Escala da UTI Pediátrica do Walfredo Gurgel é normalizada

O Governo do RN, por meio da secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e a direção do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG), informa que a Cooperativa Médica (Coopmed) aceitou cobrir os plantões dos dias 29 (dia), 30 (dia) e 31 (noite) da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Pediátrica do HMWG. A unidade estava com redução no quadro de intensivistas pediátricos e, com a recomposição da escala, o hospital não deixará mais de receber novos internamentos nos próximos dias.

Também não haverá necessidade de transferência das crianças internas para outros serviços de saúde do RN e do próprio Walfredo Gurgel. Até o momento, apenas uma criança havia deixado a UTI Pediátrica e ocupado uma vaga na UTI Geral. O retorno dessa criança para o tratamento intensivo pediátrico já foi confirmado.

Outra criança que foi avaliada pela pediatra do plantão da sexta-feira (27) já estava em condições de alta e foi transferida para um leito de enfermaria. Ela permanecerá no leito, finalizando o tratamento, até o momento de receber alta do hospital.

Uma terceira criança será transferida para o Hospital Rio Grande para a realização de um procedimento cirúrgico que não é feito no Walfredo Gurgel. A transferência já havia sido solicitada pela equipe médica e não foi resultante da falta de profissionais para a cobertura dos plantões do fim de mês de dezembro.

As falhas na escala ocorreram devido ao pedido de exoneração de dois intensivistas pediátricos do HWMG. Aliado a isso, também havia profissionais que solicitaram aposentadoria e outros que entraram de férias.

MP dá cinco dias para ortopedistas cumprirem nova escala do Walfredo Gurgel

O Ministério Público do Rio Grande do Norte expediu hoje Recomendação Ministerial dando um prazo de cinco dias para que os médicos ortopedistas do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel/PS Clóvis Sarinho, representados pelo chefe da equipe, médico Amaro Alves de Souza, cumpram integralmente a escala de trabalho publicada no Diário Oficial do RN, pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), sob pena  de responsabilização administrativa, civil e criminal de cada profissional envolvido.

Assinada pelo Promotor de Justiça Substituto, Carlos Henrique Rodrigues da Silva, a Recomendação considera uma flagrante ofensa, a elaboração e cumprimento de uma escala paralela à escala preparada pela Sesap em função do pedido de exoneração intempestivo de quatro médicos que compunham a equipe. Para o Ministério Público, “essa escala paralela, com três médicos por turno de plantão, implica a insuficiência de profissionais para completar a escala até o final do mês de dezembro, deixando vazios em vários dias de plantão”.

E tal conduta por parte dos médicos servidores públicos, segundo a Recomendação Ministerial, configura proibição constante do art. 130, IV, da Lei Complementar Estadual nº 122, de 30 de junho de 1994. “A responsabilização administrativa do servidor infrator não afasta as demais esferas de responsabilidade civil e criminal, decorrentes do prejuízo imputado à população pela incompletude das escalas de trabalho no HMWG/OS Clóvis Sarinho que implica na descontinuidade na oferta dos serviços de traumato-ortopedia”, diz o documento Ministerial.

A escala emergencial elaborada pela Sesap e, atualmente, descumprida pela equipe de ortopedistas, estabelece a alternância de dois e três ortopedistas por plantão. “Entendemos que a escala ideal é a de três plantonistas, mas essa foi a forma emergencial que encontramos para fechar a escala até o final de dezembro e a população não ficar desassistida a partir do dia 22, por falta de médicos”,  informa Camila Costa,  da Coordenadoria de Operações de Hospitais e Unidades de Referência (COHUR), da Sesap.

Ela aproveita a Recomendação do MP para reiterar o apelo aos médicos ortopedistas para que entendam as dificuldades do momento e cumpram a nova escala estabelecida pela Secretaria para evitar as medidas administrativas cabíveis à situação.

“Não há tempo para cumprir os trâmites burocráticos de se fazer um processo licitatório de contratação de cooperativa médica, nem tampouco para realização de concurso, já que não temos profissionais concursados para convocar. Apelamos então ao bom senso desses profissionais porque estamos no fim de ano, quando ocorre, naturalmente, o aumento no número de acidentes, devido às festividades de Natal e Reveillón e não podemos ficar sem ortopedistas no principal hospital pronto-socorro da capital”, reforça ela.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Poty disse:

    Manda alexandre PEIDILHA resolver !
    Quem gosta de comer merda e acha bom são os seguidores dos petralhas !!!

  2. TITICO disse:

    MAIS MÉDICO NELESSSSSSS…………………

Direção do Walfredo Gurgel emite nota com esclarecimentos sobre a escala de ortopedistas

A direção do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) vem a público esclarecer que está tentando um entendimento junto aos ortopedistas, lotados na unidade, para solucionar o embate criado pela categoria acerca do cumprimento da escala de plantão do mês de dezembro, prejudicado após o pedido de exoneração de quatro profissionais, alguns dias após o fechamento da escala.

Segundo o chefe da especialidade no HMWG, Amaro Alves, a principal reivindicação do grupo é a permanência da escala com três profissionais por cada plantão de seis horas. Porém, se assim permanecer, a partir do próximo dia 22, não haverá assistência ortopédica no Walfredo Gurgel, devido à falta de profissionais para preencher a escala até o fim do mês.

Diante da situação, a direção do hospital procurou ajuda da Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap), através de sua assessoria jurídica. O Setor elaborou e enviou ao hospital o Ofício n.º 4625/2013/GS-Sesap. O documento lista uma série de fatores pelos quais se faz necessário, neste momento (o fim de ano se aproxima e o número de acidentes – devido às comemorações de Natal e Reveillón – aumenta), o cumprimento da escala alternando entre dois e três ortopedistas por plantão. Dessa maneira, a escala estaria fechada e a população não estaria desassistida até o final de dezembro.

Porém, ainda não se chegou a um acordo e, quando solicitados para que formalizassem a decisão de descumprimento da escala elaborada pela Assessoria Jurídica da Sesap, os ortopedistas também não atenderam ao pedido da direção.

Diante disso, a direção do HMWG informa a população de todo o Rio Grande do Norte que todos os esforços possíveis estão sendo feitos pela Sesap para que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, sem que haja prejuízos no atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Esclarece ainda que a solução definitiva para o problema será a convocação de novos ortopedistas concursados, mas, não há tempo hábil para o ingresso na escala deste mês, devido o recente pedido de demissão dos profissionais. É o caso também da contratação de plantões através da Cooperativa Médica, que precisa de tempo para o trâmite do processo, seguindo o que preconiza a administração pública.

Sesap contrata Cooperativa Médica para fechar escalas de cirurgiões do Deoclécio Marques

A Secretaria de Estado de Saúde Publica (Sesap) assinou, nessa segunda-feira (14), contrato com a Cooperativa Médica para fechar, este mês, a escala de plantão dos médicos cirurgiões do Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim. Iniciando às 19h desta terça-feira até o dia 31, o contrato vai garantir a continuidade do atendimento de cirurgias que, a partir de amanhã, estaria ameaçada devido à equipe de médicos do próprio hospital ter atingido o limite de plantões.

Os termos contratuais firmados com a Cooperativa Médica garantem a permanência de cirurgiões em 80 plantões de 12h pelo valor individual de R$ 1.940, totalizando R$ 160 mil. Atualmente, o atendimento normal na porta de entrada conta com três médicos cirurgiões. A diretora administrativa do hospital, Adriana Pontes, reforça que a contratação da Cooperativa Médica foi necessária porque os médicos do hospital ficaram sobrecarregados, devido ao pedido de exoneração de quatro médicos cirurgiões, após a implantação do ponto eletrônico.

A diretora lembrou ainda que o Hospital Deoclécio Marques, de nível e complexidade terciário, vem tendo seu perfil de atuação prejudicado sendo, muitas vezes, utilizado como um ambulatório, responsabilidade esta que recai sobre os municípios que, por insuficiência na prestação dos seus serviços, encaminham pacientes de forma indevida à Unidade. Desde o dia 21 de setembro, o Governo do Estado publicou no Diário Oficial do Estado (D.O.E), a nomeação de 04 médicos cirurgiões que, após efetivados, serão direcionados para complementação das escalas do Deoclécio Marques.

Homem sem pernas chega ao cume do Kilimanjaro, a 5.895 metros de altura

O canadense Spencer West perdeu as pernas aos 5 anos em decorrência de um problema genético. Mas nada que o impedisse de chegar ao cume doMonte Kilimanjaro, na Tanzânia, com 5.895 metros de altura – o ponto mais alto da África. Durante o feito incrível, Spencer arrecadou 500 mil dólares para obras de caridade.

Veja como Spencer se locomove:

Fonte: Page Notfound

Criança espera quase duas horas na mesa de cirurgia por causa de "sumiço" de anestesiologistas

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, hoje a tarde, passou quase duas horas sem fazer cirurgias por causa do sumiço dos dois médicos anestesiologistas de plantão.

Uma criança ficou esperando por um procedimento por uma hora e meia por uma cirurgia de urgência. Os médicos cirurgiões e demais membros da equipe como enfermeiros e outros profissionais estavam todos a postos, mas o procedimento não foi iniciado porque os anestesiologistas simplesmente sumiram. A criança está nesse momento sendo cirurgiada. O procedimento foi iniciado há uns 30 minutos.

Através da rede social Twitter, o hospital disse que os dois médicos sequer estavam dentro do hospital. Vai ter que ter uma boa explicação, pessoas poderiam ter morrido aguardando o retorno dos médicos fundamentais para a realização de cirurgias.

As informações que chegam do jornalista César Alves dão conta que essa criança estava no aguardo do procedimento de urgência desde ontem, ou seja, 24 horas de sofrimento e angústia. Ontem não houve cirurgia porque o cirurgião se negou a fazer o procedimento.

O Conselho Tutelar já solicitou relatório do HRTM e vai exigir punição dos responsáveis pelo descaso.