Geral

Reino Unido deve abandonar regra de distanciamento social em junho

FOTO: HENRY NICHOLLS/REUTERS

A Grã-Bretanha está prestes a abandonar a regra de distanciamento social, que significa que as pessoas precisam ficar a pelo menos um metro de distância, disse o primeiro-ministro Boris Johnson nessa segunda-feira (3).

Segundo o primeiro-ministro, o fim do distanciamento social deve entrar em vigor no dia 21 de junho.

“Acho que temos uma boa chance, uma boa chance, de dispensar um metro a mais”, disse Johnson a repórteres durante uma visita à campanha eleitoral local ao norte da Inglaterra.

Na última sexta-feira (30), o Reino Unido realizou um evento experimental com milhares de pessoas – sem máscaras ou distanciamento social.

De acordo com as autoridades do Reino Unido, grandes reuniões internas ainda são proibidas, mas o evento de música ao vivo sem máscaras faciais ou distanciamento faz parte do Programa de Pesquisa de Eventos do governo do país, que está coletando dados para ajudar a determinar como casas noturnas e eventos podem retornar neste verão.

CNN Brasil

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Saúde

Reino Unido garante 60 milhões de vacinas da Pfizer para aplicar terceira dose como reforço

Foto: ERNESTO BENAVIDES / AFP

O governo do Reino Unido garantiu um acordo de compra de 60 milhões de doses extras da vacina produzida pela Pfizer e pela BioNTech para fazer parte de um programa de reforço com o objetivo de proteger contra a Covid-19 as pessoas mais vulneráveis, antes da chegada do inverno ao país.

Cientistas do Comitê Conjunto de Vacinação e Imunização estão decidindo quais grupos de pessoas devem receber a dose de reforço ainda este ano, após terem recebido as duas primeiras injeções.

Segundo o governo, o objetivo é garantir que os adultos em maior risco no Reino Unido estejam totalmente protegidos contra um potencial avanço do coronavírus à medida que o tempo esfria. Uma alta nos casos aumenta a probabilidade de o vírus sofrer mutação e formar uma nova variante que pode ser parcialmente resistente às vacinas.

“Nosso programa de vacinação está trazendo de volta nossa liberdade, mas o maior risco para esse progresso é o risco representado por uma nova variante”, disse o secretário de Saúde Matt Hancock em um comunicado por e-mail.

“Estamos trabalhando em nossos planos de doses de reforço, que são a melhor maneira de nos manter seguros e livres enquanto controlamos esta doença em todo o mundo”, acrescentou.

Doses adicionais

As vacinas adicionais da Pfizer serão usadas junto com outros imunizantes contra a Covid-19 aprovados para o programa de reforço, que começará no outono no país.

O número total de doses da Pfizer/BioNTech garantidas pelo Reino Unido chega a 100 milhões. O governo também comprou 100 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca e 17 milhões de doses da Moderna, que estão sendo aplicadas em todo o país.

A Grã-Bretanha tem pedidos de cinco outras vacinas que ainda não foram aprovadas pelo regulador do Reino Unido — elevando o número total de doses potencialmente disponíveis para 517 milhões. O Departamento de Saúde e Assistência Social disse que publicaria mais detalhes sobre o programa de reforço “no devido tempo”.

Mais de um em cada quatro adultos já foi totalmente vacinado contra a Covid-19 no Reino Unido.

Com O Globo

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Diversos

Motoristas de Uber do Reino Unido passam a ter salário mínimo, férias e pensão

Foto: REUTERS/Callaghan O’Hare

A Uber está reclassificando seus 70 mil motoristas no Reino Unido depois que a Suprema Corte local manteve uma decisão no mês passado de que eles deveriam ter direitos trabalhistas e não ser tratados como contratados independentes.

Nessa terça-feira (16), a companhia confirmou que, como “trabalhadores” –uma classificação exclusiva da lei trabalhista no Reino Unido que fica abaixo de “empregado”– os motoristas terão direito a salário mínimo, férias e pensão.

A empresa não aplicou, no entanto, as alterações aos funcionários de entrega de comida do Uber Eats, apenas aos motoristas de passeio.

O salário mínimo, segundo a Uber, será baseado no tempo de atividade dos condutores entre a aceitação de viagens e sua finalização –uma definição que foi rejeitada pelos motoristas na quarta-feira (17).

No mês passado, a Corte já havia determinado que os motoristas estão trabalhando desde o momento em que ativam o aplicativo do Uber, e não apenas no transporte de passageiros, como argumentou a empresa.

Mesmo com as mudanças na política da Uber após a decisão, “os motoristas ainda terão perdas de 40-50%”, disseram Yaseen Aslam e James Farrar, os ex-motoristas que lideraram a ação legal contra a empresa, em um comunicado. “Embora a Uber indubitavelmente tenha feito progressos aqui, não podemos aceitar nada menos do que o cumprimento total dos mínimos legais”, acrescentaram.

No mês passado, o tribunal decidiu que um grupo de motoristas do Uber que levaram o caso a um tribunal do trabalho não eram contratados independentes porque suas atividades eram “rigidamente definidas e controladas pela Uber”.

O juiz citou o controle da empresa sobre as tarifas e como ela dita os termos contratuais sob os quais os motoristas realizam seus serviços. Aslam e Farrar entraram com o processo em 2016, quando ainda dirigiam para a companhia.

A decisão marca uma derrota significativa para o Uber no Reino Unido, onde está sob pressão de ativistas trabalhistas e reguladores de transporte. A multinacional tem defendido seu polêmico modelo de negócios de tratar seus trabalhadores como contratados independentes, enquanto, mais recentemente, apresenta o acréscimo de novos benefícios como uma espécie de meio-termo.

“Após a decisão da Suprema Corte do Reino Unido no mês passado, poderíamos ter continuado a disputar os direitos dos motoristas e qualquer uma dessas proteções no tribunal. Em vez disso, decidimos virar a página”, escreveu o CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, em um artigo de opinião publicado na terça-feira pelo Evening Standard discutindo as mudanças. ”

Temos pedido atualizações nos marcos legais, tanto nos EUA quanto na UE, que garantam benefícios e proteção para trabalhadores independentes sem remover a flexibilidade que torna esse tipo de trabalho tão atraente para eles em primeiro lugar.”

Aslam e Farrar afirmaram que a base de despesas do motorista, utilizada para calcular o salário mínimo, deve ser objeto de acordo coletivo e convocou a Uber a avançar no sentido do reconhecimento sindical.

A mudança em seu modelo de negócios no Reino Unido segue uma vitória decisiva em seu estado natal, a Califórnia, onde os eleitores aprovaram uma medida eleitoral em novembro isentando o Uber e outras empresas gigantes de uma lei estadual que exigiria que reclassificassem seus motoristas e entregadores como funcionários em vez de contratados independentes.

Como parte da medida eleitoral, a Uber continua a tratar seus motoristas como contratados independentes, mas com algumas novas concessões de benefícios. Entre elas, uma garantia de ganhos mínimos com base no “tempo de compromisso”, quando um motorista está atendendo a uma solicitação de viagem ou entrega, mas não o tempo que eles gastam esperando por um chamado.

A Uber e outras empresas do setor divulgaram que planejam promover leis semelhantes em outros estados, bem como buscar legislação federal nos Estados Unidos para solidificar sua abordagem.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

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Diversos

Portugal prolonga proibição de voos do Brasil e Reino Unido até 31 de março

Foto: Rafael Marchante/Reuters/Arquivo

Portugal estendeu nesta segunda-feira (15) a proibição de voos entre o país e o Brasil por mais duas semanas, até 31 de março. São apenas permitidos voos humanitários e de repatriamento, afirmou o Ministério da Administração Interna do país em comunicado.

Os voos entre Portugal e o Reino Unido também estão proibidos.

Os voos diretos comerciais ou privados de e para os países estão suspensos desde janeiro para evitar a propagação de novas variantes do coronavírus.

Os passageiros que voam indiretamente do Reino Unido ou do Brasil para Portugal têm de apresentar, 72 horas antes da partida, um teste negativo de Covid-19 e também fazer quarentena de duas semanas ao chegarem.

Portugal, que até agora reportou 814.257 casos de Covid-19 e 16.684 mortes, começou a aliviar as restrições depois do confinamento a nível nacional de dois meses na segunda-feira, após um surto de casos, em parte atribuído à rápida propagação da variante identificada pela primeira vez no Reino Unido, que incapacitou o sistema nacional de saúde no início deste ano.

G1

Opinião dos leitores

  1. Do jeito que a gente trata a pandemia essas proibições de voos durarão até o final do ano, na melhor das hipóteses!
    Isso se não criarmos outra variante ainda pior que a atual, o que não é difícil, dado a insistência da população em fazer atividades não essenciais e promoverem aglomerações!

  2. Vixe, achei que isolamento era só coisa do governo do estado. E agora? Não posso nem ir pra terrinha por culpa de Fátima, ops…

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Economia

ESTRAGOS DA PANDEMIA: PIB do Reino Unido tombou 9,9% em 2020, maior contração da história

O fechamento de bares, restaurantes, hotéis e outros serviços, assim como a paralisação de empresas vinculadas aos setores de arte e entretenimento, teve um peso negativo importante na economia AFP/AFP

O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido registrou queda de 9,9% em 2020, uma baixa sem precedentes, devido ao impacto da pandemia de coronavírus que paralisou setores inteiros durante meses. A informação é do Escritório Nacional de Estatísticas (ONS).

De acordo com a instituição, este é o maior retrocesso anual registrado desde o início das estatísticas sobre a economia britânica. A queda do PIB do ano passado foi mais que o dobro da contração de 2009, provocada pela crise financeira.

Em novembro, o confinamento em vigor na Inglaterra e as restrições em outras regiões britânicas provocaram uma nova queda do PIB de 2,3%. O fechamento de bares, restaurantes, hotéis e outros serviços, assim como a paralisação de empresas vinculadas aos setores de arte e entretenimento, teve um peso negativo importante na economia.

Com informações da Veja, G1 e Infomoney

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Saúde

Em estudo inédito, Reino Unido vai infectar pessoas com covid-19

(Foto: Alex Robinson Photography via Getty Images)

O primeiro estudo sobre formas de contágio do novo coronavírus em humanos deve começar dentro de um mês no Reino Unido. A pesquisa, aprovada pelo departamento britânico de ética em estudos clínicos, irá envolver 90 adultos saudáveis com idades entre 18 e 30 anos. Essas pessoas serão expostas à covid-19 em um ambiente controlado.

O estudo visa estabelecer a quantidade mínima de vírus necessária para causar uma infecção e desencadear uma resposta imune, além de explorar como o coronavírus passa de pessoa para pessoa.

Os participantes serão monitorados por médicos e cientistas após a exposição ao vírus. A cepa usada será a variante que circulava no Reino Unido no ano passado, e não as que surgiram mais recentemente.

A expectativa é de que a pesquisa traga mais entendimento sobre o Sars-CoV-2 e ajude na resposta à pandemia, colaborando com o desenvolvimento de vacinas e tratamentos contra a covid-19.

“Tivemos progressos muito positivos no desenvolvimento da vacina, mas queremos descobrir vacinas melhores e mais eficazes para usar no longo prazo”, afirmou Kwasi Kwarteng, um dos responsáveis pelo estudo.

Época

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Saúde

VÍDEO: Vacina de Oxford previne casos severos e morte por covid

Além de proteger contra os graves sintomas e demais consequências da doença, a aplicação da vacina de Oxford também evita que mais pessoas sejam contaminadas pelo vírus e, assim, colabora para frear o ritmo da pandemia pelo mundo. Vale destacar que depois de atrasos, adiamentos e muita expectativa, o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da vacina Oxford/AstraZeneca chegou ao Brasil no último sábado (6). Com o insumo, também chegou ao país a esperança de aumento de doses disponíveis à população brasileira.

A primeira etapa da produção em solo brasileiro já tem data marcada. Será na quarta-feira (10), quando o IFA começa a ser descongelado (está a -55 graus Celsius). Dois dias depois, na sexta (12), terá início a formulação de pré-validação, necessário para garantir que o processo de produção da vacina está adequado. Nessa etapa, o fármaco é diluído em outros componentes da vacina, que, entre outras funções, garantem que a armazenagem possa ser feita em refrigeradores comuns, com 2 a 8 graus Celsius.

A última fase é a rotulagem e a embalagem em que os frascos de vidro recebem os rótulos com a identificação da vacina, número de lote, data de fabricação e validade, além de outras informações importantes. Nesse momento, algumas amostras são separadas e seguem para um rígido controle de qualidade, exigido pelo Plano Nacional de Imunizações (PNI).

No fim de março, a escala de produção da vacina em Bio-Manguinhos deve aumentar de 700 mil doses por dia para 1,3 milhão de doses por dia, o que permitirá entregas maiores: 27 milhões de doses em abril, 28 milhões em maio e 28 milhões em junho. As 2,4 milhões de doses que completam o compromisso de 100,4 milhões devem ser entregues em julho.

Os termos do acordo entre a Fiocruz, a AstraZeneca e a Universidade de Oxford preveem que, inicialmente, o Brasil vai produzir a vacina com IFA importado.

Posteriormente, Bio-Manguinhos vai nacionalizar a produção do insumo, o que deve ocorrer no segundo semestre, a partir de um processo de transferência de tecnologia.

Após a nacionalização do IFA, a Fiocruz prevê produzir mais 110 milhões de doses até o fim deste ano, chegando a um total de mais de 210,4 milhões de doses, o que faz da vacina Oxford/AstraZeneca a que tem mais doses programadas para serem aplicadas na população brasileira até o momento.

Com CNN Brasil e R7

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Diversos

Vacina da Pfizer é eficaz contra cepas do Reino Unido e da África do Sul, diz estudo

Foto: Dado Ruvic/Reuters

A vacina desenvolvida pelos laboratórios Pfizer e BioNTech conserva praticamente toda sua eficácia contra as variantes britânica e sul-africana do vírus da covid-19, informaram as duas empresas em um comunicado divulgado nesta quinta-feira, 28. Os testes in vitro realizados com o vírus original e as mutações registradas (E484K e N501Y) “não demonstraram a necessidade de uma nova vacina”, segundo os dois laboratórios, que afirmam continuar monitorando essas variantes e estar “prontos para reagir”, se alguma delas se tornar resistente à vacina. A variante brasileira ainda não foi testada pelo laboratório. Chamada de P.1, ela contém várias mutações, entre elas a E484K e N501Y.

O estudo divulgado nesta quinta-feira, 28, feito em parceria com a Universidade do Texas, foi publicado na plataforma bioRxiv, mas ainda não foi revisado por pares. Os pesquisadores analisaram os anticorpos gerados por 20 pessoas – vacinadas com as duas doses da Pfizer/BioNTech – para três mutações do coronavírus criadas em um laboratório, incluindo as principais mutações das variantes britânica e sul-africana.

Essas mutações são localizadas na proteína spike do vírus, as “pontas” características que estão na superfície e permitem que o coronavírus entre nas células humanas. “O plasma dos indivíduos que receberam a vacina neutralizou todas as variantes”, disseram as empresas, que reconheceram ainda que a neutralização foi “ligeiramente mais leve” nas três mutações da variante sul-africana em comparação com a britânica.

Outro estudo publicado na semana anterior, de pesquisadores da África do Sul, já havia sinalizado a maior resistência da variante sul-africana. Os laboratórios afirmaram que vão seguir adiante com os estudos sobre as mutações, principalmente a sul-africana, e que vão “vigiar a eficácia da vacina no mundo” diante do surgimento de novas variantes.

Mesmo assim, as empresas acreditam que a “flexibilidade da vacina, baseada na tecnologia de RNA mensageiro”, que injeta no corpo instruções genéticas que dizem às células o que fazer, é “apropriada para desenvolver novas versões da vacina, se necessário”./AFP

Estadão

Opinião dos leitores

  1. As cepas agora têm nacionalidade, mas o vírus CHINÊS não pode ser Chinês??? Duplo padrão. Já está mais que manjado!

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Diversos

Portugal suspende voos entre o país e o Brasil; regras também valem para o Reino Unido

 Foto: Pedro Nunes

Portugal suspendeu, nesta quarta-feira (27), os voos entre o país e o Brasil do dia 29 de janeiro a 14 de fevereiro. As regras agora estabelecidas são igualmente aplicáveis para o Reino Unido.

O Ministério do Interior português disse que a piora da pandemia no mundo e a detecção de novas variantes justificaram a decisão.

Estão permitidos apenas voos de repatriação e humanitários e, mesmo nesses casos, os viajantes precisarão exibir um resultado negativo de teste de Covid-19 que tenha sido feito 72 horas antes do embarque. Além disso, eles precisarão fazer quarentena de 14 dias ao chegar a Portugal.

Numa nota enviada às redações, o Executivo justifica a decisão com “(…) a evolução da situação epidemiológica a nível mundial, o aumento dos casos de infeção por SARS-CoV-2 em Portugal e a deteção de novas estirpes do vírus.”

“Até ao dia 14 de fevereiro, estão suspensos todos os voos, comerciais ou privados, de todas as companhias aéreas, de e para o Brasil. As regras agora estabelecidas são igualmente aplicáveis aos voos de e para o Reino Unido.”, pode ler-se no comunicado.

Fora da suspensão, refere o MAI, estão apenas os voos de natureza humanitária para efeito de repatriamento dos cidadãos nacionais e membros das respetivas famílias, bem como de titulares de autorização de residência em Portugal.

Nos voos de caráter humanitário podem também embarcar cidadãos nacionais da União Europeia, nacionais de Estados associados ao Espaço Schengen e respetivas famílias e os nacionais de países terceiros com residência legal num Estado-membro da União Europeia, exclusivamente para efeitos de repatriamento.

Adianta a nota que todos cidadãos têm de apresentar, no momento da partida, “um comprovativo de realização de teste molecular por RT-PCR para despiste da infeção por SARS-CoV-2 com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores à hora do embarque”.

Além disso, “à chegada a território nacional têm de cumprir, obrigatoriamente, um período de 14 dias de quarentena no domicílio ou em local indicado pelas autoridades de saúde”.

Desde o começo da pandemia, Portugal, com 10 milhões de habitantes, teve 669 mil casos positivos. Desses, quase 173 mil estão ativos.

Nos hospitais, há mais de 6,6 mil pessoas internadas –783 estão em unidades de terapia intensiva.

O Parlamento deverá votar uma prorrogação de 15 dias do estado de emergência. Todas as medidas de confinamento devem ser sejam prolongadas.

Com G1 e SIC

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Saúde

Fábrica que produz vacina de Oxford no Reino Unido é esvaziada após receber ‘pacote suspeito’

 Foto: Phil Noble/Reuters

Uma das fábricas que produz a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e a AstraZeneca em Wrexham, no norte do País de Gales, foi parcialmente esvaziada nesta quarta-feira (27), após receber um “pacote suspeito”, disse a companhia em um comunicado.

“Após o conselho de um especialista, retiramos as pessoas do local enquanto aguardamos uma investigação completa”, disse em nota a Wockhardt UK. A empresa é uma das responsáveis por envasar e armazenar o imunizante no Reino Unido.

A polícia galesa confirmou que há um “incidente em andamento” no complexo industrial de Wrexham e isolou a área. O esquadrão antibombas foi enviado para o local e as autoridades pediram que a região fosse evitada.

A fábrica da Wockhardt UK, em Wrexham, tem a capacidade para envasar cerca de 300 milhões de doses da vacina de Oxford por ano.

G1

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Saúde

Temendo nova variante da Covid-19, Reino Unido bane voos do Brasil, Argentina, Portugal e outros países

O Reino Unido decidiu, nesta quinta-feira (14), banir voos vindos do Brasil, Argentina, Bolívia, Cabo Verde, Chile, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela, além de Portugal, devido à nova variante de Covid-19 no Brasil.

A medida, anunciada pelo ministro britânico dos Transportes, Grant Shapps, no Twitter, passa a valer a partir da próxima sexta-feira (15).

De acordo com Shapps, Portugal foi incluído na lista por causa de sua grande conexão de viagens com o Brasil.

“No entanto, existe uma isenção para transportadoras que viajam a partir de Portugal (apenas), para permitir o transporte de mercadorias essenciais”, disse o ministro britânico em seu Twitter.

Segundo o ministro, a medida não se aplica a cidadãos britânicos e irlandeses e “nacionais de países terceiros com direitos de residência”. Porém, passageiros que retornarem desses destinos deverão se isolar por 10 dias junto com suas famílias.

Pior ponto da pandemia

O Reino Unido está chegando às semanas mais desafiadoras desde o início da pandemia Covid-19, disse um funcionário britânico de alto escalão nesta segunda-feira (11). O país vive aumento na lotação de hospitais e de necrotérios.

“Estamos agora no pior ponto desta epidemia para o Reino Unido. No futuro, teremos a vacina, mas os números, no momento, são maiores do que no pico anterior – e a diferença é grande”, disse o diretor médico da Inglaterra, Chris Whitty, à BBC, acrescentando esperar que as próximas semanas sejam “os momentos mais perigosos”.

O país, que já sofreu mais mortes em decorrência da doença do que qualquer outra nação europeia e recentemente se tornou o quinto país do planeta a atingir a marca de três milhões de casos, está prestes a ver seus hospitais sobrecarregados.

Whitty disse à BBC que há mais de de 30.000 pacientes hospitalizados neste momento. Durante o primeiro pico da pandemia no Reino Unido, em abril, o número era de 18.000.

CNN

 

Opinião dos leitores

  1. Muito bom eles fazerem este fechamento, lá está morrendo mais do que aqui,
    A primeira variante do vírus começou no Reino Unido .

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Saúde

Reino Unido inicia imunização de pessoas de grupos de risco contra a Covid-19 com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford

Foto: Reprodução/G1

O Reino Unido começou, nesta segunda-feira (4), a vacinar pessoas de grupos de risco contra a Covid-19 com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. O país, o primeiro do mundo a aprovar a vacina, também é o primeiro a começar a aplicá-la.

Segundo o serviço público de saúde britânico (NHS, na sigla em inglês), 520 mil doses estão prontas para serem distribuídas. A vacina é aplicada em duas doses.

Brian Pinker, de 82 anos, foi o primeiro a receber a vacina, em um hospital da própria Unversidade de Oxford, perto de onde a vacina foi desenvolvida. Pinker faz diálise e afirmou que estava muito satisfeito. Ele disse que, agora, espera comemorar seu 48º aniversário de casamento com sua esposa, Shirley, este ano.

O Reino Unido passa por uma nova alta de casos, mais de 50 mil novas infecções por coronavírus por dia nos últimos seis dias. No domingo (3), foram vistos 54.990 novos casos e mais 454 mortes por Covid-19 no país. Mais de 75 mil pessoas já morreram pela doença em solo britânico, um dos piores números da Europa.

Duas vacinas aprovadas

Esta é a segunda vacina aprovada e utilizada pelos britânicos. A primeira foi a da Pfizer, desenvolvida em parceria com a BioNTech, que já é aplicada desde 8 de dezembro em grupos prioritários. O país também foi o primeiro a aprovar essa vacina.

Ao contrário de outros países, o Reino Unido agora planeja vacinar as pessoas com a segunda dose de ambas as vacinas – tanto de Oxford como da Pfizer – 12 semanas após a primeira injeção, em vez dos 21 dias recomendados, para poder imunizar o maior número de pessoas no menor tempo possível.

Além do Reino Unido, a Argentina também autorizou o uso emergencial da vacina de Oxford (e já está aplicando a vacina russa Sputnik V desde a semana passada na população).

Aprovação no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um pedido feito pela Fiocruz para importação excepcional de 2 milhões de doses da vacina produzida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca. No pedido, a Fiocruz indica que as vacinas vão chegar ao país ainda em janeiro.

A importação é considerada excepcional porque a vacina ainda não foi submetida à autorização de uso emergencial ou registro sanitário, etapa essencial para ser aplicada na população.

Segundo a Anvisa, a aprovação da importação ocorreu no dia 31 de dezembro, mesmo dia em que o pedido foi protocolado pela Fiocruz — que fará a produção da vacina no Brasil.

A Fiocruz também é a responsável por pedir o uso emergencial da vacina e o seu registro; a presidente da fundação afirmou que pretende entregar os documentos finais relacionados aos pedidos até o dia 15. A previsão é que o primeiro lote, com 1 milhão de doses, seja entregue na semana de 8 a 12 de fevereiro.

Na sexta-feira (1º), a Anvisa disse que terminou a análise dos documentos já apresentados pela AstraZeneca sobre a vacina. Na prática, isso quer dizer que a agência “está em dia” com o que foi apresentado até agora e aguarda novos documentos.

Eficácia da vacina

Estudo publicado e revisado na revista científica “Lancet” diz que a vacina de Oxford tem eficácia média de 70,4% e é segura. Os testes ocorreram em diversos países, inclusive no Brasil.

Ela teve 90% de eficácia quando administrada em meia dose seguida de uma dose completa com intervalo de pelo menos um mês, segundo dados dos testes no Reino Unido. Quando administrada em duas doses completas, a eficácia foi menor, de 62%.

A análise que considerou os dois tipos de dosagem indicou uma eficácia média de 70,4%.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram os dados de 11.636 pessoas vacinadas, das quais 8.895 receberam as duas doses completas e 2.741 receberam a meia dose seguida de uma dose completa.

Cerca de 88% dos voluntários analisados (10.218) tinham de 18 a 55 anos de idade, e nenhum participante com 56 anos de idade ou mais recebeu a meia dose seguida da dose completa — que tiveram maior eficácia.

Segundo uma nova análise de dados, 70% das pessoas vacinadas apenas com a primeira dose da vacina de Oxford ficam protegidas após 21 dias. Quando a segunda dose é aplicada 12 semanas depois da primeira, como prevê o governo britânico, esse número sobe para 80%.

G1

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Diversos

‘Brexit’: União Europeia e Reino Unido alcançam acordo comercial para saída do país do bloco

Os pedestres, alguns usando máscara, passam por uma placa de alerta sobre o aumento do número de casos de Covid-19 em Londres Foto: TOLGA AKMEN / AFP

Após 11 meses de negociações e a poucos dias do fim do prazo estabelecido, o Reino Unido e a União Europeia (UE) finalmente acertaram um acordo comercial para regular as relações entre os dois lados após a saída do país do bloco, marcada para o dia 31 de dezembro à meia-noite. O consenso de última hora foi alcançado na véspera do Natal em muitas idas e vindas de intensos debates e impasses nos últimos dias para a negociação sobre os direitos da pesca no pós-Brexit. Os países da UE mergulham agora nos preparativos dos procedimentos para adotar o acordo a partir de 1º de janeiro.

Desde que deixou formalmente a UE em 31 de janeiro, o Reino Unido vem negociando um acordo de livre comércio com o bloco na tentativa de facilitar sua saída do mercado único e da união aduaneira no final deste ano — o comércio entre os dois lados chega a 1 trilhão de euros por ano. Londres e Bruxelas haviam dado uma série de sinais conflitantes nos últimos dias.

As negociações estavam desde segunda-feira nas mãos da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que vinham se falando quase diariamente para chegar a esse acordo, segundo fontes. O acesso das frotas europeias às águas britânicas foi o último grande obstáculo nas discussões e conseguiu visivelmente ultrapassar as outras questões problemáticas, como as regras de concorrência e o futuro mecanismo de solução de controvérsias.

— O acordo está feito. Retomamos o controle de nosso dinheiro, fronteiras, leis, comércio e nossas águas de pesca — disse uma fonte de Downing Street, que acrescentou que todo os pontos chaves para o Reino Unido foram alcançados.

Por sua vez, Leyen disse que o acordo foi “justo, equilibrado e correto”. A presidente da Comissão Europeia deu um entrevista coletiva logo após o anúncio do fim das negociações.

— Foi um caminho longo e sinuoso. Mas conseguimos um bom acordo. É justo, é um negócio equilibrado e é a coisa certa e responsável a fazer pelos dois lados. As negociações foram muito difíceis. Muita coisa estava em jogo para tantas pessoas, então esse foi um acordo pelo qual tínhamos que lutar — afirmou, acrescentando: — Acredito, também, que este acordo é do interesse do Reino Unido. Ele estabelecerá bases sólidas para um novo começo com um amigo de longa data. E isso significa que podemos finalmente deixar o Brexit para trás, e a Europa continua a se mover frente.

O acordo terá de ser ratificado pelos 27 países-membros e pelo Parlamento Europeu para que entre em vigor em 1º de janeiro, mas existe a possibilidade de ser aplicado de maneira provisória enquanto não é validado de forma definitiva. Os Estados-membros já começaram a conversar entre si para preparar o terreno. A iminência de um entendimento nesta quinta-feira levou a uma subida de 0,6% da libra em relação ao dólar, próximo de seu maior valor em dois anos.

Centro do debate

Sem um acordo, as relações entre as partes seriam regidas pelas regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), um cenário de imprevisíveis consequências econômicas que acarreta tarifas e cotas e gera a multiplicação de formalidades burocráticas que podem levar a atrasos nas entregas. A questão da pesca, de pouco peso econômico, tornou-se uma verdadeira batalha política e, para Londres, simboliza a recuperação da soberania após o divórcio com o bloco.

No centro do debate estão os 650 milhões de euros (R$ 4 bilhões) em pesca gerados todos os anos pelas frotas europeias nas águas britânicas, e a duração do período que permitiria aos pescadores europeus se adaptarem à separação. Apenas oito países respondem por 40% da pesca em águas territoriais do Reino Unido. Para os britânicos, os produtos de pesca em águas europeias representam cerca de 110 milhões de euros (R$ 687 milhões).

A UE recusou nesta semana uma oferta de Londres, que consistia em renunciar a entre 35% e 65% das capturas (sendo pescadas em alto-mar, ou não), durante um período de transição de três anos. Há poucos dias, Bruxelas propôs ceder cerca de 25% destes 650 milhões, após um período de seis anos.

A negociação, no entanto, foi ofuscada pelo caos no transporte de mercadorias causado pelo bloqueio de vias marítimas, terrestres e aéreas do país, graças ao aparecimento de uma nova variante do coronavírus mais contagiosa que as anteriores no Reino Unido.

O Globo

Opinião dos leitores

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Saúde

Reino Unido identifica nova variação do coronavírus que se multiplica mais rapidamente

O Ministro da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock Foto: BBC News Brasil

O ministro da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, anunciou nesta segunda-feira ao Parlamento britânico que uma nova cepa do novo coronavírus foi identificada no país. A descoberta ocorre em meio à vacinação contra a Covid-19, iniciada na semana passada. Segundo Hancock, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já foi notificada. A variante do Sars-CoV-2 poderia estar relacionada à alta de casos no Sudeste da Inglaterra e se multiplicaria mais rapidamente do que as demais cepas do patógeno.

Ainda segundo o ministro britânico, mais de mil casos já foram registrados no Reino Unido em mais de 60 localidades diferentes. Os números, descreveu Hancock, estão “crescendo rapidamente”. Ele ponderou, ainda, que ainda não há elementos que indiquem que a nova cepa tem maior probabilidade de agravar o quadro da Covid-19 do que as demais.

— Nós identificamos uma nova variante do coronavírus que pode estar associada à disseminação acelerada (da Covid-19) no Sudeste da Inglaterra — disse Hancock em uma reunião com parlamentares. — Análises iniciais sugerem que essa variante está se multiplicando mais rapidamente do que as variantes já existentes.

O ministro afirmou, ainda, que o laboratório de Porton Down, vinculado ao Ministério da Defesa britânico, fará testes para avaliar se a nova cepa é resistente a vacinas. Hancock ponderou, no entanto, que assessores médicos da pasta acreditam que essa possibilidade é “altamente improvável”.

Na mesma ocasião, Hancock confirmou que o governo britânico colocará a capital, Londres, sob o nível mais rígido de restrições por conta da alta de casos de Covid-19. Outras cidades no entorno da cidade também entrarão em regime de lockdown. De acordo com os procedimentos previstos pelo governo, restaurantes, cafés e pubs serão fechados e empresas deverão adotar o trabalho remoto para todos os serviços não essenciais.

— Não sabemos até que ponto isso (a alta de casos em regiões da Inglaterra) se deve à nova variante, mas, independentemente da causa, precisamos tomar ações decisivas e rápidas que, infelizmente, são absolutamente essenciais para controlar essa doença mortal enquanto executamos a vacinação — disse o ministro.

O Reino Unido é o país mais afetado pela Covid-19 na Europa Ocidental junto da Itália e já soma mais de 1,8 milhão de casos da doença. Mais de 64 mil pessoas morreram por conta do novo coronavírus em solo britânico. O governo britânico se tornou no último dia 8 o primeiro país ocidental a iniciar a vacinação contra a Covid-19 dentro dos procedimentos científicos canônicos.

O Globo

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Saúde

Agência regulatória do Reino Unido alerta que pessoas com ‘histórico de reação alérgica significativa’ não devem tomar vacina da Pfizer contra Covid-19

Foto: REUTERS/Dado Ruvic

A agência regulatória do Reino Unido alertou, nesta quarta-feira (9), que pessoas com “histórico de reação alérgica significativa” a vacinas, remédios ou alimentos não devem tomar a vacina da Pfizer contra Covid-19. Houve dois casos de reações alérgicas ao imunizante, mas os pacientes passam bem. A vacinação começou na terça-feira (8) no país.

Em comunicado, a agência definiu reações alérgicas significativas como aquelas semelhantes à anafilaxia – um tipo de reação alérgica grave e potencialmente fatal – e estendeu a recomendação a pessoas que precisam carregar adrenalina autoinjetável. Além disso, determinou que a vacinação deve ser feita apenas em locais onde houver possibilidade de reanimar os pacientes.

O diretor médico do NHS, o serviço público de saúde britânico, Stephen Powis, disse que “como é comum com as novas vacinas, a MHRA aconselhou, por precaução, que pessoas com histórico significativo de reações alérgicas não recebam esta vacina”, segundo o jornal britânico “The Guardian”.

A MHRA (sigla em inglês para Medicines and Healthcare products Regulatory Agency) é a equivalente da Anvisa no Reino Unido.

A recomendação foi feita “depois que duas pessoas com histórico de reações alérgicas significativas responderam negativamente ontem. Ambas estão se recuperando bem”, segundo Powis.

Profissionais de saúde

De acordo com o “The Guardian”, os pacientes que tiveram a reação são servidores do NHS.

O NHS da Inglaterra disse que todos envolvidos com o programa de vacinação foram informados do ocorrido – e, por isso, todos com previsão de receber a vacina nesta quarta (9) serão questionados sobre históricos de reações alérgicas.

Ainda segundo o “The Guardian”, o entendimento é que ambos os profissionais de saúde tinham um histórico de alergias severas – a ponto de precisarem levar consigo adrenalina autoinjetável.

Veja íntegra do comunicado da agência, segundo o jornal britânico ‘The Guardian’:

“Qualquer pessoa com histórico de reação alérgica significativa a uma vacina, medicamento ou alimento (como histórico anterior de reação anafilactoide [semelhante à anafilaxia] ou aqueles que foram aconselhados a carregar um autoinjetor de adrenalina) não devem receber a vacina Pfizer / BioNtech.

Instalações de reanimação devem estar disponíveis o tempo todo para todas as vacinações. A vacinação só deve ser realizada em instalações onde existam medidas de reanimação.”

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Esse assunto (vacinação contra COVID-19) precisa ser tratado com MUITO cuidado, sem açodamentos. É assunto sério, apesar de ser tratado pela turma de esquerda com molecagens, como sempre fazem.

  2. Lascou…o gado NÃO vai poder tomar…eles têm reação alérgica à inteligência…
    Que tomem a da aftosa e boa sorte.
    muuummmmmmmmm

  3. Mas Doria e alguns governadores ideologicos (sem ciencia na cabeça) quer que o povo tome sem saber as consequencias e sem estar avalizado por orgao competente…. e sem aprovacao da qualidade do meio de producao pela Anvisa (no caso da coronavac). Ate agora nao sabemos os efeitos colaterais dessa vacina chinesa que custa bem mais que as demais.

  4. É a guerra e contra guerra das indústrias farmacêuticas e o que menos importa é sua eficácia, reações adversas e efeitos colaterais, o que tá em jogo são os bilhões de dólares, que cada uma vão ganhar.
    Mas meu Presidente Bolsonaro tem razão, o Véio não cai nessas conversas arrumadas não, pq o Véio Bolsonaro não é corrupto, meu Presidente quer o melhor para o país e para seu povo, porque saúde é o bem mas valioso do ser humano e meu Presidente sabe disso.
    Vida longa e tranquila ao meu, ao nosso Presidente Messias Bolsonaro e o Véio já avisou , quem não quiser cair que se deite. Pq o pau vai cantar em Chico e em Francisco.

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Saúde

FOTO: Maria Lúcia Passas é a 1ª brasileira vacinada contra a covid-19 no Reino Unido, e mira visitar o Brasil em janeiro para comemorar o aniversário de 100 anos da mãe

Foto: Reprodução/GloboNews

A pesquisadora brasileira Maria Lúcia Possa foi uma das primeiras pessoas a receber uma das duas doses da vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNtech, no Reino Unido, nesta terça-feira (8).

“Hoje é o primeiro dia, mas acho que a coisa mais importante é que tem luz no fim do túnel”, disse Possa.

“Eu estou cansada, está todo mundo cansado, da doença, de ficar em casa, de todas essas restrições”, disse a pesquisadora em entrevista à GloboNews. “Mas agora, finalmente, temos essa luzinha e eu sou a prova”.

Possa contou que estava em sua folga quando um colega de trabalho falou para ela checar seu e-mail. Isso porque alguns dos funcionários do Hospital Universitário Royal Free seriam também vacinados nesta primeira fase da campanha.

O plano de vacinação do Reino Unido dividiu as pessoas em grupos, o primeiro, que começou a ser vacinado nesta terça-feira, é para profissionais da saúde, pacientes idosos pessoas dos grupos de risco.

“Como eu trabalho no sistema de saúde e sou do grupo de risco, por causa de um transplante de rins, eu fui uma das primeiras a ser chamada”, explicou Possa.

Ela disse que depois que tomar a segunda dose da vacina, que já está marcada para ser aplicada em 5 de janeiro de 2021, pretende voltar ao Brasil para o aniversário de sua mãe, que vai completar 100 anos.

‘Confia na ciência’

A pesquisadora ressaltou a importância da ciência para a produção de um imunizante em tempo recorde e destacou que a única coisa que pode acontecer é uma leve dor no braço e sintomas fracos de gripe, o que é normal.

“Se te oferecerem [a vacina], toma”, disse a Possa. “Eu quero a minha liberdade de volta, com a paz e segurança de que não vou infectar ninguém.”

Segundo ela, a injeção “dói menos que a vacina da gripe”. A única diferença, explicou, é que a seringa é mais longa e demora mais para depositar toda a dose da imunização, em comparação com a vacina da gripe, distribuída anualmente no Brasil.

Primeira vacinação em massa

Os países do Reino Unido são os primeiros que começaram a vacinação em massa de sua população. Na primeira leva, cerca de 400 mil pessoas receberão duas doses cada –a vacina é administrada em duas injeções, com 21 dias de intervalo entre elas. Após a primeira dose já há alguma imunização, mas o efeito total é verificado sete dias após a segunda dose.

A vacina é a da Pfizer e BioNTech. Elas foram distribuídas em cerca de 70 hospitais do país.

Essa vacina precisa ser mantida a uma temperatura muito baixa (-70°C), e, por isso, a campanha será feita em hospitais.

A vacinação não é obrigatória no país.

G1

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