Educação

Inep diz estar “engajado” para que Enem seja realizado em 2021

Foto: TV Brasil

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou, em nota, que pretende realizar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 este ano. A autarquia afirmou que tem orçamento suficiente para isso e que está concluindo o processo de planejamento e elaboração do cronograma do exame.

Questionado se há a possibilidade do Enem 2021 ser aplicado em 2022, o Inep diz que está “engajado para que as provas sejam realizadas ainda neste ano”.

A nota acrescenta, no entanto: “não há, ainda, confirmação sobre a data de realização das etapas, com exceção do período para solicitação de isenção e justificativa de ausência”. Esta fase está prevista em edital publicado separadamente, de acordo com a autarquia, para facilitar a compreensão das regras específicas de gratuidade e evitar que haja problemas na homologação da inscrição dos interessados em realizar as provas. O prazo é de 17 a 28 de maio.

O Inep diz ainda que “tentar antecipar a divulgação da data de realização do exame com base em documentos preparatórios é desinformar a população”. Segundo o Inep, todas as informações sobre o exame serão publicadas nos editais, assim que houver as definições necessárias.

Por conta da pandemia, o Enem 2020 foi adiado para 2021. O exame, realizado em janeiro e fevereiro deste ano, registrou as maiores taxas de abstenção. Para a edição de 2021, a autarquia afirma que busca “excelência no processo de planejamento, com o intuito de atender a todos os requisitos sanitários e garantir uma aplicação segura a todos os envolvidos, desde sua elaboração”.

Realizado anualmente, o Enem é o maior exame para ingresso no ensino superior do país, contando com milhões de inscrições em todo o território nacional. As notas do Enem podem ser usadas para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Agência Brasil

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Educação

Inep disponibilizará cartão de confirmação do Enem em 5 de janeiro

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizará a partir do dia 5 de janeiro de 2021 o Cartão de Confirmação de Inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020.

O cartão contém número de inscrição, data, hora e local do exame. O documento poderá ser acessado na Página do Participante.

O documento também registra se o participante deve contar com atendimento especializado, e se deve ser tratado pelo nome social, caso essas solicitações tenham sido feitas e aprovadas. Apesar de não ser obrigatório, o Inep recomenda que o participante leve o cartão nos dias de aplicação das provas.

Pandemia

As provas do Enem 2020 foram adiadas em decorrência da pandemia de covid-19 e serão realizadas nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021 (versão impressa) e em 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021 (versão digital). Ao todo, 5.783.357 inscrições foram confirmadas.

Será obrigatório o uso de máscara durante toda a aplicação do exame. A recomendação é que os candidatos levem outra máscara, para trocá-la durante o exame, seguindo as orientações do Ministério da Saúde. Os participantes devem também manter distância uns dos outros.

Por ocorrer em meio a pandemia, o exame terá outra particularidade. Os participantes que forem diagnosticados com covid-19 ou com outra doença infectocontagiosa, como sarampo, rubéola, varíola e influenza humana A e B, terão outra chance de fazer o exame, na reaplicação da prova. O atestado médico poderá ser enviado ao Inep pela página do participante até um dia antes da aplicação. Caso a doença seja confirmada no dia do exame, o participante deverá entrar em contato pelo telefone 0800616161.

Agência Brasil

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Educação

Inep estuda aplicar Enem 2020 em um único dia, com menos questões

Candidatos se encontram para realizar Enem 2019 na Universidade Santa Úrsula, no Rio. Foto: Guilherme Pinto / Agência O Globo

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) avalia reduzir o tamanho do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano, de acordo com reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”. A prova, que normalmente é realizada em dois dias, poderia ser aplicada em apenas um, com menos questões.

Segundo o jornal, os técnicos do Inep estão calculando quantas questões podem ser retiradas do exame sem que o modelo estatístico que afere as notas de cada candidato, a Teoria de Resposta ao Item (TRI), seja comprometido. Isso porque a TRI usa os índices de acerto e erro de cada questão para determinar quais são as perguntas fáceis, médias e difíceis. Apesar da retirada de algumas questões, a intenção seria manter o nível de dificuldade geral da prova.

Reduzir de 45 para 30 o número de questões de cada área seria uma das possibilidades avaliadas pelo instituto. Hoje o Enem tem, ao todo, 180 questões, divididas em provas de quatro áreas: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Matemática. Com a redução, o número cairia para 120.

Outra ideia é abreviar o enunciado de cada questão, para agilizar a leitura da prova. Desse modo, ela poderia ser realizada num único dia.

A mudança no Enem viria para atender a uma demanda das universidades privadas, que temem que o adiamento do exame possa comprometer o ano letivo de 2021. O argumento das entidades é que os alunos só começam a procurar as instituições particulares depois de não conseguirem vaga nas públicas, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

Alguns representantes das universidades privadas defendem até mesmo que o Inep abra mão da prova de redação. Isso, segundo eles, poderia acelerar a liberação das notas.

O adiamento do Enem 2020 foi anunciado pelo Inep na última quarta-feira. O exame, que estava marcado para os dias 1º e 8 de novembro, deve ser realizado entre 30 e 60 dias após as datas originais, adiantou o instituto.

O GLOBO procurou o Inep, que ainda não respondeu.

O Globo

 

Opinião dos leitores

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Educação

Mec e Inep anunciam adiamento do Enem; período de inscrições segue inalterado

Foto:  Caio Rocha/Framephoto/Estadão Conteúdo

O MEC (Ministério da Educação) e o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) anunciaram hoje que o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) deste ano será adiado por 30 a 60 dias. A prova, que estava prevista para novembro, deve acontecer agora em dezembro ou janeiro de 2021. Em média, 5 milhões de candidatos participam do Enem. Até o momento, segundo o MEC, mais de 4 milhões fizeram a inscrição para o exame deste ano.

“Atento às demandas da sociedade e às manifestações do Poder Legislativo em função do impacto da pandemia do coronavírus no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o Ministério da Educação (MEC) decidiram pelo adiamento da aplicação dos exames nas versões impressa e digital. As datas serão adiadas de 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais”, diz um comunicado oficial.

A nota diz ainda que o período de inscrições para o exame segue inalterado. O prazo para cadastro termina às 23h59 desta sexta (22). O texto também informa que o Inep realizará uma consulta aos inscritos no exame, a ser realizada em junho, por meio da Página do Participante.

A decisão por realizar as provas do Enem em uma nova data acontece em meio à pressão da sociedade civil e do Congresso pelo adiamento do exame.

Entidades estudantis, secretários de educação e reitores de instituições de ensino defendem o adiamento do exame sob a justificativa de que nem todos os estudantes têm condições sociais e financeiras de manter os estudos durante a pandemia ou nem sequer têm acesso às ferramentas necessárias para o ensino a distância, como celular e computador com acesso à internet.

Com UOL

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Educação

Inep publica cronograma do Enem; provas serão em 1° e 8 de novembro

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta terça-feira (31) os editais das versões impressa e digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. O período de inscrição será de 11 a 22 de maio. O participante que optar por fazer o Enem impresso não poderá se inscrever na edição digital e, após concluir o processo, não poderá alterar sua opção.

De acordo com o cronograma, o Enem 2020 impresso será aplicado em 1º e 8 de novembro. Os editais foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira e também estão disponíveis na página do Enem. Os participantes que optarem por realizar a versão digital do exame farão as provas nos dias 11 e 18 de outubro.

A autarquia vinculada ao Ministério da Educação também informou que, a partir do dia 6 de abril, os estudantes poderão fazer a solicitação de isenção da taxa de inscrição do Enem.

Os requerimentos e as justificativas de ausência na edição anterior devem ser feitas pela internet, na Página do Participante, com acesso pelo computador ou celular.

Pode solicitar a isenção da taxa quem está cursando a última série do ensino médio, em 2020, em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar; quem cursou todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, além de ter renda, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio, e quem está em situação de vulnerabilidade socioeconômica por ser membro de família de baixa renda, devendo informar o número de identificação social (NIS), único e válido, além de ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

Os participantes que solicitaram isenção em 2019, não realizaram os dois dias de prova e querem solicitar nova isenção para 2020, devem fazer a justificativa de ausência. O resultado dos pedidos deve ser divulgado em 24 de abril. Entre 27 de abril e 1º de maio será aberto prazo para apresentação de recursos e os resultados finais estarão disponíveis em 7 de maio. As regras valem para a versão impressa e digital.

O Inep ressalta que a aprovação da justificativa de ausência no Enem 2019 e da solicitação de isenção da taxa de inscrição não significa que a inscrição foi realizada. Portanto, os participantes deverão acessar o Sistema Enem e se inscrever para esta edição do exame.

Inscrições

Neste ano, será obrigatória a inclusão de foto atual do participante no sistema de inscrição, que deverá ser utilizada para procedimento de identificação no momento da prova. O valor da taxa de inscrição permaneceu o mesmo da edição de 2019: R$ 85, que deverá ser pago até 28 de maio.

De acordo com o Inep, a estrutura do exame não foi alterada e será mantida a aplicação de quatro provas objetivas, constituídas por 45 questões cada, e uma redação em língua portuguesa. Durante o processo de inscrição, o participante deverá selecionar uma opção de língua estrangeira – inglês ou espanhol.

Acessibilidade

A Política de Acessibilidade e Inclusão do Inep visa dar atendimento especializado aos participantes que necessitarem. Para facilitar a compreensão no momento da inscrição, os atendimentos específicos (gestantes, lactantes, idosos e estudantes em classe hospitalar) foram incluídos na denominação “especializado”. As solicitações para esses atendimentos também deverão ser feitas entre 11 e 22 de maio. Os resultados serão divulgados em 29 de maio. Para os pedidos que forem negados, está prevista uma fase para apresentação de recursos. O resultado final estará disponível no dia 10 de junho.

Os pedidos de tratamento por nome social serão feitos entre 25 e 29 de maio, com previsão de divulgação dos resultados em 5 de junho. O período para apresentação de recursos será entre 8 e 12 de junho e a disponibilização dos resultados finais em 18 de junho.

Enem Digital

A implantação do Enem Digital terá início neste ano e, de acordo com o Inep, será feita de forma progressiva. Nessa fase inicial, até 100 mil pessoas poderão fazer a prova no novo modelo. A previsão é que a consolidação deste modelo seja feita até o ano de 2026. A estrutura do exame será igual à da versão impressa.

O processo de inscrição é o mesmo da versão impressa. Serão disponibilizadas 100 mil inscrições para os primeiros participantes que optarem pela edição digital, conforme distribuição das vagas previstas no edital. Por se tratar de fase piloto de implantação do novo modelo, neste primeiro ano, o Enem Digital não estará disponível para treineiros e não promoverá atendimento especializado.

Com informações do Inep

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Educação

Notas do Enem 2019 são divulgadas pelo Inep; veja como consultar

Foto: Reprodução/Inep

As notas individuais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foram divulgadas nesta sexta-feira (17) por volta das 8h30 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

G1 conseguiu acessar as notas por meio de CPF e senha na Página do Participante (https://enem.inep.gov.br/participante/) e pelo aplicativo do Enem.

Quem não lembra da senha para acessar os dados pode recuperá-la ou mesmo resetá-la e fazer uma nova. Confira aqui o passo a passo para recuperar a senha do Enem.

Os participantes poderão consultar a nota da redação (que varia de zero a 1 mil) e o desempenho em cada área de conhecimento: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e matemática.

De acordo com o Inep, 3.709.809 pessoas fizeram o Enem 2019 em 3 e 10 de novembro – 72,81% dos 5.095.388 inscritos.

Quem fez a prova como “treineiro”, ou seja, aqueles que ainda não concluíram o ensino médio, terão que esperar até março do ano que vem para acessar o boletim individual.

Quando se inscrever no Sisu 2020?

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) é o sistema do MEC que reúne centenas de milhares de vagas de graduação em universidades públicas brasileiras. Para participar do Sisu em 2020, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019, e não ter tirado nota zero na prova de redo.

Com a nota do Enem 2019, os candidatos podem se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do primeiro semestre de 2020. O prazo começa na próxima terça (21) e encerra as 23h59, na sexta-feira (24). A inscrição é feita pelo site do programa: http://sisu.mec.gov.br/.

Neste primeiro semestre, serão ofertadas 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. No site do Sisu é possível escolher duas opções de curso. Quem teve melhor pontuação no Enem tem mais chances de conquistar a vaga.

Cronograma do Sisu 2020:

Abertura das inscrições: 21 de janeiro
Fim das inscrições: 23h59 de 24 de janeiro
Resultado: 28 de janeiro

Além do Sisu, as notas do Enem podem ser usadas pelos candidatos no Programa Universidade para Todos (ProUni), Financiamento Estudantil (Fies), e em 37 universidades de Portugal.

Veja abaixo os cronogramas para o Prouni e para o Fies.

Quando abre Prouni?

O Programa Universidade Para Todos (Prouni) oferece bolsas de estudo parciais (que cobrem 50% da mensalidade) e integrais em universidades privadas em cursos de graduação e de cursos sequenciais de formação específica.

O programa tem dois critérios de avaliação: desempenho no Enem e a avaliação da renda familiar.

Cronograma do Prouni 2020:

Início das inscrições: 28 de janeiro
Fim das inscrições: 31 de janeiro
Primeira chamada: 4 de fevereiro
Entrega dos documentos para garantir a matrícula: 4 a 11 de fevereiro
Segunda chamada: 18 de fevereiro
Entrega dos documentos para garantir a matrícula: 18 a 28 de fevereiro
Adesão à lista de espera: 6 a 9 de março

Quando abre o Fies 2020?

O Programa de financiamento Estudantil (Fies) é um programa de financiamento para estudantes cursarem o ensino superior em universidades privadas e, atualmente, possui duas categorias: a primeira, oferece vagas com juros zero para os estudantes com renda mensal familiar de até três salários mínimos.

Já a segunda, chamada P-Fies, é direcionada para os estudantes com renda mensal familiar de até cinco salários mínimos.

Cronograma do Fies 2020:

Inscrições: 5 a 12 de fevereiro
Pré-seleção: 26 de fevereiro
Chamada da lista de espera: 26 de fevereiro a 31 de março

Enem 2020

Neste ano, o Inep deverá testar uma versão totalmente digital do Enem.

O projeto é piloto e não será aplicado a todos os participantes. A ideia é testar o modelo para 50 mil candidatos de 15 capitais.

Enem vai ser 100% digital até 2026, diz Inep

Os participantes poderão escolher no momento da inscrição se querem aderir ao modelo digital ou se preferem fazer a prova escrita tradicional. As 50 mil vagas serão preenchidas por ordem de chegada. O valor da taxa será o mesmo.

O Enem digital em formato piloto acontecerá nos dias 11 e 18 de outubro.

Já o Enem regular acontecerá em 1º e 8 de novembro.

Confira abaixo alguns pontos da mudança:

A aplicação em 2020 será em 15 capitais brasileiras: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP);

A adesão dos candidatos será opcional no ato de inscrição, até um total de 50 mil participantes, o equivalente a 1% do total de participantes;

O valor da inscrição será o mesmo para todos os participantes;

O Inep estima investir cerca de R$ 20 milhões no projeto-piloto de 2020, e não pretende comprar novos computadores, mas sim usar equipamentos de instituições de ensino localizadas nas cidades participantes;

Entre 2021 e 2025, o Inep ampliará o número de aplicações do Enem digital, ainda em formato piloto e participação opcional;

A partir de 2026, o Enem será 100% digital;

Tanto as provas objetivas quanto a prova de redação serão feitas em formato digital no piloto;

O Enem para Pessoas Privadas de Liberdade (PPL) só passará ao formato digital a partir de 2026.

G1

 

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Educação

Inep divulga notas do Enem nesta sexta-feira

Foto: EBC

Nesta sexta-feira (18), mais de 4,1 milhões de estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no ano passado terão acesso às notas das provas. O resultado será divulgado na internet, na Página do Participante, e no aplicativo oficial do Enem.

Os participantes terão acesso a quanto obtiveram em cada uma das provas: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza, matemática e redação. A nota dos treineiros, aqueles que ainda não concluíram o ensino médio e fizeram a prova apenas para testar os conhecimentos, será divulgada apenas em março, 60 dias depois dos demais participantes.

A nota do Enem é calculada usando a chamada teoria de resposta ao item (TRI), que não estabelece previamente um valor fixo para cada questão. O valor varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.

Assim, se a questão tiver grande número de acertos será considerada fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. O estudante que acertar um item com alto índice de erros, por exemplo, ganhará mais pontos por ele.

O Enem foi aplicado nos dias 4 e 11 de novembro de 2018. Desde o dia 14 de novembro, estão disponíveis as provas e os gabaritos oficiais. Também estão disponíveis vídeos com os enunciados e as opções de respostas da videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras).

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgará ainda, em data a ser definida, o espelho da redação, ou seja, detalhes da correção dessa prova. Isso é feito após os processos seletivos dos programas federais. A correção tem função apenas pedagógica e não é possível interpor recurso.

O que fazer com as notas?

Com os resultados, os estudantes poderão concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

O primeiro processo que terá as inscrições abertas é o Sisu. Para participar é preciso fazer a inscrição online no período de 22 a 25 de janeiro. Os estudantes já podem consultar, na página do programa, as vagas disponíveis. São mais de 235,4 mil vagas distribuídas em 129 universidades públicas de todo o país.

Além dos programas nacionais, os estudantes podem usar as notas para cursar o ensino superior em Portugal. O Inep tem convênio com 37 instituições portuguesas. A lista está disponível na página da autarquia. Segundo o Inep, atualmente mais de 1,2 mil brasileiros usaram o Enem para ingressar nessas instituições.

Agência Brasil

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Educação

Inep divulga gabaritos oficiais do Enem; resultado final sairá em janeiro

Foto: Ananda Migliano/Ofotográfico/Folhapress – 4.11.2018

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) divulgou nesta quarta-feira (14) os gabaritos oficiais do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2018 na página do exame. O participante pode conferir o resultado neste link.

Além dos gabaritos, o Inep vai divulgar os cadernos de questões aplicados nos últimos dias 4 e 11 a mais de 4 milhões de estudantes em todo o país.

Mesmo com o gabarito, os candidatos não conseguirão saber a nota que tiraram porque o sistema de correção do Enem usa a metodologia da TRI (Teoria de Resposta ao Item), que não estabelece previamente um valor fixo para cada questão. O valor varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.

Assim, se a questão tiver grande número de acertos será considerada fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. O estudante que acertar um item com alto índice de erros, por exemplo, ganhará mais pontos por ele. Dessa forma, o candidato só saberá a sua nota nas provas objetivas após a divulgação do resultado final, em janeiro.

Os resultados individuais do Enem serão divulgados no dia 18 de janeiro.

Segunda-feira (12), o Inep anulou uma das questões da prova de matemática por já ter sido usada em um vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 2013, descumprindo os requisitos de ineditismo e sigilo do exame. A autarquia instaurou sindicância para apurar responsabilidades.

O Enem foi aplicado nos dias 4 e 11 de novembro. No primeiro domingo, os estudantes fizeram provas de linguagem, ciências humanas e redação. No segundo domingo, fizeram provas de ciências da natureza e matemática.

A nota do exame poderá ser usada para concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada), a bolsas em instituições privadas, pelo ProUni (Programa Universidade para Todos), e para participar do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

R7

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Diversos

Inep: Enem não é adequado para certificar ensino médio

Documentos internos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação que organiza o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), questionam a adoção das provas para a certificação de ensino médio. Segundo nota técnica obtida com exclusividade pelo jornal O Estado de S.Paulo, há “fragilidades pedagógicas” em usar o exame para a obtenção de diploma.

O estudo aponta dificuldades de construir uma prova que certifique e também sirva para selecionar alunos para o ensino superior, como acontece atualmente com o Enem.

O número de participantes que solicitam a certificação tem aumentado a cada edição. No exame deste ano, que ocorre neste sábado, 8, e domingo, 9, 997 mil candidatos se inscreveram com o objetivo de conseguir o diploma de ensino médio. No ano passado, foram 784 mil, mas apenas 7,6% dos candidatos conseguiram nota mínima para a certificação, segundo informações da ONG Ação Educativa.

“Para as pessoas que tiveram problema de acesso à educação, dificilmente elas vão conseguir responder uma prova sofisticada como o Enem”, diz Roberto Catelli Junior, coordenador da Educação para Jovens e Adultos (EJA) da Ação Educativa.

Em 2009, o Enem foi reformulado, ganhou o formato atual e passou a ser usado como vestibular por universidades federais. A partir daí, o exame também virou processo de certificação e substituiu o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) para o ensino médio.

As notas técnicas mostram que a própria equipe do Inep apontou em “várias oportunidades” problemas na certificação por meio do Enem. O documento da Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb) do Inep de 2012 indica, além da fragilidade pedagógica, a “dificuldade psicométrica de se construir uma prova que atenda plenamente a dois objetivos distintos: certificação e seleção”.

Pontuação

O parecer é de autoria da cúpula da Daeb. Na oportunidade, ao mesmo tempo em que reafirmam os problemas, os técnicos indicaram que a nota mínima para certificação subisse (leia mais nesta página). O documento recorre a estudo feito em 2010 pela Coordenação Geral de Instrumentos e Medidas da Daeb, cuja conclusão era pela separação do Encceja e do Enem.

Segundo o estudo assinado por 30 técnicos do Inep, a matriz de conteúdos do Enem não contempla especificidades da educação de jovens e adultos. “Ao unir o Encceja ao Enem deixa-se de lado o objetivo principal do primeiro, que é avaliar as habilidades e competências básicas de jovens e adultos que não tiveram oportunidade de acesso à escolaridade regular na idade apropriada.”

Para Maria Inês Pestana, ex-diretora da Daeb, oferecer a possibilidade de certificação pelo Enem teve o objetivo de inclusão, mas o exame acabou se tornando uma ferramenta muito voltada para a seleção de universitários. “Sempre foi um dilema, e a decisão tomada foi pensando na inclusão. Mas tecnicamente seria ideal separar as provas”, diz ela, hoje aposentada.

O presidente do Inep, Francisco Soares, reconheceu que o tema é “controverso”, mas que a opção de certificar é “segura”. “Como temos muitos itens na prova, de dificuldades diferentes, podemos contemplar a certificação”, diz ele. “Não podemos ter dois pesos e duas medidas sobre o que o concluinte deve saber.”

Para o professor da Universidade de São Paulo (USP) Ocimar Alavarse, seria importante avaliar o próprio exame para testar todas as suas funções. “Precisamos avaliar o que o Enem está medindo”, diz.

Para a consultora em educação Ilona Becskeházy, o ponto central é que não existe no Brasil um currículo básico. “A desonestidade técnica e política é não ter currículo.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: Estadão Conteúdo

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Diversos

Inep elimina 1.522 candidatos que fizeram Enem com equipamentos eletrônicos

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou nesta sexta-feira que eliminou 1.522 candidatos por tentativa de fraudar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013. De acordo com o órgão, durante a aplicação das provas, nos dias 26 e 27 de outubro, os ficais identificaram participantes usando equipamentos eletrônicos como pontos de escuta nos ouvidos ou tentando consultar outros tipos de material.

No próprio fim de semana do Enem, o Instituto já havia eliminado 36 candidatos por postarem fotos das provas nas redes sociais. “A segurança do Enem é realizada, antes durante e após a aplicação das provas, com o acompanhamento da Polícia Federal, o que tem permitido, ao longo dos anos, o aprimoramento do processo”, explica o presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa.

A investigação da Polícia Civil de Minas Gerais, que desarticulou uma quadrilha que fraudava vestibulares do curso de medicina em faculdades particulares, iniciou-se em Caratinga, em Minas Gerais, e perdurou por nove meses. Durante as investigações, foram identificados diálogos dos fraudadores a respeito de suposta fraude no Enem, que seria feita por meio de ponto eletrônico.

No entanto, após nove meses, até o momento, nenhum nome de suposto candidato beneficiado ou de fiscal foi repassado ao Inep. Sendo, portanto, as alegações de fraude no Enem, até então, baseadas apenas em diálogos entre fraudadores. Como o Inep, até o momento, não teve acesso a qualquer nome de possível beneficiado pelo esquema, é impossível verificar se os supostos beneficiários da quadrilha estão entre os 1.522 candidatos já excluídos do exame por fraude.

A Polícia Federal recebeu, nesta quinta-feira, 19, cópia dos autos do inquérito policial em questão. O Inep está acompanhando as investigações e fornecendo todas as informações necessárias, solicitando extremo rigor na apuração dos fatos. No caso de identificado qualquer tipo de fraude, o participante envolvido será imediatamente excluído do exame, conforme previsto no edital, sem prejuízo de demais medidas.

Em 2013, foram adotadas novas medidas para garantir a segurança do Enem. Uma das principais medidas foi a utilização de lacres eletrônicos em todos os malotes que transportaram as provas.

Os lacres registram o horário do fechamento do malote na gráfica e o horário em que foi aberto no local de aplicação da prova. Além disso, registram o momento em que os malotes foram fechados no término do exame.

Cerca de 23 mil pessoas fizeram parte do forte esquema de segurança para a aplicação Enem. As Forças Armadas, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária, além de policiais militares e civis dos Estados fizeram parte da equipe que garantiu o sucesso do exame.

O Globo

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Educação

Ex-presidente do Inep diz que principal objetivo do Ideb é mobilizar sociedade

Nesta semana, o Ministério da Educação (MEC) divulgou os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica(Ideb) 2011, indicador que mede a qualidade do ensino no país. Para cada escola, rede de ensino, município e estado é atribuída uma nota de 0 a 10. De posse desses resultados, agora é hora de os gestores analisarem aquilo que o Ideb indica e buscar soluções para superar problemas na qualidade da oferta.

Reynaldo Fernandes, ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), acredita que o principal objetivo do Ideb é a mobilização da sociedade. “É preciso que as escolas e os pais tenham uma ideia do retrato da qualidade do ensino. É preciso que a escola olhe esses número, compare com outras e reflita. E os pais perguntem por que aquela escola vai bem ou não”, defende Fernandes, que foi o responsável pela criação do indicador em 2005.

Uma das recomendações é que a escola compare o resultado obtido com outras unidades da mesma rede que recebem um público semelhante. Também é importante verificar se as metas de melhoria da qualidade foram atingidas. O Ideb atribui uma nota diferente para três etapas da educação básica: anos iniciais (1º ao 5º) e anos finais (6º ao 9º) do ensino fundamental e ensino médio. Todos os entes federados e escolas têm metas a serem cumpridas até 2022, bicentenário da Independência do Brasil.

“Nós temos um sistema de educação descentralizado, ou seja, a oferta é feita por mais de 5 mil redes, se eu não tenho um critério de aferição de resultados que seja comparável, as escolas correm o risco de ficar isoladas. A comparação é importante porque nenhuma medida faz sentido sem uma referência”, explica Reynaldo.

Outra tarefa importante para as escolas é aprender a “ler” os resultados do indicador. O Ideb é calculado a partir da taxa de aprovação e do desempenho dos alunos na Prova Brasil, avaliação aplicada pelo Inep a cada dois anos. É a partir dessas informações que o indicador é calculado e os dados também devem ser observados isoladamente. Assim, a rede de ensino ou escola pode identificar se o problema é de fluxo ou de aprendizagem – ou a combinação de ambos.

Fernandes ressalta que o Ideb é apenas um dos vários instrumentos possíveis para avaliar a qualidade. Ele critica o ranqueamento das escolas a partir das notas e recomenda que os gestores comparem seus resultados com outras unidades e redes que atendam a um perfil de alunos semelhante.

“Por isso é importante a divulgação de todas as escolas para você ter essa referência e não para fazer como se fosse um campeonato em que quem chega em primeiro lugar ganha um troféu, como se fosse uma corrida de Fórmula 1”, aponta. Os resultados do Ideb estão disponíveis para consulta no site do MEC.

Fonte: Agência Brasil

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Jornalismo

Justiça dá 72 horas para Inep se manifestar sobre anulação do Enem

A Justiça Federal no Ceará deu 72 horas para o Inep (instituto do governo federal responsável pelo Enem) se manifestar sobre pedido do Ministério Público Federal, que quer a suspensão do exame nacional em todo o país ou a anulação de 13 questões.

Em ação ajuizada na quinta-feira (27), a Procuradoria contesta a decisão do Ministério da Educação, que cancelou somente as provas dos 639 alunos do Colégio Christus, de Fortaleza, que tiveram acesso antecipado a questões do Enem em um simulado.

Para o procurador Oscar Costa Filho, a decisão é arbitrária e não corrige o problema, tratando de forma desigual participantes de um concurso nacional.

O prazo determinado pela Justiça conta de “minuto a minuto” a partir da tarde desta sexta. A resposta, portanto, deve ser enviada até segunda.

O Inep declarou, via assessoria de imprensa, que está preparando a defesa e que vai manter a posição do MEC.

As informações são da Folha.

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