O sucesso do áudio pornô, que atrai cada vez mais mulheres

FOTO: GETTY IMAGES

A indústria pornográfica migrou das fitas para o DVD, do DVD para internet, e agora acompanha a tendência de sucesso dos podcasts com uma novidade: o áudio pornô.

Ele é bem diferente do velho “disque-sexo”: consiste basicamente em histórias eróticas sem imagens, voltadas principalmente para o público feminino.

Nos últimos anos, houve um aumento no número de plataformas que oferecem o áudio pornô. De acordo com a revista Forbes, as startups dedicadas ao setor arrecadaram mais de US$ 8 milhões (R$ 33,6 milhões) só neste ano.

Para a sexóloga Francisca Molero, diretora do Instituto Iberoamericano de Sexologia, com sede em Barcelona, vários fatores explicam a crescente popularidade dos áudios pornôs.

Segundo ela, o primeiro é a “hipertrofia de alguns sentidos” que existe na sociedade contemporânea. “Há uma saturação de estímulos visuais. Chega um momento que os estímulos já não geram o mesmo efeito que geravam antes”, diz Molero à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

Portanto, de acordo com o especialista, o áudio pornô ou as plataformas áudio eróticas refletem a demanda de uma parte da sociedade em usar outros sentidos.

Essa demanda pode ver vista, diz Moelo, no fato de estarmos cada vez mais buscando cursos de culinária ou fazendo massagens ou spas.

Isso “tem a ver com os sentidos”, diz ela e, acima de tudo, com a consciência de que os estamos usando.

O poder da imaginação

Para Molero, a audição é um sentido muito importante para o erotismo, porque deixa muito mais espaço para a imaginação.

“A palavra é muito importante porque permite que você imagine muitas coisas”, diz ela.

O áudio — não necessariamente o pornô — também tem a vantagem de permitir que as pessoas façam outras coisas simultaneamente.

“Vivemos em um sociedade cada vez mais individualista e multitarefas, e colocar fones de ouvido permite que as pessoas façam mais de uma coisa simultaneamente.”

Enfoque feminino

“A pornografia sempre foi território masculino”, diz Molero. “É uma pornografia feita para homens e com cenas de mulheres fazendo coisas que os homens pensam que as mulheres gostam, mas que na verdade são voltadas para eles.”

“É um modelo absolutamente desigual, onde a mulher não existe, exceto como corpo e como corpo estereotipado.”

O áudiô pornô, no entanto, tem uma abordagem mais feminina, com muitas das plataformas fundadas por mulheres.

“As mulheres sempre usaram a literatura erótica como estímulo, porque as palavras permitem que você imagine as coisas de maneira diferente”, diz Molero.

Plataformas populares

Os formatos do áudio pornô variam.

Alguns sites oferecem gravações sonoras de encontros reais, orgasmos ou sexo oral.

Muitos dos áudios eróticos estão em sites conhecidos de pornografia, como o PornHub. Outros podem ser encontrados no Tumblr ou no Reddit. Normalmente nesses sites o que existe são áudios de pessoas anônimas gravadas durante o sexo.

Outros sites oferecem guias de masturbação assistida, como o site Voxxx, voltado especificamente para mulheres.

Mas existem várias novas plataformas que oferecem pequenas histórias eróticas, em formato de podcasts. A maioria oferece histórias apenas em inglês.

Um dos mais populares é o Dipsea, um aplicativo fundado pelas americanas Gina Gutierrez e Faye Keegan. É um aplicativo com assinatura, com um custo mensal de US$ 8,99 (R$ 37,74), que dá acesso a 175 histórias com atualizações semanais.

Outra plataforma popular é a Quinn, fundada por Caroline Spiegel e Jackie Hanley. É uma plataforma gratuita para usuários que, de acordo com o The New York Times, em breve terá uma opção para sugestões pagas aos criadores das histórias.

Já o site Literotica oferece ficção erótica gratuita com autores que enviam novas histórias todos os dias.

BBC Brasil

 

Natal Branco Lumen vai beneficiar mais de 400 crianças na capital e em Parnamirim; veja como ajudar

O Natal Branco Lumen é um dos projetos realizados pela Ação Social da Obra Lumen (@obralumen) e tem como principal intuito estimular o amor ao próximo e lançar sementes de solidariedade. Desde 1994, o projeto proporciona um Natal inesquecível a milhares de crianças carentes. Elas recebem de seus “Padrinhos de Natal” cestas básicas e presentes, além de participarem de um dia inteiro de diversão. Neste ano, serão mais de 400 crianças alcançadas bairros da cidade de Natal e de Parnamirim.

A 7ª edição no Rio Grande do Norte ocorrerá no dia 7 de dezembro, de 9:00 às 16:00 horas.

São 3 formas de ajudar:

1. Apadrinhe uma criança: Fale com algum dos nossos comissários e ajude na realização da festa, na doação de cestas básicas e presentes para as crianças.

2. Doações: É possível fazer doações em qualquer valor/produto para ajudar na realização do NBL.

3. Seja um voluntário

Faça parte você também e experimente a alegria de ser feliz fazendo o outro feliz! Será um dia único na sua vida e na de cada uma das crianças!

Mais informações: @lumennatal

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria Luzineide disse:

    Belíssimo trabalho dessa equipe. Eu sou grata a Deus por está contribuindo mais um ano.

  2. Karoline disse:

    Demais essa iniciativa…as criancas são amadas! Acredito que todos nós merecemos viver uma experiencia tão forte como essa, amar aqueles que são os preferidos de Jesus. Lindo projeto,linda cidade.

  3. Ana Cristina disse:

    Lindo projeto, ver a felicidade das crianças n tem preço,q cd vez posam atender a ms crianças

  4. Felipe Bastos disse:

    Que alegria ter um evento tão belo divulgado aqui neste espaço!! Parabéns pela iniciativa!! De fato, não há alegria maior do que fazer o bem aos outros que precisam! =D

  5. Clarice disse:

    Belíssimo projeto da Obra Lumen! Feliz pela oportunidade que Deus me deu em eu poder ajudar de alguma forma🥰🙌

Globo demite mais de 100 funcionários do Projac

Foto: Reprodução

O dia foi tumultuado na Rede Globo. A emissora demitiu nesta quarta-feira, 6, mais de 100 pessoas de suas equipes de entretenimento, de áreas como produção, transporte e figurino.

A emissora nega. Sobre o número exato de demitidos, a assessoria de imprensa da emissora informou que não confirma assuntos internos.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Censura eficaz (ou “controle social da mídia”, como quer a militância petralha) é a que afeta diretamente o saldo bancário do “jornalismo desejoso”. Essa de cassar concessão, defendida pelos saudosistas do arbítrio não passa de rematada bobagem.

  2. hein? cuma? disse:

    Sinto pelos funcionários, pais e mães, emfim… mas é o reflexo da falta dos "mimos", agora com a torneira das verbas públicas fechada o negócio é outro.

    • Silvino disse:

      Como são contraditório esses petralhas, uma hora é contra a globo, quem ganha salários altos, contra justiça e a elite do sistema financeiro, por trás defende é todos eles e fica é contra os réles mortais. Verdadeiro escárnio!

  3. ABC disse:

    Parece que o Plim Plim foi nocauteado no queixo, falta só ir a lona.

  4. ALEX DE MESQUITA disse:

    E VAI DE LADEIRA ABAIXO………….

    • Ricardo Victor Souto disse:

      No momento ela está nas cordas, porém sem poder de reação, visto não ter mais condições de se erguer por conta própria. O nocaute tá próximo, falta só o gongo.

Samu Natal registra mais de 2 mil trotes no 1º semestre de 2019

Foto: Daniel Morais

Quem precisa de atendimento de urgência e emergência na capital potiguar, sabe que basta discar o número de telefone 192 e entrar em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Natal (Samu Natal), que há 17 anos é referência em assistência à população. Porém, nem mesmo esse serviço essencial está livre dos chamados trotes.

Somente no primeiro semestre deste ano, o serviço já registrou mais de duas mil ligações consideradas trotes. O que pode parecer uma brincadeira inocente de alguns minutos para alguns, pode causar danos graves para alguém que espera se comunicar com a unidade e tem uma demanda verdadeira de urgência.

“Isso (o trote) gasta aproximadamente de um minuto e meio a três minutos no atendimento, coisa que poderia estar sendo utilizado para atender realmente uma ocorrência pertinente.”, explica o coordenador geral do Samu Natal, Cláudio Macedo.

Com mais de 300 profissionais envolvidos nos seus atendimentos, o Samu conta com todo um protocolo para receber essas ligações, que são passadas, se necessário, do primeiro atendimento com a telefonista auxiliar de regulação médica para um médico de plantão.

“A chamada entra, a telefonista faz o atendimento e se tiver prioridade ela já chama a atenção do médico. É atendido pelo médico e consequentemente ele libera (a ambulância) ou não”, como explica Cláudio.

Mesmo com todos esses cuidados, ainda podem existir casos em que o trote pode chegar ao extremo de fazer com que uma ambulância seja deslocada à emergência fictícia, gerando gastos e transtornos tanto para a equipe, que poderia estar realizando atendimentos verdadeiros, quanto para pacientes reais, que não conseguem ter suas demandas respondidas.

“Tudo isso exige um tempo resposta, um tempo utilizado, que vai prejudicar inclusive as demandas de pacientes que realmente necessitem e que ficam, porventura, deixados de lado porque fomos atender esse suposto caso mais grave. Isso prejudica o atendimento, prejudica o deslocamento, a questão financeira, combustível e desgaste da equipe também”, finaliza Cláudio.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. chibatazil disse:

    Fruto de uma sociedade moralmente doente, onde muitos se comprazem em brincar com um serviço de tamanha importância. Só uma punição severa e exemplar é capaz de frear os ímpetos desses marginais.

  2. Papudim disse:

    Simples… faz o rastreamento da ligação, descobre o número e o proprietário… Intima ele pra delegacia e faz ele perder uma tarde, ou o dia inteiro…. aí se foi ele ou um dependente dele, vai sentir a responsabilidade na sua vida….

Black Friday 2019: veja data, lojas e mais para o evento de descontos

Foto: Gabrielle Lancellotti/TechTudo

O varejo brasileiro se prepara mais uma vez para a Black Friday: a nova edição do dia de ofertas em 2019 está marcada para o dia 29 de novembro. O período de promoções poderá se estender ao longo do mês e promete trazer produtos de diversos segmentos, oferecidos por pequenos e grandes lojistas tanto online como físicos. Segundo o portal Busca Descontos, idealizador da iniciativa, a expectativa é superar os números de vendas pela Internet do ano passado, que alcançaram a casa dos R$ 2,6 bilhões em faturamento. Veja, a seguir, tudo o que você precisa saber sobre a Black Friday 2019.

1. Quando é a Black Friday 2019?

Inspirada no dia de ofertas nos Estados Unidos que coincide sempre com a data posterior ao Dia de Ação de Graças, a Black Friday foi importada em 2011 e, desde então, ocorre anualmente com relativa regularidade. Em 2019, a Black Friday acontece em 29 de novembro, tradicionalmente uma sexta-feira. A iniciativa é vista como uma forma de lojistas limparem estoques em preparação para os novos produtos que chegam para abastecer as prateleiras nas festas de fim de ano. A edição deste ano está marcada para a última sexta-feira de novembro.

O evento, porém, ganhou má fama após diversos lojistas não oferecerem ofertas reais — aos poucos, a Black Friday ganhou apelidos como “Black Fraude” e as ofertas passaram a ser tratadas pelo público como “a metade do dobro”. Ainda assim, os organizadores falam em “recorde de vendas ano a ano”. O volume de vendas de 2018, segundo dados oficiais, superaram em 23% os números de 2017.

2. Quais lojas participam?

O evento começou concentrado em lojas do e-commerce, mas hoje já envolve o varejo como um todo, incluindo pontos físicos e empresas de pequeno a grande porte. No entanto, apenas algumas se associam ao grupo idealizador e oferecem supostas garantias de que os produtos anunciados trazem ofertas reais.

Mais próximo à data, será possível conferir no site oficial (https://www.blackfriday.com.br/) quais são as empresas respaldadas. Os organizadores não se responsabilizam por promoções feitas por lojas que estão fora dessa lista.

3. Quais produtos entram em promoção?

A Black Friday traz produtos de diversos segmentos, mas uns são mais buscados do que outros. Eletrônicos costumam responder por uma fatia maior das vendas, com destaque para smartphones, itens de linha branca e TVs. Mas também surgem ofertas de roupas, calçados e livros, assim como perfumaria e cosméticos. Em 2018, por exemplo, a noite que antecedeu a sexta-feira de descontos teve um pico de vendas de perfumes e produtos de cuidados com o cabelo, cuidados com o corpo, desodorantes e dermocosméticos.

É possível também obter preços mais baixos em serviços. As principais operadoras do país, por exemplo, também têm histórico de oferecer promoções em planos e celulares vinculados a um pacote mensal com valor mais em conta, entre outras ações no ramo de telefonia.

4. Como se planejar para fazer compras na Black Friday?

A primeira dica para se preparar é preparar uma lista com os produtos desejados. Com isso em mãos, já é possível fazer uma pesquisa prévia para saber o preço cobrado atualmente nas principais lojas. É importante também se cadastrar no site da Black Friday e em sites de cupons, como CupoNation, Cuponomia, Pelando e Promobit para receber ofertas por e-mail — alguns desses serviços também têm extensões para o navegador.

Além disso, é recomendável programar alertas de preços nos comparadores para ser informado assim que um produto desejado atingir o valor que você está disposto a pagar. Se você usa Gmail ou Outlook, é possível criar regras para manter na caixa de entrada apenas as ofertas relacionadas aos produtos que lhe interessam.

5. Onde e como comprar na Black Friday 2019?

Quando começarem a surgir as primeiras ofertas por e-mail, confirme se o preço cobrado está mesmo baixo checando o histórico registrado em comparadores como Compare TechTudo, Zoom e Buscapé. Se o valor estiver conforme o esperado, confira os sites de cupons para saber se é possível obter um abatimento extra ao fechar a compra — alguns plugins para Chrome mostram cupons compatíveis diretamente no carrinho de compras do site.

Ao finalizar a transação, prefira sempre pagar com cartão de crédito, de preferência com cartão virtual. Dessa maneira, você evita que o número real do plástico fique exposto e dribla eventuais cobranças equivocadas feitas pelo lojista. Ao mesmo tempo, facilita a disputa de algum valor cobrado a maior e o estorno caso o produto não seja entregue. Além de não oferecer essas vantagens, o pagamento por boleto é mais usado por golpistas e pode demorar demais para compensar o pagamento de um produto com estoque limitado.

6. Como evitar golpes na Black Friday?

As medidas de segurança na Black Friday passam por cuidados tanto com a loja quanto com o aparelho ou local de compra. Comece conferindo se a loja é real e tem CNPJ, e se não está na lista negra do Procon. Veja também se o endereço está correto e não há erros de grafia que podem indicar página adulterada. Confirmado o link, cheque se o site oferece o cadeado e tem “https” no começo da URL. Em compras online, use sempre um computador pessoal com antivírus devidamente atualizado e com módulo de proteção de navegação — esse recurso bloqueia o acesso a sites fraudulentos automaticamente.

Nunca clique em links de ofertas que chegam por WhatsApp e avise a amigos para adotarem a mesma precaução. Lojas não costumam distribuir promoções por mensagem, então, se você receber uma propaganda, provavelmente se trata de golpe. Já nas redes sociais, assegure-se de que as ofertas vêm sempre do perfil oficial da loja, que traz um selo ao lado do nome.

Já ao comprar presencialmente, mantenha seu cartão sempre à vista, exija Nota Fiscal e não deixe de consultar os preços online: é possível que alguma loja na Internet ofereça preço mais baixo mesmo considerando eventual gasto com frete.

Globo, via Techtudo, Black Friday e eBit

 

Operação da Polícia Civil do RN e mais 11 estados, com apoio do Ministério da Justiça, mira mais de 300 sites e aplicativos por pirataria na internet

Operação conta com a participação das Polícias Civis de 12 estados – Divulgação Ministério da Justiça e Segurança Publica

A Polícia Civil de 12 estados realiza na manhã desta sexta-feira (1º) uma operação de combates a crimes de propriedade intelectual – a “pirataria”. São 30 mandados de busca e apreensão, bloqueio e suspensão de 210 sites e 100 aplicativos de streaming ilegal e remoção de perfis e páginas em redes sociais.

A pena para esses tipos de crimes prevê de dois a quatro anos de prisão e multa. A ação policial está em Amazonas, Bahia, Espirito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina e São Paulo.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública coordena esse trabalho que foi denominado de Operação 404. O nome faz referência ao código de resposta do protocolo HTTP para indicar que a página não foi encontrada ou não está disponível.

Metro Jornal

Mais de 1.800 voluntários se cadastram para limpeza do óleo nas praias do RN

Foto: Adema/Governo de Sergipe

Desde a segunda-feira (21) até as 14h desta quarta-feira (23), 1.841 pessoas se cadastraram como voluntárias para participar dos mutirões de limpeza do óleos nas praias do Estado, dentro da campanha #SeChegaraGenteLimpa. A Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, Idema e Secretaria Estadual de Saúde irão realizar nos dias 24 e 25 a capacitação dos voluntários para atuarem na limpeza das praias.

O coordenador da Defesa Civil, Marcos de Carvalho, destaca a importante participação da população nas ações. A expectativa era de que fossem cadastrados cerca de 800 voluntários, mas o número final de quase 2 mil pessoas demonstra o interesse em ajudar a mitigar o problema que atinge o litoral nordestino.

“Além dos voluntários, fomos procurados pelos Escoteiros, pela Cosern, que quer fazer doação de material, pelo Sindipostos (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do RN) que vai disponibilizar os postos de combustíveis como pontos de coleta de produtos, como água e protetor solar, para os voluntários. E mais empresas estão aderindo à campanha”, ressaltou.

A capacitação será realizada de acordo com o seguinte cronograma:

Dia 24 – das 8h às 10h

Touros – auditório do Centro de Turismo
Ceara-Mirim – Câmara Municipal
Extremoz – Ecoposto de Jenipabu

Dia 24 – das 14h às 16h

Natal – Secretaria Municipal de Administração
Rio do Fogo – Câmara Municipal
Maxaranguape – Câmara Municipal

Dia 25 – das 8h às 10h

Nísia Floresta – auditório da Secretaria Municipal de Educação
Baia Formosa – Câmara Municipal
Tibau do Sul – centro de treinamento da rede hoteleira

Dia 25 – das 14h às 16h

Parnamirim – auditório do Centro Administrativo Municipal
Canguaretama – Iate Clube Barra de Cunhaú
Senador Georgino Avelino – Palhoção da Barragem

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Aproveita, Fatão: desempregado é o que não falta nesta taba de Poti. Chama os cumpanhêru da CUT, do Sindipetro, MST, MTST, os ecochatos de plantão… e ripa na chulipa.

Notificadas, mais de 1,2 mil empresas potiguares podem ser excluídas do Simples, alerta Secretaria Estadual de Tributação

As empresas que já foram notificadas pela Secretaria Estadual de Tributação por ultrapassarem o volume de compras e terão 30 dias para regularizar a situação e continuar no regime fiscal

Um universo de 1.231 empresas optantes pelo Simples Nacional no Rio Grande do Norte corre o risco de no próximo ano ficar fora do regime fiscal, que, além de simplificar o recolhimento de oito tributos em uma única guia, chega a reduzir a carga tributária em até 40%. Esses pequenos negócios ultrapassaram o limite de compras estabelecido na Lei Geral da Micro e Pequena Empresa – a Lei 123/2006 -, que limita as compras até o equivalente a 80% do ingresso de recursos.

Desde junho, a Secretaria Estadual de Tributação está notificando essas empresas para se autorregularizarem. Em primeiro momento, a SET notificou 239 empresas com as maiores divergências, das quais 112 não fizeram as retificações devidas e receberão o Termo de Exclusão do Simples Nacional, tendo, assim, mais 30 dias para apresentarem defesa ou serão excluídas do Simples a partir de 2020, com efeitos retroativos desde janeiro deste ano, não podendo fazer opção pelo regime simplificado pelos próximos três anos.

Para reverter a situação, as empresas citadas terão que justificar, mediante processo, os motivos da extrapolação do limite determinado pela lei ou, ainda, retificar o valor no Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (PGDAS-D) conforme o faturamento. De acordo com dados da Coordenadoria de Fiscalização da Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN), o montante que deixou de ser declarado no PGDAS-D chega a R$ 278,6 milhões, referentes a apenas as 239 empresas notificadas em junho.

As empresas que foram notificadas em agosto passado para se autorregularizarem – cerca de 900 – precisam fazer o procedimento o quanto antes, assim evitando a exclusão do referido sistema. O Simples Nacional abrange os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e Contribuição Patronal Previdenciária para a Seguridade Social (CPP). O recolhimento é feito por um documento único de arrecadação, que deve ser pago até o dia 20 do mês seguinte. Dependendo do ramo e tipo de negócio, em alguns casos, o Simples chega a reduzir em até 40% do recolhimento de tributos.

Dívida ativa

A Secretaria Estadual de Tributação também está notificando as empresas com débitos inscritos na Dívida Ativa do estado pelo não recolhimento de tributos diversos, principalmente o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) e o Imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA).

Estão sendo notificadas 418 empresas, que se não quitarem os débitos dentro de um mês depois da citação, serão excluídas do regime especial de arrecadação como prevê a resolução 140 do Comitê do Simples Nacional (CGSN).

Festas de fim de ano devem abrir mais de 570 mil vagas temporárias

Número de vagas temporárias deve ter alta de 13,86% entre setembro e dezembro. Foto: Bruno Rocha/ Fotoarena/ Estadão Conteúdo – 14.08.2019

O número de vagas temporárias abertas para atender as demandas das festas de final de ano, como Natal e Ano Novo, além do Dia das Crianças, deve crescer 13,86% entre setembro e dezembro de 2019 em comparação com o mesmo período do ano passado. A previsão, feita pela Asserttem (Associação Brasileira do Trabalho Temporário), aponta que poderão ser disponibilizadas mais de 570 mil vagas nesse período. Em 2018, foram 500 mil oportunidades temporárias.

De acordo com o levantamento, o mês de outubro, devido ao Dia das Crianças, terá crescimento de 19,84% em comparação com 2018, e dezembro, em razão das festas de final de ano, com acréscimo de 21,82%, devem ser os meses com maior volume de vagas.

Os dados mostram que São Paulo, com cerca de 366 mil vagas, é o estado brasileiro com maior participação na geração de empregos temporários, seguido por Paraná (36.889), Rio de Janeiro (34.688), Santa Catarina (26.870) e Amazonas (26,701).

Hoje estagiária, a estudante Gabriela de Sá Rocha trabalhou como temporária numa loja do varejo no final do ano passado, e conta que, como primeiro emprego, o trabalho informal é uma oportunidade positiva, principalmente jovens.

Gabriela trabalhou como temporária. Foto: Reprodução/Instagram

“Eu aprendi a ser consumidora estando do outro lado. Aprendi como agir dentro de uma loja, o que você tem que fazer. Eu vejo essa experiência como uma coisa muito boa para jovens, que procuram um emprego como forma de pagar a faculdade, por exemplo. Então o trabalho temporário é uma coisa muito positiva, porque não importa como esteja a economia, as pessoas sempre vão comprar, e sempre vai existir essa demanda e essa necessidade”, diz Gabriela.

Segundo o diretor administrativo e financeiro da Asserttem, Alexandre Leite Lopes, esse aumento na demanda se dá tanto na indústria quanto no varejo. “Essas demandas de final de ano são complementares e são caracterizadas pelos seguintes aspectos: nos primeiros meses, entre setembro e outubro, há uma demanda maior na indústria. Porque há a necessidade de produzir mais bens e produtos para vender e distribuir no comércio, para que depois seja vendido para os consumidores”.

“E, posteriormente, essa demanda migra para o varejo, em novembro e, principalmente, dezembro. Porque aí há o Natal, o aumento de vendas por conta das festas e o comércio precisa de mais gente trabalhando”, explica Lopes.

Retomada

De 2014 a 2016, a oferta de vagas temporárias de fim de ano sofreu, assim como em diversos setores da economia, com a crise econômica que atingiu o Brasil. A recuperação teve início em 2017 e, neste ano, segundo previsão da Asserttem, passa por um bom momento, registrando alta em relação a anos anteriores.

Segundo Lopes, o momento de retomada não tem uma única causa. Para ele, é a somatória de alguns aspectos que resultam na estimativa de crescimento desse ano. “O primeiro é que a gente tem acompanhado o índice de confiança do comércio, medido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), e que mostra um crescimento nos últimos três meses. Então há uma tendência por parte do comércio de que os meses daqui para frente serão melhores, em termos de venda, como já vem acontecendo na pratica nesses últimos meses”.

“Além disso, as empresas estão com o quadro de empregados efetivos muito enxutos, então quando surge uma demanda extraordinária, elas precisam contratar uma mão de obra extra para atender essa demanda e com isso são contratados trabalhadores temporários. Por fim, está tendo, por parte das empresas, um maior conhecimento dessa modalidade de contratação”, explica Lopes.

Lei 6.019 de 1974

Ao contrário da impressão que existe em setores da sociedade, Lopes afirma que o trabalho temporário não se trata de precarização ou informalidade. Na verdade, existe uma regulamentação por trás dessa modalidade de contratação, que exige uma empresa que faça o intermédio na relação entre empregado e empregador.

“Existem empresas que são certificadas na atual secretaria do Trabalho e Previdência, para poderem prestar esse serviço para outras empresas que realmente demandam esse tipo de trabalho. Então o contrato de trabalho temporário só é válido se for feito por essas empresas intermediadoras certificadas para isso. Sendo feita dessa forma, é um trabalho legal, regulamentado”.

“O trabalhador temporário tem, praticamente, todos os direitos de um trabalhador CLT. Ele tem férias proporcionais, 13º, ele contribui para o INSS, então consequentemente conta o tempo para a aposentadoria dele também, ele é registrado, é um trabalho formal. E isso desde a lei de 1974”, explica.

Gabriela conta que entrou para trabalhar na Black Friday e ficou até o Natal, não deixando de receber as garantias e benefícios que um contratado pela CLT tem. “Quando saí, eu tive direito ao FGTS, eu tinha vale refeição, baixo, mas tinha, e também vale transporte, que era depositado direto na conta”, disse.

“É uma oportunidade de emprego. Além de tudo, pode ser uma porta aberta para uma vaga efetiva. Se mostrar um bom desempenho, o profissional pode ter uma chance depois do fim do contrato”, completa Lopes.

R7

 

Você tira o celular do bolso mais de 200 vezes por dia: smartphone já vicia mais gente, e de forma mais intensa, do que o cigarro, informa pesquisa

(Tomás Arthuzzi/Superinteressante)

Fumar era normal. As pessoas acendiam o primeiro cigarro logo ao acordar, e repetiam o gesto dezenas de vezes durante o dia, em absolutamente todos os lugares: lojas, restaurantes, escritórios, consultórios, aviões (tinha gente que fumava até no chuveiro). Ficar sem cigarro, nem pensar – tanto que ir sozinho comprar um maço para o pai ou a mãe, na padaria da esquina, era um rito de passagem para muitas crianças. O cigarro estava na TV, nos filmes, na música, na propaganda (nos EUA, ficou famoso um anúncio que dizia: “Os médicos preferem Camel”). 30% a 40% da população, dependendo do país, fumava.

O cigarro foi, em termos absolutos, a coisa mais viciante que a humanidade já inventou. Hoje ele é execrado, com razão, e cenários assim são difíceis até de imaginar. Olhamos para trás e nos surpreendemos ao perceber como as pessoas se deixavam escravizar, aos bilhões, por algo tão nocivo. Enquanto fazemos isso, porém, vamos sendo dominados por um vício ainda mais onipresente: o smartphone.

Quatro bilhões de pessoas, ou 51,9% da população global, têm um, de acordo com uma estimativa da empresa sueca Ericsson. E o pegam em média 221 vezes por dia, segundo uma pesquisa feita pela consultoria inglesa Tecmark. O número de toques diários no aparelho é ainda mais impressionante: são 2.600, segundo a empresa de pesquisa Dscout Research. O smartphone já vicia mais gente, e de forma mais intensa, do que o cigarro.

O smartphone já vicia mais gente, e de forma mais intensa, do que o cigarro.

Vivemos grudados em nossos smartphones porque eles são úteis e divertidos. Mas o que pouca gente sabe é o seguinte: por trás dos ícones coloridos e apps de nomes engraçadinhos, as gigantes da tecnologia fazem um esforço consciente para nos manipular, usando recursos da psicologia, da neurologia e até dos cassinos. “O smartphone é tão viciante quanto uma máquina caça-níqueis”, diz o americano Tristan Harris. E o caça-níqueis, destaca ele, é o jogo que mais causa dependência: vicia três a quatro vezes mais rápido que outros tipos de aposta.

Harris trabalhou quase cinco anos no Google, primeiro como programador e depois como “especialista em ética de design”: a pessoa encarregada de garantir que os apps e serviços do Google não fossem manipulativos ou viciantes. Em 2016, saiu da empresa para criar uma ONG, que se chama Center for Humane Technology e reúne programadores alarmados com o impacto da indústria da tecnologia. “Estamos colocando toda a humanidade no maior experimento psicológico já feito, sem nenhum controle.

A internet é a maior máquina de persuasão e vício já construída”, diz o programador Aza Raskin, criador daquilo que o que viria a se tornar um dos elementos mais viciantes dos smartphones: a “rolagem infinita”.

A internet é a maior máquina de persuasão e vício já construída”, diz o programador Aza Raskin. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, mas Raskin é famoso no Vale do Silício. Isso porque, em 2006, ele inventou o que viria a se tornar um dos elementos mais fundamentais (e viciantes) dos smartphones: a “rolagem infinita”. Sabe quando você vai descendo pela tela e o conteúdo nunca termina, pois vai aparecendo mais? Trata-se da rolagem infinita, que torna mais prático o uso do smartphone – mas também mexe com a sua cabeça.

“Se você não dá tempo para o seu cérebro acompanhar os seus impulsos, simplesmente continua rolando para baixo”, diz Raskin. Ele não imaginava o poder viciante de sua criação, e hoje se arrepende dela – tanto que é um dos fundadores do Center for Human Technology. “A pergunta que nós nos fazemos no Vale do Silício é: estamos programando apps ou pessoas?”, diz. “Só Deus sabe o que estamos fazendo com o cérebro das crianças”, afirmou Sean Parker, um dos fundadores e primeiro CEO do Facebook, num debate em 2018. “Nós exploramos uma vulnerabilidade da psicologia humana. Eu, Mark (Zuckerberg), Kevin Systrom (criador do Instagram), todos nós entendemos isso, conscientemente, e fizemos mesmo assim”, afirmou.

Você deve estar pensando: será que não tem um certo exagero nisso? Afinal, você não controla o uso que faz do smartphone, e pode tranquilamente deixá-lo de lado, certo? Mais ou menos. Primeiro, você provavelmente é bem mais dependente dele do que imagina. Segundo, na prática é difícil conter o uso do celular. Foi o que constatou uma pesquisa feita pela consultoria Deloitte com 2 mil brasileiros. 30% das pessoas disseram que têm problemas com o uso excessivo do smartphone, como dificuldade de concentração ou insônia, e 32% já tentaram maneirar – sem sucesso. Uma pesquisa do Hospital Samaritano de São Paulo revelou que oito em cada dez motoristas usam celular enquanto dirigem, embora 93% deles reconheçam que isso é perigoso.

É por isso que boa parte das pessoas está sempre com a cara enterrada na tela, mesmo nos momentos mais impróprios para isso: atravessando a rua, na praia, num show, etc. “Está havendo um sequestro da atenção, da consciência, da perspectiva de você se conectar com o mundo à sua volta. Uma epidemia da distração”, diz o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependência Tecnológica do Hospital das Clínicas (USP).

Estudos mostram que o uso excessivo de smartphone está ligado ao aumento das taxas de ansiedade, depressão e déficit de atenção, inclusive com alterações na estrutura do cérebro. Os sintomas começam a se manifestar quando a pessoa gasta mais de três horas por dia no celular, e nós já passamos disso: o brasileiro gasta em média 3h10 diárias nessa atividade.

Super Interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lúcifer disse:

    O processo de idiotização da humanidade está de vento em pôpa.
    Mas isso está escrito…
    Na cabeça de anta de muito idiota que depende de um celular prá viver!

Pela 1ª vez na Black Friday, brasileiro deve comprar mais na web do que em lojas físicas

Foto: Celso Tavares/G1

A Black Friday, mais conhecida no Brasil pelas promoções na internet, passou a ganhar nos últimos anos uma maior adesão do comércio de rua e shoppings e, em 2019, pela primeira vez, o número de compradores nas lojas físicas deverá se igualar ao do comércio eletrônico. É o que aponta uma pesquisa feita pelo Google em parceria com a consultoria Provokers.

De acordo com o levantamento, a intenção de compra somente na internet durante a Black Friday caiu de 52% em 2018 para 38% em 2019, enquanto que a parcela de compradores que pretende comprar apenas em lojas físicas passou de 41% para 37%.

Segundo a pesquisa, essa tendência será impulsionada sobretudo pelo consumidor multicanal. O número de entrevistados que disseram que planejam comprar em ambos os canais saltou para 25%, contra 7% no ano passado.

Em 2019, a Black Friday acontecerá no dia 29 de novembro.

A data de descontos foi criada nos Estados Unidos e “importada” por diversos países pelo mundo. A Black Friday acontece sempre na última sexta-feira de novembro, um dia após o feriado de Ação de Graças.

No Brasil, o evento existe desde 2010 e nasceu com foco na internet. A temporada da Black Friday é tratada pelo varejo como o principal evento do ano no e-commerce e tem impulsionado as vendas do comércio em geral nos meses de novembro.

A pesquisa do Google mostra também que 76% dos consumidores entendem que o período de promoções não dura só entre a noite de quinta-feira e a sexta-feira da última semana de novembro.

“A grande maioria dos consumidores entende que, no Brasil, a Black Friday é a semana, de segunda a segunda”, afirma Diego Venturelli, gerente de insights para o Varejo do Google Brasil.

Avanço da opção de retirar na loja

De acordo com a pesquisa, além da maior adesão das lojas físicas ao evento, outro fator que explica o empate da intenção de compra em ambos os canais é o aumento do interesse pela opção “comprar na internet e retirar na loja”.

Segundo o Google, 39% dos brasileiros consideram que a opção “retira na loja” como muito importante na hora de decidir a loja na Black Friday e 24% esperam usar essa forma de entrega para as compras feitas pela internet.

A principal vantagem desta opção é a economia obtida ao não ter que pagar pelo frete. “Tem também a questão do imediatismo. O consumidor prefere ir à loja para ter a garantia e a velocidade de ter o produto. Os varejistas sabem disso e estão acelerando muito o processo de expansão dessa opção para todas as lojas”, afirma Gustavo Pacheco, head de novos negócios para o Varejo do Google Brasil.

A pesquisa mostra também que dois em cada três brasileiros afirmam fazer uma busca online antes de comprar na loja física. Só 27% dos compradores decidiram onde comprar na hora, enquanto 74% tinham ideia ou certeza de qual loja comprar antes.

A pesquisa foi feita a partir de entrevistas com 1.500 pessoas de todo o Brasil entre os dias 25 e 29 de julho, além de pesquisa online por meio da ferramenta Google Survey com 1.000 pessoas de todo o Brasil entre os dias 15 e 20 de agosto.

Categorias em alta

Segundo o Google, a intenção de compra aumentou para todos as categorias neste ano, incluindo produtos com menor penetração no comércio eletrônico como alimentos e bebidas, móveis, veículos e cursos.

“Categorias como alimentos e bebidas ainda têm mais vazão no meio físico. Mas estamos observando uma aumento da expansão também em categorias não tradicionais. A Black Friday agora tem consulta médica, esfiha, gasolina, passagens, imóveis. Todo tipo de categoria de consumo está entrando”, afirma Pacheco.

Entre os produtos com maior intenção de compra entre os que pretendem participar da Black Friday, destaque para celulares (48%), computadores (38%), eletrodomésticos (36%), roupas (34%), calçados esportivos (32%) e perfumes (33%).

Apesar do crescimento das vendas da Black Friday no Brasil, as queixas dos consumidores continuam. Entre os problemas recorrentes está a maquiagem de preços, que levou o evento a ganhar o apelido nada elogioso de “Black Fraude”.

No ano passado, o site Reclame Aqui recebeu 5,6 mil reclamações ao longo do período de ofertas. Propaganda enganosa e maquiagem de preço permaneceram lideraram entre os principais motivos de queixas (14,2%). Na sequência, ficaram empatadas divergência de valores e problemas na finalização da compra, com 7,6%, seguidas pelo atraso na entrega aparece com 3,9% das queixas.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junin disse:

    SE O BOM É CAMINHAR, PASSEAR, O EMPURRA, EMPURRAS DAS LOJAS…PELA INTERNET DEMORA A CHEGAR E AS VEZES VEM ERRADO… E O QUE O COLEGA FALOU É VERDADE O COMERCIO VAI AUMENTAR UM POUCO ANTES PRA NESSE DIA BLACK DIZER QUE ESTÁ EM PROMOÇAO…….O BRASILEIRO É MAIS QUE SAFADO NESSE QUESITO!!!.

  2. Vergonha disse:

    Atenção povo: Fiquem ligados nos preços dos produtos hoje, agora, já, pois logo, logo vão aumentar os preços e na tal black friday voltam ao preço normal para dar a impressão que o preço baixou. Isso é Brasil que perdeu o rumo e vive de corrupção!

Brasil tem mais de 48 mil igrejas com isenção tributária

FOTO: DCI

Um número assustador revelado pela Receita Federal à Coluna comprova que é necessário um cerco às entidades filantrópicas no País, conforme debatido atualmente na PEC Paralela da Reforma da Previdência no Senado, em emenda que prevê a extinção da isenção tributária.

O Brasil tem hoje, acredite, 48.379 igrejas com CNPJ cadastrados na Receita. Outras 32.654 ‘igrejas’ estão com atividades suspensas ou inaptas por diferentes motivos, e 1.403 foram baixadas no sistema nos últimos anos.

Com esse tipo de CNPJ, as ‘igrejas’ ficam isentas de impostos, tributos e muitas delas são facilmente transformadas em lavanderia de dinheiro sujo.

Ou seja, se levar em conta as suspensas, inaptas e nulas, o Brasil tem hoje, na praça, mais de 80 mil ‘igrejas’. O Governo quer saber quem é quem nesse ramo do Além.

O descontrole é grande. É isso que o Governo e uma frente suprapartidária querem frear. O desafio é separar o joio do trigo no setor, porque muitas filantrópicas são sérias.

Hoje, as igrejas e outras entidades filantrópicas estão blindadas pelo Art. 195, parágrafo 7º da Constituição. A emenda proposta prevê cobrar contrapartidas sociais para valer.

Coluna Esplanada

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. pereira disse:

    Isso sem falar nos Grandes Clubes de Futebol, os Grandes Bancos, as Grandes Empresas, os Grandes Latifundios e mais uma Corja, que não PAGAM a Previdencia. (vê relação na internet).

  2. Marcondes Morais disse:

    Edir Macedo, Malafaia, Waldomiro agradecem.

  3. Anti-Político de Estimação disse:

    Enquanto o contribuinte brasileiro vive sobrecarregado de impostos a pagar ,muitos pastores picaretas ficam cada dia mais ricos, com suas "pequenas igrejas/grandes negócios". E o pior, é que alguns grandões ainda contam com apoio oficial.

Concurso: em 2020, governo prevê contratar mais de 35 mil servidores

Foto: Ilustrativa, via Folha Dirigida

O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA 2020) prevê que o funcionalismo público federal poderá contratar até 32.553 servidores e criar 2.926 vagas — 35.479 ao todo. O governo encaminhou o projeto ao Congresso Nacional, que agora analisa o texto, que pode sofrer modificações antes de ser aprovado.

O documento prevê o preenchimento de 30.335 postos no Poder Executivo, 117 no Poder Legislativo e 4.324 no Poder Judiciário. Apesar do volume de “oportunidades”, o orçamento público é apenas autorizativo, e não impositivo, ou seja, não há garantias de que o Ministério da Economia fará as contratações. A equipe do presidente Jair Bolsonaro (PSL) sinalizou, na contramão do projeto, que não haverá concursos no ano que vem.

Dos cargos que poderão ser preenchidos, 30,3 mil são destinados ao Poder Executivo. Universidades e institutos federais poderão contratar professores e técnicos administrativos em educação (19,5 mil). Exército, Marinha e Aeronáutica poderão ter até 1.801 contratações.

O Judiciário é o segundo Poder a ter mais contratações previstas. O PLOA admite o provimento de 1871 cargos. A Justiça Eleitoral tem 1002 provimentos autorizados — líder do ranking. Já a Justiça Federal tem 450 possíveis contratações autorizadas.

No Poder Legislativo, existe a previsão do provimento de 147 cargos, sendo 77 para a Câmara dos Deputados e 40 para o Senado. A PLOA prevê ainda 30 contratações para o Tribunal de Contas da União (TCU).

Distrito Federal

O documento do governo federal também detalha as prováveis vagas para o Distrito Federal: 1.984 ao todo. A PLOA 2020 prevê 856 contratações para a Polícia Militar, 378 para o Corpo de Bombeiros e 750 para a Polícia Civil.

O PLOA não detalha quais outros órgãos da administração federal terão vagas abertas, além das universidades e Forças Armadas. Em comunicado ao Metrópoles, o Ministério da Economia informou que não há previsão de novos concursos para o Executivo Federal Civil em 2020. “Somente casos excepcionais poderão ser atendidos. É importante esclarecer que as informações presentes no PLOA contemplam uma estimativa de despesa de pessoal para todos os Poderes”, destaca, em nota a pasta.

O texto do projeto enviado ao Congresso soma os novos concursos que podem ser efetivados caso haja mudança na orientação central do governo, além da convocação de aprovados em certames já concluídos. O quantitativo de vagas não será obrigatoriamente preenchido, sendo apenas uma previsão de quantos servidores os Poderes poderão convocar no próximo ano.

Mesmo com a sinalização negativa da equipe econômica, vários órgãos indicaram a necessidade de concursos em 2020. Cabe ao Ministério da Economia analisar cada pedido e autorizar ou não as novas seleções.

Para entender

A Lei Orçamentária Anual (LOA) é o orçamento propriamente dito e é resultado da PLOA, montada pelo Executivo, após a aprovação do projeto no Congresso. A peça prevê os orçamentos de todas as áreas, incluindo seguridade social, investimentos das estatais e admissão de pessoal. Todos os gastos do governo para o próximo ano são previstos na peça.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é elaborada anualmente e tem como objetivo apontar as prioridades do governo para o próximo ano. Ela orienta a elaboração da da LOA. Antes de virar lei, o PLOA, espécie de redação-base, é analisado pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso. Nesta fase, o texto pode ser modificado.

Metrópoles

 

PF investiga organização criminosa que movimentou mais de R$ 1 bilhão

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram nesta terça-feira (3) a Operação Harpia, para apurar crimes de evasão de divisas, lavagem de capitais praticados por uma organização criminosa. De acordo com a PF, as investigações tentam identificar também a origem e o volume de recursos ilícitos transacionados que chegam a mais de R$ 1 bilhão entre os anos de 2015 e 2019.

As investigações começaram em 2018, quando foi apurada a existência de uma rede de doleiros que atuavam nas cidades de Porto Alegre, Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul; Rivera, no Uruguai; e Ciudad del Este, no Paraguai.

Os investigadores identificaram que esse grupo criminoso praticava transações cambiais não autorizadas, conhecidas como dólar-cabo, facilitando a lavagem de dinheiro proveniente de atividades criminosas praticadas no Brasil e no exterior, envolvendo, inclusive, madeireiras da Região Norte.

Policiais federais e servidores da Receita cumpriram 11 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão em endereços dos investigados nos municípios de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul; e em Ariquemes, em Rondônia.

O nome da operação, Harpia, faz referência a uma das maiores aves de rapina do mundo presente em grande parte do Brasil, principalmente na Amazônia.

Agência Brasil

Brasil tem mais de 210 milhões de habitantes, diz IBGE

Foto: Epitácio Pessoa/Estadão Conteúdo

O Brasil tem mais de 210 milhões de habitantes, segundo os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publicados no DOU (Diário Oficial da União) na manhã desta quarta-feira (28).

A pesquisa considera 1º de julho de 2019 como data de referência. Em 2018, a estimativa da população brasileira era de 208 milhões.

A região Sudeste conta com os três estados mais populosos do Brasil: São Paulo, com 45.919.049 habitantes, Minas Gerais, com 21.168.791, e Rio de Janeiro, com 17.264.943.

Os estados de Roraima (605.761), Amapá (845.731) e Acre (881.935) estão no extremo oposto, como os menos populosos do país.

Na região Nordeste do país, a Bahia segue como o estado mais populoso, com 14.873.064 habitantes. É o também o quarto estado com mais habitantes do país.

Em seguida, Pernambuco (9.557.071) e Ceará (9.132.078) estão entre os estados mais populosos do Nordeste. Já Sergipe (2.298.696), Piauí (3.273.227) e Alagoas (3.337.357) são os locais com menos moradores da região.

No Sul, a estimativa da população no Paraná (11.433.957) e no Rio Grande do Sul (11.377.239) é próxima, ambas maiores do que a de Santa Catarina (7.164.788).

A população em Goiás dispara em comparação aos outros estados do Centro-Oeste, com 7.018.354 de habitantes. Em seguida aparecem Mato Grosso (3.484.466), Distrito Federal (3.015.268) e Mato Grosso do Sul (2.778.986).

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Waldemir disse:

    A manchete esta errada deveria ser
    BRASIL TEM 210 MILHOES DE OTÁRIOS PSRA PAGAR esse stf

  2. Roberto disse:

    Tem ideia de quantos bandidos?

INSS paga primeira parcela do 13º salário até o dia 6 de setembro; apenas no RN, serão pagos mais de R$ 903,5 milhões

Foto: Ilustrativa

O INSS já iniciou o crédito de R$ 903,5 milhões a 587.050 aposentados e pensionistas no Rio Grande do Norte, referente a folha de pagamento do mês de agosto. O montante inclui a primeira parcela do 13º salário. Apenas com o valor do 13º, circulará no Estado um total de R$ 253 milhões extras. O dinheiro dos benefícios pagos pela Previdência Social é fundamental para a economia de milhares de municípios brasileiros, e em sua maioria, se transforma na principal fonte de receita para o comércio.

A previsão é que aproximadamente 498 mil beneficiários, em todo o RN receberão até o próximo dia 6 de setembro, a primeira parcela do abono anual, correspondente a 50% do valor total. Em todo o país, 30 milhões de segurados terão direito ao salário extra.

A primeira parcela do abono é paga integralmente, ou seja, sem desconto de IR. De acordo com a legislação, o imposto é cobrado no pagamento da segunda parcela da gratificação natalina, que ocorre no início de dezembro.

Os segurados que estão recebendo auxílio-doença, terão direito ao 13º proporcional ao período no qual ficaram afastados do trabalho. Por exemplo, um benefício concedido no mês de janeiro, e ainda ativo em agosto, faz jus ao 13º, calculado sobre oito meses. Se o segurado retornar ao trabalho antes, receberá a gratificação natalina relativa ao período no qual ficou em tratamento.

LOAS – Por lei, os beneficiários que recebem benefícios assistenciais, previstos na Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), não têm direito ao 13º salário.

O cidadão pode ter acesso ao extrato mensal de pagamento, que está disponível para consulta no endereço eletrônico www-meu.inss.gov.br ou nos terminais de autoatendimento da rede bancária, junto com o extrato de pagamento referente ao mês de agosto.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Em estado rico, como o RN, "pagamento dos véi" é caso de notícia.
    Viva o orgulho de ser potiguar!