O advogado José Luís Oliveira Lima, responsável pela defesa do governador Robinson Faria na operação Anteros, representou o ex-deputado José Dirceu, no caso do Mensalão e representa Léo Pinheiro, da OAS, na Lava Jato.
Juca, como também é conhecido defende ainda, José Cláudio Yunes e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures
A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RN, após um extenso debate entre os desembargadores, negou o pedido feito pela defesa do vereador Raniere Barbosa, afastado durante as investigações da chamada operação “Cidade Luz”, deflagrada pelo Ministério Público em 24 de julho deste ano. O Habeas Corpus pedia a reforma da decisão dada pela 7ª Vara Criminal de Natal, a qual determinou o afastamento de Raniere do cargo e da Presidência da Câmara Municipal de Natal. Na decisão do órgão julgador da Corte potiguar, o caso foi remetido, novamente, ao juízo de primeiro grau, apenas para que o juiz José Armando Pontes, fixe um prazo para a medida.
A Operação Cidade Luz foi deflagrada pelo Ministério Público Estadual, a fim de investigar o desvio de mais de R$ 22 milhões da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos de Natal (Semsur), decorrente de superfaturamento e pagamento de propina relativos a contratos firmados entre empresas e a Semsur para a prestação de serviços de manutenção e decoração do parque de iluminação pública em Natal.
A defesa argumentou, dentre outros pontos, que nenhum dado obtido nas interceptações telefônicas envolve, diretamente, o vereador, mas “somente menções ocasionais”. O HC ainda contesta os argumentos do Ministério Público, relacionadas a supostas interferências de Raniere Barbosa em pareceres da Semsur.
No entanto, o relator não acolheu as alegações da defesa, de que não existem indícios suficientes da participação do vereador e que, por outro lado, a decisão de 1ª instância e o julgamento desta terça não representa juízo antecipatório e condenatório. “O exame cautelar não significa o mesmo de um veredicto, uma decisão final”, ressalta o desembargador Glauber Rêgo, ao apontar que o juízo acautelatório (que assegura o afastamento preventivo de um acusado) também serve para o resguardo da ordem pública.
Mais de 100 presos foram retirados da Penitenciária Estadual de Parnamirim e levados durante a madrugada desta terça-feira (15) para o pavilhão 5 do Complexo Penitenciário de Alcaçuz, como é mais conhecido o Presídio Rogério Coutinho Madruga. As duas penitenciárias ficam na região metropolitana de Natal.
A transferência aconteceu após os detentos da PEP se amotinarem em um dos pátios da unidade. A confusão aconteceu no momento em que agentes penitenciários tentavam fazer o isolamento de um interno considerado chefe de uma facção criminosa.
tadinhos…. nao podem ser tocados ou surrados… mas podem quebrar os bens que o Erário (nós pagamos via nossos impostos) construiu. …. Faz o castigo que nossos avós e bisavós aplicavam: espalha caroço de milho e feijão no chão e bota os delinquentes pra ficar de joelho, enquanto rezam 400 Pai Nosso e 600 Ave Maria….
O governador Robinson Faria divulgou nota, através de seu advogado, em que nega ter cometido qualquer irregularidade em seu mandato como deputado estadual e disse que está a disposição para prestar qualquer esclarecimento.
Confira nota na íntegra
O Governador Robinson Faria nega veementemente a prática de qualquer irregularidade durante seu mandato de deputado estadual, encerrado em 2010 e reforça que sempre esteve à disposição para prestar qualquer esclarecimento.
Apesar de não concordar com a diligência realizada nesta data, tem profundo respeito pela justiça e confia no rápido restabelecimento da verdade.
A população deveria ser isenta de votar, imagine nossos candidatos: um preso envolvido em quase todas as propinas do Brasil, e o outro agora se entalou também, ahhh bocado de lalau.
A população potiguar acredita na inocência de Sua Excelência! Isso é mais uma invenção dessa imprensa marrom. Licença que eu vou alimentar a mula sem cabeça e uns duendes que chegaram agora ao quintal.
Desdobramento da Operação Dama de Espadas, de 2015, que investigava um esquema de funcionários fantasmas Assembleia Legislativa do RN, a operação deflagrada, nesta terça-feira, 15, pela PF foi denominada Anteros em referência a divindade grega que semeia a discórdia, o ódio, e prejudica a afinidade dos elementos.
Segundo a PF, a investigação mira “manobras ilegais” para impedir investigações sobre desvio de recursos públicos por meio da inclusão de funcionários fantasmas na folha de pagamento da Assembleia Legislativa do estado desde 2006.
A ação da PF tem como alvo o governador Robinson Faria (PSD) e investiga a suspeita de prática dos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça por parte dele e de servidores do governo potiguar.
Balanço financeiro divulgado pelo grupo Fox revela que a empresa gastou cerca de US$ 50 milhões (quase R$ 160 milhões) por conta de casos de assédio sexual de seus funcionários somente no último ano.
A 20th Century Fox divulgou o valor nesta segunda-feira, 14, após um depósito na Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos. Os valores dizem respeito a indenizações e outros gastos jurídicos da empresa.
Nos últimos meses, diversos funcionários do conglomerado de mídia foram denunciados por práticas ligadas a abusos sexuais. Em um dos casos, o âncora Bill O’Reilly, da Fox News, chegou a ser demitido.
“Após uma longa e cuidadosa revisão das alegações, a empresa e Bill O’Reilly entraram em um acordo, e o jornalista não retornará ao canal Fox News”, declarou a emissora em comunicado
Além dele, o diretor Roger Ailes deixou o cargo de CEO da Fox News em julho de 2016, depois de ser acusado de agressão sexual por várias mulheres. No mês passado, o presidente nacional da Fox Sports, Jamie Horowitz, também foi demitido em meio a um escândalo de assédio.
E a lista não para por aí. Os apresentadores Charles Payne, da Fox Business, e Eric Bolling, da Fox News, também foram denunciados por abuso nas últimas semanas.
No relatório anual, a empresa afirmou que a má conduta dos funcionários poderia “impactar as operações e a gestão” dos canais. A Fox News chegou a perder anunciantes após os casos de assédio virem à tona.
A proposta de reforma política que tramita hoje no Congresso Nacional, não deve melhorar o enfrentamento da corrupção no sistema político brasileiro. A afirmação foi feita nesta terça-feira, 15, pelo juiz condutor da Operação Lava Jato na 1ª instância, Sergio Moro, em evento em São Paulo. “Essa reforma política, como está sendo pensada, não é uma verdadeira reforma política”, disse o magistrado.
Em seu entendimento, foi um grande avanço o Supremo Tribunal Federal (STF) ter proibido a forma como se dava o financiamento privado às campanhas eleitorais, que permitia “relações espúrias” entre grandes doadores e políticos. No entanto, Moro avaliou que a democracia de massa tem um custo e, dado o momento atual da economia do Brasil, um sistema de financiamento eleitoral exclusivamente público poderia não ser o melhor caminho.
“Até tenho simpatia pelo financiamento público, mas não exclusivo”, declarou. “Não apenas pelo custo fiscal, mas da forma como esse dinheiro seria distribuído e se isso não dificultaria a renovação dos mandatos. Há uma tendência de quem está dentro querer ficar dentro”, acrescentou, dizendo que é preciso “regras rígidas” aos recursos privados em campanhas.
Em sua apresentação, o juiz da Lava Jato afirmou que o País nunca teve grande tradição de punir a corrupção, que é sistêmica, e que a impunidade era a regra geral, o que afetava não apenas a economia, mas a própria qualidade da democracia praticada no Brasil. Segundo ele, Esse quadro começou a mudar nos últimos anos, com as investigações do mensalão, mas é algo que é e continua sendo capitaneado pelo Judiciário e pela polícia.
“Tinha expectativa de que essa atuação gerasse ações no Legislativo e Executivo mas, sinceramente, muito pouca coisa tem sido feita nessa área”, criticou, lembrando que o Ministério Público tentou se aproveitar do momento apresentando as chamadas dez medidas contra a corrupção.
Moro elogiou também a atuação do STF nesse sentido, em especial ao possibilitar a execução provisória da pena a partir da segunda instância, uma inovação que creditou ao ministro Teori Zavascki, falecido no início do ano em um acidente aéreo. “Poderosos usam brechas da lei para perpetrar impunidade”, comentou.
Moro disse ainda que, quando a Lava Jato começou, era impossível saber onde poderia chegar e comemorou a condenação de grandes nomes do mundo político e empresarial. E lembrou do avanço da Geórgia no índice de percepção de corrupção organizado pela ONG Anistia internacional (49ª hoje). “Em 2016, o Brasil está na 79ª posição, mesma colocação da Geórgia em 2006. Quem sabe daqui dez anos, tenhamos avançados as mesmas 30 posições.”
"A cada dia perpetra-se um estupro contra a Constituição, contra a civilização, contra os direitos sociais e individuais e até contra aspectos mais prosaicos de manifestação, o pudor público".
Perdeu-se não apenas o respeito às leis como o próprio pudor e, com ele, o respeito mínimo pelo país", diz o jornalista Luis Nassif; segundo ele, o momento mais infame foi a divulgação dos grampos ilegais da presidente Dilma Rousseff pelo juiz Sergio Moro.
O corpo da motorista de Uber, Suetania Santos do Nascimento, desaparecida desde a última sexta-feira, 11, foi encontrado carbonizado em um canavial, no município de Arez, distante 65 km de Natal.
De acordo com informações da Polícia Militar, a confirmação de que o corpo se tratava realmente da motorista veio na manhã desta terça-feira, 15, por meio do número de chassi do veículo.
A motorista desapareceu na última sexta-feira (11) e segundo familiares da vítima, ela tinha ido resolver uma questão de posse do carro que foi adquirido junto com um ex-namorado. O Nissan March, de cor branca e placas QGM – 0570 estava no nome da vítima e ela queria regularizar os pagamentos para poder ficar com o veículo, que era seu instrumento de trabalho. O principal suspeito é o namorado da vítima, que segundo a família da motorista vinha demonstrando um comportamento agressivo em relação a ela.
Decisão do Tribunal de Justiça do RN negou pedido de Habeas Corpus feito pela defesa de Marcelo da Silva Moreira, preso pela suposta prática de tráfico de drogas, junto a outros envolvidos na cidade de Parelhas. Os suspeitos estão detidos desde o dia 24 de janeiro deste ano, em decorrência de prisão em flagrante posteriormente convertida.
A defesa sustentou que houve “constrangimento ilegal”, já que transcorreram mais de 190 dias do encarceramento cautelar e não houve o encerramento da instrução processual e sugeriu a possibilidade de substituição do encarceramento por quaisquer das medidas cautelares previstas no artigo 319 do Código de Processo Penal.
No entanto, a relatoria do HC destacou que os documentos acostados não são hábeis a demonstrar o apontado constrangimento ilegal e que o eventual excesso de prazo não resulta de mera soma aritmética, podendo o magistrado, diante da complexidade da causa, extrapolar os limites estabelecidos na legislação, desde que obedecido ao princípio da razoabilidade.
O julgamento também ressaltou que já está definido nos tribunais pátrios que a demora na instrução processual, por si só, não configura excesso de prazo.
Até a publicação desta reportagem, o governador Robinson Faria ainda não havia se manifestado a respeito da ação desta terça.
No final da notícia diz que: "Até a publicação desta reportagem, o governador Robinson Faria ainda não havia se manifestado a respeito da ação desta terça."
Ele realmente vai falar sobre essa decisão?
De acordo com matéria publicada no blog do Dinarte Assunção, a ação da Polícia Federal nesta terça-feira em Natal contra o governador Robinson Faria é a primeira diligência resultado da delação premiada que a ex-procuradora da Assembleia Legislativa, Rita das Mercês, negociou com o Ministério Público Federal.
A ex-procuradora foi alvo em 2015 da Operação Dama de Espadas, coordenada pelo Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte.
Feita há pouco mais de dois meses, a delação de Rita foi negociada em acordo conduzido pelo procurador da República Rodrigo Teles, a quem Rita narrou crimes na administração dos três poderes do Rio Grande do Norte e deixou claro que não é ela a dama de espadas.
Segundo a matéria, pelo menos um membro do Tribunal de Justiça foi delatado ao Ministério Público Federal.
Os próximos 33 dias serão os últimos de Rodrigo Janot à frente da Procuradoria-Geral da República (PGR) — e, também, uma corrida contra o tempo para colocar o trabalho em dia. Atualmente, dos 50.329 processos que aguardam decisão no Supremo Tribunal Federal (STF), 962 estão na PGR. O número corresponde a 1,9% do total. A intenção de Janot é devolver à Corte boa parte desses processos para limpar as gavetas antes de sua sucessora, a subprocuradora da República Raquel Dodge, assumir o cargo no dia 18 de setembro.
As prioridades serão despachar o quanto antes os processos referentes à Lava-Jato e analisar as ações diretas de inconstitucionalidade. Para fechar o mandato marcando posição, Janot deve remeter ao STF, nos próximos dias, nova denúncia contra o presidente Michel Temer — desta vez por obstrução à Justiça, organização criminosa ou por ambas.
O temor da equipe de Janot é que sua sucessora não dê continuidade ao trabalho feito por ele nos últimos quatro anos — em especial as investigações da Lava-Jato, incluindo a condução dos acordos de delação premiada que estão sendo negociados. As duas equipes têm feito reuniões para discutir a transição, embora o diálogo entre os investigadores não seja dos mais profícuos. Daí a preocupação de Janot de enviar ao STF o maior número de processos possível para deixar sua marca nas causas que considera mais importantes.
O senador Aécio já está sendo investigado. Ocorre que ele sempre foi oposição aos governos petistas. Como você queria que ele fosse protagonista da enorme roubalheira perpetrada nos governos Lula e Dilma? Desde quando alguém manda no governo de seu adversário? Os ladrões foram os donos do poder e seus aliados: PT (o "dono") e PMDB foram os principais. Facções distintas da mesma ORCRIM. Mas houve outros de menor importância, como o tal PP dentre outros.
O procurador Ivan Marx, do Ministério Público Federal (MPF) em Brasília, afirmou que o empresário Joesley Batista e executivos do Grupo J&F esconderam, em suas delações premiadas, crimes praticados no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Apesar da imunidade penal obtida pelos delatores no acordo com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Marx disse que pretende apresentar denúncia pelos delitos e cobrar R$ 1 bilhão a mais da companhia por prejuízos ao erário.
Responsável pela Operação Bullish, que mira nos negócios do banco com o grupo, Marx afirmou que as fraudes em aportes bilionários feitos no conglomerado estão demonstradas na investigação. “Onde eu digo que eles estão mentindo é no BNDES. A Bullish apontou mais de R$ 1 bilhão de problemas em contratos. Os executivos vão lá, fazem uma delação, conseguem imunidade e agora não querem responder à investigação”, disse ao Estado.
A Comissão Especial da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 77/03, que trata de mudanças no sistema político-eleitoral, retoma hoje (15) a votação das sugestões de alteração ao texto do substitutivo apresentado pelo relator da reforma política na Câmara, deputado Vicente Cândido (PT-SP).
Estão pendentes de votação dois destaques. Um visa retirar a permissão para que um candidato dispute mais de um cargo, majoritário e proporcional, em um mesmo pleito. O outro destaque pretende suprimir o artigo que estabelece que o suplente de senador seja o deputado federal mais votado do partido.
Os membros da comissão aprovaram na última semana o texto base do relator, mas incluíram na proposta o voto majoritário, conhecido como distritão, pelo qual ganha o candidato que receber mais votos. O novo modelo valeria para as eleições de 2018 e 2020, como uma transição para a adoção do voto distrital misto em 2022.
O chamado distritão permite que deputados federais, estaduais, distritais e vereadores, antes eleitos de forma proporcional considerando os partidos e coligações, passem a ser escolhidos pelo número absoluto de votos, da mesma forma como são eleitos prefeitos, governadores e o Presidente da República.
No relatório inicial, Cândido propôs a manutenção do sistema atual para 2018 e 2020 e, a partir de 2022, a adoção do voto distrital misto, que combina votos majoritários e em lista preordenada dos partidos. A sugestão, no entanto, foi rejeitada pela maioria dos deputados da comissão.
Do texto original proposto pelo relator, os deputados aprovaram a criação de um fundo público com a previsão de R$ 3,6 bilhões para financiar as campanhas eleitorais a partir do ano que vem. Os parlamentares mantiveram também a sugestão de estabelecer um mandato temporário de 10 anos para ministros do Poder Judiciário.
Além de rejeitar o sistema eleitoral proposto por Cândido, os deputados também divergiram da proposta de extinguir os cargos de vice para os cargos de prefeito, governador e Presidente da República, além da forma de eleição de vereadores a partir do sistema distrital misto.
Concluída a votação na comissão especial, a proposta deve seguir para plenário. Como se trata de emenda à Constituição, para ser aprovada precisa de pelo menos 308 votos do total de 513 deputados.
A Operação ANTEROS deflagrada nas primeiras horas da manhã desta terça-feira pela Polícia Federal no Rio Grande do Norte foi desdobramentos da delação premiada da ex-procuradora da Assembleia Legislativa, Rita das Mercês Reinaldo.
A operação desta manha prendeu temporariamente dois servidores da Assembleia Legislativa, Magaly Cristina da Silva e Adelson Freitas dos Reis, e cumpriu mandados nos endereços do governador do estado, Robinson Faria, na Escola Cidadã e na Governadoria.
Interessante… quer dizer que temos dois servidores da assembléia detidos? E os peixes grandes?
Só estamos curiosos com o nome da operação. Segundo o vernáculo, ANTERO é uma palavra de origem grega que quer dizer "contrário ao amor". Alguém saberia explicar porque a PF e a justiça deram este nome a operação?
A Polícia Federal deflagrou nesta terça (15) a operação Anteros, que tem entre os alvos o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD).
Segundo nota da PF, ele teria atuado para obstruir a justiça. Faria é alvo de busca e apreensão.
Cerca de 70 policiais estão cumprindo 11 mandados, sendo dois de prisão e nove de busca e apreensão. Todos foram expedidos pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).
“O ministro Raul Araújo Filho, da Corte Especial do STJ, determinou que fosse iniciada investigação preliminar para apurar os crimes de organização criminosa e obstrução da Justiça que estariam sendo praticados pelo governador do Estado com ajuda de servidores estaduais”, diz a nota da PF.
Os investigadores afirma que as manobras ilegais tinham o objetivo encobrir a apuração de atos do Executivo do Rio Grande do Norte relativos ao desvio de recursos públicos por meio da inclusão de funcionários fantasmas na folha de pagamento da Assembleia Legislativa do Estado entre os anos de 2006 até os dias atuais.
Segundo a Folha apurou, a operação é decorrente de uma delação premiada que envolve todos os poderes do Rio Grande do Norte, Executivo, Legislativo e Judiciário, além de parcela significativa dos empresários de Natal.
A reportagem ainda não localizou a defesa do governador.
A Policia Federal amanheceu o dia cumprindo diligencias.
Quatro viaturas da PF estiveram no Edifício Enseada dos Corais em Areia Preta. Passaram poucos minutos.
O mandado de busca era para cumprimento no apartamento do Governador do Estado, Robinson Faria. Não conseguimos confirmar se foi realizada a busca pelo pouco tempo que a polícia ficou no edifício.
A Polícia Federal também está cumprindo mandado na casa do Governador no condomínio Porto Brasil.
Contactada pelo blog, a assessoria da PF ainda não respondeu.
Baratinho os honorarios ai …. será que o Governador esta com medo ?
Tá podendo……..
É um dos advogados mais caros do Brasil. Pra isso não falta dinheiro….
Ja esta acostumado a defender corruptos!