O presidente Jair Bolsonaro utilizou as redes sociais nesta segunda-feira para comemorar a confissão feita pelo italiano Cesare Battisti em um interrogatório no sábado, diante do promotor Alberto Nobili, titular do grupo antiterrorismo de Milão. O ativista confessou ser o responsável pelos quatro assassinatos cometidos na década de 1970 e que renderam a condenação dele à prisão perpétua. Para Bolsonaro, as afirmações do italiano reforçam a importância do governo brasileiro na extradiçao (ele foi preso na Bolívia, em janeiro).
“Por anos denunciei a proteção dada ao terrorista, aqui tratado como exilado político. Nas eleições, firmei o compromisso de mandá-lo de volta à Itália para que pagasse por seus crimes. A nova posição do Brasil é um recado ao mundo: não seremos mais o paraíso de bandidos!”, escreveu o presidente.
Bolsonaro atacou partidos da oposição (PT, PSOL e PCdoB) por terem apoiado a permanência de Battisti no Brasil enquanto exilado.
“Battisti, “herói” da esquerda, que vivia colônia de férias no Brasil proporcionada e apoiada pelo governo do PT e suas linhas auxiliares (PSOL, PCdoB, MST), confessou pela 1ª vez participação em 4 assassinatos quando integrou o grupo terrorista Proletários Armados pelo Comunismo”, escreveu Bolsonaro.
Por anos denunciei a proteção dada ao terrorista, aqui tratado como exilado político. Nas eleições, firmei o compromisso de mandá-lo de volta à Itália para que pagasse por seus crimes. A nova posição do Brasil é um recado ao mundo: não seremos mais o paraíso de bandidos!
Entenda o caso
Battisti foi condenado à prisão perpétua em 1987 por ter participado, no fim dos anos 1970, de quatro homicídios atribuídos ao grupo italiano de esquerda “Proletários Armados pelo Comunismo”, considerado praticante de atos terroristas pelo governo da Itália. Integrante do grupo, Battisti chegou a ficar dois anos preso na Itália, mas fugiu da cadeia em 1981.
Os advogados do ativista italiano alegam que o julgamento teve motivações políticas, reclamam que não puderam fazer a defesa, já que ele foi julgado à revelia, e contestam o rigor da pena: além de ter que ficar preso para sempre, Battisti não poderia ter banho de sol.
Battisti chegou ao Brasil em 2004, depois de passar por México e França. Em 1990, o então presidente francês François Mitterrand acolheu ex-ativistas italianos desde que eles abandonassem a luta armada. Battisti aproveitou a regra e ficou na Europa até 2004, quando sua condição de refugiado na França foi revogada.
Durante seu pronunciamento semanal via Facebook, na noite de quinta (21), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que costuma ouvir seus ministros antes de tomar decisões e que nessa prática inclui “até a Damares, que pode achar que é uma ministra com importância não muito grande”.
Bolsonaro referia-se a Damares Alves, chefe do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos em seu governo. Ele afirmou que a ministra “tem importância” e que “está fazendo um trabalho excepcional”.
O comentário foi feito na parte final da transmissão ao vivo feita pelo presidente durante sua viagem ao Chile, onde fica até sábado. Bolsonaro falava sobre a proposta de reforma da previdência dos militares, apresentada ao Congresso Nacional na própria quinta-feira.
— Quero deixar bem claro que (em) qualquer decisão minha eu ouço qualquer ministro da área. Não tomo sozinho, até porque eu posso errar. Eu tenho que ter responsabilidade. É óbvio. Até com a Damares, que pode achar que é uma ministra com importância não muito grande… mas tem importância — disse Bolsonaro. — A Damares é uma ministra que trata da questão da família, direitos humanos. Eu converso muito com ela e está fazendo um trabalho excepcional lá no seu ministério.
Logo após, ele voltou a insistir na importância da conversa com seus ministros sobre todos os temas do governo.
— O nosso trabalho é esse. É conversar e chegar à conclusão do que pode ser feito. Tudo o que esse governo poderá fazer será feito — ressaltou o presidente.
‘Síndrome de Drown’
Durante seu pronunciamento, o presidente também lembrou que ontem foi o Dia Internacional da Síndrome de Down e explicou que a escolha da data (21/3) faz alusão ao nome técnico da síndrome, trissomia do cromossomo 21.
“Hoje é o Dia Internacional da Síndrome de Drown”, disse Bolsonaro, sendo corrigido pelo general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que estava a seu lado.
O presidente também lembrou à audiência que fazia aniversário naquela data, assim como “Ayrton Senna e o Ronaldinho Gaúcho, que não deu muita alegria na última Copa”.
Claro que está. Fosse outro o encaminhamento, estávamos vendo as crianças sendo obrigadas a assistir aulas sobre ideologia de gênero nas escolas. Somente isso consiste numa riqueza para as famílias.
O presidente Jair Bolsonaro foi ao Congresso na tarde desta quarta-feira (20) para entregar pessoalmente a proposta de reforma da previdência dos militares.
Bolsonaro chegou à Câmara pouco depois das 16h, acompanhado do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
O grupo foi recebido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, um dos interlocutores entre governo e militares na costura do texto da reforma, tambem estava presente no Congresso.
Segundo Mourão, a reforma proposta “atinge o objetivo, que é tornar superavitário o sistema de proteção social dos militares”.
“Hoje, de acordo com dados coletados, ele é deficitário. Então, ele passará a ser superavitário”, disse o vice-presidente em rápida declaração à imprensa.
Mais tarde, integrantes do governo farão uma entrevista coletiva de imprensa para detalhar a proposta apresentada.
Na manhã de hoje, o presidente Jair Bolsonaro se reuniu com o Mourão, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo, o secretário especial de Previdência, Rogério Marinho e com comandantes das Forças Armadas, no Palácio da Alvorada, para discutir o texto.
O encontro durou pouco mais de três horas e terminou por volta das 13h30.
Deputado federal Sargento Fahur(PSD), conhecido pelas opiniões polêmicas que expressa nas redes sociais, onde coleciona mais de 5 milhões de seguidores, foi eleito com 314.963 votos, a maior votação do Paraná. Ele figura como o terceiro mais influente do Brasil no Twitter, Facebook e Instagram.
Indignado com a oposição incessanteda esquerda, viralizou mais uma vez ao cravar que “Se o Bolsonaro lançar uma campanha contra a Dengue no Brasil, a esquerda vai defender o mosquito”.
Bolsonaro vai conseguir organizar o Brasil pq é determinado e incansável além de autêntico, mas se a IMPRENSA não jogasse contra o Brasil seria mais rápido e menos doloroso para todos
E uma pena que nossa imprensa só goste de fofoca e tragédia
Sinceramente nâo acredito nessa estória de dengue. Isso é uma grande mentira como objetivo é arrancar dinheiro da saúde para os políticos fazerem farra. Esse tal de dengue não passa de uma virose,, nada de mosquito.
Só não vê quem não quer. O Deputado, polêmico ou não, tem razão. Infelizmente as "esquerdas" parecem torcer pelo "quanto pior melhor". Daí colocarem defeito em tudo que parte do Presidente Bolsonaro.
Palhaço são esses Petralhas, que emprestaram dinheiro do povo brasileiro a países mal pagadores, só por serem ditadores de esquerda, e isso levou o país a acumular bilhões de reais em prejuízo por essas negociações sem nem pedir autorização a população, ferindo de morte a soberania nacional e entregando as riquezas do país pra esses bandidos.
Palhaço foi a população brasileira que suportou por 13 anos a quadrilha do PT sem reagir
Parabéns deputado disse a mais pura verdade
Entregar o que? Síndrome de vira-latas. Ou tivemos algum avanço sendo parceiros da Venezuela, Bolívia, ditadores etc? Isso aqui não é time de futebol para voces torcerem contra. Essa história de quanto pior melhor é uma idiotice sem precedentes.
É capaz de ele dar aos EEUU um porto igual ao de cuba ou um aeroporto igual àquele da África, como os governos petralhas deram
Os caras dizem "Brasil a cima de tudo", que devemos cantar o hino todo dia e na primeira oportunidade vende o pré sal, entrega a base de alcântara, libera vistos para estrangeiros, TUDO isso sem um recíproca equivalente. Você vai falar e os gados respondem: E Lula? e a Venezuela? hahahahah fala sério.
Seria melhor o número de Maduro? não entendo o povinho brasileiro, a crítica sem o mínimo argumento, só por que não é da corrente ideológica partidária… O Brasil está negociando com a maior potência do planeta, esperamos que tenha êxito e torcemos pelo país, não por políticos.
A contrapartida desse telefone é a soja que atualmente o Brasil exporta para a China, agora serão os EUA que exportarão para lá. Consequentemente, menos soja vendida ao exterior e enfraquecimento de nossa soja no exterior.
Marcos
Como você fala bobagem kkkk
Pede para o pt então pagar o feijão que Dilma mandou para Cuba e de graça
Engraçado que falo bobagem mas com fatos concretos, não sou de PT ou PSL, apenas sou crítico aos que se enganam escolhendo um lado, pois, cada um trabalha para a sua turma, e não a população brasileira.
Grande coisa, tem ex presidentes que tinham o telefone pessoal dos presidentes de Cuba, Venezuela, Coréia do Norte, Irã, Nicarágua, Angola, Uganda e muitos outros países democráticos, desenvolvidos, prósperos e economicamente evoluídos. Faz inveja não…..
Contrapartida boa é ver os bilhões enviados pelo BNDES a Venezuela, Cuba, Nicarágua e outros países de 2006 a 2016 virar calote, dívida impagável, prejuízo, enquanto no Brasil faltam portos, leitos, escolas, estradas, ferrovias para onde deveria ter sido destinado esses bilhões perdidos
Ao comentar nesta terça-feira (12) a prisão de investigados pela morte da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes, o presidente Jair Bolsonaro disse esperar que as investigações cheguem ao mandante do crime.
Bolsonaro foi questionado sobre o caso pela imprensa após evento no Palácio do Planalto, em Brasília, onde ele recebeu o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez.
“Espero que realmente a apuração tenha chegado de fato a esse, se é que foram eles os executores, e o mais importante, quem mandou matar”, disse Bolsonaro.
Foto
O presidente também foi questionado por já ter sido fotografado ao lado de um dos policiais presos na operação desta terça. Ele disse que já foi fotografado ao lado de muitos policiais.
“Tenho foto com milhares de policiais civis e militares, com milhares no Brasil todo”, declarou Bolsonaro.
Ataque em MG
O presidente afirmou ser possível que haja um mandante dos assassinatos de Marielle e Anderson, e que também está interessado em saber quem mandou matar ele.
“É possível que tenha um mandante. Eu conheci a Marielle depois que ela foi assassinada. Não conhecia ela, apesar dela ser vereadora lá com meu filho no Rio de Janeiro. E também estou interessado em saber quem mandou me matar”, afirmou.
Bolsonaro sofreu um atentado à faca em setembro do ano passado, durante um ato de campanha, na cidade de Juiz de Fora (MG). Depois de ter abdômen perfurado no ataque, Bolsonaro passou por três cirurgias.
No mesmo mês do ataque, a PF abriu e concluiu a primeira investigação sobre o caso. Segundo o relatório da PF, Adélio Bispo de Oliveira, que confessou o crime, agiu sozinho. Um segundo inquérito foi aberto para apurar possíveis conexões de Adélio, pessoas que podem ter ajudado o agressor a planejar o crime.
Na semana passada, um laudo feito por peritos indicados pela Justiça Federal apontou que Adélio sofre de uma doença mental. Segundo o documento, Adélio não pode ser punido criminalmente pelo fato.
Quantos moram no condomínio dele? Quantos emprestaram 40 mil e Milcheque? Quantos são homenageados pelo filhinho? Quantos tem a mãe, a irmã e a filha empregadas no gabinete? Quantos indicam os cargos comissionados?
Ator não perdeu a oportunidade de cutucar o presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira(12), após a repercussão da prisão de suspeitos pela morte da veradora Marielle Franco.
A Polícia Civil do Rio prendeu na manhã desta terça-feira (12) dois suspeitos de participarem do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), morta em 14 de março do ano passado em um crime ainda não esclarecido.
Segundo nota divulgada pelo Ministério Público do Rio, um dos presos é o policial militar reformado Ronnie Lessa, 48.
Ele seria um dos suspeitos de ter disparado a arma que matou a vereadora e seu motorista, Anderson Gomes.
Gomes levava Marielle e uma assessora de um evento da Lapa, centro, para a Tijuca, zona norte. No meio do caminho, em uma região do centro conhecida como Cidade Nova, um carro emparelhou com a do vereadora e uma pessoa disparou, segundo a polícia, uma arma automática.
O segundo suspeito preso foi o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, 36. Ele estaria, segundo o Ministério Público, no carro quando os tiros foram disparados.
Um individuo pode tirar foto com qualquer fã sem saber se é criminoso. agora ator tirar foto com presidiario pode…. e defender preso condenado pode…. é uma doença mesmo.
KKK
Esse sujeito que ta reclamando da reforma da previdencia so pode ser um desses sujeitos das regalias como politicos, juizes e promotores, pq afinal, liso não vai perder nada, o que é meu caso.
To achando justíssima a reforma!!!
Chega de regalias, tem acabar o resto, como licenca premio, ferias 60 dias, respeitar o teto!!!
Para quem tira foto com Lula, Gleise, Zé Dirceu e demais membros da OrCrim, parece piada essa msg.
Pois e!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Boooa!
Alguns veículos de imprensa noticiaram a fala de Jair Bolsonaro nesta quinta-feira(07) sobre “democracia e liberdade” como se o presidente quisesse destacá-las como uma concessão dos militares.
O general Hamilton Mourão, indagado por veículos de imprensa após repercussão, traduziu o discurso de Jair Bolsonaro. O vice-presidente explicou:
“Ele não falou isso. Disse que, quando as Forças Armadas são comprometidas com esses valores, o país se sustenta. Olhe a Venezuela, lá as Forças Armadas não estão comprometidas.”
Uma fala patriota, palavra, por sinal, citada em seu discurso, durante o evento militar, minimizado na imprensa. Restou ao vice-presidente “desenhar” aos quem não entenderam ou preferem não entender.
Bolsonaro, que nunca escondeu suas convicções, também tem culpa pelo “passado recente” de discursos desnecessários em redes sociais.
Com acréscimo de informações da Crusoé e O Antagonista
O presidente da República Jair Bolsonaro é um militar da reserva (Marcos Corrêa/PR)
O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira, 7, que a democracia e a liberdade só existem quando as Forças Armadas “assim o querem”. A declaração foi feita durante um curto discurso a militares na cerimônia dos 211 anos do Corpo de Fuzileiros Navais, na sede da Marinha, no Rio de Janeiro.
Bolsonaro declarou ainda que a sua missão é governar ao lado “das pessoas de bem” e “que respeitam a família”.
“A missão será cumprida ao lado das pessoas de bem do nosso Brasil, daqueles que amam a Pátria, daqueles que respeitam a família, daqueles que querem aproximação com países que tem ideologia semelhantes à nossa, daqueles que amam a democracia e a liberdade. E isso, democracia e liberdade, só existe quando a sua respectiva Força Armada assim o quer”, discursou o presidente.
Além dessas declarações, Bolsonaro voltou a afirmar que os militares serão incluídos na Reforma da Previdência, proposta pelo governo federal. “Entraremos, sim, em uma nova Previdência, que atingirá os militares, mas não esqueceremos das especificidades de cada Força”, disse, referindo-se ao Exército, Marinha e Aeronáutica. Bolsonaro discursou por cinco minutos e não atendeu a imprensa após o evento.
O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta quinta-feira (7), que os militares precisarão fazer sacrifício com a nova Reforma da Previdência, mas prometeu que as especificidades de cada uma das forças serão respeitadas.
“O que eu quero aos senhores é sacrifício também. Entraremos sim, numa nova Previdência que atingirá os militares, mas não deixaremos de lado, não esqueceremos, as especificidades de cada força”, afirmou o presidente.
A declaração foi dada durante cerimônia de celebração dos 211 anos do Corpo de Fuzileiros Navais no Centro do Rio de Janeiro.
A proposta de reforma previdenciária foi entregue pelo governo ao Congresso no dia 20 de fevereiro e não incluía os militares. Na ocasião, o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse que em até 30 dias o governo apresentaria um projeto com mudanças nas regras para aposentadoria dos militares.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) só deve votar a constitucionalidade da reforma da Previdência após o governo apresentar as regras para os militares.
“Avisei o governo que vai ser muito difícil tramitar a PEC sem o envio do projeto dos militares. Já me comprometi com o governo que só voto o [projeto dos] militares no dia seguinte que terminar de votar a emenda constitucional”, afirmou Maia em São Paulo, no dia 25 de fevereiro.
Presidente Bolsonaro participa de cerimônia no Rio — Foto: Reprodução / GNews
O discurso do presidente aos militares durou menos de 4 minutos. Além de falar sobre a Previdência, Bolsonaro disse que quer fazer do Brasil um país de primeiro mundo e que reconhecerá os militares neste contexto.
“Temos uma missão de mudar o Brasil. Esse foi nosso propósito, essa foi nossa bandeira ao longo de quatro anos andando por todo Brasil. O que eu quero para o senhores, meus irmãos militares, vocês conversando, ouvindo, debatendo uma retaguarda jurídica para que vocês possam exercer seus trabalhos, em especial nas missões extraordinárias da tropa”, afirmou o presidente.
Bolsonaro disse ainda que a “democracia e liberdade só existe quando as suas respectivas Forças Armadas assim o quer” (sic).
Cerimônia
Durante o evento, militares receberam a medalha “Mérito Anfíbio” pela dedicação e pelo interesse no aprimoramento profissional. O cabo fuzileiro naval de Infantaria Gilmário Alerson da Silva Lima será homenageado por ter sido eleito o Fuzileiro Padrão 2018.
A cerimônia no corpo de fuzileiros navais é o primeiro evento público do presidente depois do episódio em que ele postou um vídeo com conteúdo pornográfico em sua conta no Twitter. A visualização do vídeo foi restringida, com alerta de conteúdo sensível. A postagem, feita na terça-feira (5), gerou polêmica ao longo da quarta (6).
Também estiveram presentes na cerimônia o líder do governo, deputado Vitor Hugo (PSL-GO); o ministro da Defesa, Fernando Azevedo; o comandante da Marinha, Almirante Ilques Barbosa Júnior; o comandante do Exército, general Edson Leal Pujol; o comandante da Força Aérea Brasileira, brigadeiro Antônio Carlos Moretti Bermudez; e o prefeito do Rio, Marcelo Crivella.
A deputada estadual eleita Janaína Paschoal (PSL) diz com exclusividade à ISTOÉ que a reação ao tweet de Bolsonaro com cenas de Golden Shower foi polarizada. “Não é o caso do professor Reale Jr, mas muitos dos que pedem o afastamento do presidente estariam aplaudindo a postagem, caso fosse feita por um político esquerdista. Seria considerada cult”, afirma. A declaração veio após o jurista e autor do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, Miguel Reale Jr., afirmar que a falta de decoro do presidente ao compartilhar o vídeo no Twitter seria motivo para o impedimento do presidente.
Ainda assim, a deputada diz que Jair Bolsonaro não deveria ter compartilhado o conteúdo em questão. Ela concorda com Reale que “não existem dois Bolsonaros” e que o presidente precisa ter melhor dimensão do papel oficial de suas redes. No entanto, considera que o clamor por afastamento do chefe de estado tenha mais a ver com questões ideológicas que técnicas.
No geral, Janaína afirma que Bolsonaro ainda não entendeu a dimensão de suas declarações. Para prevenir confusões do tipo, ela pondera: “Eu até entendo aconselhável que o porta-voz da presidência passe a fazer as publicações do presidente”. Para ela, a dificuldade da comunidade internacional entender a intenção de Jair Bolsonaro ao postar as imagens também gera preocupação.
A jurista eleita comenta ainda que pensou o dia inteiro no ocorrido e ouviu vários pontos de vista. “Sigo entendendo que o presidente não deveria ter compartilhado, mas a reação da maioria não me pareceu sincera, se deu mais em razão do autor da postagem que à postagem em si”, concluiu.
Grande Justiceiro, há uma diferença muito grande entre um cidadão comum e um presidente da República, não? Pessoa pública tem postura a zelar e na posição dele, mais ainda, pois representa uma nação. Não defendo Lula. Se errou deve pagar. Não devemos justificar erros com outros. O que estamos vendo são esquerdopatas e direitopatas mal informados e sem senso de cidadãos responsáveis. Se queremos mudar um país , devemos começar por nós mesmos. Vamos esquecer partidos e candidatos. O Estado nos representa, mas nada está acima do povo.
Quem deveria ser criticado ou penalizado, quem estava fazendo atos obscenos em praça, ou quem divulgou como forma de impactar e provocar uma reação a esse absurdo. Interessante no caso do museu acariciando homem nu, não houve qualquer reação contra quem praticou, contra quem divulgou, a esquerda somente reagiu a quem criticou duramente esses atos, e foi o bolsonaro quem criticou. Aí está a iniputabilidade esquerdopatas. Nojeira!
Presidente ou fiscal do c. dos outros???
Tem que parar de falar ( besteiras) como nas eleições
Melhor agir que postar coisas desse tipo.
Pensei que o cargo de presidente não sobraria tempo pra nada. Seria acordar e resolver os problemas do país, que não são poucos, até à noite, sem hora pra dormir.
O cara todo dia tá no twitter falando besteira ou alfinetando para desviar o foco das besteiras que ele mesmo fabrica. Daqui a pouco vai postar algo com foco na reforma da previdência, alegando ser a salvação do país. Mas, peraí! Quem afugenta investidor é a falta de uma reforma tributária e uma reforma política pra tirar todos os corruptos, todos mesmos, inclusive o próprio.
Oh Zé Morais, o luladrão tinha tempo para tomar 51 e roubar feito doido e ninguem da esquerda reclama ate hj, pq sera? isso se chama fanatismo e esquerdopatismo. Quero saber se um presidente tbm não é um cidadão comum q caga e tem horas vagas, aff pqp
Janaína está certa, se as imagens fosse postada por alguma liderança da esquerda, pseudo intelectual vinculado a esquerda, seria considerado cultura, que cultura!
Mas pensando no que vimos nos últimos 06 meses, Bolsonaro já conseguiu feitos inacreditáveis, vejamos:
– Fez 02 comunistas ateus participar de missa durante o período eleitoral;
– Fez o PT trocar o vermelho pelo verde e amarelo durante a campanha eleitoral;
– Fez os hipócritas ditos comunistas e socialista se posicionar contra a libertinagem que tanto apoiam, aplaudem e dão toda cobertura;
– Fez artistas e pseudo intelectuais opinarem contra a relação homo afetiva e sexual que eles fazem uso e apologia, devido as imagens ter sido veiculada por líder da direita;
– Faz os esquerdopatas perder o sono por ter que se posicionar contra as mudanças na rigidez para efetividade contra o crime e na luta contra o fim da impunidade.
Enfim, Bolsonaro tem sido o pesadelo de todos que estão viciados na apropriação dos recursos públicos, no aparelhamento estatal e usurpação pública como forma de manutenção política.
Não preciso nem ser de direita para saber que o povo não esta preocupado com o certo ou errado e sim, com cada pensamento que Jair Bolsonaro postar, falar, desenhar, cagar, mijar, etc…
POVO MEDÍOCRE.
O vídeo escatológico e pornográfico publicado pelo presidente Jair Bolsonaro na noite dessa terça-feira, 5, em sua conta no Twitter, não viola a política de conteúdo de mídia da rede social. Segundo o próprio site, o Twitter permite algumas formas de violência explícita e/ou conteúdo adulto nas postagens que forem marcadas como mídia “sensível”, como foi o caso da publicação de Bolsonaro.
A regra só seria violada caso o conteúdo fosse publicado em vídeos ao vivo, na imagem de capa ou do perfil do presidente. Consultado, o Twitter disse que “eventuais violações estão sujeitas às medidas cabíveis”.
A indicação de que a postagem pode conter “mídia sensível” pode ser colocada pelo próprio Twitter ou pela sinalização dos usuários da rede. Além disso, a reprodução automática do conteúdo pode ser bloqueada nas configurações de segurança do perfil de cada um.
Os usuários da rede social estão divididos nesta quarta-feira, 6, sobre a publicação feita pelo presidente da República. Há pedidos de impeachment e demonstrações de apoio. A hashtag #ImpeachmentBolsonaro lidera os tópicos mais comentados no Twitter, seguida pela #BolsonaroTemRazão. Também aparecem no ranking #goldenshowerpresident e #VergonhaDessePresidente.
O vídeo publicado por Bolsonaro não traz identificação de onde ocorreu a gravação e mostra um homem urinando na cabeça de outro, entre outras imagens obscenas. “É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro”, escreveu o presidente.
tomei conhecimento dessa imagem grotesca porque o nosso presidente fez o favor de publicá-la. Criticar Bolsonaro não significa ser a favor do ato.
Lembrando que o excelentíssimo presidente não é nenhum paladino da ética.
Para quem disse que usava o auxílio moradia para comer gente e que só não violentava uma deputada porque ela era feia, esse tipo de postagem não me surpreende.
Daqui a pouco vem algum fariseu dizer que estou defendendo fulano ou o ato, não defendendo o ato nem nenhum político, estou criticando o presidente dar publicidade em seu Twitter a essas imagens.
Nào venham com esse papo que essa cena representa o nosso carnaval de rua. Tivemos muitas famílias e, inclusive, muitos eleitores de Bolsonaro bricando carnaval de forma saudável nas ruas.
Se viola ou não qual a preocupação com isso?
Quem estava preocupado com um país sendo saqueado financeira e culturalmente por 13 anos de desgoverno da esquerda?
O resultado do descontrole sexual é o que somos obrigados a ver diariamente, cenas de sexo entre pessoas do mesmo tipo sexual e quem se colocar contra é imediatamente taxado de homofóbico. Na verdade estamos testemunhando a mais cruel perseguição a família tradicional, onde homem namorar e viver com mulher passou a ser exemplo ruim.
Os conceitos formados na humanidades quanto a família e a moral, estão sendo rasgados em troca da libidinagem em seu pior nível.
A família agora tem que aceitar o homossexualismo e aquele que não fizer apologia a esse tipo de relação, é taxado de opressor, rude, ultrapassado e outras coisas piores.
Se o Brasil não tivesse sido colocado de cabeça para baixo, sofrido inversões morais, a família atacada de forma cruel e covarde, não passaríamos por tantos constrangimentos.
Nem tudo está perdido e a hora é de virarmos a situação rumo a normalidade e dias onde a lei é temida e respeitada, onde a família é o exemplo para sociedade e lugar de bandido é atrás das grades.
Bolsonaro e Guaidó: autoproclamado presidente interino da Venezuela deu uma entrevista coletiva nesta tarde, em Brasília (Antonio Cruz/Agência Brasil)
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (28), em declaração ao lado do autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, que a esquerda gosta tanto de pobres que os multiplica.
Após reunião com Guaidó no Palácio do Planalto, Bolsonaro afirmou que o Brasil apoia o restabelecimento da democracia no país vizinho.
“Essa esquerda gosta tanto de pobre que acabou multiplicando-os. E a igualdade buscada por eles foi para baixo. Eu e Guaidó queremos uma igualdade por cima, de prosperidade”, afirmou Bolsonaro.
O presidente fez um mea culpa ao afirmar que dois ex-presidentes brasileiros colaboraram com a atual situação de crise vivida pela Venezuela, em aparente referência aos petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
Para Bolsonaro, o Brasil caminhava para uma situação similar à que passa a Venezuela, mas que o povo acordou, numa referência à sua vitória eleitoral no ano passado.
“Nos interessa uma Venezuela próspera. Já te chamo de irmão, se assim me permite. Estamos juntos para que o sonho maior de qualquer homem e mulher seja estabelecido. Deus é brasileiro e venezuelano”, completou o presidente.
Guaidó vai ainda visitar os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
O presidente interino venezuelano disse que irá voltar para o país latino ainda nesta semana, mesmo com as constantes ameaças contra sua vida.
“Temos um dever. Entregamos nossa vida ao serviço de um país, quero estar com nossa gente. O objetivo central do processo é olhar para o futuro. A minha geração cresceu nessa ditadura, não vimos outra coisa. Mas já estamos sentindo o futuro. Há esperança”, afirmou.
Encontro no Brasil
O autoproclamado presidente interino da Venezuela chegou ao Brasil durante a madrugada desta quinta-feira.
Ele foi recebido com pompa no Palácio do Planalto, com tapete vermelho e recepção da guarda presidencial feita pelos Dragões da Independência.
Apesar de o Brasil reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela, o encontro não é considerado uma visita de Estado e acontece no gabinete de Bolsonaro.
Antes da entrevista coletiva desta tarde, Guaidó almoçou na residência oficial do embaixador do Canadá e se reuniu com embaixadores de países que o reconhecem como presidente interino da Venezuela na representação da União Europeia no Brasil.
-enquanto a venezuela querem derreter e acabar de vez o socialismo que devastou uma venezue la que ja foi prospera nos anos 80 e 90,alguns brasileiros querem de volta o chavismo brasileiro,que acabou com uma nação que deu a volta por cima no governo fernando henrique cardoso 95-2002,plano real,adutoras e construções de barragens no semiarido brasileiro,vale gás,programa fome zero,pet entre outras!
-no governo lula o que fhc deixou ele não aproveitou apenas criou bolsas em cima dos programas sociais que fhc deixou em seu governo!
-nasci em são paulo do potengi me lembro do trabalho feito por monsenhor expedito sobral de medeiros no sertão potiguar,a favor da água doce,através do governo garibaldi que levou o projeto a fernando henrique que ele foi tocado por nosso saudoso monsenhor expedito que logo enviou o projeto de adutoras ao estado no rn beneficiando 1 milhao de pessoas que dependiam de carro pipa e compra de [agua,em são paulo do potengi no governo fhc garibaldi e o ex prefeito josé azevedo lopes(1989-1992,1997-2000,2001-2004,2009-2012) foram nos mandatos entre 1997-2000 que são paulo do potengi foram construidas 4 mil cisternas,2 ginasios poliesportivos,48 ruas calçadas,acessos a zona rural foram feitas,pontes e passagens molhadas,1 grande parque de exposição o francisco bezerra de brito o terceiro maior do estado,2 ginasios na zona rural,2 postos de saúde,1 praça no bairro juremal,trouxe na época uma industria de castanha que era a maior do estado a olam brasil! sao paulo do potengi ja tinha a alpargatas brasil,as duas industrias empregavam 5 mil pessoas,FRUTO DO GOVERNO FHC NA REGIÇAO POTENGI,são paulo do potengi era uma cidade que nos anos 90 e inicio dos anos 2000 era uma cidade prospera e a populaçao gozava dos frutos do emprego hoje na atual gestao naldinho-lula,naldinho-dilma ,não seguraram as duas industrias alpargatas e olam que azevedo conseguiu com fhc na época,sao paulo no governo fhc era rica,hoje esta quase uma venezuela!
Entre as declarações dadas nesta quinta-feira(28) em café da manhã com um grupo de 13 jornalistas no Palácio do Planalto, em que o UOL esteve presente, o presidente Jair Bolsonaro falou da polêmica do hino nacional, revelou puxão de orelha em ministro da Educação, e explicou o caminho que deveria ter sido adotado para o caso.
HINO NACIONAL X INTERNACIONAL SOCIALISTA
O presidente também disse que chamou o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, para uma conversa após ele pedir às escolas que mandassem vídeos de alunos cantando o Hino Nacional e repetindo o slogan da campanha presidencial.
“Eu disse a ele [Vélez Rodríguez]: peça desculpas e desfaça”
Bolsonaro defendeu, porém, a importância de que alunos cantem o hino nas escolas e disse que isso é praticado em muitas nações. Afirmou que o processo deve ocorrer sem doutrinação e fiscalização.
Ele disse que Vélez poderia ter sugerido, por exemplo, que as escolas estimulassem mais a participação dos pais dos alunos no ambiente escolar.
Bolsonaro disse também que o ministro da Educação está investigando denúncia de que escolas ligadas ao MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) estariam impondo a crianças cantar um hino da entidade e também a Internacional Socialista, mas não deu mais detalhes sobre o caso.
APROXIMAÇÃO COM A IMPRENSA
O café da manhã com jornalistas de 13 veículos foi um gesto de aproximação com a imprensa solicitado por Bolsonaro, segundo seus assessores. Durante a conversa, o presidente ressaltou a importância da imprensa para o processo democrático.
Também disse que já deu “caneladas” e que a imprensa já cometeu erros, mas afirmou que tudo faz parte de um processo de amadurecimento necessário para o bem do país. Durante a campanha, Bolsonaro acusou veículos de imprensa de publicarem fake news.
Ele reforçou que seu governo não aceitará práticas da velha política de “toma lá dá cá” e não negociará ministérios.
O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino com o apoio do Legislativo de maioria oposicionista e foi reconhecido por 50 países, fará uma visita ao Brasil antes de retornar a Caracas. O vice-presidente, Hamilton Mourão, confirmou nesta tarde a informação da viagem, que havia sido antecipada ao GLOBO por fontes da oposição da Venezuela.
Fontes do Planalto afirmam que Guaidó já solicitou uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro. O encontro entre os dois deve acontecer na quinta ou na sexta-feira desta semana. Em Brasília, comenta-se que a ala militar do governo esteve envolvida na organização da visita do opositor ao governo de Nicolás Maduro.
Em entrevista ao GLOBO mais cedo, Guaidó assegurou que retornará à Venezuela depois de ter viajado para a Colômbia no fim de semana passado para participar da tentativa de abertura de um canal humanitário. A outros meios, Guaidó disse que esse retorno ocorreria ainda nesta semana, mas antecipou que estava organizando alguns encontros no exterior. Um deles seria com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), em Brasília, até o final desta semana.
No fim de semana, o bloqueio das fronteiras determinado por Nicolás Maduro fez fracassar o chamado “Dia D” da oposição. A ideia de Juan Guaidó e seus aliados internacionais, incluindo os Estados Unidos, o Brasil e a Colômbia, era entrar na Venezuela com alimentos e suprimentos médicos, forçando os militares a abandonar a lealdade a Maduro e abrir as fronteiras, o que poderia precipitar a queda do regime.
Com o fracasso, as alternativas para a solução do impasse se estreitaram, e o próprio Guaidó chegou a pedir no domingo aos países aliados que mantivessem “todas as opções na mesa”, em uma referência a uma intervenção militar. Na última segunda-feira, porém, o Grupo de Lima, formado por 14 países das Américas, incluindo o Brasil, aprovou uma declaração em Bogotá em que afirma que a saída para a crise venezuelana deve ser pacífica. Na terça-feira, porém, o governo americano disse que seria “irresponsável” tirar a opção militar da mesa.
Na entrevista ao GLOBO, Guaidó negou que a decisão do Grupo de Lima de não ter incluído no comunicado final do encontro de Bogotá a possibilidade de uma intervenção militar estrangeira na Venezuela tenha sido uma derrota:
— Nós nunca pedimos uma intervenção militar estrangeira. O que temos dito é que um conflito militar (com participação estrangeira) na Venezuela é uma possibilidade, que não desejamos, que não buscamos. Nosso propósito é justamente evitá-lo através de uma saída política e constitucional.
Oposição tenta se reorganizar
A oposição a Maduro está tentando se reorganizar depois do cenário de repressão desencadeado pela tentativa de abrir o canal de ajuda. Congressistas e “representantes diplomáticos” da aliança que sustenta o “governo interino” afirmaram ao Globo que o rumo da oposição continua sendo o mesmo, e que todas as opções estão sobre à mesa, entre elas a de uma eventual intervenção estrangeira, “militar ou humanitária”.
Mas esta opção, enfatizou o representante de Guaidó na Organização de Estados Americanos (OEA), Gustavo Tarre Briceño, “é de última instância”.
— Este é um processo e, como todo processo, tem fases. Todos sabíamos que o fim de semana passado não seria o fim desta história. O que chama a atenção é a pouca atenção dada pelo mundo, em geral, a um verdadeiro genocídio — disse Briceño, de Washington.
Suas palavras refletem um clima de certa frustração entre os opositores de Maduro, que esperavam uma atitude mais dura do Grupo de Lima no encontro de segunda-feira passada, em Bogotá.
— Vimos cenas de violência terríveis, e isso não foi bem entendido por muitos… não estamos propondo uma intervenção militar imediata, mas essa opção não pode ser descartada — frisou o representante de Guaidó na OEA.
No sábado, os confrontos nas fronteiras provocaram ao menos quatro mortes, de acordo com as ONGs de direitos humanos Foro Penal e Provea, e centenas de feridos.
Em Caracas, o deputado José Guerra e seus companheiros da AN aguardam com expectativa a volta de Guaidó. Enquanto esperam informações precisas sobre dia, hora e a logística do complicado retorno, os deputados, apontou Guerra, continuam trabalhando na “mobilização popular, nas pressões ao regime, na nomeação de novos funcionários do governo interino e em estratégias para que a ajuda humanitária possa entrar”.
Os planos da oposição para os próximos dias e semanas são, basicamente, insistir no que vem sendo feito desde que Guaidó assumiu a Presidência da Assembleia Nacional em 5 de janeiro passado: pedir mais sanções contra o governo de Maduro e seus aliados; assumir o controle de empresas estatais com operações no exterior; obter maior reconhecimento internacional, por exemplo, de países como México e Uruguai, que ainda não reconheceram o “presidente interino”; e ocupar espaços em organismos internacionais de crédito, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.
— No caso dos organismos, são processos lentos. Não podemos esperar Maduro cair para bater na porta do FMI e pedir ajuda. Já estamos en negociações — confirmou Briceño.
Perguntado sobre a insistência de membros da oposição e do próprio Guaidó em falar numa eventual intervenção militar estrangeira, possibilidade descartada enfaticamente pelo Brasil e pelo Grupo de Lima como bloco, o representante da oposição na OEA afirmou que “ainda não estamos nesse ponto, mas isso deve estar sempre entre os caminhos possíveis”.
— Há um ano, a comunidade internacional rechaçava sanções e hoje pede mais. Neste processo vamos avançando aos poucos — explicou Briceño, sugerindo que a participação de militares estrangeiros numa eventual força internacional formada para forçar uma mudança de governo na Venezuela é algo que Guaidó e seus colaboradores imaginam que poderia acontecer em médio e longo prazo. — Não seremos um novo Panamá nem uma nova Líbia, se enganam os que cogitam ambas possibilidades. Líbia não seremos porque aqui não haverá guerra civil, aqui 90% da população quer a saída de Maduro.
Perguntado sobre a atuação da Alta Comissária para os Direitos Humanos da ONU, a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet (2006-2010 e 2014-2018), Briceño reforçou as críticas:
— Diante de tiranias que se vendem como esquerda, líderes da verdadeira esquerda olham para o lado. Aqui não interessa se é esquerda ou não, aqui o que interessa é que este é um regime que tortura e mata. No mínimo, Bachelet é excessivamente prudente.
Um grande funcionário dos tubarões do mercado. Tão bom que não conseguiu se reeleger em seu próprio estado.
O RM é um orgulho pro RN, o cara liderou a reforma trabalhista, agora a previdenciária, 2 vespeiros que mais ninguém teve coragem de levar adiante…Merece nosso respeito!!! Não foi eleito num estado que elegeu Fátima Bezerra e elegeria um poste pra presidente do Brasil, onde a maioria da população apóia uma quadrilha chamada PT, por esse fato, ele também merece admiração…Parabéns pelos bons serviços prestados ao Brasil RM!!!!!
Votei em Bolsonaro, e continuo acreditando no seu projeto, agora sobre a questão da previdência alguns pontos tem que revisto, quando eles falam que o mundo a idade mínima é 65, esqueceram de combinar com nós trabalhadores de Baixa renda., passamos 35 anos contribuindo numa previdência exdrulia., para os senhores ter uma idéia, nos estados ou na UE a vida é muito boa, autos salários etc, exemplo, uma casa que aqui custa 1 um milhão la é 100 mil dólares, tá ai a diferença, não sou de acordo, e digo mais essa reforma da previdência não vai ser aprovada, tem muitas coisas obscuras…
Uma reforma da previdência, encabeçada, por Rogério marinho, já diz pra que veio , esse verme deveria está plantando batata lá pras banda de nova cruz.
Vc tá fazendo mal juízo de Rogério Marinho.
Digo sem medo de errar. O RN perdeu um grande parlamentar. Vai ser candidato pro outro Estado e ganha vc vai vê.
ha! Liste aqui, onde foi que Rogério Marinho lhe prejudicou.
Quero saber.
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Quer dizer que qualificado mesmo era ali baba e os 40 ladrões?
Tiquim.
Um presidente e quarenta ministérios??
Isso pode?
qualificado deve ser lula.. qualificado no codigo penal e ta preso.. e como nao tinha formacao educacional, nao deveria ter direito a cela especial. Ainda bem que o atual nao esta "qualificado"…. e pelo menos tem formacao educacional.
Vai trabalhar pra justificar teu salário homi. Deixa a internet de lado.
Vai resolver os problemas do Brasil, twiteiro.
Manda fátima pagar os funcionários….