Saúde

Epidemia de fungo negro ligada à covid-19 é registrada na Índia

FOTO: TAUSEEF MUSTAFA/AFP – 02.05.2021

Devido ao aumento de casos de mucormicose, também chamado de fungo negro, o estado do Rajastão declarou, nesta quinta-feira (20), epidemia da doença, que passa a ser de notificação obrigatória, de acordo com o jornal The Hindu. O fungo negro está afetando pacientes de covid-19. O estado de Telangana também declarou epidemia.

A mucormicose é contraída quando os esporos produzidos por bolor são inalados, de acordo com o Manual Merck de Medicina. Não é transmitida entre pessoas. A infecção causa dor, febre e tosse e pode destruir estruturas no rosto. Afeta o nariz, olhos, pulmão e cérebro. Os diabéticos e imunodeprimidos são mais vulneráveis à doença, que pode levar à morte.

Na Índia, a doença aparece em pacientes de covid-19 que receberam suporte de oxigênio por meio de cilindros.

Há mais de 100 pacientes de covid-19 com a doença no Rajastão. Segundo o jornal, eles estão isolados em uma ala do hospital público Sawai Man Singh. O tratamento está sendo feito de forma integrada e coordenada à covid-19, de acordo com declaração do secretário de saúde Akhil Arora ao The Hindu.

R7

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Saúde

Índia registra recorde de casos de covid-19

Foto: © REUTERS / Francis Mascarenhas/Direitos reservados

A segunda onda de infecções pelo novo coronavírus na Índia continua a crescer. O país registrou recorde de 115.736 casos novos nesta quarta-feira (7), com aumento de 13 vezes em dois meses, o que aumenta a pressão para o governo ampliar sua campanha de vacinação.

O governo federal indiano pede que os estados decidam restrições regionais para controlar a disseminação do vírus, mas por enquanto se recusa a impor um lockdown nacional porque o último de 2020 devastou sua economia.

O número total de casos, desde a primeira infecção registrada na Índia pouco mais de um ano atrás, está em 12,8 milhões, o que faz dela o terceiro país mais atingido do mundo, atrás dos Estados Unidos (EUA) e do Brasil.

As mortes aumentaram em 630 – a maior cifra em quatro dias – e chegaram a 166.177, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

O aumento diário de novos casos atingiu 100 mil duas vezes nesta semana. O único outro país a registrar cifras como essa são os EUA.

As infecções diárias da Índia também ultrapassam o pico da primeira onda da epidemia, observada em setembro. No início de fevereiro, o país relatou 8.635 casos, uma baixa de muitos meses.

Como a segunda onda está ganhando força, as autoridades de muitos estados – incluindo Maharashtra, o mais atingido – determinaram novas restrições regionais para conter o vírus, com variantes que se tornam mais infecciosas.

Agência Brasil, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. Vixe! Já vão aumentar as medidas de restrição na Índia? Mas todo bolsopetista negacionista sabe que medidas restritivas não funcionam talkei! Os grupos de WhatsApp dos seguidores do minto Tb andaram espalhando que na Índia os casos não aumentavam pq lá usavam cloroquina, ivermectina , … E agora? Vai dar tilt na cabeça desse povo …

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Saúde

Voo com 2 milhões de doses de vacinas decola da Índia com destino ao Brasil

Foto: CASSIANO ROSÁRIO/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O avião com as doses da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 decolou na madrugada desta segunda-feira (22) de Mumbai, na Índia, com destino ao Brasil. A chegada do voo com a remessa de dois milhões de doses do imunizante está prevista para as 6h55 de terça-feira (23), no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Uma vez em São Paulo, as vacinas seguirão para o Instituto de tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), no Rio de janeiro.

As doses foram produzidas pelo Instituto Serum, parceiro da AstraZeneca na Índia e o maior produtor mundial de vacinas. Mesmo prontas, as vacinas deverão passar primeiro por Bio-Manguinhos onde serão rotuladas antes de serem distribuídas ao Programa Nacional de Imunizações.

Além dos 2 milhões que chegam amanhã ao país, mais 8 milhões estão previstas para os próximos dois meses. Totalizando um acordo que prevê 10 milhões de doses até março.

Enquanto negocia a chegada das doses prontas, a Fiocruz trabalha na produção local das vacinas Oxford/AstraZeneca. Segundo o acordo com a farmacêutica anglo-sueca, a Fiocruz vai produzir 100,4 milhões de doses de vacinas até julho, a partir de um ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado. A primeira remessa desse insumo já chegou ao Bio-Manguinhos e o primeiro milhão de doses produzido na Fiocruz tem entrega prevista para o período de 15 a 19 de março.

De acordo com a Fiocruz, os dois primeiros lotes estarão liberados internamente nos próximos dias. Esses lotes são destinados a testes para o estabelecimento dos parâmetros de produção.

“Com esses resultados, a instituição produzirá os três lotes de validação, cuja documentação será submetida à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Esses lotes somarão cerca de 1 milhão de doses e seus resultados serão enviados à Anvisa até meados de março”, explicou a fundação.

CNN Brasil, com Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Presidente Bolsonaro e o Ministro da Saúde General Pazuello são dois grandes homens honrados, até Julho teremos mais de 50% da população brasileira vacinada. Mesmo com a torcida da esquerda contra.

    1. Tia, pra o mito e o “panzuello” imunizar 50% da população até o fim de junho, tem que ser quase 27 milhões de pessoas por mês, até agora, só foram imunizadas 5,7 milhões.
      É uma meta ambiciosa, espero que dê certo.

    2. Em dois meses só vacinaram 3%. E isso graças ao governador de São Paulo!

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Diversos

Equipes buscam 200 desaparecidos após rompimento de geleira na Índia

FOTO: INDO-TIBETAN BORDER POLICE/AFP

Socorristas indianos mantinham as buscas, nesta segunda-feira (8), por mais de 200 pessoas desaparecidas depois que parte de uma geleira remota do Himalaia se rompeu, destruindo pontes, rompendo represas e lançando uma torrente de água, pedras e entulho de construção pelo vale de uma montanha.

O desastre de domingo (7) logo abaixo do pico Nanda Devi, o segundo mais alto da Índia, varreu a pequena hidrelétrica de Rishiganga que estava em construção e danificou uma usina maior rio abaixo, sendo construída pela empresa estatal NTPC.

Até o momento, 18 corpos foram recuperados, disseram as autoridades.

A maioria dos desaparecidos é de pessoas que trabalhavam nos dois projetos, parte dos muitos que o governo vem construindo nas montanhas do Estado de Uttarakhand como parte de um esforço de desenvolvimento econômico.

“No momento, cerca de 203 pessoas estão desaparecidas”, disse o ministro-chefe do Estado, Trivendra Singh Rawat.

Mohd Farooq Azam, professor assistente de glaciologia e hidrologia do Instituto Indiano de Tecnologia em Indore, disse que uma geleira suspensa se rompeu.

“Nossa hipótese atual é que a água acumulada e presa nos detritos-neve abaixo da geleira foi liberada quando a massa de rocha da geleira caiu”, disse.

Vídeos nas redes sociais mostraram água passando por uma pequena barragem, levando equipamentos de construção e derrubando pequenas pontes.

“Tudo foi varrido, pessoas, gado e árvores”, disse Sangram Singh Rawat, ex-membro do conselho da vila de Raini, próxima do projeto Rishiganga.

Especialistas disseram que nevou forte na semana passada na área de Nanda Devi e é possível que parte da neve tenha começado a derreter e possa ter causado uma avalanche.

As equipes de resgate estavam concentradas na perfuração de um túnel de 2,5 quilômetros de comprimento no local do projeto hidrelétrico Tapovan Vishnugad, que a NTPC estava construindo 5 quilômetros rio abaixo, onde cerca de 30 trabalhadores estavam presos.

Agência Brasil, com Reuters

 

Opinião dos leitores

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Saúde

VÍDEOS EXCLUSIVOS: Avião com 2 milhões de doses de vacina da Oxford chega ao Brasil

Após uma semana de espera, os 2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Oxford/AstraZeneca chegaram ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, às 17h24 desta sexta-feira (20). A carga vinda da Índia chegou em um voo comercial da companhia aérea Emirates.

Os ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Fábio Faria (Comunicações), além do embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy, receberam o imunizante no aeroporto de Guarulhos.

Após os trâmites alfandegários, a carga segue em aeronave da empresa Azul ao aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, com pouso previsto para as 22h. A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, e Pazuello receberão as doses – que serão transportadas, com escolta da Polícia Federal, ao depósito de Bio-Manguinhos, da Fiocruz, que fará a rotulagem das ampolas.

As vacinas são produzidas pelo Instituto Serum, parceiro da AstraZeneca na Índia. A Fiocruz pagou R$ 54,9 milhões pelas doses.

A previsão da Fiocruz é de que as vacinas estejam rotuladas e prontas para distribuição em 24 horas. Segundo o Ministério da Saúde, a distribuição começará na tarde de sábado (23), por meio do PNI (Programa Nacional de Imunizações), que irá repassá-las aos estados de acordo com a proporção populacional de cada território.

Vídeos via BG.

Opinião dos leitores

  1. 2 milhões de doses, não dá para atender ao Rio Grande do Norte…Depois de tanta trapalhada perpetrada pelo "prisidente" ainda ficam comemorando? Precisamos de 400 milhões de doses. entenderam? 400 milhões…

    1. Calma é so o começo.
      Vai chegar a sua vez.
      A anvisa autorizou, ontonte.
      Kkkkkkkkkk
      Ô sofrencia.
      Aceita tá?
      Doí menos.

    2. Calma q fatão vai importar a russa pelo consórcio nordeste pra fazer o esquema, ou seja, pagar pela vacina e depois não receber

  2. No começo ia faltar vacina, depois ia faltar seringa, e agora vai faltar o quê? Bunda para aplicar? Que comece o mimimi, dos gatos gagos.

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Política

Bolsonaro diz que distribuição de vacinas compradas da Índia começa no sábado

Foto: Marcos Corrêa/Presidência/19-01-2021

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que, se o lote de vacinas que está vindo da Índia chegar nesta sexta-feira ao Brasil, a distribuição aos estados começerá no sábado. O governo brasileiro importou dois milhões de doses da vacina da Oxford/AstraZeneca produzidas na Índia.

— Pode ter certeza que a Aeronáutica está aí, pronta para servir o Brasil mais uma vez. E essa vacina amanhã mesmo, se chegar hoje à noite, amanhã mesmo começa a chegar aos seus destinos — disse Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada, em fala transmitida pela CNN Brasil.

A expectativa do governo é que o material chegue nesta sexta-feira, no final da tarde, no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Questionado sobre se conversou com o governo chinês sobre a liberação de insumos para a produção de vacinas, Bolsonaro afirmou apenas que suas conversas com chefes de Estado são “reservadas”.

— As conversas que eu tenho, durante a semana sempre converso com autoridades, ficam reservadas. Não divulgo. Isso faz parte do respeito que eu tenho com eles, e eles têm respeito para comigo também. Eu não falo com chefe de Estado e vou tagarelar junto à imprensa. Isso não existe da minha parte.

Bolsonaro afirmou que, após a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ele não tem mais “o que discutir” e tem que distribuir o imunizante:

— E nós entregamos, tão logo a Anvisa aprovou, e essa era minha oposição…Pessoal disse que eu era contra a vacina. Eu era contra a vacina sem passar pela Anvisa. Passou pela Anvisa, eu não tenho mais o que discutir. Tenho que distribuir a vacina e nós distribuímos, no prazo programado, um dia antes.

Depois, no entanto, o presidente entrou em contradição: disse que não há comprovação cientifícia da eficácia, mas depois reconheceu que a Anvisa comprovou a eficácia:

— Ela tem que ser voluntária. Afinal de contas não está nada comprovado cientificamente com essa vacina. E peço que o pessoal leia, não é bula, mas eu chamo de bula, os contratos com essas empresas para tomar pé da onde chegaram as pesquisas e porque não se concluiu ainda dizendo que uma vacina (é) perfeitamente eficaz. Pelo que tudo indica, segundo a Anvisa, ela vai ajudar aí que casos graves não ocorram no Brasil com quem for vacinado.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. E com o "poste" derrotado em um primeiro turno em São Paulo, teria algum futuro? De todos os candidatos a presidente, fora Álvaro Dias, que sem dúvida nenhuma era o mais preparado, não tinha melhor(ou menos ruim), do que Bolsonaro! Se fosse melhor "assessorado", seria presidente, direta e indiretamente, por mais uns 14 anos, seguindo o que fizeram durante mais ou menos esse período, os mandatos repletos de corrupção, dos governos pt/pmdb!

  2. O gado falando que não vai votar em “ladrões”, então arranjem outro, pois o bozo é miliciano da pior espécie.

  3. Meu Senhor e Meu DEUS, SALVE o Brasil e os Brasileiros desses escremento Negacionista. Que DEUS tenha MISERICÓRDIA de NÓS ???

  4. Chega logo 2022……
    O veio Bolsonaro e pau para dar em doido……
    O homem é bom O homem é espetacular

  5. No que depender de mim, essa pesquisa meia boca sobe.
    No dia da eleição aperto em cima do seu número, espero o Sr aparecer e confirmo.
    Não quero saber de ladrões condenados e não condenados de maneira alguma.
    Ponto final.

  6. Meu Presidente. 2022 estaremos juntos. Podem rinchar jumentos. Vai dar ele de novo. E no primeiro turno.

  7. Humilhação. Brigou, fez maior guerra pela cloroquina, verdadeiro menino buchudo, num poderia ser um Estadista? O Brasil poderia ter tido sua própria vacina, ter sido um exemplo ao mundo. Bolsonaro tem que acordar e ao menos terminar o mandado com dignidade. Se libertar dos filhos e conselheiros sem futuro que tem. O mundo não é plano.

    1. Se tem uma coisa quer Bolsonaro não fez foi tentar impor alguma coisa às pessoas.
      E foi serveramente criticado por isso.

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Saúde

Índia libera exportação de vacina para o Brasil, e doses serão enviadas nesta sexta-feira

Foto: Francis Mascarenhas/Reuters (30.nov.2020)

O governo da Índia liberou as exportações comerciais de vacinas COVID-19, com as primeiras remessas sendo enviadas para o Brasil e Marrocos na sexta-feira, disse o secretário de Relações Exteriores da Índia.

As vacinas desenvolvidas pela farmacêutica britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford estão sendo fabricadas no Serum Institute of India, o maior produtor mundial de vacinas, que recebeu pedidos de países de todo o mundo.

O governo indiano suspendeu a exportação de doses até iniciar seu próprio programa doméstico de imunização no fim de semana passado. No início desta semana, ela enviou suprimentos gratuitos para países vizinhos, incluindo Butão, Maldivas, Bangladesh e Nepal.

O ministro das Relações Exteriores, Harsh Vardhan Shringla, disse que o fornecimento comercial da vacina começaria na sexta-feira, de acordo com o compromisso do primeiro-ministro Narendra Modi de que as capacidades de produção da Índia seriam usadas por toda a humanidade para combater a pandemia.

“Seguindo essa visão, respondemos positivamente aos pedidos de fornecimento de vacinas manufaturadas indianas de países de todo o mundo, começando pelos nossos vizinhos”, disse ele, referindo-se ao fornecimento gratuito. “O fornecimento das quantidades comercialmente contratadas também começará a partir de amanhã, começando pelo Brasil e Marrocos, seguidos da África do Sul e Arábia Saudita”, acrescentou.

O Brasil, que tem o segundo maior número de mortes de COVID-19 depois dos Estados Unidos, tem instado a Índia a enviar a vacina AstraZeneca. Ela concordou em adquirir 2 milhões de doses de Serum e estava pronta para enviar um avião na semana passada para buscá-las.

Marrocos, África do Sul e Arábia Saudita também garantiram suprimentos da Serum, disseram as autoridades.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

    1. Assim são os eleitores da esquerda, NÃO SABEM SEQUER ENTENDER O QUE ESTÁ ESCRITO.
      Aí vão dar opinião e se borrão todo. Lamentácel.
      A esquerdalha é assim e não tão prosa, negam os fatos, criam narrativas e defendem suas versões como verdadeiras. Isso é a esquerda, UMA FARSA da pior qualidade, seguida por zumbis que não sabem fazer de cabeça uma conta ente duas dezenas de números. Se não souber o que é dezena, volte ao jardim de infância ou critique a matemática.

  1. Agora a pouco coloquei aqui no blog do BG.
    Tá tudo sobre controle.
    Muido da imprensa.
    Agente de cara, daqui pra frente, tem que ter sabedoria pra lhe dar com a imprensa.
    Ora, reportagem do g1 Andreia Sadi.
    É evidente, da pra perceber que é mais um esperneio da globo lixo.
    Estão desesperados, nada nesse governo é positivo aos olhos desses comilões de dinheiro público.
    Dá pra descredenciar, logo em saber quem escreveu a matéria.
    Olhem aí!!!
    Vai chegar vacina da boa.
    Em breve.
    A tendência e essa.
    O mundo todo quer vender vacinas e insumos.
    Pra quem achar que a China não quer vender ao Brasil, se engana redondamente.
    É muito dinheiro envolvido, não existe recusas, ninguém se nega bilhões de dólares, não faz mal a ninguém.

    1. Você com esse português sofrível de ser entendido quer dar aula a jornalista?
      É o rabo querendo abanar o cachorro mesmo.
      Valha-me Deus!!!

  2. Que diplomacia, tem gente muito idiota. Foram os empresários indo brasileiros que negociaram, informe se

    1. Ele faz uma vídeo conferência com o embaixador da China, que imediatamente determina que a ÍNDIA libere a exportação para o Brasil. Kkkkkkkkkk

  3. Só acredito porque é o próprio governo Indiano que está informando.
    Se fosse o miliciano, é a mesma coisa que um risco na água

    1. Relaxa que dói menos! Vai trabalhar! Você ganha de alguém pra fazer politicagem aqui no blog?
      Sei que a canhotada tá torcendo contra. Prepara choro aí. Até 2026 Você vai ter muito que inventar narrativa.

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Saúde

Cinco morrem em incêndio em prédio do Instituto Serum, fabricante de vacinas contra Covid-19 na Índia; produção não é afetada

Fotos: AFP

Um incêndio atingiu um edifício do Instituto Serum, a empresa da Índia que produz vacinas com tecnologia da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, nesta quinta-feira (21), na cidade de Pune. Pelo menos cinco pessoas morreram.

O estoque de vacinas e a indústria onde elas são feitas estão seguras, segundo o jornal “Times of India”. Atualmente, o Instituto Serum produz cerca de 50 milhões de doses da vacina por mês em outras unidades do complexo.

Cinco pessoas morreram no incêndio, segundo o “Times of India”. O prefeito da cidade de Pune, Murlidhar Mohol, disse que os mortos são provavelmente trabalhadores de construção civil que estavam no prédio.

O diretor-executivo da empresa, Adar Poonawalla, confirmou que houve mortes.

A empresa também vai começar a produzir as vacinas desenvolvidas pela empresa norte-americana Novavax.

Poonawalla afirmou que a unidade que pegou fogo produz vacinas para o rotavírus. Ele estima que a perda nessa linha de produção será de até 40% do volume de doses.

As redes de TV indianas mostram uma coluna de fumaça cinza acima da sede da empresa.

Em uma rede social, Poonawalla, o diretor-executivo, agradeceu a todos pela preocupação e pelas orações.

Os bombeiros afirmaram que ao menos cinco caminhões foram enviados para combater o fogo no prédio e que o incêndio foi controlado.

Ainda não se sabe o que causou o incêndio, mas o prefeito disse que o fogo pode ter começado com um trabalho de soldagem.

Maior produtor do mundo

O Instituto Serum é o maior fabricante de vacinas do planeta. Lá são produzidas 1,5 bilhão de doses para várias doenças, de poliomielite a caxumba. A estimativa é que seis em cada dez crianças no mundo recebam pelo menos uma vacina fabricada pela empresa indiana.

Nesta semana, a Índia começou a exportar as vacinas produzidas pelo Instituto Serum para seis países, mas não para o Brasil.

Questões diplomáticas

O Brasil espera a liberação da exportação de dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca que estão na Índia, mas as relações diplomáticas entre os dois governos enfrentam dificuldades há três meses por causa da posição assumida pelo Brasil numa reunião na Organização Mundial do Comércio (OMC).

A reunião foi em meados de outubro de 2020.

A África do Sul e a Índia apresentaram um pedido ao Conselho de Propriedade Intelectual da Organização Mundial do Comércio para suspender temporariamente os direitos de patentes de insumos e equipamentos médicos para combater a Covid-19, até que a maioria da população mundial estivesse vacinada.

O acordo de propriedade intelectual da OMC já prevê a flexibilização dos direitos de patentes em casos como esse, mas é preciso liberar um produto de cada vez em cada país, e o argumento era de que não havia tempo a perder.

Os representantes do governo brasileiro se manifestaram dizendo que “não estavam convencidos que a suspensão dos direitos de propriedade iria garantir a nós um aumento significativo de acesso aos produtos, e poderia dar um sinal errado a inovadores e até prejudicar esforços para produzir as soluções que precisamos”.

G1

 

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Saúde

Índia estuda transportar 2 milhões de doses de vacina ao Brasil ‘discretamente’

Foto: Francis Mascarenhas/Reuters

Em meio ao descompasso sobre quando os 2 milhões de doses da vacina da Covid-19 devem ser enviados ao Brasil, o governo da Índia estuda a possibilidade de transportar os imunizantes. É o que a reportagem apurou, em Mumbai, na Índia. A ideia seria evitar um eventual excesso de publicidade na negociação, razão pela qual o envio teria sido freado.

Na semana passada, foram divulgadas fotos da aeronave que buscaria as doses, com um adesivo escrito “Brasil Imunizado somos uma só nação”. Temendo represálias políticas em pleno início da Campanha Nacional de Imunização, o governo indiano postergou a ação. Se responsabilizar pelo transporte tornaria a operação mais discreta, ao sabor do que a opinião pública na Índia gostaria.

Em meio ao cenário indefinido, o presidente Jair Bolsonaro se reuniu, na terça-feira (19), com o embaixador da Índia no Brasil, Suresh K. Reddy e o ministro das relações Relações Exteriores, Ernesto Araujo. A reportagem apurou que o Brasil espera receber, nesta quarta-feira (20), uma posição do primeiro ministro Narendra Modi, sobre quando as doses da vacina da Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, devem ser entregues.

Em coletiva na segunda-feira (18), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, falou que as reuniões entre as nações têm sido diárias e que o impasse deve ser resolvido em breve, “está sinalizado nos próximas dias dessa semana o embarque da carga pra cá”.

O tom adotado pelo ministro é otimista em relação ao do laboratório que produz as vacinas na Índia, Serum Institute of India. Em entrevista ao jornal The Times Of India, na última sexta-feira (15), o diretor do instituto falou que a exportação aconteceria em cerca de duas semanas. A reportagem entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores da Índia, para confirmar a data, mas até agora não teve resposta.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. estão fazendo muito teatro com a vacina, querem se promover politicamente.
    Tdos sabemos os esforços e a necessidade da população, mais não precisa desse marketing todo.
    Aqui a gove se vestiu de bandeira do RN, fez um discurso politico com os esforços dispendidos.
    Esforço esse que é maior aos profissionais de saúde que mesmo com baixos salários e atrasados e não priorizados para o pagamento, continuam dando seu sangue e muitos deram a vida para salvar vidas.
    Ainda bem que fomos lembrados de sermos prioridade na vacinação, pois convivemos diariamente com essa batalha.
    Parabéns a todos que durante esse período, muitas vezes além das privações, fomos isolados de nossos familiares e pessoas que amamos.
    Só sabe a realidade do trabalho dos profissionais da linha de frente, aqueles que vivenciam.
    Vamos a luta, mais trabalho, mais união entre as esferas federativas e que venham mais doses de VACINA

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Saúde

Itamaraty confirma que Índia atrasará entrega de vacinas

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O cronograma de entrega dos 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford contra o coronavírus que o Ministério da Saúde afirma ter adquirido do laboratório indiano Serum Institute sofrerá atraso. A informação foi confirmada esta manhã, pelo Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty).

Segundo a pasta, o ministro Ernesto Araújo telefonou para o chanceler indiano Subrahmanyam Jaishankar no dia 14 de janeiro, data em que o site Hindustan Times publicou uma notícia informando que, segundo fontes do governo indiano não identificadas na matéria, ainda não há previsão de quando a Índia autorizará o fornecimento dos imunizantes a outros países, incluindo o Brasil.

De acordo com o Itamaraty, Jaishankar manifestou a intenção de atender ao pedido brasileiro “nos próximos dias”, mas não indicou uma data para que as doses da vacina sejam liberadas. O chanceler indiano atribuiu o atraso na liberação a “problemas logísticos” decorrentes das dificuldades de conciliar o início da campanha de vacinação no país de mais de 1,3 bilhão de habitantes ao fornecimento de imunizantes para outras nações.

Mas conforme lembrou o Hindustan Times em sua reportagem, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Índia, Anurag Srivastava, já tinha dito, esta semana, que devido ao início da vacinação nacional, neste sábado (16.jan.2021), era cedo para falar em fornecimento a outros países.

“Você deve se lembrar que o primeiro-ministro [Jaishankar] já disse que a produção e a capacidade de entrega da Índia serão usados para o benefício de toda a humanidade para combater a esta crise, mas o processo de vacinação na Índia está apenas começando. É muito cedo para dar uma resposta específica sobre a destinação para outros países enquanto estivermos analisando nossos cronogramas de produção e entrega. Tomaremos essa decisão no tempo devido”, declarou o porta-voz, segundo o site indiano.

Apesar da indefinição quanto ao fornecimento das vacinas, o Ministério da Saúde informou que a previsão de que o avião comercial adaptado para ir a Índia buscar os insumos da Serum Institute parta esta noite (15.jan.2021), de Recife (PE), está mantida.

Inicialmente o voo estava previsto para decolar na noite de ontem (14.jan.2021), às 23h, mas a viagem foi adiada. Segundo o Ministério da Saúde, por “questões logísticas internacionais”. A aeronave pertencente à empresa aérea Azul partiu ontem a tarde do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), com destino a Recife, de onde deve prosseguir viagem esta noite.

Na 5ª feira (14.jan.2021), durante uma videoconferência com prefeitos de todo o Brasil, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello condicionou o começo da vacinação contra a covid-19 no Brasil na próxima quarta-feira (20.jan.2021) à chegada dos 2 milhões de doses da vacina indiana e à aprovação, ainda no próximo domingo (17.jan.2021), dos pedidos de uso emergencial dos imunizantes apresentados pelo Instituto Butantan e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Poder 360, com Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Vai atrasar um pouco. Não precisa avião. Manda buscar de jegue. Bozo e seus ministros atrapalhados.

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Saúde

Importação de doses da vacina de Oxford produzidas na Índia está confirmada, diz Itamaraty

Foto: Reprodução/GloboNews

O Ministério das Relações Exteriores informou nesta terça-feira (5) que está confirmada a importação pelo Brasil de 2 milhões de doses da chamada vacina de Oxford produzidas na Índia.

Ainda de acordo com o Itamaraty, as doses começam a chegar ao Brasil ainda neste mês de janeiro. A importação, pela Fiocruz, foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas ainda não há autorização para aplicação na população.

“Está confirmada a importação de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford produzidas na Índia, com data provável de entrega a partir de meados do corrente mês de janeiro”, informou o ministério em resposta a questionamento da TV Globo.

O Itamaraty iniciou negociações após o instituto indiano Serum, responsável pela produção das 2 milhões de doses, informar, na segunda (4), que o governo da Índia havia proibido as exportações da vacina. (leia mais abaixo).

Mais cedo nesta terça, em novo comunicado, o Serum já havia voltado atrás e informado que a exportação da vacina seria permitida a todos os países.

Após a resposta à TV Globo, os ministérios das Relações Exteriores e da Saúde divulgaram uma nota conjunta em que afirmam que “não há qualquer tipo de proibição oficial do governo da Índia para exportação de doses de vacina contra o novo coronavírus produzidas por farmacêuticas indianas.”

A nota diz ainda que o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, se reuniu na segunda com o embaixador da Índia em Brasília para tratar da entrega das doses da vacina.

De acordo com os ministérios, “a Embaixada do Brasil em Nova Delhi, por sua vez, está em contato permanente com autoridades indianas para reforçar a importância do início da vacinação no Brasil.”

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. Peraí, Bolsonaristas agora fazem campanha pela vacina?
    Agora a palavra de ordem é: “exijo ser imunizado”?
    Não era só uma "gripezinha" que curava com Cloroquina?

    1. Claro…. A vacina só tá saindo agora. Antes ela não existia. Só vigaristas alardeiam incoerência nisso.

    2. Esquerda é cinismo e deboche.
      Sempre espalhando desinformação.
      Isso deve eatar aglomerado em algum lugar igual Felipe Neto e Doria.
      A esquerda é formada por abutres.
      Turma do Maduro…

  2. Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro.
    O homem é bom, o homem é espetacular
    #MITO 2022

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Saúde

Após dizer que Índia não permitiria exportação de vacina, fabricante agora diz que venda a outros países está permitida

Foto: John Cairns/University of Oxford

O presidente do Instituto Serum, laboratório indiano contratado para produzir 1 bilhão de doses da vacina de Oxford contra Covid-19 para países em desenvolvimento, afirmou nesta terça-feira (5) que “a exportação de vacinas está permitida para todos os países”.

Na segunda (4), o presidente do instituto havia dito que o governo indiano não iria permitir a exportação da vacina de Oxford produzida no país. O Serum é o responsável por fornecer 2 milhões de doses da vacina para o Brasil (veja detalhes mais abaixo nesta reportagem).

Em comunicado conjunto, o Serum e a Bharat Biotech – laboratório indiano que produz uma outra vacina contra a Covid-19, a Covaxin – disseram ter um compromisso de fornecer acesso global às vacinas fabricadas pelas duas empresas. Nenhum país é mencionado especificamente na nota.

Adan Poonawala, presidente do Serum, e Krishna Ella, diretor da Bharat Biotech, comunicaram a “intenção conjunta” de “desenvolver, manufaturar e fornecer as vacinas contra a Covid-19 para a Índia e globalmente”.

“Agora que duas vacinas receberam autorização de uso emergencial na Índia, o foco é na manufatura, fornecimento e distribuição”, dizem as empresas, que afirmam estar “totalmente engajadas” no processo.

“Cada uma das nossas empresas continua suas atividades de desenvolvimento de vacinas para a Covid-19 conforme planejado”, continua o texto.

Acordos com o Brasil

No domingo (3), a Fiocruz anunciou ter fechado contrato com o Serum para compra e fornecimento de 2 milhões de doses da vacina, com a chegada dos primeiros insumos de produção ainda neste mês. A Fiocruz é o fabricante brasileiro da vacina de Oxford.

No dia anterior, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia autorizado a importação das doses mesmo sem a autorização de uso emergencial ou registro sanitário da vacina. Por causa disso, a importação é considerada excepcional.

Depois de o presidente do Serum dizer que o governo indiano proibiria as exportações, entretanto, a Fiocruz afirmou que o Itamaraty estava negociando a importação das doses prontas da fabricante indiana.

Já a Bharat Biotech, laboratório que desenvolveu a Covaxin, está em negociação com clínicas privadas brasileiras para fornecimento de 5 milhões de doses. A vacina ainda não foi aprovada em nenhum outro país a não ser na própria Índia.

G1

Opinião dos leitores

  1. Pronto , acabou a alegria dos esquerdopatas , agora a comercialização voltou ao normal na fabricação efetuada na Índia.

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Saúde

Índia barra exportação de vacina e frustra planos da Fiocruz

FOTO: GARETH FULLER/PA WIRE/POOL VIA REUTERS

A Índia não permitirá a exportação das doses que produzirá da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca com a Universidade de Oxford pelos próximos meses, de acordo com declaração do CEO do Instituto Serum da Índia, Adar Poonawalla, no domingo (3). A instituição foi contratada para produzir 1 bilhão de doses do imunizante para países em desenvolvimento.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou a importação de 2 milhões de doses dessa vacina, que é a principal aposta do governo federal para a imunização contra o coronavírus. Não há, ainda, informações se — ou como — a decisão do governo indiano impactará o Brasil.

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) tenta reverter o eventual veto do governo indiano para a exportação de vacinas.

O laboratório brasileiro articula a importação dos 2 milhões de doses prontas, o que permitiria antecipar para janeiro o calendário de imunização no Brasil.

A vacina desenvolvida pela AstraZeneca e a Universidade de Oxford recebeu autorização emergencial do órgão regulador indiano no domingo, mas com a condição de que o Instituto Serum não exporte as doses para que, assim, o país consiga garantir a vacinação das populações mais vulneráveis.

Segundo Poonawalla, a determinação também impede a comercialização do imunizante no mercado privado.

“Só podemos dar [as vacinas] ao governo da Índia no momento”, disse Poonawalla, acrescentando que a decisão também foi tomada para evitar o encarecimento do imunizante.

Como resultado, de acordo com ele, a exportação de vacinas para a Covax (iniciativa da Organização Mundial de Saúde para garantir acesso equitativo aos imunizantes contra a covid-19) deve começar apenas em março ou abril.

Com as nações ricas reservando a maior parte do que será fabricado neste ano, o instituto (o maior produtor de vacinas do mundo) provavelmente será o principal produtor do imunizante para as nações em desenvolvimento.

O CEO afirmou, ainda, que o instituto está em processo para assinar um contrato com a Covax para a produção de 300 milhões a 400 milhões de doses, o que deve ocorrer nas próximas semanas. Isso vai além dos dois pedidos já existentes de 100 milhões de doses cada para a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxforod/AstraZeneca e para a Novavax.

De acordo com ele, as primeiras 100 milhões de doses foram vendidas ao governo indiano por US$ 2,74, a dose, mas que os preços devem ser elevados nos próximos contratos. A vacina será vendida no mercado privado por US$ 13,68 a dose.

A entrega do primeiro lote deve ocorrer entre 7 e 10 dias, após a conclusão do contrato com o governo indiano. Ainda segundo o CEO, a companhia planeja fornecer de 200 milhões a 300 milhões de doses à Covax até dezembro de 2021. “Nós não conseguimos vacinar a todos agora. Nós temos que priorizar”, afirmou.

O instituto também está negociando um acordo bilateral com outros países, como Bangladesh, Arábia Saudita e Marrocos.

“Para que pelos menos os Estados mais vulneráveis de nosso país ou em outras partes de outros países sejam atendidos”, disse Poonawalla, que acredita que haverá uma escassez de vacinas contra o coronavírus no próximo ano.

Reino Unido

Um britânico de 82 anos se tornou a primeira pessoa do mundo a ser vacinada com o imunizante produzido pela parceria Oxford/AstraZeneca fora da fase de testes.

A vacina começou a ser aplicada pelo governo do Reino Unido nesta segunda-feira (4). O aposentado Brian Pinker foi o primeiro a receber a dose da vacina, no Hospital Churchill, em Oxford.

O imunizante da Oxford/AstraZeneca foi aprovado no Reino Unido em 30 de dezembro, após análise de todos os dados fornecidos pelos pesquisadores.

O governo do primeiro-ministro Boris Johnson garantiu 100 milhões de doses da vacina, que podem ser armazenadas em temperaturas de geladeira entre dois e oito graus tornando-a mais fácil de distribuir do que a injeção da Pfizer/BioNTech. (Com agências internacionais).

Estadão

Opinião dos leitores

  1. A parte contratada pelo governo federal será enviada, vamos aguardar para ver o restante. E esta não é a única vacina no mundo.
    Mas quem estiver com pressa poderá tomar a coronavac que o calça apertada começará a aplicar a partir do dia 23/01.

  2. Que comentário pobre desse Brasil… o pt está morto e esses fanáticos ainda justificando os atos de Bolsonaro dessa forma… lavar dinheiro com imóveis, palestras e lojas de chocolates dá no mesmo para quem gosta de honestidade! Comparar o Japão que teve 3mil mortos e tem população e líderes educados diferente de você e do seu amado presidente! Estamos caminhando para ser o país de maior mortalidade! Se Deus quiser teremos uma opção melhor em 2022, depois de sucessivas asneiras, o brasileiro trabalhador, honesto e até conservador merece sim um presidente melhor.

  3. E tem gente vibrando pela notícia…. dejetos humanos, o retorno é lei divina.
    Depois tão em cima duma cama, dependendo dos outros para tudo é não sabem o motivo.

  4. Hora, é lógico aque a Índia nao comprou a vacina de Oxford pra revender, antes de ae atender sua população, né?

  5. Quando o produto é escasso, quem teria q ter corrido seria o comprador, a Besta- fera disse que quem quer vender que procure o Brasil, pronto, ficamos a ver navios, Alexandre Garcia deveria dizer….é uma vergonha, mas nem ele nem o gado dirão. Temos a capacidade de produzir a vacina e vamos ficar sem nada?

  6. O Brasil tá é lascado não tem data pra vacinar
    Tonho atordoado recomenda ozônio tomar
    Tem vacina no Japão no Chile e na Argentina
    O Brasil por enquanto somente CLORIQUINA
    Gadolândia ouriçada quer culpar o Petê
    Já foi explicado e desenhado
    Que isso não tem nada haver
    O presidente atual
    é Contra a ciência
    Para devemos esperar a vacina com calma e paciência
    O problema está muito sério
    Já foram quase 20O mil
    Por favor TONHO DA LUA !
    TENHA PENS DO BRASIL .

    1. Imbecil , não chora , seu ladrao preferido Lula, aquele que fez o maior roubo da história da humanidade, preferiu construir estádios ao contrário de hospitais, o JAPÃO um dos países mais MODERNO DO MUNDO , só irá começar a vacinar em MARÇO, IMBECIL , vá para o paraíso Venezuela ou Cuba, lá é MARAVILHOSO

    2. Brasil ?? varonil , vc senhoria é muito agressivo . Já me chamou de vagabundo e agora de imbecil . Calma rapaz eu sou trabalhador e honesto e cidadão de bem estou arrasado com seu comentário . No mais peço que relaxe e medite . É assim : inspire mummmmm expire mummmmm , vai acalmar, pode acreditar .

    3. Meu Amigo o Brasil ficou nervosinho, porém respirando e murgindo mito, mito, muuuuu, deve melhorar..
      Kkkk

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Saúde

Índia tem mais de 300 pessoas hospitalizadas com doença desconhecida; convulsões, perda de consciência e náuseas

Uma doença ainda não identificada levou centenas de pessoas a serem hospitalizadas na cidade indiana de Eluru, durante o fim de semana, com uma morte registrada. Nenhum dos pacientes internados desde sábado (5) estava infectado pelo novo coronavírus.

Mais de 300 pessoas foram hospitalizadas no fim de semana por causas desconhecidas, mas com sintomas comuns, segundo anunciaram as autoridades indianas nesta segunda-feira (7). Os pacientes apresentavam sintomas como convulsões, perda de consciência e náuseas.

Pelo menos um dos doentes hospitalizados morreu, após uma parada cardiorrespiratória, e as autoridades investigam a doença desconhecida que afetou a população de Eluru, no estado de Andhra Pradesh.

“As pessoas que adoeceram, especialmente as crianças, começaram a vomitar de repente, depois de se queixarem de ardor nos olhos. Algumas delas desmaiaram ou tiveram convulsões”, disse um médico do Hospital do Governo de Eluru ao jornal The Indian Express, citado pela BBC.

O surgimento da enfermidade ocorre ao mesmo tempo em que a Índia continua a combater a pandemia de covid-19, sendo o segundo país com maior número de infeções em todo o mundo, e o estado de Andhra Pradesh um dos mais afetados. No entanto, a covid-19 não foi a causa das hospitalizações em massa dos últimos dias.

O número de pacientes começou com 55 à meia-noite de sábado e subiu para 170 na manhã de domingo. No fim do dia de domingo, as hospitalizações já tinham subido para 270 e à meia-noite para 315. Segundo as autoridades, pelo menos mais 50 pessoas estão internadas em hospitais privados, devido à mesma doença.

Cerca de 180 pacientes já tiveram alta hospitalar, mantendo-se o restante internado, com situação considerada estável.

“Todos os pacientes tiveram resultados negativos à covid-19”, afirmou à imprensa Dolla Joshi Roy, autoridade responsável do distrito West Godavari de Eluru. “A taxa de recuperação é boa e não há necessidade de pânico”, acrescentou.

De acordo com nota divulgada pelas autoridades de saúde do estado de Andhra Pradesh, as análises no sangue não apresentaram qualquer infecção viral, como dengue ou chikungunya, ambas causadas por picada de mosquito. Foram ainda recolhidas amostras de água de mais de 57 mil casas, uma vez que foi detectada uma origem comum de abastecimento de todos os pacientes.

“A causa é desconhecida, mas ainda estamos realizando todos os tipos de testes, incluindo a alimentos e ao leite”, disse Roy.

Especialistas do Instituto de Ciências Médicas da Índia e um neurologista de outro estado também se deslocaram a Eluru para fazer mais testes neurotóxicos e aguardam os resultados.

O chefe de governo de Andhra Pradesh, YS Jaganmohan Reddy, pediu um inquérito para investigar o aparecimento do surto e visitou os pacientes.

RTP

Opinião dos leitores

    1. Infelizmente o ano acabar não significa que as desgraças irão magicamente desaparecer 🙁

  1. Pronto, agora vão dizer que é culpa da china. Agradeçam a Deus pela china todo dia!! Na sua mão está um produto chinês.

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Diversos

CONFLITO E TENSÃO: Índia confirma que 76 soldados foram feridos em conflito com China

Foto: Danish Ismail / Reuters

O Exército da Índia confirmou, nesta sexta-feira (19), que 76 soldados ficaram feridos na segunda-feira passada, durante o pior conflito na fronteira com a China em 45 anos, no qual morreram 20 integrantes das Forças Armadas indianas e que aumentou a tensão entre os países.

Nenhum dos 76 soldados feridos “está em estado crítico no momento, todos estão estáveis”, afirmaram à Agência Efe fontes do Exército indiano. Segundo os informantes, 18 soldados permanecem em um hospital em Leh, perto do local do incidente na fronteira ocidental no Himalaia entre China e Índia, e 58 em outros centros.

O grupo de soldados internados em Leh “ficará de baixa por 15 dias”, enquanto o resto “deve voltar ao trabalho em uma semana”.

Todos ficaram feridos durante o “grave confronto” com militares chineses na noite de segunda-feira no vale de Galwan, no Himalaia ocidental.

China não confirma mortos ou feridos

O incidente ocorreu durante uma desescalada militar combinada por ambos os países em 6 de junho, após outro conflito no início de maio, que não deixou vítimas, na linha divisória entre a China e o estado indiano de Sikkim, no norte.

Embora o governo da Índia tenha afirmado que as forças chinesas também tiveram baixas, Pequim ainda não confirmou a informação. O caso elevou a tensão entre os países, que se reuniram nesta semana para tentar atenuar o conflito, apesar das acusaçoes mútuas sobre a responsabilidade pelo incidente.

O governo indiano acusou o vizinho de romper “unilateralmente o status quo” da fronteira, enquanto a China disse que os soldados da Índia entraram de forma ilegal no território e “provocaram e atacaram” militares.

R7, com EFE

Opinião dos leitores

  1. Há imagens de satélite circulando no Twitter que mostra que a China invadiu uma parte do território da, Índia e construiu dois postos de verificação. O conflito aconteceu porque os hindus derrubaram esses pontos que estavam em seu território.

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Diversos

Macacos atacam laboratório, roubam sangue infectado com Covid-19 na Índia e criam temor de maior disseminação do vírus em áreas residenciais

Foto: PvanDijk/ Pixabay

Um grupo de macacos atacou um laboratório médico na Índia e levou amostras de sangue de pacientes que foram diagnosticados com novo coronavírus, disseram autoridades nesta sexta-feira (29).

O ataque ocorreu nesta semana, quando um técnico de laboratório andava no campus de uma faculdade de medicina estatal em Meerut, 460 quilômetros ao norte de Lucknow, capital do estado de Uttar Pradesh.

“Os macacos pegaram e fugiram com as amostras de sangue de quatro pacientes com Covid-19, que estão em tratamento… tivemos que colher as amostras de sangue novamente”, disse o médico S. K. Garg, um dos responsáveis pela faculdade.

As autoridades locais afirmaram não saber se os macacos haviam derramado as amostras, mas as pessoas que moram perto do campus disseram temer uma maior disseminação do vírus caso os macacos tenham levado o material orgânico para áreas residenciais.

Garg disse que não está claro se os macacos podem contrair o novo coronavírus caso entrem em contato com o sangue infectado. “Não foram encontradas evidências de que os macacos possam contrair a infecção”, disse o médico à agência Reuters.

Acredita-se que o novo coronavírus tenha passado para humanos a partir de animais infectados em um mercado de animais silvestres na cidade chinesa de Wuhan no final do ano passado.

Nos últimos tempos, cada vez mais os macacos estão se deslocando para ambientes humanos na Índia, causando distúrbios e até mesmo atacando pessoas. Ambientalistas dizem que a destruição do habitat natural é a principal razão pela qual os animais se mudam para as áreas urbanas em busca de comida.

De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, a Índia tem mais de 167 mil casos de Covid-19 e, ao menos, 4.797 mortes causadas pela doença.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Nossa, o mesmo problema que nós temos com animais! A diferença é que o nosso problema é com bovinos…

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