Governo convoca 1.336 professores para a rede estadual de ensino

Foto: Assecom

Neste momento, vemos como o Governo está comprometido com a Educação do Rio Grande do Norte”. A frase é da governadora Fátima Bezerra e refere-se à convocação de novos 1.336 educadores para a rede pública estadual de ensino, em uma solenidade nesta quarta-feira (30), no auditório da Governadoria, em Natal. A lista com todos os profissionais convocados será publicada na edição ordinária desta quinta-feira (31), do Diário Oficial do Estado (DOE).

Do total de profissionais que serão nomeados amanhã, 593 serão efetivos e 743 temporários. Os professores temporários substituirão educadores afastados por motivo de doença, como, por exemplo, aqueles acometidos pela Covid-19, licença para estudo e nos casos em que o professor titular assume função de direção, deixando a vaga em sala de aula.

A governadora expressou sua vontade de convocar outros professores para compor o quadro de docentes do Estado. Mas, o desejo esbarra em impedimentos legais. “Não é falta de vontade, nem de prioridade, mas, infelizmente a legislação não nos permite”, pontuou.

O secretário de Educação e Cultura do RN, Getúlio Marques, disse que “ainda não conseguimos levar a nossa educação aonde queríamos. Mas, este será nosso desafio em 2021”. Getúlio também falou sobre a importância de valorização dos professores. “Sem professores não chegamos a lugar nenhum”.

“É um desafio imenso para nós avançarmos no campo da educação; ainda mais enfrentando uma crise sanitária, a maior deste século”, frisou a governadora, professora Fátima Bezerra. Porém, após um entendimento com o Ministério Público, a chefe do Executivo estadual anunciou que o calendário letivo de 2021 está previsto para iniciar em 1º de fevereiro de 2021.

A governadora ainda adiantou que, até o fim de janeiro do próximo ano, o governo pretende anunciar um grande investimento na área da Educação. Serão mais de R$ 260 milhões em áreas como a Educação de Jovens e Adultos (EJA), 12 novos centros de formação técnica, entre outros.

Em meio à desafios, Maple Bear Natal se consolida como uma das melhores opções de ensino do RN e amplia níveis de ensino

Com modelo canadense de aprendizado, escola mostrou diferencial ao oferecer plataforma de ensino remoto e foi pioneira no retorno às aulas presenciais. Fotos: Divulgação

Durante esse ano, a Maple Bear Natal se consolidou como uma das melhores opções de ensino do estado. Além da metodologia canadense com aprendizado bilíngue, considerada uma das melhores do mundo, a escola demonstrou agilidade e compromisso com a educação ao atender de forma diferenciada todos os alunos durante o período de suspensão e no posterior retorno das aulas em função da pandemia. Esse fortalecimento do modelo de aprendizagem vai gerar frutos para o futuro, com a ampliação das turmas do ensino fundamental.

Para enfrentar o período mais rígido de isolamento social, a escola utilizou a plataforma “Maple Bear Digital Learning Community”, uma ferramenta virtual de aprendizagem, baseada nas melhores práticas do ensino canadense, que disponibilizou conteúdos e atividades todos os dias para os estudantes, além de lives com os professores. Isso permitiu a continuidade do aprendizado, sem prejuízos.

A escola também foi uma das primeiras a desenvolver um protocolo rígido de segurança sanitária para a retomada das atividades presenciais, levando em conta experiências bem sucedidas no mundo todo. E isso fez a diferença. A Maple Bear Natal foi a primeira instituição de ensino da capital a retornar com o ensino presencial, logo após a autorização dos órgãos municipais. O pioneirismo rendeu repercussão positiva na imprensa nacional.

Educação para o protagonismo

Outro grande diferencial da Maple Bear Natal, que ficou ainda mais evidente este ano, é o modelo de educação canadense, em que os alunos são estimulados a exercerem a criatividade, a curiosidade e estão abertos à experimentação. Uma metodologia que prepara os estudantes para serem protagonistas de suas próprias trajetórias, buscar soluções e se tornarem cidadãos do mundo, ao oferecer o ensino e o desenvolvimento do raciocínio em duas línguas, desde os anos iniciais.

“O fato de a Maple Bear Natal fazer parte de uma rede internacional de ensino é um dos nossos grandes diferenciais e o que nos coloca sempre à frente, seja em questões pedagógicas ou em grandes desafios, como os que enfrentamos em 2020. É a prova do sucesso do modelo canadense de ensino”, concluiu a diretora da unidade da educação infantil, Julyana Freitas.

A escola está se fortalecendo a cada ano e ampliando os seus níveis de ensino. Em 2021, a Maple Bear Natal abrirá novas turmas do ensino fundamental com a chegada do Year 8 (8º ano). A perspectiva é que até 2022 a instituição conclua as turmas do ensino fundamental II, chegando ao 9o ano, e a partir de 2023 passe a ofertar turmas de ensino médio.

“Todos os diferenciais da Maple Bear Natal estão levando a escola a ampliar sua área de atuação. Nosso objetivo é ofertar um ensino de qualidade para todos os níveis, desde o infantil até o ensino médio”, afirmou Carolina Bezerra, diretora da unidade de ensino fundamental da Maple Bear Natal.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Calígula disse:

    Em 2023 vou colocar meu filho para fazer o ensino médio.

    • Dr. Del Gado disse:

      Aproveita e se matricula você também no primeiro grau. O Mobral acabou mas nunca é tarde pra se alfabetizar. Leva a véia Calígula também.

Ensino remoto pode continuar até o fim de 2021, diz Conselho Nacional de Educação, que não recomenda a reprovação neste ano

Foto: Divulgação/Secretaria da Educação do Distrito Federal

O Conselho Nacional de Educação (CNE) deve aprovar nesta terça-feira(06) uma resolução que permite o ensino remoto nas escolas públicas e particulares do País até 31 de dezembro de 2021. Dessa forma, as redes de ensino podem organizar seus calendários, com reposições de aulas perdidas e avaliações, não apenas até o fim deste ano. O documento, ao qual o Estadão teve acesso, também recomenda que as escolas não deem faltas aos alunos nesse período todo de pandemia.

Como em outras resoluções durante a pandemia, mais uma vez um documento do CNE também não recomenda a reprovação em 2020. É sugerido que se adotem “anos escolares contínuos”, ou seja, junte-se a série em que o estudante está em 2020 com a próxima, em 2021. “O reordenamento curricular do que restar do ano letivo de 2020 e o do ano letivo seguinte pode ser reprogramado, aumentando-se os dias letivos e a carga horária do ano letivo de 2021 para cumprir, de modo contínuo, os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento previstos no ano letivo anterior”, diz o documento.

“As consequências deste ano vão levar um tempo para serem resolvidas nas escolas”, diz a relatora da resolução e conselheira do CNE, Maria Helena Guimarães de Castro, que já foi secretária executiva do Ministério da Educação (MEC) nos governos Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer. “Mesmo que se imagine que haja vacina ano que vem, as escolas precisam se readaptar, é o que todos os países do mundo estão fazendo. É uma flexibilização que dá tranquilidade no replanejamento para 2021.”

Algumas redes públicas já anunciaram que juntarão os dois anos letivos, como forma de não penalizar estudantes que não puderam acompanhar o ensino online. Uma delas é a rede estadual de São Paulo, que ontem abriu matrículas para um novo 4º ano do ensino médio para os alunos que quiserem continuar estudando em 2021.

Mas, segundo o secretário da Educação, Rossieli Soares, a reprovação não será proibida na rede. “Sabemos de estudantes que não estão entregando atividades. Vamos dar todas as oportunidades para eles, podem entregar mais para frente, mas o mínimo é necessário fazer”, disse ao Estadão. Em casos de falta de acesso online, ele explica, os alunos têm os materiais impressos e podem devolver as lições dessa forma.

A flexibilização do calendário do CNE, no entanto, não significa, segundo Maria Helena, uma indicação de que as aulas não precisam voltar. Para ela, onde já houver decisão favorável da área de Saúde, elas devem retornar com atividades presenciais. “A volta é muito importante, até para as pessoas aprenderem a lidar com o medo, ter acolhimento, para que os professores possam falar como estão se sentindo”.

O secretário Rossieli também disse ontem que retornar, cumprindo os protocolos, é “fundamental”, citando casos de depressão de adolescentes isolados. “Se for possível, envie seus filhos à escola, com segurança, seja escola pública ou particular.” Amanhã, apenas 100 das mais de mil escolas estaduais da capital vão abrir, apesar de autorização para atividades presenciais.

A Lei 14.040/2020 previu que o CNE deveria dar as diretrizes para os estabelecimentos de ensino durante o “estado de calamidade pública” causado pela pandemia da covid. Ao ser aprovada, será a mais importante resolução nacional sobre o assunto, já que o MEC não se posicionou oficialmente. Em entrevista ao Estadão, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que a volta às aulas não era tema do governo federal.

O texto fala ainda que deve ser decisão dos pais ou responsáveis enviar ou não os alunos para aulas presenciais e que as avaliações são facultativas às escolas neste momento. Mas os que decidirem manter os filhos em atividades remotas devem se comprometer em cumprir “atividades e avaliações”.

Sobre recomendar que não se dê faltas aos alunos nas escolas, Maria Helena diz que é impossível checar a frequência durante o período de aulas remotas, já que os estudantes muitas vezes recebem vídeos para estudar no horário que escolherem. Para as escolas de educação infantil (0 a 5 anos) o documento libera também de cumprir a carga horária letiva de 800 horas, como devem fazer este ano o ensino fundamental e médio. Mesmo assim, essas horas podem ser preenchidas com atividades online.

O texto fala ainda que todos os recursos de tecnologia podem ser empregados no ensino e cita inclusive as redes sociais, como WhatsApp, Facebook, Instagram, “para estimular e orientar os estudos, pesquisas e projetos”.

Alunos ansiosos

Às vésperas da reabertura das escolas para atividades extracurriculares, que ocorrerá na quarta-feira, pais e alunos estão ansiosos para a retomada e preparados para as novas regras impostas por causa da pandemia. Mesmo sabendo que será necessário manter o distanciamento, estudantes estão contentes por poder matar a saudade dos colegas.

Pedro Maio Gamarra, de 8 anos, já sabe o que vai levar no primeiro dia de aula: “O meu lanche, álcool em gel, máscara e uma luva”. Também avisa que vai reencontrar amigos. “A professora já contou quem vai.”

A mãe do garoto, a empresária Taciane de Almeida Maio Gamarra, de 38 anos, diz que a família vinha se preparando para a volta às aulas e o retorno vai trazer benefícios para Pedro e para sua irmã Giulia, de 4 anos.

“Meu mais velho está estressado, sem paciência. Ele está ansioso para pegar o uniforme e está adorando esse retorno das atividades presenciais. Vai ser bom também para eles se adaptarem para como vai ser daqui para frente”, diz a empresária.

Quem vai voltar à escola na próxima semana também já conta os dias para retomar o contato com os colegas e professores, mesmo com as regras de distanciamento, uso de máscara e do álcool em gel. O piloto de avião Gustavo Miranda Leal, de 41 anos, já separou álcool em gel e máscaras adicionais para colocar nas mochilas dos filhos Samuel, de 8 anos, Sarah e Luísa, de 5 anos, e também intensificou as orientações.

“Eles estão bem ansiosos, sentem falta do convívio social. Até cobraram a gente, há uns 30 dias, sobre a volta às aulas. O que observei é que o diálogo funcionou e a escola vai tomar as medidas de proteção.”

Os irmãos Sophia e Theo Larcher, de 17 e 12 anos, respectivamente, também vão participar de atividades extracurriculares a partir da semana que vem e não escondem a ansiedade. “Estou com as expectativas altas, porque não aguento mais ficar em casa. Acho legal voltar por três horas para a gente se ver um pouco.” Os sentimentos de Theo se misturam ao falar da retomada das atividades escolares. “Na parte emocional, é difícil descrever. É uma mistura de saudade com ansiedade. Ao mesmo tempo em que estou ansioso para ver meus amigos, estou com medo da dita cuja (a covid-19).”

Mãe dos estudantes, a professora Melissa Larcher, de 46 anos, relata que a volta está sendo mais difícil do que quando os filhos migraram para o ensino remoto por causa da pandemia. “São muitas dúvidas. Mas o que a gente espera, de verdade, é que eles tenham interação social. Apesar de ter a insegurança sobre o componente de saúde – o meu filho é asmático -, eu autorizei ele a voltar.” Melissa aposta na informação e na transparência. “Eles estão contentes, querem o prédio da escola, mas nós os estamos preparando para não ser a mesma escola.”

Professora do Instituto Singularidades e psicopedagoga, Marta Gonçalves destaca a importância do diálogo e do acolhimento no processo. “Não importa a idade, tem de conversar. Corremos o risco de a criança ir para a escola e não querer retornar. Tem de acolher essa decepção.”

Ela diz que é comum sentir ansiedade na retomada, mas que os pais devem observar e procurar ajudar, caso o sintoma se prolongue.

UOL, com Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro Galiaço disse:

    O sindicato dos professores e a classe de educadores nunca tiveram tamanha chance de ficar SEM TRABALHAR de forma efetiva. O ENSINO BÁSICO e o FUNDAMENTAL que já tem um ENSINO DEFICITÁRIO RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE agora vai afundar de vez.
    QUEM domina o ensino no Brasil a mais de 20 anos?
    QUEM coloca os dirigentes na educação a mais de 20 anos?
    Esses estão conseguindo o pleito antigo, receber sem trabalhar, ou melhor, fazendo de conta que trabalham. Estão realizando um sonho antigo usando o covid.
    Na CONTARMÃO DA EDUCAÇÃO MUNDIAL.
    Só o ensino brasileiro está certo, todos os demais pelo mundo não.

Prefeitura de São Gonçalo autoriza retorno de aulas presenciais na rede privada de ensino

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante/RN, em decreto publicado na quarta-feira (30), autorizou o retorno gradual das aulas presenciais na rede privada de ensino no município, a partir desta segunda-feira (5). As instituições deverão seguir o protocolo elaborado pela Secretaria Municipal de Educação (SME) e aprovado pelo Comitê Municipal de Saúde.

O protocolo, que está disponível no site oficial do município (www.saogoncalo.rn.gov.br), exige medidas como uso obrigatório de máscara, distanciamento social, higienização, aferição de temperatura, disponibilidade de álcool 70% nas dependências da escola, bem como a proibição de aglomeração em áreas comuns da unidade escolar.

“Nosso decreto veio após autorização do Governo do Estado, e levou em conta os fatores da atual situação da pandemia no município, como diminuição no índice de transmissibilidade da doença e a disponibilidade de leitos na rede de saúde”, destaca o secretário da SME, Othon Militão.

Já as aulas presenciais na rede pública, o retorno só deve acontecer em 2021, conforme decreto do Governo do Estado, com exceção das turmas do 9º ano do ensino fundamental e da última etapa da Educação de Jovens e Adultos (EJA) que poderão, dentro dos protocolos de segurança exigidos, promover o ensino híbrido.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Neto disse:

    O corona é um vírus extremamente inteligente. Ele só contamina alunos da rede pública; em geral, os mais carentes. Já os alunos da rede privada ele não contamina de jeito nenhum. É muito seletivo. Iguais aos políticos. Os estudantes pobres que se ferrem e percam o ano. Afinal, para que educação? Quantos menos conhecimento, mais massa de manobra futura, embora a maioria dos alunos, hoje em dia, recebam doutrinação esquerdista.

‘Ensino remoto não é ensino à distância’, diz especialista em educação

Andrea Ramal, especialista em educação, fala sobre escolas na pandemia Foto: Divulgação/Ricardo wolf / Divulgação/Ricardo Wolf

Doutora em Educação pela PUC-Rio, Andrea Ramal tem acompanhado o esforço de escolas, pais e alunos para se adaptarem ao universo on-line na pandemia. E adverte: no primeiro momento, cuidar do emocional dos estudantes será um desafio maior do que verificar o quanto vêm aprendendo ou adotar o ensino híbrido, aliando (para valer) os modelos presencial e à distância.

Como avaliou a adaptação das escolas à pandemia?

O que aconteceu até o momento foi na base do improviso. O professor foi dormir como profissional presencial e acordou on-line. O que tem acontecido neste trimestre não é educação à distância, é ensino remoto. Educação à distância tem metodologias, estratégias e materiais específicos, frutos de estudos e experiências de vários anos. Os professores, na maioria das vezes, começaram a fazer videoaulas, e houve casos de escolas que se limitaram a passar tarefas que não são da educação à distância formal. Acredito que foi apenas uma maneira que se encontrou de manter as mentes dos alunos ativas e o vínculo com a escola. Mas de maneira nenhuma podemos considerar as matérias deste período como dadas. Na volta, terão que ser feitas avaliações com os alunos, não para valer nota, mas como diagnóstico. E então se trabalhar de forma personalizada. Certamente houve alunos que conseguiram aproveitar, e outros não.

Na prática, o que diferencia o ensino remoto do à distância?

Na educação à distância, uma coisa muito importante é estabelecer comunidade virtual, criar sentimento de pertencimento, promover troca de experiências. Cuida-se mais do emocional dos alunos, para que não se sintam sozinhos. Existem ferramentas e ambientes virtuais para isso. Mas principalmente os professores precisam saber fazer. O que aconteceu foi muito isolado, com pouca criação de grupo e interação. Outra diferença são os materiais. Existe um profissional que se chama desenhista instrucional, que constrói material pensando no aluno à distância. Ele usa uma série de técnicas didáticas para isso. Na quarentena, o material foi basicamente o mesmo que seria dado em uma aula presencial. Para aprender à distância, é preciso ter muita disciplina, autonomia, motivação. Em faculdades, foram feitos estudos com professores com bons resultados. Um deles começava a aula comentando o noticiário. Os alunos participavam, e o engajamento aumentou. Quem não entrava passou a entrar. Não houve evasão; houve mais estudo, desempenho melhor. Um aprendizado que não foi de solidão.

O que faltou aos colégios então foi tempo para treinar os professores, uma vez que as plataformas já existem?

Existem plataformas gratuitas, como a Moodle, a mais usada no mundo. Deste período, se a gente pode tirar algo positivo, é esse choque de realidade para as escolas, de que não se pode pensar mais o ensino de forma só presencial, tem que capacitar os professores, porque o futuro do ensino é híbrido. Mesmo sem pandemia, já deveríamos estar trabalhando desta forma. Os alunos amam tecnologia. Há o desafio de a maioria dos professores ter nascido quando a tecnologia não era ainda a base de tudo. Temos professores da geração X dando aulas para alunos da Y e da Z e até para essa que ainda não tem nome e nasceu já num mundo completamente tecnológico. É muito importante aproveitarmos esse sinal de alerta.

Qual é o papel da família neste momento?

É fundamental. Determina o que funcionou ou não até agora. Quem acompanhou os estudos dos filhos contribuiu para melhores resultados. E há quem aproveite outras situações da casa para estimular a criança, como fazê-la calcular os ingredientes de uma receita de bolo. Mas a família não pode saber tudo sozinha. As escolas deveriam tê-las capacitado com videoaulas também. Algumas o fizeram, mas a maioria deixou as famílias à deriva. As escolas largaram tanto que (o aproveitamento) ficou dependendo da formação dos pais. O lado positivo é que as famílias vão ficar mais conscientes do seu papel. Algumas fizeram isso (esse acompanhamento) pela primeira vez. As pesquisas mostram que o envolvimento dos pais melhora a nota e diminui a reprovação.

Qual o maior impacto do isolamento para o aluno?

O que pesa mais é o lado psicológico. Sabemos, por estudos da neurociência, que você só aprende com motivação e, a longo prazo, quando mexe com a emoção. E acho que não estamos conseguindo ter isso nesta pandemia: envolvimento, cuidado com a solidão, com a tensão de quem vai fazer Enem. Quando os alunos voltarem para a escola, o aprendizado não estará tão prejudicado, porque crianças e jovens têm a mente muito disposta a aprender. Mas há o risco de o jovem não querer voltar a estudar. No Brasil, em especial nas escolas públicas, há muita evasão no ensino médio. Ter cuidado com isso é fundamental.

É o caso de repensarmos reprovações este ano?

Com certeza. Os ciclos escolares não precisam coincidir com nosso ano civil. Você não precisa aprender tudo até dezembro. Não importa se eu estou no 5º ou no 6º ano. O que importa é desenvolver certas competências para a vida, a universidade, o ensino técnico ou o que for. Neste momento, deveríamos esquecer este número arbitrário e tratar das competências a médio prazo. Seria uma aprovação automática, mas bem feita, com uma ficha de acompanhamento para cada aluno, sabendo o que ele ainda precisa desenvolver.

Qual a sua opinião em relação ao Enem deste ano?

A desigualdade é muito grande. Há alunos que não têm internet boa ou computador, ou só têm um computador para a família toda, ou não têm ambiente em casa para estudar. A gente pode dizer que o Enem nunca foi em igualdade de condições, mas realizá-lo como se nada tivesse acontecido seria acirrar ainda mais as injustiças.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Armando disse:

    Até uma criança de 5 anos sabe disso…

Fisco no RN alerta escolas sobre venda de material didático

O Fisco Estadual está monitorando escolas, cursos e outros estabelecimentos educacionais que cobram pelo material escolar e outros itens, prática que se configura como um tipo de comércio, mas não fornecem nota fiscal

Uma prática muito comum entre os estabelecimentos de ensino, sobretudo os do Ensino Fundamental, a cobrança de uma taxa referente ao material didático em substituição à lista, agora está na mira do Fisco Estadual. O que pode parecer uma comodidade para os pais esconde também uma prática irregular. A Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN) alerta escolas e demais instituições educacionais que a venda de qualquer tipo de mercadoria por parte do estabelecimento requer a emissão de nota fiscal, o que na maioria dos casos isso não ocorre.

De acordo com o coordenador de Fiscalização da SET-RN, Álvaro Bezerra, como educação é um tipo de prestação de serviço, os colégios, cursos e demais entidades educacionais não são contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). Porém, toda vez que o estabelecimento cobra pelo fornecimento de alimentos, livros, material escolar ou fardamento é preciso emitir documentação fiscal dessa comercialização, e por consequência recolher o tributo, no caso, ICMS.

“Estamos monitorando esse tipo de prática irregular entre os estabelecimentos de ensino. A não emissão de notas fiscais desses materiais adquiridos e repassados se configura uma sonegação”, explica o coordenador. Segundo ele, o comércio de qualquer item requer o cumprimento das obrigações tributárias exigidas e disciplinadas no Regulamento do ICMS do Estado do RN (Decreto nº 13.640/97), especialmente quanto à emissão da Nota Fiscal, ainda que se trate de mercadorias contempladas com benefício fiscal ou imunidade tributária.

O alerta foi feito pela SET-RN através de um comunicado direcionado aos estabelecimentos do setor e explica como o empresário pode proceder de forma correta. O primeiro passo é abrir a Inscrição Estadual, que permitirá a emissão da nota fiscal. No entanto, o CNPJ da empresa deverá obrigatoriamente ter como atividade fim as operações de comércio praticadas.

Rede canadense de ensino vai se instalar em Parnamirim

Parnamirim vai ganhar uma franquia da rede de ensino Canadense Maple Bear, referência mundial em educação infantil e Ensino Fundamental. A nova unidade de ensino irá funcionar a partir de 2020, no bairro de Nova Parnamirim, no cruzamento da Avenida Maria Lacerda com Aníbal Brandão.

Na tarde dessa segunda-feira (22), o prefeito Rosano Taveira recebeu em seu gabinete, a empresária Francisca Henrique, proprietária da rede PH3, responsável pelo novo empreendimento, que destacou o município como território fértil, para o implantação de novas empresas, atraídas pelas oportunidades de crescimento e pelos incentivos da gestão municipal.

A exemplo de outros empreendimentos como Atacadão, Teleperformance, Vale do Pará e Faculdade Católica do RN, a chegada da franquia de ensino ao município se dá em função da concessão de incentivos fiscais a empresas que estão se estabelecendo ou que venham a se estabelecer no município.

De acordo com Taveira, esses facilitadores econômicos tornam o município espaço economicamente competitivo. “Desta forma, contribuímos para o desenvolvimento industrial, econômico e social de Parnamirim, ampliando e diversificando a geração de emprego e renda”, disse o chefe do Poder Executivo municipal.

Para Paulo Henrique, administrador do empreendimento e que também participou da reunião, a chegada da nova unidade de ensino, demonstra um amadurecimento do município em permitir à classe empresarial, ampliar seus negócios. “Ao longo dos 27 anos de atividades educacionais no município, através da rede PH3, o momento é propício a novos investimentos”, destacou.

A rede

Fundada em 2004 a Maple Bear é uma rede de escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental de origem canadense atualmente com 235 escolas em 12 países, das quais 109 estão localizadas no Brasil.

Desde 1970, a educação canadense é oficialmente bilíngue (inglês e francês). Além de referência mundial em educação bilíngue, o Canadá destaca-se consistentemente no PISA, programa internacional que produz indicadores sobre a efetividade do ensino nas áreas de matemática, leitura e ciências.

Com um método de ensino totalmente baseado na educação canadense, as escolas Maple Bear são reconhecidas pela alta qualidade de sua metodologia de ensino bilíngue oferecendo programas completos e inovadores, elaborados por experientes educadores canadenses e brasileiros a partir das práticas que fazem do ensino canadense um dos melhores do mundo.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lúcia torres disse:

    Parabéns para nosso prefeito Taveira; nosso município avante

  2. Luciana Morais Gama disse:

    Parnamirim tem que correr atrás dos empregos e impostos que perdeu com a saída do aeroporto Augusto Severo. Foi um silêncio total a época.

Projeto da deputada estadual Isolda Dantas (PT) quer incluir ensino sobre Lei Maria da Penha nas escolas públicas do RN

Foto: Eduardo Maia

O conteúdo da Lei Maria da Penha poderá entrar na grade de ensino das escolas públicas do Rio Grande do Norte. A deputada estadual Isolda Dantas (PT) apresentou projeto de lei com o objetivo de obrigar a inclusão de aulas sobre noções básicas acerca da lei de proteção às mulheres na rotina das escolas. A proposta vai tramitar nas comissões temáticas do Poder Legislativo.

No entendimento da deputada, há a necessidade de criação de formas eficazes de combate à violência contra a mulher. Posteriormente à criação da Lei Maria da Penha, segundo Isolda Dantas, foram criados mecanismos eficazes de proteção às mulheres, o que têm facilitado a tramitação das ocorrências de violência doméstica.

“Segundo pesquisa da Fundação Perseu Abramo, 43% das mulheres brasileiras declararam ter sofrido alguma forma de violência e, a cada 15 segundos, um ato de violência contra elas é praticado. Assim, premente a necessidade de que os temas afetos à violência contra a mulher sejam tratados junto à comunidade escolar”, justificou a deputada no projeto.

Pela proposta, torna-se obrigatório o ensino extracurricular de noções básicas sobre a Lei Maria da Penha em todas as escolas públicas do Rio Grande do Norte, com a execução da norma ficando a cargo da Secretaria de Educação e Cultura (SEEC), juntamente com os demais organismos da Administração Direta do Estado voltados às políticas para as mulheres.

“Ainda há muito que se construir, ampliar e, especialmente, divulgar o teor da Lei e sua eficácia. Ciente da necessidade de diminuição da violência contra as mulheres, submeto o presente projeto de lei a esta Casa Legislativa”, explicou a deputada.

A proposta irá tramitar nas comissões técnicas da Casa e, após os pareceres, será encaminhada a plenário para votação. Caso seja aprovada, o Governo deverá se pronunciar, sancionando ou vetando o projeto.

ALRN

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Essa lei não passa de um engodo, não protege ninguém!!! O que protege são ações efetivas de defesa quando de uma agressão por um covarde mais forte…O elemento surpresa deve ser usado, esse tipo de agressor tem a convicção que não sofrerá revide…

  2. Jorgensen disse:

    Violência não se combate com mais violência
    Educação, crianças….

  3. Ceará-Mundão disse:

    Muito mais eficazes seriam cursos de defesa pessoal e de tiro. Além da facilitação do porte de armas, é claro. Essa esquerda não sabe resolver nada.

  4. Manoel disse:

    Quer empoderar a mulher, crie turmas de arte marcial ou defesa pessoal para as alunas…

  5. Carlton disse:

    Antes que os sabidões comecem, a Lei Maria da Penha protege homem e mulher da mesma forma, sendo alusiva à violência doméstica.

Alunos com restrições alimentares terão direito a merenda escolar especial em Parnamirim

A Câmara Municipal de Parnamirim aprovou, na última quarta(13), um projeto de lei que obriga a prefeitura do município a oferecer alimentação escolar diferenciada para alunos diabéticos, hipertensos, obesos, além de outras doenças devidamente comprovadas. Para receber tal benefício, é necessário estar matriculado na rede municipal de ensino. O PL é de autoria do vereador Rosano Taveira (PRB) e já foi encaminhado para sanção do executivo municipal.

Segundo o projeto de lei, para receber a alimentação diferenciada é necessária a comprovação por meio de atestado médico. Além disso, ficou estabelecido que o cardápio deve ser elaborado pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com Secretaria Municipal de Saúde. Caberá ao Conselho de Alimentação Escolar a responsabilidade de fiscalizar a aplicação e a qualidade dos alimentos utilizados.

Para o vereador Rosano Taveira (PRB), a merenda escolar é uma das principais refeições do dia para muitas crianças e jovens de Parnamirim, “é dever do município disponibilizar uma alimentação diferenciada, de acordo com as condições e zelo da saúde dos estudantes.”, frisou. De acordo com Taveira, pesquisas recentes mostram que os gastos com internação de pacientes portadores de enfermidades como hipertensão e diabetes são elevados, “uma alimentação adequada evita que a doença de agrave e reduz os gastos com o tratamento”, ressaltou.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ricardo disse:

    Vereador Parnamirinense recordista na apresentação de indicações e projetos de lei. Parabéns, Taveira! Rumo a uma cidade cada vez mais justa, onde seu povo tenha voz e vez.

UnP lidera número de vagas do FIES no RN

unp fachadaEstudantes com interesse em fazer um curso superior em uma instituição de ensino privada, por meio do Fundo de Financiamento Estudantil – Fies, têm entre os dias 26 e 29 de janeiro para realizar a inscrição no processo seletivo do MEC. No Rio Grande do Norte, a Universidade Potiguar dispõe do maior número de vagas do programa de crédito do Governo Federal, totalizando mais de 1.800, divididas entre os Campi Natal e Mossoró.

É importante estar atento ao prazo. As inscrições devem ser realizadas no site http://fiesselecao.mec.gov.br/. Para participar do processo seletivo do Fies é necessário que o estudante tenha participado do Enem, obtido média a partir de 450 pontos, e não ter zerado a nota da redação. Além disso, o candidato deve possuir uma renda familiar bruta per capita de até dois salários mínimos e meio. O resultado dos candidatos pré-selecionados e a lista de espera serão divulgados pelo MEC, no dia 1º de fevereiro, no mesmo endereço eletrônico das inscrições.

A UnP é a maior Instituição de Ensino Superior privada do Norte-Nordeste de acordo com o MEC, possui mais de 35 anos de tradição e inovação, e integra a Laureate International Universities, rede global líder em Ensino Superior.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cabeto disse:

    Falam do governo, mas não largam mão do dinheiro fácil

UFRN fica em 4º, UFERSA em 15º, UNP em 28º e a UERN fica entre as ultimas do Nordeste

Saiu no portal de notícias Mossoró Hoje: O Ranking Universitário realizado e divulgado pelo jornal Folha de São Paulo aponta a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) como uma das piores instituições de ensino superior, na categoria qualidade de ensino, entre todas as universidades públicas e privadas do Nordeste.

O levantamento leva em consideração a proporção entre professores com doutorado e mestrado, de professores com dedicação em tempo integral e parcial, a nota do ENADE e a opinião, coletada pelo Datafolha, de 726 professores escolhidos pelo MEC para analisar a qualidade de cursos superiores.

Das 41 universidades avaliadas, a UERN ficou na 34ª colocação. A melhor no quesito qualidade de ensino foi a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) ficou em 4º lugar, e a UFERSA em 15º.

A Universidade Potiguar (UNP), única instituição privada do RN avaliada no levantamento, foi classificada como a 28ª melhor.

Além do ensino, o Ranking Universitário da Folha 2015 também avalia a área de pesquisa científica, mercado, inovação e internacionalização.

No ranking geral, a melhor instituição de ensino superior do país é a Universidade de São Paulo (USP), e a pior é Universidade Virtual do Estado do Maranhão (UNIVIMA).

Confira o ranking das universidades do Nordeste com as respectivas notas (de 0 a 32):

  1. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – 28,53
  2. Universidade Federal do Ceará (UFC) – 26,91
  3. Universidade Federal da Bahia (UFBA) – 25,58
  4. Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – 25,46
  5. Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – 23,41
  6. Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) – 22,91
  7. Universidade Federal do Pará (UFPA) – 22,46
  8. Universidade Federal do Piauí (UFPI) – 20,12
  9. Universidade Federal de Sergipe (UFS) – 18,47
  10. Universidade de Fortaleza (UNIFOR) – 18,23
  11. Universidade Federal de Alagoas (UFAL) – 17,13
  12. Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) – 15,51
  13. Universidade Estadual do Piauí (UESPI) – 15,08
  14. Universidade do Estado da Bahia (UNEB) – 15,06
  15. Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) – 14,19
  16. Universidade da Amazônia (UNAMA) – 13,57
  17. Universidade Federal do Maranhão (UFMA) – 13,55
  18. Universidade Estadual do Ceará (UECE) – 11,72
  19. Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) – 10,31
  20. Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) – 8,93
  21. Universidade do Estado do Pará (UEPA) – 8,68
  22. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) – 8,42
  23. Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) – 8,35
  24. Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) – 8,32
  25. Universidade Tiradentes (UNIT) – 8,20
  26. Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF) – 8,10
  27. Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) – 7,92
  28. Universidade Potiguar (UNP) – 7,87
  29. Universidade Salvador (UNIFACS) – 7,65
  30. Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) – 7,64
  31. Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) – 7,60
  32. Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) – 7,27
  33. Universidade Regional do Cariri (URCA) – 7,16
  34. Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) – 6,30
  35. Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL) – 5,68
  36. Universidade de Pernambuco (UPE) – 5,34
  37. Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA) – 4,43
  38. Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) – 2,79
  39. Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) – 2,29
  40. Universidade Católica do Salvador (UCSAL) – 2,23
  41. Universidade Virtual do Estado do Maranhão (UNIVIMA) – 0,51
OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Helder disse:

    Muito fácil de resolver a situação dos professores da UERN, os salários são ruins? o trabalho é muito e pouco valorizado? É SÓ PEDIR DEMISSÃO E IR TRABALHAR NO PRIVADO.

  2. Helder disse:

    Fui aluno da UERN e lá tem professores bons e comprometidos, mas é uma minoria, sei o quanto se empurra com a barriga a questão do ensino naquela Universidade. Tenho vários amigos que deixaram de assumir concursos porque terminaram seus cursos com grandes atrasos. Os “pobres” Professores que tem salários de até R$ 30.000,00 criam motivos para fazer greve, todo ano é assim e isso não é novidade, são arrogantes e prepotentes, não aceitam acordos e se acham no direito absoluto da razão, prejudicam os alunos e usam isso para se fazerem de coitados. É a Universidade mais cara do Nordeste e uma das piores e ainda se acham no Direito de fazer greve por melhorias salariais que são muito bons, deveriam era procurar a melhoria acadêmica. #FEDERALIZARAUERN

  3. Geferson disse:

    Não entendo tamanho ódio para com esta instituição. Não vejo uma campanha para a melhoria da Universidade, a única solução dada pela impresa local é o fechamento. Esta universidade é um patrimônio de educação por nós conquistado, tem valor social e tecnológico imensurável para nosso estado. É preciso saber extrair o melhor da instituição reformulando a sua forma de se administrar. Educação não é gasto e sim investimento futuro, como todo investimento é necessário saber onde colocar o dinheiro e fiscalizar seu uso.

    • Joao disse:

      Os servidores da UERN e seus dependentes devem defender seus ganhos, isso é natural. Mas quem paga impostos, tem bom senso e quer retorno do que pagou. Sabemos que nao é obrigacao do Estado do RN oferecer ensino superior, isso é competencia da UNIÃO. Falta fiscalizacao das tais pesquisas realizadas pela Uern; a competencia do RN nao esta sendo cumprida com o ensino secundario; se tivesse sobrando dinheiro e tudo funcionasse nas maravilhas, incluindo seguranca e saude, poderia o Estado oferecer uns troquinhos a UERN. Isso nao é odio, isso é crítica positiva! Afinal vivemos no Brasil petista incompetente e estamos passando por necessidade de austeridade, e procuramos o tal retorno do "investimento"que nao acontece com a UERN. Ninguem quer comprar algo que nao precisa com os bolsos vazios.

    • Geferson disse:

      João, não sou sou servidor, aluno, muito menos dependente da UERN, conheço poucas pessoas que são ligadas a ela, mas sei da importância da educação, do poder que ela tem. Você pode colocar todo dinheiro que for arrecadado pelo país para segurança pública, não vai adiantar de nada pois a repressão é uma medida paliativa, boa aos olhos da população mas que não resolve o problema, se assim fosse a Colombia ou o México seriam o céu na terra, mas a violência e a guerra civil dominam essas nações. A educação é o pilar para a formação de uma sociedade, a nossa deficiente precisa de injeções extras desse remédio vital.
      Nessa "grande crise" você pararia de estudar ou tiraria seu filho do colégio? se tem esse pensamento você faz parte de uma camada da população vítima do próprio golpe.
      Não desejo "educação por educação" onde políticos ou empresários tiram proveito da fragilidade do sistema, mas defendo um pesado investimento nesse setor com uma constante fiscalização.
      Uma última questão, com o fim da UERN, o dinheiro investido nela seria perdido pelo nosso estado, sim recebemos o dinheiro da união para tal fim, pois este é um fundo para educação e se for destinado para outro fim os responsáveis serão denunciados por improbidade administrativa.

  4. Mané disse:

    Se olharmos a despesa crescente da UERN, principalmente no governo Rosalba, vai aparecer parte do rombo nas contas do Estado e na previdencia. Privatizar ja.

  5. Joao disse:

    Melhor fechar ou privatizar. Nao é obrigacao dos Estados oferecer ensino superior, e ainda ruim. A obrigacao do Estado é com o ensino secundario de qualidade, o que nao acontece por desvio de recursos para manter a UERN e seus marajas. O fechamento dessa coisa daria para salvar a previdencia do Estado e garantir investimento em areas importantes. Sai mais barato oferecer bolsa de estudo para quem nao pode pagar.

  6. Ceará Mundão disse:

    Realmente, o estado do RN passando por sérias dificuldades financeiras (aliás, o paós, como um todo) e a UERN em greve infindável por aumento salarial. Nem dá mais para saber como está o cronograma de atividades daquela instituição, dada a quantidade de dias sem aulas. E é muito ficar sem trabalhar por tanto tempo mas recebendo o salário normalmente. Queria ver essa bagunça se os dias não trabalhados fossem devidamente descontados. Ou alguém acha correto receber salário pago pelos contribuintes sem nenhum retorno à sociedade?

  7. Ronaldo disse:

    E essa Universidade ainda se da ao direito de fazer GREVE, tenham vergonha, cade a qualidade, fecha, para não nos envergonhar mais.

  8. Oliveira Neto disse:

    Concordo em número, gênero e grau, como um movimento que defende a extinção da UERN.
    Um estado medíocre como o nosso, gastando 200 milhões de reais com uma coisa que é obrigação federal.

  9. Pedro disse:

    Seria bem imparcial se você tivesse citado também a UNP no pacote, pena que seu foco seja sempre detonar a UERN, se você tivesse a hombridade e humildade de pesquisar os benefícios que a UERN trás prá este estado deixaria de atacar a instituição.

  10. Observador disse:

    Dinheiro jogado fora !

Começam nesta segunda as matrículas para a rede estadual de ensino

O Governo do Estado iniciou nesta segunda-feira (18), o período de solicitação de matrículas para as escolas estaduais em 2014. O estudante que deseja ingressar na rede estadual tem até o dia 22 de dezembro para acessar o site www.sigeduc.rn.gov.br e solicitar sua vaga. Os alunos que já estão na rede e desejam mudar para outra escola estadual também devem solicitar a sua transferência pelo sistema. Já os estudantes que irão permanecer nas escolas estaduais em que estudam atualmente precisam solicitar a renovação de matrícula nas secretarias das unidades.

Entre as principais mudanças deste ano está a necessidade do aluno apresentar o número do CPF na hora de solicitar a matrícula. Para facilitar o acesso dos estudantes ao documento, a Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania, em parceria com a Educação, formou equipes distribuídas em todas as regiões do Rio Grande do Norte, para cadastrar o CPF dos alunos diretamente nas escolas. No interior e na capital, o cronograma de cadastramento do CPF continua, mesmo com o início das solicitações de matrícula.

Em Natal, o Centro Estadual de Educação Profissional Senador Jessé Pinto Freire – CENEP, em frente à Praça Cívica (Petrópolis), será o polo de cadastramento do CPF nos dias 19 e 20 de novembro. Já a Zona Norte começará a ser atendida na semana seguinte. Nos dias 25 e 26, o cadastramento será na escola Miriam Coeli, em Nova Natal. Em seguida, a escola Peregrino Júnior, no Santa Catarina, será o polo nos dias 27 e 28. O cronograma será encerrado na escola 15 de outubro, no Santarém, onde o cadastramento será feito nos dias 29/11 e 02/12.

Matrículas só podem ser feitas pela internet

Testado na matrícula 2013 em Natal, o Sistema Integrado de Gestão da Educação – SIGEduc, está sendo utilizado pela primeira vez para as matrículas nas escolas do interior do Estado. Quando o ano letivo for iniciado, ele vai possibilitar aos alunos, professores, gestores e familiares o acesso aos recursos e informações relacionadas às rotinas escolares. O aluno fará não apenas sua matrícula online, mas acompanhará suas notas e frequências, os conteúdos curriculares, poderá interagir com os professores e outros alunos da turma, receberá comunicados e terá acesso aos dados e mapas de localização da sua escola.

Entre os principais benefícios também estão o aplicativo Diário de Classe para tablets, transparência e acesso aos dados escolares, mapa georeferenciado, com localização das escolas da rede por mapas e rotas de transporte coletivo escolar, dados sobre a vida escolar do aluno e perfil dos professores, por escola, organização das turmas de alunos por série e modalidades de ensino, vagas disponíveis por escola, reordenamento e enturmação de alunos.

Para a secretária de Estado da Educação, professora Betania Ramalho, com a matrícula 2014, o Governo cumpre o seu planejamento de estadualizar o SIGEduc até dezembro de 2013. “O que estamos acompanhando agora é uma verdadeira transformação na gestão da rede estadual, saindo da era do papel e entrando na era digital. Também ficarão no passado as longas filas que os pais enfrentavam para garantir a matrícula de seus filhos nas escolas mais procuradas. É a tecnologia que deu certo na UFRN a serviço da Educação Básica do Rio Grande do Norte”, reforçou a secretária.

O endereço eletrônico para acessar o sistema é o www.sigeduc.rn.gov.br. Mesmo quem não está inserido na comunidade escolar pode conferir algumas funcionalidades, como a consulta às escolas por bairro, distrito ou município, consulta de unidades escolares próximas a sua residência, com a possibilidade de indicação de rotas para se chegar ao local, e visualização do mapa de unidades por todo o Estado.

Cronograma de cadastramento do CPF em Natal

19 e 20/11 – CENEP, Praça Cívica, Petrópolis

25 e 26/11 – Escola Estadual Miriam Coeli, Nova Natal

27 e 28/11 – Escola Estadual Peregrino Júnior, Santa Catarina

29/11 e 02/12 – Escola Estadual 15 de outubro, Santarém.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco Alberto disse:

    Por acaso pode ser feita via internet?
    Se for NÃO VAI ACANTECER, sabem por quê?
    O GOVERNO NÃO PAGOU A "OI" e o acesso a INTERNET FOI CORTADO, ISSO MESMO, TODAS AS SECRETARIAS SEM INTERNET, SERVIÇOS PARADOS!!!!
    O QUE ESTÃO FAZENDO COM O ESTADO DO RN? O DINHEIRO SUMIU?

Ex-presidente do Inep diz que principal objetivo do Ideb é mobilizar sociedade

Nesta semana, o Ministério da Educação (MEC) divulgou os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica(Ideb) 2011, indicador que mede a qualidade do ensino no país. Para cada escola, rede de ensino, município e estado é atribuída uma nota de 0 a 10. De posse desses resultados, agora é hora de os gestores analisarem aquilo que o Ideb indica e buscar soluções para superar problemas na qualidade da oferta.

Reynaldo Fernandes, ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), acredita que o principal objetivo do Ideb é a mobilização da sociedade. “É preciso que as escolas e os pais tenham uma ideia do retrato da qualidade do ensino. É preciso que a escola olhe esses número, compare com outras e reflita. E os pais perguntem por que aquela escola vai bem ou não”, defende Fernandes, que foi o responsável pela criação do indicador em 2005.

Uma das recomendações é que a escola compare o resultado obtido com outras unidades da mesma rede que recebem um público semelhante. Também é importante verificar se as metas de melhoria da qualidade foram atingidas. O Ideb atribui uma nota diferente para três etapas da educação básica: anos iniciais (1º ao 5º) e anos finais (6º ao 9º) do ensino fundamental e ensino médio. Todos os entes federados e escolas têm metas a serem cumpridas até 2022, bicentenário da Independência do Brasil.

“Nós temos um sistema de educação descentralizado, ou seja, a oferta é feita por mais de 5 mil redes, se eu não tenho um critério de aferição de resultados que seja comparável, as escolas correm o risco de ficar isoladas. A comparação é importante porque nenhuma medida faz sentido sem uma referência”, explica Reynaldo.

Outra tarefa importante para as escolas é aprender a “ler” os resultados do indicador. O Ideb é calculado a partir da taxa de aprovação e do desempenho dos alunos na Prova Brasil, avaliação aplicada pelo Inep a cada dois anos. É a partir dessas informações que o indicador é calculado e os dados também devem ser observados isoladamente. Assim, a rede de ensino ou escola pode identificar se o problema é de fluxo ou de aprendizagem – ou a combinação de ambos.

Fernandes ressalta que o Ideb é apenas um dos vários instrumentos possíveis para avaliar a qualidade. Ele critica o ranqueamento das escolas a partir das notas e recomenda que os gestores comparem seus resultados com outras unidades e redes que atendam a um perfil de alunos semelhante.

“Por isso é importante a divulgação de todas as escolas para você ter essa referência e não para fazer como se fosse um campeonato em que quem chega em primeiro lugar ganha um troféu, como se fosse uma corrida de Fórmula 1”, aponta. Os resultados do Ideb estão disponíveis para consulta no site do MEC.

Fonte: Agência Brasil

Ideb: 'nota vermelha' para o RN; Natal obteve 3º pior resultado entre capitais

Natal entre as três capitais do Brasil com pior resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O mau resultado alcançado pelo ensino natalense é destaque na edição de hoje do Novo Jornal, em matéria de Marco Carvalho. A capital potiguar perde somente para Amapá e Maceió, respectivamente, quando se trata do 5º ano; e para Maceió, Amapá e Salvador, no tocante ao 9º ano.

A situação negativa atinge os anos iniciais do ensino fundamental e se alastra até os finais do  ensino fundamental, com base nos alunos matriculados nas redes municipal e estadual de ensino. Num ranking estabelecido segundo os critérios do MEC, a unidade de ensino que alcançou o pior resultado nos primeiros anos foi a Escola Estadual Selva Capistrano Lopes, no bairro de Mãe Luiza – zona Leste, com nota 1,9. Em 2009, a escola havia atingido a nota de 3,3.

Já no tocante aos resultados dos últimos anos, a pior do ensino fundamental foi a Escola Estadual Alberto Torres, em Petrópolis, com 1,6. Na avaliação do Ideb três anos antes, a nota alcançada fora 2,6.

Para a diretoria de algumas instituições, a causa da “nota vermelha” ainda precisa ser encontrada, mas existe a consciência de que o despreparo dos discentes refletiu nos resultados.  De acordo com o Censo Escolar, ano 2011, estão matriculados na rede municipal de ensino 39.066 estudantes e 36.222, na estadual.

Com informações de Novo Jornal

 

Alunos do RN são desclassificados da Olimpíada de Biologia por "incompetência" dos coordenadores estaduais

Os três alunos do Rio Grande do Norte que se empenharam nos últimos meses para conseguirem boas notas na Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB) para representar o país na Olimpíada Internacional de Biologia, que esse ano será realizada em Cingapura, estão oficialmente desclassificados. Não porque não conseguiram boas notas ou porque não se esforçaram o suficiente. O motivo real foi a “incompetência” dos coordenadores estaduais, que representam o concurso aqui no Estado, ao enviar os cartões de respostas dos alunos potiguares da etapa nacional.

Esses cartões deveriam ter sido enviados até o dia 29 do mês passado, por causa do calendário oficial previsto no edital para ser divulgado no dia 31 de maio. Como assim foi. O problema é que os cartões do RN só foram enviados no dia 9 desse mês, ou seja, mais de uma semana fora do prazo e ainda depois da divulgação dos gabaritos. Assim, a organização da OBB decidiu, pelo bem do concurso, eliminar todos os potiguares.

Alguns dos cartões de resposta, inclusive, ainda estão chegando segundo a nota oficial emitida pelo professor Rubens Oda, coordenador nacional da OBB. Os coordenadores daqui do Estado foram descredenciados por causa da irresponsabilidade.

“Sabemos do transtorno causado pela incompetência das coordenações estaduais responsáveis pelo transtorno – principalmente as dos estados do Espírito Santo e Rio Grande do Norte, que neste momento estão sendo descredenciadas pela ANBio. Pedimos desculpas aos alunos cujas provas não foram corrigidas por este motivo, mas sua inclusão na lista de classificados questionaria a transparência do processo de correção uma vez que os cartões resposta foram enviados após a data limite informada em nosso edital (dia 30 de maio de 2012), e conseqüentemente, após a divulgação do gabarito final em nossa home-page. Ressaltamos também que em todas as provas enviadas as coordenações estaduais determinávamos que o limite seria ainda mais curto (dia 29 de maio). Os pacotes referentes a cidade de Vitória foram postados no dia 4 de junho e o pacote do estado do Rio Grande do Norte postado somente no dia 9 de junho”, disse o coordenador”, escreveu. A ANBio em questão é a Associação Nacional de Biossegurança, responsável pela organização da Olimpíada.

Algo realmente lamentável. Essa situação de desclassificação que vai provocar (na verdade já está provocando) danos irreparáveis aos candidatos potiguares. Pais de alunos e professores já estão revoltados com a situação.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. francitonio disse:

    Aqui no RN e uma vergonha, não por culpa dos alunos mais das autoridades, não e atoa que o estado se da mal das competições.

  2. Letícia A. disse:

    O RN merece respeito! Enquanto queremos que a educação de nosso estado cresça e seja reconhecida, fica impossível para nossos alunos e professores se sentirem motivados a continuar essa luta quando há irresponsáveis que acabam com sonhos e objetivos! E os alunos potiguares que foram eliminados desta fase da Olimpíada não tiveram uma preparação de meses e sim de ANOS! Eles, mais do que ninguém, merecem uma explicação pra essa palhaçada!

  3. […] Alunos do RN são desclassificados da Olimpíada de Biologia por “incompetência” dos coordenado… Postado em: 14/06/2012 às 17:26 Deixe seu comentário Tweet stLight.options({ publisher:'wp.e5614253-674e-4af0-8262-7c08ebb4f316' }); /* […]

  4. Anônimo disse:

    Infelizmente a pessoa que postou esse comentário usou um nome que não o pertence, usou o nome de Pedro Fraiman em vão. O IP 200.217.214.66 foi passado para o Original Pedro Fraiman. Caro Fake, inclusive já sei de onde foi postado o comentário

  5. Marcus Vinicius disse:

    Quem são os coordenadores estaduais? Secretaria de Educação? Alguma entidade privada, alguma fundação? É importante sabermos quem cobrar!

    • Jonas Filho disse:

      O Coordenador estadual da OBB aqui no RN é o professor Evandro Brandão.

      A prova da 2ª fase da VIII Olimpíada Brasileira de Biologia ocorreu no dia 27 de maio no Overdose Colégio e Curso.

  6. Jonas Filho disse:

    O Blog do BG está de parabéns pela iniciativa de denunciar essa imensa irresponsabilidade. O Rio Grande do Norte perdeu a chance de ter, mais uma vez, representantes em olimpíadas internacionais de Biologia.

    É inadmissível que por aqui ainda exista tanto amadorismo na rede particular de ensino.

Mineiro critica governo por retirar reajuste dos professores

A suspensão do reajuste salarial dos professores da rede estadual de ensino, implantada em abril, mas retirada no pagamento de maio para alguns servidores, foi questionada pelo deputado Fernando Mineiro (PT). O deputado disse que antes da sessão plenária de hoje (5) foi procurado por diversos professores que se sentiram prejudicados com a medida.

No mês anterior, o governo implantou o piso nacional do Magistério, mas em maio, o reajuste foi retirado do contracheque daqueles que estão à disposição de entidades filantrópicas, como a APAE, Clínica Heitor Carrilho, que atende mais de 500 crianças, o Instituto de Cegos, Adote, entre outras. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação – SINTE/RN, emitiu nota afirmando que irá manter audiência na Secretaria de Educação para maiores esclarecimentos. “O governo não apenas suspendeu o reajuste, mas retirou esse mês”, afirmou.

As instituições citadas por Mineiro, além de outras em praticamente todo o RN, mantém convênio com o governo do Estado, que tem o compromisso de ceder professores e demais servidores para que as entidades se mantenham funcionando. “Fui procurado por uma professora com mais de vinte e cinco anos de atuação que teve mais da metade do salário retirado esse mês”, disse o deputado.

Concurso

Mineiro também cobrou a sequência ao concurso da Polícia Militar, para que convoque os aprovados. “A justiça já se mostrou favorável e agora espero que o governo não recorra, porque já foi notificado”, disse o parlamentar.