Denúncia

Rita das Mercês delatou Executivo, Legislativo e Judiciário do RN ao MPF

De acordo com matéria publicada no blog do Dinarte Assunção, a ação da Polícia Federal nesta terça-feira em Natal contra o governador Robinson Faria é a primeira diligência resultado da delação premiada que a ex-procuradora da Assembleia Legislativa, Rita das Mercês, negociou com o Ministério Público Federal.

A ex-procuradora foi alvo em 2015 da Operação Dama de Espadas, coordenada pelo Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte.

Feita há pouco mais de dois meses, a delação de Rita foi negociada em acordo conduzido pelo procurador da República Rodrigo Teles, a quem Rita narrou crimes na administração dos três poderes do Rio Grande do Norte e deixou claro que não é ela a dama de espadas.

Segundo a matéria, pelo menos um membro do Tribunal de Justiça foi delatado ao Ministério Público Federal.

Leia matéria completa http://pontoid.com/2017/08/15/exclusivo-rita-das-merces-delatou-executivo-legislativo-e-judiciario-do-rn-ao-mpf/

Opinião dos leitores

  1. Quero ver quando nós, principais interssados nessa safadeza, vái ficar sabendo dos nomes. Quero os nomes!!!

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Cidades

Com quase mil processos, Janot manterá prioridade sobre a Lava-Jato até o fim do mandato

Os próximos 33 dias serão os últimos de Rodrigo Janot à frente da Procuradoria-Geral da República (PGR) — e, também, uma corrida contra o tempo para colocar o trabalho em dia. Atualmente, dos 50.329 processos que aguardam decisão no Supremo Tribunal Federal (STF), 962 estão na PGR. O número corresponde a 1,9% do total. A intenção de Janot é devolver à Corte boa parte desses processos para limpar as gavetas antes de sua sucessora, a subprocuradora da República Raquel Dodge, assumir o cargo no dia 18 de setembro.

As prioridades serão despachar o quanto antes os processos referentes à Lava-Jato e analisar as ações diretas de inconstitucionalidade. Para fechar o mandato marcando posição, Janot deve remeter ao STF, nos próximos dias, nova denúncia contra o presidente Michel Temer — desta vez por obstrução à Justiça, organização criminosa ou por ambas.

O temor da equipe de Janot é que sua sucessora não dê continuidade ao trabalho feito por ele nos últimos quatro anos — em especial as investigações da Lava-Jato, incluindo a condução dos acordos de delação premiada que estão sendo negociados. As duas equipes têm feito reuniões para discutir a transição, embora o diálogo entre os investigadores não seja dos mais profícuos. Daí a preocupação de Janot de enviar ao STF o maior número de processos possível para deixar sua marca nas causas que considera mais importantes.

O GLOBO

Opinião dos leitores

    1. O senador Aécio já está sendo investigado. Ocorre que ele sempre foi oposição aos governos petistas. Como você queria que ele fosse protagonista da enorme roubalheira perpetrada nos governos Lula e Dilma? Desde quando alguém manda no governo de seu adversário? Os ladrões foram os donos do poder e seus aliados: PT (o "dono") e PMDB foram os principais. Facções distintas da mesma ORCRIM. Mas houve outros de menor importância, como o tal PP dentre outros.

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Polícia

Joesley escondeu crimes em delação, diz procurador

O procurador Ivan Marx, do Ministério Público Federal (MPF) em Brasília, afirmou que o empresário Joesley Batista e executivos do Grupo J&F esconderam, em suas delações premiadas, crimes praticados no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Apesar da imunidade penal obtida pelos delatores no acordo com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Marx disse que pretende apresentar denúncia pelos delitos e cobrar R$ 1 bilhão a mais da companhia por prejuízos ao erário.

Responsável pela Operação Bullish, que mira nos negócios do banco com o grupo, Marx afirmou que as fraudes em aportes bilionários feitos no conglomerado estão demonstradas na investigação. “Onde eu digo que eles estão mentindo é no BNDES. A Bullish apontou mais de R$ 1 bilhão de problemas em contratos. Os executivos vão lá, fazem uma delação, conseguem imunidade e agora não querem responder à investigação”, disse ao Estado.

ESTADÃO

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Política

Deputados reiniciam hoje votação de mudanças no sistema político-eleitoral

A Comissão Especial da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 77/03, que trata de mudanças no sistema político-eleitoral, retoma hoje (15) a votação das sugestões de alteração ao texto do substitutivo apresentado pelo relator da reforma política na Câmara, deputado Vicente Cândido (PT-SP).

Estão pendentes de votação dois destaques. Um visa retirar a permissão para que um candidato dispute mais de um cargo, majoritário e proporcional, em um mesmo pleito. O outro destaque pretende suprimir o artigo que estabelece que o suplente de senador seja o deputado federal mais votado do partido.

Os membros da comissão aprovaram na última semana o texto base do relator, mas incluíram na proposta o voto majoritário, conhecido como distritão, pelo qual ganha o candidato que receber mais votos. O novo modelo valeria para as eleições de 2018 e 2020, como uma transição para a adoção do voto distrital misto em 2022.

O chamado distritão permite que deputados federais, estaduais, distritais e vereadores, antes eleitos de forma proporcional considerando os partidos e coligações, passem a ser escolhidos pelo número absoluto de votos, da mesma forma como são eleitos prefeitos, governadores e o Presidente da República.

No relatório inicial, Cândido propôs a manutenção do sistema atual para 2018 e 2020 e, a partir de 2022, a adoção do voto distrital misto, que combina votos majoritários e em lista preordenada dos partidos. A sugestão, no entanto, foi rejeitada pela maioria dos deputados da comissão.

Do texto original proposto pelo relator, os deputados aprovaram a criação de um fundo público com a previsão de R$ 3,6 bilhões para financiar as campanhas eleitorais a partir do ano que vem. Os parlamentares mantiveram também a sugestão de estabelecer um mandato temporário de 10 anos para ministros do Poder Judiciário.

Além de rejeitar o sistema eleitoral proposto por Cândido, os deputados também divergiram da proposta de extinguir os cargos de vice para os cargos de prefeito, governador e Presidente da República, além da forma de eleição de vereadores a partir do sistema distrital misto.

Concluída a votação na comissão especial, a proposta deve seguir para plenário. Como se trata de emenda à Constituição, para ser aprovada precisa de pelo menos 308 votos do total de 513 deputados.

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Judiciário

OPERAÇÃO ANTEROS foi deflagrada depois do acordo de delação da ex-procuradora Rita das Mercês

A Operação ANTEROS deflagrada nas primeiras horas da manhã desta terça-feira pela Polícia Federal no Rio Grande do Norte foi desdobramentos da delação premiada da ex-procuradora da Assembleia Legislativa, Rita das Mercês Reinaldo.

A operação desta manha prendeu temporariamente dois servidores da Assembleia Legislativa, Magaly Cristina da Silva e Adelson Freitas dos Reis, e cumpriu mandados nos endereços do governador do estado, Robinson Faria, na Escola Cidadã e na Governadoria.

Opinião dos leitores

  1. Interessante… quer dizer que temos dois servidores da assembléia detidos? E os peixes grandes?

    Só estamos curiosos com o nome da operação. Segundo o vernáculo, ANTERO é uma palavra de origem grega que quer dizer "contrário ao amor". Alguém saberia explicar porque a PF e a justiça deram este nome a operação?

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Judiciário

ANTEROS: PF cumpre 11 mandados no RN por obstrução de justiça

A Polícia Federal deflagrou nesta terça (15) a operação Anteros, que tem entre os alvos o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD).

Segundo nota da PF, ele teria atuado para obstruir a justiça. Faria é alvo de busca e apreensão.

Cerca de 70 policiais estão cumprindo 11 mandados, sendo dois de prisão e nove de busca e apreensão. Todos foram expedidos pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).

“O ministro Raul Araújo Filho, da Corte Especial do STJ, determinou que fosse iniciada investigação preliminar para apurar os crimes de organização criminosa e obstrução da Justiça que estariam sendo praticados pelo governador do Estado com ajuda de servidores estaduais”, diz a nota da PF.

Os investigadores afirma que as manobras ilegais tinham o objetivo encobrir a apuração de atos do Executivo do Rio Grande do Norte relativos ao desvio de recursos públicos por meio da inclusão de funcionários fantasmas na folha de pagamento da Assembleia Legislativa do Estado entre os anos de 2006 até os dias atuais.

Segundo a Folha apurou, a operação é decorrente de uma delação premiada que envolve todos os poderes do Rio Grande do Norte, Executivo, Legislativo e Judiciário, além de parcela significativa dos empresários de Natal.

A reportagem ainda não localizou a defesa do governador.

FOLHA DE SP

Opinião dos leitores

  1. Estamos arrumados.SALÁRIOS DE SERVIDORES ATRASADOS/GOVERNADOR ENROLADO/SAÚDE E SEGURANÇA AOS PEDAÇOS E O POVO LASCADO!

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Polícia

PF cumpriu mandado no apartamento do Governador Robinson Faria

A Policia Federal amanheceu o dia cumprindo diligencias.

Quatro viaturas da PF estiveram no Edifício Enseada dos Corais em Areia Preta. Passaram poucos minutos.

O mandado de busca era para cumprimento no apartamento do Governador do Estado, Robinson Faria. Não conseguimos confirmar se foi realizada a busca pelo pouco tempo que a polícia ficou no edifício.

A Polícia Federal também está cumprindo mandado na casa do Governador no condomínio Porto Brasil.

Contactada pelo blog, a assessoria da PF ainda não respondeu.

Em instantes mais informações.

Opinião dos leitores

  1. Tem que avisar a PF que Robinson não pode ser preso, ele ainda tem que pagar os salários atrasados.

    1. pelo contràrio prendendo Robson, o salario será colocado em dia.

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Polícia

Polícia Federal cumpre mandados em mais um desdobramento da Lava Jato no Rio

A Polícia Federal está nas ruas na manhã desta terça-feira (15) para mais um desdobramento da operação Ponto Final, da Lava Jato no Rio de Janeiro. O objetivo é cumprir dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Rodrigo Bethlem, ex-secretário municipal do Rio no governo de Eduardo Paes e ex-deputado federal.Mensagens de celular interceptadas pelo Ministério Público Federal indicam que Bethlem atuaria como um intermediário dos empresários de ônibus – e articularia para que um esquema de corrupção, supostamente instalado na prefeitura.

Em junho, a Justiça do Rio decretou, em caráter liminar, o bloqueio de bens do ex-secretário de Assistência Social do Rio Rodrigo Bethlem (PMDB). Segundo as denúncias do MPRJ, Bethlem desviou recursos públicos por meio de ONGs, na gestão de Eduardo Paes (PMDB).

“Há indícios da existência de suposto esquema de corrupção que teria causado prejuízo ao erário da ordem de R$ 60.000.000,00 (sessenta milhões de reais) em decorrência de irregularidades praticadas, a princípio, por meio de uma única Secretaria Municipal”, diz o texto.

Em nota, Bethlem disse que o autor da ação está interessado em “jogar para a plateia”. Ele já é réu em três ações envolvendo ONGs e contratos superfaturados. O nome de Betlhem ganhou destaque negativo na imprensa quando, em julho de 2014, a ex-mulher dele divulgou uma gravação em que ele admitia que recebia dinheiro desviado dos cofres do município.

Também em junho, o MPRJ ajuizou duas ações civis públicas contra Bethlem e contra Carmelo de Luca Neto e José Mantuano de Luca filho, sócios da empresa Comercial Milano Brasil Ltda. Eles são suspeitos de se beneficiarem de convênios firmados com a Secretaria Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro. As ações pedem que R$ 86 milhões sejam devolvidos aos cofres públicos por improbidade administrativa.

G1/RJ

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Judiciário

MPF abre investigação sobre supostos benefícios à JBS no Cade e na Petrobras

POR O GLOBO

O ato central que está na origem da mala com R$ 500 mil supostamente destinada a Michel Temer passou a ser investigado pelo Ministério Público Federal (MPF), apesar da blindagem ao presidente garantida pelo Congresso. Na denúncia dirigida a Temer por corrupção passiva, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, lançou suspeita sobre um contrato de R$ 406,6 milhões assinado entre uma termelétrica do grupo JBS e a Petrobras para fornecimento de gás boliviano, depois de suposta interferência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) — foi a partir deste contrato que surgiu a primeira parcela de R$ 500 mil em propina, conforme as investigações. A denúncia contra Temer foi barrada na Câmara. A investigação sobre a atuação de Petrobras e Cade, não.

As suspeitas contra Temer vieram a público em série de reportagens de Lauro Jardim.

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A Procuradoria da República no DF encaminhou documentos à Polícia Federal (PF) para a abertura de um inquérito que investigue suspeitas de corrupção passiva e advocacia administrativa na assinatura do contrato. Além disso, a Procuradoria instaurou um inquérito civil público para apurar se houve improbidade administrativa no episódio. Os procedimentos foram adotados em 6 de julho, depois de Janot pedir e o Supremo Tribunal Federal (STF) encaminhar cópias dos autos à primeira instância.

O pedido do procurador-geral, de compartilhamento de documentos com a Justiça Federal em Brasília, está expresso na denúncia em que acusa Temer de corrupção passiva. O presidente da República era o destinatário da propina decorrente do fornecimento de gás à termelétrica, por intermédio de seu ex-assessor especial Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), o “deputado da mala”, como consta na denúncia. Temer se safou de uma investigação – pelo menos enquanto estiver no cargo de presidente da República – porque era necessário o aval da Câmara ao prosseguimento da denúncia. Temer foi salvo por 263 deputados.

A suspensão da investigação dos atos do presidente não se estende nem a Loures nem aos casos correlatos mencionados na denúncia. Na semana passada, o ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no STF, determinou que o caso do ex-deputado filmado com a mala com R$ 500 mil seja remetido à Justiça Federal em Brasília. Supostas irregularidades de funcionários da Petrobras e do Cade na assinatura do contrato para fornecimento de gás já são investigadas na primeira instância. Ao pedir a remessa dos documentos, Janot defendeu a “adoção das providências pertinentes em relação à eventual prática de crime por parte de servidores do Cade e da Petrobras”.

GÁS BOLIVIANO

A atuação do Cade em casos de interesse do grupo JBS é alvo de questionamentos do MPF em outra investigação, a Operação Bullish, que investiga fraudes nos aportes de R$ 8,1 bilhões feitos pelo BNDES para a expansão do grupo dos irmãos Joesley e Wesley Batista. No último dia 3, a Procuradoria no DF encaminhou ofício ao Cade em que faz a seguinte cobrança: “Para que se manifeste sobre os atos de concentração praticados pela JBS, tais como a compra da Bertin.” O Cade ainda não respondeu.

Um ano e quatro meses atrás, a Procuradoria já havia feito cobrança semelhante, no âmbito da Bullish: “Solicito que informe se houve alguma análise sobre a concentração econômica realizada pela JBS com apoio do BNDES, tanto por meio da aquisição de empresas sediadas no Brasil quanto no estrangeiro, bem como sobre os potenciais efeitos maléficos ao consumidor nacional decorrentes dessa concentração.” A resposta do Cade foi uma lista com os números de dez processos nos quais a JBS foi parte no órgão, sem juízo de valor sobre concentração econômica.

No caso da termelétrica em Mato Grosso, Joesley disse em sua delação premiada que o grupo decidiu acionar o Cade para conseguir restabelecer o fornecimento de gás boliviano. Se a interferência do presidente da República, via “deputado da mala”, fosse exitosa, haveria pagamentos milionários de propina, calculados a partir de ganhos em contrato firmado com a Petrobras, segundo as investigações da PGR. Em 17 de abril, o contrato foi assinado com a estatal.

Depoimentos anexados ao inquérito – agora paralisado pelo Congresso – apontam que “a rapidez dos atos se deveu a risco de aplicação de medida preventiva pelo Cade”, como afirmou um advogado da JBS que participou das negociações. A PGR disse que o tempo foi curto para se chegar a uma conclusão sobre a efetiva influência de Loures no órgão. O Cade fez ainda alertas à Petrobras sobre o risco de existir um monopólio do gás, conforme a delação de Joesley.

Fontes que acompanharam essas negociações do contrato relataram ao GLOBO que o acordo foi um dos poucos assinados com a estatal, e que somente gás boliviano foi fornecido a partir da assinatura. Além disso, segundo essas fontes, a termelétrica ficou sem funcionar em 2016 e nos primeiros meses de 2017 em razão da negociação em curso com a Petrobras.

O contrato foi assegurado no fim de março. Neste momento, o grupo já havia garantido apoio de Loures e de Temer para resolver a questão, segundo a denúncia de Janot. Depois de as delações virem à tona, a Petrobras rescindiu o contrato (que vigoraria até dezembro) com base em cláusula ancorada na Lei Anticorrupção.

O GLOBO

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Polícia

PF amanhece em diligência em edifício em Areia Preta

A Policia Federal amanheceu o dia cumprindo diligencias.

Quatro viaturas da PF estão nesse momento no Edifício Enseada dos Corais em Areia Preta.

Entre os moradores deste edifício, estão o Governador do Estado, Robinson Faria e o Prefeito de Natal, Carlos Eduardo.

Contactada pelo blog, a assessoria da PF ainda não respondeu.

Em instantes mais informações.

Opinião dos leitores

  1. E o Pagamento aos servidores da ativa e aposentados, vai ser colocado em dia quando?

    1. Os corruptos levaram o dinheiro todo. Pra trabalhadores honestos só tem fumo.
      Como consertar o Brasil com esses políticos? Impossível.

  2. Pra frente Brasil viva a polícia federal!!
    Ainda temos saida pra acabar com ratos do erário!!!!

    1. Concordo. Brincadeira de mau gosto com a população do RN. Cambada de politicos vagabundos.

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Política

Proposta limita gastos para campanha ao Governo do RN em R$ 8 milhões e Senado em R$ 3,5 milhões

O Congresso votará limites de gastos para os candidatos às eleições de 2018, a serem financiadas com verbas públicas. Projeto de lei que complementa a reforma política prevê que cada candidato à Presidência da República poderá gastar no máximo R$ 150 milhões em sua campanha. Se houver segundo turno, os contendores terão direito a despender um valor adicional de até R$ 75 milhões, elevando o teto de cada campanha finalista para R$ 225 milhões.

A cifra é inferior aos valores declarados ao Tribunal Superior Eleitoral por Dilma Rousseff na sucessão de 2014. Mas é praticamente igual ao montante formalmente declarado por Aécio Neves, o tucano que perdeu a disputa no segundo turno para a ex-presidente petista. Noves fora o caixa dois, o comitê de campanha de Dilma contabilizou gastos de R$ 350,5 milhões. O de Aécio Neves, R$ 223,4 milhões. Os gastos foram bancados por empresas privadas.

A proposta a ser votada pelos congressistas prevê que, nas campanhas para governador, o limite de gastos em 2018 levará em conta o número de eleitores de cada colégio eleitoral.

Nos Estados com até 1 milhão de eleitores, cada candidato poderá gastar no máximo R$ 4 milhões. Onde houver até 2 milhões de eleitores, R$ 7 milhões. Para até 4 milhões de eleitores, R$ 8 milhões. Nos Estados com 10 milhões de votantes, o limite será de R$ 13 milhões. Até 20 milhões de eleitores, R$ 20 milhões. Nas unidades da federação com mais de 20 milhões de eleitores, R$ 30 milhões. Onde houver segundo turno, cada candidato a governador poderá gastar no máximo 50% do limite fixado para o primeiro turno.

A disputa pelo Senado seguirá modelo análogo. Nos Estados com até 1 milhão de eleitores, o limite de gasto para cada candidato será de R$ 2,5 milhões. Até 2 milhões de votantes, R$ 3 milhões de teto. Até 4 milhões de eleitores, R$ 3,5 milhões. Nos Estados que tiverem entre 4 milhões e 10 milhões de eleitores, R$ 4,5 milhões. Entre 10 milhões e 20 milhões de eleitores, R$ 6 milhões. Acima de 20 milhões de eleitores, R$ 8 milhões de limite de gasto por candidato ao Senado.

A proposta fixa em R$ 2,5 milhões o limite de despesas para uma campanha a deputado federal. Para deputados estaduais e distrital, R$ 1,5 milhão.

Além dos R$ 3,6 bilhões em verbas públicas que o Congresso planeja despejar no fundo de financiamento eleitoral, os candidatos poderão dispor de doações de pessoas, jamais de empresdas. A proposta prevê que cada doador poderá destinar a campanhas eleitorais no máximo 10% dos seus rendimentos brutos no ano anterior. Com um detalhe: as doações não poderão ultrapassar a cifra de R$ 10 mil para cada cargo que estiver em disputa no pleito de 2018.

A proposta autoriza os candidatos a deputado federal, estadual ou distrital a utilizar recursos próprios em suas campanhas, desde que o montante não ultrapasse a 7% do limite de gastos fixado para respectivo cargo. Candidatos a cargos majoritários (presidente, governador e senador) poderá retirar dos próprios bolsos no máximo R$ 10 mil.

JOSIAS DE SOUZA

DO BLOG: Nas eleições de 2016 estavam aptos a votar  2 milhões e 401 mil eleitores.

Opinião dos leitores

  1. Eita Brasil véio sem-futuro. Todo dia o governo chora miséria e os políticos arranjando jeito de sugar mais dinheiro do povo. AFUNDA DE VEZ BRASIL.

  2. Ainda acho muito dinheiro para se gastar com eleição quando vemos tantos problemas urgentes aguardando por solução.

    1. Até por que, "ELES"estão resolvendo os problemas deles. A NAÇÃO, está nos DEUS darás , com a saúde na UTI, segurança toda comprometida e o funcionalismo, ganhou maior presente de todos os tempos : congelados salários. Sou a favor, as perdas dos mandados e confiscar todos os Bens, e até quina geração ñ participar de POLÍTICA.

  3. Fora o caixa 2. Porque a compra de partidos nanicos e lideranças politicas Estado a fora se faz com caixa 2. Afinal não tem como dar nota fiscal e recibo disso.

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Política

Temer repassou ‘cheque sem fundos’ a aliados

POR JOSIAS DE SOUZA

Um dos aliados de Michel Temer no Congresso, expoente do aglomerado partidário batizado de centrão, esclarece: “Não somos precisamente contra os cortes de gastos públicos. Somos apenas contra ser cortados. Não dá para mexer, por exemplo, na programação do pagamento das emendas parlamentares. A não ser que o governo quisesse antecipar as liberações.”

O comentário ouvido pelo blog ajuda a entender o paradoxo em que se meteu a gestão de Temer: para salvar o mandato do presidente, o Planalto colocou sua infantaria na porta do cofre. Prometeu mundos e, sobretudo, fundos. Súbito, o governo informa à banda fisiológica do Legislativo que o cofre continua oco. E seus aliados respondem que agora a coisa vai ou racha. E acham que dá para ir. Mesmo rachada.

Diante do reconhecimento de que não conseguirá entregar em 2017 a meta fiscal deficitária de R$ 139 bilhões, o governo tenta conter o estouro no patamar de R$ 159 bilhões. Para conseguir, precisa fazer novos cortes e elevar suas receitas. Os aliados não se animam a ajudar. Ninguém abre mão do butim de emendas. E a maioria resiste à ideia de corrigir a proposta do Refis, convertida em mamata para sonegador. Descarta-se, de resto, a hipótese de aprovar 100% da reforma da Previdência.

Na conversa com o blog, o aliado de Temer no centrão soou explícito: “Na hora de pedir o nosso voto contra a denúncia do procurador-geral, ninguém no governo falava em meta fiscal. Agora, não dá para dizer simplesmente que o cheque pré-datado não tinha fundos.”

Opinião dos leitores

  1. É para objetivos escusos como esse acima relatado que servem essas tantas "reformas" que apregoam por aí.
    Tudo para manter intacto o cofre de suas Excelências e nós, otários, pagando o pato.

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Judiciário

Ministro do STF trava há 75 dias julgamento sobre foro privilegiado

No Brasil das delações, foro privilegiado virou um outro nome para impunidade. Enquanto juízes como Sergio Moro e Marcelo Bretas produzem condenados em série, o Supremo Tribunal Federal vai se transformando num Éden para parlamentares e autoridades processadas por corrupção. Isso poderia mudar. Mas o ministro Alexandre de Moraes, da Suprema Corte, não deixa. Ele está sentado há 75 dias em cima do processo que pode reduzir o alcance do foro privilegiado.

O processo que Alexandre de Moraes retarda foi relatado pelo ministro Luís Roberto Barroso. No seu voto, Barroso sustentou que o Supremo só deve julgar autoridades por crimes cometidos durante e em razão do exercício do cargo público. Prevalecendo esse entendimento, o grosso dos processos criminais que tramitam na última instância desceriam para a primeira instância do Judiciário.

Alexandre de Moraes pediu vista do processo numa sessão em que quatro dos 11 ministros do Supremo votaram a favor da limitação do foro especial. Mais dois votos e os encrencados graúdos serão enviados para a usina de sentenças da primeira instância. Enquanto o processo estiver na gaveta, os investogados não perdem por esperar. Ganham. Entre os beneficiados estão oito ministros de Michel Temer, ex-colegas de Alexandre de Moraes, que serviu ao governo Temer como ministro da Justiça.

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

  1. Qual a surpresa? Alexandre de Moraes foi colocado no STF pelo Temer pra isso mesmo; e sob aplausos dos patos amarelos adestrados!

  2. Acorda povo brasileiro…. agora vcs tão entendendo o por que tanto empenho em colocar este maquiado advogado na cadeira de ministro???? A quem ele beneficiaria no futuro? A que custo? Acorda povo brasileiro !!!!!!!

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Judiciário

Lula é inocentado de processo por chamar Aécio de ‘filhinho de papai’

Lula foi inocentado pela Justiça do crime de calúnia por ter chamado Aécio Neves, em 2014, de “filhinho de papai” num comício eleitoral em Minas Gerais.

O TEMPO
A coligação do tucano, que disputava a Presidência com Dilma Rousseff, pediu a instauração de um inquérito para investigar os crimes de calúnia, injúria e difamação. Os dois últimos prescreveram -como o petista tem mais de 70 anos, os prazos de prescrição caem pela metade.

CALOR
Já o crime de calúnia foi considerado inexistente. As declarações de Lula, no entendimento da Justiça, seriam genéricas e superficiais, “emergindo da emoção e do calor de um comício”.

MÔNICA BERGAMO / FOLHA

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Geral

Advogados de Henrique Alves lamentam não ser possível “delação”

Destaque no Blog de Ney Lopes:

A defesa do ex-ministro Henrique Alves ficou desanimada com o progresso da delação do operador Lúcio Funaro.

Foi matadora para qualquer possibilidade de o peemedebista negociar com o Ministério Público Federal algum acordo de delação.

“Funaro já falou tudo”, diz um advogado.

DO BLOG: Henrique Alves está preso desde o dia 06 de junho e foi acertado em cheio pela delação do empresário Fred Queiroz. Também foi citado nas delações da Carioca Engenharia, do Lobista Lúcio Funaro, da JBS, da OAS e também aparece nas delações da Odebrecht.

Henrique também confirmou possuir conta no exterior, apesar de sua defesa informar que o dinheiro que consta na conta não é dele.

Opinião dos leitores

  1. Mais sujo que poleiro de galinha. Riqueza ilicita. Por isso seu novo apelido. HenRIQUINHO. Vai ser difícil tira-lo da prisão.

  2. Tá f… deveria devolver o dinheiro desviado e ficar liso. Depois pode soltar, o pior castigo é o cara ser milionário, poderoso e depois alisar. Os amigos fogem, desaparece, quando pensa que não o caba tá conversando sozinho. É de lascar, é do caba se apavorar e quebrar o c… com uma pedra. Rsrsrs

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Economia

Corte de verba emperra projeto de monitoramento nas fronteiras

Forças Armadas (Foto: Divulgação)

O Globo

O contingenciamento de 48% dos recursos de investimento do Ministério da Defesa via Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) leva as Forças Armadas a estudar medidas drásticas para se adequar à falta de dinheiro. As saídas em análise passam por antecipar a baixa de recrutas, diminuir o horário do expediente e revisar contratos. Antes de bater o martelo sobre decisões mais radicais, a Defesa já descartou ações que estavam previstas para este ano, como a expansão do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) do Mato Grosso do Sul, onde funciona como projeto-piloto. Não há recursos para adquirir os equipamentos necessários para colocar a estrutura em funcionamento no Mato Grosso e na região Sul.

A Operação Pipa, de distribuição de água por meio de carros-pipa a comunidades em situação de seca no Nordeste, também está ameaçada pela falta de recursos. Parte da entrega é feita pelo Exército, que utiliza recursos próprios na mobilização de pessoal, embora o programa também receba recursos do Ministério da Integração Nacional. A compra de guaranis, um carro blindado produzido pela indústria nacional, também entrou na mira das tesouradas. De uma previsão inicial de cerca de 2,2 mil veículos que seriam comprados nos próximos anos, o Exército já havia reduzido para pouco mais de 1,5 mil e agora pode diminuir ainda mais o pedido.

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