Comportamento

Quarentena: Casais e solteiros transitam entre o sexo, a masturbação, a criatividade e “redescoberta”, destacam especialistas

Sexualidade envolve um conjunto de fatores emocionais, psicológicos, que influencia nossos pensamentos, sentimentos, ações e interações. Foto: Unsplash/@avasol

É certo que a pandemia do novo coronavírus trouxe mudanças significativas para todos nós, desde a forma como interagimos com outras pessoas até os hábitos de higiene. Quando delimitamos a discussão para quem pode ficar em casa durante a quarentena, a sexualidade não escapa dos impactos. Ao mesmo tempo que pode sofrer um abalo, ela pode ser impulsionada por uma redescoberta — e isso vai além do sexo e independe do status de relacionamento.

Para os casais, se antes o tempo passado juntos era escasso e agora o home office é viável, as horas lado a lado aumentaram. Segundo especialistas em terapia de casal, as duas situações mais comuns neste momento são: ou os parceiros viram a chance de se aproximarem ainda mais, fazendo com que a vida sexual também melhorasse, ou os conflitos tornaram-se mais frequentes, o que prejudicou a relação íntima.

Os parceiros que estão em casas separadas, respeitando a quarentena, tiveram de aprender a manter o relacionamento saudável a distância. Mensagens de texto, áudio e vídeo passaram a ser recursos essenciais para isso, além de matar um pouco a saudade e — por que não? — amenizar o desejo sexual.

Já os solteiros viram-se isolados na própria companhia, o que pode ser tão desafiador quanto estar acompanhado de alguém. Mas estar sozinho nem sempre é sinônimo de solidão. Essa é a oportunidade de conhecer as próprias vontades, fazer ou manter as pazes consigo e descobrir que é possível ter momentos sexualmente prazerosos nessas condições. Além disso, os aplicativos de encontro e outras redes sociais estão à disposição para se fazer novos contatos.

Em todos esses casos, redescobrir a sexualidade requer autoconhecimento, experimentações e disposição. Muitos têm investido em brinquedos sexuais, por exemplo. Um levantamento feito pelo Mercado Erótico entre lojistas e revendedores estima que, desde março, a venda de vibradores aumentou 50% em relação ao mesmo período de 2019. Embora os solteiros sejam os que mais investem no produto, casais estão adquirindo conjuntamente.

“Foi uma descoberta realmente. Casais passando por isso estão tendo uma intimidade mais profunda do que a da sexualidade”, afirma a sexóloga Cátia Damasceno, autora do livro Bem Resolvida, que traz temas voltados a sexo e autoestima. Para ela, vibrador é algo que “todo ser humano precisa experimentar” e foi “umas das coisas boas da pandemia”. Uma possível explicação para a elevação das vendas do item é que, se antes havia vergonha de ir a um sex shop, agora as compras online facilitam a obtenção.

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Comportamento

Busca por privacidade : 12,2% dos lares brasileiros são habitados por apenas um morador

O bloco do eu sozinho, -pessoas que decidem morar sozinha – já contabiliza cerca de 7 milhões  de pessoas no Brasil. Número pequeno quando comparado a outros países. Afinal a natureza do brasileiro é manter a família sempre perto, na barra da sai da mãe, enquanto que a cultura mundo a fora estimula a revoado dos filhos assim que adquirem a maior idade, ou condições mínimas de se sustentar.

Saiba mais dessa nova tendência na reportagem publicado na edição de O Globo, deste domingo:

Por Cássia Almeida e Roberta Scrivano

Zilda Brafman mora sozinha em Copacabana. Tem a ajuda quinzenal de um faxineiro e os livros são suas companhias. Comunista, batizou os filhos de Luiz e Carlos, em homenagem a Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança. Dia 24 de outubro, Zilda completa 98 anos, 86 deles no Brasil. De família judia, veio da Polônia aos 12 anos. Ela é uma das 3,4 milhões de mulheres que moram sozinhas no Brasil. Há ainda outros 3,5 milhões de homens nesta situação e, juntos, representam 12,2% dos lares brasileiros em 2010 com apenas um morador, bem acima dos 8,6% de 2000.

Zilda teve dois filhos. Perdeu o mais novo, Carlos, para o câncer, quando ele tinha 36 anos. O nome dele percorre a conversa num amplo apartamento, decorado com as fotos da família que inclui quatro netos e sete bisnetos. Depois que enviuvou, fez trabalho voluntário. Hoje, as saídas de casa são para compras, pagar contas e visitar a família. Doenças, só a pressão alta e a dificuldade para dormir. Por elas, há os dois únicos remédios que toma diariamente.

— Meu filho cuida de tudo para mim. Sou muito agarrada com ele.

Mesmo com a independência pouco comum para seus 98 anos, Zilda diz que sente só.

— Fico recordando de tudo.

A novela a distrai e livros não faltam: parentes e amigos alimentam a variada biblioteca. Ela diz que está cansada de viver, mas a bisneta Ana, de 8 anos, logo rebate: “Vive vó, vive vó, para chegar aos cem anos”, conta.

Colchão, violão e berimbau

Já o ator Rafael Losso Alvares, de 31 anos, saiu há quatro meses do apartamento que dividia com dois amigos para viver sozinho, em busca de privacidade. Com o dinheiro curto, não pode equipar de vez o novo lar. Sua casa, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, tinha, há um mês, só geladeira e micro-ondas. Suas refeições eram pratos congelados e miojo. Na sala, a TV de 72 polegadas de LCD contrasta com o ambiente austero. No quarto, um colchão no chão, um violão e um berimbau:

— Fiz a opção de morar sozinho em vez de dividir com alguém um apartamento equipado.

Ele reforça a renda fazendo traduções. Sem cartão, apela à namorada, Daniela, para comprar coisas como máquina de lavar. Aos poucos, a casa começa a ficar completa, mas Daniela, que mora com amigas, prefere recebê-lo em casa a “ficar desconfortável” na casa dele.

 

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Diversos

Mais de 30% dos solteiros preferem prato preferido a sexo

Uma fatia daquele bolo de chocolate que dá água na boca ou uma noite muito louca de sexo? Surpresa! Um em cada três entrevistados –ou 32%– disse que, se forçado, deixaria o rala e rola de lado por um ano e optaria por sua guloseima preferida. As mulheres representam 40%; já os homens 16%.

A pergunta foi feita a quatro mil solteiros em pesquisa encomendada pelo site de relacionamento “Match.com” e pelo “Today”, portal de notícia da rede norte-americana NBC. A ideia é entender como funciona jantares e encontros.

Dos que colocariam o sexo na geladeira, o chocolate foi o campeão, com 26%. Em seguida, vem a carne, com 25%. Na lista dos mais-mais, ficaram pizza, biscoitos e pães, sorvetes, batatas fritas e pratos italianos.

No entanto, há esperança. A maioria esmagadora, 93%, prefere alguém que faça um rango tenebroso a ter como companhia uma zero à esquerda na cama. E ainda: 82% disseram que continuariam com alguém que se recusou a cozinhar.Outra curiosidade é que 30% dos que comem carne não teriam um encontro com alguém assumidamente vegetariano. Mais complacentes, apenas 4% dos que tem ojeriza a proteína animal se recusariam a dar um rolê com os que amam hambúrguer.

Fonte: Folha

Opinião dos leitores

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Comportamento

Homens solteiros terão 120 dias de licença em caso de adoção de crianças

LISANDRA PARAGUASSU – Agência Estado

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou nesta quarta-feira a extensão para 120 dias da licença para homens que adotem crianças sozinhos. Os pais adotantes também terão direito a receber o chamado salário-maternidade, pago pelo governo durante o período de licença. A proposta tem caráter terminativo, mas ainda passará por outra votação na mesma comissão e seguirá para a Câmara dos Deputados.

O projeto também regulariza o pagamento do salário-maternidade para as mães adotantes. Mulheres que adotam crianças têm direito à licença de 120 dias desde 2002. O projeto inicial, no entanto, previa uma escala de tempo e de período de pagamento de acordo com a idade da criança adotada: 120 dias quando o adotado tem até um ano de idade, 60 dias em caso de adoção de crianças entre um ano e quatro anos e 30 dias para crianças de quatro a oito anos de idade. Em 2009, a legislação foi alterada para prever 120 dias em casos de adoção de qualquer idade, mas o salário-maternidade manteve o escalonamento.

A proposta aprovada hoje pelos senadores reviu a lei que trata do pagamento pela Previdência Social, além de ampliar os direitos para pais que adotem sozinhos.

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Diversos

Mais da metade dos homens e mulheres do Brasil estão solteiros

Hoje é Dia dos Namorados. Muita gente vai trocar presentes e beijos, mas uma pesquisa do IBGE revela um número impressionante sobre os solteiros do Brasil. 52% das mulheres no Brasil estão solteiras. E entre os homens o percentual sobe para quase 60%:
O estado com a maior proporção de solteiros é o Amapá: 77% dos homens e 74% das mulheres. O lugar onde elas têm mais chances de arrumar um namorado é o estado de São Paulo. Pelo menos é o que mostram os números. São 500 mil solteiros a mais.

Para quem analisa o comportamento humano o número de solteiros vem crescendo pelas mudanças na sociedade. Principalmente a maior independência das mulheres.

“Em alguns momentos elas têm mais critérios, são mais exigentes. Por outro lado, para alguns homens isso também assusta, porque a independência muitas vezes se torna um problema”, comenta a psicóloga Patrícia Piazzon.

Fonte: Bom Dia Brasil

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Diversos

1/4 das mulheres do mundo ficarão solteiras até 2020

Cerca de 25% das mulheres ocidentais ficarão para titia até 2020.

Pelo menos é o que diz o livro A Linguagem Corporal do Amor, que a editora Sextante lança no mês que vem.

O best seller do casal Allan e Barbara Pease faz um alerta: o mundo está à beira da solteirice.

Fonte: Blog Sônia Racy

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