Bruno Borges, o menino do Acre, reaparece após quatro meses

Pouco mais de quatro meses depois de provocar uma comoção nacional com seu sumiço misterioso, o estudante Bruno Borges, de 25 anos, reapareceu em Rio Branco, no Acre. Ele voltou para a casa de sua família, que deu a notícia às autoridades na manhã desta sexta-feira. Bruno estava desaparecido desde o dia 27 de março.

A mãe de Bruno foi pega totalmente de surpresa. Ela está no Santuário de Nossa Senhora de Aparecida, em São Paulo, para onde foi pedir à santa o retorno de seu filho. Aos prantos, Denise Borges disse ao “Extra” que falou com o jovem pelo telefone e que está tentando um voo de volta para casa.

Ele já falou comigo por telefone, mas não parava de chorar. Ele me pediu perdão, disse que sentiu essa vibração e por isso voltou. Não tem vaga no avião, mas não tem problema. Nossa Senhora me atendeu — disse Denise Borges. — Vou ficar ajoelhada até de noite, agradecendo.

Ainda segundo a mãe do estudante, ao falar com o filho, ela chegou a pedir para Bruno tomar um avião e ir a São Paulo só para vê-la, mas o estudante respondeu: “Mãe, cada coisa a seu tempo”.

O retorno não surpreendeu o secretário de Segurança do Acre, Fávio Portela.

— Nós sabíamos que era uma questão de tempo para ele voltar. O inquérito que apurava o desaparecimento foi concluído há mais de um mês – destacou ele.

Athos Borges, pai do jovem, afirmou que Bruno pediu o prazo de uma semana para oferecer mais detalhes sobre o reaparecimento. Perguntado sobre a volta do filho nas vésperas do dia dos pais, Athos relatou ter sentido “muita emoção”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sergio Nogueira disse:

    Queria que alguém me dissesse se além do marketing envolvido no lançamento do livro desse cidadão, remetendo o desaparecimento e reaparecimento a um "menino", há alguma outra razão para chamar um adulto de 25 anos assim.

Próximo dos gramados: Goleiro Bruno pede transferência de prisão para poder fechar com Villa Nova-MG

BrunoEx-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, está cada vez mais perto de retornar ao mundo do futebol. Para isto, o ex-atleta pediu transferência da Penitenciária Nelson Hungira, em Contagem, para a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), em Nova Lima, no interior de de Minas.

Um dos advogados de Bruno, Lúcio Adolfo, quer a mulher do jogador fixe residência em Nova Lima e negocia o acerto com o Villa Nova, que disputa a primeira divisão do Campeonato Mineiro. Com estes requisitos (família morando na cidade e um emprego), o goleiro poderia deixar a cadeia convencional.

“O pedido havia sido feito há um tempo para juízes de Nova Lima e Contagem. E também houve um contato informal, mas ainda não temos a confirmação sobre a transferência”, afirmou Adolfo.

Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e 6 meses são em regime fechado, por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e uso de meio que dificultou a defesa da vítima), cárcere privado e sequestro de Eliza e de Bruninho e ocultação de cadáver. Por sua confissão, sua pena foi reduzida em três anos. Ele foi sentenciado em março de 2013.

Futebol Interior

Goleiro Bruno é punido após mandar carta para ser lida na tv

Por conta de carta enviada  quinta-feira (12) à emissora de TV em Minas Gerais, o goleiro Bruno Souza foi punido hoje pela administração da penitenciária de segurança máxima Nelson Hungria, situada em Contagem (MG), com a suspensão do trabalho de faxina que o goleiro realizava no pavilhão. Ele não pode mais sair de sua cela, senão para as duas horas diárias de banho de sol. Bruno e mais sete réus vão a júri popular, ainda sem data definida, pelo sumiço de Eliza Samudio, ex-amante do jogador.

A carta foi entregue pelo advogado do goleiro, Rui Pimenta, a um apresentador de programa da TV Alterosa, afiliada do SBT. Nela, o jogador afirmou não ter ordenado a morte de Eliza, fez referências a Deus e disse que vai assumir a paternidade do filho de Eliza Samudio.

O goleiro ainda diz que paga por um crime que não cometeu e que seu maior erro teria sido confiar em “algumas pessoas”, sem citar nomes. Ele está preso há dois anos na Nelson Hungria.

Segundo nota da Secretaria de Estado de Defesa Social, responsável pela unidade prisional, o goleiro “cometeu erro disciplinar ao ignorar as regras de segurança do Complexo Penitenciário Nelson Hungria e enviar, fora dos trâmites legais, uma carta ao público externo à unidade, por meio de seu advogado”.

Conforme o texto, a carta não passou pelo crivo de departamento específico que registras as correspondências destinadas aos presos e aos familiares deles e confere o teor das cartas.

Ainda de acordo com a secretaria, o goleiro será ouvido na próxima segunda-feira (16) e o seu depoimento vai ser encaminhado à Comissão Disciplinar do Complexo Prisional, órgão que vai analisar a suspensão ou fixar o prazo do recolhimento de Bruno a sua cela.

A Seds ainda afirmou que vai notificar a OAB-MG (Ordem dos Advogados do Brasil – seção Minas Gerais) sobre o caso. O UOL tentou contato com o advogado Rui Pimenta, sem sucesso.

O advogado Francisco Simim, que atua na defesa do goleiro ao lado de Pimenta, rebateu posicionamento da Seds e disse que a carta escrita por Bruno à emissora de TV de Belo Horizonte foi lida por agentes penitenciários antes de sair da unidade prisional.

“Nós até chamamos o diretor do presídio, para acompanhar a feitura da carta, mas fomos informados que ele estava ocupado e não poderia comparecer. Nós não saímos com ela escondida de lá. Os agentes penitenciários leram a carta e nos devolveram. eu fiz esse procedimento”, afirmou.

Simim disse ter enxergado no episódio uma forma de retaliação ao jogador por conta de uma outra carta, publicada na última edição da revista “Veja”, e na qual o jogador teria pedido ao ex-braço direito Luiz Henrique Romão, o Macarrão, para assumir a morte de Eliza.

“A outra carta saiu de lá sem ninguém saber. Eu acho que foi sem dúvida isso que ocorreu [retaliação]. E ele [Bruno] não merece isso. Foi uma oportunidade que ele teve de provar à população que ele é inocente [enviando a carta à emissora de TV]”, salientou Simim, que disse que vai acompanhar o interrogatório do cliente, marcado para a próxima segunda-feira (16).

Fonte: Uol

Bruno e Macarrão tinham caso, diz defesa

A carta na qual o goleiro Bruno supostamente pede ao amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, para assumir a morte de Eliza Samudio, publicada pela revista Veja desta semana, mostra, na verdade, um relacionamento homossexual entre os dois. Foi o que disse ontem ao Estado o advogado do goleiro, Rui Pimenta.

Bruno e Macarrão estão presos há dois anos, acusados de envolvimento no sequestro, cárcere privado e assassinato de Eliza, que tinha um filho com o ex-jogador do Flamengo.

Na carta, Bruno diz ao amigo que, depois de conversar com os advogados, eles chegaram à conclusão de que “a melhor forma para resolvermos isso é usando o plano B”. De acordo com a Veja, o plano A seria negar o crime e o B, Macarrão assumir a culpa para livrar o goleiro da prisão.

“Naturalmente, pela masculinidade dele, um gladiador, eu entendo que o relacionamento entre eles existia. Eu levo a carta para esse lado, ele queria terminar essa relação”, disse Pimenta. Ele afirmou também que esse é um “claro caso de amor”.

O advogado lembra de outro trecho da reportagem, no qual mensagens de texto escritas por Eliza revelam a existência de um vídeo que arrasaria a reputação de Bruno. Ela, Macarrão e Bruno participariam de orgia no vídeo. Além disso, Macarrão tem uma tatuagem nas costas que diz: “Bruno e Maka, a amizade nem mesmo a força do tempo irá destruir, amor verdadeiro (sic)”.

O advogado disse que vai se encontrar com Bruno hoje na penitenciária para saber se ele realmente escreveu a carta. “Eu respiro nesta carta um relacionamento bem íntimo entre os dois e a revista errou ao dar interpretação diversa”, disse.

O documento já está em poder das autoridades. A acusação vai pedir que o texto seja anexado ao processo como prova do envolvimento de ambos no crime. Bruno, o primo dele, Sérgio Rosa Sales, e o amigo Macarrão foram pronunciados por homicídio, sequestro, cárcere privado e ocultação de cadáver. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é acusado de ser o executor de Eliza. A defesa primeiramente negou a morte, agora passou a forçar a tese de culpar Macarrão.

ALINE RESKALLA , ESPECIAL PARA O ESTADO, BELO HORIZONTE – O Estado de S.Paulo

Advogado de Bruno contesta carta que goleiro teria escrito sobre morte de Eliza

O advogado Rui Pimenta, que defende o goleiro Bruno Souza, contestou neste domingo (8) reportagem da revista Veja sobre uma carta que o atleta escreveu para Luiz Henrique Romão, o Macarrão, pedindo para o amigo assumir a autoria do assassinato de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro desaparecida em junho de 2010. Ambos estão presos acusados de matar a jovem e vão a júri popular, junto com outros seis réus, ainda sem data marcada.

Segundo a revista, o conteúdo da correspondência sugere que o goleiro, com o envio da carta, coloca em prática uma estratégia intitulada de “plano B”, sendo que o “plano A” era negar a autoria da morte da jovem, o que os réus sempre afirmaram até o momento. A carta, de acordo com Veja, foi interceptada por um agente da penitenciária de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem (MG), onde os dois estão presos, e Macarrão não chegou a ter acesso a ela.

A carta, que não tem data, diz: “…conversei muito com os nossos advogados […]eles acham que a melhor forma para resolvermos isso é usando o plano B”. “Eu sinceramente nunca pediria isso para você, mas hoje não temos que pensar em nós somente. Temos uma grande responsabilidade que são nossas crianças”, reproduziu a revista. “Você me disse que se precisasse você ficaria aqui e que era para eu nunca te abandonar. Então, irmão, chegou a hora.”

Rui Pimenta alega que a correspondência não tem data e a revista não cita os nomes dos dois peritos que teriam atestado a veracidade da assinatura de Bruno. “Eu acho que essa carta está navegando no espaço, perde-se no tempo pela ausência da data em que teria sido feita. De início, ela tem essas suspeitas de ser até uma montagem”, diz , alegando que o documento não faz parte do processo.

Quando assumiu a defesa do jogador, Pimenta adotou a postura de não negar o assassinato, mas afirma que o crime teria sido praticado à revelia de Bruno, tendo Macarrão como principal mentor.

“Não tem sentido [a carta] porque o Bruno e os demais réus foram pronunciados, eles vão a júri popular. Não seria o Macarrão assumindo agora o crime que livraria o Bruno da cadeia. A absolvição do meu cliente se daria somente pelos jurados”, afirma Pimenta.

“Essa carta, se for verídica, refere-se a um tal plano B que não é explicitado, cita as palavra perdão, cita amizade, família, não tem nexo com o que a revista quis comprovar. O texto se dirige para a esquerda. A interpretação da revista se dirige para a direita”, alega o advogado.

Bruno será questionado

Pimenta afirmou que vai se encontrar com Bruno nesta segunda-feira (9) na penitenciária. “Eu vou levar um exemplar da revista e perguntar a ele se foi o autor da carta. Eu não acredito que ele tenha feito isso.”

O advogado afirmou ainda que irá questionar a Secretaria de Estado de Defesa Social por ter enxergado no episódio uma suposta negligência. “A revista afirma que a carta foi interceptada por um agente penitenciário, que não foi identificado. Mas, se o documento é verdadeiro e essa interceptação ocorreu, por que a secretaria não o remeteu à juíza [Marixa Fabiane Lopes Rodrigues] de Contagem, que é a responsável pelo processo?”

O UOL não conseguiu contato com as assessorias de imprensa da revista e da secretaria estadual para comentar o caso. O advogado de Macarrão, Leonardo Diniz, não foi encontrado

Fonte: Uol

Veja diz que Bruno escreveu carta para Macarrão na prisão para ele assumir a culpa sozinho

Reportagem da edição deste fim de semana da revista “Veja” divulgou uma carta que teria sido escrita pelo goleiro Bruno no presídio Nelson Hungria, na Grande Belo Horizonte, para Luiz Henrique Romão, o Macarrão.

Os dois estão presos suspeitos de participação na morte de Eliza Samudio, ex-namorada do jogador. No texto, o jogador pede a Macarrão para usar o “plano B”, que, segundo a reportagem, seria assumir a culpa sozinho pela morte e isentar o goleiro de culpa.

“Maka, eu não sei como dizer isso, mas conversei muito com os nossos advogados e eles chegaram a uma conclusão devido aos últimos acontecimentos e descobertas sobre o processo e investigações. Nós conversamos muito e eles acham que a melhor forma para resolvermos isso é usando o plano B”, diz o texto. “Eu, sinceramente, não pediria isso pra você, mas hoje não temos que pensar em nós somente! Temos uma grande responsabilidade que são nossas crianças, então, meu irmão, peço que pense nisso e do fundo do meu coração me perdoe, eu sempre fui e sempre serei homem com você”.

A revista afirma que dois peritos analisaram a carta e confirmaram que ela foi mesmo escrita e assinada por Bruno. Ao G1, o advogado de Bruno, Rui Pimenta, disse neste sábado (7) que desconhece a carta. Ele afirmou que é necessário que se comprove a autenticidade do relato. Pimenta ainda ressaltou que o conteúdo da carta não é claro e o contexto em que ela está inserida é indeterminado. Na segunda-feira, o defensor pretende se reunir com o goleiro para entender do que se trata.

A delegada Alessandra Wilke disse ao G1, também neste sábado (7), que a carta não consta do inquérito. A revista informa que obteve a carta “interceptada por um agente penitenciário”. Para a delegada, o texto trata da mudança da estratégia da defesa do goleiro, que passou a assumir a morte de Eliza, mas nega envolvimento com o crime. Alessandra diz ver na defesa do goleiro uma intenção de que os outros réus assumam a culpa. “Todos estão unidos para livrar o Bruno”, disse.

Crime planejado
Segundo “Veja”, mensagens trocadas por Eliza com amigos e registradas na memória do computador apreendido no apartamento onde Eliza morava, na Zona Leste de São Paulo, levam à conclusão de que o desaparecimento e morte da modelo, e mãe de um dos filhos do jogador, teria sido planejada pelo menos cinco meses antes. Para a Polícia Civil, Eliza foi morta em junho de 2010 a mando de Bruno. O corpo dela não foi encontrado.

De acordo com a publicação, em conversas por MSN com amigos, Eliza demonstrou temores em revelar seu paradeiro a contatos do goleiro e de ir para Minas Gerais, onde Bruno mantinha um sítio na cidade de Esmeraldas. Em um deles, ela afirmou: “Terra do Bruno vou só com passagem de ida. Vão me matar lá”.

Sobre as mensagens apresentadas pela reportagem da ‘Veja”, a delegada disse que todas constam do inquérito policial. Segundo Alessandra Wilke, ficou claro durante as investigações que o sequestro de Eliza no Rio de Janeiro foi planejado pelo grupo. Ela não disse quanto tempo durou este planejamento por não estar com o inquérito nas mãos. “Está comprovado que foi planejado (o sequestro)”.

Fonte: Globo.com

Goleiro Bruno tenta ser solto através do STJ ou do STF

Recursos a favor de cinco dos oito réus que vão a júri popular pelo desaparecimento e morte de Eliz Samudio vão ser encaminhados aos tribunais de Brasília, de acordo com Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Os advogados decidiram recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa do goleiro Bruno pede a exclusão da acusação por sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver, o que já foi negado pelo tribunal em Minas.

Bruno e outras sete pessoas são réus no processo que apura o desaparecimento e morte de Eliza. Ela teve um relacionamento com o atleta e dizia que o filho dela era do goleiro. Para a Polícia Civil, Eliza foi morta em junho de 2010 a mando de Bruno. O corpo dela não foi encontrado.

O pedido de liberdade é apreciado em instância superior após ser indeferido liminarmente. A defesa argumenta que o réu é primário e tem bons antecedentes e, por isso, deveria estar solto. “Bruno não participou e nunca desejou a morte desta moça”, disse. Desde que assumiu a defesa de Bruno Fernandes, Rui Pimenta vem admitindo que Eliza Samudio está morta, apesar de o corpo não ter sido encontrado. A negativa de participação e autoria nos quatro crimes atribuídos ao jogador é tese sustentada pela defesa.

Em fevereiro, o Ministério Público Federal (MPF) encaminhou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a soltura de Bruno, alegando a periculosidade do reú

Noiva do goleiro Bruno comemora condicional no Facebook e fala em casamento: ‘Um pé na rua e outro no cartório’

A notícia de que o goleiro Bruno de Souza ganhou a liberdade condicional no processo de agressão contra a modelo Eliza Samúdio movimentou o perfil da noiva dele, a dentista Ingrid Calheiros, no Facebook. Apesar do fato de o atleta não poder deixar o Presídio Nelson Hungria, em Minas Gerais, por conta de um mandado de prisão referente a outro processo – o de desaparecimento e morte de Eliza – Ingrid parece ter retomado os planos de casamento.

 

A comemoração de Ingrid
 

Numa postagem do dia 24 de maio, ela responde a um amigo que comenta a condicional: “Amémmmmm, falei pra ele, um pé na rua e outro no cartório!!! rsrs”. Um outro amigo comenta: “Isso mesmo, assim que ele der o primeiro passo lá fora, esse casamento vai acontecer o mais rápido possível, quero estar presente nesse momento prestigiando esse grande amor!!”.

Oa advogados de Bruno entraram com um pedido de habeas corpus em favor do goleiro no Supremo Tribunal Federal (STF). A requisição, porém, ainda não foi julgada.

Fonte: Extra

Publicada a exoneração de Bruno Macedo

Foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira, 19, a exoneração do ex-procurador geral do Município, Bruno Macedo.  O substituto ainda não foi nomeado pela prefeita Micarla de Sousa.

Bruno Macedo deixa a Prefeitura em meio a denúncias de ilegalidade no pagamento de um precatório no valor de quase R$100 milhões.

O diretor geral do Procon, Rivaldo Fernandes, também teve sua exoneração oficializada.

Eliza Samudio está morta. "Macarrão é o mandante do crime"

O goleiro Bruno Fernandes de Souza, preso há um ano e oito meses sob acusação do desaparecimento e morte da ex-amante Eliza Samudio, vai dizer à Justiça que ela morreu e que Luiz Henrique Romão, o Macarrão, seu ex-secretário, é o mandante do crime.

Essa é a nova versão que o ex-atleta do Flamengo irá sustentar, segundo seu advogado, Rui Caldas Pimenta. Ainda de acordo com o defensor, Macarrão agiu à revelia de Bruno.

Eliza Samudio, que teve um filho com o goleiro, está desaparecida desde junho de 2010. Há mais oito pessoas envolvidas. Entre elas, um primo adolescente do jogador, que já cumpre medida socioeducativa. O goleiro e os demais acusados aguardam julgamento.

Fonte: Folha.com