Economia

CPMF: Imposto sobre transações financeiras reduz crescimento, apontam estudos

Defendido pelo secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, como capaz de aumentar a base tributária em “aproximadamente 30%”, o imposto sobre transações financeiras tem amplitude menor, perde efeito com o tempo e reduz o crescimento econômico, mostram trabalhos científicos recentes.

Além disso, efeitos colaterais já documentados, como o uso de dinheiro vivo, a criação de formas paralelas de compensação e a verticalização da produção, podem exigir alíquota de até o dobro dos 2% citados por Cintra em evento nesta segunda (12).

O governo federal não detalhou ainda um projeto, mas fala-se de um imposto único cobrado sobre créditos e débitos, com alíquota total de 5% sobre cada pagamento (2,5% sobre crédito e sobre débito).

Para manter carga tributária equivalente à atual, seria necessária, porém, uma alíquota inicial de 7,8% (3,89% sobre o crédito e o débito), segundo cálculos do economista e advogado tributarista Eduardo Fleury, com base na efetividade da antiga CPMF e números do BIS (banco de compensações internacionais).

“Esse seria apenas o número de partida, já que o de tributo provoca queda da arrecadação e, para manter a receita, seria preciso elevar a alíquota”, diz Fleury.

A redução no montante arrecadado com o passar do tempo foi encontrada em ao menos três estudos realizados no Brasil e em outros cinco países da América Latina que implantaram imposto semelhante (Argentina, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela).

Em estudo sobre os efeitos da CPMF brasileira, que vigorou de 1997 a 2007, os economistas do Banco Central Sérgio Mikio Koyama e Márcio Nakane concluíram que o tributo corroeu sua própria base de arrecadação.

Segundo a pesquisa, houve ainda leve aumento de dinheiro vivo, mudança nas carteiras de aplicação financeira e impacto negativo sobre tomadores de empréstimos, aplicadores e intermediários financeiros.

A queda na arrecadação com o tempo também foi encontrada na Colômbia, segundo trabalho publicado pelo Banco Central daquele país, elaborado por Luis Ignacio Lozano e Jorge Enrique Ramos. Na análise do professor da UnB (Universidade de Brasília) Roberto Ellery, que compilou estudos sobre esse tipo de imposto, é um “padrão compatível com a tese de que as famílias e as empresas reagem ao imposto, buscando formas de driblar as transações que passam a ser tributadas”.

Em análise dos seis países sul-americanos que implantaram o “imposto do cheque” a partir dos anos 1990, os economistas Andrei Kirilenko, do FMI (Fundo Monetário Internacional), Luiz de Mello, da OCDE (grupo de países desenvolvidos), e Jorge Baca-Campodónico, ex-diretor do banco central do Peru, concluíram que não apenas os valores arrecadados se reduzem com o tempo como também a elevação da alíquota é uma solução ineficaz: quanto mais ela sobe, menor a efetividade da arrecadação, agravando a perda de receita.

Para chegar ao número de quase 8% necessários para substituir a carga tributária atual, Fleury usa dados dos pagamentos realizados através do sistema bancário registrados pelo BIS (Banco de Compensações Internacionais), que podem ser considerados a “base tributária” de um imposto sobre transações financeiras.

Aplicando a alíquota de 0,38% do então “tributo do cheque” sobre o volume de pagamentos de 2007, a arrecadação esperada deveria ser de R$ 63,39 bilhões. O resultado, no entanto, foi de R$ 36,32 bilhões, ou seja, 57% do esperado.

Considerando essa efetividade de 57%, para obter uma carga tributária semelhante aos 32,43% de 2017, seria necessária uma alíquota de quase 8% sobre o valor apurado pelo BIS naquele ano (R$ 47,87 trilhões).

Fleury também considera improvável a substituição da contribuição previdenciária sobre a folha de pagamentos por uma alíquota baixa de imposto sobre transações financeiras: “Seria necessário 1,5% apenas para arrecadar os mais de R$ 420 bilhões informados pela Receita em 2018”.

Ele refuta também a expectativa de Cintra de ampliar em 30% a base tributária com a inclusão da economia informal e subterrânea.

“Dados da FGV estimam a economia informal hoje em 16% do PIB, e esse é um setor que trabalha muito com dinheiro em espécie. Já a economia subterrânea passa por caminhos como criptomoedas e meios internacionais de difícil rastreamento”, afirma Fleury.

Estudos mostram que também o setor formal passa a usar menos os bancos, quando se adota o imposto sobre transações financeiras.

Com dados da América Latina, Kirilenko e Victoria Summers (também do FMI) encontraram evidências de que o imposto estimulou uso de dinheiro vivo e abertura de contas em outros países, entre outras estratégias para evitar o pagamento da taxa.

Em trabalho publicado neste ano no Journal of International Money and Finance, o economista Felipe Restrepo associa à adoção do tributo também à contração no crédito para o setor produtivo e a um menor crescimento econômico.

Um dos segmentos mais afetados, mostra o trabalho de Restrepo, são as indústrias mais sensíveis a desajustes no mercado de crédito. O economista usa técnicas estatísticas para afastar a hipótese de que outros fatores que não o tributo pudessem explicar a retração encontrada.

FOLHAPRESS

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Diversos

Anatel: reclamações contra operadoras de telefonia caem 17,2% em junho

O número de reclamações contra operadoras de telecomunicações encaminhados à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em junho de 2019 caíram 17,2% em relação a maio. De acordo com os dados divulgados hoje (12) pela agência, em junho foram recebidas 218.356 reclamações nos canais de atendimento.

Todos os principais serviços de telecomunicações acompanhados pela Anatel apresentaram redução em junho de 2019. A telefonia fixa, com 44.686 reclamações, registrou queda de 22,1%. Em seguida foi a telefonia móvel pós-paga, com 76.340 reclamações, diminuição de 17,6%.

A TV por assinatura registrou 26.548 queixas, redução de 15,3%. Na banda larga fixa houve 41.867 reclamações, uma queda de 15,1%. A telefonia móvel pré-paga registrou 27.823 denúncias, redução de 12,4% menos em relação a maio.

Entre as operadoras, a TIM foi o maior alvo das reclamações dos consumidores na telefonia móvel pós-paga, com 40,2% das queixas e também na telefonia móvel pré-paga, registrando 48,7% do total das reclamações para esse serviço em junho.

Na TV por assinatura, a Claro aparece com o maior número de reclamações, com 46,6% das queixas. Na telefonia fixa a líder em reclamações foi a Oi, com 48,4%, enquanto que na banda larga fixa foi a Vivo, com 27,4%.

“Os principais motivos das reclamações registradas na Anatel contra prestadoras de telecomunicações foram erros de cobrança: foram 51,1% das queixas na TV paga, 45,5% na telefonia móvel pós-paga e 41,8% na telefonia fixa. Na banda larga fixa, o principal motivo das reclamações foi ‘qualidade, funcionamento e reparo’, 33,7% do total, e na telefonia móvel pré-paga foram queixas relativas a crédito, 31%”, informou a agência.

Agência Brasil

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Polícia

Juiz mantém preso suspeito de hackear Moro

O juiz federal Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, decidiu manter, em prisão temporária, Danilo Cristiano Marques, alvo da Operação Spoofing, que mira ataques hacker a celulares de mais de mil pessoas, entre elas, autoridades dos três Poderes. O magistrado ressalta a necessidade de esclarecer os 60 chips de celular encontrados na casa dele, além do uso de seu endereço por Walter Delgatti Neto, o ‘vermelho’, que assumiu a autoria das invasões.

O magistrado ressalta que a atuação de Danilo ‘não se restringia à “testa de ferro” de Walter, havendo indícios de sua participação direta nas fraudes bancárias e estelionatos praticados pelo bando, sendo plausível ter adquirido os 60 (sessenta) chips apreendidos em seu poder para tal prática’.

“As investigações ainda estão em curso e parte do material arrecadado pela autoridade policial ainda não foi periciado, o que é razoável, haja vista que a busca é recente e a grande quantidade de computadores, celulares e mídias apreendidos”, escreve.

O juiz segue. “Já se pode concluir pela participação de Danilo nas fraudes bancárias e estelionatos, juntamente com os comparsas, mas é cedo para afirmar que tais práticas não têm relação com as invasões de contas de aplicativo de autoridades públicas, uma vez que não foi esclarecida: a motivação de Walter Delgatti para o acesso das contas Telegram, a possível relação com as fraudes bancárias e em que consistiu a participação de cada investigado”.

“Vale lembrar que um dos IPs utilizados por Walter Delgatti para as invasões foi localizado em imóvel alugado em nome de Danilo. Também, ainda não foi esclarecido se os 60 (sessenta) chips encontrados com Danilo foram utilizados no procedimento empreendido por Walter para a violação da intimidade das vítimas e não se descarta a hipótese de que Walter obtinha os dados cadastrais das vítimas via invasão por aplicativo e repassava ao bando para a prática de estelionatos e fraudes bancárias”.

“Portanto, justifica-se a unicidade das investigações em razão da conexão probatória, sendo prematuro afirmar que a invasão de dispositivo de informática via aplicativo não guarda relação com as fraudes bancárias, estelionatos, lavagem de dinheiro e outros delitos, de forma a atrair a competência desta Justiça Federal”, conclui.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. E o moro não é preso por proteger o Cunha. Por que ele escondeu o celular do Cunha? O Jucá sabia tudo quando disse que seria com o supremo e tudo. Está claro que o moro fazia parte do tudo também.

    1. Como o Moro protegia o cunha se foi ele quem o prendeu???? Disserte. O choro é livre, o Lula não.

    2. O choro e livre petista mas as coisas estao melhorando depende das eleições na Argentina logo logo você vai poder ir para lá

  2. Sendo comprovadamente comparsa de crimes da esquerdalha, os petralhas ainda são poupados de punição nesses crimes. Isso é absurdo, ser comparsa de um crime de pistolagem e não ser de assalto, lógico que fazem parte de a mesma quadrilha, tanto que não foi denunciado pela outra participante. Logo, ou são membros dessa mesma quadrilha ou acobertam criminosos. Como não?

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Judiciário

Raquel Dodge prorroga por mais um ano força-tarefa da Lava Jato

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, prorrogou por mais um ano a atuação da força-tarefa da Lava Jato no Paraná. Segundo informações da PGR, a ‘portaria que oficializa a medida será publicada nesta terça-feira (13), devendo ser posteriormente submetida ao Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF)’. Trata-se da quinta prorrogação força-tarefa, desde sua criação, em 2014. Segundo a PGR, a força-tarefa destinou R$ 808 mil para custear viagens relacionadas às investigações em 2019.

“Nesse período, além das renovações, houve ampliação progressiva do quadro de pessoal, incluindo procuradores e servidores. Também foi crescente a destinação de recursos para diárias e passagens. Em 2019, por exemplo, já foram gastos R$ 808 mil com essa despesa”, diz a PGR.

Instituída em abril de 2014, a partir da instalação dos primeiros procedimentos investigativos envolvendo a Petrobras, a força-tarefa da Lava Jato teve em sua primeira formação dez procuradores.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Não podemos normalizar a atuação do Dallagnol como pessoa física no trato com demais membros de uma FT criada para o combate à corrupção. O chefe da Força Tarefa esqueceu que o Estado não pode praticar outros crimes como justificativa para combater os primeiros. https://t.co/MS3Q1bCWA6

  2. Não tem quem bote abaixo a lava jato, o povo não deixa.
    Vai ser prorrogada por o tempo que for preciso.
    Pra desespero dos derrotados.

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Judiciário

Bolsonaro acerta ao colocar Coaf no Banco Central, diz Toffoli

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, classificou como acertada a decisão do presidente Jair Bolsonaro de transferir o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do atual Ministério da Economia para a estrutura do Banco Central.

“A solução que o ministro Paulo Guedes e o presidente Jair Bolsonaro estão dando a este tema é muito correta do ponto de vista internacional: colocar o Coaf no Banco Central para evitar que um determinado ministério, que um determinado local seja aquele que apure, que investigue, que fiscalize. Você fazendo a descentralização. Isso é equilíbrio entre os Poderes.”

Bolsonaro anunciou na última sexta-feira (9) que pretende fazer a mudança, que deve ocorrer dentro do projeto de lei que dá autonomia ao Banco Central e tramita na Câmara.

“O que nós pretendemos é tirar o Coaf do jogo político”, afirmou Bolsonaro na ocasião. “Vincular ao Banco Central, aí acaba [jogo político].”

Criado em 1998, o Coaf é um órgão de inteligência financeira que investiga operações suspeitas e se tornou pivô neste ano de uma investigação contra o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

O Coaf recebe informações de setores que são obrigados por lei a informar transações suspeitas de lavagem de dinheiro, como bancos e corretoras. O conselho analisa amostras desses informes e, se detectar suspeita de crime, encaminha o caso para o Ministério Público.

Durante a crise do mensalão, ofícios do Coaf entregues à CPI dos Correios indicaram, por exemplo, grande volume de saques em espécie por parte da SMPB, empresa de Marcos Valério, o operador que abasteceu o esquema de pagamentos a políticos da base do governo petista.

Mais recentemente, o Coaf identificou movimentações atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). De acordo com o órgão, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão de janeiro de 2016 ao mesmo mês de 2017 —entraram em sua conta R$ 605 mil e saíram cerca de R$ 600 mil. A quantia foi considerada incompatível com o patrimônio do ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

Toffoli participou nesta segunda-feira (12) de um debate promovido pelo Lide, grupo que reúne líderes empresariais e foi fundado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), quando era empresário.

O presidente do Supremo deu a declaração sobre o Coaf após o advogado Ives Gandra Martins elogiar a decisão de suspender todas as investigações no país baseadas em dados sigilosos compartilhados pelo Coaf sem autorização judicial, tomada por Toffoli em julho. A suspensão era um pedido da defesa do senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ).

A decisão do magistrado provocou forte reação de procuradores, que viram na medida um ataque contra a Operação Lava Jato. “Num determinado momento qualquer decisão, começou a ser dito, era para acabar com a Operação Lava Jato. Não vai. A Lava Jato só existe graças ao Supremo Tribunal Federal. Se não fosse o STF, não haveria isso”, rebateu Toffoli.

“O que não se pode permitir na República é que se apropriem das instituições. E mais do que se apropriar das instituições, se apropriar de um fundo de R$ 2,5 bilhões. É disso que se trata”, disse Toffoli, se referindo à tentativa do procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato, de criar um fundo bilionário com recursos recuperados da Petrobras.

Mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil e analisadas pela Folha apontam que Deltan incentivou colegas em Brasília e Curitiba a investigar sigilosamente os ministros do Supremo Toffoli e Gilmar Mendes. A legislação não permite que procuradores de primeira instância, como é o caso dos integrantes da força-tarefa, façam apurações sobre ministros de tribunais superiores.​

Folhapress

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Educação

Pagamento de auxílio a aposentados da UERN não sofrerá alteração

O pagamento do auxílio-saúde para os servidores aposentados da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) está mantido pelo Governo do Estado. Em reunião na tarde desta segunda-feira (12), com a presença da governadora Fátima Bezerra, ficou definido que representantes do Instituto de Previdência do RN (Ipern) e da Universidade do Estado do RN (Uern) se reunirão nesta terça-feira (13) para fazer os ajustes contábeis que são necessários para adequação legal.

O auxílio-saúde foi instituído pela lei estadual nº 608/2017 para os servidores da Uern, mas o artigo 5º do dispositivo legal pontua que o pagamento do auxílio deve ser feito a partir do orçamento da Fundação Universidade do Estado do RN (Fuern) e não pelo Ipern.

O acerto orçamentário para o pagamento do auxílio será feito entre a direção da instituição de ensino e o Instituto de Previdência, que vinha pagando o auxílio. ”Nós asseguramos a autonomia da UERN e garantimos o pagamento da verba. O servidor pode ficar tranquilo, que nenhum direito será retirado”, explicou a governadora Fátima Bezerra.

Orçamento

Durante o encontro discutiu-se também a questão orçamentária da Universidade do Estado. Os dados do Governo apontam que os pagamentos e empenhos orçamentários da Uern entre janeiro e julho deste ano foram maiores do que no mesmo período em 2018.

O valor pago até julho 2019, por exemplo, foi de R$ 104,2 milhões, enquanto que no ano anterior o montante foi de R$ 78 milhões. Com relação ao valor empenhado, a proporção é semelhante: R$ 133 milhões em 2019 e R$ 122,7 milhões em 2018.

O Governo garantiu ainda o repasse mensal de R$ 1,5 milhão para o custeio da Universidade, além de R$ 1 milhão destinado exclusivamente para finalizar a obra do campus da Zona Norte de Natal, que tem previsão de conclusão até 2020. Os recursos serão complementados com a destinação de aproximadamente R$ 11 milhões do Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop) para a Uern até 2023.

A equipe do Governo destacou a garantia de R$ 3,6 milhões em investimentos para a Uern, que são contrapartidas dos contingenciamentos realizados pelo Governo Federal nas emendas destinadas pela bancada federal potiguar à instituição.

Opinião dos leitores

  1. Pq somo obrigados a pagar o plano de saúde desse pessoal? Pq eles mesmos não pagam, igual à todos nós que não queremos ser atendidos exclusivamente pelo SUS? Estamos com déficit previdenciário, folhas em atraso, fornecedores atrasados…E ainda pagando plano de saúde desse pessoal??????

  2. Aproveito para solicitar a excelentíssima governadora a extensão do auxílio saúde a todos os funcionários públicos do estado do RN, porque essa discriminação ? Pra uns tudo e pra outros nada, esse governo que prometia tratar os funcionários público por igual é o que mais está privilegiando algumas categorias.

  3. BG por gentileza se o amigo ou alguém souber o valor do auxílio saúde dos servidores aposentados da UERN e quantos são os que têm direito ao benefício, é uma questão de esclarecimento porque só se fala do auxílio e não de valores e a sociedade tem o direito a essa informação, desse já agradeço a quem dé a informação. Obg.

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Economia

Governo do RN instala Câmara Setorial da Mineração

Foto: Demis Roussos

Com o propósito de manter o diálogo constante com as cadeias produtivas, a governadora Fátima Bezerra e o secretário do Desenvolvimento Econômico (Sedec), Jaime Calado, instalaram hoje a Câmara Setorial da Mineração. A solenidade, que também foi a primeira reunião do grupo, foi realizada na Sedec e contou com a participação de representantes de universidades públicas, empresários e profissionais do segmento de mineração.

Quarta câmara setorial instalada neste governo (Indústria, Comércio e Serviços e Pesca e Aquicultura), trata-se de um fórum permanente de discussão entre entidades públicas e privadas deste importante setor da economia, que apesar do volume considerável de negócios gerados, ainda há bastante potencial a ser explorado. “Temos esse jeito de governar, que é através do diálogo. Aposto mais uma vez nas ideias da nossa equipe do Desenvolvimento Econômico, agora para fomentar o setor da mineração e gerar mais empregos para o nosso povo”, disse a governadora.

O secretário Jaime Calado declarou que o Estado produz bastante ferro, entre outros tipos de minério, principalmente na região do Seridó, e aponta que algumas das melhorias para o setor seria a instalação de ferrovias, para baratear os custos de transporte. “Esperamos com essa Câmara preencher as lacunas que faltam para compreendermos melhor o segmento”, afirmou.

Segundo dados do Serviço Geológico do Brasil, antiga CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais), a participação do setor de rochas ornamentais na balança comercial brasileira em 2018 foi de 0,39%, ou em números absolutos, 670 milhões de dólares para uma produção de 1,52 milhões de toneladas.

No ano anterior, esse faturamento foi de 1,11 bilhões de dólares para uma produção de 2,36 milhões de toneladas. No RN, em 2017, este segmento do setor de minérios teve um faturamento de R$ 10,4 milhões de dólares para uma exportação de 22,1 mil toneladas (quinto maior exportador, atrás de Espírito Santo; Minas Gerais; Ceará e Bahia).

O geólogo Eugênio Parcelle, presente à reunião representando a Associação dos Geólogos do Brasil, regional potiguar, apontou alguns fatores que podem estar relacionados à queda do faturamento no setor de rochas ornamentais de um modo geral. No mercado internacional, houve um crescimento significativo da fatia de mercado dos materiais rochosos artificiais e dos porcelanatos de grandes formatos, em relação aos materiais rochosos naturais de revestimento.

Quanto ao mercado nacional, houve um desaquecimento do setor imobiliário da construção civil devido à pequena taxa de novos lançamentos de edificações residenciais e comerciais, inclusive shopping centers, hotéis. “Há também o fato de que os empresários estão com dificuldades em encontrar novas jazidas pela falta de instrumentos como Mapas de Potencialidades, por exemplo”, disse.

Além dos empresários do segmento, como Airton Torres, da indústria salineira, participaram também representantes de instituições financeiras como Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal e AGN, que é a agencia estadual fomento. A segunda reunião da Câmara Setorial da Mineração foi marcada para dia 11 de outubro.

Opinião dos leitores

  1. Mais um engodo da (biodi)gestão de Fatão do Góipi. Pena que ainda haja otários para acreditar na lorota dela.

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Judiciário

Procuradores comemoraram derrota de Renan Calheiros na Presidência do Senado, apontam mensagens

As novas mensagens divulgadas nesta segunda-feira (12) de supostos diálogos entre integrantes da Lava Jato mostram que os procuradores comemoraram a derrota de Renan Calheiros na disputa pela Presidência do Senado Federal.

Em uma das mensagens interceptadas no dia das eleições, os procuradores chegam a contabilizar os votos que legeram o seandor Davi Alcolumbre.

O procurador Vladimir Aras, segundo as mensagens, chegou a mencionar o ministro Sérgio Moro afirmando que ele tinha ficado feliz com o resultado.

Opinião dos leitores

  1. Tem é que comemorar mesmo, é assim que se faz quando se derrota um dos maiores bandidos que o estado de Alagoas gerou para destruir o Brasil.
    Só falta esse bandido está preso, incrível como o safado consegue comprar toda nossa justiça, mas o dia dele vai chegar, chegou pra Cunha, LULADRAO…..um dia bate na porta dele tb.

  2. Esse Intercept só me dá alegria! Parabéns Deltan! O trabalho de vocês livrou o Brasil não só desse Parasita Renan Calheiros, mas de muitos outros! Vocês só dão orgulho aos brasileiros de bem. Quanto aos que defendem corruptos e ladrões confessos, é só ignorar.

  3. + ou- duzentos milhões de brasileiros, também ficou muito feliz com a derrota do cangaceiro Renan. O que dirá quem estar empenhado pra arrumar esse cabaré chamado o Brasil. Hora!! Faça me o favor, petralhas.

  4. Esses componentes do mp são brasileiros como todos nós, que lutamos contra os bandidos, e renan é um dos mais enigmático gangster do Brasil, normal torcer e vibrar pra vê-lo derrotado e aniquilado, não é só renan, tem também, Gilmar Mendes, tofoli, levanovisk, marco Aurélio, gleise, a esquerdalha… Tantos outros que deixam o país distante da justica social, da democracia, das oportunidades isonômicas para seus cidadãos. Enfim são os maiores males da nação.

    1. D. Dilma eu confesso que estava tomando uma medicação continua mas com a derrota desse ladrão sem futuro Renan Calheiros para a presidência do Senado Federal, suspendi os remédios e tomei umas cervejas comemorando a derrocada desse pilantra, salafrario, ainda tenho fé em deus que os alagoanos vão tirar de cena em canalha da vida pública de Alagoas.

  5. O recado para direita fascista na América do sul já foi dado através dos argentinos, aqui no Brasil nego vão botando as barbas de molho, que o sinal foi dado se pegar aqui vai ser uma avalanche com esse palhaço aí no governo as coisas vão caminhando pra isso aí.

    1. O mundo todo já deu o recado a esquerdalha, pior que vocês não se conformam com a reprovação de suas práticas políticas, roubos e corrupções sistêmicas. Vocês são mesmo incorrigíveis

    2. Vá estudar as similaridades entre o fascismo e o peronismo antes lançar dejeções.

    3. o PT foi a porcaria que recebeu o resultado nas urnas. Comunistas de iphone é mesmo uma graça!

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Trânsito

Detran aguarda notificação para começar a cobrar Taxa de Bombeiros

O O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) emitiu uma nota em que confirma que começará a cobrar a chamada Taxa de Bombeiros para os condutores de veículos, mas que aguarda a notificação para começar a emissão dos boletos bancários para cobrança.

Confira nota na íntegra…

Nota – Detran: Taxa de Bombeiros

O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) informa ao público em geral que aguarda a notificação oficial da Procuradoria Geral do Estado (PGE) sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a constitucionalidade da Taxa de Proteção contra Incêndio, Salvamento e Resgate em via Pública (Taxa de Bombeiros) para que a mesma seja liberada para pagamento no sistema do Detran, definindo data de quitação e o processo de emissão dos boletos bancários.

A taxa prevista na Lei Complementar Estadual nº 247/2002, alterada pela Lei Complementar nº 612/2017 é destinada ao Fundo Especial de Reaparelhamento do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (Funrebom).

Opinião dos leitores

  1. Taxa para os bombeiros. Taxa para iluminação pública. Qual será a próxima taxa que o governo vai criar?
    Absurdo total.

  2. Marta Suplicy do PT quando foi prefeita de São Paulo ficou conhecida como Martaxa por ter criado tantas taxas, Fátima tá seguindo o exemplo da companheira, recorreu ao supremo e ganhou a cobrança da taxa dos bombeiros, mais uma taxa pros companheiros pagarem.

  3. Próximas taxas: de policiamento (polícia militar), de atendimento médico (hospitais públicos), de atendimento em vias públicas (para a SAMU), de investigação (polícia civil), de ensino (para manutenção das escolas) e o que mais a "criatividade" permitir em nome do mau uso do dinheiro público.
    Já que não usam os impostos pra fazer o que tem que fazer, criam-se taxas e mais taxas.
    No caso da taxa de bombeiros todos os proprietários terão que pagar. Aí pergunto: quantas vezes ao ano os bombeiros são chamados pra apagar incêndio em veículos?
    E os impostos que deveriam ser usados para esse fim, qual destino terão?
    A porteira foi aberta, agora qualquer taxa é possível.

  4. No próximo ano deve vir a taxa de manter a PRE( policia rodoviária estadual) . Todo ano se cria taxas para lascar o povo. Já se paga tanto imposto . Só DEUS mesmo.

  5. Então já que vamos pagar essa taxa se meu fusca pegar fogo entro com uma ação contra contra os Bombeiros e contra o Estado do RN. Vou ganhar fácil essa grana.

  6. O que mais vão inventar pro povo pagar??
    Que benefício tem o contribuinte com o pagamento dessa taxa?? Imposto.

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Diversos

Damares diz que governo vai recorrer de decisão sobre combate à tortura

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A ministra Damares Alves disse nesta segunda-feira (12) que foi equivocada a decisão da Justiça do Rio de Janeiro de suspender o decreto presidencial que extinguiu os cargos do Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura. Segundo ela, o governo vai recorrer da liminar.

Para a ministra, a lei não exige que os servidores sejam vinculados ao governo federal, já que qualquer voluntário ou funcionário emprestado de outras pastas pode atuar no órgão.

“Não tenho como empregar todo mundo. A lei não nos obriga a empregá-los. A lei nos obriga a mantê-los em nossa estrutura e, sempre que preciso, serem chamados para um trabalho específico de combate à tortura”, afirmou em visita à Curitiba.Ela disse que os funcionários do órgão continuariam recebendo verbas para passagens aéreas e diárias, mas por serviço.

Na capital paranaense, Damares assinou protocolos com o governo estadual e com a prefeitura, e recebeu uma homenagem na Assembleia Legislativa.

Ainda segundo a ministra, com a extinção dos cargos dos onze peritos do órgão, o governo pretendia dar um “recado” aos governos estaduais, que não criavam seus próprios mecanismos por falta de verba para contratação.

“Os estados não estavam tendo mecanismos de combate à tortura porque havia essa questão da despesa com o servidor”, disse.

Ela rebateu a afirmação do juiz Osair de Oliveira Jr., da 6ª Vara Federal do RJ, de que o decreto representaria um retrocesso para os direitos humanos.

“Vocês acham que 11 peritos vão dar conta do Brasil inteiro? Chega a ser piada isso. Eles vão continuar lá para situações de emergência e fazer o programa nacional, mas preciso de peritos nos estados”, declarou.

Damares disse ainda que pretende que o órgão funcione da mesma forma que a Comissão da Anistia, em que os conselheiros não são remunerados.

“Eles (conselheiros) fazem prestação de serviço para a sociedade, como voluntários. E como muitos deles (peritos) podem ser servidores, são requisitados para serviços e os órgãos públicos podem liberá-los. Não tem custo, é possível manter o mecanismo sem que eles sejam servidores do Ministério”, apontou.

A outras questões envolvendo a atuação do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares disse que é muito cedo para críticas e que governos anteriores estavam “brincando com os direitos humanos no Brasil”.

“Não é porque somos um governo conservador que não vamos dar atenção às pessoas vítimas daquele período (da ditadura)”, afirmou.

A ministra justificou que a falta de verbas motivou o cancelamento de uma homenagem póstuma a Fernando Santa Cruz, pai do presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz. “E a gente acha que tem que entregar logo essa certidão de óbito para a família. Já esperou tanto tempo, pra quê esperar uma cerimônia?”, afirmou.

A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos havia marcado para o próximo dia 26 uma entrega de certidões de óbito corrigidas às famílias de Fernando e de outras três vítimas da ditadura.

O documento atesta que eles foram mortos pela força Estado brasileiro. O cancelamento do evento ocorreu após atritos entre Cruz e o presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Recorra, Presidente. Vá até ao ultimo recurso e faça tudo pra extinguir essa Comissão. A não ser que os dois lados (os agentes do Estado e os terroristas) fossem beneficiados, após rigorosa apuração.

  2. Rapaz, título de matéria é esse? Tá de fazer vergonha viu BG! A edição deve saber que a maioria lê apenas o título e faz essa presepada. Coisa de Imprensa marrom. Um pena seu blog está caminhando para se tornar apenas mais do mesmo.

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Judiciário

Toffoli diz que ‘se tudo vai parar no Supremo, é o fracasso da sociedade, não a solução’

Foto: (Carlos Moura/SCO/STF/Divulgação)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, disse na manhã desta segunda-feira em São Paulo que “a quantidade de informações presentes na Constituição leva tudo ao STF”. “Se tudo vai parar no Supremo, é o fracasso da sociedade, não a solução”, defendeu.

“Menos Constituição é menos judicialização”, defendeu o ministro em evento com banqueiros na capital paulista.

“Toda reforma da Constituição traz mais peso, maior judicialização. Toda a vida das pessoas vai parar no Judiciário”, explicou. “Resguardadas as garantias fundamentais, o que mais precisa estar na Constituição?”, questionou.

Segundo Toffoli, o Judiciário atua como ‘poder moderador’ entre as instituições, comparado, segundo ele, ao papel desempenhado pelos militares no passado no país. Ele criticou, porém, o aumento da participação do STF nas questões políticas.

“Se o Judiciário for além dos seus limites, ele vai ter o mesmo desgaste e o mesmo problema que as Forças Armadas tiveram no passado”, salientou ele, defendendo que os meios políticos devem achar soluções para os problemas, “porque o Judiciário só faz soluções provisórias. O Judiciário não é para decidir o presente, mas o passado”, afirmou.

Segundo Toffoli, “o Brasil ficou travado em quatro anos num moralismo enfrentando questões de ordem e esquecendo o progresso”. “Você nunca vai ter progresso se tiver que ter ordem como uma premissa”, salientou.

“A arte da política não é atacar o outro para se autopromover. O juiz tem que ter prudência, tem que ter autocontrole. O poder de um juiz nos STF é muito grande. Os conflitos dos partidos e entre os poderes vão parar no Supremo”, disse.

Toffoli defende que a reforma tributária faça “a revogação” do artigo 192 da Constituição do Brasil que trata do sistema financeiro nacional.

Ele defendeu também a necessidade da edição de uma lei complementar para a regulamentação da participação de capital financeiro internacional nas instituições. A lei complementar teria que ser criada pela União, e nunca foi criada, levando, assim, todas as questões sobre o tema ao Supremo.

Diz o artigo 192: “O sistema financeiro nacional, estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade, em todas as partes que o compõem, abrangendo as cooperativas de crédito, será regulado por leis complementares que disporão, inclusive, sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram.”

Toffoli defendeu o atual governo federal, afirmando que deve ser “respeitado”.

“O Supremo tem que ter autocontrole e respeitar os outros poderes. Temos que respeitar resultado das urnas, que foi o resultado de 2018. A sociedade tem pressa e quer resultados e serviços públicos funcionando”, defendeu o ministro.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Verdade, ainda mais pelos que compõem esse órgão, tem mais, pelas blindagens que se auto concedem, se consideram cidadãos inatingíveis pela lei brasileira.

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Jornalismo

ÁUDIO E VÍDEO: BG comenta sobre a insegurança dos turistas e potiguares, da capital aos municípios da Grande Natal, no caminho para o aeroporto

Confira o comentário do BG sobre a insegurança dos turistas e potiguares, da capital aos municípios da Grande Natal, no caminho para o aeroporto. Trecho direto do programa Meio-Dia RN nesta segunda-feira(12).

Opinião dos leitores

  1. Passei por essa situação ontem a noite 12/08/19 por volta de 22:40 sentido Macaiba/Aeroporto o carro é um HB20 vermelho, com os meliantes tds armados, Deus foi maior e conseguimos fugir e contornar a situação.

  2. Até hoje ninguém no RN conseguiu explicar a mudança do aeroporto de Parnamirim pra São Gonçalo do Amarante, só trouxe desvantagens mas alguém deve ter tido muita vantagem…

  3. Nossos políticos continuam sendo um câncer para o Estados.

    Sempre tivemos políticos fracos e parece que continuaremos a ter.

  4. Morei 17 anos na Zona Norte e a quatro voltei para "Natal" mais acompanho todo o drama de quem ficou e de quem continua a mudar para essa região da cidade,totalmente entrege a sorte com um transito caótico ,falta de saneamento básico e violência sem controle e para piorar os poderes públicos estão autorizando um adensamento descontrolado desse região levando as pessoas a investir suas economias de uma vida a todo custo numa casa, sem dar um minimo de estrutura para essa gente, que ficam jogadas a propiá sorte , depois que se instalam lá e descobrem o erro que cometeram, sobre construção do aeroporto nessa região foi um erro sem conserto que vem causando um desgaste e um prejuízo sem proporções na economia de nossa cidade ,levando milhares de pessoas a procurar o estado vizinho e agora com essa onda de violência contra quem chega e quem se dirige ao ele ,vai aumentar ainda mais a rejeição desse elefante branco que só serviu para enriquecer alguns políticos e o fazendeiro que vendeu aquela área a custo de ouro,portanto a conta disso tudo vai ser alta para toda a população .

  5. É o que ganhamos com a transferência do aeroporto p um local sem estrutura alguma.
    Culpa de políticos q qriam se beneficiar, como Henriquinho.
    Ele não se preocupa pq deve ter carro blindado, segurança.
    Ele e a sua senhora, Laurita Arruda devem andar c segurança
    Deviam pegar as jóias dela ao menos.
    Vergonha p o estado os constantes assaltos e arrastões a turistas.
    Fujam do RN.

  6. Boa Noite!
    Independente do que aconteceu, nunca presenciei Polícia dentro , nem fora deste aeroporto desde sua inauguração. Estamos correndo risco até de um arrastão , em Parnamirim , a presença era constante da polícia militar e da aeronáutica.

  7. BG o Prefeito da nossa São Gonçalo não dá muita importância aos bairros da periferia tanto é que no centro é coberto de câmeras de vídeo e na periferia longe dos holofotes ele abandonou, no Novo Santo Antonio na região onde moro que engloba o Novo Santo Antônio, quintas do Guajiru, e mais uma infinidade de condomínios não existe uma só obra ou equipamento comunitário da prefeitura. nós pagamos os nossos impostos mas não temos retorno de absolutamente nada do poder publico. uma pena porque a grande maioria dos habitantes daqui vieram de outras cidades da grande Natal em busca de uma moradia tranquila e somos jogados as traças.,

  8. Boa noite Bruno. Você falou tudo.Ate parece que nosso s empresário do Turismo não estão nem aí.Eu faço parte de todo crescimento do Turismo potiguar como primeiro Guia e Bugueiros vendo a decadência do nosso Turismo onde e conhecido mundialmente ABS Roberto lira

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Cultura

ESTOQUE BEM: pioneirismo em Natal oferecendo locação de espaços privativos para autoarmazenagem

 

INFORME PUBLICITÁRIO

Com a missão de proporcionar lucratividade, comodidade e qualidade de vida a clientes, empresários, acionistas e colaboradores, através do oferecimento da locação de espaços privativos para autoarmazenagem, a Estoque Bem celebra seu pioneirismo na capital potiguar.

“Passados 6 meses, e, ainda aprendendo, o nosso funcionamento em Natal nos ensina como desenvolver um trabalho pioneiro, baseado em conceito desconhecido da população. A começar pelo nome, a Estoque Aqui passa a se chamar ESTOQUE BEM, resolvendo conflito de interesse que nos fez repensar a marca. Uma empresa do interior de São Paulo, sem registro da marca, solicitou, amigavelmente, a exclusividade do nome, de pronto atendida”, destacou o diretor, Gutemberg Rêgo Diógenes.

O pioneirismo da atividade então fez refletir uma mudança de paradigma. O que iniciou apenas “locação de boxes”, mostrou algo bem mais amplo, e seguirá com a presença, em tempo integral, de seus diretores na unidade, e preparando-se para inovar em serviços complementares, num contexto que iremos abordar em outros informativos.

“Por termos uma localização estratégica, recebemos diariamente a visita de interessados em descobrir o que é self storage. O serviço de autoarmazenamento os deixa encantados, apesar de não se verem consumidores, num primeiro momento, desse produto. Contudo, ao sentirem a falta de espaço em suas residências, pensarão que a ESTOQUE BEM tem a solução”, frisou Gutemberg Rêgo Diógenes.

Para o diretor da Estoque Bem, percebeu-se que  “guardar móveis”, quer por mudança, reforma ou valor sentimental, impulsiona esse segmento, pois guardar, trancar e levar a chave, deixa-os tranquilos, porque todos os seus bens estarão protegidos por grandes seguradoras. ” Nós não abrimos mãos de fazer o seguro patrimonial do valor declarado pelo cliente”, disse.

O espaço Estoque Bem

Um imóvel construído há quase 30 anos, teve que sofrer modificações para receber um SELF STORAGE. Nisso, investimos em pesquisas e desenvolvemos um produto com total SEGURANÇA para você se sentir protegido.

Devido a localização, na Avenida Tarcísio de Vasconcelos Maia 2006, em plena Zona Sul de Natal, temos tido penetração entre empresas que mantinham depósitos e migraram para a ESTOQUE BEM. Conforto, racionalidade nos custos, bem menores que ter um prédio para depósito, mostra-se uma solução de menor custo e confiável.

“O aluguel de um boxe por 30 dias, podendo esse prazo ser renovável pelo tempo que o cliente desejar, sem custo de IPTU, condomínio, cosern, caern, funcionários, mostra-se atrativo”, concluiu Gutemberg Rêgo Diógenes.

Para mais informações:

https://www.estoquebem.com.br

 

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Economia

“Tenham um pouco de paciência”, diz Paulo Guedes sobre recuperação econômica

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu nesta segunda-feira (12) políticas de liberalização econômica e pediu paciência para que as reformas comecem a mostrar resultado na recuperação do país.

“Dê um ano ou dois, dê um governo, dê uma chance de um governo de quatro anos para a liberal-democracia. Não trabalhem contra o Brasil, tenham um pouco de paciência”, disse Guedes durante um seminário sobre a Medida Provisória da Liberdade Econômica (MP 811/2019) no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.

Em sua fala, Guedes fez uma longa defesa de políticas liberais contra o “atraso cognitivo” que, segundo ele, nos últimos 30 anos de social-democracia, levou o Brasil de uma economia dinâmica à estagnação. “Espera quatro anos, vamos ver se melhora um pouco, nos deem chance de trabalhar também”, afirmou.

MP da Liberdade Econômica

O ministro defendeu três pontos que julga cruciais na MP de Liberdade Econômica: a redução da burocracia para quem deseja empreender, a limitação de “abusos do Estado” em sua intervenção do ambiente econômico e a garantia da segurança jurídica de contratos.

A MP 811 está prevista para ser votada na terça-feira (13) no plenário da Câmara. O relator da matéria, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), também presente ao seminário no STJ, disse ao chegar ter feito alterações no texto “para diminuir atritos”. Segundo ele, “o texto continua aberto e novos pontos podem voltar e sair até amanhã”.

“Estamos ajustando ainda aquilo que possa ficar mais perto de gerar menos polêmica para a aprovação em plenário”, disse Goergen em sua fala na abertura do seminário, em que chegou a “pedir desculpas ao presidente Jair Bolsonaro” pelo resultado do trabalho “não ser aquilo que muitos considerariam ideal”.

Após receber 301 emendas, das quais 126 foram acolhidas integral ou parcialmente pelo relator, a MP 811 foi aprovada em 11 de julho na comissão mista do Congresso formada para apreciá-la. A medida provisória perde a validade no dia 10 de setembro, caso não seja votada no plenário de Câmara e Senado até essa data.

A MP trata de diversos assuntos. Entre outras medidas, o texto estabelece garantias para o livre mercado, prevê imunidade burocrática para startups e extingue o Fundo Soberano do Brasil. A medida provisória prevê ainda a regulamentação do trabalho aos domingos e feriados, entre outras alterações trabalhistas, como a adoção da carteira de trabalho digital.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Cada uma que vejo, não era o salvador, o mercado iria reagir só com a eleição de Bolsonaro, pelo visto a propaganda não era bem assim.

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Polícia

FOTO: PRF e IBAMA apreendem grande quantidade de lagosta na cidade de Baia Formosa/RN

Foto: Divulgação/PRF

Nesta segunda-feira (12), a Polícia Rodoviária Federal participou de uma ação conjunta com Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais – IBAMA, com o objetivo de coibir a pesca ilegal de lagosta na Praia de Baía Formosa.

Durante a operação, foram apreendidas 89 redes caçoeiras, cada uma com aproximadamente 80m de comprimento, além de 357kg de lagosta, proveniente de pesca com o uso de petrecho não permitido. As caçoeiras são redes de nylon e o seu uso para a pesca de lagosta é expressamente proibido.

De acordo com o Art. 34, inciso II da lei de crimes ambientais (lei 9.605/98), constitui crime realizar pesca mediante a utilização de aparelhos, petrechos, técnicas e métodos não permitidos. Os transgressores estão sujeitos a uma pena de detenção de um a três anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.

Foi detido o responsável pela empresa que realizava a compra das lagostas capturadas de forma ilegal. O homem detido foi encaminhado com os equipamentos de pesca e as lagostas à Superintendência da Polícia Federal em Natal.

Opinião dos leitores

  1. O Ibama pouco a pouco volta aos seus velhos hábitos, ou seja, punir quem quer trabalhar, produzir, viver honestamente, NÃO ROUBAR etc. Meia dúzia de radicais inventa todo tipo de baboseira e impedem a vida de quem quer e precisa produzir.

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Saúde

Governo reduz tarifas de importação de medicamento de HIV e Câncer; alíquotas caíram de 18% para 2%

O Governo Federal confirma, por meio da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, a redução das tarifas de importação para 17 medicamentos para o tratamento de HIV/Aids e Câncer.

As alíquotas caíram de 18% para 2%, e a medida já começou a valer desde quarta-feira(07). A estimativa de redução de gastos é de R$ 150 milhões ao ano para empresas privadas e para o governo federal.

Com Agência Brasil

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