Diversos

Taxa de desemprego cai para 11,7% em outrubro, diz IBGE

A taxa de desocupação fechou o trimestre móvel no mês de outubro em 11,7%, caindo 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (maio/julho), quando a taxa foi 12,3% – confirmando que o desemprego continua em queda no país.

Ainda assim, o país fechou o trimestre móvel encerrado em outubro com uma população de 12,4 milhões de pessoas desempregadas, número que, no entanto, registra 4% inferior ao do trimestre encerrado em julho – menos 517 mil pessoas sem emprego.

As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da pesquisa nacional por amostra de domicílio – Pnad Contínua. Em relação ao mesmo trimestre móvel de igual período do ano passado, quando a taxa de desemprego estava em 12,2%, com queda de -0,5 ponto percentual.

Os dados do IBGE indicam que a população ocupada no final de outubro chegava a 92,9 milhões, um aumento de 1,4% (mais 1,2 milhão de pessoas) em relação ao trimestre de maio a julho deste ano; e mais 1,5% (1,4 milhão de pessoas) na comparação com o trimestre de agosto a outubro de 2017.

Segundo a pesquisa, as 12,4 milhões de pessoas que integravam a população desocupada no trimestre móvel encerrado em outubro representava uma queda de 4,0% (menos 517 mil pessoas) frente ao trimestre de maio a julho de 2018. No confronto com igual trimestre de 2017, houve redução de -3,1% (menos 389 mil pessoas).

Agência Brasil

 

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Diversos

URGENTE E NECESSÁRIO: Prefeitura do Natal assina contrato de poda e supressão de árvores nas vias públicas, parques, praças e demais áreas verdes do município

A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), assinou nesta quarta-feira (28), o contrato com a empresa que irá prestar os serviços de poda e supressão de árvores nas vias públicas, parques, praças e demais áreas verdes do município.

O contrato foi assinado pelo titular da Semsur, Jonny Costa, na sede da secretaria, em Cidade Alta. A escolha da empresa se deu por meio de processo licitatório e a previsão é de que ela comece a operar na cidade em até 30 dias.

O manejo arbóreo da cidade do Natal será realizado pela Engemaia & Cia Ltda, ao valor global de R$ 3.664.854,90. Dentro deste montante estão incluídos os serviços de poda, supressão vegetal, tratamento fitossanitário, compostagem para aproveitamento do material orgânico, limpeza de coqueiros e ultrassonografia. O prazo de vigência do contrato é de um ano, podendo ser prorrogado.

O novo sistema de poda da cidade do Natal terá como base a preservação e o cuidado no manejo arbóreo. De acordo com o secretário Jonny Costa, o município firmou uma parceria com uma empresa referência nos serviços continuados de engenharia agronômica, ao mesmo tempo que se consolida como uma cidade preocupada com as questões ambientais.

“Natal terá um salto de qualidade. O novo processo irá garantir a excelência e inserir a cidade no contexto das capitais brasileiras que estão preocupadas com o manejo da poda”, destacou.

Uma vez celebrado o contrato, a empresa começará a operar em até 30 dias. A Semsur, através do Departamento de Paisagismo, elaborou um plano de trabalho para atender as solicitações reprimidas e futuras. A princípio, os serviços serão realizados atendendo prioritariamente as demandas da Defesa Civil, além dos corredores urbanos.

Opinião dos leitores

  1. Tem que fazer a poda de uma árvore em frente ao IFRN no canteiro central da salgado filho, está prestes a cair um enorme galho

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Política

PSOL avalia expulsar professor Carlos Alberto

Um pedido de análise de expulsão do professor Carlos Alberto Medeiros, que foi candidato ao Governo do Estado pelo PSOL, foi encaminhado diretório do partido no Rio Grande do Norte para a Comissão de Ética da legenda.

Carlos Alberto integra a comissão de transição da governadora eleita, Fátima Bezerra (PT). Para o PSOL, o partido foi procurado pelo PT para fazer parte do governo e discutir propostas de gestão. Contudo, alega que decidiu não participar da transição, nem aceitar cargos.

Uma corrente no PSOL entende que Carlos Alberto deve pedir desfiliação se não quiser aceitar as condições da sigla. O professor, até o momento, afirma que não pedirá desfiliação.

Opinião dos leitores

  1. Como um Sr. que foi candidato a governador do estado , dizendo-se oposição , alia-se ao PT e faz parte do "staff" da governadora eleita, que ele mesmo combateu durante a campanha? Esse PSOL nunca enganou…….pelo menos o daqui do estado está sendo coerente , diferente do seu ex-candidato.

  2. O PSOL de Natal não participou das lutas contra o golpe!! Diferente do PSOL nacional, o de Natal sempre teve uma posição tacanha, sectária e antidemocrática. Parece a quinta coluna …

    1. Que golpe? Se for a derrocada de Dilma, recomendo você aumentar a dose diária de Diazepam.

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Diversos

IBGE: RN tem a 9ª maior expectativa de vida entre os estados e a maior do Norte-Nordeste

Em 2017 a Esperança de Vida ao Nascer no Rio Grande do Norte era de 76 anos. Igual à esperança de vida do brasileiro. O RN tem a 9ª maior expectativa de vida entre os estados e a maior do Norte-Nordeste. Dado pelo IBGE na manhã desta quinta-feira(29).

Em análise do economista Aldemir Freire, no microblog Twitter, aos 60 anos, a expectativa de um potiguar do sexo masculino é de viver mais 22,4 anos, ou seja, até os 82,4 anos. Para uma mulher essa expectativa é de viver até os 84,3 anos.

Ainda segundo a análise, no RN a esperança de vida ao nascer de um homem em 2017 foi de 71,6 anos. Para as mulheres a expectativa chegou a 80 anos (a 8ª mais elevada do país).

Opinião dos leitores

  1. Se o potiguar sofrido fosse um povo morredor, a esta altura já não teríamos nenhum barnabé sobrevivente para contar sua história.
    Aqui se sobrevive a todo tipo de "estiagem" prolongada, sobretudo à seca de lideranças e ideias.
    Aqui vive-se soterrado por problemas recorrentes, como a corrosão ética na política, a inoperância dos partidos, a corrupção endêmica e sistêmica e a tibieza moral das elites dirigentes e do próprio povo, já acostumado a viver sem rumo nem prumo, ao deus-dará.
    Entra governo e sai governo e o cenário é sempre o mesmo: no próximo ano Fulano de Tal paga o nosso décimo-terceiro e coloca o salário em dia…
    Pelo menos de uma coisa não se pode duvidar: o barnabé potiguar é reencarnacionista. Morre no apagar de luzes de um governo e reencarna no limiar do governo seguinte.
    Parece até carma de quem consome cabeça de camarão.

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Judiciário

Carlos Eduardo e Fátima são condenados por despejo de santinhos

O Ministério Público Eleitoral obteve a condenação dos dois candidatos ao Governo do Estado do Rio Grande do Norte que participaram do segundo turno das eleições. Carlos Eduardo (PDT) e Fátima Bezerra (PT) foram responsabilizados pelo TRE/RN por despejar santinhos nas proximidades dos locais de votação, no dia 28 de outubro. As decisões judiciais dizem respeito a três representações formuladas pelo MP Eleitoral contra esse tipo de irregularidade.

Duas das representações se referem a Carlos Eduardo Alves e indicam o despejo de santinhos na frente das escolas municipais Osmundo Farias e Desembargador Silvino Bezerra Neto, em Parnamirim; bem como na cidade de Santo Antônio, onde a ilegalidade se repetiu em frente às escolas estaduais Dr. Manoel Dantas, Hélio Barbosa e Filomena de Azevedo; além da Creche Professora Ana Rosa de Araújo e do Caic.

A terceira e última representação, contra a então candidata Fátima Bezerra, demonstrou que houve o despejo de “santinhos” na rua e na calçada em frente à Escola Municipal Gilson Firmino da Silva, localizada em Currais Novos. Os dois candidatos foram condenados ao pagamento de multas, porém ainda podem recorrer da decisão.

O “Voo da Madrugada”, como é chamada essa prática, desrespeita a Lei 9.504/97 (Lei das Eleições), a Resolução nº 23.551/2017 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Recomendação nº 09/2018 da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE/RN). Essa recomendação reforçou a todas as legendas que a distribuição do material de campanha é de inteira responsabilidade dos candidatos, partidos ou coligações, e alertou para a necessidade de evitar o despejo desses impressos.

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Polícia

Entenda a prisão de Pezão em nova operação contra corrupção no governo do Rio

Três semanas depois de prenderem dez deputados estaduais acusados de corrupção , agentes da Polícia Federal e procuradores da República voltaram às ruas na manhã desta quinta-feira para cumprir ao menos nove mandados de prisão, cujo principal alvo é o governador Luiz Fernando Pezão , acusado de receber propina milionária. A ordem para esta nova fase da Lava-Jato foi dada pelo ministro e relator do caso Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também relatou a Operação Quinto do Ouro, que prendeu cinco conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em março do ano passado. O pedido de prisão foi feito pela PF do Rio, com aval da Procuradoria Geral da República (PGR), a um mês do sucessor de Sérgio Cabral terminar o mandato. Calmo, Pezão pediu para tormar café da manhã antes de ser preso.

Os carros da PF deixaram o Palácio Laranjeiras, onde fica a residência oficial do governador, às 7h35m, com Pezão, em direção à sede do órgão, no Zona Portuária da cidade. O governador preso estava sentado no banco traseiro do terceiro carro do comboio, uma Pajero preta. Pezão não estava algemado. Ele chegou ao local às 7h50m e foi recebido por gritos de “Pega ladrão” .

Entre os outros alvos de prisão da ação, denominada Boca de Lobo, estão o secretário de Obras do Rio, José Iran, e operadores financeiros ligados ao governador. O ex-secretário de Obras Hudson Braga também é alvo de um dos 30 mandados de busca e apreensão expedidos pelo STJ.

Além de Pezão e Iran, há mandados de prisão contra o secretário de Governo, Affonso Henriques Monnerat Alves Da Cruz, já preso na operação Furna da Onça, Luiz Carlos Vidal Barroso (servidor da secretaria da Casa Civil e Desenvolvimento Econômico), Marcelo Santos Amorim (sobrinho do governador Pezão), Cláudio Fernandes Vidal e Luiz Alberto Gomes Gonçalves (sócios da J.R.O Pavimentação), Luis Fernando Craveiro De Amorim e César Augusto Craveiro De Amorim (sócios da High Control Luis).

Há também agentes no Palácio Guanabara. No apartamento do Pezão, no Leblon, a equipe da PF não achou ninguém. Uma equipe também foi à casa da mãe do governador, também no Leblon.

Mesada e bônus revelado pelo GLOBO

Pezão é investigado no STJ, que tem a competência para atuar em crimes envolvendo governadores, por envolvimento na “propinolândia” comandada no estado pelo ex-governador. A operação tem como base a delação do economista Carlos Emanuel Carvalho Miranda, ex-operador de Cabral e delator premiado.

Em sua colaboração à Justiça, Miranda acusa o atual chefe do Executivo de receber do esquema uma mesada de R$ 150 mil de 2007 a 2014. O delator acrescentou que a propina a Pezão, na época vice-governador, incluía décimo terceiro salário e dois bônus, cada qual no valor de R$ 1 milhão, conforme o jornal O GLOBO revelou com exclusividade em 27 de abril deste ano .

Além de Miranda, Pezão ainda foi citado por outros dois delatores que firmaram acordo de colaboração premiada com o STJ: o doleiro Álvaro José Novis e o ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) Jonas Lopes de Carvalho Filho .

A remissão do anexo 21 da delação de Miranda foi enviado ao STJ pelo STF por se tratar de autoridades políticas, com foro naquele tribunal. No caso de Pezão, após consulta à PGR, o conteúdo seguiu para o gabinete do ministro Felix Fischer. O mesmo ministro também recebeu outros dois anexos da delação de Miranda.

Placas solares

O esquema de pagamento a Pezão, sustenta o delator, incluiu em 2013 dois prêmios cada um no valor de R$ 1 milhão, que eram pagos a membros da organização criminosa em algumas oportunidades. O primeiro bônus, segundo ele, foi repassado em quatro parcelas no escritório do lobista Paulo Fernando de Magalhães Pinto, em Ipanema. Magalhães chegou a ser preso com Cabral, mas hoje vive sob regime de prisão domiciliar. O dinheiro foi providenciado por Chebar, que enviou o assessor Vivaldo Filho. Já o segundo prêmio, ele detalha em outro anexo da delação, referente a Construtora JRO.

Outra revelação de Miranda envolve Pezão com os empreiteiros responsáveis pela instalação de placas de energia solar nos postes ao longo dos 72 quilômetros do Arco Metropolitano, que custaram ao governo do estado R$ 96,7 milhões, mais de R$ 22 mil por unidade. Ele disse que recebeu ordem Cabral para pagar R$ 300 mil à empresa High End, especializada em painéis solares, como remuneração por serviços prestados na casa de Pezão em Piraí.

Para efetuar o pagamento, acionou o doleiro Renato Chebar, outro colaborador da Operação Calicute. O dinheiro foi entregue por uma pessoa designada por Chebar nas mãos de Luiz Fernando Amorim, dono da empresa. De acordo com a delação, Luiz Fernando é irmão de César Amorim, empresário que instalou os painéis solares na obra do Arco Metropolitano.

O Globo

 

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Judiciário

TJRN ressalta que constatação de embriaguez não precisa necessariamente de teste de aferição

Os desembargadores da Câmara Criminal destacaram, mais uma vez, que a constatação do crime de embriaguez ao volante não precisa, necessariamente, ser realizada mediante teste para aferição da concentração de álcool (por litro de sangue ou por litro de ar alveolar) do condutor, passando a ser possível verificar a alteração da capacidade psicomotora, mas, através de prova testemunhal, da maneira como ocorre no presente caderno processual.

A decisão se relaciona aos Embargos de Declaração em Apelação Criminal nº 2017.019002-6/0001.00, movida pela defesa de um homem, acusado de embriaguez ao volante, previsto no artigo 387 do Código de Processo Penal e condenado nas penas do artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro.

Segundo a denúncia do Ministério Público, no dia 30 de março de 2017, por volta das 03h05 da madrugada, na Avenida Engenheiro Roberto Freire, bairro Capim Macio, o denunciado foi preso em flagrante por conduzir veículo automotor com a capacidade psicomotora alterada em razão do suposto uso de bebida alcoólica.

Ainda de acordo com a denúncia, embora tenha recusado se submeter ao teste do etilômetro, lavrou-se o termo de constatação de embriaguez, no qual restaram constatados sinais visíveis de embriaguez, tais como desordem nas vestes, odor de álcool no hálito, “comportamento agressivo, arrogante, exaltado, irônico e falante”.

A denúncia faz parte de casos ressaltados pela Câmara Criminal e alertados pelos desembargadores, os quais, em todas as sessões do órgão, advertem sobre o perigo de combinar o uso de bebidas ou substâncias psicotrópicas e direção de veículo automotor. A cada sessão uma média de três demandas são apreciadas pelos desembargadores, que alertam para o risco que alguns motoristas insistem em manter nas vias do Estado e do país.

A decisão ainda destaca que, diante da atual redação dada pela Lei 12.760/2012, as condutas previstas podem ser constatadas se o condutor apresentar concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar; ou apresente sinais que indiquem, na forma disciplinada pelo Contran, alteração da capacidade psicomotora.

 

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Economia

Petrobras informa redução no preço médio do diesel

A Petrobras informa que o preço médio do diesel praticado pela companhia em suas refinarias e terminais passará a ser de R$ 1,7984 por litro, no período de 29/11/2018 a 15/12/2018, uma redução de 15,3%, em decorrência da aplicação da metodologia estabelecida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) na Resolução nº 743/2018.

O valor reflete a média aritmética dos preços de diesel rodoviário, sem tributos, praticados pela Petrobras em suas refinarias e terminais no território brasileiro. Este novo período do Programa de Subvenção continua a prever o ajuste nos preços médios regionais (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte sem Tocantins e Nordeste com Tocantins).

A companhia continuará a análise econômica do programa de subvenção para o período subsequente.

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Esporte

Neymar bate recorde e é o maior goleador brasileiro da Champions

O Paris Saint-Germain, da França, entrou em campo nesta quarta-feira (28) pressionado pela possibilidade de ser eliminado da Liga dos Campeões de maneira precoce. Contudo, a vitória em casa por 2 a 1 sobre o Liverpool fez a equipe respirar aliviada.

Com o tento de Neymar, o camisa 10 do PSG chegou aos 31 gols e se tornou isolado o maior goleador brasileiro da história do torneio. Ele dividia a marca com Kaká, que tem 30. O terceiro da lista é Rivaldo, com 27.

A vitória deixou o PSG com 8 pontos, na segunda posição do Grupo C, atrás apenas do italiano Napoli, que venceu o Estrela Vermelha por 3 a 1 e está com 9. Os parisienses agora precisam apenas de um empate contra os sérvios, na última rodada, para garantir a vaga nas oitavas de final do torneio.

O clube até poderia ser alcançado pelo Liverpool, porém levaria vantagem nos critérios de desempate, já que fez mais gols fora de casa no confronto direto (o jogo de ida, em Anfield, terminou 3 a 2 para os ingleses).

Quem está sob ameaça, agora, é justamente o Liverpool, finalistas na última edição da Liga dos Campeões. A derrota fez o time do técnico Jürgen Klopp estacionar nos seis pontos.

Na última rodada da fase de grupos, os ingleses recebem o Napoli. Para se classificar sem depender de outros resultados, o time precisa vencer a equipe italiana por 1 a 0. Se sofrer gols, precisa abrir dois gols de vantagem sobre os rivais. Os italianos avançam com um empate.

Na primeira rodada da fase de grupos, na Itália o Napoli venceu o Liverpool por 1 a 0.

Com informações da Folhapress.

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Esporte

E AGORA? TCU diz que patrocínio estatal e de bancos públicos são irregulares e complica clubes e esporte brasileiro

Mais de duas dezenas de clubes da elite do futebol brasileiro podem ter que dar adeus ao patrocínio da Caixa Econômica Federal, presente na maioria das camisas das Séries A e B. Em acórdão nesta quarta-feira (28), o TCU (Tribunal de Contas da União) definiu que é “irregular a prorrogação de contratos de patrocínio” de empresas estatais, uma vez que os mesmos “não se constituem em serviço de natureza contínua”.

Todos os contratos entre Caixa e clubes vencem entre dezembro e abril próximos. Também devem ser afetados contratos com confederações como as de vôlei, desportos aquáticos e atletismo, patrocinadas há décadas pelas mesmas estatais.

O acórdão 2770, que teve como relator o ministro Vital do Rêgo, é derivado de um processo aberto pelo TCU em 2016 e que promoveu auditorias em contratos de patrocínios de diversas empresas estatais, entre elas o Banco do Brasil, a Petrobras e o BNDES, além da Caixa, que são alguns dos mais importantes patrocinadores do esporte brasileiro.

Grêmio entende que chegou ao limite e descarta leilão por Renato

Desde 2014 os contratos de patrocínios das estatais são regulados por uma instrução normativa da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República). Ali aparece escrito que “para a prestação de contas do patrocínio, o patrocinador exigirá do patrocinado, exclusivamente, a comprovação da realização da iniciativa patrocinada e das contrapartidas previstas no contrato”. O documento cita, como contrapartidas, basicamente a exposição das marcas.

Pelo atual modelo, o contrato de patrocínio da Caixa, um banco estatal, com os clubes, se assemelha àqueles comuns no setor privado. A Caixa faz o aporte financeiro e, em troca, o clube patrocinado entrega, como contrapartida, visibilidade para a Caixa. Não há exigência de comprovação de como o dinheiro foi gasto.

Apesar da recomendação da unidade técnica, que sugeria inclusive um teto de salários que poderiam ser pagos com os recursos do patrocínio, em seu voto, o relator Vital do Rêgo negou a exigência de prestação de contas com comprovantes de despesas nos moldes dos patrocínios incentivados -algumas estatais, como os Correios, exigem esses comprovantes.

Ainda assim, outras recomendações da área técnica constam no acórdão. Nele, os ministros do TCU determinam que a Secom oriente as estatais “que é irregular a prorrogação de contratos de patrocínio”, e que promova alterações na instrução normativa para “apresentar maior detalhamento dos elementos mínimos que devem compor o planejamento de ações de patrocínio” e para “apresentar maior detalhamento dos elementos mínimos que devem compor a motivação adequada dos patrocínios”.

O TCU também determinou que a Secom altere a instrução normativa para que a mesma contenha “formas possíveis de precificação e avaliação de retorno de ações de patrocínio” e que implemente a obrigatoriedade de transparência das ações de patrocínio, com disposição de informações no site das estatais, incluindo, em especial, a motivação para a seleção do patrocinado. O ministro Vital do Rêgo, porém, não acompanhou a unidade técnica no sentido de exigir que a instrução normativa seja alterada em até 180 dias. Assim, o TCU não colocou prazos.

Desde que a Caixa começou a patrocinar clubes de futebol de forma maciça, em 2013, uma das principais críticas que a estatal recebe é por não apontar claramente os motivos que a fazem patrocinar determinados clubes, em detrimentos de outros do mesmo torneio, pagando valores expressivamente diferentes entre eles. Bahia e Vitória, por exemplo, têm contrato de R$ 6 milhões, ante R$ 4 milhões para o Ceará. Cruzeiro e Atlético-MG (R$ 13 milhões) ganham mais que Santos e Botafogo (R$ 10 milhões). A Caixa costuma alegar que essas decisões são estratégicas comerciais e que, por isso, não são públicas.

Além das “determinações”, no acórdão desta quarta o TCU faz “recomendações” à Secom. Entre elas está que a secretaria “avalie formas possíveis de avaliação de retorno das ações de patrocínio, capazes de demonstrar o vínculo entre a ação de patrocínio e os respectivos objetivos de comunicação e de negócio pré-definidos”.

Com informações da Folhapress e Notícias ao Minuto

 

Opinião dos leitores

  1. É no mínimo surreal que uma empresa como a Petrobrás, um monopólio estatal, gaste um centavo sequer com publicidade para promover sua imagem corporativa. Mas tudo é normal – desde que bancado com dinheiro público – nesta República Surrealista dos Trópicos.

  2. Concordo totalmente!! É dinheiro dos correntistas jogado fora!!! Não vejo nenhum retorno nesses patrocínios!!

  3. Concordo plenamente, não é mais admissível um banco público ou qualquer instituição pública bancar os altíssimos salários que os clubes brasileiros pagam aos seus principais jogadores. Salários acima de R$ 200.000,00 é totalmente fora da realidade brasileira, quando a grande maioria do povo, ganha mísero salário mínimo e mais de 14 milhões sequer emprego possui.

  4. Tá certo, o futebol é o mais privilegiado de todos os esportes, são investidos vultosas somas na construção, pra nada, se investissem, 1/10 em outros esportes, o retorno seria bem maior. Principalmente com esses timecos desse estado.

    1. Exato. Quer investir, invista em esporte de forma geral e não específico.

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Política

Malafaia critica Bolsonaro por deixar Magno Malta fora do ministério

Presidnete eleito, Jair Bolsonaro (PSL), ao participar de culto com o pastor Silas Malafia Foto: Reprodução/Youtube

A escolha do deputado Osmar Terra (MDB-RS) para oMinistério da Cidadania e Ação Social, nesta quarta-feira, desagradou o pastor Silas Malafaia, que esperava emplacar o senador Magno Malta(PR-ES) no cargo. Aliado do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e maior defensor do senador junto ao gabinete de transição, Malafaia criticou a escolha de Terra e cobrou o presidente eleito ao responsabilizá-lo pela derrota do senador capixaba nas eleições.

– A única pessoa que pode responder por que o Magno não foi confirmado é o próprio presidente. Para mim, Bolsonaro disse três vezes que estava pensando em colocar o Magno no Ministério da Cidadania. Apoio integralmente o Bolsonaro, mas não vou concordar 100% com as ações dele. A unanimidade é burra – disse Malafaia.

Ainda na pré-campanha, Magno Malta era tratado como “vice dos sonhos” por Bolsonaro. Candidato por um partido nanico, sem tempo de TV e sem apoio de partidos, o agora presidente eleito era considerado um investimento de risco. Malta não apenas recusou compor a chapa de Bolsonaro como divulgou sua decisão a evangélicos antes mesmo de avisar o presidente eleito. Abertas as urnas, Bolsonaro saiu eleito e Malta derrotado. Segundo aliados do presidente eleito, o senador passou então a cobrar ostensivamente um lugar na equipe, como se tivesse alguma fatura a ser cobrada de Bolsonaro.

O comportamento do senador, que, em entrevista ao GLOBO, chegou a se autoproclamar ministro – “Vou ser ministro, sim”, disse na ocasião –, acabou por distanciá-lo do presidente. Ao avaliar o purgatório de Malta na transição, Malafaia criticou o fato de o presidente eleito cogitar nomear a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) – que foi vice de Geraldo Alckmin (PSDB) na campanha – para um posto no Palácio do Planalto enquanto aliado é preterido.

– Não faço parte do núcleo político de Bolsonaro. Não sei como algumas coisas funcionam. Mas não concordo que Ana Amélia, vice de Alckmin, que sempre criticou Bolsonaro, que só declarou apoio no segundo turno, tenha espaço. Malta não, perdeu a eleição porque fez campanha para Bolsonaro – disse Malafaia.

O líder religioso voltou a afirmar que Malta foi o primeiro político a encampar a candidatura de Bolsonaro. No dia da vitória no segundo turno, o próprio presidente eleito disse em seu pronunciamento que gostaria de ter o senador ao seu lado no Planalto, mas não disse em que cargo. Ao GLOBO, Malta chegou a exaltar seus laços com Bolsonaro.

— Onde eu estiver, eu estarei perto dele. Ele vai anunciar (para o ministério) — disse Malta, na ocasião.

Em nota enviada à imprensa após o anúncio de Osmar Terra, Magno Malta desejou sorte ao escolhido. “Eu tenho certeza que participei de uma luta grandiosa para libertar o Brasil do viés ideológico. Meu ideal era mudar a política no país e foi a vitória mais importante. Quem escolhe o ministério é o presidente, que tem meu apoio e desejo boa sorte para o Ministro Osmar Terra e para o novo governo. Deus acima de todos”, disse.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. É o "cabaré santo" pegando fogo! Continuem usando o nome de Deus e finjam que Ele não está vendo.

  2. MALAfaia acha que só pq é evangélico tem os olhos de Deus voltado para ele…
    Sou evangéllico, mas depois dos escandálos dele sempre achei ele igual a essa cambada de merdinhas desse país que se corrompe por qualquer trocado R$

  3. Nâo foi Deus que ungiu Bolsonaro, Malagaia?
    Aliás, como antes já tinha feito com Cunha e Aécio Neves.
    kkkkkkkkkkkkk
    Vixi, Os interesses nâo eram apenas divinos?

    1. Sim, é uma missão divina, só em ter tirado o país da mão da maior quadrilha de roubo de dinheiro público do mundo e que era comandada pelo satânico luladrão, já foi uma benção. Agora é pedir a DEUS pra iluminar nossos caminhos.

  4. Quando ele recusou ser o vice de bolsonaro, o Malafaia não teve a mesma ênfase. Agora estão com esse mimimi.

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Política

Bolsonaro anunciou 3 ministros nesta quarta, extinguiu cultura e esporte e turbinou área social

Na reta final da composição de seu governo, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou três novos auxiliares na quarta-feira (28) e criou um ministério turbinado para a área social, batizado de Cidadania, entregue ao hoje deputado Osmar Terra.

Esta foi a primeira escolha de um nome do MDB para o primeiro escalão do governo Bolsonaro. Na nova geometria da Esplanada, Cultura e Esporte deixaram de ser ministérios.

Até o momento, foram confirmados 19 ministros, e Bolsonaro admitiu a possibilidade de ter até 22 pastas. Isso representa um número quase 50% maior do que o anunciado durante a campanha, de 15.

Terra, que já foi ministro de Desenvolvimento Social no governo Michel Temer, assumirá uma estrutura à qual foi somada a gestão de Esporte e Cultura. Ficará sob sua gestão o programa Bolsa Família.

Inicialmente, Bolsonaro estudava unificar à pasta de Cidadania o Ministério dos Direitos Humanos, que pode agora ser mantido independente. Um dos nomes cotados era o do senador Magno Malta (PR-ES), mas foi alvo de críticas de aliados.

A bancada evangélica também tentou fazer indicações à pasta e apresentou na quarta três nomes de deputados: Marco Feliciano (Podemos-SP), Gilberto Nascimento (PSC-SP) e Ronaldo Nogueira (PTB-RS), este último já foi ministro do Trabalho de Temer.

Apesar de a escolha não ter contemplado as indicações dos evangélicos, o líder da bancada, deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR), diz concordar com a decisão do eleito. “A frente parlamentar não quer aquela velha política do balcão de negócios. Então, para nós, se é bom para o Bolsonaro é bom para nós também”, disse.

Ele não acredita que Terra tenha sido nomeado por força do MDB.

Ao fim do dia de reuniões no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), onde funciona o gabinete de transição, Bolsonaro anunciou a escolha do deputado Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG) para o Turismo. Ele é o segundo nome do PSL, partido do presidente eleito, cujos parlamentares já haviam se queixado de falta de prestígio.

O DEM, sigla do futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, é o que tem maior número de representantes, com três nomeações.

Foram três anúncios quase que simultâneos na quarta, quando foi confirmado também o nome de Gustavo Canuto, atual secretário-executivo da Integração, para o recém-criado Ministério do Desenvolvimento Regional. Ele foi chefe de gabinete do ex-ministro Helder Barbalho (MDB), filho do senador Jader Barbalho e governador eleito do Pará. Apesar da proximidade com o ex-ministro, nega que sua indicação tenha qualquer ligação com Helder.

A pasta de Desenvolvimento Regional já foi cobiçada por partidos como PR, MDB e PRB. É um dos maiores orçamentos da União e responsável pela gestão de projetos de grande relevância do ponto de vista social, como a transposição do rio São Francisco.

Cidades tem, para o ano que vem, um orçamento de R$ 9,4 bilhões e, Integração Nacional, R$ 5,4 bilhões.

Canuto não soube dizer se ficará sob sua administração o Minha Casa, Minha Vida.

Ao longo da campanha, Bolsonaro prometeu transferir a gestão para os municípios, via Caixa Econômica, sob a justificativa de que isso colocaria fim a negociações políticas envolvendo o programa.

Os nomes foram anunciados em meio a uma intensa circulação de parlamentares no CCBB, em número superior ao visto ao longo de todo o primeiro mês de funcionamento do governo de transição.

Os escolhidos negaram que tenham sido escolhas partidárias, e sustentaram que foram indicações de bancadas ou técnicas, caso de Canuto.

Apesar da grande quantidade de nomes apresentados no mesmo dia, Bolsonaro deixou para semana que vem a definição do futuro ministro do Meio Ambiente. Na reta final, o nome do ex-secretário de Meio Ambiente de São Paulo Ricardo Salles (Novo) era o mais forte, mas acabou ficando em suspenso.

Ainda estão pendentes de anúncios os ministérios de Minas e Energia, Trabalho e Meio Ambiente. As pastas de Direitos Humanos e Mulheres ainda não foram definidas se terão status de ministério.

“Isso vai ser decidido [Ministério das Mulheres], houve um apelo por parte da bancada feminina. Grande parte presente aqui. Elas querem, vocês querem, o 22º ministério, das mulheres? A gente aumenta mais um ou não?”, perguntou o eleito a repórteres mulheres.

Ao comentar os anúncios desta quarta, Bolsonaro foi questionado sobre reportagem publicada pela Folha em agosto que citava o nome de Canuto. Na ocasião, o economista Mário Ramos Ribeiro pediu demissão do cargo de secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional levantando suspeitas em licitações na pasta.

Segundo ele, Canuto, então chefe de gabinete, e o ministro Pádua Andrade foram “omissos” em relação ao caso.

Ribeiro fez as acusações em carta de demissão revelada pela Folha. “Tanto o ministro quanto o seu chefe de gabinete, Gustavo Canuto, foram omissos. Se a omissão é premeditada ou dolosa, eu não sei. Se existe prevaricação, só uma investigação policial vai dizer”, disse em entrevista à Folha publicada em 7 de agosto.

Uma repórter do UOL, empresa do Grupo Folha, perguntou a Bolsonaro nesta quarta-feira (28) sobre a reportagem. “Da Folha de S. Paulo? Outra pergunta, por favor”, respondeu o presidente eleito.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Quem é da área cultural e esportiva pode está se perguntando agora: "Foi pra isso que votei nesse candidato?
    Era isso mesmo que eu queria?

    1. Que cultura e que esporte teve melhoria com as mordomias, carros luxuosos, gratificações, cargos comissionados, cartões corporativos… Desse ministério. Só firula com dinheiro do povo

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Saúde

No RN 98 médicos das 139 vagas do Mais Médicos abandonaram postos de saúdes de cidades que trabalhavam para migrarem para o programa

Em sete Estados, mais da metade dos profissionais que preencheram as vagas dos cubanos no Mais Médicos já trabalhava em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do País e apenas migrou de um posto de saúde onde era servidor municipal para outro onde passa a ser integrante do programa federal. Assim, postos que tinham equipes completas agora enfrentam déficit de profissionais.

É o que mostra levantamento feito pelo Estado junto a conselhos de secretarias municipais de saúde (Cosems) do País. Dos 13 conselhos contatados, dez disseram ter registrado em seus municípios a migração de profissionais, dos quais sete levantaram o número de casos do tipo. Nesses Estados, 58% das vagas preenchidas foram ocupadas por médicos que já atuavam na atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os sete Cosems analisaram os vínculos de trabalho anteriores de 1.489 médicos que aderiram ao Mais Médicos e verificaram que 863 deles trabalhavam em postos de saúde de outras cidades ou Estados.

A situação fez o presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Junqueira, se reunir nesta quarta-feira, 28, com membros do Ministério da Saúde para apresentar o problema. A pasta solicitou ao conselho um levantamento nacional dos números de profissionais que migraram de uma UBS para outra. O conselho pretende apresentar amanhã os números completos ao ministério.

“Estamos muito preocupados. Talvez seja preciso fazer mudanças no edital para evitar que a chegada dos médicos desorganize todo o sistema de saúde”, declarou Diego Espindola de Ávila, diretor do Conasems.

Perda

 

No Rio Grande do Norte, das 139 vagas abertas no Estado após a saída dos médicos cubanos, 98 delas foram preenchidas por médicos que estavam ligados às equipes do programa ESF em outras localidades, como Mirella Medeiros.

Segundo a coordenadora da Comissão do Mais Médicos no Rio Grande do Norte, Ivana Fernandes, dos 98 médicos que migraram, 82 já atuavam no Estado e os outros 16 desempenhavam a mesma função em Estados vizinhos, como a Paraíba. 

“Com equipes sem formação completa, não há repasse de recursos pelo Ministério da Saúde para pagamento de salários. Sem esses profissionais, as equipes correm o risco de ser extintas”, declara Ivana.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Com a palavra os Bolsominios Doutores em wathzap…
    Viva os Médicos Brasileiros, cheios de boa vontade e altruísmo.
    ???

    1. E você não? Vá estudar pra ser médica e vá morar numa cidade distante de um grande centro, viver com moscas e muriçoca, com prefeito chegando só pra pegar dinheiro pra comprar fazendas, apto e carros de luxo.

    2. As pequenas prefeituras não pagam aos seus médicos, mais médicos, o pagamento é direto da união, passa na mão de prefeitos não.

    3. Karina quem trabalha no regime de escravidão são os cubanos ,quem trabalha por amor é padre ?

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Saúde

BRONCA: Brasileiros trocam de cidade e deixam postos saúdes vazios para migrarem para o Mais Médicos

Em sete Estados, mais da metade dos profissionais que preencheram as vagas dos cubanos no Mais Médicos já trabalhava em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do País e apenas migrou de um posto de saúde onde era servidor municipal para outro onde passa a ser integrante do programa federal. Assim, postos que tinham equipes completas agora enfrentam déficit de profissionais.

É o que mostra levantamento feito pelo Estado junto a conselhos de secretarias municipais de saúde (Cosems) do País. Dos 13 conselhos contatados, dez disseram ter registrado em seus municípios a migração de profissionais, dos quais sete levantaram o número de casos do tipo. Nesses Estados, 58% das vagas preenchidas foram ocupadas por médicos que já atuavam na atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os sete Cosems analisaram os vínculos de trabalho anteriores de 1.489 médicos que aderiram ao Mais Médicos e verificaram que 863 deles trabalhavam em postos de saúde de outras cidades ou Estados.

A situação fez o presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Junqueira, se reunir nesta quarta-feira, 28, com membros do Ministério da Saúde para apresentar o problema. A pasta solicitou ao conselho um levantamento nacional dos números de profissionais que migraram de uma UBS para outra. O conselho pretende apresentar amanhã os números completos ao ministério.

“Estamos muito preocupados. Talvez seja preciso fazer mudanças no edital para evitar que a chegada dos médicos desorganize todo o sistema de saúde”, declarou Diego Espindola de Ávila, diretor do Conasems.

Perda

Enquanto isso, municípios contabilizam perdas de médicos migrando para o programa federal. Na Bahia, das 745 vagas já preenchidas, 427 serão ocupadas por médicos que pediram exoneração de outros postos. Reinaldo Braga Filho, prefeito de Xique Xique, no norte do Estado, conta que, do dia para a noite, se viu sem sete dos 12 médicos da Estratégia Saúde da Família (ESF), que optaram pelo programa federal. “Eles alegaram que as condições do Mais Médicos são mais vantajosas.”

O salário pago pelo programa federal costuma ser maior do que o oferecido por cidades pequenas. Além disso, os profissionais dizem ter mais estabilidade no Mais Médicos e contar com auxílio para pagar aluguel, transporte e alimentação.

Em Pernambuco, de 110 novos médicos inscritos no programa, 71 já tinham vínculo com a atenção básica em outro município. “Do ponto de vista da saúde pública, estamos trocando seis por meia dúzia”, relata Orlando Jorge Pereira de Andrade Lima, presidente do Cosems-PE e secretário municipal de Saúde de Paudalho, onde os três médicos que chegaram para substituir os cubanos vieram de postos de saúde de outras cidades. “Dois vieram de municípios pernambucanos e um, do Maranhão”, conta Lima.

No Rio Grande do Norte, das 139 vagas abertas no Estado após a saída dos médicos cubanos, 98 delas foram preenchidas por médicos que estavam ligados às equipes do programa ESF em outras localidades, como Mirella Medeiros.

Segundo a coordenadora da Comissão do Mais Médicos no Rio Grande do Norte, Ivana Fernandes, dos 98 médicos que migraram, 82 já atuavam no Estado e os outros 16 desempenhavam a mesma função em Estados vizinhos, como a Paraíba. 

“Com equipes sem formação completa, não há repasse de recursos pelo Ministério da Saúde para pagamento de salários. Sem esses profissionais, as equipes correm o risco de ser extintas”, declara Ivana.

Na Paraíba, o levantamento revela que, das 128 vagas abertas com a saída dos cubanos do Estado, 98 foram preenchidas por médicos que já atuavam em outro município. “A gente está resolvendo um problema, mas criou outro, mais sério”, disse a presidente do Cosems no Estado, Soraya Galdino.

No Ceará, dados parciais mostram que 194 vagas oferecidas pelo programa foram acompanhadas por 90 exonerações. O Amazonas informou que, dos 95 primeiros médicos alocados em seus municípios, 27 vieram de outras UBSs. O Acre tem 52 de 78 vagas preenchidas por médicos que migraram de uma Prefeitura para outra. Os Estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Maranhão também disseram ter registrado a situação.

Questionado, o Ministério da Saúde informou que o edital prevê regras específicas para os médicos que já atuam no programa Estratégia Saúde da Família. Uma delas é a que obriga um médico que decida migrar para o Mais Médicos a continuar em um município com perfil igual ou mais vulnerável. A pasta não respondeu se pretende mudar as regras do edital nem o que fará em relação às vagas que ficaram vazias.

Salário e estabilidade pesam

A possibilidade de ter um emprego estável com rendimentos superiores aos pagos no programa Estratégia Saúde da Família (ESF) fez a médica Mirella Medeiros, formada recentemente pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), migrar para o Mais Médicos. “Principalmente porque existe a instabilidade de estar numa prefeitura sem ser efetivo. Há influência política, de quem está na Secretaria de Saúde, e nem sempre sabemos se continuaremos no cargo. Além do salário, claro, que é melhor. O Mais Médicos é um emprego federal”, diz a profissional, ao explicar por quais motivos efetivou a mudança de programa.

Mirella deixou a ESF na cidade litorânea de Touros e passará a atuar, no início de dezembro, no município de Pedro Avelino, distante 139 quilômetros da capital, Natal.

Por mês, em média, um médico do programa Estratégia Saúde da Família ganha R$ 8.750, enquanto no Mais Médicos o valor pago ao profissional é de R$ 11.865, com menos descontos em folha de pagamento por ser tratado como uma bolsa pelo governo federal – os profissionais são obrigados a concluir uma especialização em saúde da família.

Na Bahia. Estabilidade também foi um dos motivos que levaram o médico Taciano Mendes Silva, um dos sete profissionais que saíram de Xique Xique, na Bahia, a aderir ao Mais Médicos.

Além de outros benefícios, como ter aluguel, alimentação e transportes pagos pelo governo federal, ele ainda terá a vantagem de trabalhar a 40 quilômetros da terra natal, onde residem seus parentes.

O médico garante que Xique Xique é uma exceção no tratamento respeitoso aos profissionais, pois em municípios da região colegas trabalham de forma indigna, com salários atrasados, sem qualquer vínculo empregatício, sujeitos a dispensa em caso de reclamação, o que explicaria a migração de um grande número de profissionais para o programa federal. “Pelo Mais Médicos, as regras são outras e teremos a garantia da permanência e de que o salário vai chegar ao final do mês”, diz.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Remanejamento natural. Não vejo como não prever isso.
    Os petistas da resistência pegam tudo pelo pé para criticar, não falavam da escravidão dos médicos cubanos.

    1. Quem rompeu o acordo foi a ditadura cubana.
      Que insiste em não abrir mão do trabalho escravo.

  2. Pague bem e exiga, só! O povo agradece… Agora fica com medo do médico se tornar político. Aí fica nesse chove não molha.

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Jornalismo

DANOU-SE: Filho diz que há ‘muito perto’ de Bolsonaro pessoas interessadas na sua morte

 

A nota reproduzida acima foi veiculada na conta que o vereador carioca Carlos Bolsonaro mantém no Twitter. Nela, o ‘Zero Dois’, como Jair Bolsonaro se refere ao filho, escreveu que há pessoas interessadas na morte do pai. E não são apenas os “inimigos declarados”. A eliminação física do futuro presidente da República interessa “também aos que estão muito perto”, anotou Carlos. “Principalmente após sua posse”, ele acrescentou.

De duas, uma: ou Jair Bolsonaro está despachando com inimigos camuflados ou alguma alucinação subiu à cabeça do segundo filho. A perturbação surge depois que Carlos Bolsonaro se afastou do escritório de transição e da gestão das redes sociais do pai por supostas divergências com Gustavo Bebianno, o futuro ministro-chefe da Segrataria-Geral da Presidência.

“É fácil mapear uma pessoa transparente e voluntariosa”, escreveu o filho de Bolsonaro, antes do arremate enigmático: “Sempre fiz minha parte exaustivamente. Pensem e entendam todo o enredo diário!”

De volta ao Rio, Carlos Bolsonaro retomou o seu mandato na Câmara de Vereadores. Para não perder o hábito, criticou a mídia numa entrevista à emissora da Casa. Fez isso no instante em que recordou a facada desferida contra seu pai durante a campanha eleitoral. “…A imprensa faz questão de não divulgar”, disse.

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

  1. militar nao tem pena de ninguem…o mal por si se destroi….o mal Bolsonaro vai sofrer o que muitos bravos brasileiros sofrerao na ditadura militar….quem cospe FOGO..engole…os filhinhos acostumados com as mamadas..estao ficando com raiva dos vampiros…e os vampiros continuam a todo vapor..sugando…o brasileiro e extremamente ingrato…quando alguns falam mal de Lula…que tanto fez por eles…esse mal volta sanguinado…furacao da pobreza…LULA LIVRE …BRASIL PARA TODOS

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Polícia

Polícia Federal prende o governador Luiz Fernando Pezão em mais uma etapa da Lava Jato

Carros da Polícia Federal param na porta do Palácio Laranjeiras, residência oficial de Pezão — Foto: Reprodução/TV Globo
Carros da Polícia Federal param na porta do Palácio Laranjeiras, residência oficial de Pezão — Foto: Reprodução/TV Globo

 

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, foi preso por volta das 6h desta quinta-feira (29) no Palácio Laranjeiras, residência oficial do chefe do estado. A operação é baseada na delação premiada de Carlos Miranda, operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral, que está preso. Também há buscas no Palácio Guanabara, sede do governo, e na casa de Pezão em Piraí, no Sul do estado, base do governador.

Além de Pezão, a força-tarefa da Lava Jato tenta prender outras oito pessoas. A ordem de prisão preventiva foi expedida pelo ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde governadores têm foro. Com a prisão de Pezão, assume Francisco Dornelles, seu vice.

Além da prisão de Pezão, a ação tem como alvo o atual secretário estadual de Obras do Rio, José Iran Peixoto. Há buscas e apreensão na casa de Hudson Braga, que foi secretário de Obras durante o governo de Sérgio Cabral.

Carlos Miranda detalhou o pagamento de mesada de R$ 150 mil para Pezão na época em que ele era vice do então governador Sérgio Cabral. Também houve pagamento de 13º de propina e ainda dois pagamentos de R$ 1 milhão como prêmio. A ação é mais uma etapa da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Segundo o depoimento à Justiça, o “homem da mala” do ex-governador Sérgio Cabral disse que o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, guardou R$ 1 milhão em propina com um empresário do Sul Fluminense.

O trecho da delação, homologada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, foi revelado pelo jornal O Globo em abril.

O dinheiro vinha de empreiteiras e fornecedoras que tinham contrato com o governo do estado, afirmou o delator. Miranda acrescentou ainda que, de 2007 a 2014, Pezão, na época vice-governador, também ganhou um 13º salário, além de dois bônus, de R$ 1 milhão cada.

Nas duas ocasiões, o governador negou as acusações. Sobre a mesada, Pezão disse que “as afirmações eram absurdas e sem propósito”. “O governaor afirma que jamais recebeu recursos ilícitos e já teve sua vida amplamente investigada pela Polícia Federal”, disse a nota.

G1/RJ

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro vai ter que construir novo presídio de segurança máxima das máximas para todos os grandes políticos corruptos. enganador, cheios de artimanhas…
    Que a justiça seja feita e Deus esteja conosco.

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