Política

Bolsonaro pede ao STF para desarquivar queixa apresentada por ele contra Jean Wyllys

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil; Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A defesa do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL-RJ), recorreu nessa segunda-feira (10) pedindo que o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconsidere o arquivamento de uma queixa apresentada por ele contra o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) por injúria e calúnia.

Em novembro do ano passado, o ministro arquivou a queixa afirmando que os advogados de Bolsonaro, então deputado, perderam o prazo para entrar com a ação, o que a defesa refuta.

A queixa foi apresentada em agosto do ano passado por suposto crime contra a honra, por entrevista transmitida ao vivo em rede social mantida pelo jornal “O Povo”.

Segundo Bolsonaro, o deputado Jean Wyllys o acusou de ter praticado lavagem de dinheiro, chamando-o de “fascista”, “burro”, entre outros.

Segundo a defesa, embora não tenha mencionado o nome de Bolsonaro, a entrevista deixava claro que se tratava dele, porque o deputado se referia a alguém filiado ao PP (antigo partido de Bolsonaro).

G1

 

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Diversos

APÓS NOTÍCIAS DETURPADAS: Luciano Huck mostra opinião sobre o presidente eleito Jair Bolsonaro, e diz que tem gente que segue querendo ver o país dividido

Reprodução: Instagram

Apresentador fez questão de destacar em sua rede social Instagram a sua resposta em matéria do Estadão sobre o que espera do governo Bolsonaro.

No dia anterior, alguns veículos de imprensa deram um tom diferente sobre as suas respostas, e não destacaram o que de fato ele deseja: “Eu acho que a gente tem que dar um voto de confiança para quem ganhou”.

Em resposta madura, Luciano ainda falou que tem gente que segue querendo ver o país dividido. “É hora do diálogo”, disse.

Opinião dos leitores

  1. Engraçado é que o Coaf encontrou movimentação de um.milhao e duzentos mil de movimenta na conta do.motorista de Flávio Bolsonaro e o cara mora em.uma favela. Alguém já ouviu falar em suco de laranja? E tem mais 10 indicados entre ministros e secretários tèm envolvifos em inqueritos e processos de corrupção e lavagem.Ou será que não vem ao caso. ?ou será que vão admitir é pedir desculpas e fica tudo bem como foi sugerido a ônix lorenzoni.?

  2. Fica de boa lu, a petralhada tá desesperadas por saber que o moro vai fazer uma devassa nas cotas dos esquerdopatas do 1o escalão até o último, isso nos ministérios, autarquias, congresso e assembléias do país inteiro. Ao mesmo tempo vai triplicar o número de presídios. Será uma higienização desse país.

  3. Diálogo só existe quando os dois querem e quando se há humildade por parte do vencedor! Os metralhas não querem isso. Querem agudizar e acirrar a divisão, para usarem todas as armas contra o povo brasileiro

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Judiciário

Gilmar Mendes mantém proibição de entrevista com autor de facada em Bolsonaro

O ministro Gilmar Mendes manteve decisão que havia proibido realização de entrevista, pela Revista Veja, com Adélio Bispo dos Santos, apontado como autor do atentando ao presidente eleito Jair Bolsonaro. Na decisão, o ministro afirmou que, na decisão do TRF da 3ª região, não houve restrição à liberdade de imprensa, nem qualquer espécie de censura prévia.

Em setembro deste ano, em compromisso de campanha, o então candidato ao cargo de presidente do país sofreu atentado à faca supostamente desferido por Adélio, preso em flagrante no mesmo dia e autuado no artigo 20 da lei de segurança nacional.

O TRF da 3ª região deferiu liminar em mandado de segurança impetrado MPF e determinou a suspensão de entrevista jornalística que seria efetuada com o custodiado no presídio Federal de Campo Grande/MS.

No STF, a editora Abril Comunicações S/A, responsável pela revista Veja, afirmou que a decisão ofende a autoridade do Supremo, consubstanciada no julgamento da ADPF 130, quando o plenário declarou a não recepção da lei de imprensa pela CF de 88. Sustenta que, ao impedir produção de material jornalístico pela Revista Veja, a decisão teria ocorrido em censura prévia, em ofensa. O SBT apresentou pedido de extensão de liminar, pois alega que também teria sido prejudicado pela decisão do TRF da 3ª região.

Decisão

Para o relator, não há semelhança entre o fundamento da decisão do TRF-3 e o assentado pelo Supremo no julgamento da ADPF 130. O desembargador do TRF-3, explicou o ministro, ao decidir o caso em questão, não o fundamentou em nenhum dispositivo da lei de imprensa. “Ademais, da leitura do julgado, vê-se que não houve restrição à liberdade de imprensa, nem qualquer espécie de censura prévia ou de proibição de circulação de informações”, disse.

O ministro destacou que a relação entre a liberdade de expressão e de comunicação e outros valores constitucionalmente protegidos pode gerar situações conflituosas, a chamada colisão de direitos fundamentais. No processo de concretização da liberdade de imprensa, esclareceu, o Judiciário tem o papel de interpretar a aplicação de princípios constitucionais eventualmente conflitantes.

No caso concreto, segundo o relator, o juízo reclamado, ao analisar a situação fática, destacou a importância da proteção das investigações e da prevenção de possíveis prejuízos processuais, bem como a necessidade de proteção do próprio custodiado, cuja sanidade mental ainda era discutível. Concluiu, diante de tais ponderações, que o momento não era adequado para a realização da entrevista pleiteada.

“Vê-se, pois, que o ponto principal desta ação não recai sobre a liberdade de imprensa, em si. Discutiu-se, em verdade, se seria o momento adequado a permitir a exposição de preso provisório, mantido em presídio de segurança máxima, acusado de cometer crime contra a segurança nacional e cuja sanidade mental era contestável. Objetivou-se a proteção não apenas das investigações, ainda em curso, mas principalmente do próprio réu, custodiado do Estado.”

Observou ainda que a temática relacionada à liberdade de imprensa é bastante ampla e nem toda e qualquer intervenção judicial relacionada a esta matéria terá sua resposta no decidido por esta Corte na ADPF 130.

Além disso, o relator acrescentou que o instrumento processual da reclamação não pode ser empregado como substitutivo de recurso ou atalho para se chegar ao Supremo, conforme o caso dos autos. “Transformar esta Corte em verdadeira segunda instância de qualquer decisão relacionada a conflitos entre liberdade de imprensa e outros valores constitucionais, por meio de reclamação, não é compatível com nossa arquitetura constitucional”.

Processo: RCL 32.052
Migalhas

 

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Política

Bolsonaro: “está fora de cogitação” país se sujeitar a outras nações

O presidente eleito Jair Bolsonaro disse, pelo Twitter, que “está fora de cogitação” o país se sujeitar automaticamente a um interesse externo, de outras nações.

“Sujeitar automaticamente nosso território, leis e soberania a colocações de outras nações está fora de cogitação. É legítimo que países no mundo defendam seus interesses e estaremos dispostos a dialogar sempre, mas defenderemos os interesses do Brasil e dos brasileiros”, disse em mensagem na rede social.

Ontem (29), o presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que a possibilidade de seu governo apoiar o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul depende da posição de Bolsonaro sobre o Acordo Climático de Paris. “Não podemos pedir aos agricultores e trabalhadores franceses que mudem seus hábitos de produção para liderar a transição ecológica e assinar acordos comerciais com países que não fazem o mesmo. Queremos acordos equilibrados”, disse Macron, que participa da Cúpula do G20, em Buenos Aires.

No último dia 28, o presidente eleito disse que teve participação na decisão do governo brasileiro de retirar a candidatura para sediar a COP-25 (Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas), destinada a negociar a implementação do Acordo de Paris, que ocorrerá de 11 a 22 de novembro de 2019. O Itamaraty informou sobre a decisão ao Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima da Organização das Nações Unidas.

Bolsonaro disse que queria evitar controvérsia entre o seu governo e setores ambientalistas sobre a criação do corredor ecológico internacional Triplo A e ainda alegou restrições orçamentárias. “Houve participação minha nessa decisão. Ao nosso futuro ministro [Ernesto Araújo, indicado para o Ministério das Relações Exteriores], eu recomendei para que evitasse a realização desse evento aqui no Brasil. Até porque, eu peço que vocês [jornalistas] nos ajudem, está em jogo o Triplo A. Esse acordo, que é uma grande faixa, que pega a [Cordilheira dos] Andes, Amazônia, Atlântico, de 136 milhões de hectares, ao longo da calha dos rios Solimões e Amazonas, que poderá fazer com que percamos nossa soberania nessa área. Se isso for o contrapeso, nós teremos uma posição que pode contrariar muita gente, mas vai estar de acordo com o pensamento nacional. Então, não quero anunciar uma possível ruptura dentro do Brasil, além dos custos, que seriam, no meu entender, bastante exagerados tendo em vista o déficit que temos no momento”, disse o presidente eleito, na ocasião.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Todos os países que já ficaram subjugado aos EUA, hoje são grandes nações, são como crianças bem cuidadas. Tornam-se grandes homens. Já os que são ligadas aos esquerdopatas, não saem de uma simples ditadura. Fácil de constatar. Japão, Alemanha ocidental, Coréia do sul, enquanto Alemanha oriental, Cuba, Coréia do norte, Venezuela, Irã. Nicarágua

    1. O mesmo pode-se dizer de Jamaica, Costa Rica, Panamá, né Beto?

    2. O México lambe as botas dos americanos há muito tempo, e em troca ganhou um muro em sua fronteira para confinar seus nacionais. O puxa-saquismo deles não rendeu nada em termos de desenvolvimento. O que o Brasil ganhará adulando os EUA, com o Bozo sendo cãozinho de estimação do Trump? Esqueceram que o lema do Trump é "America first"?

    3. Quando o cara é vira latas não tem retorno. Esse aí deve beijar a Bandeira americana como o Mico dele.

    4. Complexo de vira latas, é juntar-se em churrasquinho pra falar de carros, tecnologia e investimentos em bolsas, e até de teoria da conspiração das zelites contra o comandante do maior esquema de corrupção do mundo.
      se nem um emprego que te dê chances pra ganhar dinheiro tem, primeiro, pobretões, admiradores de ditaduras e ditadores, pra se ter vida digna, é preciso oportunidades, se você tem condições de consegui-las é outra. Então, porque milhões tentam chegar e tentam uma oportunidade nos EUA, é porque lá eles te dão oportunidades de crescerem financeiraente, menos pra esses pingunço de churrasquinho, e agitadores de desmobilização social. Esses, só é reservado o sucesso de uma aposentadoria de um salário mínimo, pra pagar o aluguel de um rancho e ser ajudado pelos familiares, sempre.

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Política

Nos EUA, Haddad diz que Brasil pode crescer com governo liberal de Bolsonaro

Fernando Haddad “aposta” em Jair Bolsonaro. Ele disse em Nova York que a economia brasileira vai crescer pelos próximos quatro anos:

“Temos que nos prevenir: ele vai adotar o neoliberalismo radical. Em primeiro lugar, gera um fluxo de caixa muito importante e dá fôlego, com a venda de ativos estatais, o que ocorreu com o primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com venda de estatais, o que bancou a sobrevalorização do câmbio por quatro anos. Vamos ter crescimento em quatro anos porque estamos há quatro anos sem crescer e isso vai dar um respiro para o governo.”

Com informações do Estadão

Opinião dos leitores

  1. Esses comentários são prova viva de que o leitor médio não tem a mínima capacidade de interpretação. O que vale é a primeira linha do artigo.

  2. Ele só falou o que deveria ser óbvio para um leitor que sabe fazer interpretação básica de um texto ! ! Qualquer Administrador com dinheiro em caixa, por mais irresponsável que seja a geração do mesmo, se tornará um gênio das finanças para o mercado financeiro ! !

  3. Kkkkkkk, já reconhece a competência do antes chamado Bozo? São uns tontos esse esquerdopatas petralhas, uma hora eles contam a verdade, ou na delação premiada ou sem querer.

  4. Petralhas, já reconhece o crescimento antes do ômi assumir? Então, o bolsonaro é um gênio ou um tosco? Kkkkkkk, tão se entregando!

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Política

Bolsonaro anuncia o almirante de esquadra Bento Costa Lima Leite como novo ministro de Minas e Energia

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou pelo Twitter nesta sexta-feira (30) o almirante de esquadra Bento Costa Lima como futuro ministro de Minas e Energia.

Este é o vigésimo ministro já anunciado por Bolsonaro.

Bento Costa Lima nasceu no Rio de Janeiro e entrou para a Marinha na década de 70. Atualmente é diretor geral de desenvolvimento nuclear e tecnológico da Marinha e faz parte do conselho de administração da Nuclebrás, autarquia responsável por desenvolver o programa nuclear brasileiro.

Entre outros cargos que ocupou estão: observador das forças de paz da ONU em Saraievo; assessor parlamentar do ministro da Marinha no Congresso e comandante dos submarinos Tamoio e Toneleiro.

Ele também já atuou como: chefe de gabinete do Estado-Maior da Armada; chefe de gabinete do comandante da Marinha e Comandante em Chefe da Esquadra, além de secretário de ciência, tecnologia e inovação da Marinha.

Como diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, Bento Costa Lima respondeu por todas as unidades científicas da Força, o que inclui o programa de desenvolvimento de submarinos (Prosub) e o programa nuclear da Marinha (PNM).

O almirante tem pós-graduação em Ciência Política pela Universidade de Brasília e MBA em gestão pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Ô véi forte, arrochado esse meu presidente, meteu um ALMIRANTE no ministério de minas e energia. É muita diferença entre um ALMIRANTE e um Edison Lobão, corrupto indiciado na lava jato, indicado por Lula e Dilma né não????

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Política

Bolsonaro parabeniza Lava Jato por prisão de Pezão; quando deputado, capitão declarou votou no medebista, mas tuíte polêmico com apoio a ele, a Cabral e a Aécio Neves é falso

Jair Bolsonaro (PSL) parabenizou na tarde desta quinta-feira (29) a força tarefa da Lava Jato pela prisão do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB). Ele também congratulou a Polícia Federal e o Ministério Público Federal pelas ações de combate a corrupção no país.

O governador fluminense afastado Luiz Fernando Pezão e o presidente eleito Jair Bolsonaro – Zô Guimarães/Tercio Teixeira/Folhapress

O presidente eleito afirmou que, a partir de janeiro, quando assumirá a presidência do país, e quando Sérgio Moro assumirá o ministério da Justiça e Segurança Pública, as ações contra suspeitos de corrupção irão se intensificar.

Bolsonaro falou brevemente a jornalistas após participar de uma cerimônia na vila militar. Na praia da Barra da Tijuca, zona oeste, o presidente eleito respondeu a algumas perguntas da imprensa.

“A Lava Jato está aí. Parabéns à Polícia Federal e ao Ministério Público [Federal] por estarem realmente lutando contra a corrupção no Brasil. E vai ficar pior para os corruptos a partir do ano que vem quando nós assumirmos e com Moro tendo carta branca dentro do Ministério da Justiça.”

Em 2014, Jair Bolsonaro declarou voto em Luiz Fernando Pezão para governador, registrou reportagem do UOL. “[O Francisco Dornelles] É um contrapeso que pesa. Pezão me ligou, já conversei algumas vezes com ele, vou apoiá-lo. Acredito que fará um governo equilibrado”, disse na época. Questionado pela imprensa sobre o apoio do passado, Bolsonaro minimizou.

“Qual o problema, rapaz?”, questionou. “Até casamento dá errado. Por que uma política não pode dar? Lamentamos o episódio [da prisão do atual governador]. Lamento que a política do Brasil e do Rio de Janeiro tenham enveredado por esse lado da corrupção. Quem cometeu esses erros que pague o preço agora”, disse.

Internautas têm distribuído uma imagem no Twitter com suposta postagem de Bolsonaro em campanha para a reeleição de Pezão. “O povo do Rio deve dar uma chance a Pezão como governador para ele dar continuidade aos investimentos iniciados por Cabral”, diz o tuíte.

A imagem é falsa. Em outubro de 2014, o Twitter permitia publicações com até 140 caracteres, o tuíte compartilhado tem um texto com 254 caracteres.

Com o afastamento de Pezão, quem agora assume o Palácio Guanabara é o seu vice, Francisco Dornelles (PP), o homem que motivou o voto de Bolsonaro.

Folha de São Paulo

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Política

Osmar Terra é escolhido para Ministério da Cidadania de Bolsonaro; nova pasta reunirá Desenvolvimento Social, Esporte e Cultura

O deputado fesderal Osmar Terra (MDB-RS) durante sessão em comissão da Câmara — Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O presidente eleito Jair Bolsonaro escolheu o deputado Osmar Terra (MDB-RS) para ser o ministro da Cidadania. A informação foi divulgada pela assessoria do governo de transição na tarde desta quarta-feira (28).

A pasta, que será criada, responderá pela área social do governo federal e reunirá Desenvolvimento Social, Esporte e Cultura. De acordo com o futuro ministro, parte da Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad), que cuida do tratamento de dependentes químicos, também será submetida à pasta.

Terra já cuidou da área social no governo de Michel Temer, quando comandou o atual Ministério do Desenvolvimento Social.

Terra é o 18º ministro anunciado pelo futuro governo Bolsonaro. Durante a campanha eleitoral, afirmou que os atuais 29 ministérios seriam reduzidos para 15. Nesta terça (28), afirmou que o número de pastas poderia chegar a 20.

Médico com mestrado em Neurociência, o porto-alegrense Osmar Gasparini Terra, de 68 anos, é deputado federal. Filiado desde 1986 ao MDB, ele foi prefeito de Santa Rosa (1993-1996), secretário de Saúde do Rio Grande do Sul e ministro do Desenvolvimento Social no governo de Michel Temer.

Terra está na Câmara dos Deputados desde 2001, de onde se licenciou para integrar o governo Temer. Ele assumiu a pasta do Desenvolvimento Social em maio de 2016.

O político gaúcho ficou no ministério, responsável pelo programa Bolsa Família, até abril deste ano, quando foi exonerado para disputar a eleição. Na pasta, dedicou-se a combater fraudes no pagamento do benefício.

Também como ministro, Osmar Terra promoveu um pente-fino nas aposentadorias por invalidez e nos auxílios-doença pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

G1

 

Opinião dos leitores

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Polícia

Bolsonaro diz no Twitter que não concederá indulto para presos em seu governo: “se houver neste ano, será o último”

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou no Twitter, nesta quarta-feira (28), não concederá indulto a presos em seu governo.

O indulto é um perdão de pena concedido todos os anos em período próximo ao Natal, como uma atribuição do presidente da República, prevista na Constituição. O presidente não é obrigado a conceder indultos.

Bolsonaro frisou que um de seus compromisso de campanha foi “pegar pesado” no combate à violência e à criminalidade.

“Fui escolhido presidente do Brasil para atender aos anseios do povo brasileiro. Pegar pesado na questão da violência e criminalidade foi um dos nossos principais compromissos de campanha. Garanto a vocês, se houver indulto para criminosos neste ano, certamente será o último”, afirmou Bolsonaro.

Nesta quarta, deve ser retomado julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) de uma ação que discute a validade do decreto de indulto natalino editado pelo presidente da República, Michel Temer, em dezembro do ano passado.

O decreto assinado por Temer no ano passado estabeleceu que poderia receber o perdão quem cumpriu um quinto da pena em caso de crimes sem violência ou grave ameaça, sem limite máximo de pena para concessão.

Levantamento da Força Tarefa da Lava Jato no Paraná indicou que 22 dos 39 condenados pela Justiça Federal em Curitiba podem ser beneficiados se o presidente Michel Temer editar neste ano o decreto de indulto nataliano com as mesmas regras do assinado no ano passado.

G1

Opinião dos leitores

  1. Está perfeito esse é o presidente que precisamos , pois quando os bandidos forem fazer merda lembrar que não tem boquinha não.

  2. Triste pelas mães e pelos pais de seres humanos que um dia erraram e hoje pagam pelo seu erro, com direito é claro a se redimir e voltar a conviver em sociedade, nem todos os presos são pessoas que não tem mais condições de se regenerar, mas que bom que os eleitores desse senhor irão provar do próprio veneno (falo das famílias dos apenados) ficaram com a primeira lição do que vem por ai, e eu acho é pouco…..e tenho dito

    1. Fique triste não, as famílias podem irem até os presídios e visitarem seus entes queridos, eles apenas não poderam sair para coneterem mais crimes… Simples!

    2. Diz isso para uma Mãe ou Pai, que nunca mais vai ver seus entes queridos, por um meliante que você defende.

    3. Te desejo que um deles cometa um erro contra você, não vou nem desejar o mesmo a um familiar seu, pra não ser injusto com quem não tem nada haver. depois quero que você perdoe com esse criminoso, com esse mesmo sentimento.

    4. Tenha pena das vitimas em que seus familiares só podem fazer visita no cemiterio !!

    5. Espero que amanhã, não seja vc que esteja chorando no enterro de um ente querido.

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Política

Bebianno confirma general para Secom e diz que porta-voz será escolhido por Bolsonaro

O futuro ministro-chefe da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno, confirmou que outro general da reserva, o ex-comandante do Haiti Floriano Peixoto Vieira Neto, cuidará na transição da parte de contratos de publicidade do governo, como O Antagonista antecipou.

“Ele está analisando, por exemplo, os contratos que estão em andamento e vencem nos próximos meses, como os que cuidam das redes sociais e outros canais institucionais.”

Bebianno afirmou à Folha que “o porta-voz será escolhido pelo próprio presidente”.

O Antagonista e Folha de São Paulo

 

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Política

“Não pode confundir escolha de militares com governo militar”,diz general Carlos Alberto Santos Cruz, futuro ministro da Secretaria de Governo

Em sua entrevista a O Globo, o futuro ministro da Secretaria de Governo, general da reserva Carlos Alberto Santos Cruz, disse que o fato de o governo Jair Bolsonaro possuir em seu quadro vários militares não significa que haverá militarização da gestão.

“Quando você escolhe um advogado para ser o vice e um outro advogado para Casa Civil, você não está fazendo uma patota profissional. Você está escolhendo pessoas que você conhece, que você tem confiança. Então não significa que seja um governo militar”, disse Santos Cruz.

“Não significa um governo de pensamento militar, de militarização. Não tem nada disso. Simplesmente são pessoas conhecidas dentro de um ambiente profissional. Não representando ali as Forças Armadas. As escolhas foram decisões pessoais. Não pode confundir a escolha de pessoas que são militares da reserva com um governo militar. São coisas completamente distintas.”

Com informações de O Antagonista e O Globo

Opinião dos leitores

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Política

Após troca de farpas de Carlos Bolsonaro e O Antagonista sobre cargo em ministério, presidente eleito reconhece erro e recua

Reprodução

Filho de Bolsonaro detona o Antagonista e diz que informação de ministro não procede mesmo com o áudio da entrevista do futuro presidente confirmando. Ele também anunciou nas suas redes que reassumirá o mandato de vereador no Rio já na próxima semana que vai se afastar da comunicação do pai.

Depois de dizer em entrevista para O Antagonista que poderia nomear seu filho para a Secom, Jair Bolsonaro reconheceu o erro e recuou.

Ele afirmou agora há pouco:

“Não tem nada certo, dificilmente ele vai para lá”.

Carlos Bolsonaro dá ponto final

Na sua conta no Twitter, Carlos Bolsonaro reiterou que já contribuiu o possível durante a campanha do pai. Ele foi o responsável pelas redes sociais e também fazia papel de assessor de imprensa no Rio de Janeiro.

Carlos Bolsonaro destacou que o “ciclo fechou” e que retornará à Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro na próxima semana.

“O meu ciclo de tentar ajudar diretamente chegou ao fim. São 18 anos de vida pública dedicados ao que acredito. Estes últimos três meses de licença não remunerada para acompanhar o que sempre acreditei se encerram. Semana que vem volto às atividades na Câmara de Vereadores do Rio.”

Com acréscimo de informações de O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Esse é o chamado governo "coro de pica". Vai f….. o povo literalmente. O presidente não sabe o que faz, governa como quem posta no zap. Diz e volta atrás.

  2. O Capitão bufa e corre, se ninguém reclamar, ele vai em frente….se não, ele nega que peidou…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Vou perguntar de novo?
    Quando o PT nomeou Vaccari consultou alguém?
    Quando o PT nomeou Delúbio consultou quem?
    Quando o PT se alinhou com Yousself consultou alguém?
    Quando o PT nomeou Bendini consultou alguém?
    Quando o PT nomeou Cerveró consultou guem?
    Quando o PT ia nomear seus escolhidos de confiança, consultava quem? Hoje sabemos que os escolhidos do PT estão envolvidos em escândalos de todo tipo, forma e valores, não? quer a lista?
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    E tantos outros, uma centena.
    Quando o PT escolhia to os ocupantes de todos os cargos importantes consultava quem? O histórico do indicado tinha 01 requisito: Ser amigo e saber executar e manter em segredo as artimanhas dos desvios de recursos públicos. Estão reclamando do quê?

    1. Existe pessoas cegas e depois o Fernando, cara; o PT já morreu, acabou-se, praticamente não existe mais esse partido. Porém não vamos ser cegos, colocamos o BOLSONARO para ser DIFERENTE, e temos o dever de cobrar. Não adianta dizer que o PT fazia também, se ele fizer a mesma coisa. Queremos mudança!

    2. Não entendo, vcs votaram no CAPITÃO pra fazer igual ao PT?, Se todo erro do Bolsonaro for justificado por que o PT "fazia igual" não vai dá certo

    3. Eles jogam a notícia, se colar, colou, é assim que Bolso faz, não tem como ele raciocinar, não sabe.

    4. O ERRO só toma forma QUANDO ACONTECE DE FATO, antes disso é mera suposição.
      O filho de Bolsonaro foi nomeado? Se sim, Matheus e Cícero estão cobertos de razão, se não, estão fazendo afirmações sobre suposições, ou seja, nada com nada, apenas acusações.
      Cícero e Matheus, o quê o capitão fez igual ao PT? Quando ele roubou, desviou, nomeou corrupto, faliu a petrobrás, aparelhou os órgãos com pessoas do partido e partícipes dos desvios? O capitão responde a processo? O capitão deixou a inflação voltar? O capitão é aliado político das ditaduras de Cuba e Venezuela? Onde está essa "igualdade" entre o capitão e o PT? Parece que vocês sequer sabem o significado de SER IGUAL.

    5. Thiago, você parece ser mais cego que o Fernando, eu falei "se ele fizer" "fizer" é Subjuntivo do futuro, então ele não fez, é uma suposição baseada no próprio áudio da entrevista do Bolsonaro. Ele afirmou que nomearia o filho. Votei nele, espero mudanças, mas não sou cego, se tiver um pingo de atitude igual ao o PT, serei o primeiro a meter o pau. Não sou lunático.

    6. Ser radical é uma pratica ruim em qualquer ocasião. Não deveria ter votado em Bolsonaro, esse "ser perfeito" que você deseja, não existe. O "ser" que não comete erros ainda não nasceu e talvez nunca apareça. Principalmente no Brasil onde o conchavo e as situações possuem vícios desde seu descobrimento e isso não deixará de existir nem com um passe de mágica. Você nasceu no mundo errado Matheus, até no paraíso, onde só existiam Adão e Eva houve erro.

    7. Vivemos numa democracia semidireta, eu voto em quem quiser e tenho todo direito de cobrar. Se Bolsonaro fez a campanha dele baseada no Antipetismo, eu, como todo eleitor de bem, não vamos admitir ele ser igual ao PT. Não existe perfeição, até por que ele não é flor que se cheire, farinha do mesmo saco. Só votei nele, porque não suportava mais o PT. Vamos ser coerente nos nossos comentários e não lunáticos, não fui radical, não acusei(aprenda que os tempos verbais). Só que EU não tenho político ladrão de estimação, pode ser meu pai, se fizer errado, vai levar fumo do mesmo jeito, abra sua cabeça. Abraço

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Política

Bolsonaro diz que Mandetta não é réu e que só acusação ‘robusta’ tira ministro do governo

O presidente eleito Jair Bolsonaro, durante entrevista coletiva na sede do TCU, em Brasília — Foto: Elisa Clavery/TV Globo

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (20) que o deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) não é réu na Justiça e que só acusação “robusta” vai tirar algum ministro do governo.

Mais cedo, nesta terça, Bolsonaro anunciou pelo Twitter que Mandetta será o ministro da Saúde a partir de 2019.

Luiz Henrique Mandetta é investigado por suposta fraude em licitação, tráfico de influência e caixa 2 em um contrato para implementar um sistema de informatização na saúde em Campo Grande, no período em que foi secretário.

“Tem uma acusação contra ele [Mandetta] de 2009, se não me engano, e não deu um passo o processo ainda. Ele nem é réu ainda. O que está acertado entre nós? Qualquer denúncia ou acusação que seja robusta, [o ministro] não fará parte do governo”, afirmou Bolsonaro.

O presidente eleito deu a declaração em uma entrevista coletiva após deixar a sede do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília.

Também nesta terça, Mandetta concedeu uma entrevista no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília, onde funciona o gabinete de transição, e comentou as acusações contra ele, negando ter cometido irregularidades.

Além de Mandetta:

a futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, é investigada por supostamente beneficiar a JBS, o que ela nega;

o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, é investigado por suposto recebimento de caixa 2, o que ele nega;

o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, é investigado por supostas irregularidades em fundos de pensão, o que ele nega.

Entenda o caso de Mandetta

O sistema de Gerenciamento de Informações Integradas da Saúde (Gisa) custou quase R$ 10 milhões entre recursos federais e municipais. Uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) apontou um prejuízo de cerca de R$ 6 milhões em pagamentos indevidos por serviços não executados.

O futuro ministro relatou que explicou o caso ao presidente Jair Bolsonaro. Ele afirmou que deixou o cargo de secretário de Saúde em 2010 e que um deputado de “oposição” fez as denúncias – Mandetta não citou o nome do parlamentar.

Conforme Mandetta, o projeto sofreu uma “ruptura” por parte da administração que assumiu a prefeitura de Campo Grande em 2013.

“Projeto sofreu uma ruptura por parte da prefeitura que entrou em 2013, foram demitidos todos os técnicos, projeto ficou sem condições de dar continuidade por interrupção administrativa, renovaram convenio e não renovaram o contrato”, disse.

Mandetta reconheceu que se sente “desconfortável” pela situação, porém destacou que não é réu no caso. Segundo ele, Bolsonaro entendeu que é mais “importante” no momento contar com a sua experiência administrativa, trânsito político e capacidade de unir o setor da área da saúde.

Outros temas

Saiba outros temas abordados por Bolsonaro após visita ao TCU:

Mais médicos: Bolsonaro voltou a criticar a participação de médicos cubanos no Mais Médicos. Na semana passada, o governo de Cuba anunciou a saída do programa em razão de declarações “depreciativas e ameaçadoras” de Bolsonaro, que afirmou na campanha que iria expulsar os cubanos do Brasil. Segundo a Confederação Nacional dos Municípios, mais de 28 milhões de pessoas ficarão sem atendimento médico com a saída de Cuba do programa, e o Ministério da Saúde já lançou um edital para chamar novos profissionais.

Banco Central: Sobre a possibilidade de pedir ao presidente Michel Temer para indicar Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central ainda este ano, Bolsonaro disse que terá de conversar com o futuro ministro Paulo Guedes.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Só vai ser punido se for pego com a não na botija ou com uma mala recheada de grana e mais uma carrerinha. Kkkkkkkk

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Política

Bolsonaro anuncia deputado e ortopedista Luiz Henrique Mandetta como futuro ministro da Saúde

O deputado federal e futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), durante comissão na Câmara — Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta terça-feira (20) o nome do deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) como ministro da Saúde em seu governo.

O anúncio foi feito pelo Twitter após encontro de Bolsonaro com representantes das Santas Casas e deputados da Frente Parlamentar da Saúde.

Mandetta será o terceiro ministro do DEM no governo Bolsonaro. Além dele, já foram anunciados Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil e Tereza Cristina (DEM-MS) para a Agricultura.

Médico e ex-secretário de Saúde de Campo Grande, Mandetta está no segundo mandato de deputado federal e não disputou as eleições deste ano.

O nome do futuro ministro já vinha sendo especulado para assumir a Saúde há algumas semanas. O próprio presidente eleito chegou a declarar, no último dia 13, que Mandetta era um dos seus interlocutores para a área e que ele poderia ser o seu ministro da Saúde.

Mais Médicos

O futuro ministro compartilha com Bolsonaro críticas em relação ao programa Mais Médicos, criado em 2013 durante o governo de Dilma Rousseff.

Cuba anunciou a saída do programa na semana passada e, segundo Bolsonaro, o governo do país caribenho não concordou com as condições estabelecidas para a continuidade dos profissionais no Mais Médicos.

Em 2013, durante as discussões para aprovação no Congresso Nacional da medida provisória que criou o programa, Mandetta afirmou que os médicos cubanos eram “lançados como balança comercial” por seu país.

Ele ainda criticou o convênio do governo brasileiro com a Organização Pan-americana da Saúde (Opas), que intermediou a contratação dos cubanos, cuja maior parte dos salários fica com o governo de Havana.

“Será que a OPAS se presta à terceirizada da atividade fim, a gato, a navio negreiro no século XXI, simplesmente por causa dos 10% que ela embolsará pela parceria com o governo brasileiro?”, questionou o deputado na ocasião.

Bolsonaro tem repetido que as condições de trabalho dos cubanos no Mais Médico são comparáveis à “escravidão” e criticado o fato dos estrangeiros não ficarem com o salário integral recebido no Brasil.

Mandetta também já abordou em discurso na Câmara outro criticado atualmente por Bolsonaro: a possibilidade de trabalho no Mais Médicos sem revalidar o diploma obtido no exterior. O presidente eleito disse que é “injusto” e “desumano” destinar aos mais pobres atendimento médico “sem qualquer garantia” de qualidade.

“O governo entregará o bisturi para operar a sua mãe, o seu filho, a uma pessoa que não comprovará o seu conhecimento na área de medicina. E cria dois tipos de brasileiros, porque esses médicos a quem ele dará o bisturi não podem trabalhar no Sírio-Libanês, não podem trabalhar no Copa-D’Or. Eles podem trabalhar no Acre, no Amazonas, na periferia, no Nordeste, no Maranhão”, declarou Mandetta em 2013.

O futuro ministro ainda defendeu a “responsabilidade solidária” dos prefeitos que aderiram ao programa no caso de erros cometidos pelos profissionais que não revalidaram o diploma.

“Quando algum médico desse programa cometer um erro grave que leve alguém à morte, muito provavelmente o país de origem o chamará de volta, e nós ficaremos igual àquele caso do avião da GOL que caiu: os pilotos foram para os Estados Unidos, e ninguém foi responsabilizado”, afirmou.

Perfil

Mandetta nasceu em Campo Grande, município que se tornou a capital do Mato Grosso do Sul, estado criado em 1977. Caçula em uma família com cinco filhos, o futuro ministro seguiu a profissão do pai, o médico Hélio Mandetta.

Conforme o site do deputado, ele estudou no Colégio Dom Bosco, em Campo Grande, onde integrou a equipe de natação da escola. Aos 15 anos, fez intercâmbio nos Estados Unidos.

De volta ao Brasil, Mandetta cursou medicina na Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. Concluiu o curso em 1989 e, junto com a mulher Terezinha, retornou ao Mato Grosso do Sul.

Mandetta fez residência em ortopedia na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e ainda cursou uma especialização em ortopedia em Atlanta (EUA).

O site do futuro ministro ainda registra que ele trabalhou como médico em hospitais militares e na Santa Casa de Campo Grande.

Em seu estado, Mandetta foi dirigente de plano de saúde e secretário municipal. Ele presidiu a Unimed de Campo Grande entre 2001 e 2004 e, ao encerrar sua gestão, assumiu a secretaria de Saúde de Campo Grande.

O futuro ministro comandou a secretaria de 2005 a 2010, durante a gestão do então prefeito Nelsinho Traud. Mandetta era filiado ao MDB e migrou para o DEM para concorrer a deputado federal em 2010. Foi eleito com 78,7 mil votos e reeleito, quatro anos depois, com 57,3 mil votos.

Neste ano, Mandetta decidiu não disputar um terceiro mandato de deputado federal.

Sem concorrer a cargo eleitivo, Mandetta apoiou Bolsonaro durante a eleição presidencial. Após a vitória do candidato do PSL, publicou vídeo no Facebook no qual disse que foi um “alívio” saber que o eleitor “optou pela renovação” e declarou ter a certeza de que Bolsonaro fará um governo “democrático”, com o “poder técnico prevalecendo sobre o poder político”.

Ministros anunciados

Veja abaixo os ministros já anunciados por Bolsonaro:

Onyx Lorenzoni, deputado (Casa Civil);
Paulo Guedes, economista (Economia);
Augusto Heleno, general (Segurança Institucional);
Marcos Pontes, tenente-coronel (Ciência e Tecnologia);
Sérgio Moro, ex-juiz federal (Justiça);
Tereza Cristina, deputada (Agricultura);
Fernando Azevedo e Silva, general (Defesa);
Ernesto Araújo, diplomata (Relações Exteriores);
Wagner Rosário, atual ministro (Controladoria-Geral da União).

Com informações do G1

 

Opinião dos leitores

  1. Acho bonitinho quando vejo quem votou em Bolsonaro dizendo que são só investigados…kkkkkkkkkkkkkk
    Pra vc que trabalhou de graça, que era caixa dois de Bolsonaro, que era contra o sistema e a corrupção, meus mais sinceros pêsames.
    Ah, sabe quem tbm vai entrar no trem da alegria? Zé Agripino!

  2. Faltou acrescentar que ele é investigado por fraude em licitação, tráfico de influência e caixa dois. Só isso para que o noticiário fosse completo.

    1. ué , mas a esquerda não queria um condenado pra presidente ? Por enquanto o Mandetta é só investigado.

    2. Vocês não entendem o raciocínio de quem defende o PT e Lula não? Se o condenado for do PT (incluindo Lula), mesmo com dezenas de provas, condenação em duas instâncias, dezenas de recursos negados: Ele é inocente e/ou perseguido político! Se não for do PT, basta a abertura do processo (ou uma simples denúncia sem provas) que o sujeito já é criminoso…

    3. BG
      Essa cafajestada ptRALHA ainda não acordou que seus bandidos de estimação vão todos para os presídios (de preferencia Federais) a partir de janeiro.

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Judiciário

Bolsonaro anuncia permanência de Wagner Rosário na CGU

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, confirmou nesta terça-feira (20) pelo Twitter que Wagner de Campos Rosário continuará como ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) em sua gestão.

Wagner Rosário está no cargo desde maio do ano passado quando, na época, assumiu interinamente a pasta substituindo Torquato Jardim, que foi para o Ministério da Justiça.

Ex-secretário executivo da pasta desde 2016, Rosário também é servidor de carreira e ex-capitão do Exército. Tornou-se o primeiro servidor de carreira da CGU a assumir o cargo de secretário-executivo e ministro da pasta. Graduado em ciências militares, ele ainda tem na sua formação mestrado em corrupção e estado pela Universidade de Salamanca.

Equipe ministerial

Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para até 15 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. Entre os já escolhidos estão Onyx Lorenzoni, para a Casa Civil; General Augusto Heleno, para a Defesa; Paulo Guedes, para a Economia; Tereza Cristina, para a Agricultura, e Sergio Moro, para a Justiça.

Agência Brasil

 

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Política

Bolsonaro diz que soberania e leis do Brasil devem ser respeitadas

Em meio a reações como a do governo cubano que decidiu suspender a parceira com o Programa Mais Médicos, o presidente eleito Jair Bolsonaro voltou a defender nesta segunda-feira (19) a manutenção dos valores e princípios brasileiros.

Numa rede social, ele disse que o país vai manter as boas relações [diplomáticas], mas exigirá respeito à sua soberania.

(Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Para voltarmos a crescer como nação precisamos fazer valer nossa soberania e nossas leis. Devemos respeitar o mundo todo, mas também ser respeitados. Seremos um Brasil amigo, mas que tem seus valores e princípios básicos”, afirmou em sua página no Twitter.

Nas últimas declarações de Bolsonaro sobre a parceria com Cuba, o presidente eleito tem ressaltado as condições de trabalho desenvolvido pelos profissionais cubanos, mas disse que só apresentará uma solução para a ausência dos médicos cubanos quando assumir o governo em 1º de janeiro.

Na mesma mensagem, Bolsonaro acrescentou que “o Brasil, paraíso de criminosos e fonte de renda de ditaduras desumanas, deverá dar lugar ao Brasil cujo brasileiro e as pessoas de bem serão nossa maior prioridade”.

Hoje, logo cedo, em Brasília, a presença da deputada federal eleita por São Paulo, Joice Hasselmann, no gabinete de transição que funciona no Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB – , em Brasília, desde o último dia 5, indicava que o assunto continuaria em debate ao longo da semana.

Decisão de Cuba é questionada por deputada

Antes de iniciar conversas no local, onde também estão reunidos o secretário geral da transição, Gustavo Bebbiano, e o vice presidente eleito general Hamilton Mourão, e o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, a parlamentar também usou a rede social para questionar a decisão do governo de Cuba sobre o Mais Médicos.

“Logo mais teremos uma conversa olho no olho sobre o que está por trás da decisão de Cuba de sair do programa Mais Médicos no Brasil às vésperas de @jairbolsonaro assumir a presidência”, disse.

Na nota que sinaliza o assunto que a trouxe a Brasília, a deputada paulista alerta que a decisão pode ter “mais caroço do que vocês imaginam nesse angu”.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Em qualquer país do mundo, a SOBERANIA É INEGOCIÁVEL, menos no Brasil onde os PETISTAS querem que as leis de Cuba, o paraíso da esquerda, sejam maiores que as nossas, e pior, dentro do Brasil. O nível que estamos vendo no Brasil hoje fica abaixo da mediocridade, onde a esquerda tem seguidores zumbis que defendem tudo e ficam contra todos, desde que seja para a esquerda está no poder, custe o que custar.

    1. Trabalho escravo de verdade nas fazendas do Brasil ele nao dá um pio, aliás dá um ministério. É muita cara de pau.

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