Governo do Estado abre chamada pública para contratar UTIs aos Hospitais privados

FOTO: ELISA ELSIE

Na entrevista coletiva da manhã desta quinta-feira, 18, Petrônio Spinelli, secretário adjunto de Saúde do Estado, disse que, para reforçar a oferta de assistência aos casos de Covid-19, o Governo publicou uma chamada pública para hospitais privados disponibilizarem leitos de UTI pelo SUS e que, inicialmente, o Hospital Memorial, em Natal, deve abrir mais sete UTIs até o próximo sábado.

Ele informou também que para ampliar a oferta de leitos críticos “todo o Governo está realizando uma grande força tarefa, inclusive com a participação direta da governadora Fátima Bezerra, para desbloquear leitos nos Hospitais Giselda Trigueiro e João Machado em Natal”. Leitos bloqueados são aqueles que precisam de algum equipamento e/ou de profissionais para trabalhar.

Spinelli voltou a alertar que é muito importante que as prefeituras abram leitos nas cidades. “O desafio é de todos. Os Planos de Contingência municipais devem ser implantados efetivamente. Esta situação dramática de hoje só vai melhorar se o Pacto pela Vida se intensificar e a sociedade aumentar o isolamento social. O Pacto pela Vida é extremamente necessário, particularmente em Natal e região metropolitana da capital”, reforçou.

DADOS

A ocupação de leitos continua alta. Hoje os leitos Covid estão 100% ocupados na região Oeste, em Pau dos Ferros (Alto Oeste) e em Guamaré (Mato Grande). Em Natal e Grande Natal a ocupação é de 96,8%. No Seridó, 74%.

A fila de regulação tem 12 pacientes com prioridade 1 e 77 prioridade 2. Pacientes com estas prioridades aguardam transferência para UTIs e semi-utis. A demanda maior acontece em Natal e municípios da região metropolitana.

Os casos suspeitos são 24.641, confirmados 15.889, descartados 24.974, óbitos 655 (11 confirmados nas últimas 24 horas) e 109 óbitos em investigação. Há 760 pessoas estão internadas em hospitais das redes pública, privada e filantrópica – 358 em leitos críticos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LEO disse:

    MAGOTE DE INCOMPETENTES,QUEREM MOSTRAR PARA O POVO QUE ESTÃO AGINDO.APÓS 90 DIAS NAO FIZERAM NADA,TENHAM VERGONHA NA CARA,O POVO NAO É IMBÉCIL NAO…….CADE OS RESPIRADORES SUPERFATURADOS E PAGOS POR ESSE DESGOVERNO?O POVO MORRENDO POR FALATA DE RSPIRADORES E NADA APARECE,CADE A GOVERNADORA,O SECRETARIO DE SAÚDE,ESTÃO ESCONDIDOS????

  2. Ivan disse:

    Deixaram morrer logo um monte de cidadão, para, somente agora ir atrás dessa alternativa????? Só pode ser brincadeira desse governo corrupto, incompetente e assassino…A federal vem aí…cuidado com o Japonês…

  3. Paulo Roberto disse:

    Agora? Os Hospitais privados também estão lotados.

  4. Mito do Gado disse:

    Governadora, se não há mais leito de UTI disponível, por que a Senhora não decreta lockdown? Pelo menos até diminuir as internações

  5. mauricio disse:

    não vamos criticar o governo funerario, eles não tiveram tempo de planejar ,pois não conhecem as regiões do estado,onde existem hospitais regionais, claro compraram os respiradores mas o vendedor sumiu com dinheiro,assim não dá, pobre rio grande sem sorte.

  6. Cigano Lulu disse:

    Somente agora, depois que Inês é morta e nem o caixão se pode abrir…? É muita incompetência nesse governo petralha de Fatão GD. Parece até que ela é aluna secreta do Capetão Cloroquina.

    • jorge disse:

      esta é a pior governadora (o) que o RN Já teve, uma imbecil de marca maior, pq essa senhora não fez isso antes, esperou o Estado tá assim, morrendo gente como mosca, pq não se juntou ao prefeito para fazer o fechamento de tudo. Agora já se passaram 3 meses e nada foi feito, incompetente quero ver quem vai votar no partido desta senhora . Vamos fazer uma campanha votos por hospitais e sistema de saúde para todos. Povo saudável povo feliz.

NOVO FÔLEGO: Após cinco anos de crise, setor do óleo e gás volta a contratar no Brasil

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Apesar do clima de decepção com a ausência das grandes petroleiras nos dois últimos leilões do pré-sal, em novembro, o mercado de trabalho no setor de óleo e gás volta a ganhar fôlego no Brasil. Depois de cinco anos encolhendo sem trégua, o porcentual de vagas abertas para cargos de média e alta gerência na área saltou 8,5% nos primeiros dez meses deste ano. Os salários ainda não se recuperam no mesmo ritmo, mas tiveram alta de 2% no ano, segundo levantamento feito pela consultoria de recrutamento internacional Michael Page a pedido do jornal O Estado de S. Paulo e do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Depois de viver um boom de 2010 a 2013, a partir de 2014 o setor foi atingido por uma espécie de tempestade perfeita: preços do barril de petróleo em baixa; denúncias de corrupção na operação Lava Jato; a crise na Petrobras; a derrocada da OGX de Eike Batista; escassez de leilões de concessão de áreas; economia desaquecida e um freio em projetos de exploração de petróleo e gás.

A combinação desses fatores terminou com uma queda brusca de 20% nos salários em 2014, que se seguiu ao longo de 2015 (-10%) e 2016 (-5%).

Responsável na Michael Page pela área de recrutamento em óleo e gás, Otávio Granha afirma que já é possível detectar uma retomada em termos de demanda e salários em posições técnicas ligadas à fase de exploração e desenvolvimento de campos de petróleo.

“Esse crescimento não vai ser acelerado como foi na época do boom, mas vai ser mais sustentável do que foi naquela época”, diz Granha, para quem o crescimento mais acelerado virá em 2021.

A volta dos leilões de blocos promovidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nos últimos dois anos aqueceu a demanda por profissionais atuantes no início da cadeia petrolífera. É o caso dos cargos de geofísico e geólogo, cujos salários tiveram uma alta de 64% e 38%, respectivamente, no acumulado de janeiro a outubro de 2019.

Segundo a Michael Page, atualmente um geofísico no Brasil pode ganhar até R$ 27 mil, enquanto o salário de um geólogo tem um piso de R$ 14 mil e um teto de R$ 42 mil. Já um engenheiro de reservatório, outro cargo em curva ascendente, recebe entre R$ 12 mil e R$ 40 mil, um patamar 44% superior ao de 2018.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Davi disse:

    Era só os vermes PTralhas serem presos que a empresa começou a dar lucros …essa história que o petróleo é nosso , esse ratos ladroes levaram a sério…e roubaram oque puderam

OPORTUNIDADE: IBGE vai contratar mais 2.658 temporários para o Censo 2020; salários chegam a R$ 3.100

Foto: Edilson Dantas – Agência O Globo

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE) abriu inscrições para um processo seletivo simplificado destinado à contratação temporária de mais 2.658 pessoas que vão trabalhar no Censo Demográfico 2020. A seleção está a cargo da Fundação Getulio vargas (FGV). Os interessados poderão se cadastrar no site https://www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/ibgepss2019, das 10h desta quarta-feira até as 16h do dia 15 de outubro.

São oferecidas 1.343 vagas para coordenadores censitários subáreas, com salário de R$ 3.100. Para esses candidatos, a taxa de inscrição na seleção é de R$ 58. Para essa função específica, exige-se que o candidato tenha Carteira Nacional de Habilitação (CNH) definitiva ou provisória, no mínimo de categoria B.

Além disso, o instituto vai contratar 1.315 agentes censitários operacionais, com vencimento de R$ 1.700. Para os interessados em concorrer a uma dessas oportunidades, a taxa de participação é de R$ 42,50.

Nos dois casos, é preciso ter ensino médio completo. A duração dos contratos será de 12 meses, podendo ser prorrogada.

Atribuições

Os coordenadores censitários subáreas vão acompanhar os trabalhos das equipes das coordenações nacionais e estaduais de supervisão e implementar as orientações recebidas. Ainda vão adotar as providências relativas à contratação, à prorrogação de contratos e ao desligamento de agentes censitários municipais, agentes censitários supervisores e recenseadores, além de realizar avaliações mensais dos contratados, entre outras funções.

Os agentes censitários operacionais vão executar atividades administrativas nas áreas de recursos humanos, materiais, patrimoniais, orçamentários, financeiros e de disseminação de informações.

Também vão recepcionar e atender os colaboradores do IBGE e o público em geral, pessoalmente ou por telefone; além de preparar relatórios, ofícios, memorandos e planilhas eletrônicas, inserindo e/ou transmitindo dados em sistemas informatizados e em dispositivos eletrônicos, entre outras atividades.

O Globo

 

Concurso: em 2020, governo prevê contratar mais de 35 mil servidores

Foto: Ilustrativa, via Folha Dirigida

O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA 2020) prevê que o funcionalismo público federal poderá contratar até 32.553 servidores e criar 2.926 vagas — 35.479 ao todo. O governo encaminhou o projeto ao Congresso Nacional, que agora analisa o texto, que pode sofrer modificações antes de ser aprovado.

O documento prevê o preenchimento de 30.335 postos no Poder Executivo, 117 no Poder Legislativo e 4.324 no Poder Judiciário. Apesar do volume de “oportunidades”, o orçamento público é apenas autorizativo, e não impositivo, ou seja, não há garantias de que o Ministério da Economia fará as contratações. A equipe do presidente Jair Bolsonaro (PSL) sinalizou, na contramão do projeto, que não haverá concursos no ano que vem.

Dos cargos que poderão ser preenchidos, 30,3 mil são destinados ao Poder Executivo. Universidades e institutos federais poderão contratar professores e técnicos administrativos em educação (19,5 mil). Exército, Marinha e Aeronáutica poderão ter até 1.801 contratações.

O Judiciário é o segundo Poder a ter mais contratações previstas. O PLOA admite o provimento de 1871 cargos. A Justiça Eleitoral tem 1002 provimentos autorizados — líder do ranking. Já a Justiça Federal tem 450 possíveis contratações autorizadas.

No Poder Legislativo, existe a previsão do provimento de 147 cargos, sendo 77 para a Câmara dos Deputados e 40 para o Senado. A PLOA prevê ainda 30 contratações para o Tribunal de Contas da União (TCU).

Distrito Federal

O documento do governo federal também detalha as prováveis vagas para o Distrito Federal: 1.984 ao todo. A PLOA 2020 prevê 856 contratações para a Polícia Militar, 378 para o Corpo de Bombeiros e 750 para a Polícia Civil.

O PLOA não detalha quais outros órgãos da administração federal terão vagas abertas, além das universidades e Forças Armadas. Em comunicado ao Metrópoles, o Ministério da Economia informou que não há previsão de novos concursos para o Executivo Federal Civil em 2020. “Somente casos excepcionais poderão ser atendidos. É importante esclarecer que as informações presentes no PLOA contemplam uma estimativa de despesa de pessoal para todos os Poderes”, destaca, em nota a pasta.

O texto do projeto enviado ao Congresso soma os novos concursos que podem ser efetivados caso haja mudança na orientação central do governo, além da convocação de aprovados em certames já concluídos. O quantitativo de vagas não será obrigatoriamente preenchido, sendo apenas uma previsão de quantos servidores os Poderes poderão convocar no próximo ano.

Mesmo com a sinalização negativa da equipe econômica, vários órgãos indicaram a necessidade de concursos em 2020. Cabe ao Ministério da Economia analisar cada pedido e autorizar ou não as novas seleções.

Para entender

A Lei Orçamentária Anual (LOA) é o orçamento propriamente dito e é resultado da PLOA, montada pelo Executivo, após a aprovação do projeto no Congresso. A peça prevê os orçamentos de todas as áreas, incluindo seguridade social, investimentos das estatais e admissão de pessoal. Todos os gastos do governo para o próximo ano são previstos na peça.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é elaborada anualmente e tem como objetivo apontar as prioridades do governo para o próximo ano. Ela orienta a elaboração da da LOA. Antes de virar lei, o PLOA, espécie de redação-base, é analisado pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso. Nesta fase, o texto pode ser modificado.

Metrópoles

 

Real Madrid oferece Modric e R$ 536 milhões para contratar Neymar, diz jornal

Foto: Reuters

Depois de ser especulado no Barcelona durante toda a janela de transferências, Neymar pode acabar indo para o Rival. Segundo o jornal “Sport”, da Catalunha, o Real Madrid ofereceu € 120 milhões e mais o meia Modric, atual melhor jogador do mundo, para contar com o brasileiro.

Ainda na procura de um grande jogador nesta janela de transferências, o Real Madrid pretende oferecer o mesmo salário que Neymar recebe em Paris, a duração do acordo seria de cinco temporadas. O Barcelona já sabe da movimentação do rival, mas espera que o jogador se mantenha firme na decisão de retornar à Catalunha.

Para ter a chance de retornar ao Barcelona, Neymar teve que atender a uma série de exigências do clube e, além de retirar o processo que move contra a equipe, o craque brasileiro teria que aceitar abaixar a pedida e receber os mesmos valores de sua primeira passagem pelo futebol espanhol. Acertando com o Real Madrid, o jogador receberia mais do que no Barcelona.

Ainda segundo o “Sport”, Florentino Perez, diretor do Real Madrid, estaria confiante no acerto com o brasileiro e só estaria esperando o OK do jogador para prosseguir nas tratativas com o Paris Saint-Germain. Os Merengues ainda sonham com a contratação de Pogba, um dos principais pedidos de Zidane para a próxima temporada, mas os altos valores e a concorrência da Juventus tornam o negócio difícil.

Em briga com o Barcelona, o PSG teria oferecido o brasileiro para outros clubes, na tentativa de barrar o retorno de Neymar à equipe da Catalunha. Além do Real Madrid, Juventus e Manchester United foram procurados, mas não se interessaram no negócio.

A pré-temporada bem abaixo das expectativas ligou um sinal de alerta em Madri e fez o gigante espanhol voltar ao mercado atrás de mais um grande nome. Até aqui, o Real já investiu cerca de € 303 milhões, os principais reforços são: Mendy, Militão, Rodrygo, Hazard e Jovic.

Globo Esporte

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo disse:

    modric + 1 bi vale