EMPARN apresenta relatório da visita técnica ao cajueiro de Pirangi

Atendendo solicitação feita pela diretoria do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e do Meio Ambiente (IDEMA), a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) enviou uma equipe de especialistas para analisar a situação atual do cajueiro de Pirangi, considerado o maior do mundo.

À frente da equipe estava o coordenador de Pesquisa de Produção Vegetal, o engenheiro agrônomo e mestre em fitotecnia, João Maria Pinheiro de Lima, acompanhado de Marcos Antônio Barbosa Moreira, engenheiro agrônomo com pós-doutorado em entomologia.

A observação in loco teve o objetivo de fazer a avaliação sanitária e de desenvolvimento vegetativo/frutífero do cajueiro após a implantação do caramanchão, uma vez que a ele foi atribuído o aumento de doenças e da população de pragas.

Após a avaliação, foram sugeridas várias ações a serem tomadas para o bom desenvolvimento da planta. A poda é uma das ações mais importantes e necessárias, indica o pesquisador João Maria, acrescentando que ela consiste no corte dos ramos extensivos por crescerem demasiadamente, prejudicando a formação da copa. Também tem a finalidade de restabelecer o equilíbrio entre o crescimento vegetativo (ramificações extensivas) e a frutificação (ramificações intensivas), possibilitando que a planta viva equilibradamente, além de propiciar melhor controle de pragas e doenças.

Entre as demais ações para o desenvolvimento saudável da planta, os pesquisadores sugeriram “correção do solo, adubação anual (de preferência orgânica), com base em análise química do solo e análise foliar, monitoramento das pragas e doenças durante o ano para subsidiar um esquema fitossanitário equilibrado e monitoramento quadrimestral do crescimento do cajueiro para quantificar sua expansão com base nas estações do ano.”

Projeto no Cajueiro de Pirangi que vai facilitar o trânsito atrasa outra vez

Está na Tribuna do Norte:

A construção do caramanchão do Cajueiro de Pirangi tem nova previsão para sair do papel: outubro deste ano. A previsão foi repassada pelo presidente da Associação de Moradores de Pirangi do Norte (Amopin), Francisco Cardoso. A sondagem do solo foi iniciada na última semana, e a confecção das estruturas pré-moldadas em concreto,  que serão usadas para erguer a copa da árvorena última segunda-feira. Contudo, não há uma data específica para início das escavações e implantação das fundações, acrescenta Cardoso.

Júnior SantosAtração turística do RN, cajueiro cresce mais de um metro por ano

Em dezembro, quando foi lançado oficialmente o Plano de Ações de Proteção do Cajueiro de Pirangi, a previsão inicial era que as obras iniciassem a tempo de evitar o do verão. Devido a exigência de licenças ambientais e adequações no projeto, o início dos trabalhos foi reaprazado duas vezes para fevereiro e depois para abril.

A elaboração das 120 hastes de concreto, que serão usadas como estrutura de sustentação, marcam o prazo de execução de 45 dias dado pela construtora para a conclusão do projeto. O material deve começar a ser depositado no local, a partir desta quarta-feira, 22. “Só iniciaremos a obra de fato com a entrega total do material, porque implica em interdição de ruas. A ideia é preservar a árvore, mas sem trazer mais transtornos para quem trafega no local”, disse Francisco Cardoso. As obras devem ser fiscalizadas por técnicos do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) e Ministério Público Estadual.

A suspensão dos galhos – a uma altura de 4,5 metros – foi a solução emergencial apontada dentro do Plano de Ações de Proteção do Cajueiro de Pirangi para desafogar o trânsito do entorno, na Avenida Márcio Marinho, lançado em dezembro de 2011. Com a anomalia da árvore – o cajueiro é o maior do mundo – os ramos invadem a via, ocupando uma das faixas e trazendo transtornos ao trânsito no entorno. A situação, segundo moradores e comerciantes, se agrava no período de veraneio e carnaval.

O projeto arquitetônico do caramanchão passou por readequação para contemplar uma área maior. Com isso, a estrutura do caramanchão passou de 70 metros previstos inicialmente para 120 metros, abrangendo toda lateral  (próximo ao Marina Badauê). E o investimento saltou de R$ 85 mil para R$ 120 mil.  Os recursos são da Associação de Moradores de Pirangi do Norte (Amopin), que administra o cajueiro. A obra será realizada pela Construtora Art Concrete.

O incremento, explicou o presidente da Amopin, se deu em razão da estrutura inicial comportar apenas a copa da árvore. Os caramanchões, que inicialmente estarão na Av. Márcio Marinho, serão implementados em todo perímetro da árvore gigante, criando túneis nas vias, onde passam os carros. A Av. São Sebastião, entretanto, não será mais contemplada com esse tipo de estrutura, segundo o Francisco Cardoso. “Para esse trecho há outras alternativas, como o desvio para as praias”, disse Cardoso.

A árvore ocupa uma área de 8.500 m². A elevação dos galhos do cajueiro de Pirangi vai fazer com o crescimento da árvore seja mais lento. Atualmente ele cresce de 1 a 1.5 m² por ano.

O Plano de Ações de Proteção do Cajueiro de Pirangi foi desenvolvido em comum acordo entre o Idema, Secretaria Estadual de Turismo do Rio Grande do Norte -Setur-RN, Associação dos Moradores de Pirangi do Norte (Amopin), Departamento de Estradas e Rodagem (DER), Instituto de Assistência Técnica do RN (Emater), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn).

Associação implantará caramanchão no Cajueiro de Pirangi; via será desobstruída em 45 dias

Por Yara Okubo, Gira Parnamirim

Divulgação/Tião Pereira
 Em 45 dias o Cajueiro de Pirangi poderá se estender pela Avenida Deputado Márcio Marinho sem interromper o tráfego de veículos pelo local. A alternativa encontrada foi a implantação de 24 vigas, numa área de 120 metros quadrados para a construção de um caramanchão, que permitirá erguer os galhos da árvore que hoje se arrastam pela área.

Depois de tanta polêmica, essa foi a alternativa encontrada pela Associação dos Moradores do Cajueiro (Amopin), comandada por Francisco Cardoso, para garantir o crescimento do maior cajueiro do mundo, sem causar transtornos ao tráfego de veículos e à comunidade.

Com recursos próprios, a Amopin está investindo R$ 120 mil para a implantação do caramanchão. “Conseguimos a licença do Idema e a Prefeitura de Parnamirim dispensou o processo de licitação devido à necessidade de se realizar logo a obra. Na próxima temporada, certamente estaremos livres dos congestionamentos”, disse o presidente da Amopin.

A avaliação do solo foi concluída essa semana pela Consultest – Controle Tecnológico. De acordo com o encarregado da empresa, Marcos Dias, uma equipe formada por três pessoas fez toda a sondagem da área onde serão instaladas as 24 vigas. “A sondagem é necessária para que o caramanchão seja erguido com segurança e não ofereça riscos para quem transita por aqui”, explicou.

Idema vai levantar os galhos do Cajueiro de Pirangi em 2,5 metros. Carros pequenos e motos vão trafegar na 2º faixa

Pouco mais de dez mil reais. Este é o valor orçado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) para uma solução provisória no trânsito do entorno do Cajueiro de Pirangi. A planta é considerada a maior do mundo em sua espécie, e não para de crescer por causa de uma anomalia genética. Os galhos já se aproximam da área residencial. Em até 20 dias, o órgão pretende colocar estacas e escoras para elevar a copa da árvore, que por causa de seu crescimento provoca engarrafamentos constantes durante o veraneio, época em que milhares de turistas lotam as praias e se esbaldam nas águas mornas de Pirangi do Norte, em Parnamirim.

A elevação da copa em 2,5 metros e a colocação de escoras e estacas no Cajueiro de Pirangi permitirá o tráfego de carros pequenos e motos numa das faixas de rodovia tomada pela planta. “É uma experiência, um teste. Se começar a haver fraturas na planta reveremos o processo”, avisa Jamir Fernandes, diretor técnico do Idema, que defendeu o projeto ontem à tarde, numa reunião com órgãos de trânsito, Polícia Militar e Associação de Moradores de Pirangi do Norte (Amopin). O projeto será executado na Avenida Márcio Marinho, deixando de fora outras vias como a São Sebastião, José Fiúza e a lateral onde ficam algumas lojas e quiosques.

Caramanchão

A medida já foi utilizada dentro do parque ecológico, para permitir a entrada e saída de turistas. Contudo, a suspensão dos galhos do lado de fora deve ser analisada com precaução. “O intuito de levantar esses galhos é resolver o problema do trânsito. Acreditamos que não resolverá porque nada garante que carros maiores queiram passar, à noite por exemplo. Seria preciso aumentar a fiscalização. A melhor solução é esperar o verão passar, sentarmos todos juntos, fazer um estudo aprofundado, inclusive com plano de manejo e elaborar a obra do caramanchão”, defende o presidente Amopin, Francisco Cardoso.

O caramanchão também é solução apontada pelo Idema. Trata-se de um projeto semelhante àcolocação de estacas, só que de forma permanente e com avaliação prévia de possíveis danos ambientais. Este procedimento também seria feito pelo Governo do Estado, “possivelmente através de licitação, por ser mais caro” frisa Jamir Fernandes, do Idema. A bordadura da copa, nome técnico da ação que será executada neste verão, será feita por meio de contrato emergencial. “Vamos acompanhar tudo”, garante o diretor.

Trânsito

A Secretaria de Trânsito e Transporte de Parnamirim (Setra) executará este ano o mesmo plano do ano passado. Basicamente consiste em desviar o fluxo de carros pequenos e motos antes do acesso ao cajueiro, sentido Búzios. “O Cajueiro é intocável. Estamos trabalhando, diante dessas condições, para repetir a mesma ação do ano passado, além de aumentar o efetivo com 50% a mais no número de agentes”, explicou Antônio Batista Barros, titular da Setra.

O trabalho será executado em conjunto com o Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE). Os agentes ficarão na região desde o início da manhãaté às 22h. No Carnaval, o trabalho será executado durante 24 horas. Também no Carnaval, a Setra fará mais mudanças no trânsito. A Rua São Sebastião passará a ter sentido único após às 15h, quando a avenida Márcio Marinho será interditada.

Fonte: Diário de Natal

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eduardo disse:

    Como já comentei anteriormente, a ladainha se confirma : "A melhor solução é esperar o verão passar, ………”, defende o presidente Amopin, Francisco Cardoso. Todos esse responsáveis por resolver o problema nos fazem de tolos…. Pena de que vai precisar utilizar aquela via agora no verão.

Idema decide até dia 19 o que vai fazer com os galhos do Cajueiro de Pirangi que invadem pistas

Tribuna do Norte

O Instituto de desenvolvimento do Meio Ambiente [Idema] apresentou, ontem pela manhã, em reunião do Conselho Estadual de Meio Ambiente – Conema, um plano de ações emergenciais de intervenção na área do Cajueiro de Pirangi. Na primeira etapa da intervenção, o Idema fará a elevação dos galhos que invadem a avenida Márcio Marinho (RN 63), no sentido Pirangi-Natal). O Idema garantiu que não ocorrerá poda da copa da árvore.

Júnior SantosIdema decide até dia 19 se suspende ou não galhos do Cajueiro de Pirangi que invadem pistas

“Ninguém vai entrar no cajueiro com motosserra. Eventualmente, poderá ser feito o corte de galhos mais pesados, que não puderem ser suspensos ou que se quebrarem durante a intervenção”, afirmou o diretor técnico do Idema, Jamir Fernandes. Ao ser apresentada ao Conema, a proposta gerou polêmica e descontentamento. A maioria discorda do corte de galhos, o que é considerado poda da árvore.

O promotor do Meio Ambiente de Parnamirim, José Fontes de Andrade saiu frustrado. “Esse plano emergencial não vai surtir efeito quanto ao trânsito. Nós esperávamos que o Idema trouxesse um plano prevendo ações definitivas”, criticou o promotor. Descontente, ele enviou no final da tarde, um expediente ao diretor geral do Idema, Gustavo Szilagyi, solicitando reunião com diretores gerais do Departamento Estadual de Estradas e Rodagens – DER, Detran, Comando da Polícia Militar e secretários de Turismo do Estado e de Parnamirim.

A reunião deve acontecer pela manhã, mas até o fechamento desta edição o horário não estava definido. Jamir Fernandes disse que caberá ao Idema a decisão administrativa quanto a execução do plano emergencial, mas que o órgão vai aguardar o resultado da reunião com o promotor. “Dependendo dessa reunião emergencial, vamos apresentar o plano a governadora para que autorize e  damos início ao trabalho em janeiro”, afirmou.

A intervenção será feita em etapas. O primeiro passo é a erradicação de um Oitizeiro [planta invasora que compete com o cajueiro] liberando uma área de 157 metros; a retirada da cerca [tela de arame] localizada na margem da avenida Márcio Marinho para facilitar o manejo dos ramos e ganhos que invadem a avenida. Onde houver condições a copa e os galhos serão suspenso e escorados.

“Esse é um trabalho que nunca foi feito. Então, se notarmos muita perda de galhos, vamos suspender a ação. Não queremos intervir pra criar problemas”, afirmou Fernandes. Depois, do trabalho concluído a cerca será recuperada. Por ano, 250 mil turistas, em média, visitam o maior cajueiro do mundo, que ocupa uma área de 8.500 metros quadrados.

Segundo Fernandes, com as ações previstas o cajueiro ganhará uma área de expansão de 500 metros. Isso porque o plano prevê ainda uma intervenção na rua oposta às lojinhas [rua Carlos A. Varela Barca], com a retirada de paralelepípedo de metade da via, suprimindo uma das faixas e permitindo o afastamento da cerca fixada na margem do cajueiro, liberando uma área de 234,97metros quadrados.

Dependendo do resultado dessa primeira intervenção, o Idema propõe, num momento posterior, fazer a elevação dos galhos na avenida São Sebastião [sentido Natal/Pirangi]. Na reunião do Conema, a procuradora geral do Estado, Marjorie Madruga, garantiu que a solução proposta não sinaliza para uma poda da árvore, e que a supressão que vier a ser feita não compromete o desenvolvimento da árvore e não reduz a sua dimensão. No primeiro semestre de 2012, o Idema promete iniciar a discussão acerca da transformação da área em Unidade de Conservação.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim dos Santos Júnior disse:

    Pelo amor de Deus… que entre uma motoserra l´-a e meta tudo "na chon"…

  2. @Abcjoao disse:

    Eu moro aqui e sei o câos que é passar por alí, mas acredito que podar nã oé o correto, então devem fazer isso mesmo, elevar os galhos.

  3. Anônimo disse:

    Todo iníciod e veraneio é a mesma história. Discutem, discutem e discutem e nada se faz. É só procurar pelas notícias em dezembro de 2010 e verão que a história é a mesma. Os órgãos municipais e estaduais jogam a responsabilidade de um para outro e nada fazem…

Caos provocado pelo Cajueiro de Pirangi é destaque no Portal UOL

O Caos provocado pelo Cajueiro está no Portal UOL, reportagem de Aliny Gama retrata bem a morosidade e os transtornos causados pelo crescimento desordenado da planta. Segue:

O maior cajueiro do mundo, localizado no município de Parnamirim (RN), a 28 quilômetros de Natal, está causando sérios problemas de mobilidade no trânsito nas ruas da praia de Pirangi do Norte. A árvore, que é uma das atrações turísticas do Estado, está crescendo desordenadamente e já ocupa uma área de cerca de 8.500 m², segundo dados da prefeitura. Moradores reclamam que o cajueiro já invadiu três vias e obrigou a prefeitura a mudar o trânsito local.

Esta semana, o Idema (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte) prometeu finalizar um projeto com as medidas que devem ser tomadas sobre o crescimento da árvore. O texto será entregue ao Ministério Público Estadual para ser avaliado e discutido com a população.

O cajueiro está localizado entre as avenidas São Sebastião e Deputado Márcio Marinho (RN-063), além da rua Doutor Carlos Varela Barca, que contam com apenas uma faixa para receber um grande fluxo de veículos. Engarrafamentos são constantes.

“O trânsito está insuportável. Não é só deixar crescer, crescer, tem de ter limites”, diz o comerciante aposentado Mário Holanda, 69. Ele relata que durante a alta temporada, a circulação de veículos aumenta. “O ano todo sofremos com esse problema, que fica mais complicado agora.”

Além de invadir as ruas, o cajueiro também está “empurrando” casas que foram construídas há mais de dez anos na mesma quadra da árvore gigante. O espaço tem cerca de 15 imóveis, que correm o risco de serem desapropriados para dar mais espaço para o cajueiro crescer.

Josilene Xavier, 66, diz que escolheu Parnamirim para fugir dos transtornos da capital, mas agora a família está preocupada com a proximidade do cajueiro. “As autoridades esperaram demais para começar a fazer um estudo do cajueiro. Apesar dele ser uma das atrações turísticas daqui, ele não é bem tratado. A prova disso é que ninguém toma providências e deixa-o crescer desordenadamente invadindo as ruas. Se algum carro estacionar na rua não passa mais nenhum veículo.”

Para ela, o poder público não preparou a área para o crescimento da árvore e autorizou a construção de várias casas no entorno. “São três grandes vias que podem desaparecer e acabar com as residências. Se é para dar espaço porque não se pensou antes?”, questiona.

Plano de manejo

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Laura disse:

    So nao cresce para o lado do comercio do cajueiro

Cajueiro de Pirangi. Os engarrafamentos vão se repetir, a novela continua!!!

Os veranistas e turistas que seguem para Pirangi e outras praias ao sul de Natal ainda deverão, no período da alta estação entre os meses de dezembro deste ano e fevereiro de 2012, conviver com os engarrafamentos de veículos por causa da invasão das avenidas Márcio Marinho e São Sebastião pelos galhos do maior cajueiro do mundo. A discussão sobre a conservação daquele ponto turístico ganhou um novo rumo em 6 de setembro, depois de decorrido o prazo de 90 dias para que entrasse em vigor a Lei Complementar nº 049 sancionada em 6 de junho pelo prefeito de Parnamirim, Maurício Marques, que desafeta a área do cajueiro e passa para a responsabilidade do Estado a conservação do cajueiro de Pirangi.

Júnior SantosSem um projeto definitivo de conservação, o Cajueiro de Pirangi invade as principais vias da praia e não há qualquer anúncio de projeto que possa solucionar transtornos durante o verão

Em virtude disso, informou a subcoordenadora de Meio Ambiente da Secretaria Estadual de Turismo (Setur), Anna Danyelle Silva de Souza, formou-se uma comissão multidisciplinar para elaborar um projeto o uso sustentável do ponto turístico. Como  já havia saído da Setur, ontem à tarde, Ana Daniele de Souza disse que não tinha repassar informações mais precisas, porém, ela confirmou que o governo se antecipou ao Prodetur II e já garantiu recursos financeiros para a elaboração de um projeto executivo, visando melhorias na área do cajueiro, inclusive remanejamento das lojas de artesanato, que ficarão acima do solo.

Por intermédio de sua assessoria de imprensa, o Idema-RN confirmou que lidera a equipe multidisciplinar criada para encontrar uma solução para o cajueiro de Pirangi. Os outros órgãos envolvidos são a Emater, Emparn, UFRN e a própria Setur. Mas, a diretoria do Idema não quis se pronunciar a respeito disso, enquanto não houver uma conclusão dos trabalhos.  A direção do Idema apenas confirmou, que ainda em novembro, deverá anunciar o resultado dos estudos que estão sendo elaborados com relação ao problema do cajueiro do Pirangi.

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Frederico Fonseca disse:

    Vossa Excelência poderia autorizar pelo menos a poda da parte que já está passando do gelo baiano colocado no meio da pista. Isto representa que, em cada faixa seria podado uma fatia de aproximadamente 60m x 1,5m, o que daria menos de 2% da área hj ocupada. Enquanto isso o Estado iria buscar os recursos necessários para fazer um verdadeiro equipamento turístico, tirando a feira que hj existe, deixando o cajueiro crescer no seu próprio terreno e entregando aos pequenos empresários que ali trabalham um novo projeto condizente com os que existe em outros estados, ainda consertando a situação irregular em que se encontra o convênio com os atuais administradores.
    Eita Estado difícil!