Risco-país brasileiro volta a cair e atinge menor patamar em doze anos

O índice CDS (Credit Default Swap), popularmente conhecido como risco-país, apresentou nova queda e diminuiu para o menor nível desde agosto de 2008. O índice brasileiro, que chegou a 93 pontos, mede a segurança de investidores estrangeiros para saberem se é seguro ou não injetar recursos em um determinado país. Quanto mais baixo o número é, menor a chance de uma nação dar calote no mercado financeiro em um intervalo de cinco anos.

O indicador vinha com tendência de alta desde os protestos ocorridos em junho de 2013, que iniciaram um período de instabilidade política e recessão econômica no país. Em 2015, o CDS chegou a alcançar o auge de 494 pontos.

– A União levantou R$29,5 bilhões em privatizações em janeiro de 2020. O objetivo para o ano é de R$ 150 bilhões. Empregos avançam e o Governo segue desinchando o estado extremamente burocrático. Temos tudo para crescer! – escreveu.

Especialistas econômicos apontaram a agenda de reformas promovidas pelo governo, como a da Previdência, um dos fatores principais para a redução. Além delas, o ambiente de negócios mais propício aos investidores, a inflação sob controle e os juros em queda, também foram escolhidas como as razões para a diminuição do patamar.

Com acréscimo de Valor

https://valor.globo.com/financas/noticia/2020/02/17/cds-do-brasil-registra-menor-nivel-desde-junho-de-2008.ghtml

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. hermenezildo disse:

    Quem é inteligente lê a materia assim: Na época de Lula ele não vendia nada e o risco Brasil era melhor que hj com Bozo vendendo tudo.

    Na época de Lula gasolina era barata, comida barata….

    Eu queria ver os números de bozo nelhores que os do governo de Lula, apesar que a comparação não é possivel.

    • Tiaguinho disse:

      "Quem é inteligente e tem o mínimo de bom senso, sabe que o Luladrão e a Dilmanta mergulharam o país nesse caos econômico que estamos!#ptnuncamaias

    • Ricardo disse:

      Se a comparação não é possível, pq vc compara? Eu poderia dizer que o valor do salário mínimo de Bolso ê nominalmente o dobro do deixado por Lula. Mesmo em termos reais é maior.

  2. Bento disse:

    O Brasil tá em oto patama

  3. Santos disse:

    Luz, gás de cozinha, combustíveis, escola, alimentação e etc… tudo que é básico aumentou.
    Segundo não se sabe quem, nesse governo federal tudo diminui, o risco, a inflação e etc…
    Só não diminui os preços dos produtos básicos pra manutenção mínima das pessoas.
    Querem enganar quem com essa bravata?

  4. Andreilson disse:

    E só fumo nos assalariados

  5. Ceará-Mundão disse:

    E o Brasil segue melhorando em todos os sentidos. Economia em franca recuperação (após a hecatombe petista), índices de segurança melhorando, mercado de produtos agropecuários em expansão, política externa caminhando no rumo certo, obras de infraestrutura sendo realizadas. E o RN, como está?

    • Everton disse:

      E o dólar segue aumentando.

    • IBMendonca disse:

      Pipipipipipipi minion detectado!
      O PT já saiu do poder a 5 anos e os caras ainda vivem de jogar a culpa no PT. Jaja chega ano eleitoral para presidente e a campanha do bozo será mostrando as merdas do PT de 10 anos atrás. Po***, esquece o PT e vai trabalhar nas promessas de campanha. Cadê emprego?? Só tem vaga para Uber ou Ifood!!! Cadê saúde??? Cadê educação??? Só regrediram. As únicas coisas que melhoraram foram os dados de segurança e economia para os grandes empresários e banqueiros…no mais muita promessa para pouca solução!!!! Esse governo só se sustenta por causa do posto Ipiranga, quando o posto fechar, o governo fecha junto! E vai continuar sendo culpa do PT por toda eternidade…amém!!!

    • Diógenes disse:

      Em que país vc vive? Tudo o que importa pro povo está caro e a tendência é aumentar mais com a alta desenfreada do dólar, combustíveis nas alturas vai encarecer mais ainda os preços

    • Ceará-Mundão disse:

      Vcs, esquerdopatas, nào deviam falar sobre o que não conhecem. Como não sabem de nada… Economia é algo muito complexo. Levaremos muitos anos para sair do fosso em que os governos de esquerda nos enfiaram (a propósito, Temer foi o vice do PT por DUAS vezes e sua corja foi comparsa do PT na enorme roubalheira detectada no país). Mesmo assim, o Brasil está melhorando e muito. Até citei as visíveis melhoras. O RN é que só anda de ré, desgovernado pelo PT.

  6. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    O desemprego alto no Brasil foi provocado pelo golpi orquestrado pela lava jato

    • Neco disse:

      Foi provocado sim por uma estúpida e retierada visão de tentar induzir o crescimento econômico com base em gasto público e crédito. Gastou-se mal, deu-se crédito só para gastança, torrou-se dinheiro. Veio a rebordosa em 2014 a 2016. Em 2014, em pleno ano da Copa, antes sequer da Lava Jato começar a moralizar a suruba entre o PT e a elite das empreiteiras, a economia já dava sinais de esgotamento.

  7. Verdade disse:

    Risco Brasil pras empresas cai.
    Enquanto esse mesmo Risco Brasil para os trabalhadores só aumenta. Aumenta o desemprego. O custo de vida e o aperreio.

    • Neco disse:

      Risco Brasil não mede credibilidade de empresas. Só besteira.

    • Manoel disse:

      Se os riscos pras empresas caem , as empresas crescem e contratam mais e o desemprego, que foi herdado de 16 anos de governo petista, cai.

Número de homicídios no RN em 2019 atinge menor patamar dos últimos cinco anos

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) divulgou os dados estatísticos que fazem um balanço das ocorrências de Condutas Violentas Letais e Intencionais (CVLIs) em todo o ano de 2019. Considerando o retrospecto do ano anterior, 517 vidas foram poupadas no território estadual.

Baseado em números fornecidos pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análise Criminal (Coine), de janeiro a dezembro de 2019 foram registrados 1.446 CVLIs, um número consideravelmente menor comparado ao mesmo período de 2018, em que foram contabilizados 1.963 CVLIs, uma redução de 26,3%. Em outro aspecto, 2019 foi o ano com o menor índice de homicídios desde 2015. Desde então, o seu maior número ocorreu em 2017, quando houve 2.412 crimes com letalidade.

Entre os tipos criminais com maior redução, é possível destacar o homicídio doloso, com a diminuição de 1.468 ocorrências em 2018, para 1.039 em 2019, uma queda em 29,2% dos casos. Outra conduta reduzida foi a de latrocínio, nesta houve diminuição em 37,6%, saindo de 93 crimes para 58. Lesão Corporal Seguida de Morte foi outro tipo de ocorrência que apresentou diminuição significativa, enquanto em 2019 aconteceram 162 registros, em 2018 houve 19,4% de crimes a mais desta natureza.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pires disse:

    Eu já sabia!!
    O Brasil agora tem um ministro do mais alto padrão e gabarito.
    Sem desmerecer os generais e o astronauta.
    TA POUCO OU QUER MAIS.???
    Compare.!!!
    com os outros governo inclusive com o petralha.
    Kkkkkkkk
    Tchau corruptos, canalhas.

  2. Antenado disse:

    Efeito Bolsonaro

  3. Rui disse:

    Os Assaltos,Roubos de Carros,Arrastões,????????

  4. Osvaldo Delgado disse:

    ninguém fala

  5. Osvaldo Delgado disse:

    E os assaltos e roubos ? Isso nin fala.

Prévia da inflação em agosto próxima a zero tem o menor patamar para o mês em nove anos

Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

O preço dos combustíveis segue contribuindo para que a inflação fique muito próxima a zero. De acordo com o IBGE, a prévia da inflação (IPCA-15) registrou leve avanço de 0,08% em agosto, o que representa o menor patamar para o mês desde 2010. Nove anos atrás, o indicador teve recuo de 0,05%.

O grupo dos Transportes foi o que mais apresentou queda nos preços nos primeiros quinze dias de agosto, com recuo de 0,78%. Dentro deste grupo, a variação dos combustíveis foi o que contribuiu para o recuo. O preço da gasolina registrou queda de 1,88%. Etanol e óleo diesel também tiveram queda: 1,09% e 1,7%, respectivamente.

Além de transportes, o grupo de Alimentos e Bebidas registrou queda. A principal contribuição negativa no grupo veio do tomate (-14,79%). Além do fruto, a batata-inglesa (-15,09%), as hortaliças e verduras (-6,26%) e o feijão-carioca (-5,61%) também registraram queda em agosto.

Por sua vez, o grupo Habitação contribuiu para que a prévia da inflação em agosto não ficasse em zero ou abaixo deste patamar. A principal influência de alta veio do preço da energia elétrica.

Em agosto, passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, que onera as contas de luz em R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Desta forma, a energia elétrica registrou alta de 4,91% em agosto, na comparação com julho. É o sétimo mês consecutivo que o item registra alta.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Observador disse:

    Devido a crise, desemprego e falta de consumo. Ai nao tem demanda inflacionaria.

  2. Carlos disse:

    Será que esse benefício se deve ao atual governo ou porque Lula ainda está preso?

Indicador de Incerteza da Economia tem queda de 10,7 pontos de junho para julho; menor patamar desde fevereiro de 2018

FOTO: (Pedro Teixeira/Agência O Globo)

O Indicador de Incerteza da Economia teve queda de 10,7 pontos de junho para julho, divulgou nesta quarta-feira (31) a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice chegou a 108,4 pontos, atingindo o menor patamar de incerteza desde fevereiro de 2018.

O indicador é composto por dois itens principais. O primeiro mede a frequência de notícias com menção à incerteza econômica nas mídias imprensa e online. O outro leva em consideração as previsões dos analistas econômicos ouvidos na pesquisa Focus, do Banco Central, que traça projeções para o câmbio, a taxa básica de juros e a inflação.

O componente de mídia teve uma queda de 9,2 pontos, enquanto o da expectativa dos analistas caiu 12,1 pontos.

O superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, Aloisio Campelo Jr, avalia que a redução de incerteza “parece estar relacionada” aos avanços na tramitação da reforma da Previdência, à divulgação de novos itens da agenda econômica do governo e ao aumento da probabilidade de uma redução de juros nos Estados Unidos.

Agência Brasil