Diversos

Concurso: em 2020, governo prevê contratar mais de 35 mil servidores

Foto: Ilustrativa, via Folha Dirigida

O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA 2020) prevê que o funcionalismo público federal poderá contratar até 32.553 servidores e criar 2.926 vagas — 35.479 ao todo. O governo encaminhou o projeto ao Congresso Nacional, que agora analisa o texto, que pode sofrer modificações antes de ser aprovado.

O documento prevê o preenchimento de 30.335 postos no Poder Executivo, 117 no Poder Legislativo e 4.324 no Poder Judiciário. Apesar do volume de “oportunidades”, o orçamento público é apenas autorizativo, e não impositivo, ou seja, não há garantias de que o Ministério da Economia fará as contratações. A equipe do presidente Jair Bolsonaro (PSL) sinalizou, na contramão do projeto, que não haverá concursos no ano que vem.

Dos cargos que poderão ser preenchidos, 30,3 mil são destinados ao Poder Executivo. Universidades e institutos federais poderão contratar professores e técnicos administrativos em educação (19,5 mil). Exército, Marinha e Aeronáutica poderão ter até 1.801 contratações.

O Judiciário é o segundo Poder a ter mais contratações previstas. O PLOA admite o provimento de 1871 cargos. A Justiça Eleitoral tem 1002 provimentos autorizados — líder do ranking. Já a Justiça Federal tem 450 possíveis contratações autorizadas.

No Poder Legislativo, existe a previsão do provimento de 147 cargos, sendo 77 para a Câmara dos Deputados e 40 para o Senado. A PLOA prevê ainda 30 contratações para o Tribunal de Contas da União (TCU).

Distrito Federal

O documento do governo federal também detalha as prováveis vagas para o Distrito Federal: 1.984 ao todo. A PLOA 2020 prevê 856 contratações para a Polícia Militar, 378 para o Corpo de Bombeiros e 750 para a Polícia Civil.

O PLOA não detalha quais outros órgãos da administração federal terão vagas abertas, além das universidades e Forças Armadas. Em comunicado ao Metrópoles, o Ministério da Economia informou que não há previsão de novos concursos para o Executivo Federal Civil em 2020. “Somente casos excepcionais poderão ser atendidos. É importante esclarecer que as informações presentes no PLOA contemplam uma estimativa de despesa de pessoal para todos os Poderes”, destaca, em nota a pasta.

O texto do projeto enviado ao Congresso soma os novos concursos que podem ser efetivados caso haja mudança na orientação central do governo, além da convocação de aprovados em certames já concluídos. O quantitativo de vagas não será obrigatoriamente preenchido, sendo apenas uma previsão de quantos servidores os Poderes poderão convocar no próximo ano.

Mesmo com a sinalização negativa da equipe econômica, vários órgãos indicaram a necessidade de concursos em 2020. Cabe ao Ministério da Economia analisar cada pedido e autorizar ou não as novas seleções.

Para entender

A Lei Orçamentária Anual (LOA) é o orçamento propriamente dito e é resultado da PLOA, montada pelo Executivo, após a aprovação do projeto no Congresso. A peça prevê os orçamentos de todas as áreas, incluindo seguridade social, investimentos das estatais e admissão de pessoal. Todos os gastos do governo para o próximo ano são previstos na peça.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é elaborada anualmente e tem como objetivo apontar as prioridades do governo para o próximo ano. Ela orienta a elaboração da da LOA. Antes de virar lei, o PLOA, espécie de redação-base, é analisado pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso. Nesta fase, o texto pode ser modificado.

Metrópoles

 

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Polícia

Facção queria ‘parar o Brasil’ em represália à transferência de líder

Foto: Globonews

Uma investigação do Ministério Público do Ceará (MPCE) descobriu que integrantes de uma facção pretendiam realizar ações criminosas no estado em represália à transferência de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como chefe máximo do grupo.

Marcola estava recolhido na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, em São Paulo, ao lado de outros integrantes da cúpula da facção criminosa, que tem atuação nacional. Ele foi transferido para a Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, em 13 de fevereiro deste ano, para cumprir a pena em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), isolado de outros internos. Dois meses depois, foi enviado à Penitenciária Federal de Brasília, no Distrito Federal.

A transferência do número 1 do grupo fez com que faccionados de vários estados, inclusive do Ceará, planejassem ações criminosas.

O G1 obteve acesso a informações da Operação Jericó, deflagrada pelo MPCE no dia 15 de agosto para combater a atuação da facção criminosa.

Interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça mostraram que os investigados conversaram sobre a transferência de Marcola e a possibilidade de um “salve” da facção para que fossem realizadas ações para “parar o Brasil”.

Em um áudio, um suspeito afirma que a facção pediu a “sintonia” (adesão) de todos os membros no plano criminoso, que é necessário realizar um cadastro, e acrescenta que a organização visa a integridade dos “irmãos” (integrantes).

Mandados de prisão

A partir dessas e outras informações, o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do MPCE, solicitou a prisão preventiva de 18 acusados, e a Vara de Delitos de Organizações Criminosas do Ceará concedeu os mandados.

Entre os alvos da Operação, estavam chefes da facção no Ceará: Fábio Eugênio Lima Rodrigues; Francisco Zilvan Nunes da Silva; Francisco Yaggus Annemberg de Oliveira; David Gomes da Costa; Luan Trajano Rodrigues; Rodrigo Lima de Sousa; Guilherme Erick Sales dos Santos; e Antônio Carlito Rodrigues Paulino.

Os outros mandados de prisão se destinaram aos responsáveis por executar as ações criminosas: Geane Cleia Pereira Rodrigues; João Paulo Pereira Costa ; Antônio Magela Melo dos Santos; Francisco das Chagas Ribeiro dos Santos; Antônio Zaquiel Luso; Valney Morais de Souza; Maria Elisângela Gonçalves de Souza; Taiz Alves de Lima; João Silva Rodrigues; e Sebastião Camelo Leitão.

A quadrilha é suspeita de envolvimento com os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, comércio de armas de fogo, homicídios e ataques a agentes e prédios públicos na Capital, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) e no interior do Ceará.

Integrantes presos

A maioria dos investigados na Operação Jericó já tinha passagens pela polícia. Fábio Eugênio, junto de um amigo, havia sido capturado pela Polícia Federal (PF) e pela Força Nacional por tráfico de drogas, em 26 de janeiro deste ano.

A abordagem aconteceu no Aeroporto Internacional de Fortaleza, quando a dupla desembarcou de São Paulo com 40 kg de maconha divididos em duas malas.

Guilherme Erick também já havia sido preso por tráfico de drogas, no bairro Bom Jardim, em uma investigação do 12º Distrito Policial, em fevereiro deste ano. Com o suspeito e um comparsa, os policiais apreenderam crack, cocaína e maconha. A dupla seria responsável por vender entorpecentes para outros membros da facção.

Francisco Yaggus foi o último integrante da quadrilha detido. Foragido desde a deflagração da operação do Ministério Público, ele foi localizado pela PF e pela Força Nacional no município de Pindoretama, na Grande Fortaleza, no último dia 23 de agosto. Além do cumprimento do mandado de prisão preventiva, o suposto chefe da facção criminosa foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.

Chefe máximo

Marcola cumpre uma pena total de 330 anos de prisão. A transferência dele e de mais 21 membros da facção para presídios federais foi motivada pela descoberta de planos de fuga dos chefes do grupo criminoso e de assassinato do promotor de Justiça Lincoln Gakiya, que atua no combate à organização criminosa em São Paulo.

No Ceará, Marcola responde a um processo por um roubo, ocorrido no ano 2000. Cerca de R$ 1,4 milhão foi levado da empresa Nordeste Segurança de Valores (NSV), em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza. A ação penal contra o chefe da facção ainda não foi julgada e está próxima de completar 20 anos e prescrever.

G1-CE

 

Opinião dos leitores

  1. Tá na hora de Bolsonaro mostrar a esse verme e seus socios e simpatizantes quem manda no Pais. E não adianta colocar esses vermes em prisão-motel não. Já deduziram o que é pra fazer.

  2. Maior gestor e empreendedor do Brasil. De dentro do xadrez, comandou e construiu um Estado paralelo, com lucros exorbitantes, organização e hierarquia dinâmica. Hoje uma multinacional temida e respeitada por governantes, inimigos e sociedade em geral… Claro que contou com a ajuda e conivência de governantes e autoridades, que sempre negaram a existência do império construído por esse senhor… Imagine essa potência intelectual de gestor governando o Estado brasileiro?

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Jornalismo

Detran/RN em greve a partir de hoje

Os trabalhadores do DETRAN/RN vão entrar em greve por tempo indeterminado a partir desta segunda-feira (09/09).

O movimento grevista é motivado pelo não atendimento a pauta dos trabalhadores. Eles cobram do governo as seguintes questões:

– Revogação do decreto 29007, que retira a autonomia da autarquia;
– Realização de concurso público;
– Reajuste salarial;
– Pagamento das três folhas em atraso devidas aos aposentados e pensionistas da autarquia.

De acordo com o diretor de imprensa do SINAI-RN, Alexandre Guedes, a categoria está insatisfeita com a atual situação: “Fica difícil, nestas condições, a categoria suportar as adversidades que está enfrentando”, afirma.

O sindicalista lembra que as negociações iniciaram no início do ano durante a Campanha Salarial, mas que até agora não avançaram, embora audiências tenham sido realizadas.

 

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Léo Pinheiro diz que Rodrigo Maia apresentou emenda redigida pela OAS

Rodrigo Maia apresentou uma emenda parlamentar redigida pela OAS.

O relato, segundo O Globo, foi feito por Léo Pinheiro e engavetado por Raquel Dodge.

“O empreiteiro se referiu à emenda nº 6 da MP 652/2014 (…). A emenda proposta por Maia e feita pela empreiteira estabelecia que ‘qualquer aeroporto privado deverá ter isonomia de impostos e taxas com aeroportos concorrentes’, o que beneficiaria a OAS na exploração de aeroportos.”

O ANTAGONISTA

Opinião dos leitores

  1. Não acredito, o santo imaculado, o cara que quer o bem dele, o sujeito que vem em crise de abstinência com arrumados e se desesperando com a falta de aR$R$R$R$R$ticulação do governo, cometeu algum desvio de conduta??
    Fico lembrando da cara em êxtase dele quando conseguiu se reconduzido a presidência da câmara, ele tem a devida consciência do quanto isso o protege e do peso do cargo para ir contra o governo que não negocia com ele a aprovação das MP e reformas. O mundo onde ele foi criado é oposto aos dias que vem enfrentando e fazendo de tudo contra o governo e contra o povo brasileiro.

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Polícia

SERÁ? PF contra PF

A PF, segundo a Veja, estava investigando Hélio Negão.

O fato teria motivado os ataques de Jair Bolsonaro a Sergio Moro e ao diretor-geral da PF, Maurício Valeixo.

Nesta segunda-feira, a Folha de S. Paulo deu outra versão para o episódio, dizendo que o “alvo do inquérito é, na verdade, um homem que já morreu, e não o deputado homônimo, amigo de Bolsonaro”.

A suspeita é que o nome de Hélio Negão tenha sido plantado – no inquérito e na imprensa – apenas para queimar o superintendente da PF no Rio de Janeiro.

O ANTAGONISTA

Opinião dos leitores

  1. PF tem que ser igual ao FBI, não tem delegado, o mais atingo e o mais experiente e o chefe da equipe todos com nível superior.

  2. A imprensa resolveu criar uma crise entre Bolsonaro e Sérgio Moro, mais uma fantasia vendida como existente. Não existe nada disso, eles estão cada vez mais alinhados, quanto mais plantam mentiras sobre problemas entre eles, mais eles se afinam.
    A cada dia que passa, sem que os viciados nos recursos públicos possam encher os bolsos, mais eles criam narrativas negativas contra o governo.
    Cada vez mais a verdade vem causando estragos e feridas naqueles que olham para seu bolso e ficam longe do povo brasileiro

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Política

Militares tentam reaproximar Mourão de Bolsonaro

Há um trabalho intenso no Planalto para “reintegrar” o vice-presidente Hamilton Mourão ao “núcleo duro” do governo, do qual foi afastado, sem prévio aviso, em razão das diferenças de opinião com o presidente Jair Bolsonaro, que não hesitava em tornar públicas. Mourão passou a ocupar espaços e atrair simpatizantes. Mas no Planalto foi até taxado de “demagogo”, pelas declarações “que a imprensa queria ouvir”.

“Ele foi mordido pela mosca azul, mas está na hora de voltar receber missões, que cumpre com presteza e rigor”, avalia destacado general.

Mourão evita holofotes desde maio, auge das queixas, quando deixou de contar com a assessoria competente de André Gustavo Stumpf.

O deputado Marco Feliciano (Pode-SP), ligado a Bolsonaro, chegou a pedir impeachment de Mourão por “desdizer” o presidente.

Carlos Bolsonaro, filho do presidente, disse achar “estranhíssimo o alinhamento” de Mourão com políticos que detestam o presidente.

CLÁUDIO HUMBERTO

 

Opinião dos leitores

  1. Cuidado com Mourão Bolsonaro. Até pela formação e carreira que teve, ele te tem como um traidor do Exército, pois se insubordinou quando na ativa. O destino, para azar dele, te fez Presidente da República e Comandante em Chefe das Forças Armadas. Engolir isso deve ser muito difícil para o general. Se ligue.

  2. Já era esperado.
    Diante da inexistência de qualquer projeto apresentado durante mais de 25 anos de vida pública, ninguém queria ser vice de um Zé ninguém como Jair Bolsonaro e Mourão caiu de pára quedas. Mas, era de se esperar que jamais falassem a mesma linguagem. E isso foi visto ao longo da campanha e no início do governo.
    Quando um casamento é feito nas côxas jamais tem final feliz.
    Já na música "Como dois animais" de Alceu Valença o clima é de tezão…
    Mas com esses dois aí, não rola não….

    1. Você colocou toda sua turma no local de onde você mora, leve mesmo eles, estará em boa companhia.
      O tal " zé ninguém" derrotou toda esquerda unida e combatendo com tudo que tinham.
      O tal "zé ninguém" tem a mais forte arma contra o discurso da esquerda: A verdade!
      O tal "zé ninguém" sofre injúria, difamação e calúnia todo dia dos corruptos de plantão e cada vez mais tem apoio do povo, sem ter que comprar instituto de pesquisa que manipule isso.
      O tal "zé ninguém" vem mostrando ao povo o quanto foram enganados e iludidos pelos corruptos que prometiam um país melhor e a única coisa que ficava boa eram suas contas bancárias.
      O Tal "zé ninguém" vem incomodando muito a todos os degenerados corruptos que se apropriavam dos recursos públicos e então estamos assistindo os gritos insanos dos imorais

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Jornalismo

Após ofensas a Brigitte Macron, chanceler francês diz que autoridades brasileiras estão promovendo ‘concurso de insultos’

O ministro francês das Relações Exteriores,  Jean-Yves Le Drian , denunciou neste domingo um “concurso de insultos” sobre Brigitte Macron, a mulher do presidente Emmanuel Macron, por parte das autoridades brasileiras. Durante entrevista a uma rádio, o chanceler criticou a maneira como o Brasil vem administrando suas relações internacionais.

— Minha opinião pessoal é que não se administram relações internacionais organizando, qualquer que seja o país, um concurso de insultos. Isso é o que está acontecendo — disse Le Drian em um programa da rádio Europe1.

Le Drian considerou os comentários em relação a Brigitte Macron “inaceitáveis” e “indignos”:

— A maneira como um funcionário brasileiro, um ministro ainda por cima, trata a sra. Macron é indigna, indigna para ela, para a França mas também para as mulheres, começando pelas brasileiras que protestaram contra esse tipo de declaração — disse o chanceler. — Infelizmente, noto uma persistência de palavras agressivas, insultuosas, que são inaceitáveis.

Na quinta-feira passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, se desculpou publicamente por ter dito que a mulher do presidente francês era “feia mesmo”. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro retirou do Facebook, alegando que queria “evitar duplas interpretações”, um comentario a um meme em que um de seus seguidores comparava a aparência física de Brigitte Macron com uma imagem da primeira-dama brasileira, Michele Bolsonaro.

“Agora entende porque o Macron ataca o  Bolsonaro?”, dizia o comentário ao qual o presidente brasileiro respondeu: “Não humilha, cara. Kkkkkkkkkk”.

Macron qualificou esse comentário como “extraordinariamente desrespeitoso”, mas Bolsonaro negou que se trataria de uma ofensa. “Eu não pus essa foto da sua mulher”, alegou o presidente brasileiro. Os internautas brasileiros inundaram as redes sociais repudiando a atitude de Bolsonaro com a hashtag #DesculpaBrigitte.

A França e o Brasil vivem momentos de embate diplomático, após Macron classificar como uma “crise internacional” a proliferação de incêndios na Amazônia.

Cerca de um mês após a reunião do G20, Bolsonaro cancelou uma reunião que teria com  Le Drian em Brasília. Segundo o Itamaraty, o encontro teria sido cancelado por “problemas de agenda” do presidente da República, mas, na hora em que a reunião deveria acontecer, Bolsonaro estava cortando o cabelo, o que foi transmitido ao vivo pelas redes sociais presidenciais.

O presidente depois alegou que não se reuniu com o chanceler francês porque Le Drian teve encontros com representantes da oposição e de ONGs brasileiras, em sua maioria hostis à sua política ambiental. Alguns dias depois, Le Drian ironizou a “emergência capilar” do presidente brasileiro, em entrevista ao Journal du Dimanche:

— Todo mundo conhece as restrições que acompanham as agendas dos chefes de Estado. Então, obviamente, houve uma emergência capilar. Essa é uma preocupação que é estranha para mim —  declarou Le Drian, em uma referência irônica a sua calvície, em uma entrevista ao Journal du Dimanche.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Pura "Treta". Vão cuidar em ajudar os pobres que é o melhor que vocês fazem, políticos incompetentes (de direita e de esquerda).

  2. Maior insulto foi Macron chamar a Amazônia de "Nossa casa" e propor a internacionalização da mesma!Insulto ainda maior é o de terem roubado a nossa biodiversidade da Amazônia debaixo de nossas narinas!Vai catar coquinho sei chanceler sem futiro!

  3. Alguém pode dizer para essa gorda CRETINA se preocupar com a Venezuela que estão matando o povo de fome

  4. Noticia requentada.
    Isso já falaram semana passada.
    Bolsonaro internado a imprensa não tem o que falar.
    Os jornalista do Globo já foram mais criativos.
    O padrão tá caindo cada dia mais.

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Finanças

Nova modalidade de seguro prevê pagamento por minutos de uso

Já pensou na hipótese de acionar o seguro do carro só quando sair da garagem? E de contratar um seguro de acidentes pessoais apenas pelos 30 minutos em que alugar uma patinete? Esse tipo de seguro, chamado popularmente de “liga-desliga” ou pago por uso, que já movimenta milhões de dólares nos Estados Unidos, começa a chegar ao mercado brasileiro.

Publicada no fim do mês passado, a circular 592 da Superintendência de Seguros Privados ( Susep ) flexibiliza o tempo de contratação de seguros, tradicionalmente de um ano, para até minutos. A ideia é atingir um público maior.

Com preços mais acessíveis e períodos de coberturas mais enxutos, esse modelo, avaliam especialistas, deve atrair os jovens, em um primeiro momento. Isso porque tudo deverá ser feito via aplicativo em smartphone.

— Independentemente de renda, acreditamos que os jovens devem ser os primeiros a aderir a esse tipo de contrato. Mas a tendência é que se torne cada vez mais comum. Estimativas internacionais preveem um crescimento de 25% desse mercado até 2024 — diz Rafael Scherrer, diretor da Susep.

A Thinkseg, primeira insurtech — como são chamadas essas empresas — totalmente digital do Brasil, firmou parceria com a gigante Generalli. Ela já oferece, com uma assinatura mensal a partir de R$ 94, um seguro de automóvel no sistema intermitente. Ao acionar a cobertura, o segurado paga um valor sobre a quilometragem, que varia conforme seu perfil de motorista. Tudo é monitorado via aplicativo explica Andre Gregori, fundador e presidente da start-up:

— O aplicativo “lê” as viagens e identifica que é o seu carro e você é que está dirigindo, com uma certeza que chega a 95%. A pessoa paga um valor máximo por quilometragem que reverte em esquema de cash back ou em pontos de fidelidade, que podem chegar a 70% do valor.

Para José Varanda, professor da Escola Nacional de Seguros, a tecnologia deve baratear e ampliar o uso do seguro:

— Cada um vai poder pagar pelo que usar. Por exemplo, quem vai viajar 30 dias e quer um seguro para a casa nesse período. Quem quase não sai com o carro poderá contratar para quando considerar que terá mais risco.

Patrícia Costa, gerente de Desenvolvimento de Produtos da Mongeral, diz que a seguradora tem estudos adiantados para lançar essa modalidade. Mas admite haver desafios, pois o contrato precisa ser de fácil compreensão.

A coordenadora de atendimento ao Consumidor do Procon-SP, Renata Reis, também ressalta que é preciso oferecer ao consumidor informações claras na hora da contratação.

O diretor técnico e de produtos da Bradesco Auto/RE, Saint’Clair Lima, lembra que as seguradoras terão que desenvolver tarifas específicas para estes períodos, com foco no risco e no perfil do cliente. E que, por isso, neste momento, não é possível afirmar que o seguro intermitente será mais caro ou barato que o tradicional. Mas reconhece que o valor pode ser mais atraente para quem usa pouco o carro.

Antes de contratar um seguro intermitente, o consumidor precisa avaliar por quanto tempo precisará da proteção, diz Eduardo Dal Ri, presidente da Comissão de Automóvel da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg):

— Ter de “ligar e desligar” o seguro de forma frequente não é prático e pode levar a um esquecimento.

O GLOBO

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Política

Eleições de 2020 travam planos de fusão entre DEM e o PSDB

Apesar das palavras de incentivo do presidente da Câmara do Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma fusão entre DEM e PSDB não está em pauta nos dois partidos. Interesses políticos no curto e médio prazos têm desestimulado qualquer conversa nesse sentido entre lideranças tucanas e democratas.

A eleição municipal aparece como entrave imediato, porque cada partido já tem metas diferentes para 2020. O problema não é único. Mesmo tendo como horizonte a disputa presidencial em 2022, a fusão encontra resistência.

Duas recentes decisões do Congresso que alteraram as regras para a próxima eleição — fim das coligações proporcionais e implantação da cláusula de barreira para os partidos — impulsionaram especulações sobre fusões partidárias.

No DEM a resistência a uma fusão tem se mostrado maior do que PSDB. Um dos motivos é a participação da legenda no governo do presidente Jair Bolsonaro. O DEM tem três ministros — Saúde, Agricultura e Casa Civil — e muitos outros quadros alocados em escalões inferiores.

Maia e o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, também do DEM, são os nomes que se destacam como entusiastas da fusão. Já a ala do partido alinhada ao prefeito de Salvador, ACM Neto, presidente nacional da legenda, resiste sob o argumento de que a sigla hoje é maior que o PSDB e não há interesse em deixar a “união estável” com Bolsonaro para aderir ao projeto do PSDB com o governador João Doria em 2022.

— Numa fusão, a gente teria que sair do governo ou eles embarcariam nele? – questionou um deputado do DEM ligado a Neto.

Para PSDB, incorporação

No PSDB as resistências parecem menores porque os tucanos tratam a fusão como uma incorporação do DEM ao PSDB. Ou seja, um processo em que os tucanos continuariam tendo protagonismo em relação ao parceiro histórico. O grupo mais entusiasmado é o de Doria. Ele e Maia tem mantido proximidade.

Entre os partidos pequenos, as discussões também estão emperradas. Até a Rede, de Marina Silva, que não conseguiu atingir a cláusula de barreira em 2018, não tem, no momento, planos concretos para se fundir. A ideia de uma união de forças encontra resistência em setores da sigla. Segundo um dirigente próximo a Marina, muita gente na Rede ainda tem “apego pela obra” porque o partido é novo, tem apenas três anos.

No ano passado, a legenda elegeu apenas uma deputada federal. Para atingir a cláusula de barreira, seriam necessários 1,5% de votos distribuídos por nove estados ou nove deputados eleitos em nove estados. As legendas que não obtiveram esse desempenho não estão recebendo dinheiro do Fundo Partidário e não terão espaço na propaganda gratuita no rádio e na TV.

No começo do ano, a Rede discutiu uma fusão com o Cidadania, na época ainda com o nome de PPS. Em março, por unanimidade, inclusive com voto de Marina, o partido rejeitou a união. Desde a eleição, há discussões sobre uma junção com o PV, que ultrapassou a clausula de barreira. As duas siglas estiveram juntas na eleição presidencial com o verde Eduardo Jorge no posto de vice de Marina. As negociações, porém, não avançaram. Eduardo Jorge voltou a defender a união na semana passada, mas a ideia não encontra eco no partido.

— Não está na nossa agenda. São especulações. Isso não é coisa muito simples. Nas instâncias regionais e municipais há dificuldades — diz José Luiz Penna, presidente do PV.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Meu caro BG, isso não é fusão é formação de quadrilha !só falta mesmo o PT para virar uma verdadeira MAFIA.

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Jornalismo

Após lama, Brumadinho registra alta de suicídio e prescrição de remédios

A lama da barragem da Vale que rompeu em Brumadinho continua afetando moradores do município. Pouco mais de sete meses depois da ruptura da represa de rejeitos de minério de ferro da empresa, ocorrida em 25 de janeiro, números da Secretaria Municipal da Saúde mostram aumento de suicídios e tentativas no município, principalmente entre mulheres. O quadro reflete a deterioração na saúde mental da população, comprovada por alta expressiva nas prescrições de antidepressivos e ansiolíticos (medicamentos para controlar ansiedade e tensão).

No primeiro semestre de 2019 foram registradas 39 tentativas de suicídio na cidade (11 entre homens e 28 entre mulheres), 9 a mais do que no mesmo período do ano passado – uma alta de 23%. Em relação aos suicídios, o número passou de um, em 2018, para 3 este ano.

“São mulheres que perderam filhos e marido. A sensação de perda para elas é maior para ressignificar a vida”, disse o secretário municipal de Saúde de Brumadinho, Junio Araújo Alves. “Essa é uma face do adoecimento mental da população. Estamos trabalhando para evitar um quadro ainda pior.”

Os dados da prefeitura mostram que o uso de antidepressivos por pacientes da rede pública de saúde foi, em agosto de 2019, 60% maior que no mesmo período do ano passado. Em relação aos ansiolíticos, o crescimento é ainda mais significativo, de 80%, no período.

Os números são ainda mais dramáticos se feito corte por remédio prescrito. “O uso de risperidona aumentou 143%”, relata o secretário. A droga é utilizada no tratamento de psicoses, agindo contra transtornos relacionados a pensamento, emoções, ansiedade, distúrbios de percepção e desconfiança.

Ex-moradora de Córrego do Feijão – a localidade mais afetada pela lama -, Elizângela Gonçalves Maia, de 39 anos, está nos dois registros de alta de medicamentos da prefeitura: após a tragédia, passou a tomar antidepressivo e ansiolítico. Depois da lama, ela continuou morando no bairro, que é afastado do centro, mas, com o sobrevoo constante de helicópteros na região, sua casa foi tomada por rachaduras e interditada pela Defesa Civil. Hoje, mora na cidade em casa alugada pela Vale.

“Fui diagnosticada com depressão. O que sinto é que estou em um lugar que não é o meu”, afirma Elizângela, que perdeu uma prima e amigos na tragédia. A ex-moradora do Córrego do Feijão continua trabalhando no bairro, como gerente de processamento em uma fazenda não atingida pela lama que produz pestos e antepastos. Elizângela passou a apresentar também pressão alta, mas diz não tomar remédio para a doença.

A agricultora Soraia Campos, de 42 anos, que participa da comissão de atingidos pelo rompimento da barragem, conta que o marido, um filho e uma filha também passaram a tomar ansiolítico. A agricultora relata que iniciou tratamento com esse tipo de remédio, mas, por conta própria, suspendeu as doses. “Estava ficando prostrada, e não posso parar. Minha briga contra a Vale é grande.”

Como na guerra

O trauma psicológico sofrido por moradores de Brumadinho tem paralelo com o identificado em populações de países acometidos por guerras, destaca o professor Frederico Garcia, do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “As pessoas veem tanto a sua vida como seu futuro ameaçados de forma abrupta.”

Nesse cenário, cresce o risco de aumento de casos de suicídio, doenças mentais e uso de drogas e álcool. “É uma situação de sofrimento que pode perdurar por muitos anos. E não se pode minimizar a perda de cada pessoa, seja de parentes, perspectivas, trabalho ou sonhos. Todas as perdas podem ter consequências negativas”, diz.

Somando os registros de todas as especialidades médicas, os atendimentos na rede primária de saúde de Brumadinho aumentaram 63% no primeiro quadrimestre de 2019, ante o mesmo período de 2018, saltando de 33 mil para 54 mil. A situação se repete na Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Antes do rompimento, o número máximo de atendimentos em um plantão de 12 horas registrado pela Secretaria de Saúde foi de 165. Após a lama, o teto de atendimento subiu para 280.

As contas da prefeitura projetam alta de R$ 15 milhões em 2019 com gastos no setor de saúde, chegando no período a R$ 70 milhões ante R$ 55 milhões em 2018. Os recursos para cobrir a diferença sairão de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) no valor de R$ 31 milhões, para dois anos, fechado entre a Vale e a força-tarefa do Ministério Público que trabalha no levantamento dos impactos da lama na comunidade.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Polícia

Lava Jato engavetou inquérito de grampo antes de PF encerrar investigação básica

Antes da conclusão das investigações, a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba pediu de forma “abrupta e antecipada” o arquivamento de um inquérito da Polícia Federal sobre a instalação de um grampo na cela do doleiro Alberto Youssef, segundo o delegado responsável pelo caso.

À época, a investigação da PF tentava descobrir o que motivou a instalação da escuta e se houve tentativa de abafar internamente o caso.

“Os procuradores atipicamente requerem o arquivamento do inquérito policial, antes mesmo da realização de diligências básicas e da confecção do relatório final”, disse o delegado Márcio Magno Carvalho Xavier, em manifestação à Justiça Federal.

O documento foi assinado em junho de 2017. Magno Xavier, à época corregedor de assuntos internos da Polícia Federal, em Brasília, tentava estender o prazo do inquérito.

Apesar do posicionamento da PF, o pedido do Ministério Público Federal para engavetar o caso foi aceito pelo juiz federal do Paraná Nivaldo Brunoni.

Brunoni, que chegou a atuar em processos da Lava Jato ao substituir juízes em férias do TRF-4 (Tribunal Regional Federal), é o mesmo que determinou no último mês que o Conselho Nacional do Ministério Público retirasse de pauta julgamento da suspeição de Deltan Dallagnol, o chefe da força-tarefa em Curitiba.

Os autos continuam até hoje em sigilo, embora estejam arquivados, mas o documento em que o delegado Xavier se queixa do procedimento dos procuradores foi obtido pela Folha. O inquérito policial investigava a instalação de uma escuta na cela de Youssef, sem autorização judicial, em março de 2014.

Mais tarde, laudo técnico apontou que foram gravadas 260 horas na cela e captadas falas de outros detidos da Lava Jato, como o ex-gerente da Petrobras Paulo Roberto Costa e a doleira Nelma Kodama.

Inicialmente o inquérito foi aberto para investigar suspeita de falsidade ideológica em um documento que o agente Dalmey Werlang, responsável pela instalação do grampo, teria produzido sobre o caso.

As apurações, porém, avançavam com o propósito de verificar quem teria ordenado ao agente a instalação da escuta na cela e se houve tentativa de acobertar a descoberta do material —e é aí que houve a interrupção das diligências e o pedido de arquivamento.

Esse não foi o único grampo em que Dalmey esteve envolvido. Em uma segunda escuta clandestina na Superintendência da Polícia Federal do Paraná, ele instalou equipamento para gravar delegados suspeitos de produzir um dossiê contrário à Lava Jato.

Em ambos os casos, afirma que cumpriu ordens de superiores —de delegados que à época estavam na chefia da Lava Jato e que neste ano passaram a fazem parte da cúpula da PF em Brasília com a posse de Sergio Moro como ministro da Justiça. Ao contrário dos chefes, só Dalmey responde a processos disciplinares sobre as escutas clandestinas.

O inquérito policial sob responsabilidade do delegado Magno Xavier foi instalado em paralelo a esses procedimentos disciplinares e apontava contradições a respeito de como a escuta foi encontrada e de como a PF do Paraná lidou com essa revelação.

O inquérito também passou a apurar uma sindicância instaurada pela PF do Paraná que chegou a uma conclusão errônea sobre o caso —ela dizia que o grampo havia sido instalado em 2008 para investigar o traficante Fernandinho Beira-Mar, o que apurações posteriores apontaram que não era verdade.

A manifestação de Magno Xavier à Justiça é recheada de críticas ao pedido de arquivamento do inquérito feito pelos procuradores. Ele reclamou do que via como impedimento das atividades da polícia por parte do Ministério Público Federal.

Ao solicitar ao juiz Brunoni que não arquivasse a apuração, o delegado disse que não estava promovendo uma “caça às bruxas”. Mas acrescentou: “A interrupção abrupta e antecipada de qualquer investigação policial implica, até mesmo, no cerceamento da possibilidade de eventuais investigados demonstrarem, entre outras coisas, suas inocências”.

Ele listou motivos para que as investigações continuassem e defendeu que ficasse responsável pelo caso. Disse que não existia nenhuma conexão entre o objeto da apuração e outros processos que tramitavam na 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelas ações da Lava Jato.

Ainda apontou que depoimentos de peritos, tomados no inquérito, contrariavam a fala do delegado Maurício Moscardi Grillo, que conduziu a sindicância com resultado errado —a que citava Beira-Mar. O fato de Grillo não ter “requerido a perícia no equipamento recolhido”, segundo ele, também precisava “ser melhor esclarecido”.

Depoimentos ainda pendentes, segundo ele, podiam trazer “novos elementos, inclusive sobre suposta ordem para instalação do aparelho (…), o que, certamente não ocorrerá caso a investigação seja findada prematuramente”.

As justificativas apresentadas pelos procuradores para pedir o arquivamento do inquérito policial só serviam, disse, “justamente, para corroborar a necessidade de continuidade e aprofundamento da investigação”.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Foi? E luladrão e seus comparsas engavetaram mais de um trilhão de reais de vocês idiotas. Sabem o que representa isso? Quantos hospitais? Quantas cirurgias? Quantas ruas pavimentadas? Quantos presídio e delegacias? Quantas escolas de qualidades,? Querem enganar mais uma vez a quem? Além de roubarem querem botar papa na língua é?

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Política

Bolsonaro ficará afastado por cinco dias em recuperação

O presidente Jair Bolsonaro ficará cinco dias afastado da Presidência se recuperando da cirurgia realizada neste domingo (8).

Neste período, o vice-presidente General Hamilton Mourão assumirá o cargo. Segundo o porta-voz do Planalto, Otávio Rego Barros, Bolsonaro deverá despachar do hospital após esses cinco dias. O hospital montou um escritório para ele trabalhar.

De acordo com o boletim, foi implantada uma tela de reforço de polipropileno para a correção da hérnia que se formou no abdome de Bolsonaro.

Esta foi a quarta cirurgia à qual Bolsonaro se submete desde a facada sofrida por ele durante a campanha eleitoral de 2018.

Opinião dos leitores

    1. Homi vai procurar uma lavagem de roupa … ou então te muda para Venezuela que é o teu lugar … e só para lembrar… Lula tá preso BABACA KKKKK e viva o MITO kkkkkk

  1. Presidente arrochado!
    Ei,ei, petista!!
    Essa cirurgia deve ter sido feita, pra ganhar o terceiro turno né??

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Cidades

Desenvolvimento em São Miguel do Gostoso é responsável pelo aumento da população

Segundo a estimativa do Instituto Brasileiro Geográfico e de Estatística (IBGE), São Miguel do Gostoso é a 9ª cidade do Brasil e a primeira do Rio Grande do Norte com o maior crescimento populacional entre 2018 e 2019. O local saiu de 9,5 mil habitantes para 10,2 mil e atinge um patamar cada vez maior.

Localizada no litoral norte do Rio Grande do Norte, São Miguel do Gostoso é mais uma cidade da região que viu a chegada das empresas eólicas, com inauguração de um parque em dezembro de 2018. Essa é uma das maiores razões para o crescimento demográfico, ao lado do turismo ‘sol e mar’ e da prática esportiva de kitesurf e windsurf (surf com o uso de velas). “Todo Censo e estimativa vai apontar um crescimento nessas áreas, do mesmo jeito é em Tibau do Sul. Mas em São Miguel do Gostoso ainda há a chegada das empresas eólicas”, avalia o chefe do IBGE no RN, Damião Hernane de Souza.

A mudança começou na década de 90, mas teve maior intensidade a partir de 2010, quando foi descoberta pela mídia e passou a ser falada para um público maior.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Falta segurança. O principal investimento de um povo tem que ser em segurança. Ninguem volta a um lugar onde foi assaltado. Não volta e ainda faz propaganda negativa pra quem ainda pensa em vir. Te cuida, RN.

  2. A falta de cuidado com o parcelamento urbano (ruas estreitas, casas invadindo calhas, vilas mal solucionadas, etc) podem matar a galinha dos ovos de ouro…

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Política

Presidente Bolsonaro está no quarto e bem-humorado, diz filho

O senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República Jair Bolsonaro, disse às 15h08 de hoje (8), em suas redes sociais, que o pai já está no quarto e disposto após a cirurgia de cinco horas a que foi submetido mais cedo. “Já no quarto, disposto e bem-humorado, graças a Deus! Obrigado à equipe médica e a todos pelas orações”, disse.

Segundo o primeiro boletim médico divulgado hoje(8) após a cirurgia, Bolsonaro apresenta quadro clínico estável. A operação de correção de hérnia incisional foi feita com a técnica de herniorrafia incisional com implantação de tela, e, segundo os médicos, bem-sucedida. Teve início às 7h35 e foi concluída às 12h40.

Opinião dos leitores

    1. Cabo Silva ?Cadê os bilhões de dólares desviado pelo Lula e sua gang!Pelo que sei Queiroz está lá no morando lá Morumbiem São Paulo, Pra quem está o procurando é só ir lá!

    1. ele devia ficar internado ate o termino do mandato

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Política

Jair Bolsonaro comemora cirurgia bem-sucedida

O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais horas depois de passar por uma cirurgia para retirada de hérnia incisional no Hospital Vila Nova Star em São Paulo.

Esta é a quarta cirurgia que Bolsonaro se submete após ter recebido uma facada em Juiz de Fora (MG) em 6 de janeiro do ano passado, durante campanha eleitoral.

O procedimento durou cinco horas, iniciou às 7h35 e terminou por volta de 12h40. O cirurgião-chefe Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo disse que a cirurgia foi bem-sucedida e que o paciente se encontra estável, se recuperando no apartamento. Por orientação médica, as visitas estão restritas neste momento.

Bolsonaro deve se licenciar do cargo por cinco dias, segundo informou o Palácio do Planalto. Durante este período, Hamilton Mourão assume o cargo de presidente.

Opinião dos leitores

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Judiciário

Deltan da Lava Jato diz que País quer um ‘independente’ na PGR

O procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, afirma que recebeu com “cautela” a indicação feita por Jair Bolsonaro de um nome fora da lista tríplice para o cargo de procurador-geral da República. Augusto Aras foi escolhido pelo presidente e contrariou escolha feita pela categoria, que havia listado três nomes de possíveis sucessores da atual PGR, Raquel Dodge.

“O País precisa de alguém independente lá (na PGR) e a lista tríplice contribui para essa independência. Além disso, os nomes da lista tríplice passaram por um teste de fogo em debates públicos. O histórico e os planos de gestão deles foram testados e aprovados, de modo transparente e democrático”, afirmou Dallagnol, em entrevista exclusiva ao Estadão.

“O procurador-geral tem importantes atribuições, inclusive em matéria anticorrupção. É ele, por exemplo, que decide investigar ou processar deputados, senadores e ministros em grande parte dos casos. É ele quem participa da formação de precedentes no Supremo.”

Por e-mail, Dallagnol falou ao Estado sobre a fase de ataques à Lava Jato, sobre o esvaziamento no Congresso do pacote anticorrupção do ministro Sérgio Moro, Justiça e Segurança Pública, dos reveses que a operação enfrenta no Supremo Tribunal Federal (STF).

Estadão Conteúdo

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