TRISTE: Enfermeira potiguar que perdeu mãe para Covid-19 morre 50 dias após ser internada com a doença

Foto: Cedida

A enfermeira potiguar Suely Gurgel, de 40 anos, morreu nesta terça-feira (12), por complicações causadas pela Covid-19, segundo comunicado da família. A morte aconteceu pouco mais de um mês após o falecimento da mãe dela, Ivone Gurgel, de 73 anos, também pela doença. Ambas deram entrada no hospital São Luiz, em Mossoró, no dia 23 de novembro do ano passado. Veja matéria na íntegra no G1-RN AQUI.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Aninha disse:

    Bom Dia!

    A Covid-19 realmente dura em média 15 dias, porém as complicações que surgem em decorrência da infecção pelo vírus, pode durar meses como temos visto, levando até mesmo a morte. Muitas pessoas morreram por complicações decorrentes da Covid-19, isso não significa que a pessoa ainda estivesse infectada e sim que o vírus afetou outros órgãos e desencadeou outras doenças levando até mesmo a morte.

  2. Dan disse:

    Essa notícia não bate … A Covid mata no pico da infecção, entre o 5º e o 15º dia … Nesse caso ai foi outra doença que entrou na conta do vírus …

    • Ana Paula M. Morais disse:

      meu Deus, qta desinformação – existem pessoas que passam mais de 30 dias internada, vez que o virus atinge órgãos que compromete, pulmões, coração, rins e outros órgãos – a causa é COVID 19 sim.

    • Maria disse:

      Esse negacionismo mata os poucos neurônios que vc e sua amiga boiada ainda têm. Vc fez o revalida? Lá na minha terra quando tem gente burra assim ,chamamos de Tampo.

    • BOI disse:

      Sai daí doente.
      Onde tu estavas escondido pelo amor de Deus?????? Só pode ter sido fabricado em laboratório.

Mãe e companheira são condenadas por esquartejar menino Rhuan Maycon; penas somam 129 anos

O Tribunal do Juri de Samambaia, no Distrito Federal, condenou Rosana Auri da Silva Candido, mãe do menino de 9 anos Rhuan Maycon da Silva Castro, e Kacyla Priscyla Santiago, companheira da mulher, a 129 anos de prisão no total pela morte e esquartejamento do menino, em maio do ano passado. O julgamento foi realizado ontem, e a dupla cumprirá pena pelos crimes de homicídio qualificado, lesão corporal gravíssima, tortura, ocultação e destruição de cadáver e fraude processual. Ainda cabe recurso da decisão.

Segundo o site do Ministério Público do Distrito Federal, a mãe da criança esquartejada foi condenada a 65 anos de reclusão, com adição de 8 meses e 10 dias de detenção. Já a companheira da mulher terá que cumprir a pena de 64 anos de reclusão, com 8 meses e 10 dias de detenção. Juntas, as penas somam mais de 129 anos de prisão.

O crime teve ampla divulgação na mídia brasileira, porque depois de esfaquearem o menino no peito e outras áreas do corpo, ambas o degolaram ainda vivo. Depois elas esquartejaram, perfuraram os olhos e dissecaram a pele do rosto da criança.

A dupla ainda tentou incinerar partes do corpo do garoto em uma churrasqueira para evitar o reconhecimento, mas, não conseguindo, colocaram os restos do menino em uma mala e duas mochilas. Rosana jogou a mala em um bueiro próximo à casa onde aconteceu o crime. Moradores da área desconfiaram da dupla e acionaram a polícia. As acusadas foram presas em flagrante em 1º de junho de 2019.

Um ano antes da morte da criança, a dupla ainda retirou os testículos e o pênis do menino, em casa, sem anestesia ou acompanhamento médico. Por isso, ambas também foram acusadas por lesão corporal gravíssima e tortura.

Durante o julgamento Kacyla decidiu ficar em silêncio enquanto Rosana disse que cometeu todos os crimes, e ainda explicou que a companheira não havia participado em nenhuma das ações.

Ambas foram presas no dia seguinte à morte de Rhuan e, segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, Rosana já havia afirmado na delegacia que cometeu o crime contra o próprio filho por sentir ódio do menino e não querer lembrar do passado com o pai da criança.

Os jurados aceitaram sumariamente a denúncia feita pelo Ministério Público e consideraram que a dupla planejou o assassinato e o sumiço do corpo do menino. Entre as qualificadoras do homicídio estão “o motivo torpe, o meio cruel e o recurso de impossibilitou a defesa da vítima”.

O Ministério Público confirmou ao UOL que a decisão ainda cabe recurso e que ambas estão presas na Penitenciária Feminina do Distrito Federal.

A reportagem entrou em contato com o advogado das acusadas para se pronunciar sobre a decisão, mas não teve retorno.

O crime

As acusadas foram presas em flagrante em 1º de junho de 2019. Segundo o promotor Tiago Dias Maia, o assassinato foi cometido de forma premeditada. Elas planejaram como matar e ocultar o corpo da criança. A dupla esperou Rhuan dormir, então Rosana deu uma facada no peito da criança e depois desferiu mais 11 golpes com o objeto contra o corpo do garoto. Kacyla ajudou a companheira, segurando o menino.

Após as 12 facadas, a mãe decapitou o filho ainda com vida, de acordo com a denúncia. As duas separaram partes do corpo, tentaram queimar parte dele em uma churrasqueira, mas não tiveram sucesso e decidiram dividir as partes do corpo em uma mala e duas mochilas.

Na denúncia, o promotor explicou que a mãe tinha um “sentimento de ódio” em relação ao filho por conta da família paterna. O pai do garoto, Maycon Douglas Lima de Castro, separou-se de Rosana após o nascimento de Rhuan. Após a separação, a mãe do menino fugiu do Acre, onde morava, e não entrou mais em contato com os familiares.

Desde 2014, o menino sofria de sofrimento físico e mental como forma de punição fornecida pela própria mãe e a companheira dela. Ele não frequentava a escola e não era autorizado a ter relações com outras pessoas e crianças.

Com a namorada, Rosana morou em Sergipe, Goiás e no Distrito Federal. Maycon acionou a Justiça e obteve a guarda provisória de Rhuan em novembro de 2015. Apesar da decisão, o pai jamais conseguiu localizar o filho. A família paterna divulgou nas redes sociais a foto do garoto e pedia informações sobre o paradeiro dele, mas nunca obteve sucesso.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos Benício disse:

    Mãe? 😠

  2. Mozart disse:

    Quero ver a imprensa noticiar

  3. Cleide disse:

    Vao presta conta com deus.esses dois cao

  4. Marcia disse:

    Da qui para o inferno esses demonios.

  5. Nunes disse:

    Ainda cabe recurso!É mole?que leis boas a deste país.

  6. Elio Cesario disse:

    Elas terão que prestar contas com Deus tbm, e como terão.

E NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ QUE APRONTOU – (FOTO): Menino de 3 anos faz pedido de R$ 400 no McDonald’s pelo celular da mãe em Pernambuco

Foto: Acervo pessoal

Uma publicitária tomou um susto ontem à noite em Recife quando o porteiro do prédio anunciou que tinha uma entrega na qual ela não esperava. O filho de três anos pegou o celular da mãe para brincar e fez um mega pedido no McDonald’s, no total de R$ 400, através de um aplicativo de entrega de comida. Ao UOL, ela disse que não sabia se ria ou se chorava de nervosa, mas depois do susto, concluiu que foi um gasto de dinheiro em terapia de risadas. Já o menino, se sentiu orgulhoso de ter feito o pedido, mas ainda ficou frustrado por não ter chegado o brinquedo que queria.

Raissa Wanderley de Andrade, 32 anos, foi tomar banho e deixou o celular com o filho, Luiz Antônio, mais conhecido como Tom, como faz normalmente. Quando estava no sofá com a mãe dela, depois de meia hora, recebeu com surpresa uma chamada pelo interfone dizendo que havia uma entrega.

“A princípio eu disse: ‘Não, acho que é algum engano. Não pedi nada’. E disseram que estava no elevador. Eu imaginei que fosse alguém que tivesse mandado alguma coisa para mim. Daí quando eu cheguei na cozinha tinha lá um bocado de sacola do McDonald’s. Eu fiquei sem entender, daí chamei o meu marido achando que ele podia ter feito alguma compra e eu não sabia. Antes de abrir as sacolas eu peguei a nota fiscal e vi que estava no meu nome, então peguei o celular e vi que tinha feito, na verdade, dois pedidos, um em seguida do outro. E daí eu já entendi na mesma hora que tinha sido ele [Tom]”, lembrou a publicitária.

Raissa então questionou quem havia feito as compras e o filho não negou a autoria. “Ele falou todo orgulhoso. ‘Fui eu mãe, foi Tom’. Eu ri e chorei de nervoso. Porque eu vi uma conta de R$ 400 e quanto mais eu tirava os pedidos, mais eu ria. Dez milk-shakes, eu, minha mãe e meu marido em casa, três adultos, ele e uma bebê de 11 meses. Eu falo esta história e rio. Acho que eu passei uma hora rindo e até concluí que foram R$ 400 de terapia do riso porque fazia tempo que eu não ria tanto”, contou Raissa.

No total, Tom pediu seis promoções completas de hambúrgueres, seis Mc Lanches feliz, oito brinquedos extras, duas porções de nuggets (de 12 unidades cada), uma batata frita grande com bacon e cheddar, dez milk-shakes de ovomaltine, dois sorvetes top sundae de morango, duas tortinhas de maçã, dois sorvetes McFlurry, oito garrafas d’água, um suco de uva e dois molhinhos extras. Um banquete de fast-food custou o valor de R$ 400.

Com tanta comida em casa, Raissa não teve dúvidas e compartilhou tudo. Por sorte, os pais, a irmã, o cunhado e os sobrinhos moram no mesmo prédio. Então, deu para dividir para a família toda, além da funcionária doméstica e dos porteiros, que também desfrutaram do pedido.

Tom ainda ficou frustrado

Depois do ocorrido, Raissa disse que foi conversar com o filho para explicar que aquilo custava dinheiro, que ele não poderia fazer aquilo e que se comprava um brinquedo por vez. Neste momento, descobriu que ele não havia ficado de todo satisfeito.

“Quando ele viu que não tinha ganhado um minion dourado, que eu nem sabia que tinha, ele ficou arrasado. Acho que ele não imaginava que tudo o que ele apertasse ali ia chegar e ficou felicíssimo que chegou batata frita, nuggets tudo numa segunda-feira e um bocado de brinquedo, apesar da decepção de não ter vindo um minion dourado. Esta foi a única decepção dele. Eu ainda conversei um bocado, mas depois eu desisti e só fiz rir mesmo”, comentou a mãe de Tom aos risos.

Não foi a primeira vez

A publicitária contou que até que não demorou muito para entender que o pedido tinha sido feito por Tom, pois ele já tinha feito outros pedidos antes. “Uma outra vez ele também pediu um açaí pelo Ifood e já chegou a pedir um táxi, que eu tive que pagar porque o táxi chegou lá embaixo. Mas isso faz um bom tempo já, acho que uns seis meses, então, achei que ele tinha parado com esta mania de ficar mexendo e apertando nas coisas”, disse a publicitária.

Apesar de toda a surpresa, Raissa e o marido, o também publicitário André Lins Nunes, sabem que Tom é um menino muito esperto, mesmo com somente três anos de idade.

Segundo ela, o menino é apaixonado pelos Beatles, viciado em bandeiras nacionais e vive fazendo chamada oral sobre os nomes dos países com os pais. Além, é claro, de ser doente pelo Náutico, seu clube do coração, paixão esta que já o fez ser personagem de uma reportagem na televisão.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Vaqueiro Cervejeiro disse:

    Essa semana chegou R$ 200 de cerveja, foi minha menina que pediu, no lugar de eu ficar bravo, fui dar um cheiro nela, depois fui guardar na cervejeira.

  2. Pamela da Pampa disse:

    Ah povo mal humorado esse , nossa senhora que me defenda…bando de revoltados, frustados, mal resolvidos. Pra vcs só digo isso: Eeeeeeeeeeca!!!

  3. Nunes disse:

    Riu tanto porque tinha dinheiro pra pagar,queria ver se não tivesse.

  4. Mais Brasil disse:

    Provalvemente a mãe fez isso de caso pensando pra ganhar mídia, bem, ela ganhou. Qualquer compra em site solicita no mínimo o CVV do cartão.

    • verdades disse:

      podemos ver aqui um cidadão que nunca comprou no iFOOD… pior de tudo é a fala com TOTAL CERTEZA… esse mundo tem cada morador viu.

  5. Alberto disse:

    filho mimado a culpa e dos pais

Mãe tentou proteger o filho bebê em desabamento de falésia em Pipa e morreu abraçada a ele, diz testemunha

Stella Souza, de 33 anos, Hugo Pereira, de 32, e o filho deles, Sol de Souza, de 7 meses, morreram no local — Foto: Arquivo pessoal

Reportagem do G1-RN conta nesta terça-feira(17) que Stella Souza, uma das vítimas do desabamento de falésia na praia de Pipa, tentou proteger o filho no momento do acidente. Ela foi encontrada abraçada ao bebê de 7 meses, segundo testemunhas. O marido de Stella, Hugo Pereira, de 32 anos, também morreu soterrado.

O empresário náutico Igor Caetano testemunhou o acidente e tentou socorrer as vítimas. Ele contou que a mãe abraçou o filho na tentativa de protegê-lo no momento do desabamento.

Todos os detalhes AQUI em reportagem na íntegra.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chacon disse:

    Quando vi essa notícia, me lembrei de quantas vezes fiquei com meus filhos nessa área de falésias.
    Nos veraneios dos anos 80 e 90 era o passeios que mais gostávamos de fazer.

  2. Marcos Benício disse:

    Muito triste essa tragédia! 😔

  3. Lúcia Vasconcelos disse:

    Abram alas para os corvos q são os órgãos de fiscalização q só aparecem depois da tragédia.

Após se mudar, mãe de crianças autistas denuncia condomínio de Natal por discriminação, destaca reportagem

Mãe de crianças autistas denuncia condomínio de Natal por discriminação – Foto de Arquivo — Foto: Klênyo Galvão/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca nesta terça-feira(14) que uma mãe de duas crianças autistas denunciou o condomínio onde morava, em Natal, por discriminação e violação de direitos de pessoas com deficiência, após receber a sugestão de se mudar para uma casa e ser informada de que seria multada por causa dos barulhos provocados pelos filhos ao longo do dia. De acordo com a dona de casa, o condomínio sabia que as crianças tinham autismo desde quando ela passou a morar lá, há cerca de um ano e quatro meses.

O condomínio fica no bairro Pitimbu, na Zona Sul de Natal. Ao G1, a mulher afirmou que foi morar no local porque fica perto da escola onde seus filhos – um menino de 10 anos e uma menina de 5 – estudam. A instituição foi a única a aceitar a matrícula do garoto após outras 20 negarem, segundo ela.

Orientada por outras mães de crianças autistas e profissionais que acompanham as famílias, a mulher registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia da Criança e do Adolescente e também relatou o caso ao Conselho Tutelar, denunciando o condomínio por violação de direitos das crianças.

Leia matéria completa AQUI.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco disse:

    Será que nesse condomínio, só quem fazia barulho, eram essas crianças?

  2. Sérgio Nogueira disse:

    Sem tomar partido, mas é preciso entender que a compreensão e a empatia com determinadas situações não pode ser usada como motivo para diminuição do sossego alheio.
    A mãe, realmente, precisa encontrar uma forma de ao mesmo tempo garantir o bem estar dos filhos sem que isso importe em lançar seus vizinhos em situação de desconforto.
    Sem dizer que isso não é discriminação. Ninguém, pelo que se viu, dirigiu nenhum ato depreciativo aos filhos, houve reclamação de barulho.
    Mas vivemos um mundo onde a roda maior é que tem que se encaixar na menor.

  3. Gonoud disse:

    Gritaria a toda hora, em todo momento. Quem aguenta uma coisa dessa????????? Era um caos, absurdo, sem limites.

    • Fernando disse:

      Fiquem no lugar dessa mãe, e vejam que ela é quem mais sofre, e está numa situação de total impotência pra controlar. Mais, foi uma coisa que a natureza que reservou pra ela, e ela está convivendo com responsabilidade e amor. E pra muitas pessoas, mesmo a distância, é um incomodo. Nessa situação, compreensão é questão de humanidade e respeito ao sofrimento do próximo.

  4. Ivana Sem Amor disse:

    Certo Não é, errado não está.

    Teste de hipocrisia: Quem queria um vizinho assim??????

FOTOS: Mãe busca ‘remédio mais caro do mundo’, de R$ 12 milhões, para salvar bebê de 1 ano em São Paulo

Fotos: Arquivo Pessoal

O pequeno Arthur Ferreira Belo, de apenas 1 ano e 8 meses, enfrenta uma difícil luta pela vida após ser diagnosticado com o tipo 1 da Atrofia Muscular Espinhal (AME), o mais agressivo da doença. Agora, sua família corre contra o tempo para arrecadar cerca de R$ 12 milhões e comprar o ‘remédio mais caro do mundo’, capaz de neutralizar os efeitos da doença e permitir um grande avanço no tratamento.

Para isso, foi criada uma ‘vaquinha virtual’ com o objetivo de arrecadar, até 8 de outubro, o valor necessário para importar o medicamento dos Estados Unidos. A ideia da campanha surgiu após a família de Arthur ver outros casos de vaquinhas virtuais bem sucedidas, como é o caso da Sarah e do Heitor, cujas histórias foram divulgadas pelo G1.

Segundo informações da Secretaria de Saúde do Estado, a Atrofia Muscular Espinhal é uma doença rara, degenerativa e genética, que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover. Apesar da atrofia, os pais garantem que o pequeno é muito esperto, encantador e risonho.

Arthur foi diagnosticado quando tinha apenas três meses de vida, e a notícia abalou toda a família. Isso porque a AME é a maior causa genética de morte de crianças com até 2 anos. Agora, a grande esperança dos pais é o medicamento Zolgensma, aprovado em maio de 2019 nos Estados Unidos, que promete um grande avanço na recuperação dos pacientes.

O grande problema é que esse é o remédio mais caro do mundo. Como não é vendido no Brasil, a família de Arthur precisa importá-lo dos Estados Unidos, onde chega a custar 2,125 milhões de dólares. Pela cotação atual, o medicamento pode custar R$ 11.325 milhões. Por isso, a mãe Alessandra Ferreira Santos, de 28 anos, resolveu criar uma ‘vaquinha virtual’ para arrecadar o valor.

“Temos esperança e muita fé nesse remédio. Por ser tão caro, acredito que trará um efeito positivo e que ele volte a andar. Tudo o que eu e meu marido queremos é que o nosso filho tenha a vida mais ‘normal’ possível. Mas, temos apenas três meses para arrecadar o valor, porque a medicação faz efeito somente até os dois anos, e a burocracia ainda demora. Temos muito medo de perder o Arthur”.

A família busca fazer a campanha da forma mais transparente possível. Pelas redes sociais, são postados todos os valores arrecadados por mês e quanto falta para alcançar a meta. Além disso, Alessandra e os voluntários postam outras formas de arrecadação de verba, como rifas e bingos.

Quando a campanha foi lançada, em outubro do ano passado, o dólar estava mais baixo e a família precisava de R$ 9 milhões. Agora, necessita de quase R$ 12 milhões, além da quantia necessária para pagar os custos hospitalares. “Sempre fazemos prestação de contas. Muitas pessoas acabam questionando a gente pela mudança de valor”.

Disgnóstico

Alessandra conta que, quando Arthur nasceu, percebeu que o bebê era mais ‘mole’ do que o comum, mas foi tranquilizada pelos pediatras. Mas, o tempo foi passando e, aos três meses de vida, a mãe percebeu que ele ainda não conseguia segurar o pescoço e engasgava quando mamava. Foi quando ela decidiu procurar um médico para entender o que estava acontecendo.

“Encontramos um rapaz no pronto-socorro que nos recomendou um hospital que tratava doenças raras. Fomos até lá, fizeram testes por três dias, e diagnosticaram ele com atrofia muscular. O médico disse que ele tinha uma doença rara, degenerativa, com expectativa de vida de apenas dois anos. Foi um choque, porque nunca tínhamos ouvido falar disso”, explica.

Para confirmar o diagnóstico, Arthur passou por um teste de DNA, que apontou que ele tinha o tipo 1 da doença, o mais severo. Pouco tempo depois, ele passou por duas cirurgias de traqueostomia e gastrostomia, que permitem a respiração mecânica e o suporte nutricional, respectivamente. Em seguida, o plano de saúde liberou o tratamento com o remédio Nusinersena (Spinraza).

O medicamento é o único registrado no Brasil para o tratamento da AME. Diversos estudos apontam sua eficácia na interrupção da evolução da atrofia para quadros mais graves, que são prevalentes na maioria dos pacientes. Arthur chegou a tomar seis doses do remédio, mas a evolução no tratamento continua muito lenta.

“Ele toma uma dose a cada quatro meses. Mas, se interromper, perde totalmente o efeito de tudo que já tomou. O Zolgensma é uma dose única, e pelo que acompanhamos de outras crianças, promete uma evolução muito boa no tratamento. Hoje, vivemos com medo, pois já vimos muitos pacientes morrerem por conta da doença”.

Atualmente, Arthur mexe um pouco os braços e as pernas com a ajuda dos pais e fisioterapeutas, mas não consegue segurar objetos nem andar. Além disso, depende de ventilação mecânica 24 horas por dia, pois não consegue respirar sozinho. Com o ‘remédio mais caro do mundo’, a família busca dar maior qualidade de vida para o pequeno, que hoje sofre uma dura rotina.

De acordo com Alessandra, o medicamento vai direto para a corrente sanguínea e faz com que a proteína que não é produzida pelo paciente com AME passe a ser produzida, permitindo que os neurônios que sobreviveram possam se manter vivos e, assim, recuperar o paciente.

“Sabemos que ele não vai sair correndo assim que tomar, mas temos esperança que ele aprenda a andar e que possamos diminuir os aparelhos. É tudo muito triste, ele está crescendo e não pode brincar com as outras crianças. Esse remédio é a nossa grande esperança”.

Os pais também esperam que, quando Arthur finalmente tomar o medicamento, eles possam realizar um sonho que precisou ser adiado com o descobrimento da doença: conhecer a praia e o mar na Baixada Santista. “Nós havíamos feito muitos planos, íamos levá-lo para Mongaguá, mas os médicos não deixaram. Um dos meus sonhos é apresentar a praia para o meu filho”, finaliza.

Especialista

De acordo com a neurologista Andrea Anacleto, a Atrofia Muscular Espinhal proximal tipo 1 é uma doença rara, sem cura e que evolui de forma grave na infância, caracterizada por fraqueza muscular grave e progressiva. Segundo a especialista, a doença é ligeiramente mais frequente em meninos do que em meninas, e o diagnóstico é baseado na história clínica e exame e pode ser confirmado por teste genético.

Com a doença, o bebê geralmente apresenta fraqueza muscular grave, que afeta primeiro os braços e as pernas nas regiões proximais e depois passa para as extremidades, como mãos e pés, além de dificuldade de alimentação e insuficiência respiratória, conforme explica a neurologista.

Segundo Andrea, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta assinou a incorporação do medicamento Nusinersena na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais do Sistema Único de Saúde (SUS). Além dessa medicação, deve ser orientada uma abordagem multidisciplinar com o objetivo de melhorar a qualidade de vida.

Nos Estados Unidos, a FDA, agência que regulamenta a aprovação de medicamentos no país, autorizou a venda do remédio Zolgensma, sendo esta uma terapia gênica indicada para o tratamento da AME, usada para deter a progressão da doença. Atualmente, essa medicação não está disponível no Brasil, havendo a necessidade de que, quando indicada, seja realizada a importação.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo César disse:

    O que o presidente tem a ver com rachadinha? Nada! a investigação e contra o senador Eduardo Bolsonaro. No direito brasileiro o pai não responde criminalmente pelos atos dos filhos.

  2. Flávio A disse:

    O que me deixa indignado são os políticos roubando com força no país e tirando dinheiro do erário para seu luxo pessoal enquanto seres humanos morrem. Vimos agora vários casos como compra de respiradores inexistentes via Consórcio Nordeste, Secretário de Saúde do Rio de janeiro com mais de 8.500.000,00 em espécie em casa e por aí vai. Os bandidos do PT que assaltaram o país em trilhões de reais bem que poderiam se compadecer e comprarem o medicamento,para queimarem menos no inferno para onde irão quando morrrerem.

  3. H4CK3R disse:

    Cadê as lives de músicas sebosas pra pedirem doação e conseguir o dinheiro?

Pai, mãe e filha morrem com Covid-19 em Natal em um intervalo de duas semanas

Foto: Arquivo familiar/Cedida

Dona Nina, Katiane e Seu Canindé eram moradores da Zona Norte da capital e faleceram em um intervalo de duas semanas, vítimas do coronavírus. O portal G1-RN destaca que a professora Francisca Katiane do Nascimento, de 37 anos, foi a terceira vítima da Covid-19 em uma família devastada pela doença. Ela vivia no bairro de Pajuçara, Zona Norte de Natal, com o pai, Francisco Canindé Nunes do Nascimento, e a mãe, Maria Francisca Nunes do Nascimento. Os três morreram com o novo coronavírus em um intervalo de duas semanas.

Katiane faleceu na noite de domingo (5) após 10 dias internada em um hospital particular de Natal. Ela apresentou os sintomas da doença no dia 25 de junho e deu entrada na unidade após sentir dores no corpo e dificuldades para respirar. A professora, que não tinha nenhuma comorbidade, foi internada dois dias depois da morte do pai e faleceu sem saber da morte da mãe. Reportagem completa aqui.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Wilson disse:

    Meus pêsames à família enlutada. Infelizmente o Ocidente não reage às agressões desses criminosos psicopatas do Partido Comunista Chinês. Vão esperar o que para retaliar a China? Um ataque nuclear?

  2. Gesualdo Biana disse:

    Meu Deus onde iremos parar! Não gosto de colocar ninguém como judas mas o mundo deveria dar uma resposta a China, ela é a responsável por essa tragédia no mundo, tinha que ser punida! Até agora o mundo não fez nada para punir os responsáveis da China!

  3. Gustavo disse:

    Deus nos ajude!

  4. Wilson Salviano disse:

    Coisa mais horrível!

  5. Valéria disse:

    Muito triste!! Uma família destruída .

  6. Flávio Martinez disse:

    Meu sentimentos aos parentes. Que Deus traga conforto a todos os familiares.

  7. Julia Victoria disse:

    Uma pena. Triste notícia. Que o Senhor conforte à família.

Filha mata mãe com golpes de faca e marreta na Zona Oeste de Natal

O portal G1-RN destaca nesta terça-feira(30) que uma mulher de 18 anos foi presa após matar a própria mãe a facadas e marretadas, na manhã desta terça-feira (30), na Zona Oeste de Natal.

A informação foi confirmada pela Polícia Civil. Aos agentes da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a mulher confessou o crime e disse ter cometido o ato extremo por “impulso”. Mais detalhes aqui em reportagem completa.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silvio. disse:

    É o fim do mundo que se aproxima!

  2. Calixto Silva disse:

    Feminicidio? Será que não se enquadra nesta tipificação de crime? Ou é só quando é um homem que feminicida a fêmea?

    • Xha do Amazonas disse:

      Boa pergunta!!

    • Jose Cardoso disse:

      Claro que não se encaixa, somente se o homicídio tiver sido em virtude tão somente do sexo feminino.
      O feminicídio é a morte de uma mulher em razão dela ser mulher. Não é interessante confundir as coisas.

Polícia Civil apreende adolescente suspeito de ter assassinado mãe e filha em Mossoró

Duas investigações que estavam sendo realizadas pelos policiais civis da Delegacia de Homicídios (DHM) e pela Delegacia Especializada de Narcóticos (DENARC) de Mossoró resultaram na apreensão, nessa quarta-feira (27) de um adolescente de 16 anos, suspeito de ter assassinado mãe e filha no município. O suspeito foi detido quando estava em uma residência na comunidade do Ouro Negro. Um outro adolescente que estava na casa, também foi apreendido.

Na manhã desta quarta-feira, uma equipe de policiais civis da DENARC cumpriu dois mandados de busca e apreensão expedidos pelo Juizado da Infância e Juventude de Mossoró, dando continuidade às ações da Operação Resistência. Durante o cumprimento, foram apreendidos em flagrante dois adolescentes, um de 16 e outro de 15 anos. Os adolescentes, que estavam com maconha e munições de arma de fogo, foram autuados em flagrante pela prática de atos infracionais análogos à posse de drogas para consumo pessoal e posse de arma de fogo.

Durante depoimento, o adolescente de 16 anos confessou o crime cometido no dia 17 de maio, que vitimou a mãe Maria Clécia Ferreira da Silva, 49 anos e Jackeline Ferreira da Silva, de 21 anos. As duas estavam em casa, quando a residência foi invadida. Jackeline foi morta dentro de local e a mãe que tentou correr pelas calçadas da rua, foi alcançada pelo atirador e não resistiu.

Os dois adolescentes apreendidos foram encaminhados para o Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Mossoró. A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Mãe e filha são assassinadas a tiros em Mossoró, destaca reportagem

 Foto: Marcelino Neto/O Câmera

Mãe e filha foram mortas a tiros em Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte, na noite desse domingo (17). O duplo homicídio foi registrado no bairro Ouro Branco. Segundo a Polícia Militar, o suspeito dos crimes encontrou a ex-sogra Maria Clécia Ferreira da Silva, de 49 anos, próximo a uma praça e atirou três vezes na cabeça da mulher por volta das 21h. Em seguida, o homem saiu em direção a casa da ex-companheira Jackeline Ferreira da Silva, de 21 anos, que também sofreu disparos e morreu dentro de casa.

Após as mortes, o suspeito foi até uma casa na região, deixou um par de tênis, um par de luvas, roupas e o revólver calibre 38 usado no atentado antes de fugir. Ele já foi identificado e é considerado foragido.

Veja todos os detalhes em reportagem completa aqui.

Mãe do bebê que foi a óbito em Natal-RN em decorrência da COVID-19 testa negativo para a doença

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal, SMS-NATAL, informa que nesta quinta-feira (09), o resultado do exame da mãe do bebê que faleceu com diagnóstico da COVID-19, na capital potiguar, foi liberado pelo LACEN e testou negativo para o novo Coronavírus.

A paciente fará um novo exame chamado sorologia para detecção de anticorpo para COVID-19. A SMS-Natal segue com as investigações epidemiológicas e a sorologia já é um outro passo deste procedimento.

Sorologia é a coleta o sangue do paciente e se refere ao diagnóstico e identificação de anticorpos no soro. A investigação é para saber se a mãe manteve contato com o Coronavírus em algum momento; neste caso terá desenvolvido o anticorpo contra o vírus específico. Após a realização do exame o resultado é liberado em até 24h.

O recém-nascido foi a óbito no dia 07 de abril e o resultado do exame deu positivo para COVID-19. A mãe apresentava quadro de hipertensão, diabetes, obesidade e síndrome respiratória a esclarecer. Ela encontra-se em isolamento domiciliar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    É lamentável , por essa e outras como a omissão do uip em informar qual medicamento tomou para sua melhora ,que grande parte da população está desconfiada da real contaminação e morte pelo coronavirus.

  2. Chico disse:

    Como podem fazer esse alarmismo!!!
    Se a mãe ñ tem covid 19, como a criança recém nascido foi testado positivo? E o período de incubação? Foi mega ulta rápido!!!??? Como pode???
    Deveriam fazer todos os exames possíveis antes de divulgar, tirar todas as provas… assim pode evitar questionamentos.
    Fora isso é alarmismo histérico… propagação do caos.

  3. Sou nordestino sim senhor!!!! disse:

    Este governo é uma piada. Fátima bezerra é uma das piores representantes do PT. Muito parecida e talvez gêmea de Dilma. O RN sofre com o desgoverno e falta de administração. Não tem planos, aporte e ainda disseminam o caos com números estapafúdios sobre a epdemia da mesma forma que LuLadrão sempre falou. Deveríamos sim, sair em protesto mesmo que pelas redes sociais contra este governo que quer lacrar os comerciantes e ainda botar a culpa no Governo Federal. Outra coisa, a ajuda de 600,00 foi do Governo Federal e não de Fátima Bezerra. Eita que este partideco de mentirosos e canalhas não perdem a mão. PT=VERGONHA NACIONAL.

  4. Zé Ruela disse:

    Duas causas para esse resultado absurdo:
    1-Incompetencia e má fé do governo estadual através da SESAP. Pessimizar os indicadores exigiria maior empenho e desembolso do gov. federal, já que segundo Fátima o governo estadual está quebrado e ela transfere responsabilidade que também é estadual.
    2-Os exames tem erros fortuitos nos resultado e precisam ser refeitos.

  5. JB disse:

    A incompetente da governadora com a palavra cabo Silva, esse secretário está mais perdido que cego em tiroteio.

  6. Antonynatal disse:

    Toda e qualquer morte agora é, covid-19, e a idosa de Tenente Ananias? Se for a fundo mesmo, nem 40% destas mortes realmente foram covid-19

    • Marcos disse:

      Acredito que você deveria se aprofundar ao comentar sobre algum assunto. Se a secretária está colocando como COVID, não iriam contabilizar essa morte sem o exame que comprovasse que era mesmo o vírus. Quando se faz registros, tem que ter a prova concreta do fato ocorrido, nada sai apenas de uma suposição.

  7. Cabo Silva disse:

    Isso só pode ser um deboche! Ne, nao? Como é que deixam o GURU CIPRIANO à frente dessa SESAP?

VÍDEO: Mãe desenha coração para filha beijar ao sentir sua falta na escola

 

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❤️💙💜💛🧡💚 Quando percebeu que a filha Maria Liz, de 3 anos, estava sofrendo ao chegar à escola no período de adaptação, Marry Scarabello teve uma idea: desenhar o “coração da saudade”. Cada uma tem um desenho de coração na mão representando o coração da outra. “Assim, toda vez que sentirmos saudade uma da outra, basta dar um beijo no coração e a saudade passa!”, contou em postagem em uma rede social. Ao deixar a pequena na escola, Marry se escondeu para observar a reação da filha e registrou um momento de muita fofura. No vídeo, a menina aparece olhando para os lados e, em seguida, beijando a mão exatamente no lugar onde o coração estava desenhado. #PortalR7 #r7 (📸: Reprodução Facebook Marry Scarabello)

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Quando percebeu que a filha Maria Liz, de 3 anos, estava sofrendo ao chegar à escola no período de adaptação, Marry Scarabello teve uma idea: desenhar o “coração da saudade”.

Cada uma tem um desenho de coração na mão representando o coração da outra. “Assim, toda vez que sentirmos saudade uma da outra, basta dar um beijo no coração e a saudade passa!”, contou em postagem em uma rede social.

Ao deixar a pequena na escola, Marry se escondeu para observar a reação da filha e registrou um momento de muita fofura. No vídeo, a menina aparece olhando para os lados e, em seguida, beijando a mão exatamente no lugar onde o coração estava desenhado.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Agamenon disse:

    Greve! Governadora sentindo do próprio veneno.

Dupla invade casa e executa irmãos na frente da mãe na Grande Natal

Foto: Ilustrativa

A Polícia Militar informa uma ocorrência na madrugada desta segunda-feira(17) em que criminosos arrombaram a porta de uma casa e executaram dois irmãos a tiros na frente da mãe deles, em Extremoz, na região metropolitana de Natal. De acordo com informações iniciais, o crime aconteceu próximo das 4h na rua Novo Horizonte, nas Malvinas. As vítimas tinham 35 e 38 anos.

Segundo a PM, a mãe das vítimas contou que dois bandidos arrombaram uma porta que dá acesso ao quintal da casa, obrigaram os seus filhos a entrarem na sala e os mataram a tiros. Logo após, fugiram com destino desconhecido.

O caso será investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Mãe vai à lua de mel da filha, fica com o genro e engravida

Suportar uma traição logo após o casamento não é fácil. Imagine, então, se a pessoa que acaba de se tornar seu marido engata um relacionamento com a sua própria mãe, sogra dele. Foi o que aconteceu com a inglesa Lauren Walls, que decidiu abrir o coração agora e contar sua história ao jornal Daily Mirror. Ela e o então namorado, Paul White, estavam juntos há dois anos e tiveram uma filha, que não foi programada, mas os deixou tão felizes, que o rapaz pediu Lauren em casamento. A cerimônia aconteceu cinco meses depois do nascimento da pequena, em agosto de 2004. Ela tinha 19 anos e o noivo, 20.

A mãe de Lauren, Julie, na época com 35 anos, ajudou a financiar o casamento e, como forma de agradecimento, o casal a convidou para a viagem de lua de mel. Apenas oito semanas depois, Paul se mudou e, nove meses mais tarde, a mãe de Lauren deu à luz um bebê, fruto do relacionamento com seu ex-marido.

“Paul sempre se deu muito bem com a minha mãe, mas eu nunca achei isso estranho, já que ela era sogra dele e ele só estava sendo simpático. Eles riam muito juntos. Eu nem pensei em me preocupar. Quem se preocuparia?”, contou ela, ao jornal.

Depois da lua de mel, no entanto, Lauren conta que começou a notar que Paul passava muito tempo fora de casa e tinha um comportamento estranho, escondendo demais o celular. Em pouco tempo, a irmã de Lauren desconfiou do que estava acontecendo, quando usava o telefone da mãe e viu uma troca de mensagens suspeitas entre Paul e a sogra.

Lauren, então, foi tirar satisfações com a mãe, que negou tudo. Quando fez o mesmo com o marido, ele ficou pálido e não deixou que ela visse seu celular. A história, então, se confirmou. Então, Paul saiu de casa e se separou de Lauren, deixando-a sozinha com a bebê de 7 meses do casal. Em alguns dias, ele foi morar com a ex-sogra. “Eu não conseguia acreditar que as duas pessoas que eu mais amava e em quem eu mais confiava no mundo podiam me trair desse jeito. Era nojento, Uma das piores coisas que uma mãe poderia fazer a uma filha. Paul poderia ser um péssimo noivo, mas ela é minha mãe. Ela deveria me amar e me proteger, acima de tudo. Em vez disso, ela roubou meu marido, destruiu minha família e meus sonhos. Por isso, eu nunca conseguirei perdoá-la de verdade”, desabafou.

Mas os fatos ainda não tinham terminado. Algumas semanas depois de Paul ter saído de casa, Lauren viu sua mãe andando na rua e achou que ela parecia estar com uma barriga de grávida. Julie negou, dizendo que tinha um cisto. Em julho de 2005, ela teve o bebê. “Eu mandei uma mensagem para ela e perguntei: ‘E aí, removeu o cisto?’.

Anos depois, Julie ainda ligou convidando a filha para o casamento dela com o ex-marido da filha. O mais surpreendente? Lauren foi. A cerimônia aconteceu exatamente cinco anos depois da de Lauren e Paul, em 2009. “Era muito para aguentar, mas fui por causa da minha filha. Fui ver minha mãe se casar com o mesmo homem com que eu me casei cinco anos antes”.

Julie tentou fazer as pazes com a filha várias vezes ao longo do tempo e, embora tenha tentado reestabelecer a convivência, Lauren nunca conseguiu perdoá-la de verdade e conta que, até hoje, embora tenha se casado e tido outros filhos, tem problemas para se relacionar por conta do trauma. “O tempo é o melhor remédio e minha mãe e eu temos tentado ter um relacionamento normal, mas nunca seremos tão próximas como éramos – e eu nunca conseguirei confiar nela de novo”, disse.

A mãe dela disse ao jornal: “Nós somos casados. Não foi um caso”. Paul, hoje com 35 anos, se recusou a comentar a história.

Revista Crescer – Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Osvaldo Delgado disse:

    Pelas fotos sou mais a mãe do que a filha. Está aí a explicação. kkkk

  2. CURITIBA JÁ disse:

    HO SURUBÃO

  3. ara disse:

    Esse caso é mais antigo do que a posição de defecar!

“NÃO EDUQUEI PRA ISSO”: Mãe devolve a loja objetos furtados pela filha no interior do RN

Foto: Reprodução

Uma mãe profundamente abalada procurou uma loja, na manhã desta terça-feira (10), para devolver 13 facas que tinham sido roubadas por sua filha e uma amiga nessa segunda-feira (9) em Nova Cruz, na região Agreste potiguar. De acordo com reportagem do G1-RN, o crime havia sido flagrado pelas câmeras de segurança do estabelecimento e a mulher reconheceu a própria filha no vídeo que passou a circular no município. “Não eduquei ela para isso”, disse ela pedindo muitas desculpas ao gerente da loja de importados.

A reportagem ainda diz que, segundo o gerente, que preferiu não se identificar,  a mulher chegou ao local e pediu para falar com ele, conversa que instantes depois ocorreu no escritório. Devido à atitude dela, a loja decidiu não prestar queixa à polícia. As facas roubadas custavam entre R$ 5 e R$ 8.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Natanael disse:

    Responsabilidade, caráter e educação não depende de quanto dinheiro a pessoa tem, mas de como ela quer ser vista na sociedade. Parece que a quantidade de dinheiro anda em sentido oposto ao caráter e ao respeito. Parabéns a essa senhora que está fazendo o maior benefício que a filha pode receber com essa atitude digna.

Mãe questiona expulsão de estudante e negativa de imagens de ato infracional por escola em Mossoró

Um caso envolvendo a expulsão de um aluno na escola Mater Christi em Mossoró tem gerado repercussão. Segundo informações obtidas pelo blog, um aluno de 11 anos teria sido identificado queimando papéis na Coordenação da escola e acabou sendo expulso. Porém, a mãe do estudante afirmou que em nenhum momento foram exibidas imagens que a escola afirmou ter do ato e o estudante está impedido de frequentar a escola nos últimos dois meses de ano letivo.

A família ainda tentou de forma incisiva que o aluno pelo menos concluísse o ano letivo, mas o pedido não foi aceito e a família informou que irá buscar os meios legais junto a Justiça e ao Conselho Tutelar.

A mãe do estudante, Sandra Maria, relatou que o aluno foi chamado pela equipe da coordenação sozinho e teria sido induzido a confessar o ato de queima de papéis. O caso foi levado ao Conselho escolar que definiu a expulsão do estudante e comunicou a família.

A mãe então pediu para ver as imagens do suposto ato, mas foram negadas e o pedido de reconsideração para o estudante concluir o ano também foi negado. Segundo ela, o adolescente nunca teve histórico de problema disciplinar.

O blog tentou contato com a direção da escola desde a última segunda-feira, 30, mas até o momento da publicação da matéria não obteve resposta.