O triplex em Guarujá (SP), atribuído pelo Ministério Público Federal (MPF) ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi arrematado por R$ 2,2 milhões. O prazo final para a primeira praça era até as 14h desta terça-feira (15).
O lance foi feito por um usuário de Brasília faltando quatro minutos para o término do leilão.
O vencedor terá 72 horas para fazer o pagamento. De acordo com o Código Civil e o Código de Processo Civil (CPC), vai ser respeitado o direito de preferência a condôminos, coproprietários ou cônjuges. O leiloeiro tem comissão de 5% do valor da venda.
De acordo com os organizadores da Marangoni Leilões, responsável por conduzir o leilão, também houve um lance de R$ 2,2 milhões, mas o usuário enviou um email dizendo que ofertou equivocadamente. O juiz Sérgio Moro cancelou a proposta, de acordo com os organizadores.
Até a publicação da reportagem, o imóvel tinha sido visualizado no site por mais de 53 mil pessoas.
Investigações
Lula foi condenado em duas instâncias no processo que envolve o triplex – em primeira, a pena fixada foi de 9 anos e 6 meses de prisão, pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro; em segunda, a 12 anos e 1 mês de prisão, com início em regime fechado.
Ele foi acusado pelo MPF de receber propina da empreiteira OAS. A suposta vantagem, no valor de R$ 2,2 milhões, teria saído de uma conta de propina destinada ao PT em troca do favorecimento da empresa em contratos na Petrobras.
Lula cumpre pena, desde 7 de abril, em uma sala especial na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba.
Goleiro Santos, do Atlético Paranaense: checada no celular antes do jogo era uma ação da Uber (Uber/Divulgação)
No último domingo (13/05), durante a partida entre Atlético Paranaense e Atlético Mineiro na Arena da Baixada, o goleiro Santos surpreendeu a todos com uma atitude. O atleta que é maior responsável pela segurança do time em campo ficou mexendo no celular minutos antes da partida, algo que poderia prejudicar a sua atenção e colocar seus companheiros em risco.
A atitude chamou atenção de torcedores e imprensa esportiva e até rendeu críticas ao goleiro. No dia seguinte, porém, ele revelou que sua aparente irresponsabilidade, na verdade, foi parte de uma campanha da Uber e Atlético para o Maio Amarelo, para alertar a população sobre o quanto esse hábito pode ser perigoso em outro lugar: no trânsito.
“O que eu fiz em campo é igual ao que milhares de pessoas fazem todos os dias no carro. Só que se envolver em um acidente de trânsito, é muito mais perigoso do que tomar um gol.”, disse o goleiro, que aproveitou a indignação que sua atitude gerou nas pessoas para pedir que elas parem de usar o celular enquanto dirigem.
Atualmente, no Brasil, são mais de 400 mil acidentes nas estradas todos os anos, conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Usar celular na direção é uma das principais causas de mortes no trânsito no país. De acordo com a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego, a Abramet, são cerca de cento e cinquenta mortes por dia, quase 54 mil/ano. Por isso, a Uber em parceria com o Clube Atlético Paranaense, decidiram levar essa discussão para os gramados de futebol que é uma das marcas registradas do país.
O resultado foi uma ação para mobilizar milhões de pessoas no mundo todo pela conscientização sobre um trânsito mais seguro.
O ministro Felix Fischer, relator da Lava Jato no Superior Tribunal de Justiça (STJ), julgou ontem (14) prejudicado um habeas corpus que foi impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva um dia antes de sua prisão, no último dia 7 de abril. A decisão foi divulgada hoje (15).
Pouco depois de o pedido ter sido protocolado no STJ, no dia 6 de abril, o ministro negou liminar (decisão provisória) para impedir a prisão de Lula. Agora, Fischer suspendeu por completo a tramitação do habeas corpus por entender não existir mais a irregularidade que era apontada pela defesa.
No habeas corpus, a defesa de Lula argumentou que o ex-presidente não poderia ter sido preso antes de que a segunda instância tivesse concluído a análise de admissibilidade de um recurso especial contra a condenação, o que até hoje não ocorreu.
Na semana passada, no entanto, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, não acolher o mesmo argumento, presente em um outro pedido feito pela defesa diretamente ao STF.
O teor da decisão de hoje de Fischer ainda não está disponível. Na prática, ao negar seguimento ao habeas corpus, o pedido fica impedido de ser analisado pela Quinta Turma do STJ, da qual fazem parte, além de Fischer, outros quatro ministros. A defesa de Lula ainda pode recorrer para que o habeas corpus seja julgado pelo colegiado.
Desde que foi preso, Lula cumpre sua pena de 12 anos e um mês de prisão na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Ele foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, no caso do tríplex no Guarujá (SP).
A título de curiosidade, quantas vezes precisam serem negados pelo STs brasileiros, o tal do habeas corpus de um condenado?É infinito o numero de pedidos ou tem algum limite?
Carlos Alexandre de Souza Rocha chega ao Aeroporto Internacional de João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta terça-feira (15) Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, delator da Lava Jato. Outras sete pessoas também foram presas em uma operação contra lavagem de dinheiro do tráfico internacional de drogas.
Ceará atuava na Lava Jato com o doleiro Alberto Youssef e firmou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). O acordo foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A PF disse que vai avisar as duas instituições para que avaliem a rescisão do acordo.
Ceará foi preso preventivamente, ou seja, por tempo indeterminado, em João Pessoa (PB). No final da manhã, ele deixou a sede da PF na Paraíba para ser transferido para a Superintendência da PF, em Curitiba.
Como delator da Lava Jato, Ceará mencionou os políticos Fernando Collor de Mello, Aécio Neves, Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues. (Veja abaixo).
O delegado da PF Igor Romário de Paula afirmou que, na época da delação, Ceará escondeu os crimes que ele cometia relacionados ao tráfico de drogas.
Outros doleiros
O G1 apurou que, além dele, outros dois operadores financeiros agem no esquema investigado pela Operação Efeito Dominó, deflagrada nesta terça.
Um deles, Edmundo Gurgel Junior, foi investigado pela PF no caso Banestado, na Operação Farol da Colina, segundo a Polícia Federal. Ele foi alvo de prisão preventiva, no Recife (PE).
O outro doleiro preso é José Maria Gomes. A prisão dele é temporária e ocorreu no Rio de Janeiro (RJ).
Todos os presos serão levados para a Superintendência da PF, em Curitiba. O G1 tenta localizar os advogados dos citados.
Operação Efeito Dominó
Batizada de Efeito Dominó, a ação é um desdobramento da Operação Spectrum, deflagrada em 2017. Na ocasião, Luiz Carlos da Rocha – o Cabeça Branca, um dos maiores traficantes da América do Sul, segundo a PF – foi preso em Sorriso (MT).
De acordo com a PF, a investigação policial apontou uma “complexa e organizada estrutura” destinada à lavagem de recursos provenientes do tráfico internacional de entorpecentes.
O delegado da PF Roberto Biasoli afirmou que as pessoas presas nesta terça-feira formam o “núcleo principal” da organização ligada ao Cabeça Branca.
“Só pelo que nós conseguimos levantar com o material apreendido, do ano de 2014 a 2017, teriam sido negociadas 27 toneladas de cocaína, isso com um lucro de aproximadamente US$ 140 milhões”, disse o delegado.
Biasoli explicou que quase todos os presos tinham acesso ao Cabeça Branca, e que o contato com ele era restrito. Os presos, segundo Biasoli, são doleiros e lavadores de dinheiro.
Conforme o delegado, Ceará e Cabeça Branca passaram a atuar juntos a partir de 2016. Antes, em 2013, Ceará já trabalhava para traficantes, ainda de acordo com o delegado.
A estratégia
A estratégia da operação, conforme a PF, é baseda na ligação de interesses das atividades ilícitas dos “clientes dos doleiros” investigados. Biasoli citou que traficantes estão entre esses “clientes”.
De um lado, havia a necessidade de disponibilidade de grande volume de reais em espécie para o pagamento de propinas, segundo a PF.
Do outro, de acordo com a PF, traficantes internacionais – como Cabeça Branca – tinham disponibilidade de recursos em moeda nacional e necessitavam de dólares para fazer as transações internacionais com fornecedores de cocaína.
Biasoli esclareceu que a troca de dólares era realizada de várias formas, sendo o dólar-cabo, que são transferências internacionais ilegais, uma delas. Também havia lavagem de dinheiro, segundo o delegado, por meio de fazendas e em nome de laranjas.
“A gente tem indícios de um link direto do dinheiro do narcotráfico indo parar na mão de políticos corruptos (…) Eles não estão interessados em saber a origem, eles querem receber. E esse cara que lidava com o dinheiro de narcotraficantes também entregava propina a corruptos”, afirmou Biasoli.
Os mandados judiciais
Ao todo, são 26 mandados judiciais expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba. Há 18 de busca e apreensão, cinco de prisão preventiva e três de prisão temporária.
Os mandados foram cumpridos no Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e em São Paulo.
Biasoli relatou que foram apreendidos documentos, uma arma de calibre restrito e dinheiro. Entretanto, até o começo da tarde, não havia um balanço fechado do material apreendido na operação.
Crimes de lavagem de dinheiro, contra o Sistema Financeiro Nacional, organização criminosa e associação para o tráfico internacional de entorpecentes são apurados pela Efeito Dominó.
Ceará
Ceará, preso na Operação Efeito Dominó, é um dos delatores da Operação Lava Jato. Ele trabalhava para o doleiro Alberto Youssef.
Em 2014, Ceará disse, em depoimento, que foi a Maceió e levou R$ 300 mil para o ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL) em pacotes de notas de R$ 100. O depoimento foi homologado em 2015.
À época, Collor negou conhecer Ceará e questionou a credibilidade do seu depoimento.
O delator também mencionou, em depoimento, que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu R$ 300 mil a mando de Youssef. Aécio negou a afirmação.
Ceará ainda citou a entrega de dinheiro a outros políticos, entre eles, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Contudo, Alberto Youssef negou o repasse de valores a Randolfe Rodrigues, e o STF não viu motivo para investigá-lo. Renan Calheiros negou ter recebido dinheiro.
A Justiça do Rio determinou que o ex-policial militar Orlando Oliveira de Araújo, conhecido como ‘Orlando Curicica’, deverá ser transferido para um presídio federal de segurança máxima.
Caberá ao Departamento Nacional Penitenciário definir o presídio, mas a defesa de Oliveira declarou que autoridades policiais o ameaçaram com o transferência para Mossoró.
Orlando é apontado pela polícia como chefe de uma milícia que domina parte da Zona Oeste do Rio.
Em reportagem publicada pelo jornal O Globo, um delator contou a agentes da Delegacia de Homicídios que o homem seria um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, há dois meses.
Preso preventivamente em Bangu por um homicídio ocorrido em 2015 e por outros crimes, o ex-PM estaria fazendo greve de fome por medo de ingerir comida envenenada, segundo relatou o advogado Renato Darlan à Folha de S.Paulo.
O defensor também disse que o cliente relatou ter sofrido uma “ameaça” na quinta-feira (10), quando um delegado da Divisão de Homicídios, responsável pela investigação do caso Marielle, teria visitado Araújo em Bangu 1.
“O delegado estava acompanhado de um inspetor e disse a ele: ‘ou você confessa esse crime ou eu vou colocar mais dois homicídios na sua conta e vou te mandar para [o presídio federal] Mossoró'”, disse.
A Câmara Criminal do TJRN, na sessão desta terça-feira, 15, manteve o entendimento do júri popular, realizado em 2017, que absolveu o agricultor e mototaxista Marcos Ferreira Rodrigues, o qual foi acusado pela morte, no ano de 2009, de um adolescente, iniciais R. G., com então 17 anos. Os jurados decidiram na 1ª série de quesitação, pela absolvição, quanto à imputação do crime de homicídio previsto no artigo 121, incisos I e IV, do Código Penal, bem como pela absolvição quanto ao crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido (artigo 14, caput, da Lei nº 10.826/03).
A denúncia, oferecida pelo Ministério Público, argumentava que o crime teria sido motivado por vingança e motivo torpe, em 30 de agosto de 2009, em frente à Câmara Municipal, Centro, Lagoa Salgada. Contudo, o júri acolheu a tese da defesa que requereu a absolvição do réu do crime de homicídio doloso, por ter agido em legítima defesa, e, portanto, sua “impronúncia”.
“Ele (o acusado) escapou, milagrosamente, de uma tentativa de latrocínio, enquanto cumpria as funções de mototaxista. Recebeu vários golpes de faca, mas sobreviveu. Desde então, estava sendo ameaçado pelo adolescente. Para tanto, começou a andar armado, a fim de se prevenir”, ressaltou, mais uma vez, o advogado Anesiano Ramos de Oliveira.
Desta forma, o julgamento, mais uma vez, ressaltou que, cabe aos tribunais, verificar se a decisão de um Conselho de Sentença está ou não em conformidade com o conjunto probatório produzido. Um contexto onde existem duas versões: a da acusação, que defende a prática do crime de homicídio qualificado, e a da defesa, que defende a negativa de autoria, tendo o Conselho de Sentença acolhido a versão trazida por esta última. O órgão julgador não viu, assim, dissociação da sentença dada após o júri popular das provas e testemunhas trazidas aos autos.
Não entendi??? Uma pessoa escapa com vida de um LATROCÍNIO, fica sendo ameaçado, passa por 2 julgamentos??? Pergunta quem é a vítima e quem é o acusado???
O Ministério do Trabalho publica no Diário Oficial da União desta terça-feira um parecer para deixar claro que a reforma trabalhista se aplica aos contratos anteriores a 11 de novembro de 2017, quando as mudanças na CLT entraram em vigor. Elaborado pela consultoria jurídica da pasta, o parecer assinado pelo ministro do Trabalho, Helton Yomura, tem caráter vinculante no âmbito do Ministério e vai nortear a atuação dos fiscais. A intenção do governo é ampliar a orientação às estatais, em um ato semelhante do Ministério do Planejamento, a ser publicado posteriormente.
A medida é necessária, no entendimento do Ministério, porque a reforma não foi suficientemente clara sobre a sua aplicabilidade, se a mudança vale para todos os contratos vigentes ou se só para os novos. A Medida Provisória 808, editada para regulamentar a nova legislação trabalhista, tentava esclarecer essa questão, mas ela perdeu a validade no dia 23 de abril. Um dos artigos da MP dizia que a reforma se aplica a todos os contratos vigentes.
Com o parecer, além de orientar os fiscais e os empregadores, o Ministério também se antecipa ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), que criou uma comissão específica para tratar da abrangência da reforma. Mas como o prazo para a conclusão dos trabalhos foi adiado, tudo indica que o Tribunal não decidirá sobre o tema, antes de agosto.
Com a caducidade da MP, o governo que antes pensou em regulamentar pontos da reforma via decreto presidencial, mudou de ideia. Não se discute mais a edição de decreto, disse uma fonte. Uma das explicações é que o instrumento é limitado. Ou seja, não pode ir além do que a lei determina. Além disso, a orientação do Executivo agora é esfriar a discussão para não se indispor com a base na Câmara dos Deputados, que não quis votar a 808.
A exceção são os trabalhadores intermitentes. Neste caso, está em discussão editar um decreto para definir como ficam as regras (inclusive previdenciárias) dessa categoria. O Ministério pode editar ainda portarias para esclarecer outros pontos pendentes que caíram com MP 808. Um exemplo são as atividades de gestantes, por exemplo.
No próximo ano, tudo vai voltar à normalidade, com a eleição de um presidente verdadeiramente de esquerda. Essa famigerada reforma trabalhista será revogada e a classe trabalhadora voltará a respirar sossegada. Não se pode eleger, aqui no Estado, nenhum dos atuais mandatários de cargo eletivo.
O presidente Michel Temer reúne nesta terça-feira (15), no Palácio do Planalto, a equipe ministerial e parlamentares da base aliada para fazer um balanço dos dois anos de seu governo. Em 12 de maio de 2016, o então vice-presidente Michel Temer assumiu o principal posto político do país com o afastamento da então presidente Dilma Rousseff. Em dois anos, ele se concentrou na recuperação da economia do país, redução da taxa de juros, queda da inflação e equilíbrio das contas públicas.
De junho 2016 a março de 2018, a taxa básica de juros da economia, Selic, saiu de 14,25% para 6,50%, de acordo com dados do Banco Central (BC). No mesmo período, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a taxa oficial da inflação, caiu de 9,32% para 2,76%.
Paralelamente à redução dos juros e da queda da inflação, o governo conseguiu aprovar, em dezembro de 2016 no Senado, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Teto de Gastos. Por 20 anos, ficará limitado o crescimento das despesas dos três Poderes.
Pela proposta, o governo federal, o Congresso Nacional e órgãos do Ministério Público e do Judiciário ficam limitados a gastar em um ano o mesmo valor aplicado no ano anterior acrescido da correção pela inflação. Não entram nessa obrigação a despesa com o pagamento de juros da dívida pública. O índice usado para medir a inflação é o IPCA. Se o limite for descumprido, o órgão fica proibido de aumentar salários, contratar pessoal, fazer concursos e ter novas despesas até se adequar.
Em entrevista à Empresa Brasil de Comunicação (EBC) no início do mês, o presidente Michel Temer apontou a medida como parte de um esforço para equilíbrio das contas públicas.
“Se relacionarmos a reforma do teto dos gastos foi parte de uma fórmula trivial. Não se pode gastar mais do que se arrecada. É o caso de uma família. Você não pode gastar mais do que aquilo que ganha. Ninguém ousou fazer isso ao longo do tempo. Ao fazê-lo, nós fizemos de uma maneira inteiramente responsável”, disse Temer.
Impactos
Para Zeina Latiff, economista-chefe da XP investimentos, a emenda reforçou o compromisso com o ajuste fiscal, necessário no momento de crise em que o país passava. “Ela vai forçar a classe política a discutir políticas públicas e garantir este compromisso com o equilíbrio fiscal. Quando o país está com problemas fiscais e sem perspectivas de ajuste, a “PEC do teto” ajuda a estabelecer este rigor”.
O presidente do Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (Andes-SN), Eblin Farage, considera que a mudança teve impactos prejudiciais no orçamento de diversas políticas públicas, como a educação. “A emenda nivela por baixo sem enxergar nenhuma especificidade da educação. Ao estabelecer o teto, impõe cortes. De um ano para o outro, tudo aumenta. E os gastos para sustentar uma universidade também”, disse.
Nos próximos meses, o desafio do governo está na ampliação da contratação de trabalhadores com carteira assinada. Pelos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no primeiro trimestre deste ano, 13,1 milhões de pessoas estavam desempregadas no país.
Reformas
Aprovada em julho de 2017, a reforma trabalhista, também considerada importante pelo governo, alterou mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
As mudanças definem a prevalência de convenções e acordos coletivos sobre leis em diversos aspectos, flexibilização da jornada e regime de trabalho e alterou processos judiciais.
A proposta dividiu opiniões e colocou em lados opostos patrões e empregados, assim como entidades sindicais.
Na avaliação do vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), José Ricardo Roriz, a reforma foi um avanço. “Foi positiva não somente pela modernização da legislação brasileira, mas também pelo fato que você tira do Estado a intermediação entre a negociação entre trabalhador e empregador. Toda a indústria vê isso de uma maneira muito positiva”, afirmou.
Para as organizações sindicais, a reforma está associada ao retrocesso. “A defesa principal da reforma era que ela seria importante para diminuir encargos sociais e aumentar empregos. Aumentou o desemprego no país e as vagas criadas em boa parte são intermitentes [por hora]”, disse secretária de Relações de Trabalho da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Graça Costa.
Para o governo, a reforma da Previdência, embora ainda não votada no Congresso, é constante na pauta política. Segundo o presidente Michel Temer, o assunto será obrigatório na campanha eleitoral em todos os níveis – nas disputas para presidente da República, governador e parlamentares em geral. À EBC, Temer ressaltou que há déficit no país de cerca de R$ 180 bilhões, impossibilitando o controle por muito tempo.
Porém, o debate sobre o tema não é consensual. “A reforma não deve se basear na retirada de direitos ou para privatizar a Previdência, mas para mexer em privilégios, como os do Judiciário”, disse o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna.
Essas reformas impactaram na relação do governo com o Congresso e também na avaliação da sociedade. Para o vice-líder do governo na Câmara, deputado Beto Mansur (PRB-SP), a gestão Temer enfrentou corretamente a crise em que o Brasil.
“Acho que fizemos uma grande mudança na visão de construção do país. A PEC do Teto dos Gastos é mudança de paradigma do serviço público brasileiro. Também há questões que são conhecidas, como a redução da inflação e o crescimento econômico”, disse Mansur.
A oposição critica as propostas por considerá-las sem retorno para sociedade e economia. “O governo comemora queda da inflação com perda da capacidade de consumo. Mas temos perda da atividade econômica porque pessoas não têm dinheiro”, afirmou o líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS).
Investigação
Nesses dois anos, Temer foi denunciado duas vezes pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por envolvimento nos desvios de recursos da Petrobras e obstrução de Justiça. A Câmara dos Deputados não autorizou a investigação pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A Polícia Federal investiga se a empresa Rodrimar foi favorecida pelo chamado Decreto dos Portos, assinado pelo presidente. Além de Temer, são investigados no mesmo inquérito o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR) e os empresários Antonio Celso Grecco e Ricardo Mesquita. O presidente nega as suspeitas.
Em abril, Temer fez pronunciamento quando repudiou as denúncias.
À EBC, Temer criticou as denúncias e descartou uma eventual terceira investigação. “As duas denúncias [apresentadas em 2017] eram pífias. Tão pífias que o Congresso Nacional, a Câmara dos Deputados não teve a menor dúvida em rejeitá-las. Rejeitá-las não, impedir que elas prosperassem. Essa suposta terceira denúncia é uma campanha, oposicionista”.
Trecho de sistema de drenagem semelhante ao túnel que levará águas para o Potengi desabou na Prudente de Morais no início do mês.
Ao escavar o solo em direção ao Rio Potengi, a Queiroz Galvão se deparou com o risco real de desabamento quando chegou sob o solo do Bom Pastor. A areia fina do local não dava consistência suficiente para prosseguir a obra, sem assumir o risco de uma tragédia. Foi quando se pensou o ‘jet grouting’, que adicionou mais R$ 21 milhões à obra.
A técnica consiste em concretar o solo, basicamente, e perfurar o túnel através do concreto. O vai-e-vem da obra paralisou o jet grouting. De modo que, hoje, sob o Bom Pastor, existem galerias que estão cheias de água e lacradas. Tomaz Neto garante de forma definitiva que não há risco no local. “Todas as galerias cavadas estão, sim, com água, mas estão lacradas e não há vazamento”.
Para a obra do jet grounting prosseguir, será preciso reabrir as galerias submersas, secá-las e verificar o estado em que se encontram.
Finalização
Nesta semana, Natal aguarda parecer do Ministério da Cidades opinando pela continuidade da obra, para a qual estão ainda reservados R$ 50 milhões.
O secretário de Obras da cidade afirma que, uma vez que as intervenções sejam retomadas, o que dependeria apenas da liberação do Idema, as obras seriam concluídas em 8 meses.
Dos 4,7 quilômetros de extensão, faltam escavar 800 metros. Dos 33 poços espalhados ao longo da obra, faltam cavar cinco. Eles têm entre 30 e 32 metros de profundidade.
Desde que essa obra foi iniciada, diversos prazos têm sido anunciados. São a falta de cumprimento que tem levado Natal a ver repetidamente os alagamentos que se espalham pela cidade ao menor sinal de garoa.
Há risco sim. O vingativo Tomaz Neto descumpriu o acordo firmado com a comunidade local no Bom Pastor, sob a arbitragem do MPE, que previa ajustes no projeto para proteger a nascente do Riacho Bom Pastor e realizar um conjunto de pequenas obras que estruturasse o bairro com equipamentos de esporte, cultura e lazer, além de remanejar para local salubre e digno os moradores da favela do Cambuim, Nada foi feito e a obra tende a continuar interditada. Os bairros estuarinos da Zona Oeste só são vistos pelo poder público até o momento como meros locais para descarga de esgotos, fezes, restos de construções, aguas contaminadas e relocação de favelados. Sem qualquer compensação significante.
Segundo o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI), do Ministério da Saúde, São Gonçalo do Amarante/RN registrou, até esta segunda-feira (14), 10.254 doses aplicadas nos usuários pertencentes aos grupos prioritários da campanha nacional de vacinação contra a influenza, resultando em 62,50% de cobertura. A meta é alcançar o número de 90% (14.766 pessoas).
O município está com o maior índice da região metropolitana, seguido de Extremoz – 61,16%, Parnamirim – 60,00%, Natal – 55,59% e Macaíba – 54,74%.
A campanha teve início no último dia 23 de abril e se estenderá até o dia 1º de junho. Sua população-alvo é composta por crianças entre 6 meses e menos de 5 anos, jovens e adolescentes de 12 a 21 anos, gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após parto), idosos, indígenas, funcionários do sistema prisional, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições especiais, professores e trabalhadores da saúde.
Quatro anos após a Copa do Mundo, o legado prometido à cidade ainda não saiu do papel e esbarrou na falta da burocracia é marca do serviço público no Brasil.
Se por um lado as intervenções de mobilidade precisaram de adequação de última hora em seus projetos e saíram do papel às pressas, vide o complexo viário no entorno da Arena das Dunas, o equipamento prometido para solucionar diversos alagamentos na cidade, o túnel de drenagem, está soterrado sob os escombros da ineficiência, mas vieram à luz da lembrança por ocasião do desabamento de trecho de obra semelhante na Avenida Prudente de Morais.
Orçado em R$ 143 milhões e já tendo consumido R$ 97 milhões, o túnel de drenagem que tem 4,7 quilômetros de extensão e que levaria águas chuva até o rio Potengi, foi pensado para solucionar de vez os alagamentos nas zonas lestes, sul e oeste de Natal.
A obra foi paralisada depois que um morador do Bom Pastor alegou impacto ambiental. O Idema cassou a licença da obra e exige novos estudos. Nesse meio tempo, os custos foram atualizados em R$ 11 milhões. “E é um dinheiro que caberá à prefeitura pagar, e não há dinheiro”, explicou o secretário de Obras, Tomaz Neto.
Apesar da prefeitura alegar que os entraves são meramente burocráticos, a implicação da Queiroz Galvão na Lava Jato também guarda relação com a demora. Enfraquecida pelas investigações, ela chegou a ameaçar paralisar a obra argumentando dificuldades financeiras e que os reajustes necessários não estavam sendo pagos. Além disso, reclamou do jet grounting, um assunto cuja dimensão do que significa está exposta na sequência de matérias sobre o assunto.
Secretario Tomaz Neto mentiu quando diz que a obra foi paralisada quando um morador local alertou sobre suposto impacto ambiental. A verdade é que havia não só suspeita mas a comprovação de crime ambiental quando as escavações pra construção da lagoa final do sistema de macrodrenagem afetou mortalmente a nascente do Riacho Bom Pastor, por ter sido feito muito próximo da nascente, desrespeitando a Lei Federal do código florestal. Desde da primeira e única audiência pública feita no CTGas que a prefeitura foi alertada da existência da nascente, que tinha grande importância ecológica, social e até educacional, pois a Escola Municipal Francisca Ferreira, a quase 100m da nascente, a usava como espaço pedagógico e de educação ambiental. O MPE constatou deficiência nos estudos de impacto ambiental e solicitou novo estudo e medidas de mitigação e compensação socioambientais, inclusive, a comunidade local. Intermediado pelo MPE, foi firmado acordo entre SEMOV, Idema, Conselho Comunitário do Bom Pastor e Movimento Mangue Vivo, que haveria ajustes no projeto e compensações socioambientais e, por vingança ao ambientalista local que denunciou o impacto ambiental, o Sec Tomaz Neto não cumpriu nenhuma dos itens acordados e, assim, a obra corre o risco de continuar embargada.
Só indignação Com a irresponsabilade dos administradores públicos do nosso estado e do país em geral. Precisamos cair na real e começar a mudarmos esta situação já agora em 2018.
Mais um legado maldito da copa. Já não basta a prestação milionária que o governo do estado paga pelo estádio, ainda aparecem esses poços sem fundo para sugar mais ainda os impostos que pagamos.
Foto: (Divulgação). ASSISTA vídeo aqui em texto na íntegra
O casal brasileiro mais badalado do momento, Bruna Marquezine e Neymar, estrela a campanha de Dia dos Namorados da C&A. Os dois aparecem vestindo apenas cueca e lingerie de sua inédita coleção para a rede em cenas capturadas pelo incensado fotógrafo italiano Giampaolo Sgura. No vídeo em preto e branco, exclusivo da Vogue Brasil, os dois brincam de tirar selfies e retratos.
Em um primeiro momento, a rede de fast-fashion divulgou uma edição que não mostrava os rostos do jogador e da atriz e convidou os seguidores a adivinhar quem seriam as estrelas. Logo, o segredo foi descoberto e já recebeu o apelido de 50 Tons de Brumar.
A coleção de underwear contará com duas frentes, feminina e masculina, em peças que traduzem o estilo deste casal. Na primeira, muitos bodies e sutiãs brallet, peças com o poder de compor looks que funcionam tanto para um momento a dois quanto para uma festa com as amigas – os materiais escolhidos foram renda e veludo, entre outros, que conferem à coleção um mood mais sexy. À venda a partir do dia 15.05 em todo o Brasil.
Fotos: Divulgação
Fotógrafo: Giampaolo Sgura
Fotógrafo Making Of: Rodrigo Cintra
Beleza: Henrique Martins (mulher) e Silvio Giorgio (homem)
Styling: Patricia Zuffa
Produção: Mangaba Produções
Direção: Marcos Melo
Direção de Arte: Roberta Cardoso
Trilha Sonora: Again, de Lenny Kravitz
Agentes da Ronda Ostensiva da Guarda Municipal do Natal (GMN) resgataram na noite dessa segunda-feira (14), uma senhora de aproximadamente 55 anos que tentava suicídio se atirando da Ponte Newton Navarro. Os guardas municipais patrulhavam a área quando perceberam a situação de perigo a que a mulher estava se submetendo ao se aproximar do parapeito de segurança da ponte.
De acordo com os guardas municipais que conseguiram resgatar a senhora, a vítima parecia muito abalada emocionalmente e a todo instante ameaçava se atirar da ponte. Nessa situação, os agentes iniciaram uma conversa com a mesma na tentativa de fazê-la desistir do suicídio. Foram utilizados procedimentos padrões para situação de crise dessa natureza. “Depois de um bom tempo conseguimos acalmá-la e ela seguiu as orientações de segurança alertadas por nossa equipe, que na primeira indecisão da vítima agiu com rapidez imobilizando e a afastando do parapeito da ponte”, informaram os GMs.
Os guardas municipais conduziram a senhora até a sua residência onde foi entregue aos cuidados da família. “A ponte nova é um lugar que geralmente tem tentativas dessa natureza, porém o monitoramento de câmeras em toda a extensão da via facilita a intervenção das forças de segurança pública e muitas vezes é possível agir a tempo de evitar o pior”, concluiu o comandante da GMN, Alberfran Grilo.
Fernando Ângelo (Sity), que promete aplicativo com mais segurança – Marlene Bergamo/FolhaPress
Pequenas e ousadas, duas startups brasileiras querem para si parte do mercado de chamadas de corridas a partir de aplicativos.
Com contas-correntes bem menos recheadas do que as bilionárias Uber, 99 e Cabify, as novatas Sity e 4Move esperam conquistar motoristas e passageiros, segundo seus sócios, dando mais atenção a detalhes que as gigantes deixaram para trás enquanto cresciam de modo acelerado.
Apesar de o segmento ter surgido só nesta década, Fernando Ângelo, 28, presidente da Sity, já compara as maiores do setor a dinossauros, sem a mesma flexibilidade das novatas para lançar novidades.
A startup, que prevê colocar seu aplicativo no mercado de São Paulo no dia 16 de junho, quer atrair motoristas prometendo mais segurança para eles –daí o S do início do nome da companhia.
Para isso, a empresa disponibilizará um botão de pânico no app para ser acionado em caso de alguma ameaça.
O serviço também exigirá que o passageiro digite mais dados pessoais do que nos outros para se cadastrar, diz o empresário. Eles também terão que tirar uma selfie com o celular para provar sua identidade.
A empresa terá um galpão logístico, que servirá para reunir entregas do comércio eletrônico que poderão ser levadas pelos motoristas como serviço complementar. Lá, haverá um restaurante para eles onde será possível almoçar por R$ 5 ou R$ 6, diz Ângelo.
“Se cuidarmos bem de nossos motoristas, eles vão cuidar melhor de nossos passageiros”, afirma o empresário.
A startup cadastra condutores desde fevereiro. Segundo Ângelo, 2.000 já foram credenciados para trabalhar no app.
O escritório da Sity, com 25 funcionários, fica no mesmo local em que a espanhola Cabify começou suas atividades no Brasil, em 2016. Isso ajuda no cadastramento de condutores, pois o endereço é conhecido e tem credibilidade, diz ângelo.
A empresa cobrará dos condutores taxa de 10% do valor das corridas nos três primeiros meses e, depois, 15%. A Uber adota taxa de 25%.
Foram investidos R$ 7 milhões na Sity. A companhia quer levantar mais 60 milhões ainda em 2018.
A aposta da 4Move, que foi lançada em outubro, é premiar passageiros e motoristas fiéis para garantir uso frequente de seu serviço.
Cada quilômetro rodado por passageiros e motoristas dá um ponto no programa de fidelidade da empresa. Esses pontos podem ser trocados pela devolução de parte do dinheiro gasto com corridas ou prêmios, como ingresso de cinema, jantar ou eletrônicos.
Para poder acessar o aplicativo, o usuário precisa receber convite de quem já é cadastrado. Quando alguém convida um motorista ou passageiro, passa a ganhar pontos toda vez em que seu amigo pontua, diz Adriano Soncini, 33, diretor de marketing da 4Move.
Ele diz que a estratégia permite que a companhia cresça a partir do boca a boca, criando um grupo de usuários que incentiva o uso do serviço, o que reduz a necessidade de gastos com publicidade.
“Em vez de gastar milhões de reais em propaganda para dizer que a gente é muito bom, premiamos os usuários.”
A taxa cobrada dos motoristas a cada corrida varia conforme a avaliação feita pelos passageiros, que vai de 0 a 5.
A cobrança parte de 20% e cada ponto ganho na avaliação dá desconto de um ponto percentual para o motorista.
Segundo o executivo, a startup levantou R$ 10 milhões em investimentos e tem 100 mil motoristas cadastrados.
A Uber informa ter 150 mil motoristas no estado de São Paulo e 500 mil no Brasil. No país, seu aplicativo funciona em mais de 100 cidades.
O serviço funciona em São Paulo, em Belo Horizonte, no Espírito Santo e em Aracaju.
Soncini diz que a meta da companhia é ter 10% do mercado de corridas quando a 4Move completar um ano.
Um assalto na Avenida Itapetinga, na manhã desta terça-feira(15), por volta das 9h30, na Zona Norte de Natal, deixou um vigilante da Hemonorte baleado. Durante a ação criminosa, a arma e o colete do profissional de segurança foram levados.
Segundo a Polícia Militar, o crime aconteceu na Unidade do Hemonorte, responsável pelo banco de sangue do estado. Na ocasião, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta. Como de praxe, um deles saltou do veículo, anunciou o assalto, o vigilante, tentou reagir, e sofreu dois tiros. Logo após, o homem foi socorrido pelos próprios profissionais de saúde que trabalham na unidade e depois levado a um hospital.
Em decorrência do episódio, o Hemonorte suspendeu o atendimento no restante do dia e o serviço só deve ser retomado nesta quarta-feira (16).
AGORA ELE VAI DIZER QUE É O DONOOOOOOOOOOOOO