Coronavírus no RN: sobe para 14 número de casos confirmados

O último boletim da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) divulgado na manhã desta terça-feira (24), informa que o número de casos confirmados do coronavírus no Rio Grande do Norte subiu para 14. A paciente confirmada reside no município de Parnamirim é do sexo feminino, tem 29 anos e possui histórico de viagem a Fortaleza, no Ceará, onde esteve em contato com estrangeiros.

Entre os  casos confirmados, nove estão em Natal, quatro em Parnamirim e uma em Mossoró. No domingo (22) eram 13 casos no Rio Grande do Norte.

Curiosamente, o perfil dos casos suspeitos apresentado no estado até o momento é predominantemente do sexo feminino, e na faixa etária entre 20 e 39 anos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mário Sergio disse:

    Bruno, esse número no nosso estado significa que hoje temos 4 infectados para cada 1 milhão de habitantes. No Brasil todo esse número é de 9 infectados para cada milhão de habitantes. O pior índice é do DF, 48 infectados por milhão. Vamos permanecer em quarentena para esses indices não aumentarem e que o DF baixe. Se Deus quiser.

  2. LEO disse:

    Deve ser informação da DataFAlha ou GloboLixo………kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Eu disse:

    O grande problema é que as pessoas dão muita atenção o que a midia fala, infelizmente, e o pânico que ela dissemina é o que lhe traz audiência. Vamos nos informar com pessoas que estão na linha de frente nesse combate!

  4. Gildemberg disse:

    Seria interessante sempre tbm informar quantos foram descartados…

    • Henrique disse:

      E também quantos estão curados, seria importante para a população que está apavorada.

    • Manoel disse:

      Verdade a empresa na verdade está apavorando mais a população só colocando os pontos negativos nada de prontos positivos.

Sabe os 14º e 15º salários que os Senadores tinham direito? Morreuuuuu

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) aprovou nesta terça-feira, por unanimidade, relatório de projeto de decreto legislativo do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) que acaba com a farra dos salários extras, os 14º e 15º salários para parlamentares. Mas a aprovação ocorreu com alguns senadores tecendo ironias e reclamando que senador ganha muito pouco. O senador Ivo Cassol (PP-RO), que na semana passada reclamou que senador é muito mal remunerado e impediu a votação da matéria, não apareceu e mandou um voto em separado a favor. O projeto agora segue para a Mesa Diretora do Senado e, em seguida, para o plenário da Casa. Depois ainda precisa tramitar na Câmara.

Para não pagar o preço da execração pública, alguns votaram à força e não esconderam a revolta com o fim do privilégio de R$ 26,7 mil no inicio e fim de cada ano, além do 13º salário. Agora, com o fim da “ajuda de custo”, os parlamentares voltam a ter apenas um salário extra no início e no fim dos mandatos, para fazer sua mudança para Brasília e de volta para o estado de origem

A revolta maior foi manifestada pelo senador Ciro Miranda (PMDB-GO). Em sua justificativa, ele disse que o salário líquido R$ 19 mil não é condizente com as atividades de senador. Mas ele esqueceu de dizer que somando tudo, salário, verba indenizatória e todos os recursos de suporte a um senador, esse valor chega a R$ 170 mil por mês.

– Esse valor está há oito anos sem correção! E quando tem correção, a sociedade grita! Eu não vivo de salário de senador, tenho outras atividades, mas tenho pena daqueles que são obrigados a viver com R$ 19 mil líquidos com a estrutura que temos aqui – reclamou Ciro Miranda, rendendo-se, entretanto, ao voto sim. O patrimônio declarado em 2006 do senador é de R$ 3 milhões.

O senador Benedito de Lira (PP-AL) recorreu à ironia para demonstrar seu incômodo em votar sim. Pediu a Lindbergh que incluísse em seu relatório também o fim do 13º salário de parlamentar. Ao dizer que o senador deveria também abdicar do 13º salário, ele ironizou:

– O senador Lindbergh poderia até talvez instituir a honorabilidade para o cargo de senador, pois já seria uma grande honra ser senador e servir ao seu país.

A senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) sugeriu ao relator Lindbergh Farias que incluísse uma emenda para estender que ministros e servidores do segundo escalão engordassem seus salários com jetons de conselhos de estatais. Mas como é um projeto de decreto legislativo, com efeito apenas interno das duas Casas, ela foi orientada a apresentar um projeto específico sobre o assunto.

– Seria uma forma de levar disciplina aos gastos públicos. Vou apresentar projeto próprio para que ministros e assessores não usem os jetons das estatais para engordar seus vencimentos. Isso desvirtua o processo de formação dos salários – disse Ana Amélia Lemos.

O beneficio do salário extra foi introduzido no parlamento pela primeira vez em 1948 e vem sendo mudado desde então, com a inclusão de novos privilégios.

– Fui atrás da história. O procedimento naquela época se justificava porque os parlamentares se mudavam para o Rio com suas famílias e passavam todo o ano no Rio. Hoje, sabemos que a coisa não acontece dessa forma, voltamos todas as semanas para os estados – disse Lindbergh, para justificar o fim dos salários extras a cada inicio e fim de ano.

Fonte: O GLOBO