Novo Leilão Virtual do TRT-RN acontece nesta sexta-feira com imóveis, automóveis e equipamentos

Foto: Divulgação

Acontece nesta sexta-feira (24) mais um Leilão Virtual promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN), com bens penhorados pelas Varas do Trabalho de Natal, Mossoró, Caicó e Currais Novos.

Serão leiloados 43 lotes de imóveis, automóveis (incluindo um minitrio elétrico), máquinas industriais, equipamentos de academia e eletrodomésticos. Os valores apurados com o leilão serão utilizados para o pagamento de dívidas trabalhistas e previdenciárias.

A presidência do leilão caberá ao juiz Cacio Oliveira Manoel, coordenador da Divisão de Inteligência (Dint) do TRT-RN. A realização é da Lance Certo Leilões (lancecertoleiloes.com.br).

“O leilão terá a publicações de dois pregões, com intervalo de 30 minutos entre si, observada a proporcionalidade de 100% e 50% do valor da avaliação, sem que haja necessidade de renovar a publicação do edital”, explica o magistrado.

Como também esclarece Cacio Oliveira Manoel, não serão aceitos lances presenciais, apenas virtuais, em razão da pandemia do novo coronavírus. Os interessados já podem cadastrar-se junto ao site da Lance Certo Leilões e apresentar propostas, que serão apreciados pelo juiz no dia do leilão.

Imóveis

O TRT-RN leiloará apartamentos, casas e terrenos em Natal – nos bairros de Ponta Negra, Capim Macio, Tirol, Petrópolis, Planalto e Praia da Redinha –, Nísia Floresta, Parnamirim, Extremoz, Macaíba e Ceará-Mirim (Praia de Muriú).

Uma casa em Mossoró, um terreno em Currais Novos e uma área rural de 34 hectares em Jandaíra, penhorados pela Justiça do Trabalho, também vão a leilão.

Minitrio elétrico

Outros lotes reúnem, ainda, todos os equipamentos de uma academia de ginástica, uma máquina de fazer tijolos, um elevador automotivo, aparelhos de ar-condicionado, um frigobar, aparelhos de TV e um minitrio elétrico, usado para animar festas de rua.

Ainda serão leiloados pelo TRT-RN, durante o Leilão Virtual, 1.942 fardos de sal moído (30×1) e o maquinário completo de uma fábrica de confecções.

Petrobras divulga no site do Conpet informações sobre o consumo de combustível de automóveis; confira seu modelo

Trinta e seis marcas de automóveis aderiram voluntariamente este ano ao Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), coordenado pelo Inmetro em parceria com o Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo, e do Gás Natural (Conpet), vinculado ao Ministério de Minas e Energia (MME) e realizado pela Petrobras.

A nova lista, que tem 496 modelos autorizados a utilizar a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia em 2014, contempla informações sobre o consumo de combustível, o nível de emissões de CO2 (um dos gases responsáveis pelo efeito estufa) e de gases poluentes regulados pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Ibama.

A consulta sobre o consumo dos automóveis está disponível no site do Conpet (www.conpet.gov.br/consultacarros) e pode ser feita por categoria de veículo, marca, modelo ou motor. Também permite ordenar pelo menor consumo e comparar todos os modelos pelas suas classificações que vão desde “A”, para mais eficiente, até “E”, para menos eficiente, tanto na sua categoria como entre todos os modelos participantes.  Os 113 modelos de 14 marcas que obtiveram as melhores classificações são contemplados adicionalmente com o Selo Conpet de Eficiência Energética concedido pela Petrobras.

Também está disponível a classificação quanto à redução da emissão de gases poluentes em relação aos limites do Proconve, indicando com uma estrela os carros que emitem mais e até três estrelas para os que emitem menos. O site traz ainda novas funcionalidades para o consumidor: ao clicar no nome do modelo serão exibidas informações sobre consumo, emissões e classificações comparativas e um clique na marca permite o acesso à sua página eletrônica.

As informações sobre o consumo dos veículos com etanol e gasolina na cidade e na estrada são declaradas ao Inmetro pelas empresas participantes, após testarem seus modelos em laboratórios semelhantes ao laboratório de ensaios veiculares do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), utilizado para desenvolvimento dos combustíveis e que dá suporte técnico ao PBEV.

Também apoiam o PBEV o laboratório da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), a ANP (Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis) e representantes das marcas associadas à Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e à Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores).

Economia

Poderão ser visualizadas no site as dicas do Conpet para economizar combustível. Fatores como a falta de manutenção, pneus descalibrados, direção agressiva com acelerações e frenagens bruscas, trânsito congestionado, velocidade elevada, combustível inapropriado, condições adversas da via ou excesso de peso influenciam a eficiência dos veículos, podendo aumentar em mais de 20% o consumo de combustível declarado.

Automóveis: Consórcio pode atrair mais consumidores em 2014

O interesse do consumidor por adquirir o carro por meio de consórcio tende a crescer em 2014. Segundo a Abac, associação das empresas administradoras de consórcios, o aumento do IPI, que pressiona o preço do carro para cima, e a maior rigidez dos bancos para aprovar financiamentos devem servir de impulso para que a procura pela modalidade aumente.

“É provável uma expansão do mecanismo, que só nos onze primeiros meses de 2013, mostrou crescimento de 10% no número de participantes, com destaque para os 25% a mais de consorciados no segmento de veículos leves, caracterizando um perfil de interesse”, aponta Paulo Roberto Rossi, presidente-executivo da Abac.

Em novembro o número total de participantes ativos do Sistema de Consórcios bateu novo recorde e cresceu 10% na comparação com igual mês de 2012, chagando a 5,64 milhões de consorciados. As novas adesões somaram 2,29 milhões entre janeiro e novembro de 2013, com leve crescimento de 0,4%.

AutomotiveBusiness

Diário Oficial publica aumento das alíquotas do IPI sobre automóveis

O Diário Oficial da União publica hoje decreto que estabelece o aumento das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis. Na semana passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, havia antecipado que o IPI para os veículos voltaria a subir em 2014, apesar dos pedidos das montadoras e do impacto sobre os preços.

O reajuste gradual foi publicado sem o abatimento do Programa Inovar Auto, criado pelo governo para estimular a produção doméstica de automóveis. A empresa que aderir poderá reduzir em 30 pontos percentuais a alíquota conforme o programa, que tem prazo de encerramento em 2017.

Com a redução de 30 pontos, para os veículos populares flex (1.000 cilindradas) o decreto determina, por exemplo, que a alíquota passará, em 1º de janeiro, para 3%, com incidência até 30 de junho. Entre 1º de julho e 31 de dezembro de 2017, o IPI será 7%.

Os veículos com alíquota de 7% passarão para 9% em 1º de janeiro. Os que estão com 4% e 7% sobem, respectivamente, para 6% e 9% em janeiro e, em julho, passam para 8% e 11%.

Agência Brasil

Governador do Ceará atende apelo de Henrique Alves e cede tubulação para adutora de Jucurutu

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, em conversa com o governador Cid Gomes, do Ceará, conseguiu o empréstimo da tubulação para construir uma adutora de engate rápido no município de Jucurutu, na região do Seridó.  A falta de tubos no mercado e a urgência da obra, diante da ameaça de colapso no abastecimento da cidade, levaram o deputado a fazer o apelo ao governador cearense.

A indústria fabricante da tubulação, que atende a uma grande demanda do governo do Ceará por causa da seca, não teria condições de fornecer ao DNOCS os tubos necessários para adutora levar água da barragem de Assu para Jucurutu. “A tecnologia é a mais apropriada para a obra ser executada ainda este ano. A alternativa foi recorrer ao governador Cid Gomes que vai nos ceder a tubulação e faremos a devolução posteriormente”, explicou Henrique Alves. O DNOCS já está analisando a documentação para a assinatura do contrato.

#Curiosidade: Por que a potência de um motor é medida em cavalos?

Por causa do trabalho realizado pelos cavalos nas minas de carvão inglesas do século XVIII. Os donos dessas minas foram os primeiros clientes dos fabricantes de motores movidos a vapor. Essas engenhocas acionavam máquinas que transportavam carvão do interior da mina até a superfície.

Antes do motor a vapor, essa tarefa era feita por cavalos que, por meio de um sistema de cordas e roldanas, puxavam baldes cheios do produto. Portanto, nada mais natural que comparar a força dessas máquinas à dos eqüinos. A idéia foi do inventor escocês James Watt, que, no final do século XVIII, trabalhou no desenvolvimento desse tipo de motor. Ele calculou que, em média, um cavalo conseguia subir 100 quilos de carvão a uma certa altura por minuto. Na hora de generalizar a medida, ele aumentou a carga em 50% e instituiu a unidade de “um cavalo de potência” como a força necessária para levantar 150 quilos por 30 metros de altura em um minuto.

A unidade pegou e atravessou os séculos com a sigla HP (de Horse-Power, ou “Potência de Cavalo”, em inglês).

A unidade HP é equivalente à força necessária para erguer a 30 metros de altura um balde com 150 quilos de peso em um minuto. Ela foi baseada no trabalho feito por cavalos em antigas minas de carvão.

Fonte: Mundo Estranho

Governo prepara redução de IPI para Automóveis

Baixar imposto é fácil, Difícil é investir em infraestrutura para os carros andarem tranquilamente, segue reportagem da Folha.

O governo Dilma prepara redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de carros nacionais dentro da reformulação do regime automotivo brasileiro.

A medida visa reaquecer as vendas no mercado automobilístico, em queda nos últimos meses, e aumentar o índice de nacionalização dos carros fabricados no país.

A redução do IPI, em estudo pelos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, será concedida às montadoras que cumprirem diversas etapas de produção no Brasil na montagem de seus veículos.

Entre essas etapas estão, por exemplo, a realização da pintura do automóvel, soldagem e estamparia.

Além disso, as montadoras terão de elevar seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento e se comprometer a comprar autopeças produzidas no Brasil.

Ainda não há data fechada para o anúncio da medida, já que ela não está finalizada pela equipe técnica do governo e ainda depende do aval da presidente Dilma.

A medida é similar à adotada durante a crise econômica de 2008/2009, quando o governo Lula, para estimular o consumo e evitar demissões no setor, cortou o IPI dos carros.

Na época, o imposto de carros populares caiu de 7% para zero. O de carros médios, de até 2.000 cilindradas a gasolina, foi reduzido de 13% para 6,5%.

A diferença, agora, é que o governo vai exigir das montadoras o cumprimento de uma série de etapas visando aumentar a nacionalização do processo de produção em troca da redução do IPI.

Segundo assessores, a redução do imposto será gradual, de acordo com o cumprimento de cada etapa de nacionalização pelas montadoras instaladas no país.

A medida já estava em estudo desde que o governo decidiu elevar o IPI de carros importados em 30 pontos percentuais em setembro.

O aumento poderia atingir até os carros nacionais, desde que eles não atingissem um percentual de conteúdo local de 65%.

Atualmente, as principais montadoras instaladas no país já atingem esse percentual, mas calculado de acordo com o faturamento dessas empresas.

Em apresentação de resultados do setor na semana passada, o presidente da Anfavea (associação das montadoras com fábrica no país), Cledorvino Belini, negou que houvesse negociações com o governo para a redução do IPI para os modelos produzidos no Brasil.

“Essa questão do IPI é uma questão de mercado, não temos problema de mercado. Você vai pedir redução para um mercado que cresceu 14%”, disse ele na época.

Segundo ele, o relaxamento das medidas macroprudenciais e a queda dos juros seriam os dois fatores responsáveis para dar força ao setor em 2012.

“Temos a preocupação que também haja equilíbrio fiscal. Se você só faz desoneração, como o país vai fechar as contas fiscais?”, afirmou Belini, que também é presidente da Fiat no país.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Na minha opinião, o governo deveria exigir uma contrapartida das montadores, fazendo com que as mesmas reduzam também parte de sua margem de lucros, pois sabemos que no Brasil os carros são até um terço do preço praticado nos Estados Unidos. Por isso a correria das montadoras em virem pra cá.
    Façamos as contas, se o governo abrir mão de 10% de impostos e as montadoras de 10% dos seus lucros, aí sim, a gente começava a vislumbrar um futuro melhor.