The Intercept noticia que Lava Jato planejou buscar na Suíça provas contra Gilmar Mendes

Gilmar Mendes, em 13 de junho. ROSINEI COUTINHO SCO/STF

Procuradores da Operação Lava Jato em Curitiba fizeram um esforço de coleta de dados e informações sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, com o objetivo de pedir sua suspeição e até seu impeachment. Liderados por Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa, procuradores e assistentes se mobilizaram para apurar decisões e acórdãos do magistrado para embasar sua ofensiva, mas foram ainda além. Planejaram acionar investigadores na Suíça para tentar reunir munição contra o ministro, ainda que buscar apurar fatos ligados a um integrante da Corte superior extrapolasse suas competências constitucionais, de acordo com especialistas ouvidos pela reportagem. A estratégia contra Gilmar Mendes foi discutida ao longo de meses em conversas de membros da força-tarefa pelo aplicativo Telegram enviadas ao The Intercept por uma fonte anônima e analisadas em conjunto com o EL PAÍS.

Na guerra contra o ministro do Supremo, os procuradores se mostraram particularmente animados em 19 de fevereiro deste ano. “Gente essa história do Gilmar hoje!! (…) “Justo hoje!!! (…) “Que Paulo Preto foi preso”, começa Dallagnol no chat grupo Filhos do Januário 4, que reúne procuradores da força-tarefa. A conversa se desenrola e se revela a ideia de rastrear um possível elo entre o magistrado e Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, preso em Curitiba num desdobramento da Lava Jato e apontado como operador financeiro do PSDB. Uma aposta era que Gilmar Mendes, que já havia concedido dois habeas corpus em favor de Preto, aparecesse como beneficiário de contas e cartões que o operador mantinha na Suíça, um material que já estava sob escrutínio dos investigadores do país europeu.

“Vai que tem um para o Gilmar…hehehe”, diz o procurador Roberson Pozzobon no grupo, em referência aos cartões do investigado ligado aos tucanos. A possibilidade de apurar dados a respeito de um ministro do Supremo sem querer é tratada com ironia. “vc estara investigando ministro do supremo, robinho.. nao pode”, responde o procurador Athayde Ribeiro da Costa. “Ahhhaha”, escreve Pozzobon. “Não que estejamos procurando”, ironiza ele. “Mas vaaaai que”. Dallagnol então reforça, na sequência, que o pedido à Suíça deveria ter um enfoque mais específico: “hummm acho que vale falar com os suíços sobre estratégia e eventualmente aditar pra pedir esse cartão em específico e outros vinculados à mesma conta”, escreve. “Talvez vejam lá como algo separado da conta e por isso não veio” (…) “Afinal diz respeito a OUTRA pessoa”. A força-tarefa de Curitiba tem dito que não reconhece as mensagens que têm sido atribuídas a seus integrantes e repetiu à reportagem que o “material é oriundo de crime cibernético e tem sido usado editado ou fora de contexto, para embasar acusações e distorções que não correspondem à realidade”.

Nas mensagens, tudo começa porque Dallagnol comenta saber de “um boato” vindo da força-tarefa de São Paulo (FT-SP) de que parte do dinheiro mantido por Paulo Preto em contas no exterior pertenceria a Mendes. “Mas esse boato existe mesmo?”, pergunta o procurador Costa. “Pessoal da FT-SP disse que essa info chegou a eles”, responde Julio Noronha, em referência aos colegas paulistas.Procurada, a assessoria de imprensa do FT-SP afirmou que “jamais recebeu qualquer informação sobre suposto envolvimento de Gilmar Mendes com as contas no exterior de Paulo Vieira de Souza”. E também que “se recebesse uma informação a respeito de ministro do STF, essa informação seria encaminhada à PGR [Procuradoria Geral da República]”. E que “jamais passaria pela primeira instância para depois ir para a PGR”.

O artigo 102 da Constituição determina que os ministros do Supremo só podem ser investigados com autorização de seus pares, a não ser que apareçam em uma investigação já em curso, a chamada investigação cruzada. Caso seja este o caso, a competência é necessariamente da PGR. Para o procurador da República Celso Três, que atuou no início do caso Banestado, um marco contra a lavagem de dinheiro, e trabalhou diretamente com o ex-juiz Sergio Moro, os procuradores não cogitam nos diálogos apenas um atalho para chegar a Mendes. “É uma violação grave do devido processo legal”, afirma em entrevista ao EL PAÍS. Ele avalia que, nas conversas, os procuradores de Curitiba demonstraram intenção de desviar a finalidade da investigação, porque tinham autoridade para escrutinar o operador do PSDB, mas planejaram aprofundar essa colaboração com o intuito de atingir o ministro do Supremo. “Não estou defendendo Gilmar, mas está muito claro que estavam em seu encalço”.

A reportagem questionou à força-tarefa de Curitiba se os procuradores pediram informações aos investigadores na Suíça sobre possíveis ligações de Mendes e Paulo Preto. E, caso tenham encontrado elementos, se foram enviados à PGR. Por meio da assessoria de imprensa, os procuradores afirmaram que “não surgiu nas investigações nenhum indício de que cartões da conta de Paulo Vieira de Souza tenham sido emitidos em favor de qualquer autoridade sujeita a foro por prerrogativa de função”. “Qualquer ilação nesse sentido, por parte de quem for, seria mera especulação”, ressaltou a nota. “Em todos os casos em que há a identificação de pagamentos de vantagens indevidas e lavagem de ativos no exterior, o Ministério Público busca fazer o rastreamento do destino de todos os ativos ilícitos, para identificar os destinatários desconhecidos”, ressalta. Eles insistem que sempre que surgem indícios do envolvimento em crimes de pessoas com foro privilegiado, a força-tarefa encaminha as informações à Procuradoria-Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal.

Leia matéria completa no El País clicando aqui

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Gilmar é o sonho de consumo de tudo que é bandido de colarinho branco…Né Aécio??? kkkkkk

  2. Bento disse:

    A VERDADEIRA CARA DA BESTA FERA. TÁ AMARRADO.

  3. Michelle disse:

    Nada demais nestas supostas conversas. Se há uma investigação em curso, qual o problema de quem está trabalhando nela comentar o que vai surgindo?

  4. Diego Laranjeiras disse:

    Como diz um amigo meu: "Dallagninho desta fez pegou em m&[email protected]"……..hahahaha concordo!

    • Fernando disse:

      Quem trabalha contra o crime, sabe que o caminho é perigoso e cheio de armadilha. Pois os bandidos são perigosos e tem apoio de babacas e tontos, iguais a vc.

  5. Flavio disse:

    Acredito que justiça e ministério público tem que atuar para prender bandidos e corruptos, esteja eles onde estiverem.

  6. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    Que Gilmar Mendes é bandido ninguém tem dúvidas ou alguém ainda tem? No início da Lava Jato ele apoiava e os petistas o odiavam, agora estão juntos. Objetivos comuns.

    • Cezario disse:

      Se esse cidadão não tivesse o que esconder, abriria mão do seu sigilo bancário e fiscal. Mas faz uma guerra, chora, esperneia e ameaça os que querem investigar suas finanças!

EXCLUSIVO: Vejam parte da delação de Fred Queiroz

por Dinarte Assunção

Às 19h48 de 18 de agosto deste ano, uma notificação surgiu no sistema do processo judicial da 14ª Vara da Justiça Federal do Rio Grande do Norte. Nela, o procurador da República Rodrigo Telles, atualizava os autos da Operação Manus com uma certidão de oito tópicos, onde dava ciência ao juiz Eduardo Guimarães sobre a junção dos termos de colaboração premiada da família Queiroz.

Quase tudo que está lá descrito chegou recortado à imprensa 11 dias depois, quando repórteres colocaram as mãos em reproduções de trechos dos documentos. Um item da certidão de Rodrigo Telles, no entanto, ainda não foi revelado: grafado como último tópico, o documento do procurador é encerrado com a indicação de que se juntam aos autos “Documentos anexos referentes à Campanha de 2014 de Henrique Alves”, que o Blog do BG revela agora com exclusividade.

O calhamaço de elementos juntados para sustentar as alegações de Fred Queiroz são amplos e devem ser encarados, antes de tudo, como documentos resultado de transações eleitorais. Caberá, ao fim do processo, à Justiça decidir o que foi ilegal ou não. Fred Queiroz antecipou o que sabia ser ilegal.

Resumo

O conjunto de elementos que sustentam a delação de Fred é aberto com um resumo de todas as circunstâncias entregues por ele, com um organograma onde são apontados os responsáveis pela execução da campanha de 2014.

O que vem na sequência é o relato de situações que se dividem entre a descrição de crimes, a operacionalização da campanha e circunstância da Prefeitura de Natal.

São citados nesse resumo, o deputado federal Rogério Marinho, o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Paulinho da Habitação, os deputados estaduais Kelps Lima e Ricardo Motta, o vereador Paulinho Freire, o ex-presidente da Femurn, Benes Leocádio, e auxiliares de Henrique Eduardo Alves.

É importante destacar que as situações descritas por Fred Queiroz são de contexto eleitoral, não sendo possível afirmar que todos os nomes citados incorreram em ilícito

Os tópicos descrevem a articulação do que parece ser a compra de votos. Isso porque o delator cita diretamente o uso de recursos em cash sem aparante declaração à Justiça eleitoral, além de mencionar explicitamente empresas como a JBS e a Odebrecht.

O relato vai da bonança à dificuldade, quando o delator detalha que Henrique Alves chegou a distribuir cheques com a promessa de cobri-los depois para garantir o apoio de lideranças.

Recursos para o interior x JBS

Arturo

Dinheiro em SP

Aluísio Dutra

Cheques de Henrique

Recursos extras

Ramalho Moreira (aqui, Fred descreve supostos desvios em obra da Prefeitura de Natal)

Vereadores e Deputados

Secretaria de Turismo

Secretaria de Obras

:::A ÍNTEGRA DESSE RELATO PODE SER VISTA AQUI:::

:::JÁ AQUI, PODE SER CONSULTADA A CÓPIA DE COMPROVANTES DE DEPÓSITOS E TRANSFERÊNCIAS, ALÉM DE PLANILHAS RELACIONANDO LIDERANÇAS DO INTERIOR DO ESTADO:::

 

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Júnior cortês disse:

    A cada dia fica mais difícil acreditar em políticos mascarados que conversam além da conta , além de filmagens de hospitais estradas etc . E citando outros por má administração pública , até o momento todos os políticos do Rio Grande do Norte, até provarem o contrário . São todos irmanados com com a corrupção , inclusive com a compra de votos em período eleitoral.

Provas do concurso da UFRN acontecem neste domingo; veja cargos que receberam mais inscrições

As provas do concurso público para provimento de cargos Técnico-Administrativos em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) acontecem neste domingo, 17. As avaliações serão aplicadas nos municípios de Natal, Caicó, Currais Novos e Santa Cruz.

O Núcleo Permanente de Concurso da UFRN (Comperve), responsável pelos processos de seleção dos editais em vigor, já disponibilizou consulta ao local de prova em seu site. O acesso ao local ocorre das 07h20 às 08h. A prova terá duração máxima de 4 horas e 30 minutos.

Para ter acesso à sala de provas, o candidato deve apresentar o original do mesmo documento de identificação utilizado na sua inscrição, salvo quando explicitamente autorizado pela Comperve. O candidato deve comparecer ao local designado para a realização das provas munido de caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente.

Neste concurso, somando os dois editais disponíveis, os cargos que receberam mais inscrições foram Assistente em Administração (12.273) e Auxiliar em Administração (3239).

Com informações da UFRN

MP realiza provas para estagiários da área administrativa no próximo domingo

prova

O Ministério Público do Rio Grande do Norte irá realizar no próximo domingo (3), em Natal e em Mossoró, as provas do VII Concurso para Credenciamento de Estagiários da área administrativa da Instituição. O processo seletivo é destinado ao preenchimento de cinco vagas, além as que vierem surgir durante a validade do concurso, bem como, a formação de cadastro de reserva, abrangendo os dois pólos.

Os estágios remunerados são para as áreas de Administração; Agronomia, Arquitetura e Urbanismo; Biblioteconomia; Ciências Contábeis; Ciências da Computação/Engenharia da Computação/Sistemas de Informação/Informática; Comunicação Social – Jornalismo; Comunicação Social – Publicidade; Engenharia Ambiental; Engenharia Civil; Pedagogia; Serviço Social; e Psicologia.

A seleção terá validade de um ano, a contar da data de homologação do certame, podendo ser prorrogável por igual período. A classificação gera para o candidato, apenas, a expectativa de direito à convocação para a vaga de estágio, reservando-se à Procuradoria-Geral de Justiça o direito de chamar os estudantes na medida de suas necessidades, obedecida rigorosamente à ordem de classificação.

A prova será aplicada pela Comissão de Concurso nas cidades de Natal (auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, na Rua Promotor Manoel Alves Pessoa Neto, 97, Candelária) e Mossoró (no Colégio Sagrado Coração de Maria, na avenida Augusto Severo, 134, Centro), no horário das 9h às 11h, com abertura dos portões às 8h e fechamento às 8h50.

SINAL FECHADO: MP aponta irregularidades graves no processo

O Ministério Público Estadual ajuizou Mandado de Segurança contra o pronunciamento do Juiz de Direito Convocado, Gustavo Marinho, por terem sido cometidas ilegalidades na apreciação do Habeas Corpus (nº 2012.017549-0) impetrado pela defesa do ex-Governador Iberê Paiva Ferreira de Souza, no curso da Ação Penal (n° 2012.017549-0) que trata da Operação Sinal Fechado, para excluir parte das interceptações telefônicas e trancar o processo.

A tese principal do Habeas Corpus alega que parte das interceptações foi realizada fora do prazo legal determinado, tentando, com isso, desqualificar toda a investigação da Operação Sinal Fechado, que desvendou suposto esquema fraudulento montado para a implantação da inspeção veicular no Rio Grande do Norte.

Por meio de acórdão foi denegada a ordem para o Habeas Corpus pleiteado. O Ministério Público se manifestou e por dois votos a um foi favorável o entendimento do Ministério Público, denegando o recurso. Restou demonstrado pelo MP que a tese defendida pela defesa está equivocada, uma vez que os prazos para início das interceptações se dá quando as operadoras iniciam o monitoramento e não na data da autorização judicial.

A defesa do ex-Governador entrou com embargos de declaração, o Juiz Gustavo Marinho mudou o voto e foram acolhidos os embargos com efeitos infringentes para determinar o desentranhamento das interceptações. Ocorre que nesse acórdão, o Ministério Público Estadual não foi sequer intimado para impugnar os efeitos infringentes. E depois de proferido o acórdão, o MPRN também não foi intimado para tomar conhecimento de seu conteúdo.

Em outras palavras, o acórdão resultante da análise do Habeas Corpus deferiu os pedidos da defesa para que fossem descartadas da Ação Penal as interceptações telefônicas, concedendo efeitos infringentes e impossibilitando que fosse reformulada a decisão de exclusão dessas interceptações.

O mais grave: sem que o Ministério Público em momento algum fosse intimado para ter a oportunidade de tentar impugnar a decisão. O que acarreta “nulidades absolutas, de natureza grave, que fulminam a legalidade da decisão” e agride, segundo o Ministério Público, os mais basilares princípios constitucionais.

Além disso, o pedido feito pela defesa do ex-Governador Iberê foi diretamente junto ao Tribunal de Justiça, sem submeter previamente ao Juiz natural do processo, suprimindo a primeira instância. Isso impediu que o Juiz Criminal e os Promotores do Patrimônio Público tomassem conhecimento da medida para exclusão de provas.

No entendimento do Ministério Público, foi cometido ato ilegal que consiste em não dar o conhecimento dos atos processuais que resultaram na modificação do julgamento anterior. Com isso, o MP pediu, nos autos, a declaração de nulidade absoluta do referido acórdão, bem como de todos os atos processuais posteriores.

Acontece que embora recebida e quando já criada a expectativa de ser apreciada em seu mérito, a Petição de Nulidade do Ministério Público teve sua apreciação negada pelo Juiz Convocado Gustavo Marinho, que resultou no envio do Habeas Corpus para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), de maneira irregular.

O Ministério Público requer no Mandado de Segurança assinado pelo Procurador-Geral de Justiça, Rinaldo Reis Lima, que sejam suspensos os efeitos da decisão proferida no Habeas Corpus nº 2012.017549-0, evitando o envio equivocado do processo ao STJ para julgamento de um processo nulo, tendo em vista que ainda está pendente de julgamento a Petição de Nulidade impetrada pelo MPRN.

O MP requer também que, caso já tenham sido os autos enviados ao STJ, após a suspensão dos efeitos da decisão proferida no Habeas Corpus, seja expedida comunicação ao STJ solicitando devolução da Petição de Nulidade.

O Ministério Público requer, ainda, que o Juiz Convocado Gustavo Marinho seja notificado para prestar informações, no prazo de dez dias; e requer vista dos autos para emissão de parecer;  além da nulidade do processo de Habeas Corpus em razão da prática de ato processual com omissão da documentação existente nos autos da ação penal capaz de dirimir a controvérsia, demonstrando prejuízo e influência na apuração da verdade substancial.

Compreende o Ministério Público que ao decidir pelo encaminhamento dos autos para o STJ, deixando o Magistrado Convocado, Gustavo Marinho,  de colocar na pauta da Câmara Criminal, matéria de ordem pública — portanto uma nulidade absoluta — feriu direito líquido e certo a uma apreciação de nulidade alegada, mantendo uma situação de ilegalidade provocada pelo acórdão, fazendo-se imperioso o Mandado de Segurança com pedido de liminar.

Relembre o caso:

A Operação Sinal Fechado foi deflagrada em 24 de novembro de 2011 para apurar suposto esquema fraudulento envolvendo membros do Judiciário, Governo do Estado, políticos, empresários e lobistas para o cometimento de irregularidades no sistema de inspeção veicular.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dani disse:

    Que absurdo!!!!!!!
    Tá tudo dominado!!!!!!

GRAVE: Candidatos denunciam irregularidades durante realização de concurso da AL-RN

7777 8888888888O Concurso da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, antes assunto dos mais discutidos diante da concorrência acirrada, quando 28.265 candidatos realizaram as provas no último domingo (1), na “briga” por 85 vagas, passou a ser questionado por diversos candidatos, através das redes sociais. De acordo com denúncias, várias situações irregulares foram flagradas antes, durante e depois das aplicações das provas.

Entre as principais reclamações se destacam, por incrível que pareça, a atitude de fiscais.  Segundo uma candidata, que teve seu nome preservado, foram vistos fiscais sem a devida instrução da organizadora do concurso, a FCC: eles teriam “batido papo”, e ainda lanchado sanduíche com refrigerante dentro da sala.

Outras inúmeras reclamações surgem como denúncias, que se comprovadas, poderão comprometer a legitimidade do certame. Em vários relatos dos candidatos, telefones celulares tocaram, quando deveriam (conforme o edital) estar desligados,caso contrário o candidato deveria ser eliminado, contudo os “eventos” teriam sido ignorados.

Por fim, as denúncias ganham contornos ainda mais alarmantes. Relatos dão conta de pessoas portando apostila de consulta na hora da aplicação da prova onde, e em um caso, o fiscal teria entregado a folha de respostas (gabarito) e a prova antes do material ser guardado. Outras reclamações ainda destacam plásticos com lacres aparentemente violados. Em alguns casos, as provas não teriam sido abertas na presença dos candidatos.

Confira abaixo algumas discussões através de redes sociais:

2222222111111 444444444455555555556666666

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. EUDES GONÇALVES DA SILVA disse:

    NA MINHA SALA O FISCAL SE ATRAPALHO COM O HORÁRIO FALTAVA AINDA 15 MINUTOS PARA O TÉRMINO DAS PROVAS ELE COMEÇOU RECOLHER. ME PREJUDICOU MUITO.

  2. Francisco disse:

    Na minha sala, o telefone de um candidato tocou e a fiscal disse que iria chamar o coordenador pra falar com ele e esse coordenador nunca apareceu pra falar com esse candidato. Tratamento desigual.

  3. Edilmar medeiros disse:

    Em termos de organização só a COMPERVE mesmo!

  4. Hosana disse:

    Desde o comeco a boataria que nesse concurso haveria fraude era grande.
    Boatos até que o MP do RN nao estava acompanhado as etapas do concurso, o que de fato é obrigatório.
    Eh revoltante, em espevial para aqueles que estudaram p valer. 🙁

  5. carla disse:

    Na minha sala as fiscais fizeram uma confusão com a orientação do tempo. Fiquei até irritada.

Fundação Carlos Chagas divulga horário das provas do concurso da AL/RN

Os inscritos no concurso da Assembleia Legislativa do RN (edital 003/2013) prestarão provas nos horários matutino e vespertino no dia 1 de setembro. Para o cargo de Técnico Legislativo, habilitações em Técnico Legislativo, Taquigrafia, Operador de Som, Programador e Técnico em Hardware, o horário de apresentação é a partir das 7h30 e fechamento dos portões às 8h.A prova terá duração de 4h30.

Para o período da tarde, o horário de apresentação é a partir das 14h e fechamento dos portões às 14h30. Farão prova à tarde os candidatos a Analista Legislativo, nas habilitações: Analista Legislativo, Arquitetura, Analista de Sistema, Biblioteconomia, Enfermagem, Engenharia Civil, Jornalismo, Medicina – Clínica Geral e Psicologia e Assessor Técnico do Controle Interno – Habilitação: Assessoria Técnica do Controle Interno.

Segundo a Fundação Carlos Chagas (FCC), somente após uma hora após o início das provas será permitida a saída do candidato do local. Com relação ao local de prova, os candidatos serão informados quanto ao local de prova e horário por meio do cartão informativo, que será enviado por e-mail, e disponível no site da Fundação Carlos Chagas www.concursosfcc.com.br.

Aqueles que não receberem o cartão informativo até o 3º (terceiro) dia que antecede a aplicação das provas ou que tiver dúvidas quanto ao local, data e horário de realização, deverá entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Candidato – SAC da Fundação Carlos Chagas, pelo telefone (0XX11) 3723-4388, de segunda a sexta-feira, úteis, das 10 às 16 horas (horário de Brasília) ou consultar o site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br).

São 28.265 inscritos, distribuídos nos 15 cargos com 85 vagas no total. Mais da metade dos inscritos – 15.919 – optou pelo cargo de técnico legislativo, nível médio e salário de R$ 2.609,48, que tem 43 vagas (+ 3 para deficiência), totalizando 346 candidatos por vaga. O cargo mais concorrido proporcionalmente é o de Técnico do Controle Interno, salário de R$ 17.025,00, que conta com 927 concorrentes para uma vaga.

A remuneração para os cargos de analista (Analista Legislativo, Arquitetura, Analista de Sistema, Biblioteconomia, Enfermagem, Engenharia Civil, Jornalismo, Medicina e Psicologia é de R$ 6.215,20. Além do cargo de técnico legislativo, os outros cargos de nível médio são operador de som, programador, taquigrafia e técnico em hardware, com remuneração de R$ 2.609,48.

AL

Colégio Overdose realiza provas neste domingo para alunos até o 2 ano no formato do vestibular

Informe Publicitário:

Neste domingo (02), estudantes do ensino fundamental e médio de todo o Estado se reúnem no Overdose Colégio e Curso para a realização de mais uma edição do Vestibulinho, um simulado para testar os conhecimentos, identificar as dificuldades sentidas no decorrer do aprendizado, isso tudo há cerca de 10 anos de antecedência ao tradicional vestibular. “Pensamos em fazer o Vestibulinho para dar essa dica às famílias, para os próprios alunos com grande antecedência. Se com 10 anos eles conseguem trabalhar bem as deficiências, a chance deles passarem de primeira é muito maior”, acrescenta Carlos André, diretor e professor do Overdose.

As provas são elaboradas seguindo o formato do vestibular com questões de língua portuguesa, matemática, historia, geografia, química, física, além da redação. Os melhores colocados ganharão bolsas de estudos, computadores e muito mais. A prova será realizada na unidade I, situada na Rua Marcílio Furtado, em Lagoa Nova, das 8h às 12h30. Para participar, basta fazer a inscrição no valor de R$ 5,00 no Overdose. Mais informações: (84) 3231-1006 e 3231-1001. http://www.overdosecolegioecurso.com.br/.

Concurso público da Ufersa pode ser anulado por irregularidades nas correções das provas

O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte ingressou com uma Ação Civil Pública contra a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), por irregularidades encontradas na correção das provas do concurso público realizado pela instituição em 2011. A medida pretende anular o concurso para evitar maior prejuízo aos participantes.

A ação foi motivada por denúncias realizadas por candidatos que se sentiram prejudicados com o resultado final. A partir disso, foram constatadas irregularidades como atribuir nota a candidato que não realizou prova, acordar com candidato por telefone a apresentação de títulos oito dias depois do término do prazo, além de reprovar candidatos na análise dos títulos, uma vez que a fase era somente classificatória.

A peça afirma ainda que a correção permitiu que candidatos com pouquíssima experiência profissional fossem classificados a frente de concorrentes academicamente mais qualificados, portanto, perdendo qualquer sentido a exigência de títulos para determinar a classificação dos concorrentes. O fato teria prejudicado a classificação final dos participantes.

Após análise dos fatos, o MPF/RN acredita que o resultado final não deve ser acolhido e por isso solicitou em tutela antecipada, ou seja, em caráter imediato, a anulação do concurso. De acordo com o procurador da República Fernando Rocha de Andrade, que assina a ação, aguardar o final da demanda poderá causar inúmeros transtornos, especialmente com relação a necessidade de exoneração de candidatos nomeados com base no resultado já publicado, a partir de critérios claramente ilegais.

Caso a tutela antecipada não seja aceita, o MPF/RN requer a suspensão do concurso para recontagem dos pontos da prova de redação e de títulos. Além disso, pede a aplicação de multa diária, em caso de descumprimento da decisão, no valor de R$ 5 mil.

A Ação Civil Pública está tramitando na 10ª Vara da Justiça Federal sob o nº 0001205-85.2012.4.05.8401.

Operação Assepsia: Juiz afirma que provas são "fartas, abundantes e incisivas"

A decisão judicial que deflagrou hoje pela mahã a Operação Assepsia e determinou a prisão de Thiago Trindade, Antonio Luna, Alexandre Magno Alves, entre outros, relata que as provas colhidas pela Promotoria do Patrimônio Público são fortes. Ao descrever os rumos da investigação, que contou com quebras de sigilos bancários, fiscais e telefônicos, José Armando Ponte, titular da 7a. Vara Criminal, afirma que “são fartos, abundantes, incisivos, e até mesmo exagerados, os indícios que apontam para o desvio de recursos públicos por meio dos contratos com as organizações sociais acima identificadas”, nas palavras do magistrado.
A investigação da Promotoria do Patrimônio Público teve início no dia 31 de março de 2011 e descobriu uma suposta quadrilha que atuou na Secretaria Municipal de Saúde. Segundo o MPE, as escolhas das organizações sociais que geriram as Unidades de Pronto-atendimento e Ambulatórios Especializados em Natal foram viciadas. Além disso, paira a suspeita de que as entidades fraudavam as prestações de contas, incluindo serviços que não existiam.

Com informações da Tribuna do Norte

Operação Vulcano: Delegado aponta indícios comprometedores contra vereadores e empresários

Blog reproduz reportagem do amigo Cezar Alves para o Jornal de Fato, sobre a coletiva na Polícia Federal referente a Operação Vulcano. Segue

O delegado Federal Eduardo Bonfim, que preside a Operação Vulcano, disse que nos cinco meses de investigação, juntou provas e indícios suficientes que, segundo ele, comprovam tecnicamente o envolvimento dos sete empresários e o vereador que foram presos na manhã desta quarta-feira (30), em Mossoró, no crime contra o sistema financeiro, cartelizando a venda de combustíveis.

Acompanhado com o delegado Marinaldo Barbosa de Moura, que o superintendente interino da Polícia Federal do Rio Grande, e os promotores José Augusto Peres e Flávio Corte, o delegado Eduardo Bonfim disse que a investigação teve como base informações técnicos da Agência Nacional do Petróleo, Gas Natural e Biocombustíveis (ANP), Ministério Público Estadual e da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça.

Estas informações técnicas nortearam a investigação, mas o que fez os trabalhos começar para valer foi à reação da sociedade civil nos meses de novembro e dezembro de 2011. “Recebemos abaixo assinado pedindo investigações sobre caso”, lembra o delegado Marinaldo Barbosa. O promotor Augusto Peres, que atua na Promotoria do Consumidor em Natal, explicou que em casos de Cartel é uma determinação federal que os trabalhos sejam apurados pela Polícia Federal.

Passados os cinco meses de investigação, o delegado Eduardo Bonfim solicitou ao juiz Claudio Mendes Junior, da 3ª Vara Criminal de Mossoró, nove mandatos de prisão provisória de 5 dias contra dois vereadores e sete empresários, além de 20 mandados de busca e apreensão para postos de combustíveis, residências e a sede da Câmara Municipal, que já foi alvo de outra operação da polícia (Sal Grosso) no dia 14 de novembro de 2007. Neste caso, vereadores já foram condenados.

Na Operação Vulcano, que desencadeada às 4h da manhã desta quarta-feira, o delegado Eduardo Bonfim destacou que foram apreendidos computadores e muitos documentos, que ele calcula precisa de pelo menos 30 dias para pericia-los e concluir a investigação. Sobre os indícios de quem foi preso, Bonfim destacou que “são comprometedores”.

Sobre o fato de vários vereadores terem aprovado a mudança no código de postura do município e somente um vereador ter sido conduzido preso, o delegado explicou que isto não quer dizer que a investigação, ao ser concluída, não alcance outros vereadores e inclusive o Poder Executivo. “Os que estão presos provisoriamente já existe indícios comprometedores e demais vamos apurar no decorrer dos próximos dias conforme os documentos apreendidos”, explica o delegado.

Tiveram prisões decretadas
Pedro de Oliveira Mointeiro Filho, dono do posto Mossoró;
Otávio Augusto Ferreira da Silva, da rede Fan;
Claudionor dos Santos, vereador do PMDB;
Francisco José Lima Silveira Júnior, presidente da Câmara (Está no exterior e a PF não confirma);
Pedro Edilson Leite Júnior, dono do posto Santa Luzia;
Robson Paulo Cavalcanti, dono do posto Nacional;
Carlos Otávio Bessa e Melo, do posto Nova Betânia;
Sérgio Leite de Souza, do Posto Olinda;
José Mendes da Silva, dono da rede de postos 30 de Setembro.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Egidio M. Duarte disse:

    Caramba…! A FEDERAL só ver mossoro. Natal tem um VERDADEIRO cartel
    a céu aberto e nimguem  faz NADA

Sinal Fechado: Promotores apresentam à Procuradoria Geral da República novas provas

Os promotores Eudo Rodrigues Leite e Giovani Rosado passaram ontem o dia inteiro em Brasília na Procuradoria Geral da República. Passaram a manhã e a tarde toda em audiências na PGR apresentando novos elementos e provas relativo a operação sinal fechado e pessoas envolvidas.

Dúvida:

O Blog apurou que existe uma dúvida relativa ao encaminhamento da operação por partes dos promotores, eles tem dúvidas  se apresentam todas as novas provas do caso da Operação Sinal Fechado ao STJ e ao STF, já que há pessoas de fórum privilegiado no meio, ou se dividem, mandando uma parte para os órgão superiores  e a outra, em que os envolvidos não possuem fórum, para a justiça comum.

 

Novos indícios complica ainda mais Demóstenes e renuncia é o caminho

O futuro político de Demóstenes Torres é considerado sombrio pelos próprios companheiros de partido do senador. Dissemina-se no DEM a avaliação de que Demóstenes tornou-se uma cassação esperando para acontecer.

O blog conversou com três partidários de Demóstenes (DEM-GO). Para evitar constrangimentos, pediram anonimato. Expressaram uma mesma opinião. Acham que não resta ao colega senão a opção de renunciar ao mandato de senador.

Avaliam que, permanecendo no Senado, Demóstenes apenas prolongará o suplício, expondo-se a um processo desgastante e inútil. Afora a cassação, tida como inevitável, prevê-se que o senador será desligado da tomada do DEM.

“O partido terá de expulsá-lo, sob pena de se desmoralizar”, disse um dos entrevistados. “Se o Demóstenes não renunciar, vai ter de se humilhar perante senadores que criticou. Gente como o Sarney e o Renan”, disse outro.

Demóstenes foi implacável com José Sarney e Renan Calheiros nas crises que tisnaram as presidências de ambos no Senado. Cobrou o afastamento de Sarney em 2009. E o de Renan em 2007.

Em privado, Demóstenes admite que se tornou um cadáver político. Paradoxalmente, resiste à ideia de renunciar. Por ora, não admite nem mesmo a alternativa de um pedido de licença.

Seu quadro, que já era grave, tornou-se ainda mais hemorrágico na noite passada. Em reportagem levada ao ar pelo Jornal Nacional, revelaram-se novos indícios de que a relação de Demóstenes com o contraventor Carlinhos Cachoeira ultrapassa as fronteiras da “amizade” admitida pelo senador.

Escutas telefônicas realizadas pela Policia Federal fazem picadinho do discurso em que Demóstenes dissera, no dia 6 de março, que não tinha conhecimento dos negócios ilícitos do “amigo” que o presenteara com uma geladeira e um fogão importados.

Vieram à luz conversas de Cachoeira com Geovani Pereira da Silva e Cláudio Abreu. O primeiro é identificado pela Polícia Federal como contador da quadrilha. O segundo, como sócio dos negócios ilegais do contraventor.

De acordo com o conteúdo dos grampos, os três discutem a contabilidade da quadrilha. Mencionam cifras milionárias. Em cinco minutos de diálogos, o nome de Demóstenes soa seis vezes.

Num trecho, Cachoeira indaga a Cláudio Abreu quanto ele, Cachoeira, reteve. Um milhão do Demóstenes, responde o sócio. O amigo tóxico do senador, preso no mês passado, prossegue.

Referindo-se reiteradamente a Demóstenes, Cachoeira empilha cifras. Ao final, fecha a conta: um milhão e quinhentos, mais seiscentos, que dariam dois e cem. E mais um milhão. Total: “três e cem.”

Cláudio Abreu atalha Cachoeira, como se discordasse dele. Menciona a expressão “este do Demóstenes”. Diz que o valor já tinha sido mostrado a ele e que Cachoeira vinha segurando o montante desde a época em que o senador foi eleito.

Impossível atestar, a partir dos grampos, como foi aplicado cada centavo mencionado. Mas a menção do nome de Demóstenes em meio a diálogos vadios e a cifras de má origem eleva a temperatura da fornalha.

No campo jurídico, dá-se de barato que o pedido de investigação feito pelo procurador-geral Roberto Gurgel ao STF será acatado pelo ministro Ricardo Lewandowski, relator do caso.

Na seara política, avalia-se que a encrenca pode ter um desfecho antes mesmo da conclusão do processo judicial. Nesta quarta (27), o PSOL requereu à Mesa diretora do Senado que Demóstenes seja levado ao Conselho de Ética.

“O tempo da política corre mais rápido que o relógio da Justiça”, disse um dos colegas de Demóstenes ouvidos pelo repórter. Preside a Mesa do Senado José Sarney (PMDB-AP). Integra o Conselho de Ética Renan Calheiros (PMDB-AL).

Conforme já mencionado aqui, Demóstenes migrou, em três meses, da condição de potencial candidato do DEM à Presidência da República para a de pré-candidato a réu num processo do Supremo.

A cada novo grampo revelado, aprofunda-se o abismo que se abriu entre os valores professados por Demóstenes e a prática do ex-Demóstenes esboçado nos relatórios da Polícia Federal.

Procurado, o senador absteve-se de comentar a notícia do Jornal Nacional. Em ofício enviado a Sarney na terça (27), informara que só daria novas explicações depois de conhecer a íntegra dos inquéritos que o mencionam.

Ouvido, Antonio Carlos de Almeida Castro, advogado de Demóstenes, expressou-se assim: “Ele está, evidentemente, preocupado com essas gravações negativas à sua imagem. Mas no tocante à pessoa jurídica estamos muito tranquilos.”

Fonte: Josias de Souza

Wilma desafia MP novamente e pede que provas contra ela sejam apresentadas

A ex-governadora Wilma de Faria (PSB) desafiou novamente o Ministério Público Estadual e disse à imprensa durante após a solenidade de concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante que, se há provas que corroboram seu envolvimento em fraudes ao Detran, que sejam apresentadas.

Wilma repercutia com a imprensa os impactos do aeroporto de São Gonçalo do Amarante na tarde desta segunda-feira (28) quando foi questionada sobre a Operação Sinal Fechado e a nota em que o MP diz ter provas contra ela.

A ex-governadora se furtou a pergunta e disse que não mais falaria sobre o caso. Em seguida, quando se afastava, virou e respondeu em tom de desabafo: “Se o Ministério Público tem provas, que as apresente”, informa o Nominuto.com

No fim de semana passada, após ter sido envolvida em investigação do parquet que apura desvios na autarquia estadual de trânsito, Wilma emitiu nota rebatendo as acusações e insinuando estar o MP a serviço político. A ex-governadora classificou seu envolvimento no caso como “má fé”.

As declarações motivaram o Ministério Público a rebater com nota na qual afirma ter evidências e provas do envolvimento da ex-governadora do Estado. Agora, Wilma pede para que sejam mostradas.

Além da líder do PSB, o Ministério Público Estadual aponta o filho, Lauro Maia, o suplente de senador João Faustino e vários empresários envolvidos no esquema que renderia bilhões de reais. Cinco estão presos no Comando Geral da Polícia Militar.

 

Comperve divulga gabarito do segundo dia de provas do vestibular

A Comissão Permanente do Vestibular (Comperve) divulgou na tarde desta segunda-feira,28, o gabarito referente ao segundo dia de provas do vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), realizada na manhã de hoje.

As provas realizadas na manhã desta segunda-feira são de Língua Portuguesa e Literatura; Geografia e História, que totalizaram 44 questões, também foram disponibilizadas no site da Comissão. O vestibular da UFRN segue até esta terça-feira, 29, quando serão realizadas as questões discursivas.

Confira o gabarito do segundo dia de provas:

01 – C     23 – A
02 – B     24 – B
03 – A     25 – B
04 – D     26 – D
05 – D     27 – A
06 – A     28 – C
07 – D     29 – A
08 – C     30 – D
09 – A     31 – D
10 – D     32 – B
11 – B     33 – C
12 – C     34 – A
13 – C     35 – C
14 – A     36 – D
15 – C     37 – B
16 – D     38 – C
17 – A     39 – A
18 – A     40 – B
19 – D     41 – B
20 – B     42 – A
21 – D     43 – C
22 – C     44 – B

Para consultar as provas, basta acessar o site da Comperve.

Tribuna do Norte

Policial diz que não tem provas de que ministro dos Esportes está envolvido em esquema

O policial militar João Dias Ferreira disse que não possui provas do envolvimento direto do atual ministro do Esporte, Orlando Silva, e de seu antecessor, Agnelo Queiroz, no suposto esquema de desvios de recursos públicos da pasta.

Ao prestar novo depoimento nesta segunda-feira (24) à Polícia Federal, João Dias levou 13 arquivos de áudio e 4 ofícios emitidos pelo Ministério que, segundo ele, trazem “informações contraditórias” sobre a fiscalização dos repasses. Segundo o policial, o material envolveria assessores da cúpula do Ministério.

“É natural que a minha defesa se baseie no pessoal com quem eu sempre tive contato, que são [sic] o pessoal da fiscalização, técnicos e o pessoal jurídico, coordenadores gerais e o partido”, disse Dias, em relação às provas que teria contra integrantes do ministério.

(mais…)