Dossiê apócrifo relata casos amorosos de padres no RN; Arquidiocese apura

por Dinarte Assunção

A Arquidiocese de Natal vai apurar a veracidade de um dossiê apócrifo no qual é relatado que dois padres estão tendo relacionamentos amorosos.

O documento traz nomes e fotos de todos os supostos envolvidos. O texto foi originalmente enviado ao BlogdoBG. Pela gravidade da denúncia e elementos abordados, o blog que decidiu encaminhar o caso para a arquidiocese para apuração.

Nem os padres nem os supostos homens com quem teria relação terão seus nomes divulgados.

Os casos, segundo o dossiê, seriam de relações estavéis, em duas cidades do Rio Grande do Norte.

A Arquidiocese de Natal informou que enviará o caso para apuração do vigário-geral, padre Paulo Henrique da Silva.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ????? ??????? disse:

    É por debaixo da batina que as coisas acontecem.

  2. Nizardo Wanderley disse:

    Só Deus sabe o que acontece nos misteriosos salões piroquiais…

  3. José Raimundo disse:

    Homilia, desde quando isso é novidade? Padre baitola tem de ruma.

  4. Jose Neto disse:

    A igreja católica é um conceito medieval e se desenvolveu na idade média. Apontou muitos cientistas da era iluminista para serem queimados na fogueira da Santa Inquisição. Enfim a igreja não evoluiu e perdeu mercado para outras religiões. Aqueles Padres com vestes da Roma antiga são seres humanos! Logo, cometem os mesmos pecados que os não padres. Aproveitadores, pedofilos, hipócritas, sonegadores, tem de tudo um pouco. Não são melhores nem piores que os não padres. A religião prejudica os ignorantes porque os deixam alienados da realidade.

  5. CURITIBA JÁ disse:

    o clima estar muito ruim para os padres, pela manha fora acusados de ladrão, agora a tarde de baitola, o que será a noite??????

  6. Irany Gomes disse:

    Faz tempo que isso é normal na igreja, imaginem na sociedade…

  7. Helio Mota disse:

    Jamais pensei…

Collor e sua família pagaram dossiê falso para incriminar FHC, Mario Covas, Serra e Sérgio Motta

Investigação da Polícia Federal afirma que a família do senador e ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) pagou em 1998 pelo dossiê Cayman, conjunto de papéis forjados para implicar tucanos com supostas movimentações financeiras no exterior.

A informação é da reportagem de José Ernesto Credendio, publicada na Folha desta segunda-feira.

Segundo o inquérito, o senador teria recebido pessoalmente a papelada das mãos de um envolvido, em Maceió.

As conclusões são baseadas em investigações da Polícia Federal, do FBI (nos Estados Unidos) e da Interpol.

OUTRO LADO

Na última quarta-feira, a Folha procurou o senador Fernando Collor de Mello, por meio de sua de assessoria de imprensa, para que se manifestasse sobre o caso.

Após o primeiro contato, Collor chegou a telefonar pessoalmente para a reportagem pedindo mais detalhes sobre o conteúdo da documentação a que a Folha teve acesso.

Todo o relatório foi encaminhado à assessoria do senador. Sua equipe chegou a confirmar o recebimento dos documentos e respondeu à reportagem que aguardaria uma manifestação de Collor sobre o assunto.

Desde então, a reportagem espera novo contato da assessoria do ex-presidente. Até o fechamento desta edição, contudo, não houve resposta do senador alagoano.