UNICAT amplia distribuição de medicamento para gripe Infuenza

Foto: Divulgação

A Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), através do setor de Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica (CESAF), ampliou este ano a dispensação do Oseltamivir (Tamiflu) para todas as Regiões de saúde do Estado. Até 2019, o medicamento só era disponibilizado para unidades de Natal, Região Metropolitana e Mossoró.

O Oseltamivir é um pró-fármaco antiviral que reduz a multiplicação do vírus da gripe, influenza A e B, no organismo, incluindo o vírus Influenza A H1N1. O medicamento é adquirido pelo Ministério da Saúde e disponibilizado pela Unicat para as unidades hospitalares.

De acordo com o Diretor Técnico da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), Thiago Vieira, “a ampliação das unidades de distribuição do Tamiflu, visa facilitar o acesso aos pacientes com receitas médicas emitidas pelos profissionais médicos. Além da rede pública a medicação também é distribuída para hospitais privados. Vale ressaltar que o uso da medicação não dispensa a necessidade de vacinação anual contra a influenza”.

A Unicat distribuirá este ano mais de 53 mil comprimidos. Em 2019 o número dispensado chegou a mais de 32 mil, o que mostra um aumento de 60%.

As informações sobre a dispensação do Tamiflu estão disponível na Nota Técnica, no endereço:

http://www.adcon.rn.gov.br/ACERVO/unicat/DOC/DOC000000000227107.PDF

Já o Protocolo Clínico de Tratamento da Influenza do Ministério da Saúde pode ser acessado através do link: https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/abril/19/protocolo-influenza-2017.pdf .

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    É muito pouco.
    Fora FátimaLula Bezerra.

Medicamento normalmente usado para artrite reumatoide tem bons resultados em pacientes com Covid-19, e anima médicos na Itália e China

 Foto: Martin Pollard/Reuters

Testes realizados em alguns pacientes internados com quadro de forte pneumonia causada pela Covid-19 em Nápoles, na Itália, mostraram que um medicamento normalmente usado para tratar de artrite reumatoide pode ajudar no combate ao novo coronavírus.

É o que afirmou ao site Tgcom24 o médico italiano Paolo Ascierto, diretor do serviço de Imunoterapia e Oncologia do Hospital Pascale.

Segundo Ascierto, o Tocilizumab apresentou “excelentes resultados em 24 horas” e “atua favoravelmente em casos de importante reação imunitária, do mesmo tipo constatado nos pulmões em casos de infecção por coronavírus”.

Ele disse ainda que o medicamento também vem sendo testado na China.

“Eles [médicos chineses] nos confirmaram que fizeram esse tipo de tratamento com 21 pacientes e obtiveram progresso significativo. Então, começamos a tratar os seis primeiros pacientes aqui desde sábado, e os resultados são animadores.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junin disse:

    Os ruminantes dos currais dos corruptos condenados estão atônitos, repassaram uma informação, agora terão que repassar outra totalmente contrária da 1a. A maioria não percebeu, faltam senso crítico mínimo. Rsrsrs

  2. Vitor Silva disse:

    França e Alemanha se recusaram a mandar ajuda aos italianos. A China ofereceu mil aparelhos respiratórios… EUA proibindo os voos da Europa. Solidariedade não é com o ocidente.

  3. Observando disse:

    Mil reais uma ampola.

  4. Tô veno disse:

    Artrite reumatoide

Nova terapia com medicamento desenvolvido por cientistas brasileiros promete reduzir mortes por infecção generalizada

Foto: Pixabay

Desenvolvido por cientistas brasileiros, um novo medicamento chamado IRSh* combinado com antibióticos pode reduzir a mortalidade por infecção generalizada. Testes iniciais, feitos em camundongos, conseguiram aumentar em 500% a sobrevida dos animais.

Um em cada três pacientes internados em UTIs (unidades de terapia intensiva) são vítimas de sepse – infecção generalizada. Estima-se que a doença acomete 30 milhões de pessoas por ano no mundo — com aproximadamente 600 mil casos só no Brasil, segundo o ILAS (Instituto Latino Americano de Sepse).

O diferencial da nova terapia é corrigir a forma como o organismo combate a bactéria. Essa resposta errada e exagerada do sistema imunológico é a causadora da sepse, de acordo com o médico Alexandre Nowill, mestre em imunologia pela Universidade de Paris XI.

Ele é o coordenador do estudo sobre o novo medicamento, que ganhou destaque mundial ao ser publicado em um jornal da Associação Americana de Imunologistas, o The Journal of Immunology.

“Clinicamente, 50% dos pacientes no país morrem de sepse. Não importa se eles estão em um hospital público ou privado. A perspectiva é salvar a maioria deles com esse novo tratamento”, afirma Norwill.

Hoje, o conceito que predomina entre os médicos é o de que o antibiótico cura a infecção. Entretanto, Nowill descobriu que o remédio apenas bloqueia a bactéria, mas quem cura a doença é o sistema imunológico do paciente.

“Esse novo remédio não age contra a bactéria. Ele muda a cara dela e a transforma em algo que o corpo já conhece. Com essa nova roupa, a resposta do sistema imune ocorre como se a pessoa tivesse tomado uma vacina”, explica.

Segundo o médico, esse mecanismo combinado com o uso de antibióticos leva à conquista de dois fatores a favor do combate à infecção generalizada: o antibiótico vai continuar favorecendo o corpo ao bloquear a bactéria; e o sistema de defesa irá exercer sua função do jeito certo.

“Quem vai curar é o corpo, mas ele precisa da ajuda do antibiótico para enfraquecer a bactéria e levar vantagem”, esclarece o imunologista.

Ainda de acordo com o especialista, esse novo tratamento pode ser capaz de reduzir a mortalidade, o sofrimento e o tempo que o paciente permanece na UTI.

“Se a pessoa é curada mais rápido, ela tem menos sequela. Hoje, tem paciente que perde os membros por conta da infecção generalizada”, observa.

O próximo passo da pesquisa científica é testar o tratamento em porcos. A expectativa é que ele comece a ser testado em humanos daqui três anos.

R7

 

Governo reduz tarifas de importação de medicamento de HIV e Câncer; alíquotas caíram de 18% para 2%

O Governo Federal confirma, por meio da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, a redução das tarifas de importação para 17 medicamentos para o tratamento de HIV/Aids e Câncer.

As alíquotas caíram de 18% para 2%, e a medida já começou a valer desde quarta-feira(07). A estimativa de redução de gastos é de R$ 150 milhões ao ano para empresas privadas e para o governo federal.

Com Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arnaldo Franco disse:

    "Ele não"?

IMPORTANTE: Ministro assina portaria de incorporação de medicamento para tratar atrofia muscular espinhal (AME); disponível no SUS em 180 dias

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assinou nesta quarta-feira (24) portaria de incorporação do fármaco Nusinersen (Spinraza) na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). A previsão da pasta é que o tratamento, destinado a pacientes com atrofia muscular espinhal (AME) tipo 1, esteja disponível em centros especializados do Sistema Único de Saúde (SUS) em até 180 dias.

A assinatura da portaria foi feita durante audiência pública da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal. No evento, a primeira-dama Michelle Bolsonaro avaliou que a incorporação representa mais um passo em direção à melhoria de vida de pessoas com doenças raras. Segundo ela, trata-se de um problema social que requer um olhar atento do governo.

“Contem sempre com o meu apoio. Juntos somos mais fortes”, disse, ao destacar que o medicamento é capaz de trazer o mínimo de conforto e bem estar para pacientes e seus familiares.

Tratamento

O tratamento com Spinraza, único insumo no mundo recomendado para pacientes com AME, consiste na administração de seis frascos com 5ml no primeiro ano. A partir do segundo ano, passam a ser três frascos. De acordo com o ministério, estudos apontam a eficácia do medicamento na interrupção da evolução da doença para quadros mais graves e que são prevalentes na maioria dos pacientes.

Ampliação

A pasta informou que estuda a incorporação do Spinraza na modalidade de compartilhamento de risco, o que incluiria também pacientes com AME tipo 2 (início dos sintomas entre 7 e 18 meses de vida) e tipo 3 (início dos sintomas antes dos 3 anos de vida e 12 anos incompletos). Nesse formato, o governo só paga pelo medicamento se houver melhora do paciente.

A proposta é que os pacientes sejam acompanhados, via registro prospectivo, para medir resultados e desempenhos, como uma evolução da função motora e um menor tempo de uso de ventilação mecânica. Atualmente, segundo Mandetta, há negociações de acesso e reembolso do Spinraza em 42 países, incluindo França, Itália e Reino Unido.

Demandas judiciais

Dados do ministério mostram que, em 2018, 90 pacientes foram atendidos com o Spinraza, a partir de demandas judiciais que solicitavam a oferta do medicamento, ao custo de R$ 115,9 milhões. Cada paciente representou, em média, custo de R$ 1,3 milhão. Atualmente, 106 pacientes são atendidos pela pasta.

Mandetta lembrou que o fármaco chegou a custar até R$ 420 mil a ampola, mas que, com a incorporação, que garante uma compra centralizada pelo governo federal, o custo pode cair para algo em torno de R$ 140 mil.

Doença

A AME é uma doença genética que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína considerada essencial para a sobrevivência dos neurônios motores. Sem ela, os neurônios morrem e os pacientes vão perdendo controle e força musculares, ficando incapacitados de se moverem, engolirem ou mesmo respirarem. O quadro é degenerativo e não há cura.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ceará-Mundão disse:

    Mais uma ação louvável do governo federal. E que não será divulgada pela grande mídia. Preferem as fofocas e futricas.

JFRN determina que indústria de medicamento forneça produto ao Governo do Estado

A Justiça Federal do Rio Grande do Norte proferiu decisão liminar obrigando a indústria farmacêutica Roche a fornecer ao Governo do Rio Grande do Norte os medicamentos que produz com exclusividade, dos quais detém o monopólio da comercialização. Já o Executivo estadual está obrigado a pagar pelos produtos no momento da entrega dos medicamentos.

À indústria Roche também cabe obedecer todas as regras de venda de medicamentos ao Estado, inclusive concessão de descontos e o regime tributário especial. Já o Estado do Rio Grande do Norte, por determinação judicial, deverá documentar as condutas da Roche que, porventura, destoem das determinações feitas em liminar. A multa é de R$ 100 mil em caso de descumprimento de qualquer uma das partes.

A decisão foi proferida pelo Juiz Federal Magnus Augusto Costa Delgado, titular da 1ª Vara Federal do Rio Grande do Norte. A ação judicial foi impetrada pela União.

“Esta medida judicial de agora, direcionada à Roche e ao Estado do Rio Grande do Norte, que é excepcional, por ser mitigadora do princípio da livre iniciativa, apenas se justifica para os casos de compra/venda direta, mediante procedimento de inexigibilidade de licitação, com fulcro no artigo 25, I, da Lei 8.666/93, para a obtenção de medicamento específico, produzido e comercializado com exclusividade/monopólio pela referida empresa/demandada, fazendo-se cogente a efetiva quitação, por parte do Estado do Rio Grande do Norte, das compras que vierem a acontecer desta forma, desta data em diante, no momento da entrega do material, sob pena de bloqueio dos ativos financeiros necessários à fiel consecução do pagamento”, escreveu o Juiz Federal Magnus Delgado na decisão.

O magistrado analisou que a indústria Roche detém o monopólio de alguns medicamentos, como o Alfadornase, essencial ao tratamento dos cidadãos acometidos por fibrose cística. Inclusive já há uma decisão judicial determinando a imediata distribuição nos postos de saúde do referido medicamento, dado o dano irreparável que a ausência desse produto causa ao tratamento.

“Observa-se então que no caso de negativa de venda por parte da Roche, única fornecedora do reportado medicamento, haverá clara violação aos princípios da proteção à vida, do direito fundamental à saúde e até mesmo à dignidade humana, pois a assistência médica preventiva e curativa estariam inviabilizadas. Além disso, a negativa da Rocha em vender o medicamento impossibilita o Poder Público de cumprir a determinação feita outrora, na referida ação civil pública nº 0005798-63.2012.4.05.8400, uma vez que não há como o Estado fornecer medicamentos se não tem acesso aos mesmos, em razão de a empresa monopolizadora não mais desejar vendê-los”, avaliou o Juiz Federal Magnus Delgado.

Ele chamou atenção ainda que por mais que o princípio da liberdade econômica, da livre iniciativa, e todos os outros princípios que norteiam a ordem econômica, sejam relevantes e possuam assento constitucional, no caso desta decisão judicial está diante de um interesse coletivo frente ao privado. “A ausência de venda dos medicamentos pela empresa-demandada, por mais que por justos motivos, afeta um grande contingente populacional que poderá sofrer irreparáveis danos à saúde”, escreveu o magistrado.

O Juiz Federal Magnus Delgado, em sua decisão liminar, também fez referência a situação da saúde pública no país. “A saúde vem sendo duramente castigada ao longo dos anos. Falta fio de sutura, falta esparadrapo, não se paga um centavo sequer a fornecedor de produtos essenciais, e nada disso, por mais que os responsáveis apregoem o contrário, ocorre meramente por questões de limitação orçamentária, até porque, no caso do custeio da compra do medicamento em discussão, a União e a Roche esclarecem que grande parte do investimento (mais de 80%) é reembolsado por intermédio de repasse de verba federal”, ressaltou, chamando atenção para o lamentável que é a realidade do país onde é necessária intervenção judicial para obrigar uma empresa privada, que vende remédios, a comercializar para o Estado.

JFRN

Governo autoriza reajuste de 6,31% nos preços dos medicamentos

Resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) publicada hoje (4) no Diário Oficial da União autoriza reajuste de até 6,31% nos preços dos remédios. As alterações valem para três grupos de medicamentos, definidos de acordo com o nível de participação de genéricos.

Na categoria com maior participação, onde os genéricos representam 20% ou mais do faturamento, o reajuste autorizado pode chegar ao teto de 6,31%. Para remédios com faturamento de genéricos entre 15% e 20%, o reajuste autorizado é de até 4,51%. Já entre medicamentos com menor participação de genéricos (faturamento menor que 15%), a Cmed autorizou um reajuste até 2,7%.

No ano passado, o reajuste autorizado pelo governo para medicamentos vendidos em todo o país chegou a 5,85%.

Agência Brasil

Falta de pomada para queimados no HWG gera mobilização no Twitter

Já está correndo um prazo judicial para que o Hospital Walfredo Gurgel seja abastecido de medicamentos e equipamentos. No entanto, por enquanto, a situação continua bastante preocupante. A Sulfadiazina Prata, por exemplo, pomada antibiótica para queimados está em falta.

A ausência deste médicamento que ajuda a aliviar a dor dos queimados evitar infecções, algo muito comum neste tipo de enfermidade, gerou uma mobilização no twitter. Vária pessoas estão tuitando a seguinte frase; TUITE para o @GovernodoRN e @RosalbaCiarlini – QUEREMOS POMADA PARA QUEIMADOS NO HOSPITAL WALFREDO GURGEL, JÁ!!!!!

O objetivo é que o governo do estado se sensibilize e providencie o medicamento;No momento. De acordo com o chefe do Centro de Tratamento de Queimadura do HWG Natal/RN, Edilson Souza, no momento só há no hospital 5 tubos de Sulfadiazina de prata fruto de doação.”Suficiente para metade de um curativo numa criança!”, revelou em sua página no twitter.

Chega a hora de explicações pontuais por parte do governo. A que se deve faltar fio de aço? Pomadas para queimados? Remédios simples? É a direção da unidade? É boicote de médicos? É o secretário que é incompetente? É dinheiro? Rosalba, precisa de um basta.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manuel Sabino disse:

    A Governadora é gestora do Estado. Ela escolhe o Secretário. O Secretário escolhe os gestores das unidades de saúde. A responsabilidade final pelos erros e acertos (estes em falta) é do Governo. Se não quer ter esta responsabilidade, o político deve optar por outra linha de trabalho. Não adianta nada esta mobilização virtual dos apaninguados. Todos estão vendo o que está acontecendo no Estado. E não é só na saúde.

  2. José Gomes de Melo Filho disse:

    A governadora não é gestora do Walfredo Gurgel. Cabe ao gestor do hospital comunicar a falta da pomada para a Secretaria de Saúde, para que a mesma possa tomar as providências. Querem transformar a governadora no vilão da saúde. Calma gente, não é por aí.

    • PAULO ROLISSO disse:

      A culpa não é da governadora não deve ser bem minha, incrivel que ainda apareça alguem querendo defender esse governo incompente que ja mostrou que não tem competencia pra administrar o estado.

    • ARCHELLOS disse:

      José Gomes de Melo Filho deve ser algum puxa saco da Chefe do Executivo Estadual, a responsabilidade é de todos que paticipam deste governo desastrado!!!!

Caso dos remédios no lixo: Carlos Eduardo é derrotado na justiça

A informação vem da equipe de campanha do candidato a prefeito de Natal pelo PMDB e deputado estadual Hermano Morais. O candidato Carlos Eduardo, da coligação União por Natal, teve a sua primeira derrota na atual campanha. O Juiz eleitoral José Dantas julgou improcedente o pedido de direito de resposta do candidato do PDT, contra a inserção do desperdício de oito toneladas de medicamentos e dez milhões de reais, veiculada na propaganda eleitoral da Coligação Natal Merece Respeito. Carlos Alves, alegou que as informações contidas nas inserções de 15 segundos eram inverídicas.

No entanto, o juiz eleitoral entendeu que não houve prejuízo a informação, tendo em vista que os fatos são públicos e constam, inclusive, em processo do Ministério Público que tramita na justiça.

Na sentença, o magistrado conclui: “Entendo que, no caso, não há veiculação de conceito, imagem ou informação caluniosa, difamatória, injuriosa ou sabiamente inverídica a ensejar a concessão de direito de resposta aos representantes. Tais fatos se mostram públicos e notórios”, ratifica a decisão do mérito do juiz eleitoral José Dantas.

Justiça Federal bloqueia conta do Estado para pagamento de medicamento

A Justiça Federal do Rio Grande do Norte determinou o bloqueio de parte da conta do Estado do Rio Grande do Norte, de forma a garantir a compra de três frascos do medicamento Vedrop (Tocofersolan), que tem o valor unitário de U$ 798,70. O produto é usado para o tratamento de doença degenerativa incapacitante. A decisão foi do Juiz Federal Almiro José da Rocha Lemos, titular da 11ª Vara Federal, Subseção de Assu.

O bloqueio estabelecido pelo magistrado ocorreu porque o Estado descumpriu a determinação anterior. Depois de cinco meses de concedida a antecipação de tutela que obrigava o Governo a comprar o medicamento, ainda assim, a decisão não foi cumprida.

A nova determinação judicial, com o bloqueio da conta, garante medicamento para um mês de tratamento, sem “embargos de nova apreciação após esse período caso persista o descumprimento, devendo, nesse interim, ser regularizado o fornecimento da medicação”, como escreveu o magistrado na decisão.

Justiça determina abastecimento imediato de insumos e medicamentos nos hospitais estaduais

Em decisão favorável ao pedido do Ministério Público Estadual em Ação Civil Pública, o Juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal, Airton Pinheiro, determinou que o Estado do Rio Grande do Norte providencie a imediata aquisição de insumos e medicamentos em falta nos hospitais da Rede estadual, regularizando o abastecimento no prazo de 20 dias.

A Ação Civil proposta pelo MP/RN denunciou a omissão do Estado do Rio Grande do Norte apurada nos autos do Inquérito Civil n° 020/2011. O Inquérito realizou o levantamento do abastecimento de insumos e medicamentos hospitalares na rede hospitalar estadual e concluiu que a falta destes era causada pelo omissão da Secretaria Estadual de Saúde que não atendia as solicitações daqueles materiais encaminhadas pela direção dos hospitais com compõe a rede estadual.

Em caso de descumprimento da decisão, esta também determina o bloqueio imediato do valor necessário a aquisição direta dos insumos e medicamentos pelos diretores dos hospitais, conforme orçamento fundamentado a ser encaminhado anexo aos pedidos de execução da determinação.

Justiça determina que Estado forneça medicamento

A juíza do Juizado Especial da Fazenda Pública, Valéria Maria Lacerda Rocha, determinou que o Estado do Rio Grande do Norte forneça a um paciente do Sistema Único de Saúde (SUS) seis ampolas de Ácido Hialurônico (ACLASTA), conforme prescrição médica. Ficou estipulada multa diária de R$500,00 – até o limite de R$ 10 mil – em caso de descumprimento da decisão.

De acordo com os autos do processo, o paciente não possui condições financeiras de arcar com os custos do medicamento. Foi solicitado ainda o fornecimento de KETO 25 mg, MELATONINA 3mg e HIDROCORTISONA 10mg. Mas a o magistrada só concedeu a tutela antecipada apenas para o ACLASTA, que é de alto custo.

“ (…) conforme se dessume dos autos, o requerente apresenta quadro clínico que requer cuidados especiais e para o seu tratamento necessita dos medicamentos declinados, prescritos pelo médico. (…) estando suficientemente demonstrada neste juízo inicial a verossimilhança jurídica favorável à pretensão do autor, diante da gravidade da situação (que autoriza a não oitiva prévia da Fazenda) e, sendo crível a alegação de impossibilidade do autor adquirir, por seus próprios recursos os fármacos considerados mais eficazes no tratamento do distúrbio, impõe-se ao Estado a responsabilidade em fornecê-lo, conforme prescrição médica”, destacou a juíza Valéria Maria Lacerda Rocha.

Processo nº 0801799-93.2012.8.20.0001

Distribuição gratuita de remédio para asma começa hoje

Nesta segunda-feira (4) o governo brasileiro começa a distribuir gratuitamente os medicamentos para asma em 554 unidades próprias e em mais de 20 mil farmácias populares. Segundo o Ministério da Saúde, a iniciativa deve beneficiar até 800 mil pacientes por ano, entre famílias que vivem na pobreza e têm crianças de até seis anos.

Para retirar os medicamentos é preciso apresentar o documento com foto, CPF e a receita médica dentro do prazo de validade.

A distribuição integra o Programa Brasil Carinhoso, lançado no dia 14 de maio pela presidente Dilma Rousseff. Os remédios que vão ser distribuídos são o brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e o sulfato de salbutamol.

Atualmente, os três já estão na lista de medicamentos do Farmácia Popular, programa do governo federal que oferta produtos com até 90% de desconto. Este programa também entrega de graça remédios para pacientes com diabetes e hipertensão.

Com a inclusão destes remédios, o Ministério da Saúde espera reduzir a internação de crianças com asma. Em 2011, de 177,8 mil internações no SUS (Sistema Único de Saúde), em decorrência desta doença, 77,1 mil foram crianças com esta idade. Além disso, cerca de 2.500 pessoas morrem por ano por causa da asma.

Fonte: R7

Atraso em repasse de medicamento gera condenação ao Estado

O atraso de sete meses no repasse de um medicamento levou o filho de um paciente a mover um mandado de segurança (n° 2011.014657-5) contra o Estado, o qual foi concedido, a fim de que o ente público normalize o fornecimento, não realizado desde outubro passado.

O autor da ação diz que seu pai não possui recursos financeiros suficientes para arcar com os custos do tratamento, para reposição hormonal e óssea, razão pela qual aquele procurou a Secretaria Estadual de Saúde Pública, através da UNICAT, com o objetivo de obter a medicação.

Segundo o protocolo 007.11.047586-6, do dia 04/10/2011, ele diz que o servidor público o orientou a retornar dia 07/10/2011. No entanto, até a presente data, nada foi feito.

A decisão destacou ainda a Lei nº 8.080/90, a qual instituiu o Sistema Único de Saúde, em decorrência das exigências do parágrafo único do artigo 198 da Constituição Federal, reforça a obrigação do Estado à política de gestão de aplicação de recursos mínimos para as ações e serviços públicos de saúde.

Fonte: TJRN

Amico pede ajuda para comprar REVATIO; Medicamento está em falta na Unicat desde setembro

Por interino

A Associação Amigos do Coração da Criança (Amico) está apelando para a solidariedade. Esta é a única maneira de salvar crianças cardiopatas atendidas pela ONG. Um medicamento essencial para o tratamento delas, o REVATIO, está em falta na Unicat desde setembro do ano passado e a Amico não têm mais condições de bancar o tratamento que é de alto custo.

O REVATIO, cujo nome da droga é SIDENAFIL, sai por mês a uma média de R$500,00 por criança. A descontinuidade do tratamento pode acarretar complicações. “Quando deixam de usar o remédio, os sintomas pioram muito”, explicou José Madson Vidal, um dos diretores da Amico.

Das crianças atendidas, muitas vêm do interior do Estado e devem voltar para as suas cidade com o medicamento. Hoje, por exemplo, a Amico está com uma menina chamada Renata, que é de Martins e precisa da medicação. Das crianças dependentes do medicamento, algumas já foram operadas e outras em tão em pré-operatório.

Quem quiser ajudar com doações em dinheiro pode realizar o deposito no banco ITAÚ- Agência 8380 – Conta 07569-0. Aentidade também aceita outros tipos de ajuda como leites especiais, alimentação, vestimentas, brinquedos e fraldas. Colabore!

Tratamento

A medição é de uso continuo e crônico para crianças cardiopatas que tem hipertensão arterial pulmonar por cardiopatia congênita ou miocardiopatia apresentam dispnéia, sincopes. O remédio baixa a pressão dentro das artérias pulmonares.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Wilson disse:

    Conheço uma pessoa que faz uso do Revatio, prefere não se identificar e pediu minha ajuda. Acontece que sua dose, segundo ela, diminuiu, e possui então algumas caixas com 90 comp de 20mg. A questão é que ele encontra-se em dificuldades, e precisa vender essas caixas para comprar outros medicamentos, o que me levou a pesquisar no google para ajudá-lo. Ele afirma estar vendendo cada uma com um desconto de R$ 1.000,00 (mil reais). Se for do interesse de vocês, entrem em contato. Muito obrigado.

EUA: especialistas recomendam uso de droga que previne aids

Uma equipe de especialistas de saúde dos Estados Unidos defendeu ontem (10) o uso de uma droga denominada Truvada, primeiro medicamento desenvolvido para prevenir que indivíduos saudáveis contraiam o vírus HIV. No entanto, a medida divide opiniões e só será aplicada no país após a definição do órgão oficial que é responsável pelo tema.

Os especialistas recomendaram ontem à agência reguladora norte-americana de medicamentos e alimentos (cuja sigla em inglês é FDA) o uso da droga no tratamento dos pacientes. O FDA tem até o dia 15 de junho para decidir sobre o assunto.

Para os especialistas, a aprovação da droga representa um marco histórico na luta contra a aids. A recomendação é que o Truvada seja associado a outras drogas retrovirais. De acordo com estudos feitos em 2010, a nova droga pode reduzir o risco de infecção pelo HIV de 44% a 73%.

Experimentalmente, desde 2004, o Truvada tem sido usado como um tratamento para pessoas infectadas com o HIV nos Estados Unidos. Em votação, durante um painel com representantes de especialistas e da comunidade, a aprovação do novo medicados obteve 19 votos favoráveis e 3 contrários.

Porém, houve oposição de alguns especialistas e integrantes de grupos que defendem os direitos da comunidade HIV. Segundo os contrários à droga, o receio é que os usuários podem ganhar uma falsa sensação de segurança e assim diminuir a prevenção e os tratamentos paralelos. Também há medo que o alto custo do Truvada impeça o financiamento para os demais tratamento de combate à doença.

Com informações da BBC

Fonte: Agência BRasil