Suspeito de assaltos morre e outro fica ferido após serem perseguidos e baleados por pessoas desconhecidas na Grande Natal

O portal G1-RN noticia que dois suspeitos de praticarem assaltos em série, na noite dessa terça-feira (12), foram perseguidos e baleados por pessoas ainda não identificadas em Macaíba, na região metropolitana de Natal.  Na ocasião, um morreu e o outro ficou ferido. O caso aconteceu às margens da BR-226.

Segundo a Polícia Militar, os criminosos estavam praticando assaltos e foram perseguidos por homens armados, que abriram fogo contra os dois. Há duas versões: uma em que os autores dos disparos estariam em um carro e outra em que eles estariam em uma moto. Matéria completa AQUI.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Direita radical disse:

    CPF cancelados com sucesso. 👏👏👏👏👏👏

  2. Tarcísio Eimar disse:

    -1

  3. Acorda Brasil disse:

    O discurso idiotizante da esquerda sobre "reagir ao assalto" convence a muitos iluminados. A verdade é que quando a população está armada, o indivíduo não precisa reagir ao assalto, basta acontecer isso que foi relatado. O criminoso só precisa saber que em cada esquina existe um cidadão armado pronto pra neutralizá-lo. É isso que tem revertido os números a favor das pessoas bem. Apesar de serem heróis a PM não é onipresente.

  4. Yago disse:

    Peeeegue fogo, parabéns aos atiradores, vamos ajidar a Policia diminuir a criminalidade.

  5. Maria disse:

    Pelo menos está sendo equalizada essa guerra… tava muito favorável aos bandidos, parece q a coisa tá mudando… e dados da secretaria de segurança já demonstram a criminalidade caindo. O mala só respeita o que teme.

  6. Brasil livre!! disse:

    O bandido tem que saber que
    essa profissão é de alto risco!!
    Quando a presa tá armada, o predador dorme com fome, ou canta pra subir!!!

  7. Calígula disse:

    MITO de AÇO e CHUMBO neles .

  8. ROBERTO disse:

    BOLSONARO NELES……
    VALEU MITOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Pesquisa no Reino Unido diz que 2/3 das mulheres pensam em outro durante o sexo

Foto: shutterstock

Já pensou em outro durante o sexo? Você não está sozinha. Segundo uma pesquisa do site de namoro saucydates.com, mais das metade das mulheres do Reino Unido fantasia com outras pessoas durante relações sexuais. Para o The Sun, o site de namoro afirma que geralmente a pessoa imaginada é famosa.

Enquanto 62% das mulheres confirmam a fantasia, 56% dos homens também pensam em outra pessoa. A pesquisa ouviu mais de 8 mil pessoas e muitos não se sentem confortáveis com isso. O fundador do site de namoro, David Minns, diz que “homens e mulheres se sentem culpados de pensar em outra pessoa”.

Ainda de acordo com os dados do site, os famosos que mais rondam os pensamentos das mulheres na hora do sexo são os atores Daniel Craig, Brad Pitt e Aidan Turner. Enquanto isso, os homens fantasiavam mais com Rihanna, Lady Gaga e Katy Perry.

Outras fantasias incluíam Justin Bieber, David Beckham e o modelo David Gandy, enquanto os homens também pensam na cantora Rita Ora e nas atrizes Kate Beckinsale e Jennifer Aniston.

Além dos famosos, muitos responderam que pensavam em amigos, colegas de trabalho, estrelas pornô e parceiros de amigos. E homens e mulheres também disseram que era difícil não imaginar em ex-namorados.

As fantasias das mulheres são mais eróticas, com 50% das pessoas afirmando terem imaginado o sexo em uma praia ou quarto de hotel durante o ato com o parceiro.

IG

A surpreendente vantagem de emendar um relacionamento no outro, segundo estudo

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Términos de relacionamento são estressantes. Não deve ser uma surpresa que eles estejam associados a uma diminuição do bem-estar psicológico. E seus amigos bem-intencionados – na esperança de protegê-lo de mais dores – possivelmente o aconselharão a não emendar em um novo relacionamento, principalmente se o próximo amor em potencial for parecido com seu ex.

Há um estigma sobre engatar um relacionamento após o outro. No entanto, algumas evidências sugerem que isso pode na verdade fazer bem. Então, por que o estigma persiste? Como deveríamos lidar com um novo relacionamento posterior a um recém-terminado? E quais são os riscos de encontrar alguém parecido com o amor anterior?

“As pessoas que iniciam novos relacionamentos rapidamente têm melhores sentimentos ligados à vida romântica”, diz Claudia Brumbaugh, psicóloga que estuda relações adultas na Universidade da Cidade de Nova York, nos EUA, mencionando um estudo que avaliou o bem-estar psicológico de pessoas que haviam terminado recentemente.

“Elas se sentiam mais confiantes, desejáveis, amáveis. Possivelmente porque tinham essas características de certa forma ratificadas (com a aprovação do outro). Elas tinham também mais sentimentos de crescimento e independência pessoal. Não houve casos em que as pessoas solteiras exibissem indicadores melhores.”

Brumbaugh diz que, em média, as pessoas pensam que você deve esperar cinco meses antes de entrar em um novo relacionamento; e que namoros quase emendados em um anterior não durarão muito. Isso é o que as pessoas pensam, mas não o que os dados dizem ser melhor para nós.

Em um estudo recente com pessoas que haviam terminado relacionamentos há pouco tempo, aquelas que rapidamente encontraram novos parceiros relataram maior autoestima e bem-estar, além de se sentirem menos ansiosos. Um status de relacionamento relativamente ininterrupto permite que o estilo de vida flua sem grandes problemas na transição de um parceiro para outro.

No entanto, os “rapidinhos” também tendem a ser pessoas que tiveram problemas com insegurança no relacionamento anterior. Pode parecer contraditório que as pessoas que se sentem inseguras também apresentem maior autoestima.

Mas isso pode ter a ver com as “métricas” de um relacionamento que está chegando ao fim e, do outro lado, da situação da autoestima após encontrar um novo parceiro.

Amadurecer após terminar

Um argumento para aguardar um tempo antes de entrar em um novo relacionamento é que precisamos nos curar e amadurecer antes de conhecer alguém novo. Há alguma lógica nisso. Depois de terminar, em média, as pessoas relatam cinco maneiras pelas quais cresceram de alguma forma.

Geralmente, são representadas por afirmações como “me sinto mais confiante” ou “sou mais independente”.

Porém, experimentos como esse dependem de medidas de crescimento autorreferidas, o que significa que algo um pouco mais complicado pode estar acontecendo no fundo.

Posso dizer que me sinto mais confiante, mas estou objetivamente mais confiante? Estudos que analisam como as pessoas relatam o amadurecimento após um evento traumático geralmente mostram que, de fato, não há mudanças. Dizemos a nós mesmos que crescemos por conta de uma tendência cognitiva chamada ilusões positivas.

“As pessoas às vezes inflam essas avaliações para compensar sua autoestima”, diz Ty Tashiro, psicólogo e autor do livro The Science of Happily Ever After (em tradução livre, algo como “A ciência do felizes para sempre”).

“Um rompimento pode prejudicar sua autoestima. Mas se você se diz mais independente, isso faz um contrapeso. Você pode não ser mais independente de fato, mas se sente melhor com o fato de ter sido desiludido.”

Os estudos de Tashiro na Universidade de Maryland mostram que encontrar um novo parceiro e o tempo decorrido desde a separação não tiveram efeito nas pontuações de amadurecimento. Portanto, dedicar um tempo para voltar à cena do namoro não necessariamente o deixará melhor em termos de autoaperfeiçoamento – e você pode estar se enganando ao pensar que cresceu de qualquer maneira.

No entanto, onde você coloca a culpa pelo término, aí sim, afeta o seu crescimento pessoal. Foi sua culpa? Do outro? Algum fator externo?

As pessoas que culpam uma razão de fora, como o trabalho ou conflitos com parentes, também relataram mais crescimento pessoal depois. Aquelas que menos viam crescimento culpavam a si pelo rompimento.

Se alguém amadureceu ou não pode depender das lições aprendidas. Pessoas que relataram maneiras específicas através das quais melhoraram têm maior probabilidade de entrar em relacionamento posterior com maior sabedoria. Tashiro diz que sua resposta favorita foi de um homem que contou ter aprendido a “pedir desculpas”.

“Eu amo isso (esse caso) porque há uma especificidade”, diz. “Soou muito real. Dizer desculpas vai ajudar esse cara em todos os seus relacionamentos no caminho.”

Apegar-se

A forma com que firmamos confiança no outro pode ser descrita, em parte, pelo nosso estilo de apego. Em termos gerais, a maneira com que buscamos suporte de outras pessoas é influenciada por sentimentos de segurança, ansiedade ou fuga.

As pessoas do primeiro grupo, que se sentem segura e firmemente apegadas a seus relacionamentos, provavelmente foram criadas sob um tratamento consistente por seus pais. Elas tendem a confiar nos outros e buscam apoio emocional em seus amigos e parentes.

A teoria do apego fica mais complicada quando olhamos para as pessoas em relacionamentos mais errantes.

Pessoas inseguras em relacionamentos anteriores tendem a começar o próximo mais rapidamente do que os indivíduos seguros, mas por razões diferentes.

A ansiedade ligada ao apego costuma estar por trás de um comportamento vingativo após a dor de um término. Pessoas assim também costumam experimentar mais sofrimento físico e emocional e podem ir a extremos para tentar salvar o relacionamento passado.

Pessoas com uma tendência à fuga, por outro lado, são mais autossuficientes; portanto, podem não estar pensando no ex quando entram em um novo relacionamento.

“Pessoas ansiosas estão sempre preocupadas e com ciúmes, ou demandam atenção, mas não devolvem”, diz Brumbaugh. “Pessoas esquivas se desapegam da intimidade, não gostam dela, mas ainda têm relacionamentos.”

A forma como seus pais te trataram na infância pode afetar seu estilo de apego na idade adulta, mas isso é passível de mudança. Ter pais que não foram calorosos não significa necessariamente que você terá um comportamento esquivo para sempre. Um parceiro gentil pode mudar seu estilo de volta à segurança. No entanto, também existem evidências de que esses estilos são hereditários, portanto pode haver um limite para o quanto eles são influenciados por outras pessoas.

Ver o ex no atual

Normalmente, as pessoas transferem seus estilos de apego de um parceiro para o outro, mas o fazem em maior grau quando o novo parceiro se assemelha ao ex. Assim, algumas das crenças sobre o antigo parceiro são transferidas para o novo.

“Os seres humanos gostam de consistência”, diz Brumbaugh. “Ao encontrar um novo parceiro que se assemelha a um parceiro anterior, você tem consistência. As pessoas que se recuperaram mais rapidamente (de um término) perceberam mais semelhanças entre o ex e o novo parceiro. Não podemos dizer que essas semelhanças existiam objetivamente, porque eram autorrelatadas, mas havia uma semelhança.”

Os casais têm “autoconceitos” sobrepostos, o que significa que eles se veem como parte um do outro. Eles compartilham amizades e hobbies. Esse entrelaçamento de eus pode deixá-los vulneráveis ​​após um rompimento. De repente, eles perderam parte de sua identidade ou alguém com quem eles compartilhavam interesses. Encontrar alguém que possa substituir muitas dessas lacunas facilita a mudança.

Ver semelhanças onde elas podem não existir tem suas vantagens e desvantagens.

“Se meu ex é Sam e eu conheço Bob, algo sobre Bob me lembra Sam. E eu suponho mais do que deveria sobre Bob”, diz Brumbaugh. “Talvez se Sam fosse um bom cozinheiro e muito romântico, eu também espere isso (de Bob). Isso pode criar problemas devido a suposições incorretas. Quero que ele seja tão romântico quanto Sam, e toda vez que ele não é, isso desafia minhas expectativas, podendo ser decepcionante. Mesmo que Bob seja bastante romântico.”

Claramente, um relacionamento imediato não será a cura perfeita para um coração partido. Mas também pode não ser o desastre que seus amigos alarmam, podendo trazer até alguns benefícios psicológicos. Os rompimentos costumam ser dolorosos, e parece que nunca é cedo demais para deixar um pouco de amor voltar à sua vida.

BBC

 

Homem mata outro esfaqueado durante briga em residência na Grande Natal

A Polícia Militar registrou uma morte na noite desse domingo(28), em consequência de uma briga, no distrito de Currais, na zona rural de Nísia Floresta, na Grande Natal. O suspeito do crime se entregou à polícia e confessou o assassinato. A notícia foi destaque no portal G1-RN.

Segundo a reportagem, o homem disse aos policiais, a vítima do homicídio, de 27 anos, invadiu sua casa no para matá-lo. Os dois teriam trocado socos e, em seguida, o homem pegou a faca e desferiu os golpes com o objeto.