Finanças

Pix: Banco Central propõe quatro saques em loja gratuitos por mês e limite de R$ 500

Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

O Banco Central (BC) publicou nesta segunda-feira uma proposta de regras para a operação do Pix Saque e do Pix Troco, serviços que permitirão o saque de dinheiro em estabelecimentos comerciais. A proposta foi colocada em consulta pública e está aberta à contribuições da sociedade.

Entre as regras dispostas pelo BC, os usuários poderão fazer até quatro saques gratuitos por mês com limite de R$ 500 por dia. Ultrapassada a quantidade de saques gratuitos, as instituições financeiras responsáveis pela operação poderão cobrar uma tarifa.

A consulta pública termina no dia 9 de junho e a expectativa do BC é que os serviços estejam disponíveis em agosto deste ano.

De acordo com a autoridade monetária, a operação será muito parecida a de um pagamento por Pix que já pode ser realizado em alguns comércios.

O Banco Central provê a infraestrutura do Pix, uma base de dados centralizada com os dados das contas dos recebedores. Dessa maneira, os participantes do sistema de pagamento podem aproveitar a infraestrutura única para acelerar o processo de transferência e pagamento

O usuário vai utilizar o seu celular e, logado em sua conta bancária, vai ler um QR code disponibilizado no caixa. O próximo passo é escolher o quanto quer sacar e aprovar a transação.

Depois disso, em vez de receber um produto, vai ficar com o dinheiro em espécie do caixa do estabelecimento.

Pix Troco

No caso do Pix Saque, a transação envolve apenas dinheiro. Já no Pix Troco, o saque é conjugado com uma compra. O usuário compraria um produto no mercado e, na hora de pagar, faria a transação em um valor um pouco maior, recebendo a diferença de volta em dinheiro.

Além dessas regras, a proposta do BC define que os comércios poderão estabelecer suas próprias normas, como definir os dias da semana em que o serviço estará disponível, se irão ofertar um ou ambos os serviços e como será feito o saque, por exemplo, se só será em notas de R$ 10 ou de R$ 50.

O chefe do departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro, Angelo Duarte, afirmou que a disponibilização do Pix Saque vai beneficiar as áreas que atualmente não tem um ponto de retirada de dinheiro, como periferias das grandes cidades e pequenos municípios no interior.

— No caso das grandes cidades, as pessoas têm que se deslocar distâncias grandes . Nas pequenas cidades, tem que às vezes se deslocar para outra cidade, que leva inclusive a efeitos econômicos para os municípios que não tem esse serviços — explicou.

Saque em qualquer banco

A norma do Banco Central também prevê que o Pix Saque ficará disponível para instituições financeiras, como bancos e cooperativas, além de instituições especializadas em serviços de saque, como redes de caixa eletrônico 24 horas.

— Além de atender seus próprios clientes, essa instituição poderá atender clientes de todo o sistema financeiro nacional. Claro que recebendo remuneração, tarifa de intercâmbio, para que aproveite a infraestrutura instalada e que se remunere com essa estrutura existente — disse Carlos Eduardo Brandt, chefe adjunto de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro no BC.

O BC avalia que os serviços darão mais conveniência ao usuário e ajudarão a aumentar a competição, com mais pontos de oferta do serviço de saque.

“As duas inovações trarão mais conveniência aos usuários, ampliando a capilaridade do serviço de saque; e o aumento da competição ao proporcionar melhores condições de oferta e de precificação dos serviços de saques, principalmente pelas instituições digitais e todas as demais instituições que não contam com rede própria de agências ou de ATMs”.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Tremenda picaretagem, antes dizia que era ilimitado; transferência, pagamento e etc.
    Como acreditar neste país ?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Abril se torna o mês com mais mortes registradas por Covid-19 no RN desde o início da pandemia

Um levantamento do portal G1-RN aleta que abril de 2021 se tornou o mês com mais mortes registradas por Covid-19 desde o início da pandemia no Rio Grande do Norte, superando março. Ao todo, morreram 939 pessoas vítimas da doença neste mês, que se encerra nesta sexta-feira (30).

O levantamento foi feito pelo G1 baseado nos boletins epidemiológicos da doença e nos dados diários divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Segundo a pasta, algumas das mortes contabilizadas nos boletins não acontecem necessariamente nos dias em que são registradas. Anteriormente, a maior marca era exatamente no mês anterior, de março, quando 922 pessoas perderam a vida para a doença, mostrando o crescimento da letalidade nesse período.

Opinião dos leitores

    1. Fecha, mas manda ela também pagar auxílio aos ambulantes e micro empresários prejudicados com o Lockdown, com os bilhões de reais que o governo federal mandou pra o estado.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Arrecadação federal cresce 18,5% em março e chega a R$ 138 bilhões, recorde para o mês

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Receita Federal registrou uma arrecadação de R$ 138 bilhões em março, um crescimento real de 18,5% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O resultado é um recorde para o mês em toda a série histórica iniciada em 2000 (já considerando números atualizados pela inflação).

Os dados registraram crescimento em um mês em que foi intensificado o fechamento de atividades devido ao recrudescimento da Covid-19. O Ministério da Economia esperava um impacto das novas medidas na atividade a partir de meados de março.

De acordo com a Receita, o resultado foi impulsionado pelo melhor desempenho de indicadores macroeconômicos no mês e pelo recolhimento com o valor de importações. Também ajudou os números uma arrecadação atípica de R$ 4 bilhões sobre o lucro de empresas.

O crescimento no acumulado do ano é de 5,64%, para R$ 446 bilhões. Em breve técnicos da Receita detalharão os números.

Folha de São Paulo

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Apreensões de cargas feitas pelo Fisco Estadual no mês já ultrapassam R$ 4 milhões

As operações de fiscalização em trânsito de mercadorias sem documentação fiscal, deflagradas pela Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN), em parceria com a Receita Federal (RFB) e as polícias Rodoviária Federal (PFR) e Militar (PM), estão coibindo a sonegação fiscal no Rio Grande do Norte. No último fim de semana, as apreensões bateram o recorde de cargas apreendidas no mês, com mercadorias retidas no valor de R$ 2,2 milhões, sendo a última no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, onde foram identificados três quilos de peças em ouro transportadas irregularmente.

O material foi avaliado em R$ 1,2 milhão, o que eleva o total apreendido somente nos 20 primeiros dias de outubro para R$ 4,1 milhões em mercadorias e uma sonegação de R$ 1,4 milhão que foram recuperados devido à fiscalização acirrada dos auditores e agentes.

A ação constantes dos auditores fiscais da SET-RN e da Receita Federal, que atuam nos setores alfandegário e de desembarque do aeroporto, interceptaram, no último domingo, em bagagens na área de voos domésticos com itens sem notas fiscais e que entrariam no Rio Grande do Norte disfarçados entre objetos de uso pessoal. Entre eles, chamam a atenção três quilos de acessórios em ouro, que se estavam em uma das malas de um passageiro.

Os objetos foram apreendidos e levados ao depósito do Fisco Estadual. Isso porque o material estava sem a comprovação de compra e sem as notas de pagamento dos impostos – uma sonegação superior a R$ 530 mil, entre imposto devido e multas, lavrados nos autos de apreensão.

Nas rodovias

O fim de semana passado foi bem intenso para auditores da SET-RN e agentes policiais em função das fiscalizações itinerantes que estão ocorrendo nas rodovias que cruzam o estado. Destaque para as BR-304 (na altura de Mossoró) e BR-101 (entre o RN e a PB), onde foram retidas centenas de mercadorias irregulares, que totalizaram R$ 1 milhão sem a documentação legal. Uma das cargas detidas foi uma com vários fardos de roupas e artigos de confecção que estavam sendo transportados no interior (fora do bagageiro) de um ônibus, disfarce para driblar a ação os auditores.

De acordo com o subcoordenador de Fiscalização de Mercadorias em Trânsito e Itinerância Fiscal da SET-RN, Marcos Medeiros, as equipes também promoveram no período uma operação de fiscalização às transportadoras e centros de distribuição dos Correios instalados no RN, um trabalho que já é feito rotineiramente, mas que foi intensificado. A proposta foi averiguar as encomendas compradas em plataformas e sites de vendas pela internet sem a existência de documentação. Esses objetos obrigatoriamente precisam ser comprados com a exigência de nota fiscal para, inclusive o consumidor pessoa física, não correr o risco de ter a mercadoria detida.

Toda essa força tarefa do ultimo fim de semana resultou em total de cargas apreendidas de R$ 2,2 milhões. Até agora, a Secretaria Estadual de Tributação soma mais de 200 apreensões de cargas ilegais, que totalizam R$ 4,1 milhão e uma recuperação de quase R$ 1,5 milhão que seriam desviados dos cofres públicos em menos de um mês.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Clima

Setembro foi o mês mais quente da história, diz centro de pesquisa

Foto: Pixabay

O centro de pesquisa Copernicus Climate Change Service (C3S) publicou, nesta quarta-feira (7), um monitoramento que indica que o mês de setembro de 2020 foi o mais quente da história. Segundo os dados coletados, houve um aumento de 0,05 °C em comparação com setembro de 2019, que era considerado o mais quente até então.

O ano de 2016 é apontado como o ano mais quente de todos, mas os cientistas acreditam que 2020 pode ocupar essa posição. Os meses de janeiro e maio deste ano também tiveram uma média de temperatura mais alta do que os registros anteriores.

O centro europeu explica que a La Niña, nome dado ao esfriamento das águas do Oceano Pacífico, é responsável por essa onda de calor no planeta. Há também um reflexo na diminuição da cobertura de gelo no Ártico durante o outono.

A extensão do gelo do Mar Ártico em setembro foi a segunda mais baixa registrada, tanto para a extensão diária quanto para a extensão média mensal, informou o C3S., considerando ainda que esse costuma ser o período com os menores valores do ano.

Um indicativo de que 2020 pode estar perto de ser o ano mais quente de todos é a média de temperatura na Sibéria, na Rússia, conhecida por suas baixíssimas temperaturas. Por lá, as temperaturas alcançaram até 10°C acima do normal durante o inverno e a primavera de 2020.

R7

Opinião dos leitores

  1. É bom pra matar o vírus e fornecer vitamina D.
    Coisas divinas.
    Deus mas uma vez corrigindo os erros humanos. "dos chineses"
    Dizem.

    1. Se calor matasse vírus não existiria nenhum caso de covid em Mossoro.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Finanças

Genebra, na Suíça, adota maior salário mínimo do mundo, equivalente a R$ 25 mil por mês

Foto: Divulgação/Centro de Informações Turísticas de Genebra

Eleitores em Genebra, na Suíça, concordaram em introduzir um salário mínimo equivalente a US$ 25 por hora (o equivalente a mais de R$ 142).

Considerando-se 41 horas trabalhadas por semana, são US$ 4.347 por mês (cerca de R$ 24.700 por mês) – o que se acredita ser o mais alto salário mínimo em todo o mundo.

De acordo com dados governamentais, 58% dos eleitores do cantão suíço – estado soberano, com fronteiras, exército e moeda próprios – foram a favor da iniciativa de fixar o salário mínimo em 23 francos suíços por hora.

A medida foi apoiada por uma coalização de grupos sindicais, que tem como objetivo “lutar contra a pobreza, favorecer a integração social e contribuir para o respeito da dignidade humana”.

Enquanto a Suíça não tem uma lei nacional de salário mínimo, Genebra é o quarto dos 26 cantões suíços a decidirem sobre o assunto nos últimos anos, após Neuchâtel, Jura e Ticino.

“Esse novo salário mínimo vai se aplicar a cerca de 6% dos trabalhadores do cantão a partir de 1º de novembro”, disse Mauro Poggia, conselheiro de Estado de Genebra, à CNN em nota.

A comunidade genebrina de ação sindical, um guarda-chuva das organizações sindicais da cidade, descreveu o resultado como uma “vitória histórica, que vai beneficiar diretamente 30 mil trabalhadores, dos quais dois terços são mulheres”.

A decisão também foi elogiada por Michel Charrat, presidente do Agrupamento Transfronteiriço Europeu, uma associação de trabalhadores que viajam diariamente entre Genebra e cidades próximas na França.

Charrat disse ao jornal The Guardian que a pandemia do novo coronavírus “mostrou que uma certa parcela da população suíça não consegue viver em Genebra” e argumentou que o novo salário mínimo é o “minímo para não cair abaixo da linha da pobreza e se encontrar em uma situação muito difícil”. Charrat não respondeu a um pedido de comentário da CNN.

O Conselho de Estado de Genebra, o braço local do Executivo, disse em um editorial contra a medida que o novo salário mínimo seria “o mais alto do mundo”.

Uma medida proposta por cidadãos

O sistema suíço de democracia direta chama os eleitores a exercerem seus direitos quatro vezes por ano, e permite que os cidadãos coletem assinaturas para propor decretos de “iniciativas populares”.

“Em duas ocasiões passadas, iniciativas para ficar um salário mínimo obrigatório em Genebra foram a voto popular e foram rejeitadas”, disse Poggia, que é encarregado do departamento de Segurança, Trabalho e Saúde para o cantão de Genebra.

As últimas votações ocorreram em 2011 e 2014, e nessa última instância, foi um referendo nacional para fixar um salário mínimo de 22 francos suíços, ao que 76% dos eleitores se opuseram.

“Em 27 de setembro, uma nova votação sobre o assunto finalmente foi finalmente aceita, por um salário de 23 francos suíços por hora, ou um pouco mais que 4.000 francos suíços por mês por 41 horas por semana”, Poggia acrescentou. Isso dá quase US$ 4.347 por mês (cerca de R$ 24.700).

Enquanto um salário mínimo de US$ 25 (R$ 142) por hora pode parecer impressionante de uma perspectiva dos Estados Unidos, onde o salário mínimo federal é de US$ 7,25 (R$ 41) por hora, o contexto é importante.

Genebra é a 10ª cidade mais cara do mundo, de acordo com a pesquisa mundial de custo de vida conduzida pela unidade de inteligência da The Economist em 2020.

Esse salário de 4.000 francos suíços coloca os trabalhadores ligeiramente acima da linha da pobreza de 3.968 francos suíços para um lar composto por dois adultos e dois filhos com menos de 14 anos, como estimado pelo Gabinete Estatístico Federal da Suíça em 2018.

A Suíça está entre as nações mais ricas do mundo, mas não ficou imune aos danos da pandemia do novo coronavírus sobre a economia.

O grupo de especialistas do governo suíço espera que o PIB local caia – 6,2% em 2020 e que o desemprego fique em 3,8%, a maior recessão desde 1975.

O novo coronavírus impactou o resultado da votação?

Michael Grampp, o economista-chefe da Deloitte na Suíça, disse que acreditava que a pandemia do novo coronavírus teve impacto sobre quantos eleitores foram a favor de aprovar a iniciativa.

Trabalhadores com salários baixos do setor de serviços foram os mais afetados pelas medidas de quarentena implementadas na Suíça.

“Eu acho que muitos perceberam quantas pessoas trabalham nesses setores. Não é como se todos aqui trabalhassem para bancos ou fábricas de chocolate. Nós também temos um amplo setor de serviços que foi muito afetado pela quarentena”, disse Grampp à CNN.

“[A pandemia] definitivamente ajudou a empurrar os votos para quase 60%”, acrescentou.

Grampp acredita que mais cantões vão fixar salários mínimos no futuro. Poggia, no entanto, não acredita que a pandemia teve efeito significativo sobre a votação.

“Comparado a outros países, dado o forte sistema de segurança social na Suíça, os efeitos econômicos do Covid estão sendo contidos atualmente, apesar de perdas de emprego estarem acontecendo em setores diretamente afetados, como turismo, hotelaria e restaurantes”, disse.

Longas filas para comida gratuita

Essas perdas de emprego estão levando as pessoas a procurarem ajuda.

As filas quilométricas para distribuição de comida gratuita em Genebra se tornaram manchete em vários lugares do mundo, e elas continuam, de acordo com Charlemagne Hernandez, o co-fundador da Caravane de Solidarité, um grupo ativista em Genebra que tem organizado essas doações durante a pandemia.

Hernandez disse à CNN que o grupo ajudou cerca de 6 a 9 mil pessoas semanalmente durante a pandemia, distribuindo sacos de vegetais frescos e produtos não-perecíveis obtidos principalmente através de doações.

Ele acredita que a adoção da iniciativa do salário mínimo em Genebra era “necessária”, uma vez que o desemprego representa uma ameaça à existência para muitos dos trabalhadores de baixa renda na cidade. “Tudo se resume a não ter o suficiente para comer”, disse.

Genebra é conhecida como a capital humanitária do mundo devido à presença de muitas organizações internacionais e os escritórios da ONU (Organização das Nações Unidas) focados em assuntos humanitários.

Hernandez disse que a solidariedade na cidade está “muito mais forte nos últimos dias do que o normal”, conforme muitas pessoas atendem aos pedidos de contribuição, o que ajuda a continuar as doações de alimentos.

Àqueles que não acreditam que a pobreza seja um problema em um país rico como a Suíça, Hernandez pede que não façam julgamentos.

“Eu venho de uma favela em Manila, originalmente, então é verdade, não é o mesmo tipo de pobreza, mas se você está passando fome, você está passando fome. Esse é um patamar que é inegável”, diz ele.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. A Suiça paga altos salários por que é rica OU é rica por que paga altos salários?
    PISTAS: ÍNDICE DE LIBERDADE ECONOMICA – HERITAGE FOUNDATION
    Posição da Suiça 4º – Brasil 153. Tem ainda o Fraser Institute e o Banco Mundial.
    Suiça no top 5.

    1. "A Suiça paga altos salários por que é rica OU é rica por que paga altos salários?"
      Nem uma coisa nem outra.

    2. Vai pra lá NECO . Aproveita e leva a bomba de ozônio. Um balaio de CLORIQUINA é um cesto de Ivermectina . Chocolate ? Copenhagen não precisa , afinal vc vai Lara terra do chocolate . Leva uma fogo do Tonho da lua pra colocar no guarda roupa .

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Com avanço da pandemia, pedidos de seguro-desemprego saltam 53% em maio, recorde para o mês

Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

A crise no mercado formal de trabalho agravada pela pandemia do novo coronavírus empurrou quase um milhão de brasileiros para o seguro-desemprego em maio, maior patamar para o mês da série histórica, iniciada em 2000. Foram 960.258 pedidos.

Segundo o Ministério da Economia, o número de solicitações subiu 53% no mês passado em relação ao mesmo período de 2019, quando foram registrados 627.779 requerimentos. Na comparação com abril, a alta foi de 28,3%.

No acumulado de março a maio, quando as medidas de isolamento social entraram em vigor em vários estados, foram contabilizados 2,2 milhões de pedidos.

Se considerado o ano todo, ou seja, de janeiro a maio, o número sobe para 3,297 milhões, alta de 12,4% em comparação com o o mesmo período do ano passado (2,933 milhões).

Em maio, os três estados com maior número de requerimentos foram São Paulo (281.360), Minas Gerais (103.329) e Rio de Janeiro (82.584).

Serviços puxam alta de pedidos

O setor de serviços registrou a maior quantidade de pedidos de seguro-desemprego, respondendo por 42% do total. Em seguida, ficaram comércio, indústria, construção civil e agropecuária.

O governo já tinha divulgado os dados parciais do seguro-desemprego de maio, quando foram registrados 504.313 requerimentos até a primeira quinzena, o equivalente a um aumento de 76,2% em relação ao mesmo período de 2019.

O dado fechado de maio reflete o fechamento de vagas com carteira assinada em abril, quando foram eliminados 860.503 postos de trabalho. Considerando março e abril, o saldo de vagas é negativo em 1,1 milhão de empregos.

Em abril, o governo editou a medida provisória (MP) 936 que autoriza a suspensão do contrato de trabalho e redução de jornada e de salário, na tentativa de preservar os empregos.

A medida resultou na formalização de 9,2 milhões de acordos entre patrões e empregados. As empresas que aderem à MP se comprometem a manter o emprego de funcionários por igual período de redução de jornada ou suspensão de contrato.

Em contrapartida, a União ajuda a complementar o salário dos trabalhadores.

Caso demita o trabalhador no período de estabilidade, o empregador deve pagar uma indenização maior.

O Globo

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Prefeitura de Ceará-Mirim proíbe queima de fogueiras juninas durante o mês de junho

Foto: Ilustrativa

Sendo o município com menor número de casos da Grande Natal, Ceará-Mirim continua saindo a frente de outras cidades ao estabelecer novas medidas em combate ao novo Coronavírus (COVID-19).

Entendendo a necessidade de adotar estratégias e medidas que visam inibir problemas de saúde respiratórios provocados pela fumaça, o que pode ser um agravante no período de enfrentamento a COVID-19, a Prefeitura Municipal de Ceará-Mirim estabelece a proibição da queima de fogueiras juninas durante todo o mês de junho, conforme Decreto Municipal Nº 2.636.

Para mais informações, a população pode consultar o Decreto Municipal, na íntegra, acessando o Diário Oficial dos Municípios do Rio Grande do Norte.

Opinião dos leitores

  1. E o prefeito de Natal, cai permitir a intoxicação de pessoas que, certamente, procurarão hospitais?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Finanças

Prefeitura de Parnamirim efetua pagamento referente ao mês de maio

Foto: Divulgação

A Prefeitura de Parnamirim, através da Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SEARH), informa que creditou nesta sexta-feira (29) o pagamento dos 6.092 servidores, referente ao mês de maio de 2020.

Como forma de respeito aos trabalhos prestados pelos servidores, a administração tem priorizado os salários regularmente, mesmo diante da situação de calamidade pública. De acordo com a SEARH, O valor total da folha mais os encargos foi de R$ 26.029.701,47 neste mês.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns ao prefeito Rosano Taveira, que mesmo com essa situação de calamidade, Honra o compromisso com os seus funcionários e com fornecedores.
    Que outros municípios venham a seguir seu exemplo de gestor!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Segurança

RN apresenta redução da criminalidade no mês de março

O Rio Grande do Norte apresentou redução das Condutas Violentas Letais Intencionais (CVLI) durante o mês de março em relação ao mesmo período do ano passado, além de registrar diminuição dos Crimes Violentos Contra o Patrimônio (CVP) em diversas cidades.

O total de CVLI no terceiro mês do ano foi de 126, uma redução de 14,29% comparando com o ano passado, quando ocorreram 147 casos. Levando em consideração os três primeiros meses de 2020, dentro dos tipos de condutas letais, apresentaram queda os homicídios dolosos (passou de 291 para 284) e a lesão corporal seguida de morte (passou de 38 para 28).

Entre os municípios mais populosos do Estado, destaque para a diminuição do CVLI em Parnamirim, caindo de 25 para 20 (-20%) e São Gonçalo do Amarante, saindo de 29 para 19 (-34,5%).

Em relação aos Crimes Violentos Contra o Patrimônio (CVP), comparando os meses de março de 2020 e março de 2019, as cidades de São Gonçalo do Amarante e Ceará-Mirim tiveram uma redução, respectivamente, 12,9% e 33,3%. Na capital potiguar, destaque também para a redução de assaltos a ônibus, que passaram de 44 para 34 no mesmo período, uma queda de 22,7%.

Podemos também pontuar os resultados positivos obtidos pela Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado, que é composta pela Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Federal, e que tem realizado importantes operações no RN. O trabalho conjunto dos setores de inteligência das forças de segurança gerou, por exemplo, a desarticulação de uma quadrilha no interior potiguar, a apreensão de fuzis na Bahia, e a prisão de um membro de uma facção do RN que estava escondido em Goiás.

“O trabalho integrado desenvolvido pela Força Tarefa é fundamental no enfrentamento da criminalidade no Rio Grande do Norte. Ações conjuntas de Inteligência estão resultando na diminuição dos índices de criminalidade e violência”, destacou o secretário da Segurança do RN, coronel Francisco Araújo.

Opinião dos leitores

  1. Em todos os estados caíram , isso é proporcional, quanto menos pessoas na rua menos violência.

  2. Acho que os custos da máquina administrativa caiu 50%, atendimento médico, diárias, combustível, alimentação, isso pela lógica, mas eles sempre arrumam algumas desculpas.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Inflação oficial fica em 0,25% em fevereiro, menor taxa para o mês em 20 anos

Foto: Ilustrativa

Pressionado pelos reajustes das mensalidades escolares gastos com educação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,25% em fevereiro, depois de ter registrado uma taxa de 0,21% em janeiro, segundo divulgou nesta quarta-feira (11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar da aceleração, trata-se da menor taxa para meses de fevereiro desde 2000, quando o índice foi de 0,13%.

Em 12 meses, a taxa acumulada atingiu 4,01%, abaixo dos 4,19% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, ficando bem próxima do centro da meta do governo para o ano, que é de 4%.

Nos dois primeiros meses do ano, o IPCA acumula alta de 0,46%, menor inflação para o período já registrada em toda a série histórica do IBGE, iniciada em 1980. Até então, a taxa mais baixa para janeiro e fevereiro tinha sido registrada em 2018 (0,61%).

A inflação comportada neste começo de ano deve elevar as apostas do mercado sobre a possibilidade de novos cortes na taxa básica de juros para evitar uma desaceleração ainda maior da economia brasileira em meio aos impactos trazidos pelo coronavírus.

Educação foi o que mais pesou na inflação do mês

Dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, 5 apresentaram alta em fevereiro, com destaque para os custos de educação, cujo grupo apresentou a maior variação mensal (3,70%) e o maior impacto (0,23 ponto percentual) no IPCA do mês.

A alta do grupo Educação foi influenciada principalmente pelos reajustes habitualmente praticados no começo do ano letivo, especialmente aqueles dos cursos regulares (4,42%), item responsável pela maior contribuição individual (0,20 p.p.) na taxa de inflação de fevereiro. Já os cursos diversos tiveram alta de 2,67%,

Veja a inflação de fevereiro por grupos e o impacto de cada um no índice geral:

Alimentação e bebidas: 0,11% (0,02 ponto percentual)
Habitação: -0,39% (-0,06 p.p.)
Artigos de residência: -0,08% (0 p.p.)
Vestuário: -0,73% (-0,03 p.p.)
Transportes: -0,23% (-0,05 p.p.)
Saúde e cuidados pessoais: 0,73% (0,10 p.p.)
Despesas pessoais: 0,31% (0,03 p.p.)
Educação: 3,70% (0,23 p.p.)
Comunicação: 0,21% (0,01 p.p.)

Perspectivas para 2020

Para 2020, os economistas das instituições financeiras projetam uma inflação de 3,20%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Neste ano, o centro da meta é de 4%, um pouco menor que em 2019. A meta terá sido cumprida se o índice oscilar de 2,5% a 5,5%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros, atualmente em 4,25% ao ano.

Nota emitida no começo do mês pelo Banco Central sinalizou que o Comitê de Política Monetária (Copom) pode reduzir novamente a taxa de juros a fim de evitar uma desaceleração ainda maior da economia brasileira provocada pelo novo coronavírus.

G1

Opinião dos leitores

  1. Inflação oficial fica em 0,25% em fevereiro, menor taxa para o mês em 20 anos

    ESQUERDALHADA?
    cri cri cri
    HAHAHAHAHAHHAHAHA

    1. Dever ser pq tá tdo mundo comprando…..economia tá 10.
      Eleitor do asno ter cognição é difícil.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Finanças

Caixa quer reduzir juro do cheque especial para 2% ao mês

Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, quer reduzir a taxa do cheque especial para o patamar de 2% ao mês. Em entrevista exclusiva ao GLOBO, ele disse que o banco aposta na redução da inadimplência e na ampliação da base de clientes para viabilizar esse movimento e já determinou à sua equipe que se debruce sobre o tema.

Ele reforçou ainda a determinação de fazer uma “revolução” no financiamento habitacional no Brasil, com a nova linha de financiamento com juros fixos, sem correção, a ser anunciada em meados de março.

Em dezembro, a Caixa já havia reduzido a taxa do cheque especial de 4,99% ao mês para 4,95% para clientes que recebem seus salários na instituição. O Banco Central determinou que os bancos devem restringir o juro a 8% ao mês a partir de janeiro. Antes, a média era de 12% mensais.

– A gente passou o cheque especial de 14% para 4%, e o meu objetivo é ir para 2%, 2,9% ao mês. Nós tínhamos uma inadimplência ‘X’ quando cobrávamos 14%, temos uma inadimplência muito menor quando cobramos 4,9%. Se a gente conseguir reduzir a inadimplência e aumentar a carteira, podemos continuar diminuindo o cheque especial porque o que interessa para a gente é a rentabilidade — disse Guimarães, que admite que a decisão está relacionada ao perfil social da instituição:

– Existem segmentos que têm uma margem maior, e claramente a maior é do cheque especial. Vamos ter um resultado recorde de lucro de 2019. Isso é uma demonstração de que a gente consegue reduzir juros e ter lucro. A gente busca lucro equilibrado, retorno para a sociedade e os clientes de forma equilibrada.

Essa ação agressiva de Guimarães conta com o apoio do presidente Jair Bolsonaro, que vê na ação do banco estatal uma forma de forçar a redução dos juros das demais instituições financeiras. No sábado passado, em uma transmissão ao vivo nas redes sociais, o presidente ressaltou que a Caixa vem puxando a queda na taxa de juros e que os concorrentes devem correr atrás para “não perder clientes”.

Ele também avaliou que, caso a instituição fosse privada, não teria se comportado do mesmo modo. Na quinta-feira, em transmissão nas redes sociais, Bolsonaro voltou a elogiar a Caixa:

– Vale abrir conta lá, pois ela está na frente dos outros bancos. A não ser que os bancos sigam o exemplo da Caixa. Caso contrário, o Pedro vai matar os outros bancos, o Pedro vai ser o exterminador de bancos, com esses números que está apresentando para o cheque especial e outros itens, como crédito imobiliário.

O novo modelo terá prazo de financiamento de 30 anos e a taxa de juros será no mínimo de 6,5% ao ano — a mais baixa da instituição. Guimarães não revela quais serão as taxas a serem cobradas, mas adianta que serão competitivas e não só para a classe média.

Para se precaver contra eventuais prejuízos, caso os indicadores da economia piorem, como aumento da inflação, o banco vai embutir na tarifa o custo de hedge (proteção) — que será feito via compra de títulos públicos atrelados à inflação. Para assegurar que o cliente não tenha perdas ao assumir um contrato habitacional de longo prazo com juros pré-fixados, a Caixa assumirá os riscos.

– Hoje, o cliente tem o risco da TR (Taxa Referencial), que pode subir em caso de alta da Selic, e da inflação, com o IPCA. Ele terá uma taxa fixa e não terá que se preocupar com inflação. No caso da Caixa, como a gente se defende? Comprando títulos que tenham correlação com a inflação. Vou fazer um financiamento (com a compra dos títulos públicos) e vou pagar nos próximos 30 anos. Isso nunca aconteceu. Essa modalidade será uma revolução — destacou Guimarães, que convidou para o lançamento da linha o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Segundo ele, cabe à Caixa se antecipar a esse movimento, já consolidado em países como EUA e Europa. Guimarães ressaltou que a instituição é “sinônimo” de crédito imobiliário no Brasil. Ela detém fatia de cerca de 70%.

Os demais bancos devem seguir o mesmo caminho, como foi com o financiamento habitacional tendo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) como indexador. A modalidade foi lançada em agosto de 2019 e já atraiu outros 16 bancos, segundos dados do BC.

— Fizemos com o IPCA, e isso foi importante porque gerou discussão no mercado entre prós e contras, gerou amadurecimento. Depois reduzimos os juros dos financiamento com TR de 9% para 6,5% ao ano, e agora vamos a uma terceira discussão, que é o prefixado — disse Guimarães.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Só tem uma coisa q baixa preço/juros… Concorrência!!! O que não existe entre os grandes bancos. Enquanto o mercado estiver na mão de poucos sempre teremos juros altos, mesmo c a SELIC baixa.

  2. Não se iludam. Essa é uma maneira de fragilizar mais ainda a CAIXA. Só de empregados caiu de 110 mil para 82 mil. Querem criar uma "necessidade" de destruí-la…

    1. No ano passado o lucro da Caixa bateu o seu próprio recorde.
      Gestão honesta, mais enxutae e eficiente é isso aí.

  3. Dá lhe Mito, chuuupa petralhada, conheço um petista que vive sorrindo agora por que financiou um imóvel a juros de 6,5 % ao ano, antes ele teria pagado 11% ao ano. Mas não tem jeito, continua conversando merda, pode Arnaldo?????

  4. Pronto, mais um defendo sigla partidária. Essa bost… de país não tem jeito, a população é de uma ignorância sem limites.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Clube com mais sócios do Brasil, Vasco pode ganhar até R$ 6,2 milhões em um mês

Foto: MARCELO THEOBALD / Agência O Globo

O Vasco se tornou na terça-feira o clube com o maior número de sócios-torcedores do futebol brasileiro. Ao superar o Flamengo em uma campanha de associação em massa que começou no último dia 25, o clube ainda tenta dimensionar o tamanho do impacto que a adesão terá na sua realidade financeira. As projeções mostram que o Cruz-maltino pode arrecadar até R$ 6,2 milhões em um mês com um número de sócios na casa de 150 mil.

O cálculo é feito baseado nas informações disponibilizadas pela diretoria quando o número de novos sócios chegou aos 120 mil. O Vasco recebia, antes da promoção, com 33.400 sócios pagantes, cerca de R$ 1,3 milhão. Ao bater 120 mil, o clube afirmou que o número subiu para aproximadamente R$ 3 milhões.

Se as associações seguintes seguiram o mesma proporção quanto aos tipos de planos escolhidos pelos torcedores, com 150 mil sócios, o Vasco deve chegar a R$ 3,75 milhões, R$ 1,3 milhão dos sócios pré-promoção e mais R$ 2,45 milhões dos novos associados.

Mas existe um detalhe: todas as adesões foram feitas com 50% de desconto nas mensalidades nos seis primeiros meses. Se o Vasco, depois de encerrado o desconto, conseguir manter os novos sócios por pelo menos mais um mês, conseguirá receber algo em torno de R$ 6,2 milhões – R$ 1,3 milhão da base antiga, de antes da promoção, e mais R$ 4,9 dos novos sócios, que passariam a pagar o valor integral de seus planos.

Internamente, o clube sabe que é muito difícil manter intacta a base criada na campanha. As discussões agora são sobre como reter o máximo possível de torcedores. O valor de R$ 6,2 milhões por mês é equivalente ao dobro do custo atual da folha salarial do elenco vascaíno, de cerca de R$ 3 milhões.

Rivalidade acirrada

Desde que os números de sócios do Vasco se aproximaram dos do Flamengo, que a discussão entre torcedores das duas equipes aumentaram nas redes sociais. Os rubro-negros questionam os valores que o rival poderá ganhar com seu programa de sócio-torcedor, uma vez que o plano mais barato do “Nação Rubro-Negra” custa R$ 23,90, enquanto que no “Gigante” a opçao mais em conta, com a promoção, está saindo a R$ 4.

Uma análise dos balanços divulgados pelos clubes referentes ao terceiro trimestre de 2019 ajuda a ter uma noção da receita de Flamengo e Vasco com o programa de sócio-torcedor. O Vasco, até setembro, teve uma receita de R$ 13,277 milhões com sócios, uma média de R$ 1,48 milhão por mês. Com a base de sócios criada depois da promoção, esse número certamente aumentará mais que o dobro.

Já o Flamengo, de janeiro até setembro, acumulou um total de R$ 39,873 milhões com seu programa de sócios. A média por mês é de R$ 4,430 milhões. O balanço trimestral rubro-negro ainda permite ver a comparação com o mês anterior. De agosto para setembro, o Flamengo arrecadou R$ 5,850 milhões com seu programa.

O Globo

 

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Prévia da inflação fica em 0,14% em novembro, menor taxa para o mês desde 1998

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,14% em novembro, mostrando aceleração em relação à taxa de 0,09% registrada em outubro, segundo divulgou nesta sexta-feira (22) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi a maior variação mensal do índice desde maio (0,35%). Apesar da ligeira alta, trata-se do menor resultado para um mês de novembro desde 1998, quando a taxa foi de -0,11%. Em novembro de 2018, a taxa foi de 0,19%.

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,83% e, em 12 meses, de 2,67%, abaixo dos 2,72% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, indo ainda mais abaixo do piso da meta para 2019, reforçando as apostas de uma nova redução na taxa básica de juro, em dezembro.

Combustíveis e carne ficaram mais caros

A aceleração em novembro foi puxada pelos preços de transportes (0,30%), impactados pelo aumento da gasolina (0,80%) e do etanol (2,53%). Os preços do óleo diesel (0,58%) e do gás veicular (0,10%) também subiram, levando o resultado dos combustíveis a um aumento de 1,07%. Já as passagens aéreas tiveram alta de 4,44%.

Os preços do grupo alimentação e bebidas, por sua vez, apresentaram alta de 0,06% em novembro, após três meses consecutivos de deflação. Somente as carnes subiram 3,08% e contribuíram com 0,08 ponto percentual no índice geral do mês. Em 12 meses, a alta chega a 7,76%, mais do que o dobro da inflação.

Por outro lado, destacam-se as quedas dos preços da cebola (-18,60%), do tomate (-8%), da batata-inglesa (-7,92%) e do leite longa vida (-1,67%).

Também houve alta nos grupos vestuário (0,68%), despesas pessoais (0,40%).

Dos 9 grupos de produtos e serviços, 3 apresentaram deflação em novembro. Veja abaixo a inflação por grupos e o impacto de cada um no índice geral:

Alimentação e Bebidas: 0,06% (0,02 ponto percentual)
Habitação: -0,22% (-0,04 p.p.)
Artigos de Residência: -0,06% (0 p.p.)
Vestuário: 0,68% (0,04 p.p.)
Transportes: 0,30% (0,06 p.p.)
Saúde e Cuidados Pessoais: 0,20% (0,02 p.p.)
Despesas Pessoais: 0,40% (0,04 p.p.)
Educação: 0,04% (0 p.p.)
Comunicação: -0,02% (0 p.p.)

Preço da energia é destaque de queda

O grupo habitação apresentou a maior variação negativa (-0,22%) e ajudou a segurar a inflação em novembro, com impacto de -0,04 ponto percentual no índice geral, favorecido principalmente pela queda no preço médio da energia elétrica (-1,51%), impactada pela redução nas tarifas de concessionárias de São Paulo, Brasília e Goiânia.

“Além disso, em novembro, passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, cujo valor da cobrança adicional foi reajustado de R$ 4,00 para R$ 4,169 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Em outubro, estava em vigor a bandeira amarela, em que a cobrança adicional foi de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora”, destacou o IBGE.

Também tiveram queda nos preços artigos de residência (-0,06%) e comunicação (-0,02%).

Perspectivas e meta de inflação

Com o ritmo de recuperação ainda lento da economia e demanda fraca, a inflação segue comportada e abaixo do piso da meta para 2019.

A meta central de inflação deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância varia de 2,75% a 5,75%. Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que está atualmente em 5% ao ano – a menor da série histórica do BC, que começou em 1986.

O mercado espera uma inflação de 3,31% em 2019, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Para 2020, a projeção dos analistas é de uma inflação de 3,60%. No próximo ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar entre 2,5% e 5,5%.

O mercado segue prevendo mais corte nos juros, com a Selic encerrando 2019 em 4,5% ao ano. Para o fim de 2020, a projeção passou de 4,5% para 4,25% ao ano, de modo que o mercado passou a estimar corte nos juros também no ano que vem.

A previsão de crescimento da economia brasileira neste ano está em 0,92%, segundo a pesquisa Focus.

O resultado oficial do PIB do 3º trimestre será divulgado pelo IBGE no dia 3 de dezembro. No 1º trimestre, houve queda de 0,1% e, no 2º trimestre, alta de 0,4%.

G1

Opinião dos leitores

    1. Entendi dudé, partindo desse seu raciocínio, então no final do governo de querida estocadoura de vento, tava todo mundo endinheirado nera??
      Naquele momento a inflação ja estava beirando 10% . Portanto, todo mundo quase rico.
      Kkķ

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Inflação oficial fica em 0,10% em outubro, menor taxa para o mês desde 1998

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,10% em outubro, favorecido principalmente pela queda no preço da energia, segundo divulgou nesta quinta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Trata-se do menor resultado para um mês de outubro desde 1998, quando ficou em 0,02%.

Com o resultado, o índice acumula alta de 2,60% em 9 meses. Em 12 meses, o IPCA registra avanço de 2,54%, abaixo dos 2,89% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, ficando ainda mais distante da meta central de 4,25% definida pelo governo para o ano, o que reforça as apostas de novos cortes na taxa básica de juros, atualmente em 5% ao ano.

Veja a inflação de outubro por grupos e o impacto de cada um no índice geral:

Alimentação e Bebidas: 0,05% (0,01 ponto percentual)
Habitação: -0,61% (-0,10 p.p.)
Artigos de Residência: -0,09% (0 p.p.)
Vestuário: 0,63% (0,04 p.p.)
Transportes: 0,45% (0,08 p.p.)
Saúde e Cuidados Pessoais: 0,40% (0,05 p.p.)
Despesas Pessoais: 0,20% (0,02 p.p.)
Educação: 0,03% (0 p.p.)
Comunicação: -0,01% (0 p.p.)

Queda no preço da energia freia inflação em outubro

Na passagem de setembro para outubro, houve deflação em 3 dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, com destaque para o grupo “Habitação” (-0,61%), responsável pela maior por um impacto de -0,10 ponto percentual no índice geral.

Segundo o IBGE, a queda no preço da energia foi o principal item que ajudou a frear a inflação em outubro, com impacto de -0,13 ponto percentual no índice. Com exceção de Salvador, que teve alta de 0,86%, e Vitória, de 2,24%, todas as áreas pesquisadas registraram recuo nos preços da energia.

“Em setembro, estava em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 1 e, em outubro, passou a vigorar a amarela, cujo acréscimo é menor”, explicou o gerente do IPCA, Pedro Kislanov, citando ainda a redução nas tarifas de energia de concessionárias em São Paulo, Brasília e Goiânia.

Perspectivas e meta de inflação

A meta central de inflação deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância varia de 2,75% a 5,75%. Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que está atualmente em 5% ao ano – a menor da série histórica do BC, que começou em 1986.

A expectativa é que o Banco Central realize novos cortes na Selic ainda neste ano.

O mercado continua projetando para o ano uma inflação bem abaixo do centro da meta central do governo. De acordo com a última pesquisa Focus do Banco Central, os analistas das instituições esperam uma inflação de 3,29% em 2019. A previsão dos economistas é que de que os juros terminarão o ano em 4,5%, recuando para 4,25% em fevereiro.

Para 2020, o mercado financeiro mantém a estimativa de inflação de 3,60%. No próximo ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar entre 2,5% e 5,5%.

INPC em outubro foi de 0,04%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado como referência para os reajustes salariais, ficou em 0,04% em outubro, ante deflação de 0,05% em setembro. O acumulado do ano está em 2,67% e o dos últimos doze meses foi para 2,55%, contra 2,92% nos 12 meses imediatamente anteriores.

Com informações do G1

 

Opinião dos leitores

  1. AFFFF!!!! PUTA QUE O PARIU LA VEM ESSA CONVERSA DE INFLAÇÃO PAREM DE ENGANAR O POVO COM ESSA MENTIRA PORRAAAAAAAA!!!!!! TEM E MUITA EU DISSE MUITA INFLAÇÃO JA TO DE SACO CHEIO COM ESSA MERDA ABRE O JOGO SEUS TABACUDOS!!!!!!!!!!!

    1. Na Venezuela a inflação é bem pequenininha. É só pegar um avião. Fica a sugestão.

    1. Essa Cleide não conheço. O cara sequer sabe o nome da presidente do partido, imagina o que também não sabe?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Estudo do IBGE em 2018 registrou 38% da população do RN vivendo com menos de R$ 420 por mês

Foto: Guilherme Pinheiro/Arte G1

Um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o ano de 2018, divulgado nesta quarta-feira(06), informa que 38% da população potiguar estava abaixo da linha da pobreza no período, o que significa que cerca de 1,3 milhão de pessoas vivendo com menos R$ 420 por mês.

Segundo o Síntese de Indicadores Sociais (SIS) do IBGE, este valor mensal equivale a US$ 5,50 por dia, valor estabelecido pelo Banco Mundial para marcar a linha da pobreza em países com rendimento médio-alto. O número corresponde a menos da metade do salário mínimo vigente na época, que era de R$ 954.

No ano passado, os números do SIS apontam que 10,3% da população do Rio Grande do Norte — cerca de 350 mil norte riograndenses — está em situação de extrema pobreza.  O estudo aponta uma leve queda em relação à 2017, que foi de 10,5%.

Nas duas situações o RN superou a média nacional, que foi de 6,5% em 2018 e 6,4% em 2017. O Banco Mundial estipula que está nesta situação quem ganha US$ 1,90 por dia, o equivalente a R$ 145 por mês.

Com acréscimo de informações do G1 e Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Lula pode não ter acabado com pobreza que existe nesse país, mas reduziu de forma significante os seus índices. Isso não é fake, é fato! Já outros, simplesmente ignoram sua existência e declaram publicamente, que no Brasil não existe fome. É muita ignorância, burrice ou falta de informação? A verdade é uma só, a fome e a miséria no Brasil andam de mãos dadas e pelo jeito vão continuar assim, isso se não piorar.

  2. Resultado de DÉCADAS de domínio das oligarquias no Estado. Não chegamos à situação em que nos encontramos hoje por acaso.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *