Polícia Federal assina acordo de delação com Sérgio Cabral

Foto: Geraldo Bubniak / Agência O Globo

A Polícia Federal assinou acordo de delação premiada com o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e enviou o material para homologação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin. Pelo acordo, mantido sob sigilo, o ex-governador se comprometeu a devolver R$ 380 milhões da propina recebida por ele nos últimos anos. A delação, porém, só terá validade caso seja homologada pelo STF.

O acordo, assinado pela Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF, chegou ao Supremo no início de novembro. A PF pediu que a delação fosse distribuída ao ministro Fachin. Logo em seguida, Fachin pediu uma manifestação do procurador-geral da República Augusto Aras sobre o material. A manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) chegou ao STF nesta segunda-feira. Aras afirmou ser contrário ao acordo de delação, que também havia sido rejeitado anteriormente pela força-tarefa da Lava-Jato do Ministério Público Federal do Rio.

Em sua manifestação, Aras argumentou que o ex-governador ocultou informações e protegeu pessoas durante a negociação do acordo com a Lava-Jato do Rio. Por fim, também alegou que Cabral pode ser considerado o líder da organização criminosa montada no governo do Rio, e, portanto, não poderia se beneficiar de um acordo de colaboração. Diz, portanto, que o acordo da PF com Cabral está fora dos requisitos legais.

Durante dois meses de depoimentos prestados à PF, Cabral citou dezenas de políticos beneficiários do esquema de corrupção montado em seus governos no Rio. Chamou a atenção dos investigadores uma outra frente citada nos seus depoimentos: o Judiciário. Cabral narra nos depoimentos sua relação com ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e com o processo de indicação deles aos seus atuais cargos. É por isso que a delação precisa ser homologada no STF, já que esses ministros possuem foro privilegiado perante a Suprema Corte. Os nomes delatados são mantidos sob sigilo.

Fontes com acesso aos depoimentos afirmam que há poucas provas documentais, mas que o ex-governador fornece caminhos de provas para diversos dos seus relatos. Dizem ainda que as informações prestadas por Cabral sobre o Judiciário seriam suficientes para novas frentes de investigação na Lava-Jato. Preso desde novembro de 2016 e já denunciado 30 vezes pelo Ministério Público Federal, Sérgio Cabral já foi condenado 12 vezes na Lava-Jato e suas penas somadas superam 267 anos.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gui disse:

    Na hora que prende, todos são inocentes, nada a declarar. Aí quando vê que ninguém acredita nas conversas é o jeito partir para as delações.
    380 milhões deve ser o que sobrou ou tem guardado. E o que já torrou, fica como?

  2. Paulo disse:

    e qual o partido dele?

  3. Paulo disse:

    Quem é o lider do governo federal no senado ?

  4. Olimpio disse:

    Devolver $ 380.000.000, imagine quanto essa essa quadrilha roubou da nação junto com sapo barbudo.

  5. Papa Jerry Moon disse:

    Tem que aceitar a delação. E aí reduz a pena dele pra 200 anos.

  6. Yuri disse:

    Citou Ministros, lascou se, não vai passar.

  7. Fernando disse:

    Mais combustível pra fogueira do inferno que estão os petralhas. Temos que passar esse país a limpo.

Juiz homologa delação de acusado de hackear Moro e Deltan Dallagnol e outros procuradores da Lava Jato

Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

Vallisney de Souza Oliveira, juiz da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, homologou a delação premiada de Luiz Henrique Molição, noticia a Folha.

Um dos presos na Operação Spoofing, Molição é acusado de integrar o grupo de hackers de Walter Delgatti Neto, o Vermelho, que invadiu contas de autoridades públicas no Telegram –entre elas, Sergio Moro, Deltan Dallagnol e outros procuradores da Lava Jato.

Molição teria armazenado parte das mensagens roubadas e feito contatos com Glenn Greenwald, que divulgou o material obtido ilegalmente.

Com informações de Estadão e O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    Agora eu quero ver quem pagou a essa cambada de criminosos para atingir a honra dos nossos heróis da lava-jato

  2. Borges disse:

    KKKKK já tou vendo a defesa da petralhada, é tudo mentira.

  3. Dilma disse:

    Kkkkkkk, agora essa cambada de criminosos que financiaram esse crimes contra os heróis brasileiros vão ser desmascarados e sofrer as penalidades previstas na lei

DELAÇÃO: Fátima diz que jamais tratou com a Camargo Corrêa e Palocci sobre campanha

NOTA

Sobre a delação premiada de Antônio Palocci à Polícia Federal, temos a esclarecer o seguinte:

A empresa Camargo Corrêa não fez doação à campanha da então candidata à deputada federal em 2010, Fátima Bezerra, conforme registrado no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE);

No endereço encurtador.com.br/glxE8 consta os registros de todas as pessoas físicas e jurídicas que doaram à campanha da então candidata em 2010, o que comprova que não há qualquer menção à referida empresa;

As contas foram devidamente aprovadas;

Fátima Bezerra e sua coordenação de campanha jamais trataram com a Camargo Corrêa e com Antônio Palocci, sobre a campanha de 2010 ou qualquer outra, e esperam que as informações sejam devidamente apuradas e esclarecidas.

Assessoria Fátima Bezerra

Veja mais: Palocci diz em delação que campanhas de Gleisi e Fátima Bezerra foram destinatárias de propina para enterrar investigações da Castelo de Areia

Veja também: Em delação, Palocci diz que distribuiu propina para Fátima Bezerra e Gleisi Hoffmann

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fiscalização disse:

    Tem a mesma doença do veio Lula. Cria dele!

    Bora coloca os podres dela pra todos saberem. Senadora foi um fiasco. Se aproveito do governo anterior. 06 secretárias recebebeu. Qd o bicho pegou correu da raia.

  2. Tarcísio Eimar disse:

    Desculpa esfarrapada, como sempre o PT tem dessas coisas. Aliás não somente o PT, mas toda a classe política.

  3. Jorge disse:

    Cadeia para corrupto e corruptores.

  4. Dilma disse:

    Começou a peça teatral do vitimismo, vai reclamar com o papa, depois com a onu

  5. Francisco Alves disse:

    É risível a argumentação, ou melhor, a desculpa da nota. Antônio Palocci afirma que houve dinheiro sujo, recursos derivados de propina para a campanha de Fátima Bezerra e de Gleise (codinome Amante). Palocci não falou que foi a empreiteira ou ele quem repassou o dinheiro sujo para as mãos delas.
    Ora, todo mundo sabe que o PT através do diretório Central é quem repassa os recursos.
    Palocci, conta o que tu sabes do assassinato de Celso Daniel…

  6. Sergio disse:

    Agora é a hora de negar tudo e desfazer do "cumpanheiro" Palocci. Vejamos, Palocci foi homem de confiança de Lula e Dilma, exerceu cargos importantes e sempre foi muito elogiado pelos dois. Então, como bom petista tinha que participar das falcatruas do Petrolão, já que tinha acesso a todos os empresários envolvidos. Ele sabe muito, ocorre que quando foi preso, ele deve ter procurado os "cumpanheiros" e esses devem ter virado as costas. Restou para o mesmo abrir a caixa da corrupção petista, já que todos gritavam "Lula livre" e esqueceram dele. Quem fez parte da alta cúpula petista tem tudo documentado, acredito que não vá falar por falar. Essa afirmação de Fátima deve ter uma verdade e uma mentira, a verdade é que nunca tratou nada com o pessoal da Camargo Correia e a mentira acredito é que com Palocci deve ter cobrado muito dele grana para a campanha. Palocci falou esta falado e ela que vá se defender desse fato.

Polícia Civil ofereceu delação a suspeitos da morte de Marielle, dupla recusou e voltou a dizer que não tem participação em crime

Elcio Vieira de Queiroz e Ronnie Lessa, ex-policiais suspeitos de participarem do assassinato da vereadora Marielle Franco – 14/03/2019 (Bruna Prado/AP – Alexandre Brum/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)

A Polícia Civil do Rio de Janeiro ofereceu acordo de delação premiada aos ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, suspeitos do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. Em troca de benefícios como uma eventual redução de pena, eles teriam que apontar o nome do suposto mandante do crime. A dupla recusou e voltou a dizer que não tem participação nos homicídios. A proposta foi feita no dia 5 de novembro, uma semana após reportagem da TV Globo revelar que o depoimento de um porteiro envolvera o nome do presidente Jair Bolsonaro no caso.

Lessa e Queiroz foram ouvidos das 10h às 20h no presídio de Porto Velho, em Rondônia, onde estão presos desde junho – antes, a dupla passou por Bangu 1, no Rio, e pela penitenciária federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Gravado em áudio e vídeo, o depoimento faz parte das investigações da Polícia Civil sobre a existência de um mandante da morte de Marielle. A oitiva foi realizada um mês depois da dupla ser ouvida no âmbito do processo em que são réus por homicídio triplamente qualificado.

Os suspeitos foram perguntados se sabiam o nome de alguém que pudesse ter ordenado o crime, e responderam se conheciam uma série de políticos e milicianos do Rio – inclusive aqueles que, de acordo com as investigações, fariam parte do Escritório do Crime, grupo de matadores de aluguel que estaria por trás de diversos homicídios ligados às disputas da contravenção e que jamais foram esclarecidos.

Os réus também negaram quando foram perguntados sobre uma suposta relação deles com o porteiro Alberto Mateus, que trabalha no condomínio onde Ronnie Lessa vivia no dia do crime. O presidente Jair Bolsonaro também possui uma casa no local. Em outubro, em depoimento à Polícia Civil, o porteiro mencionou o nome de Bolsonaro no caso ao dizer que, no dia 14 de março de 2018, quando Marielle e Anderson foram mortos, foi “seu Jair” quem autorizou a entrada do suspeito Élcio de Queiroz no condomínio. Segundo as investigações, Élcio e Ronnie saíram dali para cometer o crime naquela noite.

No começo deste mês, reportagem da revista VEJA revelou que Alberto Mateus vive no bairro da Gardênia Azul, onde Ronnie Lessa exerceria “influência”, de acordo com a apuração do crime. Na semana passada, em depoimento à Polícia Federal, o porteiro Alberto Mateus afirmou que se enganou ao mencionar o nome de Bolsonaro à Polícia Civil.

Procurada para comentar a reportagem, a Polícia Civil informou que “o caso corre sob sigilo”.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Escritor disse:

    Kkkkkk. Delação de miliciano. Querem morrer não.

Hacker da Lava-Jato fecha acordo de delação com a PF e promete revelar segredos; acusado de invadir celulares de autoridades conta que há outros envolvidos no esquema

DELAÇÃO – Luiz Henrique Molição: pistas que podem revelar uma cadeia de comando (./.) – Divulgação

O estudante Luiz Henrique Molição ocupava uma posição secundária na quadrilha de hackers que invadiu os celulares e capturou mensagens trocadas pelos procuradores da Operação Lava-Jato. A tarefa dele era intermediar os contatos entre os criminosos e o jornalista Glenn Greenwald, editor do site The Intercept Brasil, que recebeu e divulgou em parceria com vários veículos de imprensa, inclusive VEJA, diálogos flagrantemente impróprios entre os integrantes da força-­tarefa de Curitiba. Preso há dois meses, Molição fechou na semana passada um acordo de delação premiada com a Polícia Federal. Em troca de benefícios, o estudante se comprometeu a revelar, entre outras coisas, o nome de mais três pessoas que teriam participado dos ataques virtuais, apresentar arquivos de conversas privadas de autoridades da República que estariam armazenadas em servidores fora do país e entregar o aparelho celular que usava para se comunicar com os comparsas e repassar as mensagens roubadas.

A Polícia Federal vê a delação de Molição como o primeiro passo para avançar sobre uma das principais linhas de investigação. Desde que eclodiu o escândalo, os agentes desconfiam que, na retaguarda dos hackers, existe uma cadeia de comando que teria planejado e financiado as invasões dos celulares das autoridades, alguém ou algum grupo que tinha interesse em fulminar a Operação Lava-­Jato e fragilizar seus protagonistas. Resumindo, suspeita-se que haja um chefe. Durante o inquérito, foram localizadas mensagens trocadas entre os hackers que faziam referência a um tal “professor”. Em sua proposta de delação, Molição contou que o “professor” seria o mentor intelectual e financiador das ações do grupo. O estudante teria ouvido essa revelação da boca de Walter Delgatti Neto, o hacker que foi preso em São Paulo e confessou ser o responsável pela invasão dos celulares dos procuradores da Lava-Jato e de dezenas de autoridades. De acordo com o relato do delator, Delgatti comentou mais de uma vez que recebia instruções do “professor” sobre o que devia e o que não devia ser repassado ao Intercept Brasil.

Até então, na versão contada à polícia pelos criminosos o “professor” seria o apelido de Thiago Eliezer Martins, outro hacker da quadrilha que também está preso. Molição disse que o “professor” pode ser outra pessoa. No caso de o tal personagem de fato existir, a PF acredita que poderá identificá-lo com base nas informações armazenadas no celular do estudante. O aparelho, que estava escondido na casa da mãe dele no interior de São Paulo e já vem sendo analisado pelos peritos do Instituto Nacional de Criminalística, foi usado pelos hackers para trocar mensagens dentro do grupo. Molição informou que se encontram guardados no celular todos os diálogos entre ele e Walter Delgatti e entre ele e Glenn Greenwald. O conteúdo dessas conversas forneceria pistas sobre a identidade do tal “professor”.

Em cinco meses de investigação, a Polícia Federal prendeu Walter Delgatti, o Vermelho, suposto líder do esquema, e outras quatro pessoas acusadas de tentar invadir os aplicativos de mensagens de mais de oitenta autoridades da República. Colega de classe de Delgatti no curso de direito da Universidade de Ribeirão Preto, Luiz Henrique Molição entrou no esquema por ser bem informado sobre política e, principalmente, fluente em inglês. Segundo ele, Delgatti precisava de alguém para negociar com o americano Glenn Greenwald as conversas roubadas da Lava-Jato. Em seu primeiro depoimento após a prisão, o estudante disse que o grupo pretendia “vender as informações”, mas que o jornalista “teria se recusado a efetuar qualquer tipo de pagamento em troca de conteúdo”. Ao quebrarem o sigilo bancário dos envolvidos, porém, os investigadores identificaram uma série de transações bancárias que reforçaram a suspeita de que alguém pode ter financiado a operação.

O material obtido pelos hackers tem potencial explosivo e, portanto, alto valor no mercado — e não só em relação à Lava-Jato. A polícia descobriu que os criminosos tentaram — e, em alguns casos, conseguiram — ter acesso a diversos diálogos de autoridades de todos os poderes. Na lista de vítimas dos invasores estão ministros do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça. No Poder Executivo, o presidente da República, Jair Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o chefe do Estado-­Maior do Exército e ex-interventor na segurança pública do Rio de Janeiro, general Braga Netto, também foram alvo de tentativas de invasão. No Congresso, a lista é extensa — do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Para provar que tinha acesso às contas de aplicativos de autoridades e tentar fazer dinheiro junto a eventuais interessados em pagar pelas informações, Delgatti enviava cópias de mensagens roubadas ou imagens dos celulares mostrando que as contas de determinadas pessoas haviam sido capturadas. Foi assim que, em maio deste ano, o hacker entrou em contato com a ex-deputada federal Manuela d’Ávila, do PCdoB, para oferecer as mensagens dos procuradores da Lava-Jato. O material, prometeu ele, resultaria na libertação do ex-presidente Lula. Delgatti também dizia ter acessado as contas de Eduardo e Carlos Bolsonaro, filhos do presidente. Manuela se interessou e promoveu a aproximação do criminoso com o jornalista. Nesse hiato entre o oferecimento e a entrega do material, Molição entrou em cena.

Por ser monoglota, Delgatti teria desistido de intermediar ele mesmo os contatos com Greenwald. Por isso, repassava a Molição, pelo celular agora em poder da PF, as orientações sobre o que devia ser negociado. Foi em algumas dessas conversas que o estudante teria ouvido o comparsa mencionar o “professor”, o que ele entendeu como uma referência a alguém que operava em escala hierárquica superior. A suspeita sobre a existência de um comando acima dos hackers presos já havia ganhado força quando se soube que, logo após as primeiras prisões, diversos advogados, alguns ligados a partidos políticos e outros a escritórios caros e famosos, se apresentaram para defender os criminosos. Tão logo Delgatti foi apanhado, Molição escreveu a Greenwald: “O menino foi preso”. Pouco tempo depois, ele recebeu um e-mail em uma conta que havia sido criada pelo grupo para burlar possíveis interceptações da polícia: “Você deve saber quem eu sou. Eu ajudava o garoto”. No fim da mensagem, havia a informação de que os advogados dariam “assistência a Walter (Delgatti)”. Molição não sabe quem foi o remetente. Cerca de um mês após a prisão de Delgatti, porém, ele também recebeu uma ligação de Brasília. Apavorado, não atendeu. Em seguida, chegou uma mensagem de WhatsApp de uma pessoa que se apresentava como advogado do Delgatti e que queria saber detalhes de um veículo do hacker preso. A família de Molição foi procurada no interior de São Paulo por supostos advogados que ofereciam seus serviços.

Veja

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alex disse:

    Quem eu sei que é professor é o Haddad.

  2. Jaziel Rabelo de Souza disse:

    Saudades do AI 5, estes parasitas receberiam o fim que merecem

  3. Flavio disse:

    Agora a porca vai torcer o rabo, quero só vê quem são os malas por trás desse inocente, garanto que não tem um do Psol nem dos PTralhas. Kkkkk

  4. Antenado disse:

    Pronto. Vamos agora saber se Gilmar Mendes, Lewandowisk e outros Ministos do STF vão aceitar as conversas de Ministros do próprio STF como válidas . Agora eu quero ver se suas excelências serão independente como dizem ser.

  5. Delano disse:

    Com certeza, a conta amigo abasteceu os bolsos desse bandidos hackers, e a jeane wilas e a Manuela foram os coordenadores, com muito sexo e sapupara. Aguardemos!

  6. Trump disse:

    Esse americanos nos alertou, deveria ganhar uma medalha.

  7. Ricardo Carvalho disse:

    Hummmm, o que será que ele vai contar sobre o Verdevaldo, hein? "Eu non estar citada na delaçon! Eu non ter feito nada errada! kkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • paulo disse:

      BG
      Esse Americano tem que ir pra trás das grades, cometeu crime e vive zombando do nosso País, para não gerar despesas deporta ele para os EUA, que lá ele tem contas a acertar com a justiça.

Após delação de Palocci, Lava Jato faz buscas na casa de ex-presidente do STJ, Asfor Rocha

Foto: André Dusek

A Polícia Federal realiza buscas, na manhã desta quinta, 7, no apartamento do ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça Cesar Asfor Rocha, em Fortaleza, no âmbito da Operação Appius.

A reportagem apurou que Asfor está fora do Brasil e já iniciou viagem de retorno para o País.

O ex-ministro se aposentou em 2012 e hoje mantém um escritório de advocacia em São Paulo. Ao longo de sua longa carreira na magistratura, jamais admitiu qualquer ilícito.

Asfor foi quem concedeu liminar, em 2010, durante recesso do Judiciário, para suspender a Castelo de Areia. Na época, era presidente do STJ.

A operação, desencadeada em abril 2019, investigava suposto esquema de evasão de divisas, lavagem de dinheiro, crimes financeiros e repasses ilícitos para políticos, não só em épocas eleitorais, envolvendo três executivos da Construtora Camargo Corrêa.

O advogado que representa a empreiteira, Celso Vilardi, reagiu às buscas da Polícia Federal realizadas nesta manhã e disse que ‘o lugar do sr. Palocci é na cadeia’.

Em 2011, a liminar de Asfor foi confirmada pelo STJ, que arquivou o caso sob argumento de que o início do inquérito teve base em denúncia anônima.

Leia reportagem completa aqui no Justiça Potiguar.

Aras diz que delação da JBS foi ‘marcada por traços de deslealdade de rara gravidade’

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Como noticiado nessa segunda-feira(04), Augusto Aras enviou ao STF um parecer pedindo a extinção dos acordos de colaboração premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, além dos executivos Ricardo Saud e Francisco de Assis.

No documento ao qual O Antagonista teve acesso, Aras destaca a ajuda que a JBS teve do ex-procurador Marcelo Miller.

“A PGR deparou-se com evidências de uma situação constrangedora, marcada por traços de deslealdade de rara gravidade: os então colaboradores cooptaram um Procurador da República, ex integrante da equipe da Lava-Jato, para lhes auxiliar na negociação da colaboração premiada que viria a ser firmada no futuro, certamente por suporem que esse Procurador poderia ajudá-los a obter condições mais favoráveis junto à PGR.”

Aras afirma, ainda, que “restou evidenciado” que os irmãos Batista “fizeram uso privilegiado de informações” (…), “a fim de obter vantagens indevidas no mercado financeiro”.

Mais adiante no parecer, o procurador-geral acrescenta:

“No âmbito do acordo de colaboração premiada não há espaço para espertezas, ardis e trapaças, na exata medida em que estas não são aptas a conviverem com a necessária cooperação, lealdade e confiança mútua que devem reger as relações entre as partes acordantes.”

O Antagonista

Negociatas, propinas e a cúpula do PT no “olho do furacão”: confira o que revela a delação de Palocci

Segredos – O ex-ministro Antonio Palocci já redigiu mais de quarenta anexos com suas revelações (Wilson Pedrosa/Estadão Conteúdo)

No acordo de delação premiada que firmou com a Polícia Federal, o ex-ministro Antonio Palocci envolveu 12 políticos e 16 empresas em transações supostamente criminosas que chegam a mais de 330 milhões de reais — boa parte pagamento de propinas ao PT e a parlamentares. O blog Radar teve acesso a um documento de oito páginas do Supremo Tribunal Federal que confere contornos concretos à principal frente da delação de Palocci, que cumpre em casa e com tornezeleira eletrônica sua condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Muitas das revelações presentes no acordo foram antecipadas por VEJA em diferentes reportagens publicadas em 2017. O acordo foi homologado pelo ministro Edson Fachin, relator da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. Ele determinou o envio de 22 dos 23 anexos da delação de Palocci a quatro estados: São Paulo, Distrito Federal, Paraná e Rio de Janeiro.

A lista de exemplos envolvendo repasses a campanhas petistas e interesses de empresários é grande, como mostra uma série de publicações do blog Radar nesta quarta-feira, 14. A delação de Palocci não deixa dúvidas: todas as eleições de Lula e Dilma foram financiadas com recursos irregulares de empresas — o que a Lava-Jato já comprovou de diversas formas, é verdade.

Desde que a Justiça homologou a delação de Palocci em três frentes – no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, na Justiça Federal de Brasília e no Supremo – os investigadores da Polícia Federal realizam diligências sigilosas e produzem provas para confirmar os relatos do petista, de modo a marcar uma diferença de “qualidade” no trabalho realizado pela PGR em delações anteriores. É por causa disso que, apesar de Fachin delegar aos juízes locais a retirada do sigilo da delação, o conteúdo continua fechado.

Entre os detalhes que o Radar revela, Palocci afirmou que apenas o PT recebeu para suas campanhas eleitorais 270,5 milhões de reais, entre 2002 e 2014. Foram doações, parte declarada e outra não, de grandes grupos e empresas em troca de favores recebidos, afirma o ex-petista. Palocci associa cada doação a um benefício específico que, segundo ele, teria sido alcançado por determinada empresa. Boa parte dessas negociações era realizada por Palocci em sintonia com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari.

O ex-ministro também detalha as negociatas que levaram empresas a destinares recursos a políticos petistas. Nos casos das campanhas presidenciais de Lula e Dilma, são diversos os pedidos dos empresários em troca do apoio financeiro às tentativas de eleições e reeleições da dupla. Para o empresário, o benefício alcançado varia de menor tributação para um setor específico, obtenção de alguma linha de crédito no BNDES para essas empresas a auxílio em fusão de grupos de um mesmo setor a apoio da base governistas a medidas que tramitavam no Congresso.

Há a história bombástica, revelada por VEJA em 2017, de que Lula foi eleito com uma bolada milionária repassada pelo ditador Muamar Kadafi, líder líbio morto em 2011. Segundo o petista, Kadafi deu 1 milhão de dólares, o equivalente a 3,5 milhões de reais à campanha do petista em 2002.

O ex-ministro narra a operação petista, também revelada por VEJA em 2017, para sepultar a Operação Castelo de Areia no Superior Tribunal de Justiça que rendeu 50 milhões de reais em propinas pagas pela Camargo Corrêa na forma de doação eleitoral para Dilma Rousseff em 2010 e políticos petistas, como Gleisi Hoffmann, atual presidente nacional do PT.

Palocci contou que ela recebeu de três empreiteiras 3,8 milhões de reais na campanha de 2010, quando se elegeu senadora pelo Paraná. Como VEJA revelou em 2017, quando o ministro ainda negociava uma possível delação com a força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba, a empreiteira Camargo Corrêa repassou 1 milhão de reais a Gleisi como parte de um acordo para sepultar a Operação Castelo de Areia no STJ.

Palocci também contou à Polícia Federal repasses milionários, na forma de doações oficiais e via caixa dois na campanha de 2010, para os petistas Fernando Pimentel e Tião Viana, que governaram Minas Gerais e o Acre, respectivamente, e para o ex-senador Lindbergh Farias.

O ex-ministro ainda detalha como a Odebrecht repassou 50 milhões de reais ao PT em troca de vantagens no Programa de Desenvolvimento de Submarino (Prosub). O episódio já foi narrado por Marcelo Odebrecht na delação da empreiteira. A bolada milionária foi repassada à campanha de Dilma em 2014. O dinheiro era para que as liberações de dinheiro do governo no contrato de construção dos submarinos não parassem.

O Radar também mostra que Palocci confirma o repasse de recursos pela empresa Qualicorp ao PT, ao Instituto Lula e a Touchdown, de Luis Cláudio Lula da Silva, 30 anos, filho caçula do ex-presidente Lula. Os pagamentos, segundo o ex-ministro, teriam sido feitos em troca de “benefícios concedidos pelo governo” à empresa na Agência Nacional de Saúde Suplementar. No trecho obtido pelo Radar, não há, porém, valores descritos.

Em março, a Polícia Federal indiciou Lula e o filho Luís Cláudio pelos crimes de lavagem de dinheiro e tráfico de influência por pagamentos para relacionados à empresa de marketing esportivo. A Touchdown passou a ser investigada em 2017, com as delações da Odebrecht na Lava Jato. A investigação descobriu que, ao longo dos anos, a empresa, que tinha capital social de 1 mil reais, recebeu mais de 10 milhões de reais de patrocinadores.

Sobre a delação de Palocci, a Qualicorp enviou a seguinte nota ao Radar: “A Qualicorp é uma companhia de capital aberto, com milhares de acionistas nacionais e internacionais, e todos os seus contratos são auditados por empresas renomadas. Sua atividade é exclusivamente privada e depende da contratação voluntária de cada cliente de plano de saúde. A empresa nunca pleiteou ou obteve qualquer tipo de benefício público e jamais transgrediu a lei. A companhia não comentará supostas acusações do ex-ministro, que foram rejeitadas pelo Ministério Público Federal por ausência de base fática.” O Radar tenta contato com o filho de Lula.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    Só falta a justiça agir.

  2. Walsul disse:

    É o desespero do moro. Criar factoide para sair da linha de tiro. São denúncias apenas para gerar manchetes e manter o único neurônio da bolsoninhada ocupado. Nem o próprio ministério público quis negociar com o Palocci. Ah, ele tá livre e sabe que a única condição para isso é ficar à disposição do moro.

    • Ricardo disse:

      Moro também foi responsável pelos benefícios distintos às empresas citadas, e que renderam alguns milhões em detrimento do prejuízo em dobro pra o erário público, né abobalhado? Vc ficou sem muito serviço público por essas negociatas, desde segurança, saude, educação; o que você vê faltando no dia a dia.

  3. Euzim disse:

    Com a palavra os adoradores de bandidos. Não se trata de conspiração da mídia , dos EUA ou da direita. A delação foi de um dos fundadores do PT, ex-tesoureiro e ex-ministro. Um dos mais próximos a Lula.
    Dissertem sobre isso, fans cegos de bandidos. Zumbis ideológicos.

  4. Getro disse:

    Se soltarem esse homem os petista queimam ele, como fizeram com Celso Daniel, pense nos eleitores, isto é uns devotos doidos.

  5. LEO disse:

    A ESQUERDA VAI ESPERNEAR E DIZER QUE É MENTIRA, QUE PALOCCI, PIOR AINDA SE ACUSA O CHEFE DA QUADRILHA (lula) E SUA PROLE

  6. Nobre disse:

    Um prato cheio pra dr MORO. Pena que não é mais o juiz pra botar na taboca desses caras corruptos.

Em delação, Palocci revela repasses da Qualicorp ao filho de Lula

Foto: Alan Marques/ Folhapress

O ex-ministro petista Antonio Palocci revelou, em delação premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o repasse de recursos do grupo Qualicorp ao PT, ao Instituto Lula e à empresa Touchdown, de Luis Cláudio Lula da Silva, 30 anos, filho caçula do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As informações foram publicadas nesta quarta-feira (14) pela coluna Radar, da revista Veja.

Os pagamentos, de acordo com a revista, teriam sido feitos em troca de “benefícios concedidos pelo governo” à empresa na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Em março, a Polícia Federal indiciou Lula e o filho Luís Cláudio pelos crimes de lavagem de dinheiro e tráfico de influência. A Touchdown passou a ser investigada em 2017, com as delações da empreiteira Odebrecht na Operação Lava Jato. A empresa teria recebido mais de R$ 10 milhões de patrocinadores.

De acordo com a revista, o acordo firmado pelo ex-ministro no Supremo, ao qual Veja teve acesso, tem 23 anexos, que tratam de 12 políticos, entre ex-ministros de Estado, parlamentares e ex-parlamentares – além de grandes empresas.

Campanhas eleitorais

Segundo a reportagem, baseada nas declarações de Palocci, o PT recebeu R$ 270,5 milhões para suas campanhas eleitorais de 2002 a 2014. As doações (parte delas não declarada) partiam de grandes grupos e empresas em troca de favores do partido.

O ex-ministro narra o esforço petista para sepultar a Operação Castelo de Areia no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Por esse empenho, a legenda aceitou R$ 50 milhões em propinas pagas pela Camargo Corrêa na forma de doação eleitoral para Dilma em 2010 e para outros políticos petistas, como Gleisi Hoffmann, atual presidente do PT.

Palocci afirmou que Gleisi recebeu de três empreiteiras (Camargo Correa, Odebrecht e OAS) a quantia de R$ 3,8 milhões na campanha de 2010, quando se elegeu senadora pelo Paraná.

De acordo com a reportagem, diversos empresários apoiaram financeiramente as campanhas presidenciais de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff em troca de benefícios, que variavam desde a “menor tributação para um setor específico, obtenção de alguma linha de crédito no BNDES para essas empresas a auxílio em fusão de grupos de um mesmo setor a apoio da base governistas a medidas que tramitavam no Congresso”.

As negociações com os doadores, diz a revista, eram fechadas por Palocci e pelo ex-tesoureiro do PT João Vaccari.

A delação premiada de Palocci foi fechada com a Polícia Federal e homologada pelo ministro Edson Fachin, chefe da Lava Jato no STF.

R7

 

Delação de dono da Gol mostra acerto de Bolsonaro em não negociar cargos, dizem assessores

Em um momento em que o governo enfrenta novas dificuldades no Congresso e pressões dos partidos do Centrão, a delação do dono da Gol, revelando o uso político da Caixa Econômica Federal, mostra que o presidente Jair Bolsonaro está certo em não admitir negociar com aliados cargos em bancos públicos.

A avaliação é de assessores presidenciais, feita ao blog depois que foi revelado o acordo de Henrique Constantino, um dos donos da Gol, com o Ministério Público, no qual ele diz ter acertado pagamentos de R$ 7 milhões à cúpula do MDB em troca da liberação de empréstimos na Caixa e no FI-FGTS, fundo de investimentos em projetos de infraestrutura, para a companhia aérea.

Segundo esses assessores, a delação de Constantino reforça a posição do presidente Jair Bolsonaro de não querer entrar no toma lá dá cá para garantir a formação de uma base aliada dentro do Congresso Nacional. Durante a fase de transição e depois, no início do governo, partidos aliados chegaram a pressionar o Palácio do Planalto para que fosse aberta uma exceção e aceitasse nomeação de afilhados na Caixa.

Nos últimos dias, o presidente Jair Bolsonaro cedeu às pressões de seus aliados e aceitou recriar dois ministérios, das Cidades e da Integração Nacional, na tentativa de convencer os partidos do Centrão a reduzirem pressões contra a reforma da Previdência e aprová-la o mais rápido possível.

Mesmo assim, porém, esses partidos acabaram derrotando o presidente na votação da medida provisória que reestrutura a Esplanada dos Ministérios, retirando, por exemplo, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) das mãos do ministro da Justiça, Sergio Moro.

Segundo interlocutores presidenciais, ele continua disposto a entregar o Ministério das Cidades a aliados, mas isso não significaria uma mudança de postura em relação à distribuição de cargos. Um assessor de Bolsonaro disse que seria um caso pontual, para garantir a aprovação do que é mais importante, a reforma da Previdência. Outros cargos, como postos em bancos públicos, continuariam fora das negociações.

Em sua delação, Henrique Constantino citou os nomes do ex-presidente Michel Temer, dos ex-presidentes da Câmara, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, e do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Eles teriam acertado receber uma propina de R$ 7 milhões em troca da liberação de empréstimos para a companhia aérea.

O acordo do dono da Gol com o Ministério Público, homologado pela Justiça Federal de Brasília, complica ainda mais a vida dos emedebistas. Os quatro estão ou foram alvos de prisão e respondem a mais de um processo. O ex-presidente Temer tentará obter nesta terça-feira (14) liminar no Superior Tribunal de Justiça para sair da prisão.

Blog Valdo Cruz – G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. André Fortes disse:

    E a visita surpresa do Mito ao Bush? A dimensão disso vai entrar para a história. Um chefe de Estado faz uma viagem internacional e visita um ex-presidente americano sem qualquer agenda e sem avisar, só para tirara uma foto. Quem pagou essa viagem? O mito, que chamou os manifestantes de idiotas úteis, disse que entendeu o semblante de Bush.
    Sim, e o filho de Lula?

Rodrigo Maia, sobre delação de dono da Gol: “Mais um inquérito a ser arquivado”

Rodrigo Maia, citado na delação de Henrique Constantino, negou ter recebido propina:

“Nunca me pagou nada, isso é mentira dele. Não tem como provar e vai ser mais um inquérito arquivado na justiça brasileira.”

E reforçou:

“Nunca tive relação com ele, nunca tive nenhum benefício deles.Como outras delações que já foram arquivadas, como da Odebrecht, essa vai ser arquivada também.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flávio A disse:

    Esses MAIAS sempre aprontando. O daqui no Arena das Dunas já o outro em delação ao MPF. Sinceramente canoniza esses caras,são verdadeiros Santos. Nunca deixam rastros são profissionais,Fernandinho Beira Mar não joga nem na escolinha deles!!

  2. Manoel disse:

    Esse Rodrigo Maia é um inocente, pelo amor de Deus deixa ele em paz,.

  3. Anti-Comunista disse:

    CORRUPÇÃO GENERALIZADA. NINGUÉM QUER LARGAR O OSSO.

‘Reserva de poltrona’ e ‘localizador’ eram códigos para discutir propina, diz dono da Gol em delação

Mensagens trocadas entre dono da Gol Henrique Constantino e operador Lúcio Funaro para acertar propina Foto: Reprodução

Em sua delação premiada já homologada pela Justiça Federal , um dos donos da Gol , o empresário Henrique Constantino, revelou que usava expressões relacionadas a passagens aéreas para conversar sobre pagamentos de propina com o operador financeiro Lúcio Funaro . Constantino entregou cópias de mensagens trocadas via celular com Funaro, em material de sua delação obtido pelo GLOBO.

As expressões eram usadas para definir quais seriam as empresas de fachada de Funaro que receberiam os pagamentos de propina de Constantino, destinados ao grupo político do MDB.

“Outras vezes, eu mesmo fui questionado por Lúcio Funaro sobre os pagamentos, como pode ser comprovado pela troca de mensagens abaixo, na qual utilizamos termos como ‘passageiros’, ‘reservas’, ‘localizador’, ‘bilhetes’, ‘taxa de câmbio’ etc., como metáforas aos nomes das empresas que eram utilizadas à emissão de NF’s (notas fiscais) e aos pagamentos efetivos”, descreve Constantino em um dos anexos de sua delação.

Em mensagem de 1º de agosto de 2013, o empresário pede para Funaro:

“Você pode me mandar os dados da pessoa para a reserva da poltrona? Favor mandar para mim na Funchal. Abs.”

No dia seguinte, Funaro lhe envia os dados e manda uma mensagem para confirmar:

“Recebeu a lista com o nome dos passageiros que te mandei?”

Constantino dá uma resposta positiva:

“Recebi. Assim que concluir as reservas, te passo o localizador e a taxa de câmbio. Abs.”

O empresário também anexou à sua delação trocas de e-mails entre sua secretária e uma funcionária de Funaro, nas quais acertavam valores e pessoas jurídicas para transações bancárias. “Era comum Lúcio Funaro questionar sobre o andamento dos pagamentos indevidos. Algumas vezes por meio de nossas secretárias, por e-mail”, contou o empresário. Funaro também fez acordo de delação premiada com o MPF, há dois anos, e foi o primeiro a relatar os repasses de propina de Constantino.

A delação de Constantino foi assinada no dia 25 de fevereiro com a Força-Tarefa Greenfield e revelada ontem pelo GLOBO. O empresário relatou acertos de propina com políticos do MDB, fez acusações ao ex-presidente Michel Temer (MDB) e se comprometeu a pagar indenização de R$ 70 milhões aos cofres públicos.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anti-Comunista disse:

    CLEPTOCRACIA : É UM TERMO DE ORIGEM GREGA QUE SIGNIFICA, LITERALMENTE, GOVERNO DE LADRÕES CUJO OBJETIVO É O DO ROUBO DE CAPITAL FINANCEIRO DE UM PAÍS E DO SEU BEM-COMUM.( É O QUE ACONTECEU COM O BRASIL NOS GOVERNOS DO PT) SIGNIFICADO COMPLETO DO QUE É CLEPTOCRACIA NO WIKIPEDIA.

    • Anti-Político de estimação disse:

      Uffffa, ainda bem que a corrupção acabou . Agora podemos relaxar (SQN) !!!

    • Alexandre disse:

      Correção ! Propina destinada ao MDB ( PMDB) .

  2. Anti-Comunista disse:

    CLEPTOCRACIA. CORRUPÇÃO SISTÊMICA. CORRUPÇÃO GENERALIZADA. NA ERA PT FOI ROUBO SAINDO PELO LADRÃO, PELO RALO DA CORRUPÇÃO. BILHÕES DE REAIS ROUBADOS DO POVO BRASILEIRO, MALAS DE DINHEIRO, CAIXAS DE DINHEIRO 56 MILHÕES DE REAIS DE GEDEL.

Delação de um dos donos da Gol cita Henrique Alves

Um dos donos da companhia aérea Gol , o empresário Henrique Constantino assinou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e pela primeira vez admitiu pagamentos de propina em troca da liberação de financiamentos da Caixa Econômica Federal para suas empresas. A delação foi homologada pelo juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal do DF, e traz acusações contra políticos do MDB, como o ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro Geddel Vieira Lima.

O empresário relatou relacionamento com esses políticos do MDB e contou ter participado de uma reunião com o então vice-presidente da República Michel Temer, em 2012, na qual houve a solicitação de R$ 10 milhões em troca da atuação dos emedebistas em favor dos financiamentos pleiteados pelo seu grupo empresarial na Caixa.

Após o início desse relacionamento, em junho de 2012 Constantino participou de uma reunião com Temer, o então deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) e o então deputado Henrique Eduardo Alves (MDB-RN). Todos os três foram presos por conta das investigações da Lava-Jato, mas Henrique Alves acabou solto posteriormente.

Veja mais: Dono da Gol assina delação premiada e acusa Temer, Cunha e Geddel

“Sobre a reunião em junho de 2012 em Brasília com Eduardo Cunha e Henrique Alves, informou ainda que se reuniu com eles e o então vice-presidente Michel Temer; que foi solicitado pelo grupo o valor de global de R$ 10 milhões em troca de atuação ilícita de membros do grupo em diversos negócios, como foi o caso da operação da Via Rondon com o FI-FGTS”, disse em seu depoimento.

Em outra referência a Temer, Constantino afirma que o ex-presidente foi citado por Funaro como integrante do grupo de influência que poderia atuar em favor do empresário, em troca de propina. “Funaro expôs o poder de influência que tinha junto com seu grupo no âmbito do governo federal e instituições diversas, como o Postalis”, afirmou. O operador financeiro, então, “mencionou o então deputado federal Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, líderes que, segundo Funaro, poderiam auxiliar o depoente em outros negócios de seu interesse, em troca de vantagens indevidas; que, da mesma forma mencionou Michel Temer como membro desse grupo”, disse no depoimento.

Com informações de O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Delano disse:

    Isso é uma delação seletiva, é perseguição política contra Henrique e Lula, dois inocentes. Kkkkkkk

  2. Ivan disse:

    Onde estão as provas??? Delações são apenas ilações que visam prejudicar politicamente os citados!!! #henriquelivre, #temerlivre, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…Eleição sem eles é golpe!!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    • willian disse:

      Ivan,
      Malas de dinheiro com 500 mil correndo pelas ruas de S. Paulo, bunker com 52 milhões de reais na Bahia, grampos telefônicos com o presidente dizendo a Joesley "tem que manter isso aí, viu?" , Trustes na Suíça da qual Cunha era beneficiário, Jatinhos com dinheiro vindo de Brasília ou Rio de Janeiro correndo com este pela Via Costeira, em Natal. Issso não são provas materiais incontestes??

    • Nelson disse:

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Boa!

MPF faz nova denúncia contra Wesley Batista por uso de informação privilegiada de delação para operações de câmbio

O empresário Wesley Batista presta depoimentos às CPI da JBS e do BNDES, em 2017 — Foto: Marcelo Camargo, Agência Brasil

O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) denunciou pela segunda vez o empresário Wesley Batista pelo crime de insider trading, que é o uso de informações privilegiadas para lucrar no mercado financeiro. A denúncia foi protocolada na Justiça Federal na manhã desta terça-feira (7).

Segundo o MPF, como gestor da Seara Alimentos e Eldorado Celulose, Wesley comandou operações de câmbio das empresas em maio de 2017, quando ainda estava sob sigilo o acordo de delação premiada que ele e o irmão Joesley Batista firmaram com a Procuradoria Geral da República (PGR) e executivos do grupo J&F.

Após a divulgação do teor das colaborações, o dólar teve alta expressiva, o que rendeu ao empresário quase R$ 70 milhões a partir dos contratos de dólar negociados dias antes, afirma o Ministério Público.

A defesa de Wesley foi procurada, mas não retornou até a última atualização deste texto.

Ainda segundo o MPF, relatórios periciais da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da PGR demonstraram transações atípicas realizadas pelo grupo.

No caso da Eldorado, os procuradores estimam que a empresa adquiriu contratos de dólar a termo (que já tem um valor futuro pré-determinado e não sofre variações) nos dias 9 e 16 de maio de 2017. O valor total dos contratos foi de US$ 280 milhões, equivalente ao triplo de todo o lucro obtido pela empresa no ano anterior, de acordo com a investigação.

Já a Seara efetuou a compra de US$ 25 milhões de dólar futuro (um contrato para compra da moeda estrangeira que considera ajustes diários do mercado de câmbio) entre os dias 10 e 16 do mesmo mês. A estimativa é que a quantia seja 50 vezes superior à média das operações que a empresa estava realizando no mercado cambial desde o segundo semestre de 2016.

Relembre

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luladrão disse:

    Não adianta de nada pois esses irmãos parecem serem imunes a cadeia. Fizeram o que quiseram nos governos do PT, se beneficiaram de bilhões do dinheiro público e hoje estão aí curtindo a liberdade, usufruindo dos desvios e assistindo a JBS valer muito mais. Até o chefe da quadrilha está preso e os cúmplices zombando do Ministério Publico e do Poder Judiciario.

PT usou PCC para lavar dinheiro com empresas no CE, afirma Palocci em delação; prática teria usada pelo país

O esquema envolveu o uso de propina na compra de imóveis, como um luxuoso apartamento, Ceará estaria na lista do esquema.

O ex-ministro Antonio Palocci, em delação premiada afirmou que o partido dos trabalhadores (PT) teria usado por diversas vezes a facção criminosa PCC “Primeiro Comando da Capital” para lavar dinheiro no Brasil, incluindo o Estado do Ceará.

Segundo foi apurado em uma das partes mais polêmicas da colaboração premiada do ex-ministro dos governos Lula, Antonio Palocci, trata de seu envolvimento direto com integrantes de uma rede de lavagem de dinheiro usada pelo crime organizado orquestrado com apoio da facção PCC.

Pelo Ceará, o PCC foi parceiro de políticos poderosos, bancando-os e financiando-os em campanhas milionárias. O secretário Nacional de Segurança, general Guilherme Theophilo, garante que fará uma investigação sobre essa aliança ainda esse ano.

Segundo depoimento de Palocci, o esquema envolveu o uso de propina na compra de vários imóveis, como um luxuoso apartamento em Moema, registrado em nome de uma empresa de Gesmo Siqueira Santos. Seu irmão Gildasio Siqueira Santos, já falecido, foi denunciado pelo MP por integrar esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio de postos de combustíveis. Gildásio foi sócio (e inquilino) de Leonardo Meirelles, também sócio do doleiro Alberto Youssef.

Para quem não se lembra, Meirelles foi preso na primeira fase da Lava Jato por causa do esquema do Labogen, que também levou à prisão o ex-deputado petista André Vargas. Essa parte explosiva da delação de Palocci está em Brasília.

Revista Ceará
https://www.revistaceara.com.br/pt-usou-pcc-para-lavar-dinheiro-com-imoveis-e-postos-no-ceara-afirma-palocci-em-delacao/

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. QUERO QUE O STF PRENDA TODOS OS DIVULGADORES DE FAKE NEWS disse:

    FAKE NEWS. LULA LIVRE.

  2. Belarmino tx disse:

    Com a palavra os petralhas ou pccpetralhas

  3. Bruno Moura disse:

    Essa chamada deveria ter aparecido como a mais importante aqui!! Poderia ter vindo ate como Extra BG !! Apesar de que nao é novidade , mas é importante q todos saibam!!

  4. Ceará-Mundão disse:

    Onde há PT… E quem dizendo isso são as instituições nacionais. Tem gente ruim em todo lugar, é claro. Mas no PT a concentração do que não presta é assombrosa. Desde o chamado Mensalão que a PF, o MP e a Justiça estão nos mostrando isso. Onde está o "grande líder", o "dono" dessa turma? Pois é.

  5. Lava Jato! disse:

    Partido literalmente de bandidos. Ainda tem inocente que só olha para o próprio bolso e defende essa raça.

  6. Beto disse:

    Por isso a expansão de 10.000 % das facções criminosas no país, antes do petralhismo não tinha facções, só se institucionalizaram no governo luladrão/dilmanta

  7. Ems disse:

    "Palloci é um mentiroso. Não sabe de nada !!!" Dizem os petralhas. Kkkkkkkkkk

  8. Nelson disse:

    Olhem só o perigo que esse povo passou, se envolvendo com esse tipo de gente…Coitado do pessoal do PCC!

Delação da OAS fala em R$ 16 milhões em caixa dois para Rosalba

Reportagem de O Globo nesta quarta-feira(27) revela que a OAS pagou R$ 125 milhões em propinas e caixa dois em troca de apoio para obras entre 2010 e 2014 para 21 políticos, dentre eles, a prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP).

De acordo com a reportagem, a então governadora teria recebido R$ 16 milhões em caixa dois da empreiteira, e este pagamento estaria relacionado a obras da Arena das Dunas.

Segundo O Globo, a delação foi feita por oito ex-funcionários que atuavam na “Controladoria de Projetos Estruturados”, o que seria o departamento clandestino da empreiteira.

A delação homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado era mantida até agora em sigilo.

À reportagem de O Globo, Rosalba disse desconhecer nesse sentido com a OAS.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cláudio disse:

    Mas hômi, com esse dinheiro todinho não ajeitou nem os dentes?