SÁBADO É DIA D: Sesap alerta para queda nas coberturas vacinais no RN e reforça necessidade de vacinar crianças e adolescentes

Foto: Ilustrativa

As salas de vacina por todo o Rio Grande do Norte estarão abertas neste sábado (17). O Dia D da Campanha de Vacinação contra a Poliomielite e a Atualização da Caderneta de Vacinação acontece em todos os municípios a fim de imunizar crianças e adolescentes de até 15 anos de idade. Na data, todas as vacinas de rotina estarão disponíveis para a aplicação mediante a análise da situação vacinal de cada paciente.

O momento proporciona que pais e responsáveis, que não tem como levar seus filhos a unidades de saúde durante a semana, possam assegurar a regularidade na aplicação das vacinas a fim protegerem as crianças de enfermidades imunopreveníveis.

Após a reintrodução do sarampo no estado e a baixa cobertura vacinal vivida em todo o país, a Subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Estado da Saúde Pública do Estado (Sesap), Alessandra Lucchesi, reforça a importância do ato. “A imunização é uma das mais importantes e efetivas estratégias de prevenção para a ocorrência de várias doenças. É fundamental que os responsáveis pelos menores busquem protegê-los, assim evitando que outras doenças não voltem a circular.”

A ação tem como objetivos reduzir o risco de reintrodução do poliovírus selvagem no país, oportunizar o acesso às vacinas, atualizar a situação vacinal, aumentar as coberturas vacinais e homogeneidade, diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis e contribuir para o controle, eliminação e/ou erradicação dessas doenças.

RN tem 54 crianças e adolescentes à espera de adoção; justiça diz que perfil desejado por pretendentes dificulta processo

Foto: Guia dos Pais

Reportagem do G1-RN nesta quinta-feira(15) destaca que 54 crianças e adolescentes aguardam por uma nova família no Rio Grande do Norte. Outras 18 estão em processo de adoção. As informações constam do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), do Conselho Nacional de Justiça e foram divulgadas pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Desde 2019, quando o novo sistema foi lançado pelo CNJ, foram registradas 45 adoções no RN, sendo 27 no ano passado e 18 em 2020. Os números do SNA mostram, ainda, o perfil que as famílias que querem adotar esperam: crianças de até cinco anos de idade. Leia matéria completa AQUI.

Pandemia pode ter levado 150 milhões de crianças à pobreza pelo mundo, diz Unicef

Foto: Muhammad Wasel – 29.mar.2020/ Unicef

A pandemia do novo coronavírus pode ter aumentado o número de crianças em todo o mundo que vivem na pobreza em 15%, de acordo com um novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a organização sem fins lucrativos Save the Children.

As organizações afirmaram na quinta-feira (17) que este crescimento da pobreza representa um aumento de 150 milhões de crianças sem acesso adequado à educação, habitação, nutrição, serviços de saúde, saneamento ou água – elevando o número global de crianças na pobreza para quase 1,2 bilhão.

O relatório é baseado em dados de quase 80 países.

“Esta pandemia já causou a maior emergência educacional global da história e o aumento da pobreza tornará muito difícil para as crianças mais vulneráveis e suas famílias compensar a perda”, disse Inger Ashing, CEO da Save the Children em comunicado à imprensa.

“As crianças que perdem a educação têm maior probabilidade de serem forçadas ao trabalho infantil ou ao casamento precoce e ficar presas em um ciclo de pobreza por muitos anos. Não podemos permitir que uma geração inteira de crianças se torne vítima desta pandemia”, continuou Ashing. “Os governos nacionais e a comunidade internacional devem agir para suavizar os impactos.”

Além disso, a pobreza pode ter um impacto significativo no bem-estar e na segurança de mulheres e crianças.

“Não podemos nos deixar pensar que apenas as pessoas pobres enfrentam a violência de gênero. Isso foi refutado várias vezes. Mas o que é verdade é a disponibilidade de serviços e espaço”, disse Natalia Kanem, diretora-executiva do Fundo de População das Nações Unidas, durante uma reunião virtual organizada pela Fundação da ONU.

“Às vezes a situação se torna volátil, porque estamos todos confinados juntos”, disse Kanem. “A ideia de uma mulher estar em uma situação estressante – ela pode ter perdido o emprego, o parceiro, o que for. Os filhos também podem ser vítimas desse tipo de situação. Essa é a verdadeira preocupação.”

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. George disse:

    #FiqueEmCasa

  2. Luciano disse:

    Fique em casa! A economia a gente vê depois! O depois chegou antes do que se pensava.

    • Greg disse:

      Pois é, se tivesse todos na rua no início da Pandemia teria matado bem mais, idiotice isso que vcs falam.

    • Manoel disse:

      Greg o q matou mais gente foi Mandetta e Fátima dizendo prs o povo só procurar um médico qdo estivesse com falta de ar, já chegava pronto pra morrer e ser ensacado, mesmo assim eles não bateram a meta de 11.378 mortes no RN no dia 15 de maio e 1 milhão de mortes no Brasil até o fim de agosto

Damares Alves quer vetar filme da Netflix acusado de sexualizar crianças

Foto: Reprodução/Youtube

Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, afirmou hoje no Twitter que está estudando medidas contra “Lindinhas” (“Cuties”, em inglês), produção francesa da Netflix acusada de sexualizar crianças.

Em resposta a um seguidor, ela afirmou: “Não vamos ficar de braços cruzados. Deixa comigo”.

A ministra também compartilhou uma notícia que ela já acionou os assessores jurídicos do governo para impedir a exibição da obra na Netflix Brasil.

Em vídeo promocional, a diretora Maïmouna Doucouré explica que o filme é justamente uma crítica à sexualização de crianças em nome de uma suposta liberdade sexual.

“Eu conversei com centenas de pré-adolescentes para entender como elas se relacionavam com sua feminilidade hoje em dia. Essas garotas veem que, quanto mais a mulher é sexualizada nas redes sociais, mais bem-sucedida ela é. E sim, isso é perigoso.”

À revista Variety, um porta-voz da Netflix disse o mesmo:

“‘Cuties’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem — e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme.”

Com informações do Universa – UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ANDERSON disse:

    DEUS TE ABENÇOE E PROTEJA, DAMARES!!

    AOS QUE CRITICAM ESTA MULHER, SUGIRO ASSISTIR A TÃO FALADA REUNIÃO MINISTERIAL, A QUAL SÉRGIO MORO FEZ QUESTÃO. MULHER DE CORAGEM! COLOCA MUITO MARMANJO NA SOLA DE SEU SALTO. Antes de falar abobrinha, busque conhecer um pouco da mencionada senhora. Ah! Deixa a política de lado, ela é tóxica.

  2. Célio Aquino disse:

    Jair Bolsonaro sendo jocoso sexualmente com uma criança de 10 anos numa LIVE ela SILENCIA. SÍNICA

  3. Barba disse:

    Owww falso moralismo dos cabeças de touro são incríveis!

  4. Chicó disse:

    Quem já viu cenas desse filme sabe o quanto é absurdo e repugnante !!!

  5. Fabio Lima disse:

    Manda internar essa maluca censura nunca mais.

    • manezinho disse:

      Existe uma diferença grande entre limite da censura e estímulo a pedofilia. Creio que ela tenha razao, nao se pode usar da liberdade de expressao para cultivar algo que parece ter objetivos espurios. Acho estranho que alguns nao sejam capazes de enxergar isso.. estao compactuando com a sexualizacao de crianças nestes comentarios com qual objetivo?

Metade das crianças brasileiras não receberam todas as vacinas que deveriam em 2020; RN registra 47,42%, apontam dados do Ministério da Saúde

Foto: Ilustrativa/Fotoblend/Pixabay

Dados do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde apontam que cerca de metade das crianças brasileiras não receberam todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Imunização em 2020.

Segundo os índices do PNI, atualizados até segunda-feira (7), a cobertura vacinal está em 51,6% para as imunizações infantis. O ideal é que ela fique entre 90% e 95% para garantir proteção contra doenças como sarampo (que tem índice ideal de 95%), coqueluche, meningite e poliomielite.

Neste ano, entretanto, a cobertura vacinal da primeira dose da tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola) está abaixo de 60%. A da segunda dose está abaixo de 50%. Nenhuma das vacinas previstas no calendário infantil teve índices acima de 60% (veja tabela abaixo).

O baixo índice de imunização já tem consequências: dados do Ministério da Saúde mostram que, até o início de agosto, o país tinha 7,7 mil casos confirmados de sarampo. No ano passado, o Brasil perdeu o certificado de erradicação da doença.

Cobertura vacinal (em % por tipo de vacina) até 07/09

Imuno Coberturas Vacinais

TOTAL 51,56

BCG 53,06

Hepatite B em crianças até 30 dias 46,90

Rotavírus Humano 56,92

Meningococo C 57,17

Hepatite B 55,78

Penta 55,78

Pneumocócica 59,68

Poliomielite 54,70

Poliomielite 4 anos 44,63

Febre Amarela 42,71

Hepatite A 54,22

Pneumocócica(1º ref) 53,52

Meningococo C (1º ref) 56,52

Poliomielite(1º ref) 48,30

Tríplice Viral D1 58,89

Tríplice Viral D2 46,66

Tetra Viral(SRC+VZ) 19,95

DTP REF (4 e 6 anos) 50,85

Tríplice Bacteriana(DTP)(1º ref) 59,69

Fonte: Ministério da Saúde/DataSUS

Para Isabella Ballalai, pediatra e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), o motivo da baixa cobertura é a pandemia de Covid-19, que levou as pessoas a ficarem em casa e não saírem para vacinar os filhos.

“Essa situação se repete no mundo inteiro. Houve uma queda entre 30% e 50%”, afirma Ballalai. A médica lembra que, apesar das quedas vistas nas taxas de imunização no Brasil nos últimos anos, o país continua com uma das melhores coberturas vacinais do mundo.

“Essa cobertura não é simplesmente um número. Sem cobertura vacinal, nós estamos suscetíveis a todas essas doenças – surtos de meningite, retorno da poliomielite”, lembra a pediatra.

“Essas doenças eliminadas só estão eliminadas por causa da vacinação”, pontua Ballalai.

A infectologista Raquel Stucchi, da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), avalia que a chance de o país alcançar a cobertura ideal de vacinação ainda neste ano é “quase nenhuma”.

“Acho muito pouco provável que em 3 meses a gente consiga recuperar e chegar a essa cobertura”, afirma Stucchi.

No ano passado, o país não atingiu a meta da cobertura vacinal infantil.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Esses petistas alienados, esquecem que quem esteve na presidência da República de 2003 a 2016, foi nove dedos e a anta, deixando parte desse legado maldito. Parte do que podemos contabilizar hoje, em desgraça na saúde pública, foram eles os responsáveis, Pátria educadora em Campos de futebol e analfabetos funcionais. Vcs lembram do debate, onde a anta mandou uma espectadora de nível superior fazer curso técnico para se dar bem.

  2. Ausente disse:

    Isso deve ser porque o Brasil não tem ministro da saúde. Será que é? Ou essas crianças nasceram antes de 2019? Acredito que todas nasceram do ano passado pra cá. Já que sempre, na época da esquerda no poder, tivemos excelentes ministro da saúde. Né verdade?

  3. Edison Cunha disse:

    Lugar de ladrão é na cadeia!

    #VoltaLulaPraCadeia

  4. Gustavo mafra disse:

    Ai vocês acham que essas mães que só falam em volta as aulas só com a vacina contra o covid vai deixar aplicar???? Não deixa uma tétano vai deixar uma de covid.

  5. Manoel disse:

    Meu Deus! Não acredito que a governadora vai deixar as aulas retornarem se mais da metade das crianças não estão vacinadas contra tantas doenças que matam, aleijam e causam outras sequelas… Assim ela terá que suspender as aulas até 2022 viu!

  6. Minion alienado disse:

    Parabéns negacionistas, olavista e negacionistas. Vocês não vivenciaram as mortes e sequelas do período em que não havia vacinas.

Com R$ 6 bilhões do Fundeb, Governo Federal quer criar um voucher (vale) de R$ 250 por mês para que crianças tenham acesso a creches no setor privado

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

O governo federal quer criar um voucher (vale) de R$ 250 por mês para que crianças tenham acesso a creches no setor privado. A medida teria custo de R$ 6 bilhões por ano e seria bancada com recursos do Fundeb, fundo de financiamento da educação básica do país cuja prorrogação está em discussão pelo Congresso.

O plano do Ministério da Economia é pagar esse valor ao beneficiário do Renda Brasil, programa que o governo desenha para substituir o Bolsa Família.

A mudança no escopo do Fundeb para permitir o pagamentos dos valores foi incluída na proposta do governo para reformulação do fundo, apresentada no último sábado. Esse é um dos pontos mais polêmicos do texto do governo, proposto nas vésperas da votação do texto na Câmara.

O fundo é composto pelos impostos de estados e municípios e, atualmente, a União arca com 10% do montante para complementar o valor destinado a estados que não alcançam um valor mínimo por aluno.

A proposta do governo aumenta sua complementação para 15% de maneira gradativa, e destina 5% para o novo programa social (o equivalente a R$ 6 bilhões ). Os deputados querem ampliar a complementação para 20%.

O governo chegou a marcar uma entrevista para esta tarde, para apresentar sua proposta para o Fundeb, mas depois cancelou. Técnicos do Ministério da Economia discutem com o Palácio do Planalto possíveis alterações no texto, mas insistem em manter a vinculação de recursos para o voucher.

A estimativa dos técnicos da Economia é que o déficit de vagas para crianças de 0 a 3 anos dentro da faixa a ser atendida pelo Renda Brasil é de 2 milhões, já descontadas as famílias desse universo cujos filhos não estão em creche por opção. Segundo esses técnicos, o valor de R$ 6 bilhões seria suficiente para bancar o voucher para a creche e atender 2 milhões de pessoas.

De acordo com uma fonte, o plano faz parte de um dos quatro pilares que estão sustentando o Renda Brasil. A medida viabiliza, por exemplo, que mães de famílias pobres não sejam prejudicadas no mercado de trabalho.

‘Drible’ no teto de gastos

A ideia não envolveria a construção de creches públicas. Na visão da equipe, a concessão de vouchers seria mais eficiente porque permitiria que as famílias escolhessem os estabelecimentos em que querem matricular as crianças. Assim, seria possível aproveitar a estrutura de instituições já estabelecidas, como creches privadas e até igrejas.

O Ministério da Economia avalia também que é mais eficiente transferir recursos diretamente para as famílias, pois isso seria um incentivo a manter as crianças e os jovens na escola.

A inclusão da proposta de assistência social no Fundeb também é uma maneira de o governo tirar parte do Renda Brasil da regra do teto de gastos. Essa regra limita o acréscimo das despesas da União à inflação do ano anterior.

O Fundeb, porém, sempre esteve fora do teto. Ao colocar o vale creche no Fundeb, o governo dribla o teto de gastos e facilita a implantação do programa sem as amarras dessa regra fiscal.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Vida disse:

    Esss povo é muito iludido com iniciativa privada e não dá valor ao público. Não é a toa que a Constituição Garante educação como necessidade básica. Querem dar esmolas para o básico e instaurar a política do "te vira com o que tem", sem emprego, sem garantia nenhuma, a única garantia que querem é se apossar do dinheiro público e continuar a robalheira e os desvios de verbas . Nenhum pai conseguirá pagar creche com essa ninharia, nem existe garantia nenhuma de manutenção desses estabelecimentos. A criança também perderia na parte da alimentação, que creche particular não dá nenhuma de graça.

    • WellingtonB disse:

      Sem contar a manipulação e desvios que já são tradicionais na nossa política.

  2. Juruna disse:

    Petistas preocupados pelo fato de saberem que não podem roubar este dinheiro todo. Estão com saudades seus petralhas corruptos. PT NUNCA MAIS. FÁTIMA NÃO GANHA NEM PRA MISSA PETRALHA

  3. Ivan disse:

    Isso nada mais é que o fim da educação no BRASIL. Alguém conhece uma creche de 250 reais em algum lugar do mundo????? Gostaria de ver os apoiadores desta proposta colocar seus filhos nesta creche!!!!!

  4. Gilberto disse:

    Querem privatizar a educação pública.

  5. Jovem disse:

    250 reais para uma creche não existe nem pra cachorro

  6. Pedro disse:

    Amigo, não defendo o governo Bolsonaro, mais acho que é melhor ele, que um ladrão disfarçado de cordeiro. Nove dedos ia nos levar à Venezuela e Cuba.

  7. Marieta disse:

    Para a iniciativa privada!?
    Que governo é esse!?

  8. Manoel disse:

    O governo liberal, como de costume, tirando o corpinho de fora e passando para iniciativa privada o seu dever.
    Resta saber se a iniciativa privada tem capacidade de absorver a demanda e em que planeta o Paulo Jegues acha q o povo consegue uma creche pagando 250 reais por mês.
    Até deve ter, aquela com 100 crianças/sala/professor.

    • Neto disse:

      Só fala asneiras esse Manoel.

    • raphael disse:

      comentário muito bem colocado.

    • Raimundo disse:

      Quantas palavras desrespeitosas com o ministro…
      A esquerda incita o ódio entre seus seguidores.
      Atualmente, essas crianças estão fora de creches.
      No desgoverno do PT se gastou muito dinheiro para construir creches, a maior parte inacabada.
      Outras os prefeitos não abriram porque não tinham dinheiro para bancar.
      Aqui no RN, Fátima fechou hospitais…
      Mundo da fantasia do comunismo…

    • Raimundo disse:

      No desgoverno lulopetista se recebia 250 reais para tudo .
      O ministro quer acrescentar 250 reais para creches…

    • Francisco de Assis disse:

      Neto, você não sabe ler. Nem sei porquê escrevi isso. Ele não sabe ler.

    • Patriota disse:

      Verdade, Manoel

Estresse tóxico atinge crianças e adolescentes na pandemia

Foto: ILUSTRATIVA

A pergunta que vale um milhão de dólares: quais serão as sequelas da pandemia? Ainda pouco são os estudos sobre o tema e enquanto as respostas não vêm, pesquisadores de diversas áreas analisam os sintomas – estes, já um tanto conhecidos. Se não sintomas da doença, são do mal que ela provoca.

Um modelo matemático demonstrou que pessoas até 19 anos são muito menos suscetíveis ao coronavírus do que adultos e idosos. No entanto, a pandemia expõe as crianças a outros riscos, como estresse tóxico, violência e fragilidades no desenvolvimento. Os efeitos da pandemia do coronavírus no desenvolvimento infantil já deixou sequelas.

A maior crise sanitária do século já afetou a saúde mental e o estresse tóxico é uma das consequências. Ocorre quando a criança vivência adversidades por um longo período sem o suporte de um adulto. Um dos efeitos colaterais é a interrupção do desenvolvimento saudável do cérebro e de outros sistemas do corpo, aumentando o risco de uma série de doenças.

Um perigo que, muitas vezes, é inimaginável. Numa atividade de Língua Portuguesa, de uma escola particular em SP, crianças de 9 anos tinham que reescrever o conto da Chapeuzinho Vermelho. Um dos alunos começa seu texto assim: “Vesti minha capa vermelha, meu tênis Adidas, minha máscara e fui visitar minha avó que estava com COVID-19”. Veja só, até a vovózinha do Charles Perrault contraiu o vírus.

A imaginação das crianças sempre foi longe, mas quando o medo toma conta dela tem-se um problema pra lidar. Crianças e adolescentes estão à mercê do medo, diariamente, e as vias de contaminação são muitas. Mas o que fazer então? Como lidar?

Em meio a tanta tensão, é esperado que crianças e adolescentes estejam mais sensíveis. As situações de incerteza e de perdas causadas pela COVID-19 podem provocar nas crianças sentimentos de raiva, medo e ansiedade pela perda do vínculo com pessoas, seja por distanciamento, adoecimento ou morte. E elas tendem a ser ainda mais intensas pelo fato de as mudanças terem sido bruscas e abrangerem vários aspectos do nosso dia a dia. O acúmulo de tantos sentimentos destapa a válvula do estresse que, neste caso, é extremamente tóxico.

A extensão da doença é incalculável e alguns órgãos estão tentando mapear o tamanho do efeito. O Núcleo Ciência pela Infância (ICPI) e a Sociedade Brasileira de Pediatria são dois deles. Quando o estresse surge da percepção de um evento ameaçador, estudos apontam que o modelo para lidar envolve o atendimento a algumas necessidades psicológicas universais.

“Ainda nos estágios iniciais do desenvolvimento da afetividade e da inteligência, as crianças se guiam pelas experiências, pelo que podem ver, ouvir, tocar, cheirar, imaginar, imitar, dizer, brincar. Muito mais do que atentar para os conceitos que explicam a situação excepcional. O que vale é a observação dos pais ou familiares”, diz a Profa. Dra. Maria Beatriz Martins Linhares, Professora Associada do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e membro do Comitê Científico do Núcleo de Ciência pela Infância (NCPI).

Um estudo preliminar realizado na província chinesa de Shaanxi, por exemplo, avaliou na segunda semana de fevereiro de 2020, os efeitos imediatos da pandemia da COVID-19 no desenvolvimento psicológico de 320 crianças e adolescentes de ambos os sexos de 3 a 18 anos de idade. Os resultados mostraram que os problemas emocionais e comportamentais mais prevalentes foram distração, irritabilidade, medo de fazer perguntas sobre a epidemia e querer “ficar agarrados” aos familiares.

Além disso, foram verificados casos de insônia, pesadelos, falta de apetite, desconforto físico e agitação. As crianças na faixa etária mais jovem (3 a 6 anos) manifestaram mais o sintoma de querer ficar “grudadas” nos pais e temer que membros da família fossem contaminados. “Elas não compreendem direito a situação e reagem, principalmente, às mudanças que percebem no comportamento dos familiares e em sua rotina de vida”. É natural que as crianças pequenas passem a dormir mal, não comer, chorar, morder, demonstrar apatia ou distanciamento: são todas formas de lidarem com a situação adversa.

Um exemplo é o eventual aumento de respostas agressivas por parte da criança. É uma reação esperada quando o período de estresse se prolonga e atinge um nível tóxico. “Isso porque para uma criança pequena é muito mais difícil racionalizar a emergência vivida em uma pandemia. Ela ainda não tem os recursos cognitivos necessários para compreender algo tão abstrato como o coronavírus”, explica a Profa. Dra. Maria Beatriz.

As crianças mais velhas, por sua vez, manifestaram mais desatenção e dúvidas. Deve-se também destacar que este contexto de estresse altera profundamente as atividades físicas e o sono, que são essenciais para o pleno desenvolvimento infantil. “Há inúmeras evidências da profunda influência desses fatores sobre a plasticidade cerebral e, consequentemente, o desenvolvimento cognitivo e emocional. Neste momento dramático em que vivemos uma total modificação de nossas rotinas, torna-se um desafio a manutenção adequada dessas atividades para que se possa preservar uma vida saudável”, aponta a Profa. Dra. Maria Beatriz Martins Linhares.

Segundo a pediatra Liubiana Arantes de Aráujo, especialista do Departamento Científico da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), o estresse pode ser tolerável se a família conseguir desenvolver estratégias para ajudar a criança e o adolescente a se reorganizarem. Para isso, a família precisa prover carinho, suporte, acolhimento, tempo de escuta da angústia, além de tentar organizar a rotina de um modo mais organizado e com coisas atividades positivas.

As recomendações publicadas no estudo da ICPI reforçam as da SBP. É importante manter os relacionamentos, ainda que virtuais, assegurando a eles o senso de pertencimento de grupo. Garantir os laços é tarefa das mais importantes em meio ao medo da morte. Procurar entender reações como birra, manha, carência ou respostas a uma situação tensa é outro ponto de atenção.

“Importante entender não como um desafio ao adulto e ajudá-la a perceber essa relação e tranquilizá-la. Elogiar a criança, comportamentos adequados, brincar, conversar, ouvir. Aceitar os eventuais retrocessos em etapas do desenvolvimento que já haviam sido superadas (como chupar dedo, fala mais infantilizada, descontrole da urina e fezes), que podem ser sinais de insegurança que devem ser tratados com compreensão, tolerância e carinho, sem brigas”, alerta a Profa Dra. Maria Beatriz.

“Uma ideia que podemos ter nesse momento é tentar dividir as atividades da criança dentro de casa para que, se possível, cada atividade aconteça em um determinado ambiente ou em um cômodo da casa. Essas crianças precisam de uma rotina estruturada, então, quando ela identifica aquele esquema no qual pode realizar determinada atividade naquele ambiente, isso diminui o seu nível de ansiedade”, sugeriu o também pediatra da SBP, dr. Ricardo Halpern.

Outro ponto reforçado pelo especialista foi a necessidade de as brincadeiras ocorrerem da forma estruturada pelo máximo de tempo possível. “Quando a criança brinca consegue estruturar várias coisas, ela consegue imaginar, fazer resolução de problemas, aumentar seu jogo simbólico”, disse dr. Ricardo.

As recomendações consideram um cenário quase ideal das famílias, dentro de suas casas. Isso porque é preciso que as famílias estejam extremamente presentes para acolher e amparar essa criança estressada, com medo e cheia de angústias. Não se preocupe se não der conta. Pedir ajuda a um especialista ou ao pediatra pode ser de grande valia neste momento. Porque estamos todos à mercê do estresse tóxico.

Emais – Estadão

 

Crianças em idade escolar parecem não transmitir o novo coronavírus a colegas ou professores, diz estudo

Foto: Ilustrativa

Crianças em idade escolar parecem não transmitir o novo coronavírus a colegas ou professores, segundo um estudo francês para analisar o papel desse grupo na propagação da Covid-19.

Cientistas do Institut Pasteur estudaram 1.340 pessoas em Crepy-en-Valois, uma cidade a nordeste de Paris, que enfrentou um surto em fevereiro e março, incluindo 510 estudantes de seis escolas primárias.

Os cientistas identificaram três casos prováveis entre crianças que não levaram a outras infecções entre alunos ou professores.

O estudo confirma que crianças parecem mostrar menos sintomas evidentes do que os adultos e são menos contagiosas, o que serviria como justificativa para a reabertura de escolas em países da Dinamarca à Suíça.

Os pesquisadores descobriram que 61% dos pais de crianças infectadas tinham o coronavírus, em comparação com cerca de 7% dos pais de crianças saudáveis, sugerindo que foram os pais que infectaram os filhos e não o contrário.

Compreender os padrões de transmissão da pandemia e do novo vírus é essencial para determinar quais segmentos da sociedade podem reabrir – ou devem ser fechados novamente em caso de novos surtos – e mitigar o impacto da pandemia na economia.

Dados sobre crianças têm sido contraditórios até agora. Alguns estudos corroboram as conclusões do Pasteur e pelo menos um indica o contrário.

O epidemiologista Arnaud Fontanet e colegas disseram que são necessários mais estudos sobre as escolas devido ao pequeno número de casos que puderam ser estudados. Segundo o estudo, cerca de 41% das crianças infectadas não apresentavam sintomas, em comparação com cerca de 10% dos adultos.

Money Times, via Bloomberg

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rogério Rocha disse:

    Meu filho fica em casa.

  2. Paul disse:

    Uma tentativa de saída honrosa desses aloprados em nome da "ciência ". Parabéns por vocês terem criado o caos e feito todos de refens. Estúpidos, tribunal para estes "cientistas ".

  3. Luciano disse:

    Se foi a OMS que disse é melhor duvidar!

  4. Ricardo Borges disse:

    Meu filho ta muito bem em casa. Até 2021 se houver vacina!

  5. Juliano bugueiro disse:

    Ano letivo só em2021.

  6. Zanoni disse:

    A minha filha só volta se tiver a vacina ou algo semelhante! Perder deliberadamente um filho é perder 1000%.

  7. Sérgio Nogueira disse:

    Parecem… Isso justificaria colocá-las em risco?
    A OMS tinha várias certezas que caíram, imagine o que "parece"…

  8. Valéria disse:

    Cada uma!! Quem vai arriscar?

Governadora sanciona lei que incentiva a adoção legal de crianças

Foto: Ilustrativa

A governadora Fátima Bezerra sancionou a Lei Estadual Nº 10.725, publicada no Diário Oficial do dia 03 de junho de 2020, que trata da divulgação do fato de que entregar crianças para adoção não é crime. A lei estipula a obrigatoriedade de inserção de placas informativas com a frase: “Entregar crianças para adoção não é crime. Procure a Vara da Infância e Juventude da sua Comarca. Além de legal, o procedimento é sigiloso”. O objetivo é incentivar a adoção legal de crianças no Rio Grande do Norte, bem como proteger e defender as crianças que sofrem abandono ao mesmo tempo em que contribui para desestigmatizar o tema.

De autoria da deputada Cristiane Dantas, a medida deve ser cumprida em locais de fácil visualização, onde haja circulação de pessoas, nas unidades públicas e privadas de saúde, órgãos da administração direta e indireta, bem como órgãos do judiciário, Defensoria Pública e Ministério Público.

As placas informativas previstas devem conter, ainda, o endereço e telefone atualizados da Vara de Infância e Juventude da Comarca ou Foro Regional. As diretrizes, formato e dimensões das placas informativas a serem instaladas nos estabelecimentos públicos e privados e órgãos da administração direta e indireta serão estabelecidas por decreto, tendo como parâmetro os critérios dispostos nesta Lei.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Está fazendo carreira, incompetente já era, todo mundo sabia, burra e limitada idem, maracatu, alma, abelha (quando não está voando, está fazendo cera) feia, mal arrumada (corpo), petista de carteirinha, vcs queriam o que? Vai conseguir ultrapassar a Rosa e Cabelinho facil, esperar para ver.

  2. Tertu disse:

    Danado é, essa Muié só declara, bloqueia, torna, institui, cobra do guvernu Bolsonaro, agora não investi uma pataca numa uti, apesar de já ter recebido quase um bilhão de reais pra usar a favor do povo, e combater o covid. Mais eu avisei, essa é incompetente raiz.

Síndrome rara pode agravar Covid-19 em crianças, diz estudo

Os efeitos da síndrome no longo prazo ainda são desconhecidos, uma vez que a condição é nova e ainda está sendo estudada. Foto/Reprodução

Na maioria dos casos da Covid-19 em crianças são encontrados quadros assintomáticos. No entanto, um fenômeno raro pode agravar a infecção em um nível preocupante. Chamada síndrome pediátrica inflamatória multissistêmica, ou doença de Kawasaki, a condição foi identificada por médicos italianos e americanos, segundo um estudo da revista The Lancet, reportado pelo site Bloomberg.

A análise foi realizada em Bergamo, o epicentro do surto italiano do novo coronavírus, que encontrou 10 casos de infectados que demonstraram sintomas muito semelhantes à doença de Kawasaki, e que foram comparados a relatos de cerca de 90 casos semelhantes vindos de Nova York e Inglaterra.

A doença de Kawasaki é uma condição rara que geralmente afeta crianças menores de 5 anos de idade. Ela causa inflamação e inchaço dos vasos sanguíneos. Os sintomas típicos incluem febre e erupção cutânea, olhos vermelhos, lábios secos ou rachados, vermelhidão nas palmas das mãos e nas solas dos pés e glândulas inchadas.

Embora as crianças ainda permaneçam como o grupo de menor risco no desenvolvimento de complicações graves após serem infectadas pela Covid-19, a pesquisa mostra que o risco não é zero. É recomendado que a síndrome seja registrada como “doença semelhante à Kawasaki”, disseram os autores, pois os sintomas nos 10 pacientes observados no estudo foram diferentes e mais graves em comparação com os 19 casos da doença de Kawasaki reais, observados nos cinco anos anteriores.

Os tratamentos envolvem o uso de imunoglobulina intravenosa, esteroides, antibióticos e uma alta dose de aspirina. Em alguns casos graves, um respirador mecânico pode ser necessário.

Veja

Coronavírus: mortes entre crianças, jovens e adultos crescem mais que a de idosos em SP, destaca UOL

Foto: Paulo Guereta/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

O mês de abril marcou uma mudança na faixa etária das vítimas do novo coronavírus no estado de São Paulo. A despeito da concentração ainda predominante nas pessoas com mais de 60 anos, as mortes de crianças, jovens e adultos cresceram proporcionalmente mais do que os óbitos entre idosos no período de um mês.

Entre 11 de abril e 11 de maio, o número de mortes entre pessoas com mais de 60 anos passou de 460 para 2.739, um aumento proporcional de seis vezes. Entre as crianças, jovens e adultos, subiu de cem óbitos há um mês para 1.004 vítimas na última segunda-feira (11) — aumento de dez vezes.

Até o começo de abril, nenhuma criança havia morrido em decorrência da covid-19; um mês depois, são quatro crianças vítimas da doença, a última delas de 4 anos em Francisco Morato (Grande São Paulo).

A maior incidência da covid-19 nas periferias explica o aumento da mortalidade entre os mais jovens, conforme médicos ouvidos pelo UOL.

“A pandemia chegou onde a densidade populacional é muito grande, onde é impossível fazer distanciamento. Aquela premissa de que o jovem vai bem e os velhos vão morrer pode fazer sentido nos países europeus, mas não em um país subdesenvolvido que conta com um dos maiores índices de desigualdade no mundo”, observa o médico infectologista Caio Caio Rosenthal.

Com informações do UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão pagador de impostos disse:

    Doido é quem se arrisca a pegar essa doença nova q ninguém conhece e nem sabe as consequências em quem pegou

  2. realista disse:

    Fátima inercia Bezerra

  3. JB disse:

    Só uma pergunta, cadê a governadora do RN

Bombeiros do RN alertam para cuidados com crianças durante o recesso escolar

FOTO: CBM/ASSECOM

Piscinas, tomadas e escadas são verdadeiros riscos para as crianças que querem se divertir em casa. Com as atividades escolares suspensas como uma das medidas preventivas para evitar a propagação do novo coronavírus (COVID-19), a probabilidade de um acidente doméstico se torna iminente. Por isso, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte (CBMRN) alerta a população com dicas de prevenção no intuito de conter incidentes com crianças.

De acordo com dados levantados pela ONG Criança Segura, através do Ministério da Saúde, 40% dos óbitos por acidentes com crianças acontecem durante os recessos ou férias escolares. Para a capitã Martini, do Corpo de Bombeiros do RN, a atenção e as medidas preventivas adotadas pelos pais ou responsáveis são os principais meios de evitar esse tipo de ocorrência.

“No momento que a criança estiver em casa a atenção deve ser redobrada. Então é importante que a criança seja supervisionada pelos adultos, principalmente em residências que possuem piscinas e banheiras, pois o afogamento está entre as principais causas de mortes acidentais no Brasil”, disse.

As crianças escolhem brincadeiras que podem resultar em pequenos acidentes ou até podem provocar ocorrências mais graves como queimaduras, traumas e lesões. Além disso, o álcool gel, produto recomendado para uso constante durante a circulação de doenças respiratórias, também pode ser perigoso se tiver no alcance das crianças.

“Em tempos de pandemia, a prevenção é mais que necessária. A higiene é fundamental para evitar a contaminação de doenças, no entanto, os próprios responsáveis devem passar o álcool nas mãos das crianças. A recomendação é deixar qualquer produto de limpeza longe das crianças, por causa do perigo de ingestão e no caso do álcool por ser um material inflamável”, alertou a capitã Martini.

Confira abaixo alguns cuidados necessários:

Banheiro

– Mantenha a tampa da privada sempre fechada, se possível lacrada com algum dispositivo de segurança, ou deixe a porta do banheiro trancada;

– Nunca deixe a criança na banheira sem supervisão, nem mesmo por pouco tempo;

– Guarde utensílios afiados e aparelhos como lâminas de barbear, tesouras e secadores de cabelo;

– Tranque o armário de medicamentos, vitaminas, antissépticos bucais e demais produtos que ofereçam perigo de intoxicação.

Cozinha

– Mantenha sacos plásticos, fósforos, isqueiros, álcool, objetos de vidro, cerâmica e facas fora do alcance das crianças;

– Use as bocas de trás do fogão e certifique-se de que os cabos das panelas estejam virados para dentro para não serem alcançados pelas crianças.

Sala

– Cortinas com cordas podem trazer o risco de estrangulamento, especialmente para os menores;

– Cuidado com quinas afiadas! Prefira móveis com quinas arredondadas ou use protetor;

– Mantenha os móveis longe de janelas e cortinas. Eles podem ser usados para escalar;

– Instale grades ou redes de proteção em janelas, sacadas e mezaninos;

– Substitua fios elétricos desencapados e proteja tomadas com tampas, fita isolante ou mesmo móveis.

Quarto

– Evite posicionar camas e qualquer outro móvel perto da janela. Eles podem ser usados para escalar;

– Evite brinquedos com pontas afiadas, como flechas, e os que produzem sons altos;

– Mantenha os móveis longe de janelas e cortinas.

Lavanderia e garagem

– Após utilizar baldes e bacias, esvazie-os, guarde-os virados para baixo e longe do alcance das crianças;

– Produtos de limpeza devem ser guardados em lugares altos ou trancados. Além disso, deve-se mantê-los em seus recipientes originais para não confundir as crianças;

– As garagens não são locais seguros. Ao manobrar o carro, certifique-se de que não há nenhuma criança por perto;

– Lembre-se de trancar o carro, especialmente o porta-malas, e manter as chaves e controles automáticos longe do alcance das crianças. Elas podem entrar no veículo, soltar o freio de mão ou mesmo ficar presas lá dentro.

Piscina

– Quando a criançada for usar a piscina, a supervisão de um adulto o tempo todo é essencial;

– Esvazie piscinas infantis após o uso e as guarde longe do alcance das crianças.

Coronavírus: veja dicas do que fazer com as crianças no período de quarentena

Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Em praticamente todo o país as aulas foram suspensas. No estado de São Paulo, o governador João Doria (PSDB), orientou na última sexta-feira (13) que as escolas públicas e privadas suspendam as aulas gradualmente até o dia 23 por causa do coronavírus. O que fazer com as crianças caso os colégios não ofereçam atividades pela internet? Como manter o ritmo de aprendizado das crianças? O R7 reuniu algumas dicas para os pais que querem adaptar os estudos a essa nova situação.

Não é um período de férias e é importante deixar isso claro. Em primeiro lugar, os pais devem organizar uma rotina com seus filhos para manter uma regularidade e equilíbrio no aprendizado. Ao fazer isso, é importante adaptar brincadeiras e atividades no dia a dia das crianças para que tragam uma carga educativa e lúdica ao mesmo tempo. Resgatar brincadeiras de infância como pular corda ou amarelinha, pode ser interessante como atividade física. Trabalhos manuais desenvolvem a coordenação motora. No Instagram contadores de histórias fazem lives. Ainda tem a opção de jogos educativos e os canais do Youtube.

Crianças de 6 meses até 3 anos de idade precisam trabalhar as áreas do cérebro voltadas à atenção, a memória operacional — que está relacionada ao raciocínio e aprendizado — e a linguagem. Brincadeiras simples, como “esconde/achou” ou jogos de imitação, que envolvam repetições de gestos ou ações, já funcionam como bons desafios para exercitar a mente dos pequenos.

Leitura, uma atividade para todas as idades. Vale resgatar os clássicos ou mesmo arriscar um novo título. Um momento para a família relembrar histórias que marcaram a infância. Fazer uma cabaninha com lençol e ler um livro com uma lanterna é divertido. A Fundação Biblioteca Nacional oferece um acervo digital rico com obras da literatura infanto-juvenil de graça.

Os pais podem contar com uma ajuda das redes sociais. No Instagram é possível acompanhar lives de contação de histórias para todas as idades. Na página da Fafa Conta, às 10h30 (segunda, quarta e sexta) e 16h30 (terça e quinta) tem leitura de livros. Mãe que Lê todos os dias às 11h. Carol Levy oferece vídeos explicativos para as crianças.

Vale a pena investir em brincadeiras que estimulem a criatividade e a coordenação motora dos pequenos. Massinha é uma boa pedida. Os pais podem fazer a massinha em casa usando farinha de trigo e se o processo for realizado em parceria com os filhos torna a brincadeira ainda mais divertida. Jogos de montar e encaixar peças exigem também atenção e foco. Bolinha de sabão é distração garantida.

A fase de transição entre a pré-escola e o ensino fundamental exige outro tipo de preparação e cuidado. Essa é a etapa em que as crianças começam a brincar em grupo. Os pais devem estimular a criação de histórias e promover brincadeiras que exijam coordenação, movimento e atenção, podendo usar músicas como pretexto.

Brincadeiras antigas ajudam a gastar energia e não exigem muito espaço. Um corredor de casa pode se transformar em amarelinha. Pular elástico ou corda e brincar com o bambolê também desenvolvem a coordenação. Lembra do Vivo ou Morto? Levantar e abaixar de acordo com o comando. Tem quintal? Uma varanda? Bola na parede.

Para as crianças que estão cursando no ensino fundamental I é interessante manter o foco nas matérias já apresentadas. Atividades que envolvam a escrita ou o ato de soletrar, como jogar Stop, podem e devem ser adaptadas e reinventadas para ajudar os pais na tarefa de educar. Encontrar as palavras na forca também vale. O blog Papo da Professora Denise, organizado pela pedagoga, ensina brincadeiras convencionais reestruturadas para serem reproduzidas em casa como o “Triminó da adição” (foto) é um exemplo de como um jogo conhecido como o dominó pode ser adaptado para brincar de adição.

Lembra dos jogos de tabuleiro? Vale fazer uma busca no armário. Além de entreter, os jogos desenvolvem aspectos sociais, cognitivos e desenvolvem o lado afetivo de saber ganhar ou perder. O velho bingo pode ser adaptado para contas matemáticas ou português.

Um bom filme em família é um jeito suave de aprender. Vale resgatar animações como o Wall-E que discute ecologia como O Pequeno Nicolau, quando o menino descobre que vai ganhar um irmão e com receio de perder a atenção dos pais se envolve em muitas aventuras. Para os mais velhos, a dica é assistir Um Sonho Possível, que discute a questão racial.

Durante a pré-adolescência os interesses e as necessidades mudam. Por isso, o YouTube pode ser útil para entreter e educar. O canal Manual do Mundo é o maior canal de ciência e tecnologia em Língua Portuguesa, segundo o Guinness Book e ultrapassa 2 bilhões de visualizações. Através do foco no aprendizado através de experiências, viagens e mais, o canal mantém um conteúdo informativo e relevante para toda a família.

O canal Se Liga Nessa História também é uma ótima opção para aqueles que buscam aprender de uma forma mais descontraída. Seu público alvo é adolescentes, principalmente aqueles que estão se preparando para o vestibular. Conduzido pelo professor Walter Solla, assuntos de ciências humanas, linguagens e redação são tratados de maneira rápida fácil e bem-humorada.

O SpaceTodayTV é um canal voltado para a divulgação da astronomia em português. Temas das áreas de astronomia, astrofísica, astronáutica e áreas afins são debatidos com base nas últimas pesquisas científicas*Estagiário sob supervisão de Karla Dunder.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ricardo lúcido disse:

    É pra doido irresponsável , incompetentemente , imbecil , idiota e muitos is a mais . Tem dica ?

OMS anuncia que há registro de morte de crianças por Covid-19

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, nesta segunda (16) que háá registro de morte de crianças por causa do Covid-19.

“Esta é uma doença séria. Embora a evidência que temos sugira que aqueles com mais de 60 anos correm maior risco, jovens, incluindo crianças, morreram”, disse Tedros.

O diretor-geral da entidade não deu mais detalhes sobre o perfil da vítimas. Entretanto, até esta segunda-feira, a organização não havia reconhecido a morte de crianças pelo novo coronavírus. A entidade vem ressaltando que os grupos mais vulneráveis incluem as pessoas mais velhas ou com doenças pré-existentes, como diabetes ou no sistema cardiovascular, como hipertensão.

Testes e distanciamento social

Tedros ressaltou que a escalada dos casos e mortes pelo mundo justifica a adoção de medidas de distanciamento social (fechamento de escolas, trabalho remoto e suspensão de eventos, entre outros), mas que a OMS afirma que testes em larga escala para cada caso suspeito ainda são a melhor alternativa para conter a disseminação do vírus.

O diretor-geral frisou a necessidade de testar todos os casos suspeitos.

“Não se consegue combater um incêndio com os olhos vendados – você não consegue parar essa pandemia se não souber quem está infectado” – Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS

“Teste, teste, teste. Teste todo caso suspeito. Se for positivo, isole e descubra de quem ele esteve próximo”, orientou Tedros.

A diretora técnica da OMS Maria van Kerkhove voltou a aconselhar que sejam mantidas as estratégias de contenção. “(É preciso) achar todos os casos e seguir todos os contatos e testar os contatos. Dá para parar a transmissão entre as pessoas”, disse Maria.

Os diretores da OMS recomendaram que todos os casos, até os leves, sejam isolados em centros de saúde, mas reconhecem que isso não é possível para todos os países, já que alguns não têm a capacidade de adotar essa medida. Nesses casos, os países devem priorizar pacientes mais velhos e aqueles com doenças pré-existentes.

“Alguns países expandiram a capacidade usando estádios e academias para tratar casos leves, com casos severos e críticos tratados em hospitais. Outra opção é que pacientes com casos leves sejam isolados e cuidados em casa”, disse Tedros.

O diretor-geral também reconheceu que esta última medida pode colocar em risco outras pessoas na mesma casa, então é muito importante que essas pessoas sigam as recomendações da OMS sobre como fazer o isolamento adequado.

Globo, via Bem Estar

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Wellington disse:

    A "cultura" do WhatsApp está ajudando a acabar com o que resta de bom senso nas pessoas. Notícias falsas e posições absurdas são divulgadas diariamente e absorvidas pelo povo tornado cego pelo ódio. Massificou-se o acesso à mentira. Fake news tornou-se um método político mais eficiente pela capacidade de penetracao da Internet. É preciso aprender a ler e saber filtrar as informações. É preciso responsabilidade, qualidade rara hoje em dia.

  2. José disse:

    E o governo federal brincando de fazer protestos!

    • Ceará-Mundão disse:

      Foram AS PESSOAS que decidiram ir às ruas. Sem sanduba de mortadela, sem 30 "paus", sem transporte custeado por sindicatos ou MST, sem ameaças de cortar ponto ou receber nota zero (para os estudantes), apenas por sua própria vontade e às suas próprias custas. Isso é o verdadeiro exercício da democracia.

    • Everton disse:

      Ceará-Doentão, se você acha que não há lobby nesses protestos verde-amarelos, és mais tapado que o habitual.

  3. liandra disse:

    Acho q as escolas, universidade e institutos federais ainda não estão cientes dessas notícias, pois até agora estão omissos com relação à suspensão das atividades e aulas! Apenas a UERN teve a decência de parar durante 30 dias!

    • Ceará-Mundão disse:

      A UERN não precisa de grande motivo prá deixar de trabalhar. Essa universidade, improdutiva e caríssima para um estado "quebrado", já deveria ter sido privatizada, no mínimo.

    • liandra disse:

      Independente do que vc acha da UERN, ela está agindo de acordo com o preconizado pela OMS. Enquanto as outras instituições se calam e deixam os alunos e funcionários sujeitos a exposição ao vírus!

Maple Bear Natal promove semana de incentivo à leitura e socialização entre crianças, pais e professores

Foto: Divulgação

INFORME PUBLICITÁRIO

Um momento lúdico e especial para as crianças da educação infantil e seus pais, aguardado ansiosamente pelos pequenos, está reunindo as turmas ao longo desta semana na Maple Bear Natal. É a “Pajama’s Night”, ou Noite do Pijama, evento de incentivo à leitura e literatura familiar, que mostra que ler para os filhos – além de incentivar o aprendizado – pode ser um delicioso momento em família.

O evento, na segunda semana de aulas, é também uma oportunidade de socialização entre crianças, pais e professores. Em todas as turmas da educação infantil estão sendo trabalhadas em sala de aula clássicos da literatura para crianças pequenas, em inglês e português, com diferentes grupos a cada noite, de segunda a sexta, sempre entre 18h e 19h.

Fernanda Gondim, mãe da Lara, de 4 anos, da turminha JK, e da Helena, de um ano e oito meses, conta que Lara nem dormiu a soneca da tarde ansiosa pelo evento.

“Acho excelente a iniciativa. A escola estimula bastante a leitura, e tirar da rotina de sala de aula para um momento diferente proporciona a eles curtirem a escola de outra forma”, comentou. Fernanda completa: “e a gente vê que dá para fazer um momento assim em casa com eles”.

VÍDEO – Cirurgia inédita em crianças no Brasil: menino se recupera após transplante de coração artificial

Foto: Reprodução/TV Globo. Assista reportagem aqui

Guilherme carrega uma bolsinha, que é parte externa de uma bomba que foi implantada no coração dele. Em 2019, o menino descobriu que tinha doença celíaca, uma doença autoimune desencadeada pela reação ao glúten. Ele emagreceu dez quilos no primeiro semestre e, de julho para agosto, passou mal algumas vezes. Foram mais de 20 dias internado até que um raio-x revelou que o coração dele estava bem inchado.

O problema não era só esse. Uma inflamação causada por um vírus tinha provocado uma falência severa no órgão. Ou seja, mais da metade do coração não estava bombeando sangue. Os médicos descobriram que o Guilherme tem um problema de falência do músculo cardíaco. O músculo dele é fraco. Depois de um tempo, os médicos decidiram parar de esperar por um transplante de coração humano para tentar o implante do coração artificial. Seria a primeira cirurgia desse tipo em uma criança no Brasil.

Mesmo entre adultos, esse transplante não é comum: são 17 outros casos no Brasil. Para o Guilherme, a máquina é temporária, um jeito dele recuperar força e sair do hospital. E nada como voltar para casa, rodeado por pessoas amadas, cercado de boas sensações.

Fantástico – Globo