Prévia da inflação oficial fica em 0,48% em fevereiro; índice abaixo de janeiro e acima do mesmo período ano passado

Foto: © Rovena Rosa/Agência Brasil

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial do país, registrou taxa de 0,48% em fevereiro. O índice ficou abaixo do 0,78% observado em janeiro deste ano mas acima do 0,22% de fevereiro do ano passado.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA-15 acumula taxas de inflação de 1,26% no ano e de 4,57% no período de 12 meses.

A taxa da prévia de fevereiro foi influenciada principalmente pelos transportes, que registraram inflação de 1,11%, devido à alta de preços de itens como a gasolina (3,52%), óleo diesel (2,89%), etanol (2,36%) e gás veicular (0,61%).

Os gastos com educação tiveram alta de 2,39% e também tiveram impacto importante na prévia da inflação de fevereiro. Os alimentos, com inflação de 0,56%, foram outro grupo com impacto importante na inflação.

Por outro lado, o grupo de despesas habitação teve deflação (queda de preços) de 0,74%, principalmente devido à queda nas tarifas de energia elétrica (-4,24%). Outro grupo com deflação foi comunicação (-0,09%).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Çey!

  2. José Carlos disse:

    Certo!

  3. Faça o bem disse:

    Eu também acredito em boi tatá, boi da cara preta, saci pererê, mãe dágua, mula sem cabeça. …………………

Inflação fica acima da meta do governo e mínimo deverá ser maior; na prática, valor poderá ser reajustado em até R$ 2

Foto: LIDIANNE ANDRADE/MYPHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta terça-feira (12) o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que bateu 5,45% no acumulado de janeiro a dezembro de 2020.

Com o resultado, o salário mínimo, fixado anteriormente em R$ 1.100, deve ser reajustado pelo governo neste início de 2021 em até R$ 2.

É o que afirma Juliana Inhasz, professora de economia do Insper. Para ela, no entanto, reajuste deve ser discreto, “uma vez que aumentos no salário mínimo acarretam aumentos consideráveis nos gastos em aposentadorias, pensões e seguros-desemprego”. “Em um ano onde o governo encontra-se em situação fiscal complicada, correções deverão ser bem ponderadas”, analisa Juliana.

O INPC é usado para o reajuste do piso salarial, pois é um índice que representa a inflação de uma parcela considerável da população.

O indicador é muito fiel à variação de preços sofrida pela população com rendimentos mensais entre 1 e 5 salários mínimos, com abrangência em dez regiões metropolitanas do país. Ou seja, a utilização do INPC, em tese, leva à manutenção do poder de compra.

“Uma vez que o salário mínimo é apenas um salário de referência, a utilização de um índice que seja fiel às perdas de poder de compra garante uma continuidade na demanda dos trabalhadores, aposentados, pensionistas, entre outros”, pontua a professora do Insper.

André Braz, economista do IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getúlio Vargas), explica que o INPC não traz exatamente um aumento, ele devolve o poder de compra corroído pela inflação.

“Ele mantém o equilíbrio econômico e financeiro. Você coloca a pessoa na mesma posição que ela estava em 2020. A gente sabe que a renda é corroída pela inflação, o nosso poder aquisitivo diminui a medida que a inflação aumenta. Então o que se faz através do INPC é devolver o poder de compra do ano passado. Então, a família não vai ficar numa situação melhor, ela vai ficar numa situação semelhante à do ano passado”, explica o economista.

Segundo André Braz, o índice de preços é apenas uma média para tentar fazer com que “a gente registre, por meio de um indicador, como essas famílias de menor renda percebem a inflação”.

Seguro-desemprego e aposentadorias

O reajuste do salário mínimo também afeta os pagamentos de seguros-desemprego e aposentadorias no Brasil, visto que os benefícios são calculados sobre o salário mínimo. Juliana explica que isso se dá porque a composição do INPC reflete onde a população gasta, em média, a maior parte de seu rendimento, como alimentos, bebida e transporte.

“Por isso, é conveniente utilizar, para reajustes nacionais, um índice que faça a média de variação de preços de bens que são adquiridos pelo consumidor em caráter nacional”, explica Juliana a professora de economia do Insper.

A influência do INPC no seguro-desemprego se dá na medida que as faixas do benefício serão reajustadas segundo o reajuste do salário mínimo. “Portanto, uma vez que a previsão de reajuste do SM é de 5,26% (indo de R$1.045 para R$1.100), as faixas deverão ser reajustadas nesse mesmo montante”, afirma Juliana.

Como o INPC veio acima da expectativa do governo (5,45%), caso haja um novo reajuste no piso salarial, deverá haver impactar no cálculo das faixas do seguro-desemprego.

Apesar dessa possibilidade, as regras para o pagamento do seguro-desemprego continuam as mesmas: utiliza-se a média dos últimos salários mínimos para determinar em qual faixa o trabalhador se enquadra, e é feito o cálculo por meio de porcentuais. Portanto, considerando que não haja reajuste:

– para quem tinha faixa de rendimento médio máximo de R$1.599,62, deve-se considerar agora o máximo de R$1.683,76;

– para quem tinha rendimento médio entre R$1.599,62 e R$2.666,29, deve-se considerar intervalo entre R$1.683,76 e R$2.806,53

– para quem tinha rendimento médio acima de R$2.666,29, deverá considerar agora o valor R$2.806,53.

Anos anteriores

Entre 2015 e 2019, o salário mínimo foi calculado, por lei, com base na expectativa para o INPC do ano e a taxa de crescimento real do PIB (Produto Interno Bruto) — a soma de todos os bens e serviços produzidos no país — de dois anos antes. A determinação buscava garantir uma reposição real da renda dos profissionais remunerados com o mínimo.

Esse cenário, no entanto, não é viável para este ano, visto que, como André Braz relembra, as previsões para o PIB são de queda de até 4,5%. “Então, não seria o caso de usar esse mecanismo para ampliar o poder de compra das famílias de baixa renda”, afirma o economista.

No entanto, há um ano, os reajustes se deram da mesma forma que em 2021. O salário mínimo foi reajustado de acordo com o INPC de 2019, lembrando que o governo reajustou o mínimo de R$ 1.039 para R$ 1.045, quando o índice foi divulgado e superou o que havia sido projetado.

“Isso fez com que os demais benefícios também fossem reajustados, levando em consideração esse mesmo critério. No caso das aposentadorias, o governo também utilizou o INPC, no entanto, o aumento das aposentadorias foi feito com base na expectativa do índice no final do ano de 2019”, completa Juliana a professora do Insper.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Os servidores federais, sem data-base, e sem recomposição, amargando mais essa inflação em seus salários.

  2. Naldinho disse:

    Agora eu compro meu carro zero. Ou veio bom esse bolsonaro

  3. Calígula disse:

    BG publique a verdade.O resultado ficou acima do centro da meta do governo para o ano passado, que era de 4%, mas dentro da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para baixo (2,5%) ou para cima (5,5%)…. – Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2021/01/12/inflacao-dezembro-2020-ibge-ipca.htm?cmpid=copiaecola

    • Insti Gado disse:

      Deixa de mentira titia.

    • O Bozo disse:

      Titi Cacá tá dando credibilidade ao UOL? Não acredito. Quando fala mal do Bozo é um portal de esquerda mas quando fala bem tem credibilidade? Olha a coerência Titia Cacá.

    • Titia Cacá mente disse:

      Para quem não leu a notícia indicada por titia Cacá, reproduzo o título da matéria:

      Inflação fecha 2020 a 4,52%, acima do centro da meta; é a maior desde 2016…

  4. ReneGado disse:

    Agora sim um mínimo de vergonha.

    Essas notícias nosso "amigo" Calígula passa direto e não comenta. Não sei como, fala bosta em todas as notícias, até quando não dá pra justificar as ações do governo tá lá ele falando as asneiras.

Inflação do aluguel encerra o ano em 23,14% e tem a maior alta desde 2002

Foto: TV TEM/Reprodução

Conhecido por reajustar o valor do aluguel, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) encerrou 2020 com a alta de 23,14%, segundo divulgou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (29).

Foi o maior avanço do IGP-M desde 2002, quando o índice acumulou alta de 25,31%.

Inflação do aluguel — Foto: Economia G1

Ao longo deste ano, o IGP-M foi pressionado pela desvalorização do real em relação ao dólar e pelo avanço dos preços das commodities. Entre os três componentes do índice, a maior pressão de 2020 foi observada no índice de preço ao produtor.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), com peso de 60% no IGP-M, registrou avanço de 31,63% em 2020;

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30% no IGP-M, subiu 4,81%;

O Índice de Nacional de Custo da Construção (INCC), com peso de 10% no IGP-M, teve alta de 8,66%.

Em dezembro, o IGP-M avançou 0,96%, o que representou uma desaceleração em relação ao observado em novembro (alta de 3,28%).

O resultado do mês foi influenciado por um queda no preço das matérias-primas, de acordo com o coordenador dos índices de preços do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), André Braz.

“As matérias-primas brutas caíram 0,74% em dezembro. As principais contribuições para este movimento partiram das commodities: soja (11,91% para -8,93%), bovinos (7,40% para -0,58%) e milho (21,85% para -2,17%)”, afirmou Braz por meio de nota.

“Os preços da soja e do milho seguem em alta em bolsas internacionais e tal movimento pode limitar a magnitude das quedas nas próximas apurações”, acrescentou

Para o produtor, as maiores influências em dezembro foram do minério de ferro (4,34%), óleo diesel (7,8%) e carne bovina (3,42%). Para os consumidores, as pressões vieram da tarifa de eletricidade residencial (8,59%), passagem aérea (14,62%) e gasolina (1,26%).

E, por fim, o custo da construção foi influenciado por vergalhões e arames de aço ao carbono (4,57%), tubo e conexões de ferro e aço (6,08%) e tijolo e telha cerâmica (3,82%).

Negociação

Apesar da forte alta do IGP-M em 2020, os analistas de mercado imobiliário dizem que há espaço para renegociar um aumento menor do valor do contrato diante do atual cenário de crise econômica.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    Inflação alta em tudo desse governo incompetente

  2. Manoel disse:

    Bora fazer arminha e gritar mmmmummmm, gado!

    • Acorda Brasil disse:

      O nosso amigo Manoel não entende que isso significa aumento na demanda por imóveis, o que indica um novo crescimento na construção civil. Mas vocês já conhecem a história do homem que quis jogar xadrez com o pombo… (pra quem não conhece, o pombo derruba as peças, caga o tabuleiro e sai de peito estudado dizendo que ganhou).

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) projeta inflação sob controle e recessão menor

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu a previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 6% para 5% em 2020. Segundo o instituto, a inflação deste ano deverá ser de 2,3%, abaixo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (4%). Essas projeções estão descritas em dois estudos publicados hoje, sobre crescimento econômico e sobre o comportamento dos preços.

A razão da revisão da projeção do PIB está nos indicadores econômicos do 3º trimestre. “Estão vindo melhores do que a gente projetava. A gente projeta que em agosto [os dados da] indústria, comércio e serviço continuaram vindo bastante positivos, acima de 5%. O comércio com índices [de crescimento] acima de fevereiro, pré-crise”, assinala o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Júnior.

Apesar da melhora, o cenário econômico, marcado pela pandemia da covid-19, ainda exige cautela. O raciocínio é que não é possível pensar na economia sem pensar na saúde. “Como vai se dar a epidemia nos próximos meses necessariamente tem impacto na atividade econômica”, descreve o diretor. “Uma disseminação grande [da covid-19] e um número alto de mortes pode levar a desaceleração de setores que eventualmente já estão se recuperando, principalmente setor de serviços, como aqueles prestados às famílias, que dependem mais da circulação das pessoas.”

Outra preocupação é com a situação fiscal e o endividamento do Tesouro Nacional. “A pandemia trouxe uma alta de gastos bastante acentuada, combinada com a redução da atividade econômica – que impactou na receita tributária. Com isso, gerou um déficit muito grande esse ano, comprometendo a dívida pública e tornando mais urgente a adoção de medidas relacionadas à contenção de gastos públicos”, alerta o economista.

Para Souza Júnior, o governo vai ter que conter os gastos, para que a dívida pública tenha uma trajetória sustentável. Ele sugere a adoção de “medidas estruturais” para reverter o problema, como o pacto federativo e da reforma administrativa.

Preços e juros

Apesar da alta do preço de alguns alimentos, a inflação não preocupa o diretor. Ele acredita que haverá reequilíbrio. “O preço alto estimula a oferta. Para os próximos períodos, em particular para o ano que vem, é de se esperar uma alta na produção”, diz se referindo à oferta de produtos como arroz. Para outros produtos, o estudo do Ipea aponta que ainda há um grau de ociosidade na economia, o que evita alta de preços.

O diretor do Ipea acredita que o Conselho de Política Monetária do Banco Central não precise elevar a taxa Selic por causa da inflação, e que nas próximas reuniões o Copom mantenha a taxa nos atuais 2%.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. P.C disse:

    Chupa entregador de pizza.
    Kkk
    Tu vai sofrer muito ainda.
    Só com o PR Bolsonaro, vai até 2026.
    Depois ao que tudo indica, segue a sua sofrencia, pois a maioria esmagadora dos eleitores brasileiros, não tolera mais quadrilha de ladrões governando o País.
    Por tanto é melhor JAIR se acustumando tá??

Imprimir dinheiro para enfrentar crise provocada pelo coronavírus é perigoso, diz presidente do Banco Central

Foto: Raphael Ribeiro

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou, nesta quinta-feira (9/4), que a ideia de imprimir dinheiro como solução para o enfrentamento dos efeitos da pandemia da COVID-19 na economia, além de ser perigosa, não lhe agrada.

“Acho que o argumento de que eu vou imprimir dinheiro porque a inflação está relativamente baixa é um argumento perigoso. Temos um sistema de meta de inflação que tem assimetrias, se você imaginar que quando está embaixo vai imprimir dinheiro para atingir a meta, isso faz com que o equilíbrio de juros neutros seja um pouco mais alto”, disse em entrevista para o portal UOL.

A sugestão de impressão de real surgiu do ex-ministro da Fazenda e atual secretário de Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, durante entrevista para a BBC. Ele admitiu que a medida seria uma opção possível, embora não seja sua escolha para sair da crise. “É uma ideia, estamos sempre dispostos às ideias, mas hoje nós não entendemos que seja a melhor saída”.

Campos Neto adiantou que o Ministério da Economia estuda novos projeto com o objetivo de atender microempresários durante a pandemia de coronavírus. Uma das ideias, que deverá ser anunciada em breve, seria a distribuição de recursos por máquinas de cartão. “Existem outros projetos. Isso ainda está sendo tocado pelo Ministério da Economia”, disse.

Já para as empresas maiores, ele destacou que dois modelos são estudados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). “Mas vale lembrar que, para essas empresas maiores, com muita dívida, não adianta só ficar colocando dívida, em algum momento é necessário colocar equity”, disse o presidente da autoridade monetária. Em outras palavras, “colocar equity” seria a compra de participação de empresas em dificuldades.

Segundo o presidente do BC, antes mesmo da crise chegar, foi identificado que haveria uma ruptura no setor de serviços. “Por isso fizemos a primeira liberação de compulsório. Na época, fui criticado porque disseram que tinha que olhar juros e não compulsório. Eu informei ao Congresso que havia uma ruptura no setor de serviços, que é particularmente difícil de se recuperar.”, comentou.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro Melo disse:

    Vou mandar a mala preta , também quero papai!

Prévia da inflação registra menor índice para fevereiro desde o Plano Real

FOTO: EBC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,22% em fevereiro deste ano. Essa é a menor taxa para o mês desde o início do Plano Real, em 1994. O IPCA-15 de fevereiro também ficou abaixo do registrado em janeiro (0,71%). Em fevereiro de 2019, a taxa havia sido de 0,34%.

Segundo os dados divulgados nesta quinta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA-15 acumula taxas de 0,93% no ano e de 4,21% em 12 meses.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, três apresentaram deflação (queda de preços) na prévia de fevereiro, entre eles alimentação e bebidas, cujos preços recuaram 0,10%. A queda de preços de 5,04% das carnes foi o principal responsável por esse comportamento dos alimentos.

Também tiveram deflação os itens de vestuário (-0,83%) e de saúde e cuidados pessoais (-0,29%).

Já os gastos com educação foram os que mais impulsionaram a inflação na prévia de fevereiro, ao subirem 3,61%, devido principalmente ao reajuste sazonal dos cursos regulares (4,36%), que costuma ocorrer nessa época.

Outros grupos com inflação foram habitação (0,07%), artigos de residência (0,17%), transportes (0,20%), despesas pessoais (0,31%) e comunicação (0,02%).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jailson disse:

    A economia está no buraco! As pessoas estão consumindo só o necessário p sobreviver.

    • Neco disse:

      É pelo que o vc torce.

    • Ceará-Mundão disse:

      No RN? Porque no Brasil a coisa vem melhorando continuamente. E só não estamos muito melhor por causa da torcida contrária dessa oposição nojenta e irresponsável desses esquerdopatas adoradores de bandidos. Não fossem esses anti-patriota, estaríamos no "céu".

    • Pedro disse:

      O Estadi está sendo governado pelo PT. Aonde a esquerda chega, traz consigo o atraso e ainda tem os lunáticos que torcem contra. Nas demais regiões do país a economia está se estabilizando positivamente. Aqui, no RN, não se pode esperar melhoras com o desgoverno Fátima Bezerra. Deu pra entender, ou é preciso desenhar?

Inflação pelo Índice Geral de Preços–10 (IGP-10) cai de 1,07% para 0,01% em fevereiro

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Índice Geral de Preços–10 (IGP-10) registrou variação de 0,01% em fevereiro deste ano. A taxa é menor que as observadas em janeiro (1,07%) e em fevereiro de 2018 (0,40%).

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), com o resultado, o IGP-10 acumula 1,08% no ano e 7,39% em 12 meses.

A queda de janeiro para fevereiro foi provocada pela deflação (queda de preços) no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o segmento, teve deflação de 0,19% em fevereiro. Em janeiro, houve inflação de 1,38%.

O Índice de Preços ao Consumidor, que analisa o varejo, também caiu, mas continuou registrando inflação, ao passar de 0,51% em janeiro para 0,43% em fevereiro.

O Índice Nacional de Custo da Construção subiu de 0,24% em janeiro para 0,43% em fevereiro.

Agência Brasil

Com queda da carne, inflação vai a 0,21%, a menor para janeiro desde 1994

(Cris Faga/NurPhoto/Getty Images)

Depois de avançar a 1,15% em dezembro por conta dos preços da carne, a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desacelerou para 0,21% em janeiro, divulgou nesta sexta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É o menor resultado registrado no mês desde o início do Plano Real, em julho de 1994. No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador registrou 4,19%.

O valor de janeiro ficou abaixo do esperado pelo mercado. A expectativa do Top 5 do Boletim Focus, por exemplo, formado pelo grupo dos economistas que mais acertam, era de um avanço de 0,32%, igual ao verificado em janeiro do ano passado.

“Foi um resultado surpreendente. Prevíamos uma taxa de 0,4%, o dobro do que veio. Erramos na magnitude dos movimentos. O IBGE registrou para carne bovina, por exemplo, recuo de 4% e a gente esperava queda um pouco mais tímida, em torno de metade disso”, diz André Braz, especialista em inflação do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV).

O recuo no preço das carnes foi o grande responsável pela desaceleração geral dos preços, segundo o gerente de Índice de Preços do IBGE, Pedro Kislanov. Esse movimento pode ser visto na variação do grupo Alimentação e Bebidas, que foi de 3,38% em dezembro para 0,39% em janeiro.

Após a alta de 18,06% no mês anterior, as carnes apresentaram queda de 4,03% no IPCA de janeiro, contribuindo com o maior impacto negativo no índice do mês (-0,11 p.p.), segundo ele.

“Tivemos uma alta muito grande no preço das carnes, nos últimos meses do ano passado, devido às exportações para a China e alta do dólar que restringiram a oferta no mercado interno. Agora, percebemos um recuo natural dos preços, na medida em que a produção vai se restabelecendo para atender ao mercado interno”, disse Kislanov em nota.

Para Braz, do Ibre, a variação dos preços no início do ano antecipa parte da devolução pelas altas registradas no final de 2019. “Lembrando que, apesar de ser um bom número, ainda não neutraliza a sensação do consumidor. Isso porque os aumentos acumulados ainda superam muito essa pequena devolução registrada em janeiro”, diz.

Esse efeito de devolução deve continuar. “Não se limita a esse mês. Em fevereiro, queda deve ser mais acentuada, porque a carne pode continuar caindo”, completa Braz.

IPCA – Brasil – Variação 12 meses

O grupo Habitação teve a maior alta entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados (0,55%), assim como o maior impacto na inflação mensal (0,08 ponto percentual p.p.). Segundo o IBGE, isso aconteceu por causa dos preços de condomínio (1,39%) e aluguel residencial (0,61%).

Outros cinco grupos também apresentaram alta, com destaque para os Transportes, que com uma revisão do IBGE se tornaram o grupo com maior peso na cesta de e Transportes (veja mais na tabela abaixo).

O resultado dos Transportes (0,32%) foi puxado pela gasolina (0,89%) e o etanol (2,59%). O peso dos impostos nos preço dos combustíveis foi o estopim de uma divergência pública, nesta semana, entre o presidente Jair Bolsonaro e os governadores.

Os preços dos ônibus urbanos variaram 0,78%, devido aos reajustes nas tarifas em várias regiões. Já o maior impacto negativo (-0,05 p.p.) veio das passagens aéreas (-6,75%), que haviam apresentado alta de 15,62% no índice de dezembro.

No lado das quedas, a contribuição negativa mais intensa (-0,04 p.p.) veio de Saúde e cuidados pessoais (-0,32%). Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,48% em Vestuário e a alta de 0,35% em Despesas pessoais, destaca o IBGE.

Nova estrutura

Nos cálculos da inflação de janeiro, o IBGE usou pela primeira vez a estrutura atualizada pela edição 2017/2018 da nova Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que acompanha as mudanças nos hábitos de consumo da população. Com a atualização, 56 novos produtos e serviços passam a fazer parte do cálculo, incluindo aplicativos de transporte e serviços de streaming, como Uber e Spotify.

Entraram também na conta despesas relacionadas à vida saudável e estética, tratamento e higiene de animais domésticos e até o consumo de macarrão instantâneo. Outros itens, porém, perderam espaço ou foram excluídos, como aparelhos de DVD, assinatura de jornais e máquinas fotográficas.

Kislanov observa que nenhum dos novos itens da cesta impactaram o indicador em janeiro, mas cita algumas variações: o transporte por aplicativo, cujos preços foram coletados pelo robô criado pelo IBGE, recuou 0,54%, com a maior queda em São Paulo (-2,89%) e maior alta em Goiânia (1,99%).

Já os serviços de streaming não variaram. Higiene de animais domésticos registrou alta de 0,19%, cabeleireiro e barbeiro de 0,20% e sobrancelha, 0,26%.

Para 2020, a projeção dos especialistas de instituições financeiras ouvidos pelo último Boletim Focus é que a inflação fique em 3,40%. A meta é de 4%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Exame

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Josiel disse:

    Com aumento de 6 (seis) reais no salário Mínimo, dá mesmo pra comemorar que a carne suba ou desça.
    A alienação faz o cego ver miragens no deserto onde só existe areia e vento.

  2. Alisson disse:

    Chupa petralhas… Falem o que quiser… Vcs não sabem o que falam mesmo…kkkkkkkk

  3. marcus disse:

    Sou fã do MITO!

  4. Ivan disse:

    Chupa essa manga seu adorador de bandido desviador de verba pública!!!!

  5. Bento disse:

    Eíiiiiiiiiiitttttaaaaa Presidento porreta.

    • José disse:

      Não entendi, na hora que a carne aumentou, a culpa não era do presidente, era a lei do mercado, agora que se estabiliza, foi obra do Presidente.

    • Minion alienado disse:

      Eita vida de 🐄 🐮 Parece que o Messias está na terra e gosta de 🍊

Bolsonaro diz que governo deve autorizar novo reajuste no salário mínimo de 2020 para repor a inflação

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (14) que o governo deve autorizar um novo reajuste para o salário mínimo de 2020, para repor a inflação de 2019. O cálculo do governo que elevou o valor de R$ 998 para R$ 1.039 considerou uma inflação mais baixa do que a registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou 2019 com alta de 4,48%, de acordo com os dados divulgados na semana passada. Por lei, esse é o índice usado para o reajuste do salário mínimo, embora a inflação oficial seja a medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou o ano de 2019 em 4,31%.

A alta no preço da carne teve um peso grande no aumento dos indicadores. Nesta tarde, Bolsonaro vai se reunir com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para definir o novo valor e como a medida será encaminhada ao Congresso, que ainda precisa votar a Medida Provisória que definiu o primeiro valor do salário mínimo.

“Acho que tem brecha para a gente atender [o reajuste]. A inflação de dezembro foi atípica [com] pico por causa do preço da carne. A ideia é [repor] a inflação, o mínimo, né?! Agora, cada um real [de reajuste] aumenta mais ou menos R$ 300 milhões no orçamento. A barra é pesada. Apesar de ser pouco o aumento, R$ 4 ou R$ 5, mas tem que recompor”, disse o presidente ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta terça-feira.

INSS e reformas

O governo pretende ainda anunciar nesta semana medidas para diminuir a fila de espera por benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). De acordo com Bolsonaro, uma dessas medidas deve ser a contratação de servidores ou militares da reserva.

“A gente pretende contratar, a lei permite, servidores ou militares da reserva pagando 30% a mais do que eles ganham, para a gente romper essa fila que aumentou muito por ocasião da tramitação da reforma da Previdência”, explicou o presidente.

Sobre as reformas tributária e administrativa que o governo deve enviar esse ano ao Congresso, Bolsonaro disse que está confiante na aprovação, “sem muito atrito” com o Lesgislativo. “A minha ideia é fazer da melhor maneira possível para que possa ser aprovada sem muito atrito. A economia está recuperando, mas se nós pararmos na reforma [da Previdência] pode perder o que ganhou até agora. O Congresso está bastante consciente disso, acredito que não tenhamos grande dificuldades se apresentarmos boas propostas”, disse.

Agência Brasil

Mercado financeiro reduz estimativa de inflação este ano para 3,58%

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa para a inflação este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) caiu de 3,60% para 3,58%. A informação consta no boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central (BC) que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

Para 2021, a estimativa de inflação se mantém em 3,75%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,50% em 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

De acordo com as instituições financeiras, a Selic deve se manter em 4,5% ao ano até o fim de 2020. A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Para 2021, a expectativa é que a taxa básica suba para 6,25%. E para 2022 e 2023, as instituições estimam que a Selic termine os dois períodos em 6,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Atividade econômica

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – se mantém em 2,30% para 2020. As estimativas das instituições financeiras para os anos seguintes, 2021, 2022 e 2023 também continuam em 2,50%.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 4,04 para o fim deste ano e R$ 4,00 para 2021.

Agência Brasil

Alta no preço da carne pressionará inflação só até fim do ano, prevê Banco Central

Foto: Holger Langmaier/Pixabay

A ata do Copom (Comitê de Política Monetária) divulgada na terça-feira (17) pelo BC (Banco Central) trouxe uma informação que pode representar um alívio para o brasileiro que não dispensa um pedaço de carne nas refeições do dia a dia.

A alta no preço da carne, impulsionada pelas exportações para a China, ficará concentrada apenas em novembro e dezembro de 2019, não impactando nas projeções para a inflação em 2020, afirma o documento, que explica quais foram as variáveis analisadas na última reunião do ano e traz pistas para o mercado fazer suas próprias projeções.

“Os economistas do Banco Central estão apostando que o reajuste no preço da carne é algo passageiro. E, de fato, é uma tendência natural de mercado que exista uma demanda muito grande em um determinado período e depois ocorra o desaquecimento”, diz Ricardo Teixeira, coordenador do MBA de Gestão de Financeira da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Para o economista, o Brasil tem condições de atender tanto o mercado interno quanto o externo. “O preço pode até subir um pouco nos próximos meses, mas depois vai estabilizar e ficará num nível administrável”, comenta.

No final de dezembro, o quilo da carne bovina era cotado a R$ 15,79, segundo levantamento feito pelo Cepea/Esalq/USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

Esse valor refere-se ao quilo da carcaça casada dianteiro (carne de segunda), traseiro (carne de primeira) e a ponta de agulha (costela).

Thiago Bernardino Carvalho, pesquisador de pecuária do Cepea, diz que 80% da carne produzida no Brasil é consumida pelo mercado interno.

“Em cada cinco bifes produzidos, quatro ficam por aqui. O aquecimento do mercado interno dependerá do fortalecimento da nossa economia”, afirma Carvalho.

O pesquisador conta que a oferta de carne bovina estava mais restrita no Brasil, principalmente no segundo semestre.

“Somada uma oferta restrita com uma demanda forte da China, consequentemente houve aumento nas exportações e gerou um reflexo por aqui.”

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flávio Laranjeiras disse:

    E depois morreu e foi para o céu, é assim?…..conversa sem pé nem cabeça

Inflação oficial sobe para 0,51% em novembro deste ano; alta de 8,09% no preço das carnes influenciou, diz IBGE

Foto: Agência Brasil

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,51% em novembro deste ano. A taxa é superior às registradas em outubro desde ano (0,10%) e em novembro do ano passado, quando havia sido observada uma deflação (queda de preços) de 0,21%.

Esse é o maior resultado para um mês de novembro desde 2015 (1,01%). Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula taxas de 3,12% no ano e de 3,27% em 12 meses.

Alta do preço das carnes puxa inflação em novembro no país, diz IBGE

A alta de 8,09% no preço das carnes foi o item que mais influenciou a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em novembro deste ano. Segundo dados divulgados hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,51% em novembro, maior taxa para o mês desde 2015 (1,01%).

Os alimentos e bebidas tiveram uma alta de preços de 0,72%. Além das carnes, também contribuíram para a inflação os cereais, leguminosas e oleaginosas (1,65%), óleos e gorduras (1,33%), os produtos panificados (0,71%) e as carnes industrializadas (0,69%). Com isso, se alimentar em casa ficou 1,01% mais caro em novembro.

A alimentação fora de casa teve alta de preços de 0,21% no período. Por outro lado, tiveram queda de preços alimentos como tubérculos, raízes e legumes (-12,15%), hortaliças (-2,20%) e leites e derivados (-0,93%).

Alguns itens não alimentícios também tiveram impacto importante sobre a inflação neste mês, como as loterias (24,35%), a energia elétrica (2,15%), o plano de saúde (0,59%) e o etanol (2,46%).

Grupos de despesas

Entre os grupos de despesas, os principais impactos vieram da alimentação (0,72%), despesas pessoais (1,24%) e habitação (0,71%). Também tiveram inflação os grupos transportes (0,30%), vestuário (0,35%), saúde e cuidados pessoais (0,21%) e educação (0,08%).

Por outro lado, tiveram deflação (queda de preços) os grupos de despesas artigos de residência (-0,36%) e comunicação (-0,02%).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Diogo disse:

    No bumbum do povo.

  2. Gilberto disse:

    8% é brincadeira. Comprava colchão mole de R$21,00 e já está R$25,00, com o açougueiro falando que não garante esse valor para a próxima semana. Só aí vão quase 20% de aumento. Vai entender esses números do IBGE.

  3. Ferreira disse:

    Vamos todos fazer arminha que o preço da CARNE, GÁS E COMBUSTÍVEL BAIXA.

Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M) acumula inflação de 3,97% em 12 meses

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou inflação de 0,30% em novembro. A taxa é inferior ao 0,68% de outubro, mas superior ao índice de novembro do ano passado (-0,49%).

Com o resultado de novembro deste ano, o IGP-M acumula inflação de 5,11% no ano e de 3,97% em 12 meses.

A queda da taxa de outubro para novembro foi puxada pelos preços no atacado. A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, caiu de 1,02% em outubro para 0,36% em novembro.

O varejo e a construção tiveram alta no período. O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, teve inflação de 0,20% em novembro, após uma deflação (queda de preços) de 0,05% em outubro.

Já a inflação do Índice Nacional de Custo da Construção subiu de 0,12% em outubro para 0,15% em novembro.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Caio disse:

    A inflação já voltou a assustar. Foi só o dólar disparar… gasolina subiu, carne subiu, gás subiu e etc etc etc

Prévia da inflação fica em 0,14% em novembro, menor taxa para o mês desde 1998

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,14% em novembro, mostrando aceleração em relação à taxa de 0,09% registrada em outubro, segundo divulgou nesta sexta-feira (22) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi a maior variação mensal do índice desde maio (0,35%). Apesar da ligeira alta, trata-se do menor resultado para um mês de novembro desde 1998, quando a taxa foi de -0,11%. Em novembro de 2018, a taxa foi de 0,19%.

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,83% e, em 12 meses, de 2,67%, abaixo dos 2,72% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, indo ainda mais abaixo do piso da meta para 2019, reforçando as apostas de uma nova redução na taxa básica de juro, em dezembro.

Combustíveis e carne ficaram mais caros

A aceleração em novembro foi puxada pelos preços de transportes (0,30%), impactados pelo aumento da gasolina (0,80%) e do etanol (2,53%). Os preços do óleo diesel (0,58%) e do gás veicular (0,10%) também subiram, levando o resultado dos combustíveis a um aumento de 1,07%. Já as passagens aéreas tiveram alta de 4,44%.

Os preços do grupo alimentação e bebidas, por sua vez, apresentaram alta de 0,06% em novembro, após três meses consecutivos de deflação. Somente as carnes subiram 3,08% e contribuíram com 0,08 ponto percentual no índice geral do mês. Em 12 meses, a alta chega a 7,76%, mais do que o dobro da inflação.

Por outro lado, destacam-se as quedas dos preços da cebola (-18,60%), do tomate (-8%), da batata-inglesa (-7,92%) e do leite longa vida (-1,67%).

Também houve alta nos grupos vestuário (0,68%), despesas pessoais (0,40%).

Dos 9 grupos de produtos e serviços, 3 apresentaram deflação em novembro. Veja abaixo a inflação por grupos e o impacto de cada um no índice geral:

Alimentação e Bebidas: 0,06% (0,02 ponto percentual)
Habitação: -0,22% (-0,04 p.p.)
Artigos de Residência: -0,06% (0 p.p.)
Vestuário: 0,68% (0,04 p.p.)
Transportes: 0,30% (0,06 p.p.)
Saúde e Cuidados Pessoais: 0,20% (0,02 p.p.)
Despesas Pessoais: 0,40% (0,04 p.p.)
Educação: 0,04% (0 p.p.)
Comunicação: -0,02% (0 p.p.)

Preço da energia é destaque de queda

O grupo habitação apresentou a maior variação negativa (-0,22%) e ajudou a segurar a inflação em novembro, com impacto de -0,04 ponto percentual no índice geral, favorecido principalmente pela queda no preço médio da energia elétrica (-1,51%), impactada pela redução nas tarifas de concessionárias de São Paulo, Brasília e Goiânia.

“Além disso, em novembro, passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, cujo valor da cobrança adicional foi reajustado de R$ 4,00 para R$ 4,169 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Em outubro, estava em vigor a bandeira amarela, em que a cobrança adicional foi de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora”, destacou o IBGE.

Também tiveram queda nos preços artigos de residência (-0,06%) e comunicação (-0,02%).

Perspectivas e meta de inflação

Com o ritmo de recuperação ainda lento da economia e demanda fraca, a inflação segue comportada e abaixo do piso da meta para 2019.

A meta central de inflação deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância varia de 2,75% a 5,75%. Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que está atualmente em 5% ao ano – a menor da série histórica do BC, que começou em 1986.

O mercado espera uma inflação de 3,31% em 2019, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Para 2020, a projeção dos analistas é de uma inflação de 3,60%. No próximo ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar entre 2,5% e 5,5%.

O mercado segue prevendo mais corte nos juros, com a Selic encerrando 2019 em 4,5% ao ano. Para o fim de 2020, a projeção passou de 4,5% para 4,25% ao ano, de modo que o mercado passou a estimar corte nos juros também no ano que vem.

A previsão de crescimento da economia brasileira neste ano está em 0,92%, segundo a pesquisa Focus.

O resultado oficial do PIB do 3º trimestre será divulgado pelo IBGE no dia 3 de dezembro. No 1º trimestre, houve queda de 0,1% e, no 2º trimestre, alta de 0,4%.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rosi Sampaio disse:

    Mito só Deus! Esse sim, merece todo o nosso respeito, amor e devoção. Amém.

  2. Campeão disse:

    Da lhe MITO!
    Lula ta solto babacas e lascado.
    CHUPA!!
    Dilma Rousseff e Lula condenado da Silva.

    • Dudé disse:

      Inflação baixa pq NINGUEM TEM DINHEIRO PARA COMPRAS.

    • Mocego da Raiva disse:

      Entendi dudé, partindo desse seu raciocínio, então no final do governo de querida estocadoura de vento, tava todo mundo endinheirado nera??
      Naquele momento a inflação ja estava beirando 10% . Portanto, todo mundo quase rico.
      Kkķ

Inflação está bastante baixa e estável no curto, médio e longo prazo, afirma presidente do Banco Central (BC), Campos Neto

Foto: Marcello Casal/Agencia Brasil

A inflação está bastante baixa e estável no curto, médio e longo prazo, afirmou o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, nesta terça-feira (19).

“A inflação está bastante baixa e bastante estável tanto no curto, médio e longo prazo”, disse aos senadores. Segundo Campos Neto, a inflação está baixa em todo o mundo. Além disso, ele citou que no Brasil há o efeito da estratégia do governo de estimular os investimentos privados, no lugar do público, e de ajuste nas contas públicas.

“O Brasil está se reinventando com dinheiro privado e o mercado tem finalmente a compreensão de que o governo tem um programa fiscal sério que vai atingir o equilíbrio das contas públicas”, afirmou.

Campos Neto afirmou que os investimentos somente públicos são ineficientes. “O dinheiro público como máquina de crescimento bateu no muro”, disse.

Cheque especial

O presidente do BC reafirmou que tem um projeto para redesenhar o cheque especial, considerado “um produto muito regressivo”, com peso maior de juros sobre quem tem menor renda.

Campos Neto também afirmou que nos próximos dias será lançado um mutirão de renegociação de dívidas com os bancos. No início do mês, em audiência na Câmara dos Deputados, ele disse que está negociando a abertura de agências aos sábados ou após o horário normal de funcionamento para renegociar dívidas. Em troca pela renegociação, os clientes terão que fazer um curso de educação financeira.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Filgueira disse:

    ALGUÉM PODE ME EXPLICAR PORQUE NAO SINTO ISSO QUANDO VOU PAGAR MINHAS CONTAS?
    E POR QUE NAO VEJO ISSO NO CAIXA DO SUPERMERCADO?

Prévia da inflação é de 0,09% na menor taxa para outubro desde 1998, aponta IBGE

Foto: Ilustrativa

A prévia da inflação de outubro é de 0,09%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi divulgado nesta terça-feira (22) e é o menor registrado para outubro desde 1998, quando foi de 0,01%. O IPCA-15 é a inflação oficial do país.

Segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta acumulada este ano está em 2,69%. Nos últimos 12 meses, ficou em 2,72%.

Os grupos de saúde e cuidados pessoais, com 0,85%, e transportes, com 0,35%, foram os responsáveis por puxar o IPCA-15 para cima em outubro.

As principais quedas, que determinaram deflação, ficaram por conta de alimentação e bebidas (-0,25%), habitação (-0,23%) e artigos de residência (-0,21%).

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Hulkenberg disse:

    Quem lembra em quanto já estava a inflação no governo de querida??
    Kkkkkkk
    PT ladrão nunca mais.
    Tchau!
    Corruptos canalhas.

  2. Santos disse:

    Quando nós iremos ,de fato, constatar no bolso? O glp residencial entra no cálculo da inflação?

  3. Fica na Cadeia disse:

    O povo fica com a realidade, a esquerda com a mediocridade das narrativas mentirosas e contra o melhor para o Brasil.
    Quem apoia o foro de São Paulo não tem amor a pátria.

  4. Ana Célia Barbosa disse:

    E vai continuar assim, baixando …….. graças ao governo Bolsonaro.

  5. toni disse:

    GENTE PELO AMOR DE DEUS ESSE IBGE TA DE SACANAGEM NÃO ACREDITEM NESSA MENTIRA ESTAMOS SENDO ENGANADOS HA MUITO TEMPO ESSA INFLAÇÃO E MENTIROSA EU DISSE MENTIROSA ELES NÃO PODEM DIVULGAR A REAL DA INFLAÇÃO SE NÃO VAI SER UM DEUS NOS ACUDA BASTA VOÇE VER OS PREÇOS NOS SUPERMERCADOS EU FAÇO A FEIRA TODO MES E VEJO A DIFERENÇA DE PREÇO EU TO DE OLHO ACORDA BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    • Salviano Torentino disse:

      Acho que você está trocando os governos.
      O IBGE hoje tem liberdade de divulgar as informações o que não acontecia até pouco tempo atrás. Impressiona ver o quanto vocês se apoiam em mentiras e querem impor as narrativas contra os fatos.
      O 85% do povo está vacinado contra essa chuva de cretinisse jogada na mídia, com discurso oposto a realidade.

  6. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Não pode …os PTralhas MORREM

    • Rivanaldo disse:

      É muito fácil governar assim. Se der certo é mérito deles, se der errado a culpa é do PT, do foro de São Paulo, da Venezuela ou de Cuba. 🙁