Clima

Bolsonaro anuncia que Brasil reduzirá emissões e eliminará desmatamento ilegal até 2030; veja discurso do presidente

Foto: Reprodução/Globo News

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta-feira (21) que o Brasil se compromete a reduzir suas emissões de carbono em 40% e a eliminar o desmatamento ilegal até 2030.

“Somos um dos poucos países em desenvolvimento a adotar, e reafirmar, uma NDC transversal e abrangente, com metas absolutas de redução de emissões inclusive para 2025, de 37%, e de 43% até 2030”, afirmou Bolsonaro, na Cúpula de Líderes sobre o Clima.

Bolsonaro afirmou que as metas brasileiras são uma resposta ao chamado por parte do presidente norte-americano, Joe Biden, ao estabelecimento de compromissos ambiciosos.

“Nesse sentido, determinei que nossa neutralidade climática seja alcançada até 2050, antecipando em 10 anos a sinalização anterior”, prometeu o presidente.

“Entre as medidas necessárias para tanto, destaco aqui o compromisso de eliminar o desmatamento ilegal até 2030, com a plena e pronta aplicação do nosso Código Florestal. Com isso reduziremos em quase 50% nossas emissões até essa data.”

Bolsonaro disse reconhecer, no entanto, que essa será uma tarefa complexa, que precisará de “medidas de comando e controle” como parte da resposta.

“Apesar das limitações orçamentárias do governo, determinei o fortalecimento dos órgãos ambientais, duplicando os recursos destinados a ações de fiscalização. Mas é preciso fazer mais. Devemos enfrentar o desafio de melhorar a vida dos mais de 23 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia, região mais rica do país em recursos naturais, mas que apresenta os piores índices de desenvolvimento humano”, destacou o presidente.

Para ele, a solução do que chamou de “paradoxo amazônico” é condição essencial para o desenvolvimento sustentável na região.

Defesa dos mercados de Carbono

Bolsonaro defendeu que os mercados de carbono – que permitem a negociação de crédito no mercado internacional – estão entre as principais fontes de recursos e investimentos para impulsionar ações contra as mudanças climáticas.

“Tanto na área florestal quanto em outros relevantes setores da economia, como indústria, geração de energia e manejo de resíduos”, afirmou o presidente.

Ele disse que também é preciso “haver justa remuneração pelos serviços ambientais prestados por nossos biomas ao planeta” como uma forma de reconhecimento do caráter econômico das das atividades de conservação.

O presidenta também afirmou ser fundamental a ajuda, inclusive financeira, de países, empresas, entidades e pessoas “dispostos a atuar de maneira imediata, real e construtiva na solução de problemas”.

Leia a íntegra do discurso de Bolsonaro no encontro de líderes:

Com grande satisfação agradeço o convite para participar desta Cúpula de Líderes.

Historicamente, o Brasil foi voz ativa na construção da agenda ambiental global.

Renovo, hoje, essa credencial, respaldada tanto por nossas conquistas até aqui quanto pelos compromissos que estamos prontos a assumir perante as gerações futuras.

Como detentor da maior biodiversidade do planeta e potência agroambiental, o Brasil está na linha de frente do enfrentamento ao aquecimento global.

Ao discutirmos mudança do clima, não podemos esquecer a causa maior do problema: a queima de combustíveis fósseis ao longo dos últimos dois séculos.

O Brasil participou com menos de 1% das emissões históricas de gases de efeito estufa, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo. No presente, respondemos por menos de 3% das emissões globais anuais.

Contamos com uma das matrizes energéticas mais limpas, com renovados investimentos em energia solar, eólica, hidráulica e biomassa.

Somos pioneiros na difusão de biocombustíveis renováveis, como o etanol, fundamentais para a despoluição de nossos centros urbanos.

No campo, promovemos uma revolução verde a partir da ciência e inovação. Produzimos mais utilizando menos recursos, o que faz da nossa agricultura uma das mais sustentáveis do planeta.

Temos orgulho de conservar 84% de nosso bioma amazônico e 12% da água doce da Terra.

Como resultado, somente nos últimos 15 anos evitamos a emissão de mais de 7,8 bilhões de toneladas de carbono na atmosfera.

À luz de nossas responsabilidades comuns, porém diferenciadas, continuamos a colaborar com os esforços mundiais contra a mudança do clima.

Somos um dos poucos países em desenvolvimento a adotar, e reafirmar, uma NDC transversal e abrangente, com metas absolutas de redução de emissões inclusive para 2025, de 37%, e de 40% até 2030.

Coincidimos, Senhor Presidente, com o seu chamado ao estabelecimento de compromissos ambiciosos.

Nesse sentido, determinei que nossa neutralidade climática seja alcançada até 2050, antecipando em 10 anos a sinalização anterior.

Entre as medidas necessárias para tanto, destaco aqui o compromisso de eliminar o desmatamento ilegal até 2030, com a plena e pronta aplicação do nosso Código Florestal. Com isso reduziremos em quase 50% nossas emissões até essa data.

Há que se reconhecer que será uma tarefa complexa.

Medidas de comando e controle são parte da resposta. Apesar das limitações orçamentárias do Governo, determinei o fortalecimento dos órgãos ambientais, duplicando os recursos destinados a ações de fiscalização.

Mas é preciso fazer mais. Devemos enfrentar o desafio de melhorar a vida dos mais de 23 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia, região mais rica do país em recursos naturais, mas que apresenta os piores índices de desenvolvimento humano.

A solução desse “paradoxo amazônico” é condição essencial para o desenvolvimento sustentável na região.

Devemos aprimorar a governança da terra, bem como tornar realidade a bioeconomia, valorizando efetivamente a floresta e a biodiversidade. Esse deve ser um esforço, que contemple os interesses de todos os brasileiros, inclusive indígenas e comunidades tradicionais.

Diante da magnitude dos obstáculos, inclusive financeiros, é fundamental podermos contar com a contribuição de países, empresas, entidades e pessoas dispostos a atuar de maneira imediata, real e construtiva na solução desses problemas.

Neste ano, a comunidade internacional terá oportunidade singular de demonstrar seu comprometimento com a construção de nosso futuro comum.

A COP26 terá como uma de suas principais missões a plena adoção dos mecanismos previstos nos Artigos 5º e 6º do Acordo de Paris.

Os mercados de carbono são cruciais como fonte de recursos e investimentos para impulsionar a ação climática, tanto na área florestal quanto em outros relevantes setores da economia, como indústria, geração de energia e manejo de resíduos.

Da mesma forma, é preciso haver justa remuneração pelos serviços ambientais prestados por nossos biomas ao planeta, como forma de reconhecer o caráter econômico das atividades de conservação.

Estamos, reitero, abertos à cooperação internacional.

Senhoras e senhores,

Como todos reafirmamos em 1992, no Rio de Janeiro, na conferência presidida pelo Brasil, o direito ao desenvolvimento deve ser exercido de tal forma que a resposta equitativamente e de forma sustentável às necessidades ambientais e de desenvolvimento das gerações presentes e futuras.

Com esse espírito de responsabilidade coletiva e destino comum, convido-os novamente a apoiar-nos nessa missão.

Contem com o Brasil.

Muito obrigado.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Sempre jogando a responsabilidade p frente, p outra pessoa, lavando as mãos. Assim é fácil. Uma meta viável e honesta seria 2022, ainda na gestão dele. 2030 não será mais ele… Ele só empurrou a responsabilidade!

  2. Bolsonaro o MELHOR Governador do Estado do Rio Grande do Norte de todos os tempos 👏👏👏👏👏👏👏👏🇧🇷🇧🇷🇧🇷

  3. Só os bolsominions, os bichos que ficam preso no curral ruminando para acreditar, porque pelo amor de Deus viu, a homem sem competência e rumo é esse Bolsotraste!!!

  4. Esse presidente mente tando que ninguém leva mais ele a sério, só a boiada que na realidade não tem cérebro

  5. Mais um absurdo desse Presidente, como ele se atreve a dizer que muitas ONGs vão deixar de receber milhões contra o desmatamento? Já pensou quantos improdutivos e usurpadores dos recursos públicos esse genocida vai atingir? Como esses senhores das ONGs vão viver sem ter recurso público entrando no bolso? Quem está por trás dessas ONGs parasitas, vão viver sem garantir sua renda de graça? Como esse Presidente tem a petulância de se meter nas vidas desses parasitas responsáveis por ONGs na Amazônia?
    Quantas ONGs existem no nordeste contra a seca e contra a fome?
    Assim existem muitos contra ele, está tendo a coragem de tornar inativo milhares de parasitas sanguessugas e necessitados dos recursos públicos.

    1. Vai procurar saber da situação pra poder falar merda! Quem tá querendo queimar o Brasil junto as outras nações? Exatamente quem perdeu a tetinha.

    1. Se depender dele até dinheiro ele põe na fogueira. Incendiário safado.

  6. Aí mente e mente pessimamente! Mas como diacho ele vai cumprir essas metas se ele e o ministro do meio ambiente ( a mando do MINTO óbvio) defendem madeireiras ilegais? Defendem o desmatamento ilegal?

    1. Vai procurar ajudar ao próximo Mané, só sabe espalhar ódio e fakenews. Trabalhar que é bom não sabe, né? Fica o dia todo comentando aqui, vc e sua turma do quanto pior, melhor. Deixa o cara governar, deixamos vcs no poder por mais de 13 anos e não ficamos destilando esse ódio todo o tempo, só depois de muito roubo que abrimos os olhos e tiramos a esquerda do poder.

    2. Qd esse presidente sem moral falou, o Biden já tinha pegado o beco pra não ouvir essa desgraça falar. Ai é sem moral viu……

    3. Antônio Carlos, eu vou continuar comentando aqui o quanto eu quiser talkei?! Toin, pq diacho vc acha q eu sou esquerdista? Sai dessa narrativa cara! Eu sou contra qualquer tipo de corrupção, seja do PT, seja de Lulaladrão, DilmAnta seja do inepto MINTO! Se dependesse de mim, a esquerda JAMAIS voltaria a governar o Brasil mas fazer o quê se Bolsonaro está envolvido com rachadinhas e é tão idiota que está pavimentando a volta de Lula ao poder? O presidente está fazendo uma gestão desastrosa na pandemia, sancionando leis que atrapalham o COMBATE a corrupção, está enfraquecendo as instituições que combatem a corrupção no Brasil… E agora tem um ministro investigado por defender e acobertar o desmatamento ILEGAL a mando do presidente CLARO! Pesquisa Toin, sai dessa bolha! Tenta pensar cara!

    1. Ah se toca cara e arranja um trabalho, ser comentador de blog não é trabalho. Ah não tem trabalho, esqueci o mito não liga pra isso. Me explique ser inteligente como cumprir uma promessa pra uma coisa que você nem no poder estará mais? Quanta demagogia.

    2. Lembro da palavra dele “essa vacina chinesa não vamos comprar” ou então “não vou ceder ao centrão” ah, tem também o “acabou” e não esqueçamos do “não vou trocar emendas por votos” e do “vamos fortalecer a lavajato”, mas um homi forte defendido por um homem honesto como Roberto Jeferson, só pode ter palavra mesmo

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Reino Unido antecipa decisão e vai proibir a venda de novos carros e vans movidos a gasolina e diesel a partir de 2030

Carro elétrico é carregado em rua de Londres. Governo britânico vai proibir a venda de novos carros a gasolina e diesel a partir de 2030 — Foto: Kirsty Wigglesworth/AP

O Reino Unido vai proibir a venda de novos carros e vans movidos a gasolina e diesel a partir de 2030, cinco anos antes da promessa anterior, anunciou o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

O premiê apresentou um plano de “revolução industrial verde”, em que promete zerar as emissões de carbono do país até 2050 e “criar e sustentar” até 250 mil empregos em energia, transportes e tecnologia.

O plano de dez pontos do governo conservador também pretende desenvolver a energia eólica marinha, o hidrogênio para calefação e o carro elétrico, plantar milhares de hectares de árvores e transformar o país em líder mundial em captura e armazenamento de CO2.

A Alemanha anunciou nesta quarta-feira (18) até 5 bilhões de euros em ajuda do governo da premiê Angela Merkel (mais de R$ 30 bilhões) para o fomento de veículos elétricos (veja mais abaixo).

A “agenda positiva” do premiê britânico ocorre em meio à grave crise de Covid-19 pela qual o país passa (a mais mortal do continente) e a duras negociações comerciais do Brexit (nome dado à saída do Reino Unido da União Europeia).

O Reino Unido é o quinto país com mais mortes por Covid no mundo (52,8 mil), só atrás de Estados Unidos, Brasil, Índia e México, e o sétimo com maior número de casos.

O país deve sediar em 2021 a COP26, a conferência da ONU sobre o clima, em Glasgow.

“Agora é a hora de planejar uma recuperação verde com empregos de alta qualificação que deem às pessoas a satisfação de saber que estão ajudando a tornar o país mais limpo, mais verde e mais bonito”, disse Johnson em uma coluna publicada no jornal “Financial Times”.

O plano deve custar US$ 16 bilhões ao governo (cerca de R$ 85 bilhões) e até o triplo disso do setor privado, segundo o premiê.

Em 2019, o Reino Unido se tornou o primeiro país do G7 a aprovar uma legislação com a meta de zerar as emissões até 2050, o que exigirá mudanças generalizadas na maneira como os britânicos viajam, consomem energia e se alimentam.

€ 5 bilhões na Alemanha

Na Alemanha, a indústria automobilística receberá até 5 bilhões de euros em ajuda do governo (mais de R$ 30 bilhões) para superar crise causada pela pandemia e prosseguir com a transição para os veículos elétricos.

Após reunião com representantes da indústria, o governo Merkel anunciou que deseja prorrogar até 2025 o incentivo para a população comprar veículos elétricos, substituir caminhões antigos e instalar mais pontos de recarga.

“A indústria automobilística alemã passa por uma mudança estrutural de longo prazo, que gera desafios enormes para as empresas, regiões e trabalhadores”, declarou o porta-voz do governo, Steffen Seibert. “As pequenas e médias empresas fornecedoras, em particular, devem ser apoiadas durante a transformação”.

O governo alemão deseja que ao menos 25% dos postos de combustíveis tenham infraestrutura de recarga rápida até o fim de 2022, 50% até 2024 e 75% até 2026.

O setor automobilístico representa um quinto da indústria alemã e cerca de 5% do PIB e gerava mais de 800 mil empregos diretos antes da pandemia. A venda de veículos já despencou 23% no país no acumulado do ano.

G1

Opinião dos leitores

  1. A indústria do petróleo já era. Dias contados para a exploração de donos de postos de gasolina no Brasil acabar.

    1. E o pior é que tem gente que ainda é contra a Petrobras vender ativos… Ela, como Empresa que é, tem que vender o mais rápido possível enquanto ainda tem gente querendo comprar pois daqui a pouco o consumo de petróleo vai cair e o lucro da Empresa também…

    2. Pois é Manoel falso, vamos dar de mao beijada um lucro na casa dos 40bi/ano para a iniciativa privada já que nosso país nao precisa de dinheiro para saúde, educação, saneamento…
      Se o Sr. soubesse q o ramo de combustível é um dos que menos lucros dá na indústria do petróleo, nao falaria tanta besteira.
      A propósito, o plástico que proteje teu celular tem o petroleo como matéria prima.
      Mas tentar convencer bovino é enxugar gelo.

    3. Meia verdade , o petróleo é utilizado em vários componentes industrializados, medicações, material de construção, componentes de automóveis,cosméticos,máquinas agrícolas,etc…sem falar nas aeronaves como combustível , ainda vai demorar pelo menos um século pra vermos livres e dependente do petróleo quiçá !

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Social

População Brasileira cairá a partir de 2030

O Estado de S.Paulo

As mulheres brasileiras têm tido menos filhos e engravidado mais tarde. Os primeiros resultados do questionário mais completo do Censo 2010 mostram que a taxa de fecundidade teve uma forte queda em dez anos e chegou a 1,86 filho por mulher, abaixo no nível de reposição da população, de 2 filhos por mulher.

Se a queda nos nascimentos e o envelhecimento da população mantiverem esse ritmo nas próximas décadas, a partir de 2030 a tendência será de estabilização e depois de diminuição de habitantes, diz o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso porque o número de nascimentos deve igualar e, em seguida, ficar menor que o de mortes.

Os números apontam uma tendência de diminuição da gravidez na adolescência e aumento entre as mulheres de mais de 30 anos. Em comparação com o Censo 2000, os dados mostram que as brasileiras têm deixado de ser mães tão jovens como constatado na década anterior. Há dez anos, 18,8% dos nascimentos ocorriam na faixa dos 15 aos 19 anos e 29,3% entre 20 e 24 anos. Essas proporções caíram para 17,7% e 27%, respectivamente. Os nascimentos na faixa de mais de 30 anos, que eram 27,6% do total, subiram para 31,3%.

“É um dado positivo que aponta a redução das mães muito jovens e a tendência de as mulheres terem filhos quando estão mais maduras não só financeiramente, mas emocionalmente também”, diz a presidente do IBGE, Wasmália Bivar. A tendência de envelhecimento da população “muda substancialmente as políticas públicas e vai requerer infraestrutura para pessoas idosas e oferta de mobilidade para a população que fica mais velha”.

Pnad. Coordenador de População e Indicadores Sociais do IBGE, o demógrafo Luiz Antônio Oliveira lembra que a tendência de queda na fecundidade se acentuou nos anos 1970 e 1980 e o Censo 2010 confirmou a tendência apontada pelas pesquisas por amostra de domicílio (Pnads) de atingir patamar abaixo da taxa de reposição da população. “Em algum momento, talvez na década de 2030, o número de nascimentos vai encostar no número de óbitos e a população vai parar de crescer”, diz.

Entre 2000 e 2010, a taxa de fecundidade foi reduzida em mais de um quinto, passando de 2,38 filhos por mulher para 1,86. Em 1940, a taxa era mais de três vezes maior: 6,16. Rio e São Paulo têm as menores taxas do País: 1,62 e 1,63. “Temos em 2010 algo em torno de 5 milhões de pessoas de até 9 anos de idade a menos do que em 2000. Daqui a pouco vai pesar. Vão começar a surgir questões como: ‘Não precisa desse número de escolas’”, diz a presidente do IBGE.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *