Polícia

Trabalhador é morto por engano na Grande Natal após ser confundido por criminosos

Foto: Ilustrativa

O portal G1-RN destaca nesta quarta-feira(27) a morte de um homem de 30 anos na comunidade Olhos D’água do Carrilho, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, na noite dessa terça-feira (26). De acordo com a reportagem, a família acredita que ele pode ter sido confundido pelos criminosos e morto por engano. Na ocasião, conta a Polícia Militar, três homens armados deixaram um veículo longe do local do crime para procurar duas pessoas, teriam passado por Ronilson Barbosa de Lima,  e confundido a vítima com um dos homens procurados.

A esposa de Ronilson confirmou a versão da PM e relatou que ele não sofria ameaças. A vítima trabalhava em uma empresa de jardinagem no bairro Ponta Negra, Zona Sul de Natal. O emprego era a única fonte de renda da família. Ele deixa a mulher e dois filhos. Matéria completa aqui.

 

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Finanças

Caio tem salário da Globo penhorado por dívida de empresa de familiares

Reprodução / TV Globo

A Justiça de São Paulo determinou, em 1ª instância, a penhora de 10% dos salários do comentarista Caio Ribeiro, da TV Globo. Ele foi incluído no processo movido pela RDG Fundo de Investimento contra a Maxxilab Exames Laboratoriais, empresa esta que pertence aos familiares do ex-jogador. Caio não é sócio da empresa, mas o Tribunal entendeu que o profissional entrou como avalista em um contrato de R$ 280.754,73 que gerou a ação judicial.

A empresa Maxxilab, do ramo laboratorial, tem como sócios Dorival Decoussau e Wilson Decoussau, pai e tio de Caio, respectivamente. No processo, a RDG Fundo de Investimento alega ter celebrado acordo de Cessão de Crédito com a Maxxilab. O fundo comunicou na Justiça que adquiriu títulos de crédito da Maxxilab, que seriam gerados por serviços da empresa laboratorial. No entanto, o que os advogados da RDG alegaram que a Maxxilab não gerou os recursos previstos, ou seja, a empresa dos familiares de Caio adquiriu capital pela RDG, mas não teria efetuado os serviços estabelecidos no acordo.

De acordo com o autor da ação, uma nota promissória no valor de R$ 280.754,73 foi colocada como garantia de pagamento por parte da empresa de Dorival e Wilson. Mesmo não sendo ligado à empresa, Caio Ribeiro foi um dos avalistas do acordo, segundo reivindica a RDG. A empresa anexou no processo um documento que seria a nota promissória.

Segundo o jurídico da RDG, a promissória deveria ter sido paga em 24 de janeiro de 2019, mas nenhuma quantia foi depositada. Em 2 de abril deste ano, a juíza Cláudia Campana entendeu que existia o débito e determinou que os sócios e Caio quitassem a dívida ou, então, apresentassem bens passíveis para penhora.

Na ação, a defesa do comentarista esportivo considerou ilegítima a inclusão de Caio no polo passivo, alegando que não houve autorização conjugal (outorga uxória) para a anuência do contrato. Mas a Justiça negou a contestação do jurídico de Caio: “A ausência de outorga uxória não invalida o aval prestado”. “Quem prestou o aval espontaneamente não pode alegar em razão da boa-fé que rege os contratos alegar nulidade absoluta”, destacou a juíza.

Para ser avalista de um contrato, não é necessário fazer parte juridicamente da empresa envolvida no serviço; é apenas estar envolvido com o cumprimento do débito, algo similar a um fiador, por exemplo.

Contas de Caio entraram na mira da Justiça

Em maio, a Justiça ordenou o bloqueio de R$ 21 mil de uma conta bancária de Caio. As contas dos sócios e da Maxxilab também foram monitoradas judicialmente, sendo encontrados apenas R$ 27.

Em 19 de julho, a juíza Vanessa Sfeir deferiu o bloqueio das contas físicas do comentarista esportivo, mas indeferiu pedido de penhora da conta jurídica de Caio. O comentarista presta serviço como pessoa jurídica para a Globo.]

Na decisão de julho, Vanessa Sfeir concluiu que os valores referentes a salário são impenhoráveis. O jurídico da RDG contestou.

Em nova decisão, Tribunal penhora salário de Caio

Em novembro, a Justiça determinou a penhora de 10% do salário como PJ que Caio recebe da Globo. A penhora vigorará até que o débito seja quitado integralmente. O valor do salário não foi informado. À Justiça, a defesa de Caio Ribeiro informou que recorrerá da decisão.

Intimada pelo Tribunal, a emissora carioca entregou documento com informações do contrato firmado com o comentarista.

Para justificar a decisão de penhora de parte do salário de Caio, a juíza Cláudia Campana destacou que o valor penhorado (10%) não comprometerá a manutenção das despesas básicas (alimentação e moradia).

Além disso, a juíza ressaltou que houve flexibilização nos tribunais em assuntos relacionados à penhora de salário.

“Os valores decorrem, nesta execução, de notas promissórias, de natureza não alimentar, que justificam a possibilidade de penhora de 10% do valor, o que não irá acarretar de per si prejuízo à manutenção do executado e de sua família. Observando que o inciso do art. 833 não se direcionam somente a dívidas alimentares. Posto isso, defiro a realização de penhora de 10% dos rendimentos mensais líquidos que o executado aufere da Globo Comunicação e Participações S.A”, decidiu a juíza, em 6 de novembro.

“Sirva esta de ofício à Globo Comunicação para que deposite nesses autos, mensalmente, até o limite da execução, 10% do valor do rendimento mensal do executado Caio Ribeiro”, finalizou.

Ao UOL Esporte, a assessoria jurídica do comentarista e da empresa Maxxilab informou que não comentará o assunto. A assessoria de comunicação da Rede Globo foi questionada na sexta-feira passada, mas não se pronunciou até o fechamento da edição.

A reportagem entrou em contato com o escritório Teixeira Fortes, que atende à RDG. O advogado Mohamad Hassan comunicou que entrará com recurso pedindo para que a Justiça eleve para 30% o bloqueio do salário.

“A decisão que deferiu a penhora de 10% é positiva, entretanto não satisfaz os interesses do nosso cliente, tampouco atende às necessidades do processo. A lei limita a proteção de impenhorabilidade à importância de 50 salários mínimos. O Caio Ribeiro recebe mais do que a previsão legal protegida, por isso não tem nenhum direito de fugir desse bloqueio. Estamos preparando o recurso contra a decisão, porque o caso, evidentemente, impõe que a penhora se estenda a no mínimo 30% da remuneração dele”.

UOL

 

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Tecnologia

Pesquisa japonesa indica efeitos negativos causados por videogames

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Uma pesquisa feita no Japão apontou os efeitos negativos sobre o trabalho, estudos e a saúde daqueles que ficam longas horas jogando videogames.

O estudo foi conduzido pelo Centro de Medicina e Vícios de Kurihama, da Organização Nacional Hospitalar, e entrevistou aleatoriamente pessoas em todo o Japão. Participaram do estudo mais de 4.400 pessoas de idade entre 10 e 29 anos e que jogaram videogames no último ano.

Ao serem perguntados quantas horas jogavam em dias de semana, 40% disseram jogar menos de uma hora. Cerca de 27% contaram que passam entre uma e duas horas, enquanto que 14% jogam de duas a três horas. Quase 3% deles revelaram que ficam seis horas ou mais com videogames.

Efeitos graves

A pesquisa indica, ainda, que quanto mais tempo jogando videogames, mais graves são os efeitos na vida dos jogadores.

Dentre os participantes que jogavam menos de uma hora por dia, 1,7% declarou jogar mesmo após quedas no rendimento acadêmico ou demissão do emprego.

Quase 25% daqueles jogando mais de 6 horas diziam não ser capazes de parar mesmo em tais situações.

E 2,4% dos jogadores com menos de uma hora disseram ter continuado a jogar mesmo depois de ficarem deprimidos ou de terem dificuldade de dormir.

Dentre aqueles que jogam mais de 6 horas, 37% revelaram ser incapazes de parar mesmo depois dos jogos causarem danos à saúde mental.

Agência Brasil, com NHK

Opinião dos leitores

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Economia

Governo quer acabar com desoneração da cesta básica e compensar os mais pobres com dinheiro

O governo quer acabar totalmente com a desoneração da cesta básica e substituir o benefício por uma devolução direta de dinheiro a famílias mais pobres. Em entrevista ao GLOBO, a assessora especial do ministro da Economia, Paulo Guedes, Vanessa Rahal Canado, disse que a medida fará parte da primeira parte da reforma tributária que deverá ser enviada ao Congresso ainda este ano.

Desde 2004, produtos como feijão, arroz, pão, leite e queijos são isentos da cobrança do PIS/Cofins. Nos últimos anos, uma série de decretos ampliou o rol de itens beneficiados pela alíquota zero e, na avaliação de especialistas e técnicos do Ministério da Economia, passou a englobar alimentos consumidos por famílias mais ricas.

Em setembro, um estudo do Ministério da Economia propôs voltar a cobrar imposto sobre a venda de alguns produtos da lista , como queijos, iogurte e determinados tipos de queijo. A ideia era obter cerca de R$ 1 bilhão para direcionar os recursos para reforçar o Orçamento do Bolsa Família.

A proposta que será enviada ao Congresso, no entanto, será mais abrangente. Nenhum item receberá a isenção. Em vez disso, famílias de baixa renda terão direito a receber dinheiro de volta. O objetivo é criar uma política social mais eficiente e, para isso, extinguir totalmente o programa. Hoje, o governo deixa de arrecadar cerca de R$ 18 bilhões por ano com a desoneração da cesta básica.

– Desonerar parcialmente a cesta básica é um movimento que, depois de um tempo, volta ao status quo. Mesmo que você enxugue, daqui a um tempo muitas coisas ‘básicas’ surgem e aumentam essa conta. Esse é um caminho, mas não é o ideal. O cenário ideal para melhorar a regressividade do imposto é a devolução (de dinheiro), independentemente do que as pessoas consomem – explica Vanessa, que também é secretária-executiva do Grupo de Trabalho para Aperfeiçoamento do Sistema Tributário.

No novo sistema, o consumidor vai gerar créditos no cartão do Bolsa Família ao comprar produtos sobre os quais incidem PIS/Cofins. O valor pago em imposto será devolvido, de acordo com a faixa de renda. A ideia é garantir que beneficiários do Bolsa Família tenham uma restituição de 100%. Será criado um sistema para quem não tem o cartão.

Segundo Vanessa, o modelo permitirá que o governo acompanhe se o dinheiro público está realmente sendo revertido em benefício social e não está sendo embolsado pelas empresas.

— Não tem como saber se, quando se dá uma isenção sobre o pão, ele ficou mais barato. Não tem como controlar. Nesse mecanismo da devolução, eu tenho (como controlar) — afirma.

A reoneração da cesta básica fará parte do projeto de lei que unificará PIS e Cofins. A equipe técnica espera terminar o texto nos próximos dias, mas o envio ao Legislativo dependerá do ambiente político.

A proposta de fusão dos tributos enfrenta resistência, principalmente do setor de serviços, que sairia perdendo com a mudança. Isso ocorreria porque hoje a maioria das empresas do segmento recolhe PIS e Cofins por um regime no qual a alíquota é de 3,65%, sem possibilidade de abater o que foi gasto ao longo da cadeia de produção. O novo imposto deve ter alíquota de ao menos 11%, porém com possibilidades de abatimentos.

O setor de serviços teria perdas porque praticamente não compra insumos, portanto teria poucas despesas para abater e pagar menos impostos. Segundo Vanessa, a equipe estuda formas de mitigar essas perdas:

— Dependendo do setor, se ele é socialmente sensível, como, por exemplo, talvez saúde e educação, a melhor maneira seja a isenção. Agora, se não é um setor socialmente sensível, talvez a melhor maneira seja uma alíquota de transição. Uma carga menor no começo até chegar a uma carga regular no final. O grande problema é que qualquer exceção que você vá fazer, a alíquota regular tende a aumentar. Realmente, é um equilíbrio difícil.

As próximas etapas da reforma ainda estão em aberto. Para o Imposto de Renda, o foco será fazer uma espécie de faxina, com revisão de deduções. O governo também quer reduzir a tributação sobre empresas e passar a taxar dividendos.

A medida é uma das ações para reduzir a chamada pejotização, quando empregados são contratados como pessoas jurídicas e pagam alíquota menor de Imposto de Renda.

Uma vez feita essa reestruturação do IR, Vanessa não descarta uma revisão das alíquotas do imposto, incluindo uma tributação adicional sobre faixas mais altas do salário. Com o sistema atual, no entanto, ela alerta que o efeito seria nulo.

— (Uma nova faixa de tributação) é uma variável dentro da reforma do IR, não dá para desprezar, mas realmente não está decidido. Hoje, você tem muitas brechas e muitas maneiras diferentes de se organizar para ganhar sua renda. Não adianta simplesmente aumentar uma faixa da tabela progressiva, se as pessoas fogem da tabela progressiva pela pejotização, por exemplo. Então, não adianta muito falar: vou tributar os ricos em 35%. Os ricos não pagam imposto na tabela progressiva. Tem que tomar um pouco de cuidado. As variáveis estão na mesa, mas a gente tem que ter um objetivo claro — afirma.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. O problema é o caminho de volta. Será que o comércio vai demonstrar esse perda de imposto. Acho difícil isso chegar na ponta, q é o consumidor final.

  2. MEU DEUS , SERA QUE AINDA TEREMOS ALGUM IMBECIL APOIANDO ESSA IDEIA DE TORTURADOR, ESSE CANALHA QUER MATAR O POVO DE FOME OU ATRAVES DAS ARMAS, COMO SEMPRE FOI O SEU DESEJO, EXTERMÍNIO.. ESSE É O SATANAS QUE VEIO EM FORMA DE GENTE

    1. Leitor que se denomina "Nojo de Bosta",
      Se você começar a trabalhar não vai passar fome!
      Aliás, não adianta ter nojo de bosta, porque é isso que você vai comer ao perder essa assistência aos preguiçosos.
      E respeite o povo, porque povo honesto trabalha, não passa fome, não denigre outros cidadãos e nem defende político corrupto condenado!

    1. Não existe "almoço grátis" . Esse dinheiro sairá dos impostos que pagamos , todos nós sabemos disso , apesar de alguns fingirem que não .

    1. Pra mim o melhor programa social é o emprego. Assistencialismo propaga a preguiça e nao gera emprego. Tanto que foi um FRACASSO apos alguns anos o programa do PT, levando a falencia do país e a pobreza a números bem maiores que o antes. Lula foi um desastre que foi comprovado com a sucessora, que pagou o pato por manter as mentiras de 8 anos do lula corrupto. Houve uma concentraçao de renda apos um periodo de credito facil. Imposto sobre consumo petista muito alto e corrupcao constante.. mas o programa de cabresto petista apenas foi mudado de nome desde FHC.

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Clima

VAI DERRETER ATÉ CHIFRE: Verão deverá ser mais quente até três graus no RN

Com temperaturas máximas até três graus Celsius acima da média para o mês de outubro, os norte-rio-grandenses devem enfrentar um verão mais quente do que em 2018, apesar da expectativa de chuvas dentro da média para o período. De acordo com o professor Cristiano Prestrelo, do departamento de meteorologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o aumento na média das temperaturas máximas é uma tendência que vem sendo observada em todo Nordeste.

“Temos observado essas variações não apenas em termos de ano, como mês a mês. Ter anos subsequentes cada vez mais quentes em relação a médias climatológicas anteriores vem sendo uma constante”, explica o professor, especialista em variabilidade climática.

Em um estudo publicado no dia 18 de novembro pelo Centro Nacional de Informações Climáticas dos Estados Unidos (NOAA Global), os pesquisadores constataram que a média de temperatura da terra e da superfície dos oceanos foi a mais alta registrada para o mês de outubro desde o ano de 1880.

Até aquele mês, a temperatura do ano de 2019 bateu o recorde como a segunda mais quente na história. A maior parte do Brasil, incluindo a região Nordeste, está em uma das áreas do estudo que aponta temperaturas “muito mais quentes do que a média”.

De acordo com o professor, o aumento da temperatura média do planeta, na prática, significa no aumento dos “extremos” tanto em regiões quentes, como em regiões frias. “Para o Nordeste, por exemplo, nós podemos começar a observar o aumento dos períodos de seca, que são fenômenos extremos”, explica o professor.

Para continuar lendo é só clicar aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/vera-o-devera-ser-mais-quente-ata-tra-s-graus-no-rn/465835

TRIBUNA DO NORTE

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Polícia

Conselho de Ética abre 2 representações contra Eduardo Bolsonaro e PSL vai pedir a suspensão do deputado

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados abriu dois processos contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) que podem chegar à cassação do seu mandato. O filho do presidente passa a responder por quebra do decoro parlamentar por sugerir a convocação de “um novo AI-5” para reprimir manifestações no País e por ter ofendido a ex-líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), pelas redes sociais.

Já o Conselho de Ética do PSL vai pedir, nesta quarta-feira, a suspensão de Eduardo Bolsonaro do partido por seis meses.  A Executiva do PSL pode aumentar a pena para um ano.

O colegiado da Câmara analisou três representações contra Eduardo Bolsonaro nesta terça-feira, 26. Por determinação do presidente do conselho, Juscelino Filho (DEM-BA), duas representações contra Eduardo foram juntadas em um só processo por se tratarem de uma mesma acusação: apologia ao ato institucional número 5 (AI-5) que fechou o Congresso e retirou de direitos civis com a possibilidade de habeas corpus.

Os pedidos apensados foram da Rede Sustentabilidade e o do PT, PSOL e PCdoB acusam o segundo filho do presidente Jair Bolsonaro de ter quebra do decoro parlamentar ao defender a reedição do AI-5 como uma alternativa para combater possíveis protestos casos as manifestações tomem proporções como ocorre no Chile e na Bolívia.

“O que está sendo ameaçado aqui é a democracia brasileira. É uma imensa responsabilidade (desses membros). Há um comportamento incompatível com a ética e com o decoro parlamentar. Não podemos aceitar que um membro do parlamento brasileiro atente com o próprio parlamento”, afirmou o líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente (SP).

De acordo com as representações, a declaração “atenta contra à democracia” “valor que o parlamentar jurou defender” ao tomar posse na Câmara dos Deputados. “O deputado Eduardo Bolsonaro fez apologia a um instituto que permitiu o fechamento do Congresso Nacional e a cassação dos direitos políticos e mandatos eletivos”, diz o pedido da Rede.

O outro pedido feito pelos três partidos da oposição afirma ainda que não foi a primeira vez o deputado sugeriu a volta da ditadura. “Todas essas declarações deixam claro que há em curso um recrudescimento autoritário”, diz o documento produzido pelo PT, PSOL e PCdoB.

“A família Bolsonaro e o filho (Eduardo) representa isso é defensora da ditadora. É defensora de torturador”, afirmou a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS). Por sorteio, os deputados que vão analisar esse caso são Igor Timo (Podemos-MG), Darci de Matos (PSD-PR) e Sidney Leite (PSD-AM). O relator do caso ainda não definido pelo presidente do conselho.

A outra ação foi apresentada pelo PSL durante a disputa pela liderança do partido na Câmara envolvendo o grupo político ligado ao presidente da legenda, Luciano Bivar (PE), e o do presidente Jair Bolsonaro. Em retaliação ao apoio de Joice ao ex-líder, Delegado Waldir (PSL-GO), Bolsonaro destituiu a deputada da liderança do Congresso e Eduardo a atacou nas redes sociais.

Segundo o processo, que é assinado pelo presidente nacional do PSL, Luciano Bivar (PE), Eduardo promoveu uma “campanha difamatória e injuriosa” e um verdadeiro “linchamento virtual” com ofensas e ataques pessoais contra Joice. Durante o embate, o filho do presidente publicou montagens que mostram uma nota falsa de R$ 3 estampada com o rosto de Joice e incentivou ataques com a hastag “DeixedeSeguiraPepa”, em alusão a personagem Peppa Pig.

Os três deputados que vão analisar as ofensas à Joice são Eduardo Costa (PTB-PA), Marcio Marinho (Republicanos-BA) e Marcio Jerry (PCdoB-MA). O relator deste caso também ainda não foi definido.

“Não cometi crime nenhum”, afirmou Eduardo Bolsonaro logo após a decisão do conselho. Para o filho do presidente, foi uma forma de censura, uma forma de intimidação. “Depois da minha fala sobre o AI-5, agora, o Paulo Guedes (Ministro da Economia), sofre as mesmas consequências”, afirmou Eduardo em referência à fala do ministro que nesta terça, nos Estados Unidos, pediu para “não se espantarem” caso defendam um novo ato institucional para conter protestos.

“O que queremos não é o retorno do AI-5. Ninguém pensa sequer em fechar o Congresso Nacional. Só estamos dizendo que, caso, este tipo de ato que está acontecendo no Chile, que no meu entendimento é um ato de terrorismo e vandalismo, que você coordenadamente quebra mais de 20 estações de metrô, toca fogo em ônibus, toca fogo em prédio público, lança coquetel molotov em policiais femininas. Isso para mim não é protesto. Isso para mim está dentro da esfera criminal e merece a repulsa com muita energia com parte dos agentes do governo. Não se combata esse tipo de coisa com flores ou convencimento de palavras”, afirmou Eduardo Bolsonaro.

Pelas redes sociais, mais cedo, o filho do presidente afirmou que os processos contra ele “não são por corrupção e roubo” e que ignoram o direito à imunidade parlamentar. “Existe um certo ex-deputado que respondeu a uns 30 processos como este, nenhum por roubo ou corrupção. Falar, ‘parlar’, não pode ser algo estranho no PARLAmento”, disse através do Twitter.

Rito

A instauração dos procedimentos é a primeira etapa do processo que vai apurar se o deputado cometeu ou não a quebra do decoro parlamentar. Os relatores vão apurar os fatos e elaborar um parecer prévio pela admissibilidade ou não das acusações. Eduardo é notificado e tem até dez dias úteis para dar suas explicações nesta etapa do processo.

Aceita a admissibilidade, o relator poderá pedir as diligências que entender necessárias para apurar as acusações. Os pedidos podem ser feitos, no máximo, até 25 dias após a instauração dos processos. É neste momento, por exemplo, que a deputada Joice Hasselmann deve ser ouvida sobre as ofensas feitas por Eduardo nas redes sociais.

Caso o conselho decida aplicar a pena máxima e cassar o mandato de Eduardo, a aplicação das penalidades de suspensão do exercício do mandato por no máximo seis meses e de perda do mandato será decidida pelo Plenário da Câmara dos Deputados, tendo que ter o mínimo de 257 votos favoráveis.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. PARABÉNS, manda direto pro xilindro esses BANDIDOS, MELIANTES FILHOS DE SATANARO

    1. É isso aí, prendam os mocinhos porque os bandidos (Lula e sua corja Petista) o STF manda soltar.

    2. Calma, petralha. Quem tem que ir (VOLTAR) prá cadeia é o canalha de 9 dedos que você, certamente, defende com unhas e dentes.

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Denúncia

ROLO GRANDE: Delegado diz que ONGs de Alter do Chão desviaram recursos para combater fogo

O delegado da Polícia Civil no Pará, José Humberto de Melo, afirmou que a Polícia Civil tem “farto material” investigativo sobre a suposta atuação irregular de organizações não governamentais do Estado paraense.

Em entrevista ao Estado, Melo disse que membros de três ONGs locais – Brigada Alter do Chão, Aquíferos Alter do Chão e Projeto Saúde e Alegria (PSA) – teriam recebido repasses da ONG internacional WWF, que também atua no Brasil, para combater incêndios na região de Alter do Chão, no município de Santarém. Parte dos recursos, porém, segundo o delegado, teria sido desviado. Nesta manhã, quatro membros da Brigada foram presos e vários materiais forem recolhidos no escritório da PSA.

“Temos um material vasto relacionado a isso. Existe um indício muito forte de participação dessas três ONGs nesse esquema”, comentou Melo.

A WWF não é alvo da investigação. Segundo o delegado, a ONG teria apenas repassado os valores. Em uma única semana, disse Melo, R$ 300 mil teriam sido enviados para as três instituições do Pará, sendo a maior parte desses recursos provenientes da WWF.

As empresas locais, no entanto, aponta a investigação, teriam utilizado documentos falsos para superfaturar valores e, contabilmente, sinalizar que todo recurso teria sido utilizado. “Numa semana, R$ 300 mil foram pagos. Mas tudo indica que as ONGs não chegaram a aplicar menos de R$ 100 mil”, comentou. “Além disso, os próprios donos das ONGs se contratavam para prestar os serviços.”

Mais cedo, a nota divulgada pela Polícia Civil não abordava o tema de desvio de recursos. Afirmava que, durante dois meses de investigações, foram colhidos indícios que apontam o envolvimento de ONG’s “como causadoras dos referidos episódios” de incêndios na região, em setembro.

Em coletiva de imprensa, o delegado chegou a ler uma das conversas entre os suspeitos que teriam sido apreendidas na investigação. Em uma delas, por exemplo, um dos suspeitos, identificado como Gustavo, fala com uma mulher nomeada Cecília, e menciona os incêndios, mas o delegado não mencionou qual crime estariam praticando. Veja abaixo o teor integral da conversa:

Mulher: Estou um pouco preocupada com o incêndio aí, né. Então…

Gustavo: Se você tiver um tempo, aí a gente pode conversar, estou por trás de tudo. Sou da Brigada Alter, a gente está com o Instituto Aquífero Alter, que fundou a brigada a um ano e meio atrás. E… pedindo apoio de todo mundo. A WWF está esperando uma resposta segunda-feira de um contrato de R$ 70 mil em equipamentos para a Brigada.

Mulher: Ah, que bom…

Gustavo: A vaquinha deu R$ 100 mil pra galera. Uma vaquinha nossa. Tá maravilhoso! Tá maravilhoso! A galera tá num momento pós-traumático, mas tudo bem.

Mulher: Que bom!

Gustavo: Quando vocês chegarem vai ter bastante fogo, na rota inclusive. Se preparem…o horizonte vai estar todo embaçado.

Perplexidade

Por meio de nota, a organização Brigada Alter do Chão disse que a prisão preventiva de membros da ONG, que desde 2018 atua na região do oeste do Pará, “causou grande perplexidade a eles e a todos os cidadãos de bem que sempre lutaram em prol da preservação da Amazônia”.

“Os brigadistas desde o início têm contribuído com as investigações policiais. Inclusive, já haviam sido ouvidos na Delegacia de Polícia Civil e colaborado de forma efetiva no inquérito após o incêndio de setembro que eles ajudaram a combater, deixando suas famílias e trabalhos em nome dessa causa a que se dedicam. Forneceram informações e documentos às autoridades policiais de forma completamente voluntária”, disse a organização na nota.

A ONG informou ainda que os advogados Wlandre Leal, Renato Alho e Gabriel Franco “estão tomando todas as providências legais para colocar os brigadistas em liberdade imediatamente”. E complementa: “Com toda a absoluta certeza, a verdade real dos fatos virá à tona ao longo da Instrução Processual e a inocência da Brigada será provada. A defesa entende que neste momento, os requisitos autorizadores da Prisão Preventiva existentes no Artigo 312 do Código de Processo Penal de forma alguma restam evidenciados”.

A Polícia Civil cumpriu quatro mandados de prisão preventiva contra Daniel Gutierrez Govino, João Victor Pereira Romano, Gustavo de Almeida Fernandes e Marcelo Aron Cwerner, além de sete mandados de busca e apreensão em diversos endereços. As ações foram realizadas através da Delegacia Especializada em Conflitos Agrários de Santarém (Deca) e Núcleo de Apoio à Investigação (NAI), com o apoio da Diretoria de Polícia do Interior (DPI).

Caetano Scannavino, do Projeto Saúde e Alegria deu uma entrevista em Brasília, onde estava nesta terça. O escritório da organização foi alvo de busca e apreensão nesta manhã, mas, segundo ele, o mandato não definia o que poderia ser recolhido.  “Levaram tudo: computador, servidor, documentos, livro-caixa, uma série de coisas, naquele ambiente de medo”, disse.

“Não sabemos até agora do que estamos sendo acusados. De por que foram ao nosso escritório, sem decisão judicial, com um mandato genérico, para apreender tudo. Do que estamos sendo acusados? Não tivemos nem acesso ao inquérito”, relatou Scannavino.

Para ele, existe hoje no Brasil uma tentativa de “rebaixar e criminalizar as ONGs, o movimento indígena, a agenda de clima”. Apesar de só responder pela PSA, ele disse que conhece os “meninos” da Brigada e que sempre teve confiança neles. E comentou a acusação de que eles seriam responsáveis pelo fogo que atingiu o Alter. “Para mim isso soa como uma piada. Salvo que esses meninos sejam atores de Hollywood, dignos de Oscar, que consigam nos convencer de tamanha atrocidade e de uma forma super convicta no dia a dia deles. Eles são o tipo de pessoa que eu espero que haja mais como eles no mundo.”

Questionada sobre a citação de suas doações e a prisão de integrantes da Brigada de Alter do Chão, o WWF-Brasil informou, por meio de nota, que é uma organização da sociedade civil brasileira com mais de 20 anos de atuação no País. “Um de suas frentes de trabalho é o combate ao desmatamento da Amazônia e, neste ano, a instituição reforçou sua atuação por ocasião do aumento escandaloso das queimadas na região. O Plano de Emergência para Combate de Incêndios envolve ao menos 15 instituições – governamentais, como o Imasul (Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), e instituições da sociedade civil, caso da Brigada Alter do Chão”, declarou.

O WWF explicou que, no caso da Brigada de Alter do Chão, possui contrato de Parceria Técnico-Financeira com o Instituto Aquífero Alter do Chão para a viabilização da compra de equipamentos para as atividades de combate a incêndios florestais pela Brigada de Alter do Chão, em Santarém/PA, no valor de R$ 70.654,36, vigente de 2 de outubro de 2019 até 30 de março de 2020. “Nesta modalidade de Parceria, o WWF-Brasil viabiliza financeiramente a compra dos equipamentos para o combate ao fogo, dentre os quais abafadores, sopradores, coturnos e máscaras de proteção”, disse na nota.

Segundo o WWF, tendo em vista a natureza emergencial das queimadas, o repasse foi realizado integralmente e, neste momento, a instituição está na fase de implementação de atividades e prestação de contas, com a comprovação da realização do que foi acordado. “A seleção desta instituição se baseou nas boas referências recebidas de parceiros nossos e da ampla divulgação dos trabalhos prestados pelo grupo. O WWF-Brasil está acompanhando desde o começo do dia o desenrolar da operação e está em busca de informações mais precisas das acusações”, afirmou.

O advogado José Ronaldo Dias Campos, baseado em Santarém e que representa os quatro que foram presos, disse ao Estado que ainda não teve acesso aos detalhes do processo, mas que, até onde apurou, não haveria nenhuma razão para a prisão preventiva.

“Essa decisão de prisão preventiva é excessiva e inoportuna. Estamos falando de pessoas de bem, trabalhadores, sem qualquer tipo de problema. Não existe nada que justifique essa prisão”, afirmou. “Teremos acesso a inquérito nesta quarta-feira, pela manhã. Vamos trabalhar para revogar essa prisão preventiva imediatamente.”

A defesa vai tentar reverter a decisão dada pelo juiz Alexandre Rizzi, titular da 1ª Vara Criminal de Santarém. Se não conseguir, considera recorrer a pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA).

Segundo o advogado, os quatro detidos seriam acusados de causar danos direto ou indireto a unidades de conservação ambiental, o que prevê pena de reclusão de um a cinco anos de reclusão, e de associação criminosa, que prevê pena de um ano três anos de reclusão.

Histórico

As ONGs ambientais têm sido alvos constantes de acusações do governo federal, de que estariam atuando contra a preservação da floresta. O presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, têm feito reiteradas acusações contra as ONGs sobre responsabilização por crimes ambientais e uso irregular de dinheiro.

Até hoje, porém, não apresentaram nenhuma prova ou evidência dessas acusações. O Greenpeace, por exemplo, vai acionar Ricardo Salles na Justiça, por ilações que o ministro fez sobre a participação da instituição no caso do vazamento de petróleo no litoral brasileiro.

Alter do Chão tem sido alvo frenquente de especulações imobiliárias, com empreendedores interessados em erguer imóveis em áreas protegidas da região. Localizada nas margens do rio Tapajós, é considerada uma das regiões mais belas do País.

O deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), que está em Brasília, acompanha os desdobramentos do caso. “Estamos muito preocupados com isso. São instituições muito sérias, que prestam serviços importantes na região, para comunidades pobres. Não vimos nenhuma prova até agora, nada que justificasse essa ação”, disse ao Estado.

Manifestações de apoio à Brigada de Alter

O Fórum Nacional Permanente em Defesa da Amazônia divulgou uma nota de “veemente repúdio” à prisão dos membros da Brigada de Incêndio de Alter do Chão. “Como é de conhecimento público, o balneário de Alter do Chão, conhecido como o “caribe brasileiro”, vive um cenário de devastação de áreas de proteção ambiental, pressão imobiliária e disputa em torno de mudanças legislativas que permitiriam a construção de edifícios nas margens do rio Tapajós. Os recentes incêndios ocorridos em 2019, como noticiados amplamente pela imprensa, iniciaram em áreas invadidas por grileiros, nas margens do Lago Verde, alvo da tentativa de instalação de um loteamento privado. Esses loteamentos já foram, por diversas vezes, embargados pelo Ministério Público Federal do Pará, mas as decisões foram sistematicamente descumpridas”, disse a organização.

“A tentativa de criminalizar a Brigada de Incêndio de Alter do Chão que, junto com o Corpo de Bombeiros, foram os responsáveis pelo combate ao incêndio e por não permitir que a devastação tivesse proporções ainda maiores, constitui um ato de arbitrariedade, uma tentativa de manipular a opinião pública contra o trabalho realizado pela sociedade civil de proteger a floresta contra a ocupação predatória da Amazônia e de esconder a responsabilidade da flexibilização da política ambiental e do desmonte dos órgãos de fiscalização promovidos pelo atual governo federal no aumento de 82% dos focos de incêndios deste ano”, completou.

A Anistia Internacional também divulgou nota dizendo que recebeu com preocupação a notícia da prisão. “Não há, até o momento, informações sobre as investigações ou os procedimentos adotados pelas autoridades contra os acusados que justifiquem a decisão pela prisão, apenas relatos de entrada na sede da organização Saúde & Alegria, onde funcionava a Brigada de Alter do Chão, e coleta de documentação, o que inspira preocupação na Anistia Internacional em relação à transparência das investigações”, disse a organização.

Para Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional Brasil, houve falta de transparência nas prisões realizadas no Pará e que isso é motivo de preocupação num contexto de ameaças de encolhimento do espaço de atuação das organizações da sociedade civil.

“Em maio, quando lançamos nossa ação Brasil Para Todo Mundo, nós alertamos para a intenção, manifestada por Medida Provisória pela Presidência, de monitorar o funcionamento das organizações da sociedade civil, criando possíveis impedimentos legais para seu funcionamento no país. Quando os incêndios na Amazônia se tornaram uma crise internacional para o governo, o presidente Jair Bolsonaro se apressou em acusar, sem qualquer prova, as ONGs que atuam na floresta. E agora vemos estas prisões sem informações que permitam à sociedade civil ter clareza do que está acontecendo. Nossa função é monitorar as ações das autoridades e apontar quando há falhas, e seguiremos fazendo isso. Exigimos transparência! Destaco também que a liberdade de associação e o funcionamento de nossas organizações são um direito humano e um direito previsto na Constituição brasileira”, disse.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Pra mim não é surpresa. Eu sempre soube disso. E tem mais, a corrupção está em todas, se investigar vai achar.

  2. O lance é o seguinte, em todos os ambientes existem malfeitores e especialmente ligados à esquerda (socialista, comunista). É uma turma que não tem escrúpulo algum, que adora o PODER para se manter com o status de: salvador da pátria, bom para os pobres, contra as elites, são defensores de causas sociais, culturais e ambientais. Atuo na área ambiental e conheço no RN uma centena de sangue sugas que ainda recebem verbas de estatais para fazer de conta que nós dependemos deles para termos um ambiente saudável. Trabalham quase nada, só fazem burburinho, conchavo, vivem vendendo uma imagem de bons meninos e boas meninas, mas, e pasmem, conseguem colocar suas cabeças nos travesseiros e dormem em "paz". Dormem em "paz" porque são da turma dos cleptomaníacos.

  3. ONG's: quase toda, pros lados da Amazônia, são contaminadas, a começar pela ideologia sectária da esquerda marxista e pelo desvio de recursos que, segundo dizem, vai quase todo para pagar gordos salários aos ongueiros dirigentes

  4. Bandidos de ong's. O indivíduo não deu certo em nada na vida, cria uma ong ou vai fazer parte dela. Algumas poucas, poucas mesmo, são sérias. Fogo no rabo dos que querem ver o Brasil afundar somente para justificar a sua escolha política. Isso é para você, babaca!!!

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Política

Relator vota para rejeitar consulta sobre coleta de assinaturas digitais

O ministro Og Fernandes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou nesta terça-feira (26) pela rejeição da consulta apresentada pelo deputado federal Jerônimo Pizzolotto Goergen (PP-RS) sobre a possibilidade de se coletar assinaturas digitais para criar partidos. Para Og Fernandes, o uso de assinaturas digitais se trata de uma matéria estritamente administrativa, que não deveria ser analisada pelo TSE por meio de uma consulta. Na prática, ao rejeitar a consulta por questões técnico-processuais, o ministro não avançou na análise do mérito da questão.

Logo após a leitura do voto do relator, o julgamento foi interrompido por um pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Luis Felipe Salomão, conforme havia avisado anteriormente. Durante a sessão, Salomão comunicou os colegas que devolveria o caso para ser analisado já na próxima terça-feira (3).

A consulta foi apresentada ao TSE no ano passado, antes, portanto, de o presidente Jair Bolsonaro anunciar as pretensões de deixar o PSL e criar um novo partido, o Aliança pelo Brasil. Goergen apresentou o seguinte questionamento ao TSE: “seria aceita a assinatura eletrônica legalmente válida dos eleitores que apoiem dessa forma a criação de partidos políticos nas listas e/ou fichas expedidas pela Justiça Eleitoral?”

Atualmente, todos os partidos em processo de formação devem coletar um número mínimo de 491.967 assinaturas, para conferência pelos servidores da Justiça Eleitoral, que verificam os dados eleitorais dos signatários, a plenitude de seus direitos políticos, e comparam as assinaturas com aquelas disponibilizadas em lista de votação e registros de títulos eleitorais.

“A jurisprudência do TSE defende que a consulta é cabível para sanar dúvidas de matéria eleitoral. Questionamentos sobre a organização e a administração da Justiça Eleitoral destoam da finalidade do instituto”, disse Og Fernandes na sessão desta terça-feira. “O questionamento apresentado não pode, a meu juízo, ser conhecido.”

Na última sexta-feira, Bolsonaro disse que poderia tirar o Aliança pelo Brasil do papel em um mês, se o TSE desse sinal verde para a coleta eletrônica de assinaturas.

O partido de Bolsonaro aposta na biometria e no reconhecimento de firmas em cartórios para se viabilizar. Segundo o Estado apurou, os advogados que estão cuidando da criação do novo partido cogitam provocar o TSE sobre o uso da biometria, caso o tema não seja abordado no julgamento da consulta.

Papel. Em parecer enviado na terça-feira passada ao TSE, o vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques, se manifestou contra a coleta de assinaturas digitais para a criação de partidos. Para Jacques, todo o esforço na Justiça Eleitoral é “devotado ao tratamento dos documentos em papel”.

Na avaliação do vice-procurador-geral eleitoral, o atual modelo (reconhecimento da firma por um tabelionato de notas) é ainda melhor que a proposta tecnológica da assinatura eletrônica.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Os próprio aliados de Bolsonaro não acreditam que novo "partido" seja criado a tempo das eleições de 2020. E isto é bom, pois mostra que os ocupantes do poder podem muito (inclusive conversar muita merda), mas não podem tudo. Ainda.

  2. Os inimigos da nação sempre fazendo de tudo para prejudicar o Presidente Bolsonaro ! O Bem sempre vence, mesmo que demore.

  3. Todo esse rolo para os políticos profissionais se locupletarem do famigerado e bilionário fundo partidário, pago pelos contribuintes trouxas brasileiros. Mas sempre existirá quem goste e bata palmas………

  4. Oxente?!
    Mas se urna eletrônica é fraude, por que assinatura digital tem validade?
    Aliança com a jumentice kkkkkkkkk

    1. OXENTE?! SE ASSINATURA DIGITAL É FRAUDE PQ URNA ELETRÔNICA NÃO É ?

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Saúde

Câmara aprova revalidação em medicina por universidades privadas e MP que cria novo Mais Médicos

A Câmara aprovou nesta terça-feira (26) o projeto que altera as regras de revalidação de diploma para médicos estrangeiros e formados no exterior e a medida provisória que cria o novo Mais Médicos.

Os textos têm que passar pelo Senado. No caso da MP, a votação precisa ocorrer até quinta-feira (28), para que a medida não perca validade.

O projeto de lei votado estabelece que universidades públicas e privadas com notas 4 e 5 (as mais altas) no Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior) possam aplicar o exame.

Revalida também será aplicado semestralmente —hoje, não há periodicidade definida.

A votação da medida provisória causou polêmica e durou mais de quatro horas no plenário.

Após acordo com parlamentares do centrão, como o líder Arthur Lira (PP-AL), o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), adiou a votação do texto da MP para votar o projeto de lei do Revalida, um dos principais pontos de discórdia do projeto.

No texto da medida provisória, não havia a previsão de nota mínima para as universidades privadas revalidarem o diploma. Isso foi criticado por entidades médicas, que dizem que seria criado um mercado de diplomas sem que os médicos tivessem comprovação de formação adequada.

Esse trecho foi retirado do texto principal aprovado pela comissão especial, valendo o que foi aprovado pelo PL.

Atualmente, médicos estrangeiros podem buscar a revalidação dos diplomas de duas formas. A primeira é por meio de um exame, conhecido como Revalida, composto de duas fases: uma teórica, com questões objetivas, e outra prática, de habilidades clínicas.

Um segundo modelo é feito diretamente em algumas universidades públicas, por meio de editais próprios e processo que inclui análise de disciplinas cursadas no exterior, verificação de conteúdos e complementação curricular. O projeto de lei aprovado nesta terça não altera este processo.

Há a reclamação, porém, de que o processo é demorado e não há periodicidade regular.

Um dos pontos mais sensíveis da medida, que não estava presente no texto do governo, é a reinserção de médicos cubanos. O artigo foi incluído pelo relator da MP na comissão mista e permite que cerca de 1.700 cubanos que ficaram no Brasil possam atuar no programa antigo por até dois anos.

Nesse período, eles seriam submetidos a provas de revalidação do diploma, condição para que, passado esse prazo, possam continuar a atuar no país.

A medida provisória aprovada permite a criação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde, que passa a comandar o Médicos pelo Brasil, nome do novo programa do governo.
A oposição era contra a medida por se tratar de uma associação de direito privado sem fins lucrativos, mas o texto foi mantido.

Nesta terça, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), veio ao plenário fazer corpo a corpo com os deputados para tentar evitar que a medida caduque.

Além das divergências sobre o tema, parte do atraso é atribuído também a uma insatisfação com o governo e à demora no pagamento de projetos alvo de emendas parlamentares, conforme informou a coluna Painel.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Está repleto de médico MAL formado na Bolívia atuando no Brasil. Coitado do povo que não pode escolher a que médico ir num catálogo de plano de saúde.

    1. Conheço uma família toda que terminou no exterior. Todos médicos trabalhado em Natal. Agora, todos são doutores. Kkkkk

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Judiciário

Fernando Jales é o novo juiz titular do TRE/RN

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O advogado Fernando Jales, que vinha atuando como juiz substituto no TRE/RN, foi nomeado nesta terça-feira pelo presidente da republica, Jair Bolsonaro, como juiz titular da corte eleitoral no estado.

Jales substitui o advogado Wlademir Capistrano que também trabalhava para ser reconduzido.

Nome serio e respeitado, o blog deseja sucesso a Dr. Fernando na nova missão.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns Fernando!! Nada mais do que reconhecimento pelo trabalho relevante exercido com toda competência e dedicação.

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Jornalismo

Procurador do Pará diz que ‘problema da escravidão foi porque índio não gosta de trabalhar’

Um procurador de Justiça do Ministério Público do Pará (MPPA) afirmou em palestra nesta terça (26) que a escravidão de negros no Brasil ocorreu porque “o índio não gosta de trabalhar”.

“Esse problema da escravidão aqui no Brasil foi porque o índio não gosta de trabalhar. Até hoje”, afirmou o procurador Ricardo Albuquerque da Silva em uma apresentação a alunos de uma universidade do Pará que visitavam a sede do MPPA. Ele também é ouvidor-geral do órgão.

“O índio preferia morrer do que cavar mina, do que plantar para os portugueses. E foi por causa disso que eles [colonizadores portugueses] foram buscar pessoas nas tribos lá na África para vir substituir a mão de obra do índio aqui no Brasil.”

Ele ainda disse que não acha que “tenhamos dívida nenhuma com quilombolas”. “Nenhum de nós aqui tem navio negreiro. Nenhum de nós trouxe um navio cheio de pessoas da África para serem escravizadas aqui no Brasil”.

Mais adiante, ele fala que “todos são iguais em direitos e deveres, homens e mulheres. Você escolhe o que quiser ser, não estou nem aí. Mas todos são iguais. Não precisa ser gay, ser negro, ser índio, ser amarelo, ser azul, para ser destinatário de alguma política pública. Isso está errado. O que tem que haver, meus amores, é respeito mútuo. O resto é papo furado.”

Em nota, o MPPA diz repudiar o teor das declarações do procurador, que não compactua com qualquer ato de preconceito e que o teor das declrações “reflete tão somente a opinião pessoal” dele. As manifestações de Silva foram gravadas e circulam por redes sociais.

Também por meio de nota, o procurador afirmou que o áudio com suas falas está sendo divulgado fora de seu contexto, uma vez que o assunto era o Ministério Público como instituição “e não tinha como escopo a análise de etnias ou nenhum outro movimento dessa natureza”.

“Depois de falar por aproximadamente uma hora e 20 minutos,  o procurador de justiça disponibilizou a palavra aos presentes para que, num ambiente acadêmico, respondesse a criticas, comentários ou curiosidades, lamentando que o divulgador ao invés de mostrar sua discordância de maneira dialética e leal, optou por, de maneira sub reptícia, tentar macular o bom nome de uma pessoa preocupada em contribuir com a disseminação do conhecimento de maneira imparcial”, conclui a nota dele.

MÔNICA BERGAMO

Opinião dos leitores

  1. Falar a verdade é racismo? O que o Procurador falou eu escutei nos bancos escolares há 50 anos.

  2. Todo mundo que estudou um pouco de história (antes da doutrinação ideológica feita hoje em dia) sabe que isso dito pelo procurador está corretíssimo. O índio se recusava a trabalhar. Como alternativa, buscou-se o negro africano, que era vendido aos europeus pelos próprios "irmãos de cor". Essa é a verdade histórica e não adianta tentar mascará-la. O resto é mimimi dessa cambada de esquerdopata que detesta estudar e fica tentando reinventar a história ao sabor da sua ideologia nefasta.

  3. Os Aztecas trabalhavam duro, os Maia, também, os Incas idem, idem. Já os índios brasileiros……….. Mas, como toda regra tem sua exceção, parte do povo Guaraní – os Sete Povos das Missões,(RS), aceitaram os benefícios oriundos do trabalho ensinado pelos Jesuítas. Entretanto foram destruídos por portugueses e espanhóis. Tem muita gente que defende a cultura da preguiça, inclusive um certo ex-presidente com sua imensa caterva.

  4. "Ignorante, indolente e corrupto". Foi assim que o britânico Charles Darwin descreveu o perfil do "cordial brasileiro", quando aqui esteve em 1830 em missão científica, aos 22 anos de idade. No fundo, o que Darwin descobriu mesmo foi o "óbvio ululante", aquele que ninguém quer ver: que o brasileiro prefere ignorar sua linhagem ancestral a ver explicada sua existência sobre a Terra.

  5. Os indios preferiam morrer porque tinham VERGONHA NA CARA e não aceitavam passivamente serem escravizados, simples assim. Esse festival de pós-verdades que se vê atualmente no Brasil já encheu o saco !!

    1. E por quê os negros africanos se submetiam à escravidão, "sabichão"? Você quer dizer que não tinham "vergonha na cara"? Parece que você é apenas mais um esquerdopata que detesta livros, que odeia estudar e tenta reinventar a história ao bel prazer da sua ideologia nefasta. Simples assim.

    2. Nem todo mundo está dentro de uma caixa à esquerda ou à direita. Os negros foram forçados à ESCRAVIDÃO e muitos que se negaram a isso foram massacrados brutalmente. E os indios também foram destruidos em todo o continente americano.
      Deixe de ódio cego e aprenda a respeitar quem não pensa como você !!

  6. "Não precisa ser gay, ser negro, ser índio, ser amarelo, ser azul, para ser destinatário de alguma política pública." Realmente, nas condições normais de temperatura e pressão, mas como ainda não temos esse cenário, se faznecessário.

  7. Tal faltando notícia… mas quero fazer uma pergunta, E ele mentiu?? Desde o começo da história que se sabe que índio não gosta de trabalhar. O erro deste homem foi falar a verdade??? Ora esses besteiróis já estão cansando.

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Judiciário

Tribunal julga nesta quarta caso que pode ser decisivo para volta de Lula à prisão

Quase dois anos após o julgamento que levou o ex-presidente Lula à prisão, os juízes do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) voltam a se reunir na manhã desta quarta-feira (27) para decidir um caso que pode ser determinante para que o petista vá novamente para o regime fechado.

Os magistrados vão julgar recurso de Lula contra condenação em primeira instância por corrupção e lavagem no caso do sítio de Atibaia (SP), que era frequentado pelo petista e que foi reformado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS.

Fora da cadeia desde o último dia 8, Lula já atingiu a marca de um sexto da pena cumprida na condenação no caso do tríplex de Guarujá (SP), que garante que ele não voltará para o regime fechado por causa desse primeiro processo, ainda pendente de recursos nas instâncias superiores.,

Dessa forma, o caso do sítio pode ser decisivo para o futuro da liberdade do petista, já que há uma articulação no Congresso para a volta da possibilidade de prisão de condenados em segunda instância.

Entre nove ações penais abertas contra ele no Paraná, São Paulo e DF, o caso do sítio é o que está em estágio mais avançado após o processo do tríplex, que já teve condenação confirmada também no âmbito do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Em fevereiro, a juíza Gabriela Hardt, que substituiu Sergio Moro na Vara Federal de Curitiba, condenou o ex-presidente a 12 anos e 11 meses de prisão por ter aceitado as benfeitorias na propriedade rural em troca de favorecimento às empreiteiras em contratos na Petrobras. Outros nove acusados também foram condenados.

As defesas e o Ministério Público Federal recorreram ao TRF-4, corte com sede em Porto Alegre que funciona como segunda instância da Justiça Federal. No julgamento desta quarta, representantes das partes vão se pronunciar, e três juízes vão ler seus votos na parte final, antes de o resultado ser proclamado.

Dependendo do placar, aumentam as chances de recurso das defesas na própria corte regional. Em caso de uma condenação por 2 a 1, por exemplo, os advogados podem apresentar nova apelação à Quarta Seção do TRF-4, composta por mais magistrados.

O julgamento pode se estender por todo o dia. No caso do tríplex de Guarujá, no qual Lula teve condenação confirmada no TRF-4 no início de 2018, a sessão durou mais de nove horas.

O trio de magistrados que atua na Lava Jato tem uma modificação em relação ao grupo que condenou Lula em 2018: saiu Victor Laus, que votou pela condenação de Lula à época e que agora é presidente do tribunal, e entrou Carlos Thompson Flores, que comandava a corte até junho.

Em mais de cinco anos de Lava Jato, o TRF-4 tem um histórico de alinhamento com as decisões de Curitiba. Desta vez, porém, é possível que a corte anule neste julgamento a sentença de Gabriela Hardt, sem julgar o mérito dos recursos das defesas, devido a uma recente decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a ordem de fala de delatores e delatados em processos na primeira instância.

Antes de apresentar suas considerações finais na ação penal, no fim do ano passado, a defesa de Lula pediu para se manifestar apenas após réus delatores, que haviam feito acusações contra o petista.

A juíza negou à época essa solicitação, mas em outubro deste ano o Supremo reconheceu que esse benefício é necessário para assegurar a ampla defesa a réus que não fecharam acordo de colaboração. Duas sentenças da Lava Jato que não envolvem Lula já foram anuladas pelo STF por causa disso.

Diante desse novo entendimento da suprema corte, os juízes do TRF-4 podem considerar que o caso precisa voltar à primeira instância para que a etapa de alegações finais seja refeita, agora respeitando essa distinção entre delatores e delatados.

Isso significaria que o processo do sítio retrocederia em 11 meses —as alegações finais dos réus foram entregues em janeiro deste ano.

O Ministério Público Federal que atua na segunda instância, responsável pela acusação, chegou a concordar com a volta para essa etapa, mas depois recuou.

Diferentemente do julgamento de 2018, a apelação no caso do sítio ocorre em momento em que a Lava Jato está sob forte pressão. Os investigadores sofreram derrotas no Judiciário ao longo deste ano e enfrentaram críticas de ministros do Supremo após a revelação de mensagens trocadas no aplicativo Telegram.

Os advogados do ex-presidente inclusive incluíram em seus memoriais apresentados à corte regional trechos de diálogos divulgados pelo site The Intercept Brasil e por outros veículos, como a Folha. A defesa queria ainda a inclusão entre as provas de mensagens obtidas na investigação sobre o hackeamento de celulares de autoridades na Operação Spoofing.

A defesa de Lula no caso se concentra em questionamentos sobre imparcialidade. Afirma que nem os juízes Moro e Hardt nem os procuradores da Lava Jato tinham o distanciamento necessário para atuar no caso e que a Vara Federal de Curitiba não era o foro correto para o processo.

Entre outros pontos que devem ser analisados pelo TRF-4, estão o suposto “aproveitamento” por Hardt da sentença proferida por Moro no caso tríplex e a falta de vínculo do caso com a Petrobras.

A defesa cita ainda pendência de manifestação final do Comitê de Direitos Humanos da ONU a respeito de reclamação apresentada pelo petista.

Sobre as reformas feitas no sítio, a defesa afirma que o ex-presidente jamais pediu ou recebeu vantagens indevidas nem concedeu benefícios específicos para as construtoras. “A ‘gratidão’ dos empresários para com Lula decorre de ações lícitas realizadas pelo ex-presidente, que conduziram ao crescimento de tais empresas em razão de políticas governamentais bem-sucedidas”, diz a defesa.

Para o Ministério Público, os advogados do ex-presidente elegeram “a teoria conspiratória como o principal fundamento para a demonstração da inocência de seu cliente”.

FOLHAPRESS

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Política

Defesa de Lula chama processo do sítio de “farsa” e pede anulação ao TRF-4

Foto: Nacho Doce/Reuters

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reafirmou hoje desejo de anular todo o processo do sítio de Atibaia (SP), ação penal que qualificou como “farsa jurídica”. O pedido aparece em documento entregue hoje aos três desembargadores da 8ª Turma do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), que julgarão o caso amanhã em segunda instância amanhã.

Lula foi condenado neste caso, em fevereiro, pela juíza Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal de Curitiba, a 12 anos e 11 meses de prisão. Ele é acusado de ter recebido benefícios de empreiteiras por meio de reformas no sítio, em contrapartida por um esquema de corrupção envolvendo contratos da Petrobras.

A defesa nega irregularidades.

UOL

 

Opinião dos leitores

  1. Em um país sério ,esse Ladrão ja estaria em uma peniténciaria em regime fechado,sem direito a progressãode pena!!!!

  2. Em que ponto estamos chegando…
    Enquanto no Oriente, um certo executivo de uma grande empresa, pediu perdão das suas ações, e consequentemente o desligamento de sua função.
    No Brasil, estamos acompanhando esse teatro que Lula e seus alienados estão tentando ludibriar os bestas!

  3. Papa Lula 51 é assim, a santidade em vida. Nunca fez nada, viu nada, incentivou nada, disse nada, enfim, devia ser condenado por prevaricação. Até pelo fato de todos sermos idiotas, como são os petistas.

  4. Lulapikadura roubar pouco é coisa de moleque…processo de sítio é café pequeno diante do que o Palocci delatou. Lulapikadura aproveita os dedos da morena pois é de fio terra que a rosca socialista gost@!

  5. Nessa foto aí o safado de estimação estava dizendo em libras, o que ia botar nos brasileiros, e os militontos tudo achando lindo e idolatrando o malévolo.

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Política

PF encerra inquérito da Lava Jato sem achar provas contra Renan Calheiros e filho

Foto: Reprodução/Redes sociais

A PF terminou a investigação de um dos inquéritos da delação da Odebrecht sem encontrar provas para incriminar Renan Calheiros e Renan Filho, informa O Globo.

Segundo os delatores, o senador e o governador de Alagoas teriam ajudado a Braskem –empresa do grupo Odebrecht– no Congresso aprovando uma lei que permitiu renovar contratos de concessão de energia. Em troca, teriam recebido propina via doação eleitoral.

Se a PGR concordar com a PF e pedir o fim do processo, será o nono inquérito contra Renan –de um total de 18 abertos no âmbito da Lava Jato e seus desdobramentos– a ir para o arquivo do STF.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. O poder de Renan sobre poderosos é inimaginável , o cara é intocável ! A corrupção é muito poderosa quando alcança os poderosos da caneta .

  2. Ohhhhhhh, ainda tem imbecil que acha MORO E SUA TRUPE DE LADROES HONESTOS, OHHHHHHHH$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ OHHHHHHHHH BOLSONARO MARGINAL HONESTO OHHHHHHHHHHHHHHH$$$$$$$$$

    1. Desperta, não faça parte da manadinha de defensores de bandido, só porquê esses dois hoje façam parte da quadrilha que você adora.

  3. Os outros vao terminar prescrevendo. Esse cidadão vai terminar canonizado. Oh paísinho de merda!

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Nacional

Anistia Internacional está preocupada com ambientalistas presos e deputados culpam ‘repressão bolsonarista’

Foto: Divulgação/Polícia Civil

A prisão dos ambientalistas no Pará tem reverberado entre os deputados e membros do terceiro setor. A Anistia Internacional publicou uma nota onde afirmou que o caso “inspira preocupação” quanto a “transparência das investigações”. Deputados afirmaram que o caso faz parte do plano de repressão bolsonarista, que, segundo a oposição, visa inibir o trabalho das ONGs.

Ambientalistas se manifestaram sobre a operação Fogo do Sairé, que investiga a origem dos incêndios que atingiram a região de Alter do Chão, em setembro deste ano. A polícia civil do Pará prendeu quatro brigadistas da Brigada de Alter e apreendeu computadores e documentos da ONG Saúde e Alegria. “Nessa manhã a polícia civil chegou de forma truculenta, armada com metralhadora no nosso escritório, sem a gente saber porque, sem a gente saber qual a acusação e sem decisão judicial. Com o mandato de apreensão sem definir o que, para que”, declarou o coordenador do projeto Saúde e Alegria, Caetano Scannavino. “Levaram tudo, naquele ambiente de medo, naquele ambiente de apreensão”, relatou.

Congresso em Foco

Opinião dos leitores

  1. Esses marginais ambientalistas que tocaram fogo na floresta já eram para estarem em presídio de segurança máxima, pois são bandidos de esquerda disfarçados de ambiente as pistas ongueiros. A polícia tem que botar pra quebrar em todos os Estados onde ocorreram esses incêndios criminosos provocados pela esquerda nojenta desse Psis.

  2. Ambientalista, são um bando de marginais acostumados a não fazerem nada só anarquia.
    Depois que acabou a mamata do dinheiro fácil, vem essas ongs sem futuro defender esses vermes.

  3. O.problema é que as ONGS nao querem fisvalizadas,prestar conta nem ser investigadas, simplesmente se colocam na posição de vítima.

  4. Tocaram fogo na floresta pra sabotar imagem do país lá fora, ainda tem quem os defenda? Conseguiram o objetivo de o governo ser atacado por ongs e paises estrangeiros, agora vem uma ong defendê-los, após pegos em flagrante? Isso tem que ser denunciado na ONU..

  5. Cadeia PARA essa FAMÍLIA DE MARGINAIS , BOLSOBOSTA CAGAO NA CADEIA E SEUS FILHOS PATETAS

    1. Infelizmente temos que ler comentários de gente tão despreparada como você. Português chulo, preconceituoso e isso só demonstra a inutilidade de sua cidadania.

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Política

Fábio Faria diz que FIERN não pertence a grupos e precisa voltar a ter participação

Foto: Reprodução/Twitter

O deputado federal Fábio Faria (PSD) comentou em suas redes sociais, nesta terça-feira, a decisão judicial que suspende prorrogação de mandato de Amaro Sales na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN).

Segundo o parlamentar, “a Fiern tem relevância, não pertence a grupos, mas à sociedade potiguar e precisa voltar a ter uma maior participação do setor industrial do RN”.

A notícia foi destaque no site JUSTIÇA POTIGUAR.

Leia a matéria na íntegra AQUI

Opinião dos leitores

  1. BG.
    Falta agora a Fecomércio e seus sindicatos, a maioria com mudanças de estatuto para prorrogação de mandatos.

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