Saúde

Presidente da Fiocruz prevê produção de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) no Brasil e vacinas com insumos nacionais a partir de setembro

Foto: Reprodução

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, disse nesta quinta-feira (8) que a instituição planeja passar a produzir o chamado Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) necessário para produção da vacina contra a Covid-19. Ainda, segundo Nísia, a partir de setembro o Brasil poderá ter um imunizante de produção nacional.

Atualmente, a Fiocruz necessita do IFA que vem da China para poder produzir a vacina AstraZeneca/Oxford. Em fevereiro, o atraso no envio do insumo paralisou a produção do imunizante no Brasil e a instituição chegou a dizer que a demora atrasaria o cronograma de vacinação.

Durante a um debate promovido pela Comissão temporária da Covid-19 do Senado, a presidente da Fiocruz disse que a instituição pretende produzir um IFA no Brasil, o qual dará “sustentabilidade” à vacinação. Nísia disse ainda que a previsão é a de que em setembro imunizantes já possam ser produzidos com o insumo nacional.

Para a produção do IFA nacional, é necessário que a Fiocruz assine um contrato de transferência de tecnologia para a produção da vacina da Universidade de Oxford e da AstraZeneca. A transferência significa ter todo o conhecimento necessário para fabricar a vacina 100% no Brasil.

“Já estamos com as áreas adequadas, temos os profissionais, estaremos assinando contrato [de transferência de tecnologia] até o final deste mês e as entregas se darão a partir do mês de setembro de vacinas com o IFA nacional”, afirmou.

Produção com IFA da China

De acordo com a presidente da instituição, a previsão é a de que a Fiocruz entregue até julho 100.004.400 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford, produzida com IFA importado da China.

“Nós estamos a partir desse momento já com duas linhas de produção, já alcançamos a produção de 900 mil doses por dia e estaremos trabalhando nessa segunda linha de produção, com um segundo turno de trabalho que nos permitirá a produção de até 1,2 milhão de doses, dia”, disse.

Quanto aos possíveis atrasos nas entregas dos insumos, Nísia Trindade Lima disse que “há um compromisso” de que as próximas remessas do IFA serão enviadas nos prazos pré-estabelecidos.

“Nossa produção teve que lidar com o atraso na chegada do IFA, mas eu estive, inclusive por duas vezes com o embaixador da China, a última acompanhando o ministro Queiroga, e há um compromisso de que nós possamos ter garantido as próximas remessas de IFA”, afirmou.

Efeitos adversos

Nesta quarta-feira (7) a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) publicou um relatório que confirma uma possível relação entre a vacina Vaxzevria, de AstraZeneca e Universidade de Oxford, e o risco de trombose.

A presidente da Fiocruz diz que a possibilidade dos efeitos adversos divulgados são “muito raros” e que ainda não se tem “evidência da associação com a vacinação”.

“No caso da nossa vacina, a possibilidade de efeitos adversos ela foi claramente colocada como eventos muito raros que ainda não se tem a evidência da associação com a vacinação, que são os eventos de trombose e trombocitopenia, como foi bem registrado ontem e 200 milhões de pessoas no mundo já foram vacinadas com a nossa vacina”, afirmou.

Medidas de proteção

Nísia Trindade Lima também fez um alerta para a necessidade de manter as medidas básicas de prevenção da Covid-19 mesmo após a vacinação.

“A vacina é fundamental, mas sabemos pelo tempo da imunização e pelo próprio tempo da imunidade, as pessoas vacinadas outras medidas são necessárias. É isso que se discute em todo mundo, então, eu quero reforçar a necessidade das medidas de máscara, do distanciamento físico, não gosto de usar isolamento social, da higienização, todas as medidas que a Organização Mundial de Saúde vem preconizando”, afirmou.

G1

Opinião dos leitores

  1. Quanto mais me informo mais tenho certeza da necessidade de não voltar ao normal tão cedo, com ou sem vacina devemos usar máscara e manter distanciamento. Ou PRAGA.

  2. Em setembro, os EUA Jas estarão com 90% de sua população imunizada, segundo nytimes. Aqui teremos cloroquina, remédio de verme e ozônio no aro.

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Diversos

Câmara aprova lei que prevê multa para quem furar a fila de vacinação contra Covid em Natal

A Câmara Municipal de Natal aprovou nesta terça-feira (30) o Projeto de Lei 011/2021, de autoria da vereadora Camila Araújo (PSD), que prevê multa para quem burlar a sequência de vacinação dos grupos prioritários previstos no plano municipal de imunização contra a Covid-19.

O projeto foi votado em regime de urgência e aprovado por unanimidade. À redação original, foram encartadas emendas dos vereadores Anderson Lopes, Brisa Bracchi e Luciano Nascimento que preveem que o valor arrecadado com as multas seja destinado à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e possa ser usado na compra de vacinas.

Outra emenda, proposta pela vereadora Divaneide Basílio, institui que casos flagrantes devem ser comunicados à SMS, que deve abrir processo administrativo e pode, caso necessário, solicitar a cooperação das polícias Militar e Civil. Também caberá à pasta informar ao Ministério Público, em até cinco dias úteis, todos os casos de fraude ou tentativa de fraude contra a ordem prioritária estabelecida para a vacinação.

O valor da multa será definido pelo Poder Executivo. Após aprovação em plenário pelos vereadores, o projeto agora segue para sanção do prefeito Álvaro Dias.

Opinião dos leitores

  1. Lei nos já temos muitas ,precisa-se somente cumprir, mas enquanto houver figuras como Gilmar Mendes da vida, nunca teremos justiça imparcial a impunidade impera e a corrupção viceja !

  2. Muito importante essa Lei,. Parabéns Vereadora Camila pelo ótimo trabalho que venhe sendo Desenvolvido pelo seu Mandato de Vereadora.👏👏👏👏👏

  3. Projeto importante para coibir essa prática absurda dos espertinhos. ✅ Parabéns pela atuação. 👏🏼👏🏼👏🏼

  4. O cara desvia mais de um trilhão de reais, não dá em nada, ainda processa os agentes da justiça que desbaratou a roubalheira. Agora vem uma lei dessa, só no inferno mesmo. Ômi vão juntar dinheiro em malas que em sacos, não vai dá vencimento.

    1. Serio que o senhor esta com raiva pq supostamente vão punir que furar a fila da vacinação?

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Educação

Como “último ato” na Saúde, Pazuello deverá anunciar vacinação de professores e policiais em abril

Foto: Reprodução/CNN

No encontro com chefes de poderes marcada para esta quarta-feira (24), Eduardo Pazuello dirá que entregará o Ministério da Saúde com cerca de 500 milhões de doses de vacina compradas e que, a partir de abril, o Brasil poderá iniciar a vacinação de pessoas com comorbidades, além de categorias específicas, como professores, policiais, bombeiros e funcionários públicos que atuem no serviço funerário.

O ministério da Saúde informou à CNN que o início da vacinação de novos grupos será possível porque estima-se que, em abril, o governo alcance 90% de imunização daqueles que estão sendo vacinados atualmente, como idosos e profissionais da saúde.

O discurso está sendo preparado, neste que deve ser o balanço final da gestão de Pazuello antes de passar o bastão para o novo ministro, Marcelo Queiroga. Como a CNN divulgou, Pazuello afirmou que ficará até quarta na pasta. A demora para a posse do novo ministro ocorreu por causa de vínculos até então mantidos por Queiroga com empresas e a presidência da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Pazuello também pretende comparar como recebeu a pasta das gestões do ex-ministros Nelson Teich e Henrique Mandetta, e como irá entregá-la. Para ele, sob condições melhores.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Quero ver qual vai ser a próxima desculpa que esse bando de preguiçosos vai usar para não trabalhar. Vão fazer greve? E o sindicato dos professores não quer que a educação seja considerada atividade essencial. Para não trabalhar, fazem QUALQUER coisa. A governadora veio de lá. Tá explicado.

  2. Nada contra vacinar os professores. Sou a favor até. Mas e as merendeiras, serventes, porteiros e vigias? Técnicos das secretarias, dentre outros trabalhadores da educação? Esses não precisam?
    E antes que alguém fale alguma coisa, além de ter estudado minha vida toda em escola pública, sou funcionário da educação desde o ano 2000, conheço por dentro e por fora. Sou vigia de escola, e sim, estou dando meus plantões normalmente. Não estou em lockdown. Nem quero. Sou contra essa baboseira de "fique em casa".

  3. Quem não chora nao mama. Professores são especialistas em choro. Agora ganharam o direito de furar a fila.
    Depois que se vacinarem, devem fazer greve para poder ficar mais tempo em casa.
    Trabalhar é que não vão.
    Antes que algum professor venha falar, estudei a vida inteira em escola pública estadual e municipal, conheço as peças raras. E reconheço que tem uma minoria de guerreiros.
    Quanto aos policiais, td que derem para eles ainda é pouco, merecem muito mais.

  4. Só pelo nível gramatical dos comentários criticando professores, já sei em quem votaram kkkkkkk

  5. Nesse blog tem uns comentários sem noção! Dizer que professora anão querem trabalhar é fácil quando não se é um, onde tivemos que passar todo esse tempo planejando aulas, enviando o alunos,clgindo e tirando dúvidas a toda hora. Acho que todos tem um professor na família e sabe como realmente é.

  6. Pronto, vai ter professores dizendo não à vacina kķkkk
    E policiais? Eles fazem o quê além de fechar birosca, botecos, prender, algemar e humilhar trabalhadores e empresários? Salvo algumas exceções.

  7. Finalmente vão vacinar docentes e profissionais da segurança…finalmente…
    Antes tarde do que nunca….

  8. Se isso significar a volta às aulas: XÔ VACINA!

    Ô professorada do meu desagrado essa do ensino público…

    1. Kkk , pode escrever , assim que os professores da rede pública forem vacinados, eles entraram em greve por salário , PODEM ESCREVER, eles NÃO QUEREM TRABALHAR, tem a governadora como exemplo, a professora sem nunca ter um ALUNO

  9. Meu Deus… Esse lambe botas não sabe nem que dia é hoje…
    Deve passar o dia assistindo "National Geographic", para ficar nesse delírio.

    1. Já sei, bom foi o maior ladrao da história da humanidade Lula , aquele VERME quê preferiu construir estádios ao contrário de hospitais.

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Geral

Acordo prevê “fábrica de mosquitos” para combater dengue em Brumadinho

Foto: © Reuters/Paulo Whitaker/Direitos Reservados

Um acordo entre o governo de Minas Gerais e a mineradora Vale prevê a implementação de um projeto voltado para o combate às doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti nos municípios atingidos pelo rompimento da barragem ocorrido em Brumadinho (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, em janeiro de 2019. A iniciativa consiste no uso da bactéria Wolbachia. Introduzida nos mosquitos, é capaz de evitar que os vírus da dengue, da zika e da febre chikungunya sejam transmitidos aos seres humanos durante uma picada.

Conforme termo de compromisso assinado na semana passada, uma biofábrica será instalada em Belo Horizonte, em um terreno cedido pelo governo estadual. O local será usado para a reprodução controlada dos mosquitos, que posteriormente serão liberados já com a bactéria em seu organismo. Eles serão soltos nos diversos municípios atingidos.

A construção da biofábrica deve levar 15 meses. O custo da obra está estimado em R$ 10,7 milhões e o investimento previsto no projeto é de R$ 57,1 milhões, valor que assegura a cobertura do custeio operacional por cinco anos. Esses valores serão extraídos dos R$ 37,68 bilhões reservados para a reparação dos danos causados na tragédia conforme o acordo global firmado há pouco mais de dois meses.

O rompimento da barragem ocorreu em 25 de janeiro de 2019. Após o episódio, foram contabilizadas 270 mortes, das quais 11 corpos ainda estão desaparecidos. O vazamento de aproximadamente 12 milhões de metros cúbicos de rejeito também causou destruição de comunidades, devastação ambiental, impactos socioeconômicos em diversos municípios e poluição no Rio Paraopeba.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas, os dados de notificação da dengue nas cidades atingidas não demonstraram alterações atípicas. Em 2019, ano da tragédia, Brumadinho registrou 2,1 mil casos da doença. O número é bem superior ao de 2018 (apenas 25 ocorrências foram notificadas) e ao de 2020 (174 ocorrências). O governo, porém, não vê associação entre a explosão de casos e o rompimento da barragem, pois a região não viveu uma situação isolada. O crescimento significativo se deu em todo o estado: foram 29,9 mil registros em 2018, 480,6 mil em 2019 e 84 mil em 2020. Nesse sentido, a construção da biofábrica é considerada medida de caráter compensatório, isto é, trata-se de uma medida voltada para melhorar a qualidade de vida na região, compensando assim eventuais danos ambientais considerados irreparáveis.

O uso da bactéria Wolbachia no controle das arboviroses como dengue, zika e febre chikungunya começou na Austrália e já é adotado em 11 países a partir do World Mosquito Program (WMP), uma articulação internacional de diversas instituições científicas. No Brasil, ele é conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o apoio do Ministério da Saúde. Os trabalhos começaram em 2015 em duas áreas pequenas: em Jurujuba, bairro de Niterói, e em Tubiacanga, bairro do Rio de Janeiro. Com os bons resultados, tem sido realizada uma expansão para outras cidades, inclusive em Minas Gerais, a partir da parceria entre a Fiocruz e a Secretaria de Saúde.

O projeto tem demonstrado sustentabilidade: a fêmea do Aedes que possui a Wolbachia em seu organismo é capaz de transmiti-la a todos os seus descendentes, mesmo que se acasale com machos sem a bactéria. Além disso, quando apenas o macho tem a Wolbachia, os óvulos fertilizados morrem. Dessa forma, a bactéria é transmitida naturalmente para as novas gerações de mosquitos.

A Wolbachia, segundo a Fiocruz, está presente naturalmente em 60% dos insetos, mas não no Aedes aegypti. O que o projeto faz é uma introdução artificial em seu organismo. Os pesquisadores envolvidos ressaltam que a iniciativa não envolve nenhuma modificação genética, nem no mosquito e nem na bactéria. Além disso, o objetivo não é eliminar o Aedes aegypti do meio ambiente, apenas substituir uma população capaz de transmitir doenças por outra incapaz.

Os resultados não são obtidos em curto prazo. Por essa razão, a população deve continuar se esforçando para impedir o acúmulo de água parada, que serve de criadouro para os mosquitos. Da mesma forma, o poder público não deve afrouxar as demais medidas de prevenção às arboviroses, entre elas a aplicação de produtos químicos e biológicos quando recomendado, como fumacê e larvicidas.

Conforme o acordo, caberá a Vale construir, equipar e mobiliar a estrutura da biofábrica, que será propriedade do estado de Minas Gerais. Uma vez concluída a obra, o projeto será operacionalizado pela Fiocruz e pelo WMP.  A expectativa é que a liberação de mosquitos no meio ambiente comece cerca de quatro meses após a entrega. A iniciativa será voltada inicialmente para a região atingida na tragédia, mas poderá alcançar outros municípios mineiros caso haja disponibilidade financeira.

Acordo global

O acordo global que fixou o valor de R$ 37,68 bilhões, nomeado como termo de medidas de reparação, foi firmado entre a Vale, o governo mineiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública do estado. Ele se refere aos danos coletivos causados na tragédia e estabelece medidas de caráter reparatório e compensatório. As indenizações individuais e trabalhistas que deverão ser pagas aos atingidos estão sendo discutidas em outros processos judiciais e extrajudiciais.

Diversos tipos de despesas ficaram acertadas no acordo, como transferência de renda e atendimento de demandas das comunidades atingidas; investimentos socioeconômicos na Bacia do Paraopeba; ações para garantia da segurança hídrica; recuperação socioambiental; obras de mobilidade urbana e melhorias dos serviços públicos, entre outras. Uma das principais medidas compensatórias será o financiamento do início da construção do Rodoanel Metropolitano, que deverá contornar a Região Metropolitana de Belo Horizonte e ligar as rodovias federais BR-040, BR-381 e BR-262.

São dezenas de projetos, sendo que alguns serão executados diretamente pela Vale. Em outros, caberá a ela apenas disponibilizar os recursos para ações do governo estadual e para definição dos atingidos em conjunto com o MPMG, o MPF e a Defensoria Pública do estado.

Há três semanas, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais recebeu projeto de lei, de autoria do governador Romeu Zema, para que o estado seja autorizado a utilizar a parte dos recursos que se refere a iniciativas de sua responsabilidade, até o valor de R$ 11,06 bilhões. Sem o aval dos deputados mineiros, o dinheiro não pode ser movimentado em função da Lei 23.751/2020, que estima as receitas e fixa as despesas do estado. Aprovada no ano passado, ela determina em seu Artigo 17º que o uso de recursos provenientes de acordos relativos à tragédia de Brumadinho necessita de autorização do Legislativo estadual.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Que dengue? Depois que começou o corona a dengue foi extinta, ninguém nem ouve mais falar sobre os casos de outras doenças.

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Economia

Bolsonaro prevê ‘mais 3 ou 4 parcelas’ de auxílio emergencial a partir de março

Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que o auxílio emergencial deve voltar a ser pago já em março. Sem informar o valor, Bolsonaro disse que o benefício terá duração de 3 ou 4 meses. O presidente deu a informação durante uma entrevista coletiva no Maranhão, onde participou de uma cerimônia no Centro de Lançamento de Alcântara para entrega de títulos de propriedade rural.

“Está quase certo, ainda não sabemos o valor. Com toda a certeza, a partir… com toda a certeza, pode não ser, a partir de março. Três a quatro meses, está sendo acertado com o Executivo e o Parlamento também porque temos que ter responsabilidade fiscal”, afirmou.

Na equipe econômica, a projeção é de que o valor do auxílio emergencial será de R$ 200,00. No Congresso, há tentativas de aumentar o valor.

Bolsonaro pontuou que o auxílio emergencial não pode ser permanente e que não basta o pagamento do benefício. Na sua visão, o comércio tem que reabrir.

“Tem que acabar com esta história de fecha tudo, tem que cuidar dos mais idosos e dos que têm comorbidades. De resto, tem que trabalhar. Caso contrário, se nos endividarmos muito, o Brasil pode perder crédito e a inflação vem. A dívida já está em R$ 5 trilhões, aí vem o caos”, finalizou.

Mais cedo, o presidente reforçou que estava estudando, junto à equipe econômica e parlamentares, uma alternativa para a extensão do auxílio emergencial por mais “alguns meses”. Bolsonaro disse que o benefício injetou R$ 13 bilhões no Maranhão, mas lembrou que o custo torna inviável mantê-lo por prazo indefinido.

“No momento, a nossa equipe, juntamente com parlamentares, estudamos a extensão por mais alguns meses do auxílio emergencial. Que, repito, o nome é emergencial; não pode ser eterno porque isso representa um endividamento muito grande do nosso país. E ninguém quer o país quebrado. E sabemos que o povo quer é trabalho”, disse.

Valor

Opinião dos leitores

  1. Hô Véio Bom da gota serena é o Presidente Bolsonaro. O homem é bom, o homem é espetacular.
    MITO mil vezes MITO

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Educação

Edital prevê internacionalização de universidades brasileiras

Foto: © Marcello Casal jr/Agência Brasil

O British Council, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), lança, este mês, o edital Internacionalização e Políticas Linguísticas para promover a capacitação de instituições de ensino superior públicas e privadas em programas que visam à cooperação internacional. O investimento previsto é de R$ 4 milhões.

A intenção é, durante a pandemia do novo coronavírus, promover a chamada internacionalização em casa, ou seja, promover a contribuição internacional entre universidades, sem depender exclusivamente de programas relacionados à mobilidade. Além de participar de ciclo de workshops gratuito, instituições de ensino poderão inscrever projetos em edital que visa a estruturar programas multiculturais.

De acordo com o British Council, o edital prevê que universidades brasileiras façam parcerias com instituições de ensino superior do Reino Unido para criar um programa de internacionalização sólido para a comunidade acadêmica e a área de pesquisa e extensão. Um dos resultados que se espera do programa é a consolidação da imagem da pesquisa brasileira no exterior.

Oficinas gratuitas

Em fevereiro e março, o British Council irá oferecer três workshops gratuitos com o objetivo de capacitar as instituições de ensino superior a estruturarem propostas de internacionalização. O primeiro deles, com o tema Internacionalização do Ensino Superior: conceitos e dimensões será hoje (4), das 9h30 às 16h30. A transmissão será feita por meio do Zoom e pelo Facebook.

A oficina online sobre Políticas Linguísticas para a Internacionalização está agendada para o dia 25 e sobre Estruturação de Internacionalização de Políticas Linguísticas, para o dia 11 de março. As informações estão disponíveis no site do conselho britânico . As inscrições devem ser feitas no mesmo endereço.

De acordo com dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), de 2017, 225 de 230 instituições de ensino que participaram da pesquisa alegam ser pouco ou nada internacionalizadas. Além disso, pesquisas realizadas pelo Programa Idiomas sem Fronteiras demonstraram que apenas 3% dos acadêmicos e pesquisadores de universidades brasileiras com pós-graduação possuem o nível C1, avançado, de inglês.

Agência Brasil

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Saúde

Crise chega a Portugal que prevê o fim de oxigênio e leitos para Covid

(Foto: Getty Images)

Depois que o Brasil se tornou notícia no mundo inteiro por conta da crise da falta de oxigênio no Amazonas, agora Portugal já começou a emitir sinais de alerta que o gás também está perto do fim por lá. O Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS) denunciou nesta terça-feira (19) que existem vários hospitais da região de Lisboa e Vale do Tejo que estão atualmente em situação crítica, sendo incapazes de assegurar a qualidade do atendimento dos doentes de Covid.

“A falta de meios humanos, de camas e até de oxigênio tem levado ao acúmulo dos doentes em macas, deixas na porta dos hospitais e nas ambulâncias. Temos conhecimento de que vários hospitais não conseguem fornecer oxigênio com a adequada pressão aos doentes, problema que tende a agravar-se nos próximos dias. Devido à falta de meios, em várias unidades, os critérios para atendimento e internamento tornaram-se mais restritivos, deixando de fora muitos doentes com dificuldade respiratória e com estados clínicos potencialmente em agravamento”, afirmou a nota oficial enviada à imprensa.

O país europeu tem vivido seu pior momento desde o início da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infecção têm sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, há faltam de insumos e profissionais da saúde em alguns hospitais do país e os que já estão na linha de frente estão sobrecarregados de trabalho.

“A falta de camas para suprir ao grande número de urgências tem tido como resultado o acúmulo de doentes em macas, e até em cadeirões, em condições pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de saúde, e que não garantem o distanciamento necessário para evitar mais contágios”, explicou o sindicato.

No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do número de casos do coronavírus no país. O comércio e os serviços não essenciais estão fechados e devem continuar assim até o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavaliação. A ordem é que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em março e abril do ano passado.

O país lusitano tem batido recordes do número de casos diariamente e, ao todo, o país já registrou mais de 556 mil casos desde o início da pandemia e 9.028 mortos.

Marie Claire – Globo

 

Opinião dos leitores

  1. A boiada anda tão sem argumentos, que já estão misturando o Min. Lewandowski com a falta de oxigênio em Portugal.

  2. Lewandowski resolve com certeza, basta um dos puxadinhos do PT entrar com uma ação no STF, que o glorioso ministro trapalhão recorre a corte internacional, ele é poliglota.

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Clima

Meteorologia da EMPARN prevê boas chuvas no RN em 2021

FOTO: ASSECOM/SAPE

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, da Pecuária e da Pesca – SAPE e da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN – EMPARN, realizaram nessa terça-feira (12), a apresentação do balanço das chuvas em 2020 e perspectivas para o período chuvoso no Rio Grande do Norte em 2021. O evento realizado de forma híbrida, virtual pela plataforma Google Meet, e presencial no Auditório Governador Iberê Ferreira de Souza, localizado na sede da Emparn, reuniu representantes públicos e privados de diversos setores ligados a agropecuária e segurança hídrica potiguares, bem como veículos de imprensa.

Sobre o balaço das chuvas no ano passado, o Rio Grande do Norte apresentou chuvas entre as categorias de normal a acima do normal com volume médio de 910,1 mm, superando os volumes esperados nas regiões Oeste, Leste e Agreste. Em termos numéricos, a região Leste foi a que registrou o maior volume acumulado médio observado com 1.313,3 mm, enquanto que o esperado foi de 1.252,1mm; seguida da região Oeste, com 919,7mm, enquanto 790,6 era o esperado. O Agreste acumulou 710mm e o esperado era de 714,5mm. E por fim a região Central acumulou 697,1mm e o esperado era de 627,7mm.

No período, a cidade de Mossoró, no Oeste potiguar bateu o recorde de chuva diária com 176,4 mm ocorrida em 29 de fevereiro, sendo este o maior volume diário dos últimos 63 anos. Já Natal, localizada na região Leste, registrou em maio, volumes com 426,1 mm, sendo seu segundo maior índice pluviométrico desde 1963. O primeiro ocorreu em 2011 com 447,4 mm.

Já a previsão climática para o primeiro trimestre de 2021, estação pré-chuvosa no Rio Grande do Norte, é de ocorrência de chuvas dentro da média histórica, de acordo com a análise da Unidade Instrumental de Meteorologia da EMPARN. “Estamos muito felizes com as boas previsões, com à possibilidade de termos um inverno acima da normalidade. As chuvas se iniciando agora no final do mês de janeiro, inverno se consolidado a partir da segunda quinzena de fevereiro, estamos atentos a tudo isso. A governadora professora Fátima Bezerra tem nos cobrado a questão da distribuição das sementes, de chegarem as mãos do agricultor familiar no momento certo”, afirmou o secretário da SAPE, Guilherme Saldanha.

Para a região Oeste do Estado, a estimativa é do maior volume pluviométrico médio do RN com 315 milímetros (mm) para os meses de janeiro, fevereiro e março. As regiões Leste e Central, cada uma com previsão para o período com de 250mm e o Agreste com 188mm. “Desde meados de 2020 estamos presenciando a atuação do fenômeno La Niña. O fenômeno, em oposição ao El Niño, ocasiona o resfriamento da temperatura média das águas superficiais na faixa equatorial do oceano Pacífico, aumentando os ventos alísios de leste na superfície inibindo a formação de nuvens”, disse, o chefe da Unidade, o meteorologista Gilmar Bristot.

As análises, de acordo com Bristot, sugerem que o ano de 2021 apresente características climáticas, no RN, semelhantes ao ano de 2011, quando a La Niña ocorreu pela última vez no estado em fase com a Atividade Solar em situação de mínima. “Com esse cenário espera-se um quantitativo normal de chuvas no RN, porém com de grande variabilidade temporal e espacial, característica inerente ao clima semiárido”, completou.

Opinião dos leitores

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Saúde

Governo prevê 150 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 no primeiro semestre de 2021

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros Foto: Pablo Jacob

O Brasil deve receber 150 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 no primeiro semestre de 2021. O montante se refere aos imunizantes desenvolvidos pela Pfizer/BioNTech, Sinovac Biotech/Butantan e AstraZeneca/Universidade de Oxford. A previsão foi feita nesta terça-feira pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros.

O governo brasileiro tem, no entanto, apenas um acordo firmado com o laboratório AstraZeneca para aquisição de doses e transferência de tecnologia para produção local na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) até o momento. O Brasil também aderiu à Covax Facility, iniciativa global liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que visa universalizar o acesso a vacinas.

Na semana passada, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou que as primeiras entregas devem ocorrer em janeiro, com um quantitativo de 24,5 milhões de doses juntas dos três laboratórios no mês. Na previsão de Pazuello, seriam 9 milhões de doses da CoronaVac, 15 milhões do imunizante da AstraZeneca e outras 500 mil da Pfizer/BioNTech.

O Ministério da Saúde apresentou na semana passada o Plano Nacional de Imunização incluindo as três diferentes vacinas, apesar de, até o momento, ainda não ter concluído acordos com a Pfizer e com o Instituto Butantan, que é responsável pela produção local da vacina da Sinovac.

Nenhuma vacina recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) até o momento para ser aplicada no país.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Bozo vai comprar 100 milhões de doses da Coronavac…
    Como é que fala, gado? "O homem é bom, o omi é espetacular" kkkkkkk
    Preparem a bundinha, gadoooooooo!
    Mummmmmmmmmm

  2. Galera, como eu consigo um emprego de jumento ou boi no blog, para passar o dia escrevendo besteira???? Falo com BG ou com algum representante político da esquerda radical ou direita extremista??? Agradeço, trabalho para qualquer ideologia dessas..

    1. Esse Bozo se diz de anticomunista, mas pensa como Stalin, e não está nem aí para a quantidade de mortos:

      "Uma única morte é uma tragédia"; Duzentos e cinquenta mil mortes "é uma estatística".

  3. Se essa conversa for igual aquela de que vai privatizar, de que vai combater a corrupção a gente já sabe: vai ter vacina pra meia dúzia….Muiu

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Saúde

Chefe da Interpol prevê mais casos de roubo de carga durante as semanas de transporte de vacinas

Foto: Ammar Awad/Reuters

Haverá um aumento significativo dos crimes de roubo de carga durante o translado das doses de vacinas contra o coronavírus, disse o diretor da Interpol, Jürgen Stock, afirmou, nesta segunda-feira (21).

“Com o translado das vacinas, o crime vai aumentar de maneira importante”, disse Stock à revista alemã “Wirtschaftswoche”.

“Vamos assistir a roubos, saques de armazéns e ataques durante o transporte das vacinas”, completou.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) deve se pronunciar nesta segunda-feira sobre a vacina da Pfizer-BioNTech.

O Comitê de Medicamentos de Usos Humanos (CHMP, na sigla em inglês) da EMA, com sede em Amsterdã, antecipou em uma semana a reunião inicialmente prevista para 29 de dezembro, durante a qual deve anunciar se autoriza ou não a vacina.

Distribuição nos EUA

Doses da vacina da Moderna contra a Covid-19 começaram a ser empacotadas para envio no domingo (20) nos Estados Unidos. A vacina foi autorizada para aplicação na população no sábado (19) pelo Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) americano.

Segundo o jornal “The New York Times”, 5,9 milhões de doses devem ser enviadas. A previsão é que a vacina comece a ser dada às pessoas nesta segunda-feira (21). Cada pessoa precisa de duas doses.

Até agora, 556 mil pessoas foram vacinadas e já houve a distribuição de 2,84 milhões de doses da vacina da Pfizer e da BioNTech.

A distribuição da vacina da Moderna para mais de 3.700 pontos nos EUA vai aumentar o volume de doses no país.

5,9 milhões de doses

O plano é entregar 5,9 milhões de doses dessa vacina nesta semana, e 2 milhões da Pfizer.

A vacina da Moderna pode ser mantida por até 30 dias em um refrigerador comum, e a da Pfizer precisa de uma temperatura de -70ºC.

G1

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Economia

Governo prevê rombo de R$ 232 bilhões em 2021

O ministro da Economia, Paulo Guedes, durante evento em Brasília Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Após alerta do Tribunal de Contas da União (TCU), o governo deve enviar ao Congresso, nesta sexta-feira, uma meta de déficit primário de R$ 232,1 bilhões para 2021. O rombo nas contas públicas é a diferença entre receitas e despesas, sem considerar o pagamento com juros da dívida.

Foi incluído nesse cálculo o impacto da prorrogação da desoneração da folha de salários de 17 setores intensivos em mão de obra, após a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro, além de outros ajustes. Entre eles, novos parâmetros para o crescimento da economia e inflação no próximo ano.

Segundo fontes envolvidas nas discussões, a previsão de crescimento do PIB estabelecida pelo governo é de 3,2% em 2021, mesmo valor previsto para o Orçamento. A previsão para a inflação medida pelo IPCA também é de 3,2%, também igual ao previsto no Orçamento.

Os números foram definidos pela da Junta de Execução Orçamentária (JEO), formada pelos ministro Paulo Guedes (Economia) e Braga Netto (Casa Civil), nesta quinta-feira. Ontem, o GLOBO antecipou que o governo decidira abandonar a ideia de uma meta flexível nas contas públicas.

A proposta com os novos parâmetros vai modificar o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano que vem, previsto para ser votado na próxima quarta-feira pelo Congresso. A LDO define as bases do orçamento da União, que só será apreciado pelos parlamentares em fevereiro.

Quando o Executivo enviou a proposta de LDO em abril, decidiu não enviar uma meta fixa, propondo uma meta flexível (que depende apenas do resultado da arrecadação, respeitado o limite de despesas do teto de gastos, que limita o crescimento das despesas à inflação). Como justificativa, o governo alegou as incertezas naquele momento sobre os desdobramentos da pandemia no novo coronavírus.

No mês passado, o TCU alertou que a não fixação de uma meta específica era inconstitucional e feria a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Com a decisão de estabelecer uma meta fiscal, o governo também retoma a possibilidade de contingenciamento, o bloqueio de recursos no Orçamento. Ele ocorre quando as recetias do governo estão abaixo da previsão. A expectativa é votar a LDO até o fim do mês.

Com as medidas de enfrentamento à pandemia, o país deve encerrar o ano com déficit de R$ 844,6 bilhões, segundo projeções oficiais. O descasamento entre receitas e despesas foi possível graças ao orçamento de guerra decorrente do estado de calamidade em função da pandemia, que liberou o governo das amarras fiscais.

Governo vê retomada do crescimento e fim do auxílio

A definição da meta fiscal ocorre em um momento em que a equipe econômica aposta em uma forte retomada da atividade econômica, já a partir do fim do ano.

Nesta sexta-feira, a Secretaria de Política Econômica (SPE) divulgou nota em que afirma que os resultados do quarto trimestre de pesquisas setoriais, como da indústria e do comércio, apontam tendência de crescimento.

A pasta voltou a afirmar que os indicadores reforçam a expectativa de que não seja necessário prorrogar medidas de estímulo, como o auxílio emergencial.

“Os fortes resultados da atividade econômica para outubro, mesmo com a redução do valor do auxílio emergencial, indicam que a economia está voltando à normalidade, sinalizando que o crescimento continuará avançando no primeiro semestre de 2021 sem a necessidade de auxílios governamentais”, diz a SPE em nota.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. E lembrar q a gadolandia, na época coxinhalandia, foi fazer micareta por causa do rombo "fuderastico" de 60bi de Dilma.
    Respeitem o chefe da gadolandia, aqui é 230bi de rombo!

  2. FALAR EM PT,CADE OS 5 MILHÕES QUE DESAPARECERAM DOS RESPIRADORES SUPERFATURADOS E NAO RECEBIDOS??? A DESGOVERNADODORA É DO PT,NAO RESPEITAM NEM A DOENÇA DO POVO POTIGUAR,VAI FICAR POR ISSO MESMO? CANALHAS !!!!!!!

    1. Cada jumento cometando.
      Ano atípico…. ou dá onde tá vindo a grana que está perimtindo que os estados não afundem de vez (apesar das medidas restritivas que tomaram)?
      E a grana do auxílio emergencial?
      Mas né a turminha do PT que acredita que se induz crescimento por meio de gasto público?
      -hi-hooo hi-hooo hi-hooo!
      "Gasto publico é vida". Pesquisem quem disse isso.

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Saúde

Pazuello prevê vacina de Oxford registrada no fim de fevereiro

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, previu nesta terça-feira (8), em reunião com governadores, que a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca tenha o registro aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no fim de fevereiro.

O governo destinou R$ 1,99 bilhão para o Ministério da Saúde viabilizar a produção e/ou a aquisição de 100 milhões de doses da chamada vacina de Oxford.

Em reunião com governadores no Palácio do Planalto — parte deles participou por videoconferência e parte presencialmente —, Pazuello foi questionado sobre a etapa de desenvolvimento do imunizante. O Ministério da Saúde anunciou em junho a parceria para a pesquisa e produção nacional da vacina, em parceria com a universidade e a farmacêutica.

“Isso é AstraZeneca, em que fase está? Previsão de submeter à Anvisa (em dezembro). Previsão de registro? Previsão de início no final de fevereiro. Então, se Deus quiser, com tudo pronto, nós iniciaremos a vacinação da AstraZeneca”, disse.

De acordo com Pazuello, a vacina de Oxford está na etapa de conclusão da fase 3 dos testes. Em seguida, o processo deve ser submetido à Anvisa, que avaliará se pode conceder o registro. Segundo o ministro, esses documentos devem ser enviados à agência até o fim deste mês.

“Se isso acontecer, nós só vamos ter registro efetivo da AstraZeneca no final de fevereiro, mesmo que tenham chegado as 15 milhões de doses em janeiro. A Anvisa seguirá dentro dos seus critérios técnicos. Com certeza, ela vai fazer o mais rápido possível”, explicou Pazuello.

Segundo o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), que participou por videoconferência, a informação do Ministério da Saúde é de distribuição de 100 milhões de doses da AstraZeneca até junho; início da vacinação em 3 de março; e mais 160 milhões de doses no segundo semestre. De acordo com o governador, o ministério informou que também serão negociadas mais 112 milhões de doses de outros laboratórios.

Estiveram no Palácio do Planalto os governadores Wellington Dias (PT), do Piauí; Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte; Paulo Câmara (PSB), de Pernambuco; Gladson Cameli (PP), do Acre; Helder Barbalho (MDB), do Pará; e Ronaldo Caiado (DEM), de Goiás. Outros governadores participaram por videoconferência.

Em entrevista antes do encontro, os governadores destacaram a necessidade de definir, junto com o governo federal, um cronograma para vacinação contra a Covid-19.

Pfizer

A reunião do ministro da Saúde ocorreu no mesmo dia em que o Reino Unido começou a imunizar a população contra a Covid-19 com a vacina produzida pela farmacêutica norte-americana Pfizer e pela empresa alemã de biotecnologia BioNTec (veja no vídeo abaixo).

O país foi o primeiro a começar a vacinação contra o novo coronavírus. Aos governadores, Pazuello afirmou que o governo federal negocia a compra de 70 milhões de doses dessa vacina. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (7).

O ministro citou a dificuldade em relação à vacina da Pfizer, que precisa ser mantida em temperaturas abaixo de -70º. Segundo ele, a previsão é o Ministério da Saúde receber 8,5 milhões de doses no primeiro semestre de 2021 e o restante a partir de junho.

CoronaVac

Na reunião, Pazuello também foi questionado sobre as tratativas do governo federal para a aquisição da vacina desenvolvida no estado de São Paulo em parceria do Instituto Butantan com a farmacêutica chinesa Coronavac.

O ministro disse que o imunizante também está no fim da fase três dos testes e, na sequência, deve ser submetido à Anvisa. De acordo com ele, a análise pela agência deve levar cerca de 60 dias.

“O presidente falou claramente isso aí: todas as vacinas que tiverem seu êxito, sua eficácia com seus registros da Anvisa da maneira correta e, se houver necessidade, por que não adquirir? O presidente colocou de forma clara, o resto faz parte do dia a dia das discussões do país”, disse.

G1

Opinião dos leitores

  1. Os responsáveis são as pessoas que não se cuidam,será que ninguém sabe o que é necessário fazer pra evitar o contágio?se eu me contagiar,o culpado sou eu e não outros.

  2. Taí o especialista em logística que deixou os testes vencerem . Subserviente e fraco . Leva carão de Tonho é fica todo MUFINDO ( será que existe esse termo ? ) . O gado ? está acostumado . Atenção ! Sentido ! Direita volver ! MUMMMMMMMMM

  3. Será que é tão difícil entender ao fazer a leitura do texto e de outros veículos de imprensa para saber que a terceira dose da vacina do Butantã está em andamento para "a posteriori " ser submetida a aprovação pela Anvisa?

  4. Hipocrisia e seletividade são umas m… Antes era todo o mundo 'cientificista'. Agora pra aprovar vacina tem que sair atropelando tudo nas carreiras. Fanatismo político é outra m…

  5. GOVERNO DO BOZO, está misturando SAÚDE com política, enquanto os PAÍSES estão se ajustando para VACINAÇÃO o BRASIL ficando por último. E os índices mortalidade cada vez aumentando e quem é o responsável????

  6. A Anvisa vai ser a arma utilizada pelo governo pra justificar sua demora.
    Vão empurrar a aprovação das vacinas com a barriga, dando tempo para montagem de algum plano de distribuição.
    Lamentável. Ainda há quem defenda.

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Diversos

Cientista russo prevê que os próximos 10 anos serão piores do que 2020

Foto: Pixabay/ Divulgação

Enquanto a esperança em dias melhores parece ser o único refúgio que restou para a humanidade em um ano marcado por uma pandemia de alcance global, que matou 1,4 milhão de pessoas, o cientista russo Peter Turchin indica que ainda é possível piorar. Segundo ele, os próximos dez anos serão ainda mais aflitivos do que 2020.

“Temos praticamente garantidos mais cinco ou dez anos infernais”, afirmou Turchin à revista americana The Atlantic. Biólogo de formação, o russo usa modelos matemáticos para prever tendências sociais.

A previsão poderia ser mais uma dentre que se repetem todos os anos, não fosse por um detalhe: em 2010, previu uma “era da discórdia” e um período perturbação social que ganharia força por volta do ano de 2020.

Agora, em meio à pandemia de Covid-19, cenário econômico enfraquecido e a força da democracia sendo colocada à prova, até os analistas mais céticos começam a olhar com mais atenção para as falas do cientista russo.

O raciocínio que levou Peter Turchin a fazer a previsão no estudo publicado pela revista Nature, em 2010, e o prognóstico para os próximos dez anos é o mesmo.

Desde que deixou a biologia, ele passou a analisar dados históricos e arqueológicos dos últimos 10.000 anos e percebeu padrões de comportamentos e acontecimentos que se repetem de tempos em tempos. Dentre eles está a oscilação entre violência e paz provocada pela movimentação social que, conjugada com três pilares, o levaram à previsão sombria para os próximos 10 anos.

Em sua entrevista à The Atlantic, Turchin explicou que o cenário sombrio para a próxima década se baseia em três pontos fundamentais.

Primeiro ele explica que a camada da elite na sociedade está se expandindo rapidamente, sem que sejam criadas posições para esses novos membros. Essa situação gera uma disputa no topo da pirâmide social que culmina em uma divisão entre elite e contra-elite.

Somam-se a este quadro uma classe trabalhadora com qualidade de vida em declínio e um Estado enfraquecido, insolvente e que já não consegue mais solucionar os problemas de suas sociedades.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Meu Jesus quanta gente para dizer que tudo vai melhorar, o pior cego é aquele que não enxerga um palmo além do próprio nariz, leiam a Bíblia à luz do Espirito Santo e com certeza vcs verão que estamos vivendo os últimos dias desta humanidade tão desumana, que não acreditam mais nos Evangelhos, acreditam em tudo criado pelo ser humano, horóscopos, tarós, divindades pagãs e muitas outras coisas vindas de satanás, enxerguem o óbvio, calculem que até 2030 Jesus estará vindo nas nuvens para julgar os vivos e os mortos, salve-se quem quiser.

  2. "Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios,
    sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus."
    2 Timóteo 3:1-4

  3. Os anos 90 foram praticamente iguais do início ao fim, veio os anos 2000 a 2010 como ano da tecnologia e foram praticamente iguais…ai veio a quebra do ciclo vicioso com a virada social entre 2010 e 2020 e o povo que estava acostomado somente com soluções, passou a se preocupar com os problemas da atualidade…apenas isto! Vamos ter mais coragem e atitude pensando a agindo com sabedoria que não vai resolver tudo, más, resolverá o necessário.
    Há!…lebrando que esta opinião e minha e não irá impactar na sua vida, portanto…continue vivendo!

  4. Hoje o brasileiro(a) de classe média que tem a casa ou apartamento próprio quitado,um carro próprio,com emprego e salário fixo ou seja aposentado ou que tenha o seu próprio negócio e consegue pagar os seus boletos em dia,já é um vencedor,um campeão.
    Daqui para frente à ascensão social e econômica e cultural no Brasil e no mundo ficará ainda mais dificil ou praticamente inatingível ou inalcançável para as pessoas e famílias mais empobrecidas com poucos recursos financeiros e matériais.

  5. BG, na bíblia em no Livro de Mateus 6:34 diz a palavra do Senhor: não vos inqueteis com o dia do amanhã, basta o dia de hoje o seu próprio mal. Aí vem o cientista dizer isso, vá ler a bíblia.

    1. Vá nessa conversinha ilusória, não planeje seu amanhã não e fique esperando cair do céu, viu?!?!
      Não estamos mais na idade média mas a tal da religião ainda cega muita gente…

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Saúde

Fiocruz prevê vacinar no país 65 milhões por semestre em 2021 contra o novo coronavírus

Foto: Reprodução/Globo News

O vice-presidente de produção e inovação em saúde da Fiocruz, Marco Krieger, disse nesta segunda (23), em entrevista à GloboNews, que a previsão da fundação é vacinar 65 milhões de pessoas no primeiro semestre de 2021 e outras 65 milhões no segundo, considerando 2 doses para cada pessoa.

A Fiocruz tem um acordo de transferência de tecnologia com a AstraZeneca (a farmacêutica desenvolve uma vacina em parceria com a Universidade de Oxford) para produção das vacinas em solo brasileiro.

A vacina da AstraZeneca/Oxford mostrou eficácia de até 90% conforme a dosagem, segundo resultados preliminares divulgados nesta segunda-feira. Os dados ainda não foram revisados por outros cientistas nem publicados em revista científica (leia mais abaixo).

Krieger também ressaltou a possibilidade de vacinar mais pessoas em menos tempo. “A grande vantagem é que esse protocolo que deu o melhor resultado traz um benefício adicional. A gente vai poder fornecer a vacina para mais 30% de pessoas do que havia previsto”, disse Krieger.

A vacina de Oxford é uma das quatro que estão em testes de fase 3 no Brasil. Em agosto, o governo federal disse que iria investir R$ 1,9 bilhão na produção de 100 milhões de doses. No começo de novembro, a Fiocruz anunciou um cronograma de produção e distribuição do imunizante no Brasil.

As outras três candidatas em testes no país são as da Pfizer/BioNTech, da Sinovac (CoronaVac) e da Johnson & Johnson.

Eficácia de até 90%

A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca mostrou eficácia de até 90% conforme a dosagem, segundo resultados preliminares divulgados nesta segunda-feira (23). Os dados ainda não foram revisados por outros cientistas nem publicados em revista científica.

Veja os principais pontos do anúncio:

A vacina teve 90% de eficácia quando administrada em meia dose seguida de uma dose completa com intervalo de pelo menos um mês, de acordo com dados de testes no Reino Unido e no Brasil. Esse foi o regime de menor dose – o que foi um ponto positivo para os pesquisadores, porque significa que mais pessoas poderão ser vacinadas.

Quando administrada em 2 doses completas, a eficácia foi de 62%.

A análise que considerou os dois tipos de dosagem indicou uma eficácia média de 70,4%.

O chefe da pesquisa da vacina, Andrew Pollard, disse estar otimista que a resposta imune gerada pela vacina dure pelo menos um ano.

Foram registrados 131 casos da doença entre os voluntários: 101 entre os que receberam o placebo (substância inativa) e 30 entre os que receberam a vacina. Não houve nenhum caso grave da doença entre os que tomaram a vacina.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram os dados de 11.636 pessoas vacinadas. Dessas, 8.895 receberam as duas doses completas, e 2.741 receberam a meia dose seguida de uma dose completa.

A AstraZeneca pretende ter 200 milhões de doses prontas até o fim de 2020 e 700 milhões de doses até o fim do primeiro trimestre de 2021, em todo o mundo.

A vacina pode ser armazenada, transportada e manuseada em condições normais de refrigeração (entre 2°C e 8°C) por pelo menos 6 meses. (É uma vantagem em relação à candidata da Pfizer, que precisa ser armazenada a -70ºC durante o transporte, e da Moderna, que precisa ficar a -20ºC).

O CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot, afirmou em coletiva de imprensa que uma dose menor na primeira aplicação da vacina significa que mais pessoas podem ser vacinadas em um intervalo menor.

“Poder vacinar mais pessoas mais rapidamente é realmente uma grande vantagem”, disse.

Vacinação até março de 2021

A Presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade disse no começo de novembro acreditar que a vacinação contra a Covid-19 no Brasil comece até março.

“Temos a expectativa de que todo o processo de imunização comece a ser feito no primeiro trimestre de 2021”, disse Nísia Trindade.

Nísia explicou que espera iniciar a produção já em janeiro ou em fevereiro. “A Agência de Vigilância Sanitária vai acompanhar todo o processo”, emendou.

G1

 

Opinião dos leitores

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Diversos

Projeto Pipa prevê gás natural canalizado para o litoral sul

Foto: Divulgação

A Companhia Potiguar de Gás (Potigás) representada pela diretora presidente, Larissa Dantas, e pelo Gerente Técnico, José Augusto Rezende, apresentou nesta quinta-feira, 24/09, para autoridades e representantes da rede hoteleira, de bares e restaurantes e também do movimento Preserve Pipa, o Projeto Pipa, que visa levar o gás natural canalizado para um dos principais destinos turísticos do Brasil. A reunião aconteceu no auditório do Hotel Pipa Atlântico.

Na ocasião, o Gerente Técnico da Potigás, José Augusto Rezende, detalhou o projeto desenvolvido para a região que já passou por etapas como a sondagem dos trechos, topografia e cujo projeto executivo foi concluído. Uma das formas de viabilizar a chegada do gás natural canalizado na região é a implantação de 32 quilômetros de gasodutos indo de Goianinha até Pipa, passando por Tibau do Sul. Há ainda outras possibilidades como o gasoduto virtual, que é o transporte do gás através de carretas.

“O projeto se insere entre os desafios da Potigás de aumentar a sua base de clientes e universalizar o acesso da população ao Gás Natural, essa é a essência do nosso contrato de concessão. No entanto, é necessário sabermos o volume de gás pretendido para a região, de forma que o investimento seja justificado”, ressaltou José Augusto.

48 empresas da hotelaria de Pipa e Tibau do Sul já demonstraram interesse em ter o gás natural canalizado e um levantamento geral será feito para se ter ideia do volume de consumo e com isso, a definição de como o projeto será viabilizado, se por meio da implantação do gasoduto de transporte ou de forma virtual (carretas).

A diretora presidente da Potigás, Larissa Dantas, destacou o empenho do Governo do RN em apoiar projetos que beneficiem a população e tragam desenvolvimento econômico e sustentável.

“É diretriz do governo da professora Fátima Bezerra a realização de um trabalho que promova o desenvolvimento sustentável, através da geração de energia limpa, comprometido com o consumidor, no sentido não só de ampliar o acesso da população ao gás natural, mas trabalhar para oferecê-lo com preço reduzido”, disse Larissa.

A presidente da Potigás também falou sobre os benefícios do gás natural que além de segurança, conforto e economia, tem grande impacto na preservação do meio ambiente e na saúde da população.

“Esse projeto trará para o litoral sul do nosso estado, a modernidade aplicada em várias partes do mundo com garantia de segurança e saúde para a população. O GN é um combustível mais limpo e consequentemente menos poluente, não exige espaço para armazenamento e o fornecimento é contínuo, não há preocupação com a troca do botijão. Como representante do Governo do estado, estou entusiasmada em trazer esse projeto para vocês”, afirmou Larissa.

“Nós defendemos o desenvolvimento do município e a vinda do gás natural unirá desenvolvimento com a sustentabilidade que também é uma bandeira da nossa gestão”, declarou Ieda Cortez, Secretária Municipal de Meio Ambiente, Urbanismo e Mobilidade Urbana.

Além da Secretária de Meio Ambiente, participaram da reunião em Pipa, o Prefeito de Tibau do Sul, Modesto Macêdo, a Secretária de turismo, Beth Bauchwitz, José Odécio, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH), o diretor de turismo da Emprotur, Pinto Júnior e representantes da Associação de Hoteleiros de Tibau do Sul e Pipa (ASHTEP), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, Pipa Convention e do movimento Preserve Pipa.

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Diversos

Reforma administrativa prevê demissão de servidor por ‘desempenho insuficiente’

Foto: André Coelho / Agência O Globo

A reforma administrativa encaminhada pelo governo ao Congresso nesta quinta-feira permite a demissão de servidores por “desempenho insuficiente”. As regras para essa desligamento só serão definidas, em lei, após a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da reforma administrativa.

Para o governo, o modelo de desligamento de servidor hoje é “engessado”, e prevê a “manutenção de servidores em atividades em que não há mais demanda e incapacidade de adaptações e ajustes”.

Atualmente, é permitida a demissão de servidores após sentença judicial transitada em julgado e infração disciplinar. No governo federal, em 2018, foram desligados 388 servidores (0,07% da força de trabalho).

A reforma prevê não ser mais necessário aguardar o trânsito em julgado, e valerá também decisão judicial proferida por órgão colegiado.

A demissão por desempenho vai valer, inclusive, para atuais servidores, após a regulamentação, de acordo com a apresentação do Ministério da Economia. O governo também prevê outras hipóteses para demissão para os futuros servidores, que só serão apresentadas após a aprovação da PEC.

— Em nenhuma hipótese vai ser permitida a demissão por questões políticas, pode decisão arbitrária — disse o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal, Wagner Lenhart.

— Hoje o modelo é engessado, em que há manutenção de servidores em que não há mais demanda. As demandas vão mudando com o passar do tempo e as próprias tecnologias vão alterando, modificando. O reflexo é de uma curva, um ciclo de vida, em torno de 59 anos, independentemente se ela é necessária ou não. O servidor continua sempre nos quadros da administração — completou o secretário.

Como se trata de PEC, é preciso o apoio de 308 deputados e 49 senadores, em dois turnos de votação em cada Casa.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Tem que ter avaliação de desempenho. Estabilidade sim, mas para quem produz. Nada de premiar a incompetência.

  2. Esquerdistas agora perdem o emprego.
    Não gosta de trabalhar.
    Pra eles quinta feira já é final de semana.
    Os poucos que trabalham, é só três dias.

    1. Mesmo sem estabilidade, parece que o esquerdista ainda ocupará o cargo, mesmo que de forma transitória. Vai entender, pq será que o direitista já julga o funcionário público como esquerdista? A direita estuda tanto que prefere não passar no concurso, é isso? Kkkkkkk

  3. O Brasil precisa urgentemente, de uma reforma administrativa ampla. Normalmente, é bons salários, muitas vantagens, e pouca produtividade. Uma casta quê faz muito mal ao nosso Brasil. João Macena.

  4. Concordo plenamente, porém faltou estender a reforma aos demais servidores do alto escalão, inclusive os políticos também. Precisa unificar essa reforma adm com uma política também

  5. As regras da reforma administrativas só não valem pra Juízes, Militares e parlamemtares, talkei?
    Nos de cima ninguém mexe. Faz arminha agora e grita um mmmummmm bem forte pro papai Bozo soltar um sorriso!

  6. Medida boa na teoria, na prática, os servidores vão ficar escravos da politicagem.

    Se tiver algum parente ou amigo querendo emprego, vão inventar qualquer desculpa para a demissão.

    Só acredito que funcionem quando acabarem as indicações políticas no serviço público.

  7. Essa reforma NÃO irá atingir os atuais servidores, ela será aplicada apenas aos FUTUROS SERVIDORES. No geral, diria que ela não só é boa como é necessária. É preciso valorizar os bons e excluir os preguiçosos e imprestáveis, que sabemos serem em grande quantidade. O serviço público não pode ser um esconderijo para quem não presta. Da forma como está, os bons não se sentem motivados para o trabalho e os malandros são sempre beneficiados. Os bons não terão o que temer e os ruins poderão ser expurgados.

  8. O que vamos ver é mais servidores públicos se submetendo a situações de assédio moral de seus superiores, a maioria das vezes colocados nestes postos não por meritrocacia mas por indicações políticas

  9. Vai começar pelos políticos e seus baboes, chupa ovos e aspones…..assessores de porra nenhuma!!!!!

  10. Existem muitos funcionários eficientes! Acho que esses naturalmente não têm com o que se preocupar! Porém, existem aqueles que fazem de conta que trabalham e o governo faz de conta que paga! Estes sim, vão ter que aprender a desempenhar a função com responsabilidade e profissionalismo. Em empresa privada, o funcionário responsável só não se aposenta nela, se a empresa quebrar, ou houver uma crise como essa, do coronavirus!

  11. Eu só acredito em reforma administrativa que tenha um artigo limitando o número de cargos comissionados.
    Hoje, a criação de cargos comissionados pelo Poder Executivo, Legislativo e Judiciário é feita para abrigar apadrinhados políticos e parasitas.

  12. A reforma prevê não ser mais necessário aguardar o trânsito em julgado, e valerá também decisão judicial proferida por órgão colegiado.
    Ou seja, para politico ladrao, somente apos o transito em julgado, em ultima instancia, pode ser condenado penalmente, e ir preso.
    Para o servidor publico, administrativamente, ser demitido, basta o segundo grau.
    Por o governo nao manda uma PEC de prisao em segunda instancia?

    1. Vixe, essa é a intenção??? Pq não passou em nenhum ainda???? Competência não é pra todos…..

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