Remédio parecido com o Viagra pode prevenir insuficiência cardíaca

REMÉDIO TADALAFILA, VENDIDO COMO CIALIS, PODE PREVENIR INSUFICIÊNCIA CARDÍACA (FOTO: MAX PIXEL/CREATIVE COMMONS)

Um medicamento semelhante ao Viagra – usado para disfunção erétil – pode ser um tratamento eficaz contra a insuficiência cardíaca, conforme aponta um novo estudo publicado na revista Scientific Reports.

Cientistas do Reino Unido demonstraram os efeitos do remédio tadalafila (comercializado pelo nome Cialis) em ovelhas. Na pesquisa, os animais que deveriam ter a doença não foram diagnosticados com enfermidades cardíacas quando receberam doses da droga.

Segundo os pesquisadores, alguns homens que estão tratando impotência já podem estar se beneficiando da proteção do medicamento. “É perfeitamente possível que alguns pacientes que tomam o remédio para disfunção erétil também tenham um efeito protetor no coração”, disse Andrew Trafford, professor da Universidade de Manchester, ao jornal britânico The Independent.

Outros estudos epidemiológicos já haviam demonstrado que o tadalafila pode ser eficaz no tratamento da insuficiência cardíaca, mas este nova análise explica por que ele é tão benéfico. A insuficiência cardíaca ocorre quando o coração está fraco demais para bombear sangue suficiente ao redor do corpo. A doença pode seguir um ataque cardíaco ou ser causada por uma anomalia genética. Pessoas com o problema ficam extremamente cansadas e sofrem de falta de ar e inchaço causado pelo fluído nos pulmões. Como a condição piora, pode se tornar uma ameaça à vida.

A descoberta

Para o estudo, carneiros foram equipados com marcapassos que induziram insuficiência cardíaca avançada o suficiente para necessitar de tratamento. Os animais foram escolhidos porque possuem corações semelhantes aos dos humanos.

O remédio Cialis inverteu quase completamente a causa biológica da falta de ar nas ovelhas com a doença. A capacidade do coração de forçar o sangue ao redor do corpo ao trabalhar também aumentou. Apesar do resultado positivo, Trafford alertou que as pessoas não devem se automedicar, devido a potenciais interações com outras drogas ou problemas de saúde.

Metin Avkiran, professor da Fundação Britânica do Coração, que financiou a pesquisa, afirmou que drogas semelhantes ao Viagra foram inicialmente desenvolvidas como medicamentos para o coração. “Parece que fizemos um círculo completo, com resultados de estudos recentes sugerindo que eles podem ser eficazes no tratamento de algumas formas de doença cardíaca. Neste caso, a insuficiência cardíaca”, ele comentou. “Precisamos de novos tratamentos seguros e eficazes para a insuficiência cardíaca, que é uma condição cruel e debilitante que afeta quase um milhão de pessoas no Reino Unido.”

Galileu

 

Disfunção erétil solucionada? Estudo indica que azeite é mais eficaz que Viagra

Pesquisa feita pela Universidade de Atenas indica que os homens que consomem azeite tem desempenho sexual melhor, e urologista comenta

A disfunção erétil é um problema que afeta a autoestima do homem e também a vida sexual do casal. Para resolver isso, existem muitos tratamentos e medicamentos, mas um novo estudo indica que o azeite por ser mais eficiente que o Viagra quando o objetivo é melhorar o desempenho sexual. Para esclarecer o assunto, o Deles conversou com um urologista para analisar os resultados do estudo.

Foto: shutterstock

A pesquisa realizada na Universidade de Atenas, na Grécia, sugere que os homens que consomem mais azeite tem um desempenho sexual melhor que os demais. “O azeite e dieta mediterrânea já vêm sendo estudados há algum tempo, e o que se sabe é que o conjunto exercícios mais esta dieta melhora a saúde masculina e a disfunção erétil ”, diz Alex Meller, urologista da UNIFESP e membro do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein.

Segundo explica o especialista, já é comprovado que o azeite melhora a condição dos vasos sanguíneos e, consequentemente, isso também melhora a potência do homem. “Uma melhor circulação e saúde cardíaca traz uma melhor ereção”, garante o urologista.

No entanto, Meller afirma que não é possível comparar literalmente o azeite com o Viagra, pois o medicamento é um tratamento pontual, já a dieta é algo que tem um efeito em longo prazo. “Se você fez essa dieta durante muitos anos, com a utilização do azeite, obviamente a condição dos seus vasos está melhor do que quem tem uma típica alimentação desregrada, com muita fritura que colabora para entupir as artérias.”

Isso significa que não adianta colocar um azeitinho na salada e depois “se entupir” de coisas gordurosas. Para o estudo fazer sentido, o especialista fala que é preciso apostar em uma mudança na alimentação e no estilo de vida, e o azeite está entre os alimentos que ajuda nesse processo.

Quais as causas da disfunção erétil?

Foto: shutterstock

O especialista explica que a disfunção é quando o homem não consegue atingir uma ereção que possibilite a penetração ou o orgasmo e isso gera uma insatisfação com a vida sexual. Nesse caso, e também quando o homem apresenta ejaculação precoce ou perda de libido, é indicado que ele procure um urologista para tentar descobrir o que está acontecendo.

“Pacientes com problemas de ereção muitas vezes apresentam alterações cardíacas com obstrução das artérias coronárias que podem levar ao infarto agudo do miocárdio. Isso acontece porque ambas doenças (disfunção e coronariopatia) tem a mesma causa, obstrução das artérias por placas de gordura”, alerta Meller.

Além da questão cardíaca, há diversas outras possíveis causas para esse problema. De acordo com o urologista, considerando os pacientes com menos de 50 anos, os fatores mais comuns são causas psicológicas como estresse, insegurança, ansiedade e uso de medicamentos que afetam a libido. Já nos homens com mais de 50 anos, as causas estão ligadas a doença arterial.

Meller também fala que a hipertensão, diabetes mellitus, alto colesterol, doenças neurológicas (AVC, Parkison) são outros exemplos de doenças que levam a essa condição. Fora isso, tabagismo, sedentarismo, uso de medicamentos e cirurgias pélvicas são outras causas comuns de disfunção erétil .

IG

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silvia disse:

    E para quem tem o grelo duro?

  2. Fábio disse:

    Tô bem na fita, então. Faço exercícios desde meus 25 anos (hoje tenho 47) e consumo azeite extravirgem há bastante tempo. Não tenho do que reclamar. Só tá faltando o cupido dar uma mãozinha.

  3. Cristiano disse:

    INFORMAÇÕES ANTIGAS DO TEMPO DE VOVÓ KKKKKKKKKKKKKKKKKK TENHO 43 ANOS E DESDE OS 10 SEI DISSO BANDO DE BESTA KKKKKKKKK

  4. Tarcísio Eimar disse:

    Pronto, agora o preço do azeite vai subir

Ex-vereador tem o pênis amputado após overdose de Viagra

viagraUm fazendeiro e político do Sul da Colômbia teve o pênis amputado após overdose de Viagra. O homem de 66 anos, morador da pequena cidade de Gigante, confessou ter ingerido várias pílulas do remédio contra impotência a fim de satisfazer a namorada, relatou o jornal “La Nación”.

O abuso do medicamento deixou o colombiano, que não foi identificado, com ereção constante. Inicialmente, o ex-vereador não se incomodou com o estado do seu pênis. Mas, alguns dias depois, as dores começaram a ficar insuportáveis.

Ao chegar a um hospital de Neiva, o colombiano recebeu um duro diagnóstico: o pênis estava inflamado, fratura e com sinais de grangrena.

A amputação foi a única saída encontrada.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. breno disse:

    Isso é a falta de notícias? ta parecendo site de humor.

Conheça as verdades e mitos sobre a pílula do Viagra que completa 15 anos

viagra

Por Interino

Além de seus efeitos contra a impotência masculina, a pílula azul que se tornou febre em todo o país também se mostrou eficaz no tratamento das disfunções sexuais secundárias em mulheres que sofrem com depressão, diabetes e esclerose múltipla.

Pesquisas mostram que o Viagra pode ser promissor em duas doenças semelhantes que provocam a fraqueza muscular progressiva: distrofia muscular de Duchenne e distrofia muscular de Becker. A droga se mostrou eficaz em ratos e atualmente está sendo testado em humanos Desenvolvido para tratar hipertensão pulmonar, nos testes clínicos o Viagra não se mostrou eficaz no combate à DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). Pelo contrário, a droga agravou os sintomas da doença e qualidade de vida

Alguns atletas acreditam que o Viagra pode melhorar sua performance, mas , embora a droga aumente o fluxo do sangue, seus efeitos sobre o desempenho atlético ainda permanecem obscuros. (mais…)

Viagra começa a 'ajudar' atletas no futebol, aumentando resistência

Recentemente, em consequência das acusações feitas pela agência antidoping dos EUA (USADA) contra o ciclista norte-americano Lance Armstrong, o assunto do doping no esporte ressurgiu. Na verdade, muitos atletas profissionais estão constantemente à procura de qualquer recurso que possa proporcionar vantagens para melhoria do desempenho nas atividades esportivas.

Consequentemente, não é mais chocante ouvir falar que tais esportistas de elite, com o apoio de um grupo de técnicos e outros especialistas, fazem uso de certos medicamentos ou substâncias, para obter vantagens nas competições. No entanto, o público em geral ficaria surpreso ao descobrir exatamente quais fármacos esses atletas estariam usando para melhorar suas performances.

Assim sendo, a Agência Mundial de Antidoping (WADA), a qual possui vínculos muito próximos com pesquisadores no mundo inteiro, está sempre à procura de qualquer substância que possa ser usada como auxílio ergogênico. Uma pílula azulzinha, muito conhecida, que não tem recebido muita atenção ultimamente da mídia, vem sendo investigada pela organização durante os últimos anos.

No momento, a consideração de incluir a “azulzinha”, ou não, na lista de substâncias proibidas ainda é tema de discussão no campo da fisiologia do exercício.

O Citrato de sildenafila, popularmente conhecido como Viagra (a azulzinha), é fabricado pela gigante Pfizer. De fato, inicialmente, a substância foi desenvolvida para tratamento da angina (dor no peito). No entanto, os pesquisadores logo observaram que o fármaco não era eficiente para tratar tais sintomas, e mais tarde descobriram que a droga tinha um efeito potente sobre o tecido pulmonar e genital.

Dessa maneira, o Viagra aumenta os efeitos do óxido nítrico, uma molécula que induz a expansão (vasodilatação) dos vasos sanguíneos, e assim facilita um influxo sanguíneo maior para o órgão sexual masculino de homens que sofrem de impotência. Hoje em dia, uma grande parte dos homens que sofrem de disfunção erétil utiliza medicamentos como o Viagra para tratar desse problema.

Porém, ao longo dos últimos anos, a pílula azul tem encontrado espaço em meios esportivos profissionais onde muitos atletas nas modalidades de resistência, (maratonas, ultramaratonas, triatlons, cross-country skiing, ciclismo, etc.), acreditam que a substância possa conferir vantagens nas competições.

De fato, tais vantagens podem estar potencialmente ligadas apenas às competições que ocorrem em altitudes mais elevadas e aos esportes que exigem grandes esforços do sistema cardiovascular, como nas modalidades mencionados acima.

Assim sendo, o uso do Viagra causa a dilatação ou expansão dos vasos sanguíneos e facilita o fluxo do sangue e do oxigênio para os pulmões, o que, consequentemente, aumenta a distribuição do oxigênio aos diversos tecidos do organismo, incluindo os músculos esqueléticos.

Portanto, segundo Kevin Jacobs, respeitado fisiologista do exercício da University of Miami, o medicamento (Citrato de sildenafila) quando administrado em grandes altitudes, pode realmente aliviar os sintomas induzidos pela hipóxia (a deficiência de oxigênio em tecidos do corpo humano), que causa a redução da capacidade de atividade física.

Sabe-se que com o aumento da altitude, o teor de oxigênio no sangue diminui, porque a quantidade de moléculas disponíveis de oxigênio é menor. Além disso, em áreas ainda mais elevadas, os vasos sanguíneos dos pulmões vão se estreitando, o que impõe limitações na saturação de oxigênio. De fato, é em tais circunstâncias que o Viagra, com seus poderes vasodilatadores, possui os maiores efeitos na reversão ou mitigação de alguns desses problemas.

“Em altitudes simuladas de até 3900 metros, verificamos que o Citrato de sildenafila não obteve nenhum efeito significativo sobre a capacidade de exercício ou no desempenho de ciclistas do sexo masculino e feminino que treinam habitualmente”, salientou o Dr. Jacobs.

“No entanto, em elevações que variam de 4350 a 5800 metros, a maioria dos atletas, porém nem todos, podem realmente se beneficiar do uso terapêutico do medicamento”, completou o fisiologista.

Desse modo, é muito provável que, em grandes altitudes, certos esportistas possam também se beneficiar do uso do Viagra ao participar de esportes praticados de forma intermitente, como, por exemplo, o futebol, pois a capacidade de se recuperar rapidamente durante o decorrer de uma partida e a habilidade de participar de múltiplos e subsequentes movimentos curtos de alta intensidade é decorrente de uma capacidade aeróbica avantajada.

Assim sendo, mencionamos ao Dr. Jacobs que muitas equipes brasileiras encontram dificuldades quando elas viajam para jogar em cidades localizadas em tais circunstâncias como, por exemplo, em La Paz e em Quito.

“Se há jogadores no plantel que encontram maiores dificuldades do que outros, em decorrência de jogarem partidas em grandes altitudes, seria aconselhável encaminhá-los ao médico responsável pela equipe, que em caso de necessidade poderia optar pelo uso terapêutico do Viagra”, acrescentou o Dr. Jacobs, que completa dizendo que, “No entanto, um plano de aclimatação à altitude é sempre a melhor estratégia para qualquer atleta que irá competir em altitudes mais elevadas”.

“Porém, em elevações acima de 4350 metros, até mesmo para aqueles que já foram aclimatados, o fármaco pode potencialmente conferir benefícios fisiológicos”.

Além disso, alguns esportistas possuem condições médicas legítimas que só podem ser tratadas com medicamentos. O Viagra, por exemplo, é utilizado com frequência por atletas paralímpicos, pois indivíduos com lesões graves da coluna vertebral sofrem de um grau significativamente maior de disfunção erétil quando comparados com o resto da população. E com isso a decisão de proibir o uso de qualquer substância é complicada, pois o uso clínico de qualquer medicamento precisa sempre ser levado em consideração.

Segundo Claudio Perret, um fisiologista do exercício que já desenvolveu diversos estudos com atletas paralímpicos, a qualidade de vida desses esportistas seria afetada negativamente se o Viagra fosse colocado na lista de substâncias proibidas.

“Alguém poderia até argumentar que a decisão de colocar ou não o medicamento na lista de banidos é uma questão de ética levando-se em consideração a necessidade médica do indivíduo,” acrescentou o Dr. Perret.

Na verdade, até o momento, a organização não decidiu colocar o Viagra na lista de substâncias proibidas.

De acordo com o médico sueco Arne Ljungqvist, presidente da Comissão Médica do Comitê Olímpico Internacional (COI) e vice-presidente da Agência Mundial de Antidoping (WADA), “O Viagra não deve ser colocado na lista de substâncias banidas, já que ele está sendo utilizado para fins médicos e sociais que são mais importantes do que quaisquer vantagens que possam ser proporcionadas aos atletas com funções pulmonares reduzidas competindo em grandes altitudes”.

“Estou convicto de que, por enquanto, o Viagra não será colocado na lista de substâncias proibidas para o ano de 2013… Não seria justificável”, acrescentou o médico que completa dizendo que, “No entanto, é importante notar que a lista é atualizada anualmente e as coisas podem sempre mudar”.

Até agora, diversos esportistas ainda podem fazer o uso do Viagra, e muitos provavelmente usaram a substância nos dois últimos jogos olímpicos. Infelizmente, é muito difícil saber exatamente quantos fizeram uso do produto nas últimas olimpíadas e com qual intuito.

No entanto, se alguns desses atletas ficaram à espera de um melhor desempenho em suas modalidades desportivas ao nível do mar, eles podem ter ficado desapontados e terão que esperar até que as olimpíadas sejam realizadas em altitudes mais elevadas. Entretanto, é bem possível que muitos, mesmo sem nenhuma melhoria no desempenho desportivo, possam ter ficado bem satisfeitos na vila olímpica, na privacidade de seus quartos…

Fonte: Blog do Ricardo Guerra

Fungo que nasce sobre lagarta morta vira sensação como viagra natural

Um fungo pouco comum, classificado como o “novo Viagra da Índia”, vem chamando a atenção por seu poder afrodisíaco e já se tornou um produto valioso, capaz de impactar as economias locais da região dos Himalaias, no norte do país.

Trata-se de um tipo de fungo que tende a crescer sobre o corpo de lagartas, conhecido como kira jari ou yakasumba.

O fungo disseca sua presa e depois cresce sobre a cabeça da lagarta morta. Ele aparece sobre a superfície do solo quando a neve começa a derreter, em maio ou junho.

Na China, país vizinho à região, o kira jari já foi difundido como afrodisíaco e muitos atletas o utilizam como uma droga para melhorar seu rendimento físico.

Mas o que chama mais a atenção em torno da novidade é o impacto sobre a economia local.

Lucratividade

Nos últimos cinco anos, muitos habitantes dos vilarejos da região montanhosa dos Himalaias passaram a coletar os fungos e vendê-los a comerciantes locais, que intermediam a venda para empresários de Nova Déli.

O destino final da mercadoria tende a ser o Nepal e a China, maiores consumidores da iguaria.

Uma pequena quantia de kira jari pode render até 150 rúpias (cerca de R$ 6,00), valor considerável para a região.

Alguns chegam a coletar 40 fungos em um único dia e muitos já falam em uma verdadeira “corrida do ouro” em busca de mais Kira jari.

O fungo tem sido encarado como uma nova oportunidade pelos jovens que tradicionalmente buscam emprego em hotéis, no Exército e em indústrias de outras regiões da Índia.

Alternativa perigosa

Desde que o “boom” do fungo começou, em 2007, muitos passaram a percorrer grandes distâncias, muitas vezes em grande altitude e baixas temperaturas, em busca de mais kira jari.

Muitos regressam aos seus vilarejos doentes e sem ter conseguido achar um único exemplar do valioso fungo.

Recentemente uma pessoa chegou a morrer e outra ficou presa durante 13 dias na neve enquanto buscavam o novo “ouro dos Himalaias”.

Mas, apesar dos riscos, muitos habitantes da região têm preferido arriscar a vida em busca do “novo ouro dos Himalaias” a se aventurar em empregos que não oferecem a mesma lucratividade.

Fonte: BBC Brasil