
Como na postagem no Twitter, Weintraub voltou a afirmar então que a China se beneficiou da pandemia do novo coronavírus.
“Hoje há fortíssimas evidências que o vírus foi criado em laboratório, que o PCC (Partido Comunista da China) escondeu o início da pandemia e informou à Organização Mundial da Saúde que não havia contágio entre humanos e, depois de tudo, vendeu produtos necessários para o tratamento para todo o mundo”, diz o documento. Ele não elencou no documento quais evidências são essas.
Segundo ele, a postagem trouxe “elementos de humor” como forma de se referir ao Partido Comunista chinês e que usou o “sotaque” do personagem em quadrinhos Cebolinha, pois este “costuma ser associado à fala de povos orientais em geral”.
O ministro argumenta no documento que sua postagem no Twitter teve tema “único e exclusivamente geopolítico”. E ele buscou “quem se beneficia de uma crise para ajudar a indicar um possível causador, mesmo que indireto”.
A postagem na rede social, feita no dia 4 de abril, trazia uma ilustração da Turma da Mônica, com referências à China, como a bandeira do país e um urso panda. O texto publicado pelo ministro na ocasião dizia que: “Geopolíticamente, quem podeLá saiL foLtalecido, em teLmos Lelativos, dessa cLise mundial? PodeLia seL o Cebolinha? Quem são os aliados no BLasil do plano infalível do Cebolinha paLa dominaL o mundo? SeLia o Cascão ou há mais amiguinhos?”, escreveu o ministro.
Segundo Weintraub, a publicação recebeu “centenas de milhares de interações positivas e negativas” e que ele não identificou “uma única que versasse sobre o tema racismo”. Segundo ele, a imputação de um crime neste caso se deve à interpretação de “determinados grupos sociais”.
“Não se pode imputar um crime nessas circunstâncias, sob pena de revogar um princípio e direito maior constitucional, que é a liberdade de expressão”, diz a manifestação.
De acordo com Weintraub, a publicação feita no Twitter que resultou na investigação por racismo foi pensada como forma de abordar “um tema da maior seriedade, sem ser enfadonho, na dinâmica própria das redes sociais”.
Ele sustentou que usa conta no Twitter para “manifestar ideias” e se “expressar livremente”. “Algumas manifestações expressam sentimentos, outras buscam informar, e outras levantam questões para debate”.
Weintraub afirmou ainda se sentir ofendido por ser investigado por racismo, já que tem “orgulho de descender de “judeus, negros, cristãos, índios e uma profusão de etnias”.
A investigação foi iniciada com autorização do Supremo Tribunal Federal. O ministro Celso de Mello autorizou a instauração do inquérito, atendendo pedido da Procuradoria-Geral da República, e deu 90 dias à Polícia Federal para realizar as diligências.
Weintraub pleiteou o direito de escolher o horário e o local do depoimento. Mas o pedido foi negado por Celso de Mello.
Esse ministro está o desmando uma geração de brasileirinho com A falta de efetividade nas políticas públicas decentes para a nossa educação. A verdadeira preocupação dele é puxar o saco e agradar o PR e seus zeros.
É triste ver uma autoridade com atitudes racistas, neste caso específico, praticando a sinfobia, a disseminação de notícias falsas e/ou não confirmadas por um ministro é grave, desde de 17 de Março de 20, cientistas já informaram através da Nature Medicine que "claramente que o SARS-CoV-2 não é uma construção de laboratório ou um vírus propositadamente manipulado.".
Quanto a acusar a China de estar vendendo praticamente todo o material necessário para tratamento da doença, é na maior parte a prova da incompetência dos nossos governantes que nos últimos anos permitiram a desindustrialização do nosso país. Acusar a China de fazer a sua industria crescer e prosperar é o mesmo que acusar o Brasil de vender praticamente toda a soja do mundo, quem tem competência se estabelece, não é o caso do nosso Ministro.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, afirmou nesta quinta-feira que o presidente Jair Bolsonaro não corre o risco de ser protegido ou perseguido pela corte, às vésperas do julgamento do tribunal de duas ações que pedem a cassação da chapa formada por Bolsonaro e pelo vice Hamilton Mourão.
Barroso destacou que o TSE não é um ator político e não vai salvar nem segurar o mandato de alguém com base no grau de sustentação política.
“Faremos o que for certo com base na prova dos autos”, disse o presidente do TSE, em entrevista à CNN Brasil.
Segundo Barroso, o tribunal fará a Justiça que considerar correta e não fará política seja de um lado ou de outro.
O presidente do TSE –que também integra o Supremo Tribunal Federal– disse que agentes públicos, que juram defender a Constituição, não podem defender o fechamento do Congresso e do Supremo.
A Rússia anunciou que na próxima semana disponibilizará aos pacientes seu primeiro remédio aprovado para tratar casos de Covid-19, uma medida que espera-se que permita a redução da pressão sobre o sistema de saúde do país e a aceleração do retorno das atividades econômicas.
Os hospitais russos poderão começar a dar o remédio antiviral, registrado com o nome Avifavir, aos pacientes infectados pelo novo coronavírus a partir de 11 de junho, segundo afirmou a agência de notícias Reuters citando informações dadas pelo chefe do fundo soberano RDIF. Ele contou que a empresa responsável pelo medicamento o fabricará em quantidade suficiente para tratar cerca de 60 mil pessoas por mês. O anúncio foi feito na segunda-feira (1/6).
De acordo com Rodrigo Brindeiro, virologista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Avifavir, com o nome genério de favipiravir, é um antiviral que foi desenvolvido por quatro cientistas japoneses em 1990 para prevenir que acontecesse uma futura pandemia semelhante à da Gripe Espanhola de 1918, que tirou a vida de aproximadamente 50 milhões de pessoas ao redor do planeta na época.
— Depois que passou aquela epidemia de H1N1 de 2009 e 2010, essa droga ficou meio esquecida na prateleira, mas os testes clínicos continuaram — conta Brindeiro — Para uma remédio ser aprovado, ele precisa passar por longos testes, e ser aprovado nas fases um, dois e três. É por isso que ele está pronto agora, porque já passou por todos esses estudos clínicos.
Inicialmente usado para tratar casos de pacientes contaminados por Influenza, que têm como característica RNA como material genético, o antiviral passou a ser testado por outros pesquisadores japoneses contra patógenos do mesmo grupo genômico, como os da dengue, zika, chicungunha e outros. Ao final dos estudos, os cientistas obtiveram resultados bem-sucedidos na inibição da replicação desses vírus em células humanas infectadas, sendo algumas delas submetidas somente a ensaios feitos em laboratório.
Na sequência, os pesquisadores começaram a expandir os estudos para testar o efeito do medicamento sobre o novo coronavírus, já que o Sars-Cov-2 também é um vírus RNA.
— É uma droga muito promissora e realmente muito boa, serve para o tratamento de vários outros vírus que a gente conhece bem por aqui no Brasil — assegura o virologista.
Kirill Dmitriev, chefe da RDIF, disse à Reuters que cientistas russos otimizaram o remédio para usá-lo no tratamento de pacientes com Covid-19, e que Moscou compartilhará os detalhes dessas modificações dentro de duas semanas.
Os testes clínicos do remédio na Rússia foram realizados em 330 pessoas, e teriam mostrado que o remédio combateu o vírus com sucesso dentro de quatro dias na maioria dos casos. O Avifavir apareceu em uma lista de medicamentos aprovados pelo governo russo no sábado.
O Japão vem testando o mesmo medicamento, conhecido lá como Avigan. O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, concedeu o equivalente a 128 milhões de dólares de financiamento estatal para continuar os ensaios clínicos, mas ainda não aprovou seu uso.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a droga ainda não foi registrada no Brasil.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes deixou escapar um palavrão no final de uma live que participava.
O evento discutia ética nas escolhas para alocação de leitos de UTIs (unidades de terapia intensiva) e respiradores durante a pandemia.
Depois dos agradecimentos aos demais convidados do debate, o magistrado levantou da cadeira, tirou os fones de ouvido e, sem checar se ainda estava no ar, soltou um longo e aliviado palavrão: “Porra!”.
O trecho viralizou nas redes sociais nesta quinta-feira (4). A conversa foi produzida pelo IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público), cujo 1 dos sócios é Gilmar Mendes.
Por meio de seu perfil no twitter, o ministro brincou. Disse que a atitude foi resultado de “dor nas costas + idoso confuso com a tecnologia”. Afirmou que a fala se deu ao “cansaço e ao pesar” de debater tais temas.
bando de hipócritas asnos asseclas de bandido condenado, quem nunca falou um palavrão na vida? O próprio molusco que vocês defendem tanto só fala palavrão, vocês deveriam observar quem está tentando fazer algo pelo nosso pais, não adianta ter um discurso bonitinho politicamente correto e por trás roubando o dinheiro do povo em esquemas milionários. Esse Gilmar Mendes é o maior defensor de bandidos da historia do STF, não tem moral nenhuma para falar de ÉTICA.
palavrão agora é "interjeição"???
Então o Bolsonaro é uma enciclopédia…
Mas o que chama a atenção é a hipocrisia dos que esculacharam o presidente por palavrões por esse dito… e não se incomoda com um palavrão dito por esse sujeito…. cujas podres sentenças já são mais podres que os palavrões "politicamente incorretos mimizados"…
Acho que a palavra "porra" nem deveria mais ser considerada um palavrão. Hoje em dia ela está na boca do Presidente da República, juízes, professores e até crianças.
Quando presidente falou foi um Deus nos acuda masssssss, no caso do membro STF é besteira, não tem nada demais. A hipocrisia é gigante nesse país que só condena o erro dependendo de quem o comete. Isso explica a condição da nossa nação, infelizmente.
A que ponto chegamos… o cara ter de justificar pq falou a palavra porra!
O Senado Federal aprovou hoje (4) o Projeto de Lei (PL) 1562/2020, que obriga o uso máscaras em locais públicos ou privados, mas acessíveis ao público, em todo o país. A obrigatoriedade do uso engloba transporte público (como ônibus e metrô), dentro de táxis ou carros de aplicativo e aviões. Por ter sido alterado no Senado, o texto volta à Câmara para nova apreciação.
O não uso do equipamento de proteção individual acarretará em multa fixada pelos estados ou municípios. Muitas cidades já têm adotado o uso obrigatório de máscaras, em leis de alcance local. Segundo o projeto, o poder público deve fornecer máscaras às populações economicamente vulneráveis. As empresas, por sua vez, devem oferecer o item de proteção a seus funcionários, sob pena de pagamento de R$ 300 de multa por funcionário sem o acessório.
Na compra das máscaras para os funcionários, o Poder Público dará prioridade aos equipamentos de proteção feitos por costureiras ou outros produtores locais, de forma individual, associada ou por meio de cooperativas de produtores, observado sempre o preço de mercado.
O projeto determina ainda a realização de campanhas publicitárias de interesse público, informando a necessidade do uso de máscaras de proteção pessoal e a maneira correta de seu descarte. A máscara, no entanto, está dispensada para o caso de pessoas com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiências sensoriais ou quaisquer outras que as impeçam de usar a peça adequadamente.
A medida aprovada assegura ainda que profissionais de saúde contaminados pelo novo coronavírus terão garantidos leitos e atendimento em hospitais, respeitados os protocolos nacionais de atendimento médico. O relator da matéria, Jean Paul Prates (PT-SE), acatou várias emendas, dentre elas a inclusão de profissionais da segurança pública na preferência de atendimento, assim como os profissionais de saúde.
O povo brasileiro é mesmo sem educação e chega ao ponto da ignorância. Com toda essa pandemia e pessoas sendo infectadas todos os dias, ainda tem gente que não quer usar a máscara. Com uma lei e multa, então vamos observar o comportamento da população.
Aqui no DF já é obrigatório o uso quando sair à rua. Na rua vimos todo tipo de usuário: com máscara no queixo, no pescoço, na mão, e por incrível que pareça, na cabeça. Mas vimos também pessoas usando corretamente!
Pense em uma coisa que precisa de uma lei aprovada pelo congresso. Bastava uma campanha no rádio e tv. É muita falta do que fazer. Vão procurar um quintal pra capinar, bando de parasitas.
Um dos alvos do inquérito das “fake news”, a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) defendeu em depoimento à Polícia Federal a liberdade de expressão. A parlamentar ficou cerca de duas horas na sede do órgão em Brasília nesta quinta-feira (4).
Zambelli também disse que “ouviu todas as perguntas” do delegado, mas que preferiu não responder por não ter tido acesso ao conteúdo da investigação.
– Ouvi as perguntas e, como não teve acesso ao inquérito, preferi não responder, mas fiz constar algumas informações que considero relevantes, como a liberdade de expressão, meu respeito às instituições, à constituição e o respeito às garantias fundamentais. – afirmou.
A PF fez questões a parlamentar como: se conhece os demais investigados, se recebe ou recebeu dinheiro para fazer postagens na internet e se suas publicações são feitas espontaneamente ou por ordem de alguém.
Agora tudo é liberdade de expressão!!! Ah se essa moda pega!!! É muito sem noção. Fake news também é liberdade de expressão? Tá danado!!! Quer enganar a quem???
Três autores de um artigo que constatou que a hidroxicloroquina aumentou o risco de morte em pacientes com covid-19 retiraram nesta quinta-feira (4) o estudo diante de preocupações com a veracidade dos dados da pesquisa.
O estudo foi publicado em maio na revista inglesa “The Lancet”, uma das principais da área médica e científica no mundo. Ele serviu de base para a OMS (Organização Mundial da Saúde) suspender os estudos sobre o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19.
Segundo a “The Lancet”, os autores foram incapazes de realizar uma auditoria independente nos dados fornecidos pela empresa Surgisphere, contratada para coletar os dados de hospitais sobre os pacientes. O estudo afirmava ter avaliado 96 mil pacientes, mas alguns hospitais não confirmaram os dados utilizados, segundo a imprensa inglesa.
Apesar de boa parte da comunidade médica e científica apontar não haver evidências de que a cloroquina ou a hidroxicloroquina possam trazer efeitos positivos e defender que outros estudos já mostraram isso, vários profissionais questionaram a metodologia da nova pesquisa e enviaram uma carta à “The Lancet” com críticas ao estudo.
Após os questionamentos, os autores concluíram que “não podem mais garantir a veracidade das fontes primárias de dados”.
Pessoal mal informado, por que não vemos isso aqui nos jornais?
1) May 20, 2020 – Times of India – Hydroxychloroquine research shows some promise in interim study conducted by Telangana Govt – An interim report prepared by the Telangana Government has yielded promising results on the efficacy of prophylactic use of Hydroxychloroquineor HCQ, as it s popularly known on preventing COVID-19…
2) Este é o melhor relatório de todos, pois estabelece protocolos caso seja ministrada, embora não recomende o uso devido aos testes não serem ainda completos.
Last Updated: May 12, 2020 – USA/NIH COVID-19 Treatment Guidelines – Potential Antiviral Drugs Under Evaluation for the Treatment of COVID-19 – Chloroquine/Hydroxychloroquine: The Panel recommends against using high-dose chloroquine (600 mg twice daily for 10 days) for the treatment of COVID-19 (AI), because the high dose carries a higher risk of toxicities than the lower dose.
3) Este foi noticiado aqui com alarde, porque não recomenda o uso, e como sempre, aceito como verdade por quem não lê ou acredita na imprensa. Mas é só um artigo do professor de Epidemiologia e Bioestatistica, Rosemberg. Na conclusão ele mesmo diz que o estudo teve inúmeras limitações, principalmente na coleta de dados. A Dra. Elizabeth, co-autora, é esposa de um cientista que trabalha numa pesquisa financiada sobre o Rendesivir. Dá o que pensar.
JAMA May 11, 2020 – Association of Treatment With Hydroxychloroquine or Azithromycin With In-Hospital Mortality in Patients With COVID-19 in New York State
4) 07ABRIL2020 PFARMA – Hidroxicloroquina apresenta bons resultados contra o coronavírus – A hidroxicloroquina (HCD), um derivado menos tóxico da cloroquina, demonstrou boa eficácia na inibição do novocoronavírus SARS-CoV-2. – Um artigo publicado na Nature revisou sete estudos de ensaios clínicos, publicados no Chinese Clinical Trial Registry, para o uso do hidroxicloroquina no tratamento do COVID-19.
5) Thursday, April 9, 2020
NIH clinical trial of hydroxychloroquine, a potential therapy for COVID-19, begins. Search identifier NCT04332991
6) 18 March 2020 – Nature – Hydroxychloroquine, a less toxic derivative of chloroquine, is effective in inhibiting SARS-CoV-2 infection in vitro
7) E olha só. O Lancet hoje faz pouco caso da hidroxicloroqiuna/cloroquina, mas recomendava a aplicação sem mencionar os efeitos colaterais.
February, 2006 – The Lancet – New insights into the antiviral effects of chloroquine. Effects of chloroquine on viral infections: an old drug against today's diseases?.
2005 – Chloroquine is a potent inhibitor of SARS coronavirus infection and spread.
2004 – In vitro inhibition of severe acute respiratory syndrome coronavirus by chloroquine.
Prova disso que o governadores não aceitam adotar esse medicamento. A começar pelo daqui, que recebeu 36.000 comprimidos e misteriosamente evaporou… Mas quem procura atendimento com suspeita de Covid nas UPAS ou hospitais públicos sai com um cartelinha de paracetamol. Fátima já declarou em público que de forma alguma adotará a hidroxicloroquina aqui, então assuma as mortes…
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou na manhã desta quinta-feira (4) que parlamentares têm manifestado apoio à prorrogação do auxílio emergencial no patamar atual (R$ 600) por mais dois ou três meses e cobrou do governo uma posição oficial sobre um valor que seja consenso entre a equipe econômica e o Congresso.
“Se dependesse dos parlamentares, do que eu estou ouvindo, você teria pelo menos mais duas ou três parcelas do mesmo valor, de R$ 600. Mas tem um impacto, ninguém está negando o impacto e também está negando, nem o governo, a necessidade de prorrogação do benefício. Se é um impacto grande, vamos tentar construir soluções.”
O Planalto sugere que o benefício seja prorrogado, mas em duas parcelas de R$ 300. Entretanto, esta proposta ainda não foi levada ao Congresso, segundo Maia.
“A gente sabe das dificuldades, entende a preocupação do governo e gostaria de ter uma posição oficial do governo. Que o governo encaminhe a matéria ao parlamento para que a gente possa fazer o debate, fazer um debate transparente.”
Para o presidente da Câmara, os próximos meses ainda serão de “queda grande” da atividade econômica, “impactando no emprego a na renda dos informais e dos mais vulneráveis no Brasil”.
Questionado se o Congresso poderia, por iniciativa própria, decidir um valor diferente do que o governo defende — a exemplo do que foi feito para se chegar aos atuais R$ 600 —, Maia disse que sim.
“O Congresso pode tomar iniciativa, mas é bom que o governo tenha uma posição clara para para a gente saber em que condições de impacto fiscal estamos trabalhando. A PEC da Guerra abre as condições para que o governo possa realizar esse gasto, mas todos nós sabemos que o nível de endividamento do governo federal é o nosso limite.”
Se esse gordinho sinistro e seus amigos do Centrão e dos demais partidos abrissem mão, pelo menos de uma parte, do famigerado fundo partidário, tudo seria mais fácil.
A governadora Fátima Bezerra sancionou a Lei Estadual Nº 10.725, publicada no Diário Oficial do dia 03 de junho de 2020, que trata da divulgação do fato de que entregar crianças para adoção não é crime. A lei estipula a obrigatoriedade de inserção de placas informativas com a frase: “Entregar crianças para adoção não é crime. Procure a Vara da Infância e Juventude da sua Comarca. Além de legal, o procedimento é sigiloso”. O objetivo é incentivar a adoção legal de crianças no Rio Grande do Norte, bem como proteger e defender as crianças que sofrem abandono ao mesmo tempo em que contribui para desestigmatizar o tema.
De autoria da deputada Cristiane Dantas, a medida deve ser cumprida em locais de fácil visualização, onde haja circulação de pessoas, nas unidades públicas e privadas de saúde, órgãos da administração direta e indireta, bem como órgãos do judiciário, Defensoria Pública e Ministério Público.
As placas informativas previstas devem conter, ainda, o endereço e telefone atualizados da Vara de Infância e Juventude da Comarca ou Foro Regional. As diretrizes, formato e dimensões das placas informativas a serem instaladas nos estabelecimentos públicos e privados e órgãos da administração direta e indireta serão estabelecidas por decreto, tendo como parâmetro os critérios dispostos nesta Lei.
Está fazendo carreira, incompetente já era, todo mundo sabia, burra e limitada idem, maracatu, alma, abelha (quando não está voando, está fazendo cera) feia, mal arrumada (corpo), petista de carteirinha, vcs queriam o que? Vai conseguir ultrapassar a Rosa e Cabelinho facil, esperar para ver.
Danado é, essa Muié só declara, bloqueia, torna, institui, cobra do guvernu Bolsonaro, agora não investi uma pataca numa uti, apesar de já ter recebido quase um bilhão de reais pra usar a favor do povo, e combater o covid. Mais eu avisei, essa é incompetente raiz.
Esse tem que ser preso e mandado para um presídio o mais rápido possível, pois está atolado até o pescoço nessa roubalheira do dinheiro público. Caboclo ligado ao PT, só podia dar nisso.
5 milhões desperdiçados… não é causa justa pra um impeachment? No mínimo, improbidade e incompetência claras!
Esse era pra deixar direto pro xadrez
E quem vai pagar esse prejuízo? Porque não tô vendo nenhuma ação do MP e MPF, para tirar a governadora do cargo.
Cadê os 5 milhões pagos pelo Governo do RN. O estado vai ficar no PREJUÍZO mesmo?