Paulo Guedes critica parecer e diz que nova reforma será necessária se projeto for o aprovado: “abortaram”

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O ministro da Economia, Paulo Guedes, demonstrou nesta sexta-feira irritação com o parecer apresentado na véspera pelo relator Samuel Moreira (PSDB-SP) e disse que os deputados “abortaram” a reforma da Previdência se o projeto autorizado pelo relatório for o aprovado.

Segundo o ministro, se a estimativa de economia com a reforma da Previdência ficar em R$ 860 bilhões ao longo de dez anos será necessária outra reforma daqui a cinco ou seis anos.

O parecer de Moreira foi lido na comissão especial da Câmara dos Deputados na quinta-feira (13). O texto excluiu temas polêmicos, como tirar Estados e municípios do texto, abrir mão de mudanças na aposentadoria rural e nos benefícios assistenciais a idosos miseráveis, além de alterar pontos como transição e regras para mulheres.

Reuters

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nica disse:

    O BTG Pactual ficou triste!!!

  2. Escritor disse:

    Calma Ministro. Ainda falta a desidratação no Senado. Pois diga.

União pode arrecadar R$ 20 bilhões/ano: Paulo Guedes animado com possibilidade de aprovação de deputados de bingos, cassinos e oficialização do Bicho

O ministro da Economia, Paulo Guedes, ficou animado com a pesquisa na Câmara sobre o humor dos deputados para aprovação dos Jogos de Azar (52% dos entrevistados apostam na legalização), conforme a Coluna noticiou, e quis saber mais do tema.

A sondagem, encomendada pelo Instituto Jogo Legal, foi entregue ao ministro Guedes em reunião ontem à noite, capitaneada pelo senador Ciro Nogueira (Progressistas-PI) e por um staff do Governo que analisa o setor.

A União pode arrecadar, de início, R$ 20 bilhões/ano com impostos com a abertura de bingos, cassinos e oficialização do Bicho.

Coluna Esplanada

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    O que os evangélicos, que votaram nesse povo, acham?

  2. Mattos disse:

    Uniao nao quer o jogo do bicho. Loterias da caixa rendem muito mais. O lucro do bicho é pequeno em relacao as loterias. Ex.: 25 bichos. Jogo 1 real em cada. Banca apurou 25 reais, e pagou 20 por cento ao cambista, ficando com 20 reais. Se a banca pagar 1 para 20, o lucro foi zero. Daí pagarem 1 para 18, 1 para 16, ou "caparem" alguns bichos, pagando um valor menor. Lucro pequeno, q a caixa nao vai querer. Olhe a rentabilidade das loterias q vcs vao ver. Devolvem muito pouco do apurado. E na hora q legalizam tem q tirar um.percentual para inumeras fundos de acoes esportivas e sociais.

  3. Anti-Robô disse:

    É para legalizar mesmo, o pessoal já lava grana com jogo ilegal. O jogo do bicho tá ai, firme e forte.

Paulo Guedes se diz confiante na aprovação da reforma da Previdência

Foto: Marcos Corrêa/PR

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira (28), em Brasília, que está confiante na aprovação da reforma da Previdência. Ele afirmou que as manifestações de apoio ao governo são a prova de que o povo quer mudança.

“Estamos confiantes que o Congresso vai aprovar a reforma [da Previdência]. Acho que as manifestações simplesmente confirmam a ideia de que o povo quer mudanças”, disse, ao chegar no Ministério da Economia, após café da manhã, no Palácio da Alvorada, com o presidente Jair Bolsonaro, os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do Senado, David Alcolumbre, e do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.

Segundo Guedes, o encontro foi “excelente, em um ambiente ótimo”, sem antagonismo entre os poderes. “Estão todos buscando melhorar o país”, disse.

Neste momento, Guedes e Maia estão reunidos no ministério e o tema da reunião, de acordo com o ministério, é “agenda de desburocratização”.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    O fim de sua aposentadoria.

  2. Jl disse:

    Conversa animada! O "lanchinho" ótimo e quem paga?

  3. nasto disse:

    O povo quer mudanças , principalmente prender esse monte de LADRÔES que estão soltos e pelo menos diminuir a corrupção no BRASIL. Se faz necessário agir rápido

Paulo Guedes diz que o Brasil pode quebrar já em 2020 sem a reforma da Previdência, com caos no setor público, tanto no governo federal como nos estados e municípios

Foto: Adriano Machado / Reuters

O ministro da Economia Paulo Guedes afirmou que deixará o cargo caso a reforma da Previdência apresentada pelo governo virar uma “reforminha”. Além disso, ele alertou que o Brasil pode quebrar já em 2020, de acordo com entrevista publicada no site da revista Veja nesta sexta-feira.

— Pego um avião e vou morar lá fora. Já tenho idade para me aposentar — disse ele, segundo a reportagem. — Se não fizermos a reforma, o Brasil pega fogo. Vai ser o caos no setor público, tanto no governo federal como nos estados e municípios.

Mais uma vez, Guedes deu a entender que não fará esforços para manter seu cargo como ministro da Economia do governo Jair Bolsonaro:

— Eu não sou irresponsável. Eu não sou inconsequente. Ah, não aprovou a reforma, vou embora no dia seguinte. Não existe isso. Agora, posso perfeitamente dizer assim: ‘Olha, já fiz o que tinha de ter sido feito. Não estou com vontade de ficar, vou dar uns meses, justamente para não criar problemas, mas não dá para permanecer no cargo’. Se só eu quero a reforma, vou embora para casa.

De acordo com a publicação, Guedes afirmou que o presidente Jair Bolsonaro está totalmente empenhado em aprovar a reforma nos moldes em que o projeto foi enviado pelo governo ao Congresso, com expectativa de economia de até R$ 1,2 trilhão nos próximos dez anos.

Guedes reconhece que há uma margem de negociação, que pode no máximo ir a R$ 800 bilhões, e destacou ainda que a reforma previdenciária não está sendo apresentada apenas para equilibrar as contas públicas, mas que também se propõe a corrigir enormes desigualdades, de acordo com a revista.

O ministro reafirmou sua confiança nas convicções de Bolsonaro, e acredita em uma união política em torno da agenda econômica do governo.

— Eu confio na confiança que o presidente tem em mim — declarou.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fagner disse:

    Mentiroso. O Chile tá aí como exemplo.

  2. Silas disse:

    Atenção marajás do Estado. A coisa vai complicar. Quem formou algum patrimônio vai seguir escapando. O governo falido, em 2 anos, só vai pagar até 5 mil. Quem tem Land Rover financiado vá logo devolvendo.. quem vai sofrer mais são os marajás aposentados e os filhos sugões.

  3. Nica disse:

    Já pegou o avião, Tchutchuca?
    Já vai tarde..

    • joao disse:

      Quero ver petistas com o pires na mao.. sem dinheiro pra aposentadoria. petistas irresponsaveis. petistas fugindo pra venezuela… achando que la ta melhor.. ou pra cuba.

  4. Giba disse:

    O país já foi quebrado desde de 2014 quando o bandido do Aécio Neves perdeu as eleições, ele falou em alto e bom Som que ia quebrar o país e conseguio afastando os investidores internacionais, do pais e causando o desemprego total até hoje não conseguiram consertar ai vem esse banqueiro (Paulo guedes) com esse discurso pra nós trabalhadores pagar as contas deles.

    • Netto disse:

      O Brasil já tava quebrando em 2014, com a economia crescendo quase nada em pleno ano de Copa. Aécio ter dito aquilo não foi uma profecia auto-realizada, mas a previsão lógica da consequência de gastos irresponsáveis.

  5. Ceará-Mundão disse:

    O RN é um doscestados em grande dificuldade finsnceira. E já faz tempo. Seu deficit mensal só com a Previdência está em torno de 130 milhões POR MES. Só o deficit. E o que foi feito até agora para que o estado supere tais dificuldades? Até quando essa situação se sustenta? Criem juízo, "cumpanheros" e torçam pro Brasil dar certo.

  6. A Favor do Brasil disse:

    Mais um iludido com o discurso dos poderosos desse país! Se não for banqueiro, pode ser da família. Até mesmo Neto.

    • Netto disse:

      Tudo é culpa dos banqueiros e empresários. Seu professor psolista lhe ensinou isso. Deve então ser mentira que governos gastam mais do que arrecadam e vão pedir empréstimos. Na verdade, são os banqueiros malvados que apontam armas para a cabeça de indefesos presidentes, governadores, prefeitos, diretores de autarquias e estatais e os obrigam a contrair empréstimos.
      Coitados. Bastava sair imprimindo dinheiro que todo o mundo iria ficar rico. Mas não, preferem pagar dívidas para esses agiotas safados. Obrigado por me alertar. Doravante vou pedir pela estatização dos bancos e grandes empresas, entregando-os a comissários do povo, eleitos em assembléias populares revolucionárias (chavismo na veia). Dá super certo. Aproveita e dá um calote, com fez o Zé Sir Ney na sua gestão. O Brasil surfou em grande prosperidade depois. Mas faz antes uma auditoria cidadã da dívida. Chama o pessoal da CUT, UNE, CNBB, Catraca Livre, Mídia Ninja, black blocs para discutir o tema, entre performances teatrais de artistas órfãos da Rouanet. Vc me conveceu… tudo é culpa dos banqueiros e empresários. De hoje em diante passarei também a defender medidas como Imposto Sobre Grandes Fortunas, não me importado mais com a lógica burguesa de que para se investir em algo produtivo, deve haver antes acumulação capitalista e que isso não deu certo em lugar nenhum no Mundo (a revolução tem que ser internacional). Obrigado por abrir os meus olhos.

  7. A Favor do Brasil disse:

    É exatamente um TREMENDO DE UM IRRESPONSÁVEL tentando induzir o clima de quebra do país caso não se aprove esse projeto de reforma da forma vil e a favor do Mercado Financeiro do qual ele próprio faz parte. Um sacana de um tchutchuca de marca maior!

    • Netto disse:

      Irresponsável é o seu comentário que passa pano para governos que gastam mais do que arrecadam e vem culpar banqueiro. Banqueiro não é santo, mas tem que saber de quem são as devidas culpas.

    • Ceará-Mundão disse:

      A menção a esse termo desrespeitoso que foi usado pelo canalha filho do bandido e ex-guerrilheiro do PT, já demonstram muito do caráter, do "cumpanhero". Foi esse tipo de gente que arruinou o nosso Brasil. Mas, nosso país vai vencer. Confio nisso, apesar dessa cambada.

    • Beto Dal disse:

      Quanto ódio no seu coração Ceará Mundão… Lula tá apaixonado!!!

    • Netto disse:

      Bem que ele poderia ter encontrado alguém para f… e enganar antes, né?
      Que Zeus conserve-o assim.

    • Salim disse:

      Eu poupo sempre, procuro gastar menos do que o pouco q ganho. O governo gasta mais do q arrecada, fica liso e vem me pedir dinheiro. Eu humildemente empresto p ele e ganho meu jurozinho e assim vou formando minha fortuna. Enquanto isso esses barbudinhos fdp ficam querendo sugar até as tripas do Estado obrigando ele a me pagar mais juros.

    • Salin disse:

      Eu poupo sempre, procuro gastar menos do que o pouco q ganho. O governo gasta mais do q arrecada, fica liso e vem me pedir dinheiro. Eu humildemente empresto p ele e ganho meu jurozinho e assim vou formando minha fortuna. Enquanto isso esses barbudinhos fdp ficam querendo sugar até as tripas do Estado obrigando ele a me pagar mais juros.

  8. João Alfredo disse:

    E o centrão e a esquerda com isso? Problema do povo brasileiro, que quebre.
    O que importa é evitar que os deputados sejam investigados por corrupção e os recursos públicos sejam distribuídos para que ele votem. O que impota é "produzir dificuldades para receber facilidades". O povo? O povo que se vire, chore, reclame e como sempre, dance!

  9. Ivan disse:

    O RN já conhece bem essa história de quebrar…Os demais estados que abram o olho!!!

Paulo Guedes diz que vai manter presidente e diretores do COAF indicados por Moro caso plenários da Câmara e do Senado não revertam a decisão

Foto: Ian Cheibub – 1º.nov.2018 /Folhapress

A “estratégia” utilizada para tirar de Sergio Moro o poder do Coaf poderá ter sido em vão.

Paulo Guedes, Ministro da Economia, a quem a COAF será subordinada, já garantiu a Moro que irá manter o presidente e os diretores nomeados por ele, caso os plenários da Câmara e do Senado não revertam a decisão da comissão do Congresso que retirou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça.

Mesmo assim, movimentos pró-Bolsonaro foram às redes sociais reclamar da decisão do Congresso. Segundo eles, deputados e senadores estariam com medo de Moro comandando um órgao que investiga lavagem de dinheiro.

Há quem defenda a volta do COAF para o Ministério da Economia porque seria o mais adequado para tratar de crimes financeiros.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. fabio soares lins disse:

    Dois grandes homens do governo, só pensam no brasil e no povo

  2. Assis Alves disse:

    O Brasil não tem mas jeito, com um congresso desse e um supremo guardiao….
    Moro pegue o chapéu e caia fora,vá viver de palestras mundo afora, vc faria muito mais pelo Brasil que ficar sendo humilhado no cargo de ministro.

  3. paulo disse:

    BG
    Tem que pegar esses BANDIDOS todos, sejam quem forem. Lugar de marginal é atrás das grades.

Paulo Guedes promete reduzir o preço do gás pela metade em até 60 dias

Medidas devem ser tomadas em até 60 dias. Foto: Divulgação Comgas

O ministro da Economia, Paulo Guedes, estima que, em no máximo 60 dias, serão tomadas medidas que vão reduzir o preço do gás natural pela metade. Ao lado do economista Carlos Langoni, após mais uma reunião sobre o assunto no Rio, Guedes garantiu que vai vencer a resistência da Petrobras, com o apoio do presidente da estatal, Roberto Castello Branco.

“A ideia é levar para as famílias brasileiras pela metade do preço. Reindustrializar o País com energia barata é muito atraente para nós”, disse Guedes, em rara entrevista na porta do Ministério da Economia no Rio onde estava ao lado do economista e consultor do governo Carlos Langoni.

Guedes afirmou que até mesmo um consultor que mandou para Petrobras durante a campanha eleitoral foi cooptado pela burocracia da empresa e apresentou um plano de quatro anos para reduzir o preço do gás.

“São medidas muito simples, de uma simplicidade franciscana”, disse Langoni, afirmando que as medidas envolvem a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Segundo Guedes, já na próxima segunda-feira fará reunião com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, para acelerar o projeto.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dr. Veneno disse:

    Isso é a coisa mais lógica do mundo!!
    Aqui nas terras de Poti, o gás natural é queimado na atmosfera, diante da sobra existente.
    Deveria ser vendido por R$ 1,30 ao consumidor final.
    Mas a ganância do Governo Estadual em SUPERTRIBUTAR tudo, faz com que seu preço seja altíssimo.

“Vamos quebrar os monopólios e baixar o preço do gás e do petróleo”, diz ministro da Economia, Paulo Guedes

Foto: Ilustrativa

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (9) que em dois ou três anos, o governo quer baixar pela metade o preço do gás de cozinha no Brasil.

Para isso, ele afirmou que é preciso “quebrar” o monopólio do refino do petróleo, atualmente nas mãos da Petrobras, e da distribuição – com companhias estaduais.

“Daqui a dois anos, o botijão vai chegar pela metade do preço na casa do trabalhador brasileiro. Vamos quebrar os monopólios e baixar o preço do gás e do petróleo”, declarou, durante Marcha dos Prefeitos, em Brasília.

De acordo com o ministro, o preço no Brasil do chamado BTU (unidade de medida do gás), custa US$ 12 no Brasil. Segundo ele, no Japão e na Europa esse preço é de US$ 7. Esses países, de acordo com Guedes, não têm produção de gás e importam o produto da Rússia. Nos Estados Unidos, que têm produção de gás, afirmou, o preço é de US$ 3 por BTU.

Ele afirmou que o preço é mais alto no Brasil devido ao monopólio da Petrobras no refino do produto e de companhias estaduais na distribuição. “Vamos quebrar esse monopólio”, declarou.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lampejao disse:

    Todo país monopolista quem dita a lei é a empresa,quanto maior a concorrência malhor!!!

  2. ozanir disse:

    Se não diminuir as alíquotas dos impostos que incidem nos combustíveis não mudar nada

  3. Emerson Fonseca disse:

    Como você quebra o monopólio de uma coisa que lhe pertence, explique aí BG, já que não me responde no programa.

  4. Junin disse:

    Louco, mentiroso e chato…!!! Quer se meter em tudo pra chamar a atenção! Mas é arrogante … .!

    • LAMPIÃO disse:

      TOMA TENTO, JUNIN! A LUZ VAI CHEGAR! NÃO TEM MAIS JEITO! CUIDA PARA NÃO FICAR ESTASIADO, PERPLEXO!

  5. Cicero disse:

    A Petrobras vende gasolina na Refinaria com preço abaixo do mercado mundial! Vcs acham que nao tem refinaria privada grande pq? Nao é viável! A gasolina vai encarecer e MUITO. Se não baixar imposto vai encarecer, pode preparar o bolso.

    Duvida? Consulte o preço refinaria no site da ANP e nos EUA: (US Energy Information Agency eia.gov)

  6. Chico disse:

    Alguem ai avise para esse mané, que o monopolio foi encerrado em 1997 por FHC, pero nenhuma multinacional se interessa em explorar esse negócio. Os gringos só querem o Upstream e de preferencia do pré-sal.

    • Gilberto Paulo disse:

      Compra um navio de Gasolina no kwait e tenta entrar com ele no Brasil pra ver o que acontece.

  7. Fagner disse:

    Acabar com as aposentadorias como fez no Chile. Isso é o q esse cara quer fazer.

  8. Gustavo disse:

    Muito bom. Apesar de a imprensa conspirar tanto, esse governo será o melhor para o povo brasileiro. Passando a reforma da previdencia e o pacote anticrime, já será melhor que todos os governos de esquerda anteriores.

  9. Ems disse:

    Excelente ! Tem de quebrar o monopólio dos correios também.

PREVIDÊNCIA: Aos berros da oposição, Paulo Guedes fala em “fábrica de desigualdades”, e destaca que RN, RJ e MG já enfrentam dificuldades para pagar salários de servidores e aposentados

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (3), durante audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, para prestar esclarecimentos aos deputados sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência.

Durante o debate, o clima ficou tenso quando o ministro disse que a Previdência é uma “fábrica de desigualdades” e citou os exemplos dos estados de Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, e Minas Gerais, que já enfrentam dificuldades para pagar salários de servidores e aposentados.

Nesse momento, ele foi aparteado por parlamentares de oposição – que citaram o sistema previdenciário chileno, cuja previdência social, com sistema de capitalização (similar ao proposto por Guedes), paga benefícios pequenos. Na proposta do ministro, porém, está assegurado ao menos um salário mínimo de benefício.

O ministro, então, respondeu aos deputados de oposição: “Chile, US$ 26 mil de renda per capita, quase o dobro do Brasil. Acho que a Venezuela está bem melhor”, disse, em tom irônico.

“Eu vou falar na hora em que você falar também. Fala mais alto do que eu. Fala alto. Eu não estou ouvindo. A palavra é dos senhores”, disse, enquanto parlamentares de oposição gritavam.

Com informações do G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rosa Maria disse:

    Parlamentares do RN, estamos de olho em seus votos nessa inconsequente reforma da previdência. Pensem…pensem..

  2. Irany Gomes disse:

    Atenção congressistas vagabundos, nós eleitores estamos de olho em vocês!

  3. Flávio A disse:

    A dificuldade aqui no RN é pq os políticos utilizaram recursos de mais de 1 bilhão de reais do IPERN, com desvio dos fins a que se propunham e não realizaram concurso público,aonde o sistema se retroalimentaria com recursos entrando no IPERN. AO CONTRÁRIO INVESTIRAM PESADO NA TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA,AONDE A MANUTENÇÃO DE UM TERCEIRIZADO REPRESENTA UM CUSTO 3 VEZES MAIOR QUE UM SERVIDOR DE CARREIRA. E O TERCEIRIZADO NÃO RECOLHE PARA A PREVIDÊNCIA DO ESTADO E SIM PARA O REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA DO GOVERNO FEDERAL. ALÉM DE MUITOS SE LOCUPLETAREM COM RECURSOS DA TERCEIRIZAÇÃO,VIDE EXEMPLO DA OPERAÇÃO HIGIA NA SECRETARIA DE SAÚDE DO RN.

Paulo Guedes espera aprovação da reforma da Previdência até junho

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, manifestou  nesta sexta-feira (22) otimismo de que a reforma da Previdência seja aprovada pelo Congresso Nacional ainda no primeiro semestre deste ano. A declaração foi dada após a cerimônia de posse da nova presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Suzana Ribeiro Guerra.

Guedes lembrou que a Previdência é o maior gasto do governo e precisa ser equacionada. “A reforma da Previdência é o primeiro ataque potente a esse desajuste fiscal, porque realmente é a primeira grande rubrica de despesas públicas. Nosso déficit na Previdência está indo de R$ 340 bilhões no ano passado para R$ 370 bilhões este ano. As despesas com Previdência estão em R$ 700 bilhões”.

Apoios

O ministro disse que tem recebido os apoios necessários para as reformas que pretende implementar no país. “O presidente da Câmara dos Deputados [Rodrigo Maia] tem apoiado as reformas, o presidente do Senado [Davi Alcolumbre] tem dito que vai apoiar as reformas. O Judiciário reconhece a necessidade das reformas. Eu tenho conversado aqui e ali, e tenho sentido ventos de reformas. O Brasil precisa ajustar, nós tivemos quatro décadas de descontrole dos gastos públicos. O que aconteceu foi que casas como esta [IBGE], de excelência, estão se atrofiando ao longo do tempo e gastos completamente sem sentido social se expandiram ao longo do tempo”.

Ele citou como gastos sem sentido o pagamento de juros da dívida pública e os subsídios para grandes empresas. “Só com rolagem da dívida são 100 bilhões de dólares por ano, quase R$ 400 bilhões por ano, isso é o dinheiro de reconstruir uma Europa no pós-guerra. O Brasil reconstrói uma Europa todo ano sem sair de uma situação dramática. O governo acabou gastando muito e gastando mal. Os economistas acabaram fazendo besteira, os políticos também, e nós nos desviamos de uma transição incompleta”.

Políticas sociais

Guedes disse que não deixará de investir em políticas sociais de transferência de renda – “uma bandeira da fraternidade brasileira” -, e não uma política de esquerda ou de direita. “Qualquer bom economista sabe que as transferências de renda para a educação, para a saúde, são absolutamente essenciais para o bom funcionamento do regime democrático. Isso significa progresso, dois olhares interessantes convergindo para uma coisa boa, isso é uma democracia”.

O ministro disse que considera o Brasil uma democracia vibrante, com sua diversidade que promoveu a eleição de uma corrente de pensamento diferente “depois de 30 anos do lado só da social-democracia”. “A riqueza de uma sociedade está também nos diferentes pontos de vista”.

Guedes destacou também que os poderes são independentes e a imprensa é livre, além de a comunicação estar se modificando rapidamente, a exemplo da campanha “de menos de um milhão de dólares” que elegeu um presidente usando fortemente as redes sociais. “Ninguém controla a opinião pública. A opinião pública está solta, é nossa. Às vezes fica para um lado e às vezes fica para o outro”.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fagner disse:

    Conta outra inocente!!!!!!!

  2. Joaquim disse:

    Cínico esse senhor. A capitalização falou no Chile.

  3. Tico de Adauto disse:

    Esse senhor é investigado por roubos em fundo de pensão.

ENCONTRO – (FOTO): Ministro da Economia, Paulo Guedes, e governadora do RN, Fátima Bezerra, alinhados por “aporte de recursos extras mais substancial”

Foto: Vinicius Ehlers

O governo federal reconhece o esforço que Estados como o Rio Grande do Norte vêm fazendo para enfrentar a crise financeira herdada de gestões passadas, declarou o ministro da Economia Paulo Guedes, em audiência nessa terça-feira (19) com a governadora Fátima Bezerra e a bancada federal. Por isso já está formatando um programa de socorro que atenda às necessidades daquelas unidades da federação menos endividadas com a União, mas que atualmente têm problemas para pagar salários e fornecedores em dia.

O Plano de Equilíbrio Financeiro (PEF) é uma alternativa para que os Estados consigam dinheiro com mais agilidade. Parte dos valores economizados nos próximos quatro anos serão disponibilizados através de linha de crédito com aval da União para sanar as dívidas de curto prazo. “A conversa foi bastante positiva e atende àquilo que já estávamos programando desde que assumimos o governo: mostrar a necessidade imperiosa de quitar os salários dos servidores e pagar os fornecedores, entre outras coisas. E o ministro foi claro ao dizer: os estados que adotarem medidas de recuperação fiscal, de controle das despesas, terão acesso a um aporte de recursos extras mais substancial”, disse a governadora Fátima Bezerra.

“De forma excepcional, a União vai conceder o aval e a gente vai ter acesso a um mercado financeiro, provavelmente com o Banco Mundial, um dos agentes financeiros envolvidos na questão. Isso não significa dizer que o RN vai se endividar mais. O Programa vai permitir que a gente troque os atuais credores do Estado, sobretudo os fornecedores, por um agente financeiro com capacidade de nos fornecer crédito por um prazo mais longo”, reforçou o secretário de Planejamento e Finanças, Aldemir Freire.

Na audiência, a governadora explicou a atual situação financeira do Estado que compromete ainda a execução de inúmeras políticas públicas, essenciais ao funcionamento de programas nas áreas da segurança pública, da saúde e da educação. Para enfrentar o problema, o governo adotou uma série de medidas para aumentar a arrecadação e reduzir gastos, entre elas cortes nas despesas de custeio e revisão de benefícios e incentivos fiscais, além da criação do Comitê de Gestão e Eficiência com vistas à formulação e implementação de medidas voltadas para o rigoroso acompanhamento da execução dos orçamentos fiscais e de investimentos. Também foram adotadas ações de combate à sonegação tributária, como o aumento da fiscalização, a notificação de devedores e o envio de uma lista de empresas inscritas na Dívida Ativa do Estado para efeito de execução judicial.

“As circunstâncias financeiras críticas e excepcionais colocam em risco a capacidade do Estado de prover a manutenção dos serviços públicos essenciais à sociedade. Todas as nossas ações estão sendo desenvolvidas para reduzir o déficit sem a necessidade de aumentar a carga tributária. Daí a importante participação do Governo Federal”, acrescentou o senador Jean-Paul Prates.

Também participaram da audiência a senadora Zenaide Maia, os deputados Natália Bonavides, Benes Leocádio, Rafael Motta, João Maia, Walter Alves, Beto Rosado e Fábio Faria, e o secretário de Estado, Carlos Eduardo Xavier (Tributação).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ceará-Mundão disse:

    O novo governo brasileiro está demonstrando sua índole republicana e sua preocupação com a solução dos graves problemas herdados de desastrosas administrações anteriores. E vejam que estamos falando de um estado cuja governadora pertence a partido político que empreende uma oposição sistemática e irresponsável a todas as iniciativas do novo governo federal tendo, ela própria, se comportado da mesma maneira quando estava no Congresso Nacional. Mas, o governo Bolsonaro está demonstrando que não agirá de forma vingativa e que tratará com isonomia todos os entes federados. Que bom seria se a oposição de esquerda agisse dessa maneira, tendo em vista os interesses do nosso Brasil ao invés de agir apenas conforme seus interesses políticos. Todos nós sairíamos ganhando, inclusive essa própria oposição. Mas penso que seria esperar demais de quem sempre se portou dessa maneira com os governos de seus adversários. Prá frente, Brasil. Estamos caminhando no rumo certo.

  2. Brasil de MER... disse:

    A MUIE DO GOPI resolveu ser humilde??? ….SOZINHO VOCÊ NÃO É NADA ; NEM CORNO

  3. Bader disse:

    Parabéns a Governadora, o nosso estado precisa unir forças para se reerguer.

Regras trabalhistas não vão ser alteradas pela reforma da Previdência, diz ministro da Economia, Paulo Guedes

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira que as mudanças na legislação trabalhista que o governo Jair Bolsonaro prepara não estarão embutidas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com a reforma da Previdência.

A intenção do governo é não atrapalhar a tramitação da reforma com a criação de um novo regime trabalhista. O ministro sinalizou que o novo modelo será regulamentado apenas após as alterações nas regras para a aposentadoria.

A PEC da Previdência indicará o caminho para a abertura desse novo modelo trabalhista, que, segundo Guedes, exigirá posterior regulamentação.

— É muito cedo para falar disso (mudanças trabalhistas) — disse o ministro, ao sair de um encontro com investidores, em Brasília.

— Não há mudança de regra trabalhista nessa PEC. Ela só fala que esse sistema precisa de tais e tais reformas, nós vamos fazer uma transição para o regime novo, e queremos criar um regime de capitalização que contemple escolhas dos jovens a respeito da legislação trabalhista — acrescentou Guedes.

O GLOBO informou nesta quinta-feira que o governo estuda fazer uma alteração profunda na legislação trabalhista, com o objetivo de estimular a criação de empregos para jovens. Eles teriam contratos de trabalho especiais, sem benefícios como 13º, férias e FGTS.

Guedes afirmou ainda que os detalhes da PEC serão discutidos com o presidente Jair Bolsonaro quando ele retornar a Brasília após se recuperar da cirurgia a que foi submetido.

— Assim que o presidente se recuperar, nós vamos mostrar as várias simulações. E aí o presidente vai tomar a decisão de qual PEC que deve ser enviada — completou.Apesar de dizer que as mudanças trabalhistas não serão tocadas neste primeiro momento de discussão sobre a Previdência, Guedes voltou a defender a ideia de que futuras gerações possam optar por contratos mais flexíveis.

Desde o período eleitoral, ele defende a criação de um novo regime que combine o regime de capitalização (quando cada trabalhador contribui para sua própria aposentadoria) a novas regras trabalhistas. Agora, Guedes reafirma essa intenção, embora não deixe claro o prazo em que as mudanças serão implantadas pelo governo.

— É o que o presidente tem dito: talvez estejamos indo em direção a uma escolha com dois sistemas. Você pode escolher um sistema com muitos direitos e não ter emprego ou outro sistema onde você tem muitos empregos e os direitos são os que você escolher ter. Se quiser escolher os direitos atuais, vai para o atual, se quiser o sistema novo, vai para a carteira verde e amarela — disse o ministro, reafirmando uma proposta que consta do plano de governo apresentado por Bolsonaro durante a campanha eleitoral. A

A ideia da equipe econômica, desde a transição, é criar um modelo em que os encargos trabalhistas sejam menores.

Na visão do time comandado por Guedes, isso poderia provocar um “choque de empregos”, ao retirar, por exemplo, a obrigação das empresas de recolher 20% para o INSS.

— Para cada um de vocês ter um emprego outro jornalista tem que estar desempregado, porque o custo é dois. O encargo é muito alto — disse aos repórteres.

Reforma dos militares

Guedes comentou ainda sobre a entrada de militares na reforma da Previdência. Ele reafirmou que a categoria será incluída, mas disse que o cronograma disso precisa ser ajustado. O regime dos integrantes das Forças não está detalhado na Constituição e, assim, precisa apenas de um projeto de lei para ser alterado.

— Os militares são patriotas, alegam, com razão, de que eles foram deixados para trás, eles tiveram defasagem salarial, perderam vários direitos correlatos, não têm direito de greve. E a legislação deles é diferente, não estão na Constituição. Eles disseram que vão se sacrificar, vão junto conosco para a reforma — disse Guedes.

De acordo com reportagem do GLOBO, os policiais militares e bombeiros dos estados serão enquadrados no estatuto dos integrantes das Forças Armadas (lei 6.880/1980) na reforma da Previdência a ser encaminhada pelo governo ao Congresso.

Centrais sindicais

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse que o governo pode realizar um seminário com centrais sindicais para discutir e receber propostas sobre a reforma da Previdência. Marinho se reuniu na Casa Civil com representantes da União Geral dos Trabalhadores (UGT), do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) e a Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap).

— Houve uma proposta de fazermos um seminário com as centrais para discutirmos o próprio texto da Previdência. O texto só será conhecido neste mês de fevereiro e em seguida abriríamos um processo de discussão e de recebimento de sugestões por parte das centrais — afirmou Rogério Marinho após a reunião.

Nesta quinta-feira, em encontro com o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) criticaram a proposta do governo que vem sendo sinalizada para a reforma da Previdência. Após sair da reunião, o presidente da CUT, Vagner Freitas, disse que reivindicou mais diálogo do governo com os trabalhadores e que a Central vai pressionar muito para que não seja tirado nenhum direito dos trabalhadores .

O secretário ressaltou que a apresentação da versão final do projeto ao Congresso Nacional depende da data que o presidente Jair Bolsonaro sair do hospital. Bolsonaro ainda está internado em São Paulo, após ter feito uma cirurgia para a retirada da bolsa da colostomia, e segundo ele, só irá analisar o texto quando receber alta.

O Globo

 

Paulo Guedes escolhe deputado Rogério Marinho como secretário de Previdência Social

Deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) — Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, escolheu o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN) como secretário especial de Previdência Social. O anúncio deve acontecer nesta terça-feira (11).

Guedes acertou o nome de Marinho nesta segunda (10) com o presidente eleito Jair Bolsonaro.

Relator da nova lei trabalhista, proposta pelo governo Michel Temer e aprovada pelo Congresso Nacional, Marinho não se reelegeu em outubro.

Na opinião de Paulo Guedes, Marinho poderá articular no Congresso Nacional a votação da reforma da Previdência.

O futuro ministro defende urgência para a votação, e Bolsonaro já disse que espera a votação ainda no primeiro semestre de 2019.

Blog Andréia Sadi – G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. A. M. S disse:

    Me digam a onde estar a perca de direitos trabalhista, nessa reforma que teve o deputado Rogério Marinho como relator. Até aqui, só vejo injustiça com o ótimo parlamentar Potiguar. A onde estao as percas? Digam!!

  2. Leo disse:

    Kkkkk
    Arrumaram uma boquinha pra ele, rejeitado pelo povo.
    Governo Bozo é uma mistura de DEMOS/TUCANOS/MILITARES, muitos corruptos.
    Bela escolha minions hipócritas.
    Tempos sombrios nos aguardam.

  3. Ivan disse:

    Melhor deputado federal da ultima legislatura!!! Obteve êxito numa reforma trabalhista onde todo mundo tinha medinho de tratar…Parabéns Bolsonaro, e equipe está um verdadeiro DREAMTEAM!!!!

  4. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    Rejeitado pelo voto popular.

  5. Pato Amarelo disse:

    Vai terminar de fechar o caixão dos trabalhadores brasileiros.

  6. ASV disse:

    Agora foi que deu ruim, com a reforma trabalhista esse senhor não conseguiu gerar os empregos prometidos e agora na previdência ninguém vai conseguir se aposentar.

  7. Armando Cruz de madeira disse:

    INTENTER……escrito assim….. já dá pra pedir música no fantástico.kkkkkkk

  8. BOSCO disse:

    É verdade ! Brasil é verde e amarelo! Vai INTENTER COMO FUNCIONA ?

  9. Lsv disse:

    Excelente escolha. Somente os que não gostam de quem trabalha para ser contra RM . Tomara que os dois eleitos pelo Pt façam metade daquilo que fez RM pela Ufrn e pelos trabalhadores do Brasil. Sindicato bom fica e os que servem de cabide de emprego , té mais.

  10. Brasil é verde e amarelo disse:

    Merecido ….NÃO FOI COVARDE em assumir a relatoria de um projeto polêmico,ele foi apenas instrumento quem votou foram vários deputados…SAIBAM INTENTER COMO FUNCIONA,ANTES DE ESCREVER MERDA

  11. Ceará-Mundão disse:

    Excelente nome para um governo que se propõe a ser liberal na economia. O deputado foi o relator de uma mini reforma trabalhista extremamente necessária, que modernizou, ainda que minimamente, a legislação trabalhista brasileira. É interessante que essa turma de esquerda, que adora apelidar seus adversários de FASCISTAS (mesmo sem saber direito do que se trata, pois agem como meros papagaios), se esforce tanto na defesa de uma legislação arcaica, criada por um DITADOR (Getúlio Vargas), com base na legislação FASCISTA de Mussolini. A incoerência desses papagaios de comunista é algo que estarrece. Essa mini reforma não retirou direito nenhum, ao contrário do que essa gente fica repetindo por ai. Por outra, mesmo que isso tivesse ocorrido (e não houve, repito), de que servem direitos trabalhistas sem emprego? O Brasil precisa de capitalismo de verdade. Só isso poderá nos levar ao desenvolvimento econômico, à ordem e ao progresso social. É só olhar para o resto do mundo e ver o óbvio: apenas o capitalismo de verdade trouxe a prosperidade às nações. As ideias socialistas, comunistas ou qualquer coisa semelhante apenas trouxeram o atraso, a miséria e muitas, muitas mortes dos adversários dos ditadores de plantão, quer por morte "morrida" (devido à fome e a outros fatores associados à miséria), quer por morte "matada", originadas de perseguição política. Bolsonaro é a nossa esperança de mudar essa realidade no Brasil. Até agora estivemos à mercê de governos de esquerda, que nos trouxeram até essa difícil situação. Nós, o verdadeiro povo brasileiro, venceremos.

  12. Luiz Martins disse:

    É bom já ir se a ocostumado kkkkkkkk

  13. LOL disse:

    Gigantesca BOLA FORA de Paulo Guedes!

  14. Jcamara disse:

    Brasil acima de tudo.

  15. LOL disse:

    ajudou a lascar os trabalhadores, agora vai concluir o que Garibaldi começou a destruir na previdência?
    Começou a esculhambar o mandato de Bolsonaro!

    • Lsv disse:

      Só pode ser sindicalista , depender de algo semelhante ou ser mais um iludido com o sapo baibudo.

    • Raimundo disse:

      O que Garibaldi fez?
      Ele foi ministro de Dilma em 2912, não foi?

  16. Carlos Bastos disse:

    Lascou todos os aposentados

Paulo Guedes indica Rubem Novaes para a presidência do BB e Pedro Guimarães para a da Caixa

O futuro ministro da Economia Paulo Guedes indicou o nome do economista Rubem Novaes para a presidência do Banco do Brasil. Para a presidência da Caixa Econômica Federal, o nome indicado por Guedes é o do também economista Pedro Guimarães.

Os dois economistas estiveram na sede do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília, nesta quinta-feira (22).

O blog apurou que os dois nomes já foram submetidos ao presidente eleito Jair Bolsonaro e devem ser anunciados ainda nesta quinta.

Para a presidência do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), Guedes indicou Carlos von Doellinger, pesquisador do instituto.

Rubem Novaes

Rubem Novaes é PhD em Economia pela Universidade de Chicago (Estados Unidos), já foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Guedes e Novaes se conheceram quando ainda estudavam na Universidade de Chicago (EUA), conhecida como um dos berços do liberalismo econômico mundial.

Pedro Guimarães

Pedro Guimarães é PhD em Economia pela Universidade de Rochester, tendo como tese o processo de privatização no Brasil. É atualmente sócio-diretor do banco Brasil Plural, grupo financeiro fundado em 2009 que atua no mercado de capitais.

De acordo com currículo disponível no site do Brasil Plural, Guimarães coordenou mais de R$ 150 bilhões em operações na bolsa de valores, e mais de R$ 30 bilhões em reestruturações de empresas, além de ter assessorado “diversos” processos de privatização, incluindo o do Banespa.

Ele já vinha participando de reuniões da equipe de transição do futuro governo e até se reuniu com a atual equipe econômica para discutir a situação dos bancos públicos.

Carlos von Doellinger

Paulo Guedes também escolheu Carlos von Doellinger para a presidência do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). Ele integra a equipe de transição do governo como pesquisador do órgão.

Atualmente, o Ipea é subordinado ao Ministério do Planejamento, pasta que deverá ser absorvida pelo futuro Ministério da Economia.

Blog do Valdo Cruz – G1